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Campo de Jogo SEP 1×1 CAM: dois tempos distintos

Por Vicente Criscio; indicadores FOOTSTATS;
permitida reprodução desde que citando a fonte e o link

Eu
comentei no PÓS JOGO desse domingo, logo após o empate entre Palmeiras
e Atlético, que ocorreram três momentos distinto no jogo: o início, em
que o Atlético sufocou o Palmeiras. Um período intermediário, em que o
jogo foi morno. E nos últimos 20 minutos, onde o Palmeiras tomou as
ações do jogo.

A posse de bola do Verdão explica bem esses
distintos momentos. Separei a posse de bola do Palmeiras no 1o e 2o
tempo. Já tinha comentado que no 2o tempo o Palmeiras teve 60% da posse
da bola em jogo.

E Luxemburgo comentou que pediu para o time jogar mais na frente no segundo tempo. E os jogadores atenderam.

Reparem
como o time tem muito mais posse de bola no segundo tempo. Somente no
ataque – na etapa final – o Palmeiras ficou 36% do tempo que esteve com
a bola. Na primeira etapa ficou apenas 24%. Na 2a etapa o Palmeiras
reduziu sua presença na defesa (26% x 18%).

E DIEGO SOUZA?

Tecnicamente
não fez uma boa partida. Mas não se pode negar que Diego correu. Sua
posse de bola mais que dobrou no segundo tempo. E veja no quadro como
teve mais presença ofensiva, diferente do primeiro tempo, onde ficou
43% do tempo em apenas um quadrante do gramado.


Ou
seja, se futebol também se diferencia nos detalhes, dois deles
permitiram o Palmeiras sair com um ponto nesse domingo e estar
tecnicamente em segundo no Brasileirão: o primeiro foi a atitude de
jogar mais à frente no segundo tempo.

O outro detalhe… bem, esse tem nome: Marcos!

Saudações…