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Painel FC solta mais duas

Hoje, 29 de maio, naquele café da manhã tranquilão, “filando” os jornais do Frans Café, leio o seguinte no Painel FC (o negrito é meu!): 

Partido verde
São curiosas as justificativas do grupo do presidente dos Palmeiras, Affonso della Monica, para convencer conselheiros a prorrogarem seu mandato por mais um ano. Uma delas é que a extensão, chamada de golpe pela a oposição, consolidaria a democracia no clube. O cartola precisa de tempo para as transformações. Além disso, a disputa pelo poder numa eleição após o fim da gestão atual, em dezembro, racharia a aliança que o colocou lá. Por fim, quem é contra a continuidade precisa ser “republicano”, e não “xiita”.

Apito final. Apesar do racha escancarado entre a turma do futebol e Affonso della Monica, os aliados de Gilberto Cipullo dizem que ele só deixará a vice-presidência de futebol se o presidente palmeirense pedir. E que a desavença não pode tirar a Traffic e seus jogadores do clube.

Aquela cadeira de Presidente deve ter mel! Vaidade, briguinha, justificativas injustificadas. Como é que alguém pode falar em dar uma canetada no estatuto em nome da democracia? Estão querendo chamar a quem de idiota?

Eu já vi esse filme! Vão matar um projeto sem ele ter florescido. Sem ter frutificado e colocado Sem ter criado as fundações nele (leia-se: projetos nas categorias de base, geração de receitas recorrentes do marketing, profissionalização da gestão do futebol).

Desculpem minha veemência e ceticismo. Sabe o que vai acontecer? O grupo liderado pelo Sr. Della Mônica vai tomar o futebol, ou em 2009 ou pior, antes. Ou o grupo do Sr. Mustafá Contursi. Tanto faz, ambos são incompetentes, já deram provas disso e nossos filhos sofreram muito.

E o resultado do futebol do Palmeiras será pior do que já foi em 2002.

Aí vão dizer que a culpa é da parceria e do Luxemburgo. Típico de jornalista superficial e conselheiro oportunista.

Vou pedir aos meus guias porque não há racionalidade por lá…

Saudações… vou trabalhar; o Perrone – sem culpa, diga-se de passagem – estragou meu dia.