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Ser palmeirense é...

Palmeirense se vê por aqui: garoto na capa do Diário do Povo

Essa quem mandou foi Gilberto Giangiulio, o Giba, leitor, comentarista, colunista e “sócio” do 3VV.

É o Giba quem fala: 

“Olha só que belezinha de garoto!
Pequenino e já sabe das coisas. Esta saiu na 1ª Página do Jornal Diário do Povo de Campinas, edição de hoje, 27/10.
A matéria fala da força da criança como consumidor de artigos do time do coração.
Prá sair na capa do diário tinha que ser bonito. E aí deu Palmeiras.
Um abraço.
Giba 

Saudações Alviverdes (leia abaixo a matéria completa do
Diário do Povo de 27/10/2008; http://www.diariodopovo.com.br/noticia/ident.php?id=13289)

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Segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Futebol é coisa de criança
Torcida Baby Negócio que começou com R$ 400 não pára de crescer
Henrique Nunes / henrique.nunes@rac.com.br
Da Agência Anhangüera

No
futebol, a escolha do time do coração costuma ser definida pelos pais
antes mesmo de os filhos nascerem. E para consolidar tal “imposição”
nada melhor do que, literalmente, fazê-los vestir a camisa. Embora não
seja dos torcedores mais fanáticos, o empresário de Artur Nogueira (a
47 quilômetros de Campinas) José Adolfo Queiróz soube se aproveitar bem
dessa condição. Há 14 anos teve a idéia de criar a Torcida Baby do
Brasil, linha de produtos infantis com a cara dos clubes mais
tradicionais do Brasil e do mundo.

Queiróz conta que durante os
quatro primeiros anos a marca não emplacou no mercado. Mas, a partir da
Copa do Mundo de 1998, as coisas começaram a melhorar. “Aumentamos a
nossa linha de produção e o número de licenças para utilizar o escudo
dos clubes. Isso despertou o interesse dos torcedores em comprar o
produto”, lembra. Ao todo, a empresa já possui licença para utilizar a
imagem de 27 clubes. “A pirataria ainda é um problema para a minha
marca, mas os nossos produtos são feitos para outro tipo de cliente,
que preza por coisas de qualidade”.

O entusiasmo com o
crescimento da empresa fez com que Queiróz apostasse todas as fichas na
idéia que teve, segundo conta, por iluminação. “Comecei com R$ 400,00 e
tenho uma confecção que produz 50 mil peças por mês e gera renda direta
para 60 pessoas da cidade”, orgulha-se. Hoje, o catálogo da Torcida
Baby conta com mais de 80 produtos diferentes para crianças de 0 a 12
anos.

EXPORTAÇÃO. O kit com boné, macacão,
babador e sapatinhos sai a preço de varejo por volta de R$ 70,
relativamente caro para os padrões nacionais. Mais da metade do
faturamento da empresa está concentrado nas capitais das regiões Sul e
Sudeste. Embora esteja precavido diante da crise financeira que assolou
o mundo no início desse mês, Queiróz prevê crescimento de 42% nas
vendas em 2008 se comparado ao ano passado.

Há cerca de quatro
anos, a empresa também passou a exportar parte de sua linha de
produtos, mas o faturamento com as vendas no Exterior ainda não chega
aos 5%. “Sempre investi pesado em qualidade para tentar entrar no
mercado externo. Isso acabou trazendo resultados positivos no mercado
nacional, pois se trata de um produto que, com exceção dos piratas, é
único no País. Hoje, eu não procuro mais os clubes; são os clubes que
me procuram”, aponta.

De acordo com Queiróz, o próximo passo é
descentralizar as vendas e levar a marca para outras regiões do Brasil.
O início da investida começou no Pará, com a inclusão do tradicional
Paysandu entre os clubes da marca. “Quando se faz o que gosta não
precisa de muito dinheiro para se dar bem num negócio. Acredito muito
no meu trabalho e acredito que essa é a razão de tamanho sucesso”,
filosofa.

SAIBA MAIS
Torcida Baby
Rua Francisco Antonio Staiger, 376, Itamaraty, Artur Nogueira
Fones: (19) 3877-2841 ou (19) 3877-4446
www.torcidababy.com.br Conheça alguns dos itens da Torcida Baby do Brasil:
Pantufa, chuteira, roupão de banho, sunga, jaqueta, edredom, vestido, bonecos e chaveiros.