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A correta aplicação da lei para Francisco

Por Emerson Prebianchi

NEM SEMPRE PAU QUE BATE EM CHICO BATE EM FRANCISCO

Na semana que passou o STJD, enfim, apreciou o processo instaurado que cuidava do episódio envolvendo a diretoria do time do Jardim Leonor e a possível tentativa de suborno de arbitragem noticiada em tempo pela FPF.

E dessa vez o STJD, diferente do que houvera feito em outras ocasiões, aplicou os princípios legais do Poder Judiciário para analisar as provas existentes assim como criteriosamente utilizou as testemunhas da forma correta para absolver o time envolvido da acusação de tentativa de suborno.

O que mais chama a atenção é o fato de o presidente da FPF, um dos mais conceituados Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, ter agido com tamanho amadorismo em denunciar sem ter colhido as provas necessárias, mesmo que com a nobre intenção de resguardar a lisura do torneio.

Ainda que as principais testemunhas, quais sejam as secretárias envolvidas no fatídico telefonema, tenham dado declarações conflitantes, inexistem provas contundentes de que a tentativa de suborno existiu e por isso não há que se falar em condenação do clube.

Por outro lado, nada há que se falar também sobre qualquer tipo de imputação de pena ao dirigente que ao que tudo indica tomou a providencia que julgou adequada para impedir uma possível fraude, já que o procedimento adotado em nada prejudicou qualquer dos envolvidos.

O que fica para nós Palmeirenses é a certeza de que a interpretação da Lei pelo STJD varia muito dependendo dos envolvidos no pólo passivo da ação. Digo isto porque em situação semelhante, em que inexistiam provas contra a SE Palmeiras sobre de onde houvera sido despejado o tal gás de pimenta, prevaleceu a aplicação de pena no caso da dúvida enquanto que na grave denúncia feita pela FPF prevaleceu (de forma correta) a absolvição por falta de provas.

E por este motivo estaremos sempre de olho nos julgamentos para cobrar isonomia de tratamento sempre que o envolvido em qualquer denuncia seja a SE Palmeiras.

Saudações alviverdes!

PS: E que fique aqui consignado os meus parabéns ao Jota e a toda a coletividade palmeirense pela votação de sábado onde, sem dúvidas, ficou demonstrado que o amor pelo Palmeiras pode fazer a diferença!

2 respostas em “A correta aplicação da lei para Francisco”

Vou deixar uma pergunta simples.

Antes deixarei claro o motivo dela.

Ano passado, no famoso caso do gás, antes que alguém soubesse o que havia ocorrido, antes que alguém provasse qq coisa, já havia um culpado: S.E.Palmeiras.

De repente, como num passe de mágica, no momento em que um laudo oficial da polícia civil da cidade de SP, provou e comprovou que o gás veio de dentro do vestiário da escória imunda, eis que o caso cai num abafamento desesperado orquestrado pelos canalhas leonores, e claro, devidamente seguido pela impren$inha vagabunda.

Ninguém qse que toca mais no assunto, e qdo o faz deixa a insinuação de que o culpado prossegue sendo quem? S.E.Palmeiras.

Inclusive, o Palmeiras fui punido com a perda de mando de campo de uma partida por conta do que? Culpa pela gás? Não. Claro que não. Qdo começaram a provar de onde veio, a operação abafa-esconde entrou em ação. Então pq o Palmeiras foi punido?

Pq segundo falaram por aí, a desculpa usada para justificar tal punição foi a de que O CLUBE MANDANTE DA PARTIDA É RESPONSÁVEL POR TODO E QQ ACONTECIMENTO QUE OCORRA EM SUA PRAÇADE ESPORTES.

Pois bem. Acredito que não seja difícil de entender então. Naturalmente que a escória imunda é totalmente responsável pelos acontecimentos no anti-estádio. É totalmente responsável pela covardia pra cima dos corintianos que lá estavam.

Ou por acaso isso só se aplica ao “barril de pólvora dos italianinhos”?

Portanto, cadê o forjador de propostas pedindo providências do MP? Cadê o anão pra falar que sabia que isso iria acontecer? Cadê o promotorzinho pra denunciar esse clubinho ordinário? Cadê o STJD, o famoso tribunalzinho, pra punir esse, repito, clubinho ordinário?

No aguardo.

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