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O email do Conselheiro e as verdades

Eu sei que o assunto está ficando cansativo mas esse espaço precisa comunicar adequadamente e esclarecer os fatos sobre o status do projeto Arena Palestra. Até porque muitos sócios que irão votar no final de agosto precisam ter conhecimento sobre o que é verdade e o que não é sobre esse importante projeto.

Pois
bem, no último sábado o conselheiro Piraci Ubiratan de Oliveira, enviou
um e-mail a uma enorme lista de contatos, explicando os motivos pelo
qual ele votou “não”, na reunião do Conselho Deliberativo de 30 de
Junho.

João Mansur, coordenador do projeto, preparou uma resposta a esse email.

Seguem abaixo todas as alegações do NÃO levantados pelo conselheiro (As Alegações de Piraci) e as explicações assinadas por João Mansur logo a seguir que fazem o contraponto ao referido conselheiro.

Vamos lá e preparem-se: leitura densa…

As alegações de Piraci

No
último sábado (12 de Julho de 2008), o conselheiro Piraci Ubiratan de
Oliveira, enviou um e-mail a uma enorme lista de contatos, explicando
os motivos pelo qual ele votou “NÃO”, na reunião do Conselho
Deliberativo de 30 de Junho, que por 163 votos a favor, 3 contrários e
7 abstenções, aprovou o plano de negócios para a reforma e ampliação do
Estádio Palestra Itália, transformando-o em uma arena multiuso.

Por não concordar com suas alegações para votar “NÃO”, achei por bem responder a todas elas, como segue:

Arena Palestra Itália – Por que votei “NÃO”
Piraci Oliveira – Conselheiro da SEP

Como
divulgado pela imprensa, fui um dos três Conselheiros a votar “não”
quanto à deliberação para aprovação da contratação da empresa de
engenharia que supostafalta com a verdade iniciará as obras da chamada
“Arena Palestra Itália”.

Alegação PIRACI:Entre
a apresentação da minuta do contrato aos conselheiros e a votação houve
apenas dois dias, prazo insuficiente para análise necessária;

Resposta:
A pedido da diretoria Sociedade Esportiva Palmeiras e da Comissão de
obras da Arena, nomeada pelo Conselho Deliberativo, o sócio João Carlos
Falbo Mansur (Matricula 601.880 e Membro da Sociedade de Eternos
Palestrinos de sócios remidos – 019) esteve a disposição para prestar
esclarecimentos aos membros do conselho deliberativo entre os dias 25
de Junho e 30 Junho de 2008, das 10:00 as 20:00 horas (presença que
pode ser confirmada pelos registros de entrada e saída da SEP), na sala
do Conselho de Orientação e Fiscalização (COF), sobre os termos do
contrato de investimentos a ser firmado entre a Sociedade Esportiva
Palmeiras e a WTorre Empreendimentos Imobiliários S/A.

O Sr.
João Carlos Falbo Mansur também ficou a disposição para apresentar a
minuta do contrato a ser assinado entre as partes aos conselheiros que
manifestassem interesse em consultá-lo.

Alem do sócio João
Carlos Falbo Mansur, também estiveram no referido plantão algumas
pessoas como Vladimir Antonio Rioli (contratado da SOCIEDADE ESPORTIVA
PALMEIRAS para realizar o Business Plan na gestão de Carlos Facchina, e
com contrato ratificado por Mustafá Contursi), José Cyrillo Jr.
(Diretor Administrativo), Antonio Augusto Pompeu de Toledo (membro do
COF), e o Presidente do COF, Sr. Clefalta com a verdade Gomes Pereira.
No
dia 27 de Junho de 2008, em reunião realizada pelo Conselho de
Orientação e Fiscalização (COF) da Sociedade Esportiva Palmeiras, as
18:00 horas, foi aprovado parecer jurídico emitido pela DIRETORIA
JURIDICA da SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS e conseqüentefalta com a
verdade a minuta do referido contrato, por 14 votos favoráveis
(inclusive do Sr. Mustafá Contursi), 1 contrario e 1 ausência
justificada.
Não é verdade, portanto, quando o sr. Piraci afirma que foram apenas 02 dias para a consulta.

Alegação PIRACI: Não há projeto aprovado na Prefeitura;

Resposta:
O projeto de reforma e ampliação esta aprovado pela Prefeitura
Municipal de São Paulo desde o dia 29 de Janeiro de 2002, sob o numero
8000773961-03 e o respectivo alvará de obras numero 8000773961 esta em
vigor.
Tenho copia do referido alvará e dos projetos e plantas
aprovados e estou a disposição para apresentar a quem solicitar, uma
vez que os mesmos são PUBLICOS. Alias, vou requisitar a diretoria de
comunicação do Palmeiras que disponibilize os mesmos através do site,
em PDF, para que sejam “baixados” para consulta.
Não é verdade, portanto, quando o sr. Piraci afirma que não existe projeto aprovado na Prefeitura Municipal de São Paulo.

Alegação PIRACI: Não há memorial descritivo das obras;

Resposta:
O projeto de reforma e ampliação esta aprovado pela Prefeitura
Municipal de São Paulo desde o dia 29 de Janeiro de 2002, sob o numero
8000773961-03 e o respectivo alvará de obras numero 8000773961 esta em
vigor, os memoriais descritivos estão anexos aos projetos aprovados na
Prefeitura Municipal de São Paulo.
Não é verdade, portanto, quando o sr. Piraci afirma que não existe memorial descritivo das obras.

Alegação PIRACI: Não há planta baixa dos prédios;

Resposta: Os edifícios serão objeto de um projeto modificativo feito pela empresa parceira e a Sociedade Esportiva Palmeiras.
Tal
projeto modificativo apenas poderá ser apresentado para a Prefeitura do
Município de São Paulo apos a referida aprovação pelo Conselho
Deliberativo (fato ocorrido em 30 de Junho de 2008).
Diante deste
fato, o contrato prevê CLARAMENTE que apos a aprovação e cessão da
superfície, os projetos modificativos deverão ser providenciados e
aprovados pela empresa parceira, sem nenhum tipo de ônus para a
Sociedade Esportiva Palmeiras.
Vale ressaltar que a minuta do
contrato em questão foi aprovado pelo Conselho de Orientação e
Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008.
Desta forma, o referido
conselheiro tenta induzir a opinião dos mais leigos no tema ao afirmar
que não existe planta baixa dos prédios.

Alegação PIRACI: Não há croqui com escala;

Resposta:
A minuta de contrato que foi aprovada pelo Conselho de Orientação e
Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 contem, em um de seus anexos,
os referidos croquis.
Não é verdade, portanto, quando o sr. Piraci afirma que não ha croqui das áreas.

Alegação PIRACI: Não sabemos qual a área destinada à arena, ou seja, à cessão para a Construtora;

Resposta :
A minuta do contrato que foi aprovada pelo Conselho de Orientação e
Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 contem, em um de seus anexos,
as referidas áreas aproximadas e também, existe uma clausula
especifica, onde se faz menção de que será efetuado um levantamento
topográfico detalhado para determinação correta e precisa da área a
serem objetos da cessão de uso da superfície.
Este procedimento
somente poderá ser efetuado depois do projeto modificativo ser
apresentado para a Prefeitura Municipal de São Paulo, obviamente apos a
aprovação pelo Conselho Deliberativo, realizada em 30 de Junho de 2008.
Não é verdade, portanto, quando o sr. Piraci afirma que não sabe a área destinada a arena.

Alegação PIRACI: Não há cronograma de obras;

Resposta:
A minuta do contrato que foi aprovada pelo Conselho de Orientação e
Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008, contem em um de seus anexos,
o referido cronograma de obras.
Não é verdade, portanto, quando o sr. Piraci afirma que não há cronograma de obras.

Alegação PIRACI: Não há penalidade para atraso na obra;

Resposta:
A minuta do contrato que foi aprovada pelo Conselho de Orientação e
Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 contem uma clausula
especifica sobre este assunto, referenciando a clausula ao cronograma
de obras, de licenças e aprovações.
Não é verdade, portanto, quando o sr. Piraci afirma que não há multa para atrasos na obra.

Alegação PIRACI: Não há minuta da escritura de cessão de uso do solo, nem penalidade para atraso na devolução;

Resposta:
A cessão do uso da superfície será objeto de levantamento topográfico
detalhado (como abordado acima) e objeto de projeto modificativo feito
pela empresa parceira e a Sociedade Esportiva Palmeiras a ser
apresentado a Prefeitura Municipal de São Paulo, apos a aprovação do
projeto pelo Conselho Deliberativo (fato ocorrido em 30 de Junho de
2008).

Diante deste fato, o contrato prevê claramente que apos a aprovação será efetuado a cessão do direito de superfície.
Não
pode existir a referida minuta de escritura de cessão de uso da
superfície antes do levantamento topográfico e antes da aprovação pelo
Conselho Deliberativo (fato ocorrido em 30 de Junho de 2008), uma vez
que a cessão, somente será concedida caso a operação seja plenamente
aprovada pelo Conselho Deliberativo (ocorrido em 30 de Junho de 2008).
O
minuta de contrato que foi aprovada pelo Conselho de Orientação e
Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 tem previsão expressa deste
item, bem como, o mesmo faz parte do parecer do departamento jurídico
da SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS.
Não é verdade, portanto, quando o sr. Piraci afirma que não existe minuta da escritura de cessão do uso da superfície.

Alegação PIRACI: Não há clareza quanto à exploração da área de eventos;

Resposta:
A Sociedade Esportiva Palmeiras não possui atualmente uma área de
eventos. A referida área será um dos objetos da investimento a ser
realizado pelo parceiro.
Diante deste fato, o contrato prevê
claramente que a exploração da área ira obedecer a um critério de
remuneração para a Sociedade Esportiva Palmeiras e que, tal exploração
não devera entrar em conflito com o estatuto social do clube.
A
minuta de contrato que foi aprovada pelo Conselho de Orientação e
Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 tem previsão expressa deste
item.
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a opinião
dos mais leigos no tema ao afirmar que não existe clareza quanto a
exploração da área de eventos.

Alegação PIRACI: Não há clareza quanto ao pagamento da SEP à construtora para seus jogos;

Resposta:
A Sociedade Esportiva Palmeiras ira reembolsar os custos para a
realização das partidas de futebol de seu “mando” nos campeonatos
oficiais.
A Sociedade Esportiva Palmeiras tem por obrigação
contratual efetuar os seus “mandos de jogos” na futura Arena (desde que
não seja objeto de punição ou impedimento legal).
Diante deste fato,
o contrato prevê claramente que existe um critério de reembolso de tais
despesas pela a Sociedade Esportiva Palmeiras ao parceiro que ira
executar a exploração do uso.
Neste caso, TODA a bilheteria dos
eventos de futebol, serão integralmente pertencentes a Sociedade
Esportiva Palmeiras, que será a UNICA gestora dos preços a serem
praticados em suas partidas..
A minuta de contrato que foi aprovada
pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008
tem previsão expressa deste item.
Não é verdade, portanto, quando o sr. Piraci afirma que não existe clareza quanto ao pagamento dos jogos da SEP.

Alegação PIRACI: No “Projeto Modificativo” não consta o prédio administrativo;

Resposta:
Como já explicado anteriormente, as novas obras serão objeto de um
projeto modificativo feito pela empresa parceira e a Sociedade
Esportiva Palmeiras.
Tal projeto modificativo apenas poderá ser
apresentado para a Prefeitura do Município de São Paulo apos a referida
aprovação pelo Conselho Deliberativo (fato ocorrido em 30 de Junho de
2008).
Vale ressaltar que a minuta do contrato em questão foi
aprovado pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de
Junho de 2008 faz previsão expressa deste assunto.
Não é verdade, portanto, quando o sr. Piraci afirma que não existe “projeto modificativo”.

Alegação PIRACI:
Os 30 anos para exploração da obra se iniciam com o “alvará” de
funcionamento, o que o elevará, no mínimo, para mais de 33 anos;

Resposta:
A negociação entre a Sociedade Esportiva Palmeiras e a empresa
parceira, fez com que em primeiro lugar, fossem executadas as obras no
clube social, obras estas que não geram NENHUM tipo de rendimento ao
parceiro e somam a importância aproximada de R$ 50 milhões, a serem
investidos na melhoria das instalações para o associado.
A
superfície em questão, apenas será explorada quando do alvará
definitivo de final de reforma, prazo este em que a empresa parceira
passara a auferir RECEITA com exploração da arena e conseqüentemente,
inicia-se a parceria.
Vale ressaltar que a minuta de contrato em
questão foi aprovado pelo Conselho de Orientação e Fiscalização (COF)
em 27 de Junho de 2008 faz previsão expressa deste assunto, inclusive,
faz previsão que caso exista apuração de receitas ANTES do alvará
definitivo, as mesmas já deverão ser partilhadas com a SOCIEDADE
ESPORTIVA PALMEIRAS, desde o primeiro instante, sem prejuízo dos prazos
ora contratados.
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a opinião dos mais leigos no tema ao fazer tal afirmação.

Alegação PIRACI: Em até 12 meses, a construtora poderá rescindir o contrato sem penalidade nenhuma;

Resposta:
A negociação entre a Sociedade Esportiva Palmeiras e a empresa
parceira, faz com que a SEP tenha que providenciar uma serie de
documentos para a garantia jurídica da operação. A SEP tem ATE 12 meses
para providenciar estes documentos, sendo que quase que a sua
totalidade já foi entregue a empresa parceira.
Esta clausula foi uma
exigência da SEP e não da empresa parceira e a alegação do conselheiro,
vai de encontro ao parecer do departamento jurídico e do Conselho de
Orientação e Fiscalização (COF) que aprovaram a minuta do contrato em
27 de Junho de 2008, tornando expressa a previsão deste assunto.
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a opinião dos mais leigos no tema ao fazer tal afirmação.

Alegação PIRACI: Há possibilidade de o empreendimento ser passado para empresas do mesmo grupo econômico;

Resposta: Qual impacto desta afirmação na relação da SEP com a empresa parceira ??
Estamos
falando de se passar o empreendimento para empresas do MESMO grupo
econômico, ou seja, que fazem parte da mesma organização.
Vale
salientar que a empresa parceira da SEP demonstra-se um dos maiores e
sólidos grupos imobiliários do Brasil, possuindo mais de R$ 6 bilhões
em ativos e tendo em seu quadro acionário empresas como BANCO SANTANDER
e BANCO VOTORANTIM.
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a opinião dos mais leigos no tema ao fazer tal afirmação.

Alegação PIRACI: Há possibilidade de securitização dos recebíveis;

Resposta: Recebíveis são os contratos em vigor de uma sociedade comercial.
Da
mesma forma que a Sociedade Esportiva Palmeiras faz o adiantamento dos
seus recebíveis (securitização) referente aos direitos de transmissão
de televisão, o parceiro (e a SEP), poderão fazer o mesmo com os
recebíveis da arena.
Que prejuízo ou mal faz este tipo de operação financeira para a SEP ?
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a opinião dos mais leigos no tema ao fazer tal afirmação.

Alegação PIRACI: Não há memória de cálculo dos valores que serão repassados ao Palmeiras por estes 33 anos;

Resposta:
A negociação entre a Sociedade Esportiva Palmeiras e a empresa
parceira, faz com que a SEP tenha recebimentos sobre a “receita
liquida” (valor faturado menos os impostos sobre o faturamento) desde o
primeiro dia de funcionamento da arena, fato incomum neste tipo de
empreendimento, onde normalmente existe uma carência do investimento
(carência para inicio do pagamento).
O contrato faz expressão CLARA e evidente sobre a memória de calculo dos respectivos valores em clausula especifica.
Vale
ressaltar que a minuta do contrato em questão foi aprovado pelo
Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008
fazendo previsão expressa deste assunto.
Desta forma, o referido conselheiro e tenta induzir a opinião dos mais simples e leigos ao fazer tal afirmação.

Alegação PIRACI: Nos primeiros cinco anos, o clube receberá apenas 5% dos valores líquidos de tributos, o que se mostra reduzido;

Resposta:
A negociação entre a Sociedade Esportiva Palmeiras e a empresa
parceira, faz com que a SEP tenha recebimentos sobre a “receita
liquida” (valor faturado menos os impostos sobre o faturamento) desde o
primeiro dia, fato incomum neste tipo de empreendimento, onde
normalmente existe uma carência do investimento.
Para os
investimentos em que o Palmeiras atualmente NAO apura renda, entre eles
a exploração de nomes (naming rights), camarotes (hoje são 356 lugares
contra 2.500 na nova arena) e cadeiras cativas (hoje são 644 contra
mais de 10.000 na nova arena), serão aplicados uma tabela crescente
onde se começa com 5% das “receitas liquidas” e cresce 5% a cada
período de 5 anos, terminando em 30% nos últimos 5 anos da cessão..
As
demais receitas como exploração de estacionamento, centro de
convenções, aluguel do estádio para outras atividades, etc, serão
aplicados uma tabela crescente onde se começa com 20% da receita
liquida e cresce 5% a cada período de 5 anos, terminando em 45% nos
últimos 5 anos da cessão.
O contrato faz expressão CLARA e evidente sobre a memória de calculo dos respectivos valores.
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a opinião dos mais leigos no tema ao fazer tal afirmação.

Alegação PIRACI:
Não há definição da obrigação pelas aprovações das plantas e das
licenças dos prédios administrativo e poliesportivo (o contrato diz que
a responsável é a SEP e a apresentação diz que é a Construtora);

Resposta:
A negociação entre a Sociedade Esportiva Palmeiras e a empresa
parceira, faz com que a SEP tenha que providenciar uma serie de
documentos para a garantia jurídica da operação. Como a SEP e, e sempre
será, a legitima proprietária das áreas, ela (SEP) devera efetuar uma
procuração para a empresa parceira obter as licenças e aprovações
necessárias, SEM ONUS para a SEP.
Esta clausula foi uma exigência da SEP e não da empresa parceira.

Vale
ressaltar que o contrato em questão foi aprovado pelo Conselho de
Orientação e Fiscalização (COF) em 27 de Junho de 2008 faz previsão
expressa deste assunto.
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a opinião dos mais leigos no tema ao fazer tal afirmação.

Alegação PIRACI:
O procurador da SEP não soube responder (na reunião do Conselho
Deliberativo) quem seria responsável pelos alvarás desses prédios;

Resposta:
Como já mencionado no item anterior, mas vale a pena ressaltar que a
SEP não possui procuradores e sim, mandatários, eleitos pelo CONSELHO
DELIBERATIVO (Presidente e Vices) e Membros do COF (eleitos pelo
conselheiros).
O referido conselheiro demonstra um profundo desconhecimento do Estatuto Social da SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS

Alegação PIRACI:
Houve divergência na remessa de material para estudo dos Conselheiros.
Há, pelos menos, três versões distintas do “Projeto”;

Resposta: O material enviado aos conselheiros foi mente produzido em uma UNICA gráfica e o envio foi feito por empresa especializada.
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a opinião dos mais leigos ao tema fazer tal afirmação.

Alegação PIRACI: Há
cláusula específica pela qual a Construtora não se obriga a nada. Notem
o texto de “Apresentação” do projeto assinado pela Construtora com
concordância da SEP:
“Esta apresentação contém declarações e
informações prospectivas. Tais declarações e informações prospectivas
baseiam-se em premissas e expectativas futuras que poderão não se
concretizar e não são garantia de realização futura.
Advertimos que
as referidas declarações e informações prospectivas estão e estarão,
conforme o caso, sujeitas a riscos, incertezas e outros fatores
relativos às operações e aos ambientes do negócio em análise, em
virtude dos quais os resultados reais podem diferir de maneira
relevante de resultados futuros expressos ou implícitos nas declarações
e informações prospectivas constantes do presente material.
Embora
acredite-se que as premissas e expectativas utilizadas para a
divulgação das declarações e informações prospectivas sejam razoáveis e
baseadas em dados atualfalta com a verdade disponíveis, não há garantia
de resultados ou acontecimentos futuros.” (gn)

Resposta:
este tipo de informação NAO e uma clausula do contrato e sim, uma
pratica chamada DISCLOSURE, onde qualquer estudo de viabilidade admite
critérios atuais e não são garantia de sucesso, uma vez que a situação
econômica do pais pode mudar ou mesmo, poderão existir interferências
que são inerentes a vontade das partes, tanto de forma positiva como
negativa e que as partes, de boa FÉ, envidarão seus melhores esforços
para a consecução do Plano de Negócios.
Deve-se lembrar que existe
um parecer FORMAL do consultor contratado pela SOCIEDADE ESPORTIVA
PALMEIRAS (na gestão do presidente Carlos Facchina e com contrato
RATIFICADO pelo presidente Mustafá Contursi), Sr. Vladimir Antonio
Rioli, que afirma que a negociação ora realizada esta BEM acima dos
parâmetros aprovados pela própria SEP e por sua Comissão de Obras de
Arena. O Sr. Vladimir Antonio Rioli possue os documentos necessários a
comprovação destes números, documentos estes assinados pelo então
presidente Mustafá Contursi.
Desta forma, o referido conselheiro tenta induzir a opinião dos mais leigos no tema ao fazer tal afirmação.

Alegação PIRACI: Assim,
como se constata, não há condição mínima para deliberação de
empreendimento desta magnitude sem que, antes de tudo, seja
detalhadamente explicado.

Resposta:
O referido conselheiro tenta tumultuar o ambiente na Sociedade
Esportiva Palmeiras e fere o estatuto social da entidade (estatuto que
o referido conselheiro deveria conhecer ANTES de ser candidato ao
Conselho Deliberativo).
Além disto, o Conselheiro ofende decisões do
Conselho Deliberativo e do COF, bem como da Diretoria Jurídica,
Administrativa e do próprio Presidente da SEP.
Vale lembrar que o
Plano de negócios foi aprovado pelo Conselho Deliberativo em reunião de
30 de Junho de 2008 por 163 votos favoráveis, 3 contrários e 7
abstenções.

Alegação PIRACI: Não
sou contra o empreendimento, nem mesmo contra a parceira indicada, mas,
antes dos itens anteriormente serem minuciosamente estudados, não há
como aprová-lo.

Resposta:
Vale ressaltar que a comissão de Arena, nomeada pelo Presidente Mustafá
Contursi continua sendo a mesma dos últimos 12 anos, presidida pelo Sr.
Carlos Facchina e com a participação dos Srs. Salvador Hugo Palaia e
Jose Cyrillo Jr.
A referida comissão de Arena aprovou os termos do negocio com “louvor”.
O
consultor da SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS continua sendo o Sr Vladimir
Antonio Rioli, que nos últimos 12 anos, trabalhou mais de 21 propostas
de parceria, e a única que atingiu aos padrões estabelecidos pela
comissão de Arena, foi a da empresa que agora vem a se associar com a
SEP.

Alegação PIRACI:
Penso serem razões suficientes para não permitir a aprovação, visando
unicamente à preservação dos interesses da SEP.

Resposta: Vale
lembrar que o Plano de negócios foi aprovado pelo Conselho Deliberativo
em reunião de 30 de Junho de 2008 por 163 votos favoráveis, 3
contrários e 7 abstenções.
Este sim, o CONSELHO DELIBERATIVO, em
pleno gozo de suas atribuições e sendo detentor da mais alta instancia
estatutária da Sociedade Esportiva Palmeiras, APROVOU a operação e
garantiu os REAIS interesses da SEP e não a interesses particulares,
tornando-se assim, o projeto ARENA PALESTRA ITALIA como um projeto
acima de qualquer interesse político, mostrando que o CONSELHO
DELIBERTIVO pensa no futuro da SEP.

Alegação PIRACI: Manter-me-ei vigilante e fiscalizando todos os passos do empreendimento.

Resposta:
É essa postura que se espera de um conselheiro, que paga sempre o clube
em dia. Que esteja sempre atento, alerta e exerça sua função de
fiscalizar as coisas pertinentes ao clube. Que cumpra com sua
obrigação, sem buscar ludibriar os mais leigos seja em qual tema for, e
que viva para construir um Palmeiras cada vez maior, e melhor.

Estou a disposição para eventuais esclarecimentos, principalmente quanto à necessidade de apresentar os documentos que menciono.

Atenciosamente,

João Carlos Falbo Mansur
Matricula 601.880
Membro da Sociedade de Eternos Palestrinos de sócios remidos – 019

Caramba… deixo os comentários para vocês.

Saudações Alviverdes!

Uma resposta em “O email do Conselheiro e as verdades”

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