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Histórico da participação do Palmeiras na Libertadores

O Palmeiras é, ao lado do São Paulo, o clube brasileiro que mais
vezes disputou a Copa Libertadores. Contando com 2009, são 14
participações.

A equipe palmeirense esteve nas edições de 1961 [vicecampeão], 1968
[vicecampeão], 1971 [eliminado nas Oitavas], 1973 [eliminado na
1a.Fase], 1974 [eliminado na 1a.Fase], 1979 [eliminado na 1a.Fase],
1994 [eliminado nas Oitavas], 1995 [eliminado nas Quartas], 1999
[Campeão], 2000 [vicecampeão], 2001 [eliminado na Semi-Final], 2005 e
2006 [Eliminado nas Oitavas].

Confira abaixo as principais informações do Palmeiras na competição
sul-americana:

> O Palmeiras já realizou 128 partidas nas 13 edições da Copa
Libertadores. São 67 vitórias, 24 empates e 37 derrotas. A equipe
marcou 237 gols e sofreu 153.

> Dessas 128 partidas, 63 foram disputados como mandante, e outras 65
como visitante. Como mandante, são 44 vitórias, 13 empates e 6
derrotas. Um total de 140 gols marcados e 53 sofridos. Como
visitante, são 23 vitórias, 11 empates e 31 derrotas. 97 gols
marcados e 100 sofridos.

> Dos 63 jogos realizados como mandante, 43 foram disputados no
estádio Palestra Itália. São 31 vitórias, 9 empates e apenas 3
derrotas. O time marcou 108 gols e sofreu 34.

> No Pacaembu, o Palmeiras disputou 15 jogos como mandante, sendo 9
vitórias, 3 empates e 3 derrotas [25 gols marcados e 12 sofridos].

> Dos 43 jogos disputados no Palestra Itália, o Palmeiras só foi
derrotado uma única vez para um clube sulamericano, na edição de
2006, por 3×2 para o Cerro Porteño-PAR.

> Marcos é o jogador que mais jogou pelo Palmeiras na competição, com
47 jogos. Atrás dele aparecem Alex [39 jogos], Galeano [36] e César
Sampaio [31].

> Marcos é também o jogador que mais edições participou [1999, 2000,
2001, 2005 e 2006]. Atrás dele aparecem o goleiro Sérgio [1994, 1995,
2005 e 2006] e o ex-volante Dudu [1961, 1968, 1971 e 1973].

> Com três participações de Libertadores, aparecem Alex [39 jogos],
Galeano [36], César Sampaio [31], Ademir da Guia [29], Cléber [26],
Arce [25], Edu [20], Nei [18], Edmundo [17] e Zeca [14].

> Com duas participações de Libertadores, mas com números de jogos
expressivos, aparecem o volante Rogério [26 jogos], o lateral-
esquerdo Júnior [25], o meia Zinho [21], o ex-goleiro Valdir de
Moraes [20], o ex-zagueiro Baldocchi [19], Evair [18], o ex-goleiro
Emerson Leão [17], Antônio Carlos [17], e o zagueiro Roque Júnior
[16].

> O Palmeiras já teve dois artilheiros de Copa Libertadores: o ex-
atacante Tupãzinho, no vice-campeonato de 1968, com 11 gols; e o meia
Lopes, na edição de 2001, com 9 gols.

> O maior goleador do Palmeiras em Copas Libertadores é o meia Alex,
que marcou 12 vezes nas três edições que disputou [4 gols em 1999, 4
em 2000 e 4 em 2001]. Tupãzinho, numa única edição disputada, é o
segundo, com 11 gols. Aparecem na lista: Lopes [9 gols em 1 edição
disputada], Ademir da Guia [9 gols em 3 edições], César Maluco [8
gols em 1 edição], Edmundo [8 gols em 3 edições], Rivaldo [5 gols em
1 edição], Edílson [5 gols em 1 edição], Júnior Baiano [5 gols em 1
edição] e Evair [5 gols em 2 edições].

> Luiz Felipe Scolari é o técnico que mais vezes dirigiu o Palmeiras
em Copas Libertadores: foram 28 jogos, somando as edições de 1999 e
2000 [14V, 5E, 9D, 56GP, 41GC]. Os outros treinadores que dirigiram o
Palmeiras na competição, por ordem de jogos: Osvaldo Brandão, em
1973/74 [13 jogos, 7V, 1E, 5D, 18GP, 13GC], Celso Roth, em 2001 [12
jogos, 6V, 5E, 1D, 26GP, 15GC], Rubens Minelli, em 1971 [10 jogos,
7V, 3D, 19GP, 12GC], Vanderlei Luxemburgo, em 1994 [8 jogos, 3V, 1E,
4D, 15GP, 9GC], Valdir Espinoza, em 1995 [8 jogos, 5V, 1E, 2D, 18GP,
12GC], Emerson Leão, em 2006 [8 jogos, 4V, 3E, 1D, 17GP, 13GC],
Alfredo Gonzales, em 1968 [7 jogos, 5V, 2D, 10GP, 7GC], Mário
Travaglini, em 1968 [6 jogos, 5V, 1E, 12GP, 3GC], Armando
Renganeschi, em 1961 [6 jogos, 3V, 2E, 1D, 10GP, 4GC], Telê Santana,
em 1979 [6 jogos, 3V, 3D, 15GP, 11GC], Candinho, em 2005 [4 jogos,
1V, 2E, 1D, 6GP, 4GC], Paulo Bonamigo, em 2005 [4 jogos, 1V, 1E, 2D,
2GP, 4GC], Carlos Alberto Silva, em 1995 [2 jogos, 1V, 1D, 5GP, 6GC],
Estevam Soares, em 2005 [2 jogos, 1V, 1E, 4GP, 2GC] e Marcelo Vilar,
em 2006 [2 jogos, 1E, 1D, 2GP, 3GC].

> Somente o ex-ponta Julinho Botelho e o ex-goleiro Emerson Leão
disputaram a Copa Libertadores pelo Palmeiras como atleta e
treinador. Como jogador, Julinho disputou 6 jogos ne edição de 1961,
e como técnico, dirigiu interinamente a equipe em 2 partidas na
edição de 1968. Já Leão disputou 17 jogos como atleta nas edições de
1971 e 1973, e em 8 jogos como técnico, em 2006.

> Das 13 participações até então, o Palmeiras chegou entre os 4
primeiros em cinco ocasiões. Foi uma semifinal [2001, eliminado pelo
Boca Jumiors-ARG] e três finais [1999, quando foi campeão em cima do
Deportivo Cali-COL] e em 2000, 1968 e 1961, vicecampeão e
respectivamente derrotado por Boca Juniors-ARG, Estudiantes-ARG e
Peñarol-URU].

> Valdir Joaquim de Moraes, atual consultor técnico do Palmeiras, era
o goleiro titular nos vicecampeonatos da Libertadores de 1961 e 1968.

> O primeiro jogo do Palmeiras na história da Copa Libertadores
acontecem em 04 de maio de 1961, na vitória de 2×0 sobre o
Indepediente-ARG, no estádio Juan Domingo Perón, em Buenos Aires. Os
gols foram de Gildo e Zequinha.

> Já a primeira partida em casa aconteceu na rodada seguinte, em 11
de maio de 1961, na vitória de 1×0 sobre o mesmo Indepediente-ARG, no
estádio do Pacaembu. O gol foi de Geraldo Scotto.

> O primeiro jogo do Palmeiras pela Libertadores no estádio Palestra
Itália aconteceu em 25 de fevereiro de 1971, na vitória de 1×0 sobre
o Deportivo Itália-VEN. O gol foi do ponta Pio. 20 mil pessoas
estavam presentes.

> O Palmeiras já teve 8 disputas por pênaltis: saiu vencedor em 6 e
foi derrotado em 2. As vitórias foram sobre o Corinthians [1999 e
2000], Deportivo Cali [2000], Peñarol [2001], São Caetano [2001] e
Cruzeiro [2001], e as duas derrotas foram para o Boca Juniors [2000 e
2001].

Uma resposta em “Histórico da participação do Palmeiras na Libertadores”

Com um pouquinho mais de sorte, pra não dizer outra coisa*, era pra no mínimo termos mais uma libertadores no currículo.

* 1- Se tivessemos mais força de bastidores junto ao “pessoal” que comanda a arbitragem; 2- Se em 68 o regulamento das partidas finais não fosse esdrúxulo (perdemos no 1º por 2×1 e vencemos o segundo por 3×1 e mesmo assim foi necessária uma 3º partida, que acabamos perdendo).

Em tempo: meu querido pai, de quem herdei essa intensa paixão, estava no 2º jogo da final de 61, onde perdemos o título ao empatar com o penãrol, com requintes dramáticos, gol de empate do time uruguaio nos instantes finais.

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