O final esperado do caso do gás no vestiário

Por Emerson Prebianchi*


 
A todos os palmeirenses não foi nada surpreendente a decisão judicial de arquivar o processo em que se apurava a existência de um suposto gás no vestiário visitante do Palestra Itália ocupado na ocasião pela sempre coitada comissão técnica do Jd. Leonor.
 

Balizado em laudos científicos o Poder Judiciário chegou à conclusão final de que a reação da comissão cor de rosa não condiz com o que foi afirmado, pois para que houvessem os danos alegados seria necessária uma enorme quantidade de gás dentro dos DOIS MIL METROS CÚBICOS do vestiário, de modo que seriam necessários vários minutos despejando o gás para que se afetasse tal ambiente.
 

E por não haver vítimas, já que depois de realizada a perícia médica em Muricy, que passou por exames médicos e de sangue, não se apurou a presença de nenhum elemento tóxico que pudesse causar as reações apresentadas, o JUIZ DE DIREITO responsável pelo processo instaurado entendeu por arquivar o processo sem o julgamento do mérito.
 

O que fica é a duvida sobre a imparcialidade do TJD/SP e do STJD que confirmaram punição ao mandante por um suposto ilícito nas dependências do clube mandante que não foi confirmado pela Polícia Científica e que não foi reconhecido pelo Poder Judiciário que pelo contrário não encontraram indícios de qualquer ilícito nem tampouco a existência de vítima que justifique um processo.

E agora, como fica a multa aplicada e a obrigação de ter jogado a primeira partida do Paulistão 09 fora de seu estádio? Com a palavra as autoridades que puniram a SE Palmeiras.


*Emerson Prebianchi escreve todas as segundas
feiras
no 3VV sobre o direito desportivo

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