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Ser palmeirense é... Você manda o Recado

FALA QUE EU TE ESCUTO: O futebol que nos pertence

POR VERA LUCIA
CLORETTI

Sou torcedora do Palmeiras
desde que me entendo por gente. Freqüentava o clube e depois passei a estar
sempre nas numeradas do Palestra com os amigos. Foram muitas quartas-feiras, vi
muito Ferroviária, São Bento e XV de Jaú. Década de 80, atravessamos aquele
deserto apoiando times ruins e agüentando firme as decepções.

Mas em 1989 o time era bom
sim! Estávamos invictos no Paulistão, com a mão na taça. Só tínhamos que vencer
o timinho do Bragantino para chegar às finais contra outro time do interior sem
expressão, mas aí aconteceu o inusitado: perdemos por 3×0 e fomos eliminados.
Foi a primeira e a última vez que chorei por causa do futebol. Como podia um
time invicto ser eliminado daquela forma? Ah, sim claro, era o regulamento.
Como os dirigentes do meu clube podiam aceitar um regulamento desses?

 

Caiu minha ficha, percebi que
o futebol não pertencia mais a torcedores comuns, pertencia a grupos: torcida
organizada, dirigentes de todo tipo, empresários, políticos ruins, imprensa.
Depois do desastre desliguei a tv e decidi que para mim bastava, tudo aquilo
que estava sofrendo era conseqüência direta do desempenho sofrível do
stablishment do futebol. Minha paixão perdeu o sentido.

Numa quarta-feira qualquer
estava em casa de amigos quando um deles resolveu secar o Palmeiras contra o
River Plate – Libertadores 99. Minha atenção foi tomada por um jovem jogador, seu
rosto demonstrava toda a concentração e confiança, seus passes perfeitos não
precisavam que o companheiro matasse a bola, os dois lindos gols que ele marcou
naquela noite tinham a grife de sua extrema categoria, pareciam ter uma
assinatura: Alex, 10.  E eu me apaixonei
de novo pelo futebol… Depois, acompanhando seu trabalho, aprendi que se
tratava de um profissional, de poucas, inteligentes e bem educadas palavras,
que ignorava solenemente os insultos e críticas dos invejosos, dirigidos por
alguns dos grupos citados acima.

Você, caro leitor, do alto de
seu profundo conhecimento certamente pensará: Mas assim é que é feito, não se
pode pensar em futebol sem a sub-espécie e figuras, alguma vezes desprezíveis
que fazem o circo pegar fogo; além disso 1989 é um ano longínquo.

Pode até ter razão, mas ainda
acredito que merecemos mais: melhores estádios; segurança; arbitragem
profissional; clubes administrados como empresas por dirigentes que respondam
por seus atos; imprensa feita por pessoas mais capacitadas; e principalmente
craques, ídolos que justifiquem esse sentimento inexplicável. E ao nos negar
tudo isso, todos os setores saem perdendo.

***

E trazendo tudo isso para o
momento atual: lembrem-se que neste Brasileirão perdemos muitos pontos que nos
foram tirados com a participação importante dos erros de arbitragem. E não
venham dizer que é apenas falta de qualidade dos árbitros, pois essa má
qualidade de forma proposital ou não está servindo ao propósito de alguns.

Então dá na mesma, não acham?

Saudações alviverdes!



A seção Fala Que eu te Escuto é uma nova seção do 3VV.
Todo mês leitores e comentaristas que se destacam em sua interação
com nosso blog serão convidados a publicarem um post sobre o Verdão.

Esse é um espaço democrático. Podemos não concordar com todas as
ideias aqui apresentadas mas defenderemos arduamente o direito do palmeirense de se fazer ouvir.

27 respostas em “FALA QUE EU TE ESCUTO: O futebol que nos pertence”

muito bom o texto!!!

parabéns!! e volte a escrever

saudações palestrinas

É o que eu sempre digo:
Profissionalização já !!!!!!

Estou ficando convencida.

Cunio, algumas derrotas podem ser muito duras, mas depende da forma como se perde, né?
Voce anotou a placa daquele caminhão?

Sim Paulo, é este o sentimento que eu tenho. O Palmeiras é o símbolo dos ideais de perfeição e ética. Mas sabemos que é delírio, provocado pelo amor ao clube.

Thiago Franceschini, legítimo representante da linhagem dos “Cocão” (rsrsrs)… teu pai me mandou um email elogiando o texto da Vera.

Vera, parabéns pelo texto.

Cunio, você foi ao Japão? Não sabia…

Abraços,

vERA, COLOQUEI ETRE JOGO COMO INESQUCÍVEL NA PERGUNTA DO 3VV, ESTAVA NO CAMPO COM MEU PAI. E MEU ÍDOLO, ALEX. QUE SAUDADE. COM TODO RESPEITO CX 10 NEM ENGRAXA E CHUTEIRA DELE. VIDE DOMINGO

Olha Vera, vc não me perguntou, foi para a Lucélia, mas posso te dizer: mesmo tendo ido ao Japão ver a tragédia contra o M.U.(não escrevo este nome), meu maior momento de tristeza acho que foi perder a Libertadores nos pênaltis para o Boca em 2000. A maior alegria, sem dúvida o gol do Zinho em 1993. Eu sabia que seria o do título. Chorei 20 minutos sem parar. Foi mais emocionante que a Libertadores 1999.

Parabéns pelo texto, Vera

“Ser palmeirense é ficar constrangido quando seu time faz um gol irregular”

Raul,

E voce sabe a raiva que dá ver o Mustafá na TV se referindo ao Palmeiras como “meu clube”. Cara, aquele sujeito odiava a torcida, o futebol, tudo o que dizia respeito ao mundo além dele e seu conselho.

Mas claro, o atual Presidente é uma pessoa capaz e digna. Bastante honesta, porém a meu ver não tem a “malandragem” dos outros dirigentes. Ok ninguém é perfeito e o atual Presidente está de parabéns, sim.

Conta aí, Lucélia, qual foi sua maior decepção e sua maior alegria com o Palmeiras?

Como todos sabem as numeradas, Visa e arquibancada do Palestra estão cheias de mulheres.

Vamos representar aqui no espaço 3VV.

“Certas canções que ouço cabem tão dentro de mim, que carece perguntar; como não fui eu que fiz?” ….

Vera,

Vejo hoje um cenário há muito tempo esquecido dentro do Palestra, o das vitórias e prosperidade dentro e fora dos campos. Receitas cada vez maiores, um time bem montado(mérito da diretoria e do Luxa)bem treinado pelo Muricy, contratações pontuais sendo bem feitas, um parceiro forte e que pelo visto vai ficar algum tempo conosco, já que vão vender camarotes e naming rights da Arena.

Na minha visão este cenário vai ficar assim por um bom tempo, desde que na polítca as coisas andem bem, o gordo fique na dele e deixe as coisas andarem, o que é quase impossível sem dúvidas, infelizmente…no Palmeiras as coisas são assim, fica bem difícil de mudar.

Quando o Diego #13 nasceu eu tinha 22 anos, me lembro bem da final contra a inter de Limeira, fui nos 02 jogos e a fila sem títulos só acabou em 1993 com a Parmalat que a partir dali montou vários times bons,mas não nos planejamos para o futuro, o gordo não deixou que a Parmalat ajudasse nas categorias de base, não houve um investimento lá e assim eles acabaram se mandando do Palmeiras , ficamos sozinhos com o Mustapha, ou seja as coisas no Palmeiras se repetem, vira e mexe entra alguém na Presidência que não sabe o tamanho do nosso clube e acaba trocando os pés pelas mãos.Foi assim nos anos 80.

È por isso que acho que o cenário de vitórias que hoje temos no Verdão vai ficar por um bom tempo, já que quem esta lá hoje, além de amar o futebol e o Palmeiras, sabe que tem que fazer algo concreto, planejar o Palmeiras para os próximos 100 anos e acredite, isto esta sendo feito, é só questão de tempo e não esotu falando só do prof. Belluzzo, falo também de Gilberto Cipullo, Saverio Orlandi, Genaro Marino e Toninho que muita gente não gosta, mas é muito importante já que os jogadores confiam nele, pois jogou no Palmeiras e sabe bem como toca a banda aqui!!

O momento é de apoio incondicional!!

Torcemos para um time que tem conselheiros reacionários que não enxergam meio palmo a frente do nariz e que tentam de toda maneira complicar mais ainda o que já é complicado ,vivem divulgando informações sigilosas para a “imprensa” que adora fazer uma bagunça no Verdão, vc sabe bem disso, não é mesmo???

Mas otimista que sou penso que tudo esta melhorando, e vai melhora muito mais!!

Parabéns pelo texto, Vera! Perfeito!

Sobre o assunto, também tive minha desilusão com o futebol, momentos que eu não gostva mais de acompanhar…porém, não resisti muito tempo, rs. Mas enfim, essa corja toda que está atrás das cenas do futebol, são as máquinas que movem a industria futebolistica. Tudo é feito com interesse…e isso descaracteriza o futebol, que foi criado para o melhor vencer. O que fazer? Não sei, mas não dá pra ficar de braços cruzados e assistir tudo.

Ja passamos por muitos momentos dificeis e não gostaria de passar de novo. Pq teve muitas coisas lamentaveis nestes periodos. E que venha mais glorias do que sofrimento. É assim que sempre espero.

É pessoal, a raiva volta sempre, mas a tristeza desaparece rapidinho…

A Parmalat que nos ajudou veio a colocar o Palmeiras em seu devido lugar, mas para mim alguma coisa se perdeu naqueles 3 x 0.

Porém não consigo ficar 1 dia longe do Palmeiras.

Mas a Diretoria tem que se impor. Não seremos roubados porque quem “manda” no Futebol tem outros interesses. Eu acho que tudo tem conserto, mas para isso precisamos de dirigentes muito superiores ao gordo, por exemplo. A política do clube NÃO PODE ESTAR ACIMA DA COMPETÊNCIA. Eu também frequentei o clube, no Palestra pagava o ingresso, sim, mas é o futebol que mantém tudo vivo, verde e luminoso.

Parafraseando um blogueiro Palmeirense:

VERDE É VIDA, FUTEBOL É ARTE.

Belo texto.

As décadas de 80 e o inicio da atual foram de trevas mesmo, qualquer palmeirense poderia “desapaixonar-se”, é compreensível.

Parabéns ao 3vv e a Vera Lúcia.
Ao 3vv, por abrir esse espaço aos torcedores comuns, que nem sempre vivem de futebol.
Parabéns à Vera Lúcia, pois esse post foi maravilhoso, muito comovente e eu como sou nascido em 1986, passei por isso que você passou, mas em épocas diferentes, sempre fui apaixonado, até a queda para a segunda divisão, aonde vi jogadores que não respeitaram nossas tradições e nossa camisa, simplesmente indo para outras equipes de primeira divisão enquanto o Palmeiras que é maior do que qualquer um, estava na segundona. Chorei e muito, mas com minhas lágrimas foram também minhas esperanças de que o futebol pudesse ser algo sério, já que naquela época desisti também de jogar, devido aos envolvimentos visíveis de empresários junto a comissões técnicas das equipes por onde joguei.
Mas da era Mustafá, comecei a perceber que o Palmeiras voltaria a ser grande, lógicamente percorrendo um caminho arduo, mas sério e voltei a acreditar em títulos e bons jogos. Hoje, assim como você e vários outros, sou o mesmo torcedor que fui na minha infância, enchendo os olhos de lágrimas nas derrotas e dando sorrisos a toa nas vitórias.
Forza Palestra!!!

Já tivemos muitas decepções com certeza mas agora é a hora de dar a volta por cima e viver só de alegrias

putz … eu estava no jogo do Bragantino … nos fatídicos 3×0. que decepção.

Sintetizou a vida de um palmeirense no texto. Parabéns, Vera.

Por maiores que sejam as nossas desilusões, a gente sempre vai continuar amando e acompanhando o time de perto.

A gente ama e odeia tudo isso. Às vezes odiamos mais. Mas sempre temos os nossos porquês para voltar a ficar junto do campeão do século. O teu é o Alex, Vera. Para muitos outros é o Evair, é aquela goleada no time x, aquele golaço do fulano no ciclano..

Se a gente pôr tudo na ponta do lápis, veremos que as alegrias que esse clube nos proporcionou é maior do que as tristezas de que o clube (e o futebol, em si) nos trouxe.

Ê, Palmeiras minha vida é você!

Parabéns Vera, belo texto, com certeza a gente já desanimou em algum momento, mas sabe que este clube que a gente ama sempre dara a volta por cima. E esta é a hora da nossa redenção, vamos voltar a rota de titulos. A hora é agora!

Bom dia Torcida Verde!

Obviamente estou emocionada.

Agradeço a todos pelos elogios e críticas.

No fim, no futebol o que importa mesmo é o momento.

Cunio, aquele grupo era desunido sim. o Neto e o Leão se odiavam, mas conseguiram manter a invencibilidade o campenato inteiro. Até hoje não dá para aceitar!

Raul, perdi os melhores anos Parmalat. Não que eu não soubesse o que estava acontecendo, mas a raiva e a mágoa daquele campeonato me mantinham afastada. Tudo mudou quando vi o
Alex.
´
É claro, voce pode discordar e achar que não estamos sendo roubados, mas veja só Raul, outros times, nossos rivais dificilmente são prejudicados. além disso há muito interesse, principalmente no que diz respeito à audiência da TV, o que faz com que água morro abaixo e fogo morro acima….Mas esta é só a opinião de sua torcedora escaldada.

Saudações alviverdes!

Vera,

É muto bom ter uma mulher comentando aqui no 3VV,melhora bem o ambiente…

O futebol imita a vida(ou seria o contrário??) tanto em um como no outro temos as desilusões, os maus momentos, mas particulamente não vivo sem futebol consumo de várias maneiras, rádio,tv a cabo, tv aberta, PPV e internet.

As derrotas servem como aprendizado, e as vezes são mais importantes que as vitórias(acredite), são muito duras de engolir, mas necessárias para corrigir o rumo e ver no que estamos errando.

Também não podemos esquecer que não jogamos sozinhos, jogamos contra times que as vezes jogam melhor , se preparam melhor do que nós e mesmo contra a vontade, temos que aceitar, não tem jeito, o importante é continuar tentando, caindo e levantando.

Quando você fala que estamos sendo roubados neste BR09, não concordo, penso que em um campeonato de pontos corridos tao longo como o nosso, quando acaba, os erros e acertos da juizada acabam empatados, se vc lembrar bem fomos ajudados algumas vezes neste BR09, contra o Vitoria e Cruzeiro e prejudicado em outras tantas.

Se eu começar a achar que existe esquema para ajudar este ou aquele, vou fazer que nem vc fez em 1989 nunca mais vou a jogo nenhum e esqueço de futebol pro resto da vida.

Só faltou uma foto sua no fim de seu ótimo texto!!

Abraço!!

BELO TEXTO VERA. MAS NÃO HÁ COMO DEIXAR DE TORCER. O VERDÃO É UMA PAIXÃO, SEM ELE A VIDA NÃO TEM GRAÇA. É POR ISSO QUE SOMOS UMA DAS MAIORES TORCIDAS DO BRASIL. O BELLUZZO ESTÁ TRAZENDO DE VOLTA O NOSSO ORGULHO, QUE FOI AFASTADO DE NÓS POR UMA DIRETORIA MALDITA (MUSGAMBÁ). ABRAÇOS PALESTRINOS.

Ótimo artigo, Vera.

Também fiquei um pouco desiludido com o futebol quando o Palmeiras foi garfado contra Boca Jrs e SPFW. Recentemente, também fiquei muito triste no jogo Coritiba x Palmeiras ao ver o árbitro inverter todas as faltas a favor do time paranaense e ainda tirar de nós o empate certo ao marcar um pênalti ridículo nos últimos minutos. Fiquei muito decepcionado com a reação da Diretoria. Confesso que esperava mais.

Ah, que saudades do Alex! E também do Valdivia! Curioso que todos os craques que passam pelo Verdão dizem que gostariam muito de voltar a jogar aqui. Isso não acontece com gambás e bambis. Mas é claro que a imprensa neglicencia isso.

Um bom dia a todos os palmeirenses que passarem por aqui.

Vera, seu texto está irretocável. Meus sinceros parabéns.
Vou fazer apenas um comentário sobre os dois episódios que você comentou.
Em 1989, quando perdemos (até então invictos) para o Bragantino por 3×0 no estádio Marcelo Steffani, tínhamos a nossa frente como técnico Emerson Leão. Mas tínhamos jogadores de gabarito também. O que pouca gente sabe, e foi confirmado pelo meia Neto há alguns dias na Band, é que o grupo estava completamente desunido. Leão não falava com A e B, que por sua vez não falavam com C e D, e assim por diante. Isto remonta à outra tragédia que vivemos em 1986 contra a Inter de Limeira, quando o goleiro treinava num canto, Edmar em outro, Mirandinha num terceiro e o resto do elenco ainda mais separado. Já em 1999, quando você testemunhou a exibição de gala do Alex contra o River, você tinha um grupo REUNIDO em torno da FAMIGLIA SCOLARI. Grupo este que pactuou vencer a competição e assim o fez.
Em suma, A BASE para qualquer conquista é a UNIÃO, quando os melindres, mesmo que existam, são deixados de lado para o bem comum. Sem isto, nem comecemos uma disputa. Se nosso elenco hoje tem sucesso desde 2008 se deve a este fato.

Mais uma vez parabéns pelo artigo.

E você disse uma grande verdade, o futebol pertence a um monte de gente, menos aos torcedores comuns.

Eu também tive uma fase de desilusão com o futebol. Depois que o Palmeiras perdeu duas Libertadores seguidas para o Boca roubado descaradamente como foi eu dei uma desencanada, senti exatamente o que você descreveu Vera. Eu pensava que o Palmeiras tinha sido assaltado e estava tudo bem para alguns desses grupos que você citou no texto: a imprensa, a própria diretoria do Palmeiras, vergonhosamente omissa! Pensei que não valia a pena tanta dedicação e paixão por algo que deveria ser um esporte, mas tantas vezes parece tão obscuro, com tanta coisa ruim que faz parte do futebol. Mas não consegui me afastar, não tem jeito né?
Uma das poucas vezes que eu chorei por causa do Palmeiras foi no dia do rebaixamento. E ali eu entendi que era hora de abraçar o time, como toda a torcida fez na época da série B.

Minhas primeiras lembranças do futebol são dessa época de 88, 89, quando eu estava começando a me apaixonar pelo Palmeiras. Parabéns pelo texto!

Que jogo aquele contra o River… O Alex é único, gênio, categoria pura…

Sem maiores comentários, só que é a mais pura verdade Vera, jogadores desse tipo fazem com que nos apaixonemos pelo futebol…

Vai ser lembrado pro resto da minha vida como um dos jogadores que mais se aproximaram da perfeição técnica e da beleza de jogar futebol. Na minha época, até hoje, nunca vi igual…

Pra história, ficará que nem em copa do mundo ele participou, né Felipão…? FDP..!!

Obrigado Alex… isso aí Vera…

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