53m4n4 de Choque-Rei

Por Jota Christianini

53m4n4 de Choque–Rei tudo volta à mente, tudo mesmo! Impossível esquecer, nem desejável.

Histórias e estórias já foram contadas sobre tudo quanto já aconteceu neste jogo, mas sempre falta alguma coisa.

Mauro Beting, em seu formidável livro OS DEZ MAIS DO PALMEIRAS, aborda uma nova faceta do célebre jogo de 42 que marcou a mudança de nome do Palestra.

Vejamos como ele descreve a reação de nossos j064d0r3s à mudança do nome.

“Em 14 de setembro uma reunião no clube decidiu a nova mudança (forçada) do nome. Foi adotada a sugestão do conselheiro Mario Minervino: PALMEIRAS. Como a Associação Atlética das Palmeiras, clube coirmão já extinto.

Da sede da Água Branca ligaram para a concentração do time em Poá, interior paulista. Um diretor disse ao elenco o que acontecera.

Oberdan tem clara na memória a reação do time:

– Ninguém falou nada, ficamos todos mudos, e revoltados! Sabíamos quem tinha pressionado pela mudança, tudo gente do São Paulo. Estávamos tão preocupados que sócios montaram barricadas dentro do clube para evitar qualquer tipo de invasão, mas não havia mais nada a fazer. A não ser comentar. Só lembro de ter saído da concentração junto com o Lima. Fomos a um canto e choramos. Choramos muito pelo que fizeram com a gente e com o nosso time.

No domingo, 20 de setembro, nada fizeram com os atletas na chegada do Pacaembu. Nem antes, nem depois. Até porque, quando os CAMPEÕES DE 42 deixaram o estádio, o time e a torcida adversária já não estavam mais por lá.”

Nota do blog: este post foi feito em
parceria com a Samsung

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