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Ser palmeirense é...

Palmeirense se vê por aqui: Alberto e Mariana Cunio com Roque Júnior

Alberto Cunio

Para aqueles
que, como eu, guardam as boas lembranças para sempre e jamais se esquecem
dos que foram responsáveis por elas, aqui vai minha humilde homenagem. 

Quem não se
lembra daquele dia 26 de maio de 1999, semifinal da Libertadores. Vindo
de uma derrota pela contagem mínima no Monumental de Nuñez, depois
de uma partida cheia de heroísmo e de atuação impressionante do já
canonizado Marcos, o Palmeiras dependia de suas próprias forças e
do apoio da massa alviverde em Palestra Itália lotado para alcançar
sua terceira final na competição e tentar assim o título inédito. 

E o Palmeiras
não nos decepcionou. Com muita dedicação, tranquilidade e categoria,
mandamos “las gallinas” portenhas de volta com um sonoro 3×0 em
atuação magistral de Alex. 

Mas quem estava
lá, no calor da emoção e da adrenalina, deve se lembrar: após o
golaço de abertura de nosso camisa 10 logo aos 17 minutos do primeiro
tempo, que colocou igualdade numérica no confronto, a angústia ainda
minava os corações palestrinos. Afinal, jogávamos contra um time
argentino e experiente. Pois sem dar muito tempo para o sofrimento invadir
a alma palestrina, menos de dois minutos depois, mais precisamente aos
18 minutos e 46 segundos, uma cabeçada certeira no canto esquerdo do
goleiro argentino faria explodir o Palestra. E foi dele. Com a camisa
5 e com a raça de sempre. Roque Júnior. Naquele momento, não sei
os demais palmeirenses, mas eu tive uma certeza: seríamos campeões
da Libertadores. 

Obrigado, Roque
Júnior. Obrigado pela sua raça e dedicação. Obrigado pelos seus
gritos efusivos após o terceiro pênalti na decisão contra o Deportivo
Cali, no momento em que precisávamos levantar o moral e virar o jogo.
Por jogadores como você é que ainda acredito que vale a pena sofrer
e chorar de emoção pelo Palmeiras.  

 —

7 respostas em “Palmeirense se vê por aqui: Alberto e Mariana Cunio com Roque Júnior”

Linda Mari, só ela pra ilustrar essa foto com outras duas cloisas feias!

Concordo com tudo Cunio.

Mas é preciso salientar que a sua filha puxou a mãe dela…. bom para ela, não? rsrsrsrsrsrs

abs,

Lourenço, só não coloquei aquele chute no meu texto porque ia ficar longo demais. E ainda ficou o gosto amargo de ter eliminado os gambás de forma épica e de ter perdido na bobeira para o Boca o bi.

Outra lembrança inesquecivel do Roque Júnior foi na decisão por penais da Libertadores 2000 contra os gambás, que ele depois de converter a cobrança , chutou uma placa de publicidade, como o vampeta havia feito no primeiro jogo… foi o troco no gamba , que culminou com a classificação épica à final.

Mariana Cunio, que princesinha hein Alberto, PARABÉNS.

Com certeza na beleza puxou a mãe,rsrsrs

Abraço

meu
na liberta de 99 eu lembro de varias coisas
do medo do time na fase inicial que soh ganhava nas jogadas aereas
o medo de jogar contra o vasco campeao
jogar contra time argentino
toda a adrenalina do derby
e a final que acreditava que seria o jogo mais facil
dias muito felifes para um palmeirensse
onde nw bastava ganhar
mas tinha que ganhar com raça
ao melhor estilo felipao
e grande cunio muito legal conhecer o nosso corneta mor uahuahuhauha

Caralho! Que texto! Eu não lembro muito bem (acho que quase nada) das semi da Liberta de 99! Ach que lembro só da decisão por penaltis! Mas esse texto ilustra bem o que houve! Muito bom!

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