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Mayara, uma palmeirense como vocês

Por Jota Christianini
 
O Palmeiras é maior que seus adversários, inimigos e detratores. Muito maior! Quanto mais é atacado, mais o Verdão cresce.

Não discuto números, jamais vi uma pesquisa confiável sobre tamanho de torcidas. Discuto qualidade, e nesse caso falar de qualidade e palmeirense é redundância.

Qualidade nos sobra, principalmente nesse juventude que vem chegando de verde.
Mayara é assim: um dia em sua vida, domingo passado, basta para servir de exemplo.

Morava em Lagoa Santa, nas Minas Gerais, até outro dia. Agora vive em Brasília. Saiu de lá no domingo às 7 e às 8:30 chegava a Sampa.

Recebida pelo Paulo Estevão incorporou-se ao pessoal paulista da comunidade palmeirense dos orkute. Foram para Cajamar distribuir ovos de páscoa às crianças carentes.

Antes do meio dia estava no Palestra. Conheci-a! Agradeci o muito que divulga esta coluna aos quatro cantos do Brasil. Ela agradeceu tê-la representado no recebimento do livro do Mauro Beting, que Mayara ganhou no concurso do 3VV.

Conhecer aqueles que ela só conhece pelo teclado deixa na menina, jovenzinha, um certo ar de emoção e realização.

À medida que o tempo avançava – clima do jogo esquentando – Mayara aderia ao nervosismo geral. Isso acontece em qualquer jogo, seja amistoso ou decisão,
o Palestra ferve, o Palestra balança, o Palestra vive.

Hora antes da bola rolar, cada um começa a procurar o caminho das arquibancadas.
De repente sou chamado por um velho e famosos conhecido.

— Jota!
— Diga lá Ademir
(o da Guia);

Nos cumprimentamos, ele fala do desejo de desagravar aquela história de ter vestido uma camisa colorida demais para a dignidade de seu futebol. Resolvo bater de primeira.

— Tem um moça aqui que veio de muito longe, vou chamá-la.

O Divino incentiva o gesto: mando buscar a Mayara.

Ela vem desenvolta, os amigos abrem alas, a menina não percebe que a emoção está no ar.

De repente, não mais que de repente, o baque:

— O quê? É o Ademir da Guia?!!
— Olá Mayara, que bom vê-la aqui, quero abraçá-la.

Mayara estaca, não anda, acho que começa chorar, não fala, parada, olhar fixo, trêmula, imóvel.

Alguns preocupam-se; nada grave, só emoção…

Recebe o abraço do Divino, e mais calma consegue ser fotografada abraçando o maior jogador da história do Palmeiras, que deixou de jogar quando Mayara nem tinha ainda nascido.

Mayara Cardoso é mais uma palmeirense… esse é o Campeão do Século!

25 respostas em “Mayara, uma palmeirense como vocês”

Parabéns Mayara, é uma emoção que não tem preço, mas grandes emoções vc tera hoje contra o Sport o verdão goleia lá, eu acredito.

Agradeço a todos pelas palavras carinhosas e amigas! De coração, obrigada mesmo!!!

Foi um momento único que jamais sairá de minha memória. Fico emocionada só de lembrar!

Jota, obrigada novamente! E faltou tirarmos a foto, né? Mas da próxima vez vamos consertar isso! 🙂

Forte abraço!

Belo causo! Parabéns a felizarda Mayara!
Conhecer o Divino é para poucos… Quem dirá ter uma foto ao lado do craque. Foto prá ser revelada em tamanho gigante e deixar na entrada da sala.

Boa Jota !!
Dia 15 de abril é minha vez de ir ao Palestra pela 1ª vez hehe … abs

com o perdão da palavra: o Jota é foda!

Mayara… muito legal!!!! sangue verde!

Parabéns a todos!!!!!

saudações alviverdes.

O maior jogador da história do Palmeiras, aquele que fez mais de 900 jpartidas de verdade com a camisa DO MAIOR CLUBE DE FUTEBOL DO BRASIL, ao lado de uma das mais genuínas e valorosas torcedoras deste time que é minha paixão: Mayara, estendo a você o que já disse ao Vicente Criscio, aqui mesmo no 3VV : o Palmeiras merece contar com uma torcedora como você. Ter a oportunidade de lhe isto na área de comentários do 3VV é uma alegria imensa para mim. Beijo grande!

Excelente texto!

Não conheço a Mayara pessoalmente, apenas pelo “orkut” como abordado.

No entanto, me orgulho de ter entre nós uma palmeirense nobre. Nobre sim! Eu sou paulistano, de família italiana e pai, mãe, irmãos, cachorros, gatos, TODOS palmeirenses!! Eu tive influências palmeirenses! Sou fanático é bem verdade; mas tive influências. Os domingos e quartas-feiras indo ao Palestra com o meu pai marcaram a minha infância! E continuam marcando os meus já quase 40 anos agora com minha filha de 12!

Mas e a Mayara?? Mineira de origem, morando em Brasília, andou 2000 km para vir – ver e – voltar!!

Ainda bem que para ela o domingo reservou BEM mais do que “apenas” VER. Ela conheceu o maior ídolo da nossa história. Pelo pouco que a conheci, jamais esquecerá desse dia!!

“Prêmio” mais do que justo para uma PALMEIRENSE COMO TODOS NÓS, mas assim feita pelo destino!!

Fico muito feliz que oportunidades como essa possam ser oferecidas a quem nos representa torcendo pelo Palmeiras “pertinho” dele ou há quilômetros e quilômetros de distância.

Abs. e mais uma vez, parabéns!

Sinto mais do que emoção, sinto também orgulho. Orgulho por minha amiga querida, e orgulho pela qualidade de torcedores que o Palmeiras tem. Tenho certeza que foi o dia mais especial da vida dela, e foi porque ela merece. Talvez essa seja uma explicação interessante quando dizem que nada acontece por acaso. Não era pra Mayara ser palmeirense. E daí? Ela é tão palmeirense ou mais do que qualquer outro que nascido perto do time. É um sinal, o Palmeiras não é apenas um time paulista, é um time brasileiro, de todos os brasileiros. Parabéns Jota, parabéns Mayara e parabéns Divino por tê-la conhecido!!

Olha, vou falar uma coisa que o meu coração sente, mesmo que muitos aqui não concordem. Os bambis com sua falta de carater se aproveitaram da ingenuidade de um homem de coração puro como o gênio Ademir da Guia. Nunca tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente ou mesmo vê-lo jogando, mas quem o vê sempre nos jogos do verdão ou mesmo olha para uma foto dele percebe pelo seu olhar calmo e sereno seu bom caráter e falta de malícia. E os bambis podem tentar, mas ademir só teve um que vestiu e veste verde eternamente, o mesmo verde que ele costumava envergar quando destruia o time sem carisma e sem caratér a cada domingo.

É, conhecer o Divino causa esse efeito mesmo. Nunca vou esquecer o dia que tive essa sorte. Conhecer o César foi mto legal – motivo do meu 1o nome, sou César Eduardo – , ir num churrasco com ele foi sensacional. Mas, conhecer Ademir da Guia, aqueles poucos instantes… inesquecivel… só conseguia pensar se meu avô estava la do alto me vendo ali, do lado do mito, do unico “assunto” que fazia ele sorrir tranquilo, orgulhoso e com brilho nos olhos.

Entendo bem o que a Mayara sentiu.

Sensacional, Jota! Mayara, parabéns, você merece a nobreza de ser palmeirense. Tive o mesmo prazer que você experimentou ao encontrar o Divino Ademir numa fila de banco, sozinho, como um cidadão comum. Quase me ajoelhei a seus pés em reverência dentro da agência, deixando-o até sem graça. Mas ganhei um autógrafo dele, infelizmente não uma foto. Realmente uma história de emocionar, pois ser palmeirense é algo que transcende palavras. E um recado para a Renata: faça o possível e o impossível, mas realize seu sonho de ver o Palestra antes da reforma. Tenho certeza que nós do 3VV gostaríamos muito de testemunhar sua emoção!

o Divino é muito humilde já o conheci pessoalmente. Um cara muito legal.

GRAAAANNNDE Mayara!!!!!!!!!! Golaço esse que voce marcou heim!?!?!? O Divino é e sempre será REALmente DIVINO!!!!!!!
É bom ver o Jota na vanguarda dos causos tambem!!! Afinal publicar na terça um causa do domingo não é pra qualquer um!

E como disse Joelmir Beting na contra-capa do livro do filhão Mauro “Explicar a emoção de ser palmeirense a um palmeirense é totalmente desnecessário…. e tentar explicar a quem não é palmeirense é impossivel!” ( mais ou menos isso)

É isso que nos orgulha de sermos Palmeirenses. Parabéns a Mayara ao Jota e tambem ao nosso sempre Divino.
Por isso que sempre dizemos, AQUI É PALESTRA!!

Parabéns Jota!

Mayara, você não teve o privilégio de ver o Divino jogar, eu tive este privilégio de 1971 até 1977, e o futebol dele era incomparável!!!
Ninguém jogou como ele no futebol brasileiro, a sua principal característica era uma falsa lentidão,como vc mesma falou sobre a sua maneira de falar, mas ele impunha esta falsa lentidão para os adversários, que ficavam de boca aberta, vendo o Divino desfilar pelo gramado e quando se davam conta o placar já estava 3 ou 4 a zero.

Um dia na arquibancada do Palestra, tive o prazer e o privilégio de dar de cara com ele e mesmo bem mais velho que vc, me faltaram as palavras.
Apenas perguntei para o Divino se ele era de verdade ele respondeu dando uma risadinha que era de verdade sim.

Depois agradeci pois ele é o responsável pelo meu amor pelo futebol e pelo Palmeiras.

Você Mayara é uma privilegiada e tem que agradecer muito por ter conhecido o maior jogador de futebol que vestiu a camisa de nosso time de coração!!!

Parabéns Mayara! Tenho certeza que este dia jamais será esquecido por você!!

A única coisa que posso comentar é que não o vi jogar, apenas em videos, mas faz falta um jogador de tamanha classe, não só no Palmeiras, mas no futebol mundial.

É isso ai Mayara! Boa Jota! Boa Ademir! Forza Palestra!

Cara, eu chorei. E não foi porque a Mayara insistiu várias vezes pra que eu fosse com ela ao Palestra nesse domingo passado, Palestra que ainda não conheci e tenho medo de não conhecer antes da reforma, não chorei porque não estava lá porque no fim das contas não tive dinheiro para a viagem, não chorei por não ter conhecido o Divino, mas chorei porque além de palmeirense é minha amiga, uma das mais estimadas, porque sei que é um (se não O) dos grandes sonhos da vida dela que se realizou, chorei porque apesar de ela ainda sequer ter tido tempo de me contar direito a história, menina trabalhadeira hahaha, você me contou de forma tão bonita… Que lindo, me fez começar o dia bem… Sobre aqueles que ainda reclamam porque o Divino vestiu aquela camisa, eu penso: pra que reclamar tanto dele ter vestido aquela coisa enfeitada com uma pizza, se até hoje, já idoso e aposentado do futebol, ele consegue realizar sonhos tão grandes e fazer alviverdes como Mayara e eu, que nem o vimos jogar, tão felizes?

Sensacional… como sempre o Jota eu so assino em baixo..

E qndo sai um livro com os causos do Jota??

abracos

Sensacional!

O trecho “falar de qualidade e palmeirense é redundância.” resume tudo!

É por isso que o Divino é nosso maior ídolo. Podem fazer de tudo para estragar sua imagem, mas não conseguem.

Jota, estou sem palavras!!!!! Aliás, mais uma vez, estou emocionada!!! Muito obrigada mesmo!!!

Conhecer o Divino foi uma das maiores emoções de minha vida! Pensei que meu coração fosse parar quando o vi! Fiquei trêmula, faltou ar, as pernas falharam. Não conseguia falar nada, meus olhos se encheram de lágrimas. E ele com aquele jeito tão sereno, tão calmo e meigo! Aquela voz que sempre me deixa com lágrimas nos olhos, aquele jeito gentil, quase lento (como diriam as más linguas). Só sei que foi incrível tê-lo conhecido. Pela foto percebe-se claramente o quanto estava emocionada, pela cara de boba. Eu queria ter dito pra ele que é o meu maior ídolo que não vi jogar! Mas consegui dizer: “Divino, é uma honra conhecê-lo! Só sei que te amo do fundo do meu coração!”

Foi realmente um domingo sensacional. Realizei sonhos que também incluía conhecê-lo, Jota! Sempre disse isso pra todo mundo na comunidade do Palmeiras. Sou incondicionalmente sua fã!!!

Muito obrigada pelo carinho e por esse causo que me deixou às lágrimas!

Um grande abraço!!!

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