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LIBERTADORES – Verdão retoma liderança no ranking

Por Marcelo Randes

Ao vencer duas vezes o Potosi da Bolívia, o Palmeiras se iguala aos
bambis em pontos ganhos e, devido ao maior número de vitórias, torna-se
o clube brasileiro mais bem colocado no ranking organizado pela
Commebol.

Pouca gente sabe, até porque a grande imprensa (também
chamada de imprensinha pela boas línguas palestrinas) ainda não
destacou – nem mesmo o PVC, com suas planilhas -, mas o Palmeiras acaba
de alcançar o SPFW no ranking histórico da Libertadores da América,
organizado pela Commebol.

Com as duas vitórias sobre o Real Potosi da
Bolívia, o Verdão atingiu a décima-segunda posição dentre os 179 clubes
que já participaram do maior torneio do continente, com os mesmos 231
pontos das bibas, mas superando-as em virtude da vantagem no número de
vitórias (69 contra 66). Assim, o campeão do século XX no Brasil,
retoma a posição que tradicionalmente sempre foi sua, como o clube
brasileiro que ostenta as melhores marcas na Libertadores.

De quebra, o
Palmeiras passa a ser também o clube brasileiro que mais partidas
disputou por essa competição: 130 contra 129 das moças. E também fez
aumentar a larga vantagem que já possuía com relação ao número de gols
marcados (244, contra 204 da Penélope Charmosa).


7 respostas em “LIBERTADORES – Verdão retoma liderança no ranking”

Mas é evidente que as moças estão na frente. Isso até o Flávio Prado sabe. A idéia não é contrapor boas campanhas a títulos. Ocorre que esses são números realmente pertinentes. Por que qualquer curiosidade estatística – para ficar num exemplo recente, o fato de o retrospecto do Palmeiras na altitude ser negativo – deve merecer matérias em todos os portais de notícias, para a satisfação masoquista dos hardys, e uma marca que coloca o Palmeiras como o mais tradicional clube brasileiro na Libertadores deve ser ignorada? Pelos torcedores de outros clubes também tidos por tradicionais em Libertadores – e eles não chegam a meia-dúzia – isso seria comemorado como uma bela distinção. Claro, faz parte do jogo que quem ficou de fora diga que tal marca não vale nada – o que me estranha é que os próprios palmeirenses se apressem a fazer o papel que deveria ser o dos nossos adversários. “Eles diriam”, “eles vão dizer”. No fim das contas, devemos ser gratos pelo fato da imprensa não tenha chamado a atenção para o fato de que o Palmeiras recuperou sua posição como o mais tradicional clube brasileiro na Libertadores. Vamos esquecer que lideramos o ranking histórico da Libertadores, organizado pela Commebol, entre os clubes brasileiros. Tem sido assim faz quase 50 anos, quase sem interrupção, mas deixa para lá… Quanto a ganharmos a taça de 2009, como costumo ser sempre vencido pelo otimismo, já estou me munindo de argumentos para sustentar de maneira convincente que foi o Palmeiras que a ganhou a Libertadores de 2009, e não a Traffic – porque vai ser preciso, pelo visto… rs…

eh bom q a imprensa nao de atenção a isso mesmo… senao teremos q ver o argumento das taças e ficar pianinho…

Alvaro: Seriamos bi-campeões, pois em 2000, assim como hoje, gol fora de casa NA FINAL, não muda bulhufas. Basta ver ano passado a final entre LDU e Flu. E concordo com o Washington, o que importa são os títulos. VAMO ATRAS!

Vicente, mto legal esses numeros, mas na boa, o que importa é titulos! Vamos buscar o Bi, que é o q vale mesmo.

Abraço!

Uma outra curiosidade a respeito da Libertadores – se os mata-matas fossem disputados nos moldes atuais, nós seriamos hoje tri-campeões pois em 1968 as finais foram 1×2 (fora) e 3×1 (em casa, causando um terceiro jogo) e em 2000 foi 2×2 (fora) e 0x0 (em casa).

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