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SIM

Por Mauro Beting

Sim.

Fácil de falar, ainda mais fácil de fazer.

Sim.

Porque é melhor que não.

Sim.

Porque sim não é negativo como quem deixou o Palmeiras menos palmeirense.

Sim.

Porque quem diz não, agora, disse sim a um contrato pior.

Sim.

Porque são “não” muitos dos que não diziam nem sim e nem não. Apenas amém ao que ditava os rumos e tirava do prumo o Palmeiras.

Sim.

Para
um Palmeiras feito para o palmeirense do clube e da arquibancada, não
para o palmeirense de carteirinha – mais de carteirinha que palmeirense.

Sim.

Porque o Palmeiras é parceiro, não pequeno. Porque o Palmeiras pensa e planeja grande.

Sim.

Porque quem é Palmeiras mas não é sócio – como eu, como tantos – quer ver um time sempre forte. E, para tanto, um clube maior.

Sim.

Porque
a Sociedade Esportiva Palmeiras é mundial pelo futebol que a sustenta.
Não pela mentalidade tacanha que apequenou o clube e não quer crescer o
Palestra Itália.

Sim.

Porque para fazer do nostro
Palestra um estádio de espírito ainda maior, do tamanho da nossa
paixão, é preciso dividir para multiplicar.

Sim.

Para que ninguém destrua o que se precisa reconstruir.

Sim.

Porque não estamos vendendo nossa terra. Estamos vendo o nosso futuro do tamanho do nosso passado.

Sim.

Porque o novo-velho Palmeiras quer debater, não bater na velha-nova tecla da oposição ao Palmeiras, não à situação.

Sim.

Porque
reformar o Palestra é reformar o Palmeiras de vez. É reformar as
estruturas que apodreceram num passado recente. Indecente.

Sim.

Porque o grupo que agora quer berrar para barrar a Arena é aquele que barrou o voto e a democracia no clube por quase dez anos.

Sim.

Porque o Palmeiras é nosso. Não deles.

Sim.

Porque não é a negação.

Sim.

Por que não?