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Verdão na Mídia 25-08-2013: “Volta, Parmera. Os domingos te esperam” ❘ Blog do Menon

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• “Volta, Parmera. Os domingos te esperam”

Realismo mágico e os dias de Palmeiras na Série B

O texto é de Rafael Evangelista, (@r_evangelista), jornalista, antropólogo, pesquisador da Unicamp e parmerense desde que nasceu. Juntamente com Tiago Soares (@elgroucho) edita O Plano B (www.oplanob.com) onde fala de tecnologia e internet.

“E eu?”, foi o SMS de resposta que recebi no último sábado, após dizer que ia ver o jogo no bar de sempre. Neste semestre ela está estudando nesse dia da semana, o que facilita a vida – naquele sábado ela sairia mais cedo e estava cansada, porque normalmente me acompanha. Mas não é todo palmeirense que tem essa sorte. A série B não é só um intervalo, um recesso, um rolê, é uma experiência na marginalidade, no circuito alternativo (e nos dias alternativos). É acompanhar o futebol como se fosse um filme, em que até rola aquela catarse e você se vê na pelo do outro, lutando contra o vilão. Você se identifica e seca, mas não está lá, não dá aquele soco no vilão ganancioso, não bota os empresários inescrupulosos na cadeia. Encontrar o verde em Luverdense não é o mesmo que gritar “deeeeefendeu, Marcos!”.

Tá certo que nos últimos anos, com a Globo comandando o calendário do futebol, a experiência de todo não-corinthiano-flamenguista tem sido meio marginal, quase nunca ocupando a nobre 16h de domingo. Mas terça-feira é todo um outro nível de gentrificação, um desarranjo completo nos necessários dias de recuperação do futebol com cerveja do final de semana. Eu prefiro nem falar sobre a tragédia que são as sextas porque, por mais que seja uma ótima oportunidade de abertura para o final de semana, a cabeça de ninguém está naquilo. Agora tente ir no estádio e se mover em São Paulo num momento em que simplesmente está todo mundo tentando sair de lá.

Como não pago a fortuna do pay-per-view e ando meio cansado do piratanet (abraço, esportes.us), meu refúgio tem sido um buteco de palmeirenses, nosso mini Palestra Itália em Campinas. Recomendo o pernil, a sardinha frita e o total clima de estádio do lugar, com direito a coro contra o juiz e “chuta, chuta” pras televisões.

E tá aí outra dor e delícia da série B – já preparo os amigos tricolores – o insólito de toda rodada.

O clima no buteco tem estado ótimo, bar cheio e feliz, também porque os últimos jogos foram só alegria, várias vitórias de virada. Só que é sempre aquela sensação de irrealidade, não basta a data esquisita dos jogos, sempre rola uma pulga atrás da orelha quanto à qualidade dos adversários.

Começa o jogo, o time toma um gol e dá aquela sensação de que a boa fase é só um tipo de falha coerente na matriz que te faz duvidar de tudo: o dia é errado, essa não é nossa divisão de verdade, aquilo nem é um estádio e a iminente derrota mostra que esse não é um time a altura de nossas tradições. Mas logo o Palmeiras vira e tudo volta ao normal-bizarro, o bar vira estádio, vou pressionar o juiz xingando, o Palmeiras é o time da virada, o Luís Felipe é o novo Arce… Tá, exagerei, mas boto maior fé nesse lateral-direito novo.

Mas nem tudo é realismo mágico, ou pelo menos ele não funciona sempre. Não rolou contra o Boa, por exemplo.

Kleina resolveu poupar meio time e os reservas que estavam tendo sua chance resolveram investir na feijoada e se poupar também. Egurem começou como titular, o que liberou Márcio Araújo para sua real posição. Na zaga, Vilson, que vem jogando melhor que Henrique, também foi poupado. O resultado foi que tomamos um gol logo no início, o Boa retrancou no melhor estilo série B e o primeiro tempo foi horrível. Lógico que o gol que tomamos foi de um jogador com nome bizarro: Caranga. Time completamente desconjuntado, acredito mais que pela falta de entrosamento entre as peças do que qualquer outra coisa. No papel, eu até estava acreditando.

No segundo tempo, Egurem, que tomou um amarelo de jogador carniceiro, foi pro banco e Araújo voltou a ser primeiro volante. Entrou Mendieta e voltamos a ter dois meias de ligação.

O time melhorou e foi pressionando, quase empatando no final. Só que quase não vale gol e a invencibilidade longa caiu. A propósito, o Luís Felipe parece ter subido no salto e não jogou nada. Por isso tudo que cada ponto a mais, cada rodada que vai passando, é um pouquinho mais de alívio para o palmeirense. Quando o time vence a gente consegue exercer o bom humor, fazer troça de si mesmo, brincar com a situação. Mas quando perde para um time intinerante, com nome-trocadilho, a paciência acaba, mesmo com todos os poréns sobre o time reserva e a “boa” fase.

Volta, parmera! Aos domingos de futebol que te pertencem!

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Fanático, Paulo Nobre fala da emoção de dirigir o Verdão no centenário

Por Felipe Zito, Marcelo Hazan e Sergio Gandolphi

O dia 21 de janeiro 2013 jamais sairá da memória de um fanático torcedor alviverde. A data, porém, não tem a ver com um título importante ou uma partida inesquecível. Foi nas últimas horas daquela segunda-feira que Paulo Nobre se elegeu presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Tão especial quanto o dia em que assumiu o comando máximo do clube, a próxima segunda-feira, dia 26 de agosto, promete mexer com a emoção do dirigente.

– O Palmeiras completa 99 anos na segunda-feira e ali começa o centenário do clube. Teremos varias celebrações para contar essa historia maravilhosa – disse o dirigente, em bate-papo com a reportagem do GLOBOESPORTE.COM em sua sala improvisada, na Academia de Futebol, já que a sede social alviverde passa por reformas por causa do projeto de modernização do antigo estádio Palestra Itália, hoje chamado de Allianz Parque.

Torcedor de arquibancada, como gosta de se definir, Paulo Nobre vive hoje o maior desafio da sua vida: recolocar o Verdão na elite do futebol nacional e, principalmente, conduzir o clube rumo à reestruturação financeira no ano em que o Palmeiras completa 100 anos.

– É sem dúvida nenhuma a maior responsabilidade que a vida me impôs. Ter virado presidente é uma emoção que nunca vou conseguir descrever. E ser presidente no ano do centenário é um algo a mais – contou.

A melhoria da situação financeira do clube é prioridade. Por isso, o dirigente evita fazer promessas de grandes reforços para 2014. Pelo contrário, garante que a atual gestão não será refém do centenário para não comprometer ainda mais as contas, mas faz uma promessa: entregar um clube melhor e mais profissional no fim de sua gestão, no ano que vem.

CARREIRA NO PALMEIRAS
- Foi uma das grandes alegrias da minha vida, em 1997, virar conselheiro do Palmeiras. Depois o torcedor de arquibancada virou diretor e, em 2007, vice-presidente. Ter chegado à presidencia do clube é uma coisa que você pode até sonhar, mas é um caminho muito árduo. É preciso habilidade política, competência e tem de se preparar. É sem duvida nenhuma a maior responsabilidade que a vida me impôs. Ter virado presidente é uma emoção que nunca vou conseguir descrever. Estar no clube no ano do centenário é um algo a mais.

LADO TORCEDOR
– Posso afirmar que não existe pessoa mais palmeirense do que eu, mas como eu tem milhões. Nesse grupo eu incluo todos os antigos presidentes, muitas pessoas que militam na política do clube e a esmagadora maioria do palmeirense, que é fanático, leal e se dedica ao clube, vive e respira o Palmeiras. Eu sou um no meio de milhões de torcedores que estão no topo do que é ser palmeirense.

CONFLITO TORCEDOR X DIRIGENTE
- A nossa ideia é profissionalizar o outro lado do balcão. O futebol é profissional desde 1930, mas só para os jogadores. Os dirigentes continuaram amadores. O futebol demanda tanto tempo que o dirigente não consegue ter uma vida profissional ou familiar. Vou falar por experiência própria: às vezes, é difícil conter o torcedor que existe dentro de você na hora de tomar uma decisão. Normalmente, um profissional trata esses assuntos com mais frieza e acaba acertando mais. É por amor ao clube que estamos tentando profissionalizar a diretoria. As pessoas podem perguntar porque eu não tomo a frente de algumas decisões se sou tão torcedor. Não faço isso simplesmente porque é errado. Um profissional vai tomar uma decisão melhor do que a minha.

ADMINISTRAÇÃO
– Acordo todos os dias sabendo que terei um problema para resolver. Pode ser um problema gigantesco ou um pequeno, mas que aqui fica grande. Foram seis meses de muita luta, muito difíceis, mas posso afirmar sem medo de errar que escolhi a diretoria certa.

CASO BARCOS
- Estava há dez dias no cargo e me caiu uma bomba no colo. Eu tinha de tomar uma decisão. Hoje digo sem o menor constrangimento que a decisão que tomei foi a melhor para o Palmeiras. O torcedor fala mais alto aqui dentro, mas você tem de contê-lo e pensar com a cabeça fria e ver quais são os prejuízos e benefícios que a instituição pode ter (nota da redação: Paulo Nobre trocou Barcos por um pacote de quatro jogadores com o Grêmio – Leandro, Vilson, Léo Gago e Rondinelly).

APELO DA TORCIDA
- Temos de tomar as decisões independentemente da opinião pública. O palmeirense é muito atuante, acompanha tudo o que acontece, e, muitas vezes, tem certa impaciência. Lidar com toda essa ansiedade é muito difícil. Tento manter a cabeça no lugar, ver aonde queremos chegar e caminhar sabendo que, em alguns momentos, as decisões serão impopulares.

DÍVIDA
- O que precisa mudar é essa tendência de dar prejuízo todos os meses. Isso não significa que você vai entregar o clube em dois anos sem dívida. Mas temos de aumentar as receitas, cortar os custos e atingir um equilíbrio financeiro sem cometer loucuras e irresponsabilidades. Não cabe mais um presidente populista que tome decisões para ser aplaudido pelos outros. Se vier algum reconhecimento será no futuro. É preciso uma gestão muito austera para colocar o Palmeiras nos trilhos de novo

RECURSOS
– Trabalhar com pouco recurso ou sem recurso é mais difícil ainda. Estamos tendo muita originalidade e criatividade para não deixar a roda parar de rodar. Estou fazendo esforços pessoais, isso nunca escondi de ninguém. Mas dentro de um critério onde tudo está sendo feito de uma maneira transparente para que nenhuma das partes tenha nenhum prejuízo.

ELENCO VAI MUDAR MUITO PARA 2014?
– Acho que não. O elenco é esse, será avaliado no fim do ano e é possível que haja contratações pontuais, assim como do primeiro para o segundo semestre deste ano. A base é essa. Quero vê-la muito entrosada em 2014. Afirmo: o Palmeiras não sera refém do ano do centenário. Não será feita loucura ou populismo por ser um ano especial. O clube vive situação muito complicada. Nosso compromisso é colocar o clube nos trilhos e entregar ao próximo presidente um clube melhor do que herdamos. O ano do centenário não pode ser usado contra o Palmeiras. Não temos obrigação de nada. A única coisa é honrar a camisa e respeitar a torcida, e isso eu cobro de todos eles.

DESEMPENHO EM 2013
- Estou satisfeito com postura do grupo, tenho orgulho deles. É um time brioso e com sangue na veia, muito unido. Se estamos vencendo é porque construímos em campo. Mérito dos jogadores.

METAS
- A ideia é mudar a maneira de administrar o clube. O grande campeão do século 20 não entrou ainda no século 21.  Queremos quebrar paradigmas e mudar a maneira de administrar o Palmeiras. Entregar ao próximo (presidente) um clube melhor. Pelo menos estruturalmente.

O CENTENÁRIO PERFEITO
– Se fosse para escolher entre resultados dentro ou fora de campo eu certamente escolheria os dois (risos), mas um não elimina o outro. Uma boa administração leva a bons resultados nos jogos.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Kleina não confirma, mas espera ter Valdivia e Leandro na quarta

O técnico Gilson Kleina ainda tem duas dúvidas para o jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, quarta-feira, contra o Atlético-PR, em Curitiba: o meia Valdivia e o atacante Leandro ainda dependem do aval do departamento médico para serem escalados.

– Estou esperando contar com os dois. Leandro fez tratamento, vamos ver o Valdivia. Ele está fazendo um trabalho especial, mas só vamos reavaliar e aguardar na segunda, para ver as condições reais. Na decisão de quarta-feira, o time precisará ser competitivo e mais inteligente para atingir o objetivo – disse o técnico.

Leandro sente dores lombares e foi desfalque na vitória por 1 a 0 no primeiro jogo contra o Furacão e na derrota por 1 a 0 para o Boa, neste sábado, pela Série B. Ele ficou em São Paulo fazendo fisioterapia e deve ter condições de atuar. Já Valdivia tem um edema na coxa direita, perdeu as últimas três partidas e já voltou a correr no gramado, mas sua presença é uma incógnita.

– São jogadores que vêm de uma batida alta. Vêm de um campeonato muito bom. Têm qualidade e o drible – completou Kleina.
Leandro voltaria na vaga do volante Charles ou do atacante Ananias. Valdivia briga por posição com Mendieta, mas pode desbancar um volante se a comissão técnica decidir utilizar dois meias juntos.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Após poupar titulares em derrota, Kleina fala em “perda de padrão”

O técnico Gilson Kleina resolveu poupar quatro titulares para a partida deste sábado, contra o Boa Esporte, e viu o Palmeiras sair derrotado de Varginha. Acima da derrota, quebrou a sequência invencível do time na Série B, que durava 11 jogos. Após a derrota, o técnico falou que a equipe “perdeu o padrão” e criticou a falta de criação no meio de campo.

“A marcação do Boa foi implacável. Vieram com essa proposta. A verdade é que criamos muito pouco. Não tivemos sorte, esbarramos no goleiro. Mas fizemos cinco mudanças para o jogo. Perde o padrão, mas nós confiamos no elenco”, disse Kleina, após a derrota por 1 a 0.

O goleiro Fernando Prass, o volante Vilson, o lateral esquerdo Juninho e o atacante Leandro foram poupados. O volante Wesley, suspenso, e o meia Jorge Valdivia, lesionado, também não atuaram. Kleina tentou corrigir os problemas de criação no segundo tempo. Tirou o volante Eguren e inseriu Mendieta. Mas não foi o bastante para mudar o placar.

“Dessa vez não conseguimos reagir. Entendemos que alguns não jogavam havia muito tempo e isso faz diferença. Mas tem de reagir já quarta-feira para as coisas poderem caminhar de novo para nós”, falou o treinador.

Na quarta-feira, o Palmeiras vai a Curitiba para o jogo de volta contra o Atlético-PR, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. A equipe de Gilson Kleina venceu o primeiro, no Pacaembu, por 1 a 0. Na Vila Capanema, o técnico poderá contar com os atletas que foram poupados na derrota para o Boa Esporte e espera, dessa vez, recuperar o padrão do time que ficou 11 partidas sem perder na Série B e se consolidou como líder.

“Todos, quando é contra nós, fazem um clima de decisão.  Eles comemoraram essa vitória como se fosse um título. E é assim, em alguns momentos nós  vamos tropeçar. Esperamos reagir. Agora temos de nos mobilizar para a Copa do Brasil”, completou.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Por Copa do Brasil, grupo palmeirense ignora revés na Série B

O Palmeiras viu ruir sua longa invencibilidade às vésperas de compromisso decisivo pela Copa do Brasil. No sábado, com time misto, perdeu por 1 a 0 para o Boa, em Varginha, e pôs fim a uma série de 12 partidas sem derrota na temporada – 11 delas pela Série B do Campeonato Brasileiro.

O revés no fim de semana, porém, não vai interferir no desempenho da equipe na quarta-feira, diante do Atlético-PR, na partida de volta das oitavas de final do torneio mata-mata. Ao menos é essa a promessa do elenco.
“São duas competições diferentes. Tem que saber separar (uma da outra). Temos que deixar o Brasileiro para trás e pensar nele só na semana que vem”, disse o goleiro Bruno, substituto de Fernando Prass, poupado em Minas Gerais.

O próximo compromisso pela Série B será apenas no sábado que vem, frente ao Ceará em Fortaleza. Já no duelo com o adversário paranaense, em Curitiba, o time treinado por Gilson Kleina precisa confirmar vantagem construída com o triunfo por 1 a 0 no jogo de ida para avançar de fase no torneio.

“Precisamos jogar com o regulamento só no final, do mesmo jeito que a gente fez no ano passado”, receitou Bruno, fazendo menção à campanha campeã na edição 2012 da Copa do Brasil e cobrando um bom resultado agora.
A preparação para o duelo com o Atlético começa na segunda-feira à tarde, na Academia de Futebol, após folga recebida neste domingo.

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL

• Palmeiras, invencibilidade perdida e duas lições a serem seguidas

O Boa Esporte só precisou de alguns toques venenosos de seu astro, o veterano Marcelinho Paraíba, para derrotar o líder Palmeiras. Não mais do que isso. O resultado deste sábado em Varginha, 1 a 0 para o Boa, foi construído com escanteio batido com maestria por Marcelinho e bola escorada por Karanga, logo aos dois minutos de jogo.

E quase que o mesmo Karanga fez o segundo gol dos mineiros, em outro cruzamento precioso de Marcelinho, já no segundo tempo, mas para alívio da aflita defesa palmeirense o atacante do Boa falhou no bote. Resumo da ópera: o time mais fraco- o vencedor- teve a arte suficiente de Paraíba ao atacar, enquanto mais forte, o líder Palmeiras, deixou o favoritismo no papel.

O Palmeiras jogou muito mal. Tudo bem que foi o mistão palestrino, pois estava desfalcado de titulares fundamentais (Valdivia, Leandro, Wesley, Vilson, Fernando Prass e até mesmo Mendieta que ficou no banco de reservas durante todo o primeiro tempo, poupado pelo técnico Gilson Kleina), mas mesmo assim, decepcionou e, em minha opinião, tomou duas lições que vai seguir, se tiver juízo.

Eis as lições:

1- O Palmeiras não pode poupar jogadores, sob risco de perder de maneira tão indolente como a deste sábado. Inteiro, até que tem um bom time, mas o seu elenco (quero dizer os reservas) é rico em quantidade e pobre em qualidade. Time é uma coisa, elenco é outra. Assim, o Palmeiras tem que torcer para jogar completo ou quase completo, caso contrário a decepção será iminente. Como foi a derrota para o modesto Boa.

2- O técnico Gilson Kleina não pode insistir em jogar com três volantes, coisa que, aliás, parecia já ter chegado à conclusão depois de alguns sustos. Com três marcadores, nem o ataque fica abastecido e nem a defesa deixa de ficar exposta, pois os volantes, de qualquer jeito, precisam se mandar para o ataque. Kleina está errado!

Três volantes, quem sabe, deveriam ser usados para um jogo contra um Barcelona, um Real Madrid, um Bayern de Munique. E não contra o Boa, o Paysandu e quetais. Com todo o respeito.

Elementar, caro Kleina.

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BLOG DO PAULO VINÍCIUS COELHO ❘ ESPN BRASIL

• Novo estádio do Palmeiras também terá preço final acima da estimativa inicial

O novo estádio do Palmeiras teve orçamento inicial previsto em R$ 350 milhões, mais R$ 50 milhões dos edifícios de quadras e administrativo destinados à utilização exclusiva do clube social. A nove meses do prazo previsto para a inauguração, a obra teve o custo elevado.

Não como os estádios públicos destinados à Copa do Mundo, mas o Allianz Parque tem hoje custo estimado em R$ 580 milhões, sendo 10% desse valor referente aos edifícios do clube social.

O Palmeiras não põe a mão no bolso. Esse dinheiro é exclusivamente pago pela construtora, que terá o lucro pela exploração do estádio nos 30 anos seguintes à obra.

O Palmeiras tem 100% da arrecadação dos jogos de futebol. Sobre todo o restante da arrecadação – naming rights, venda de cadeiras cativas, lojas e restaurantes – o Palmeiras arrecadará 5% nos primeiros cinco anos, 10% dos cinco aos dez anos, com a porcentagem se ampliando até totalizar 100% no trigésimo ano.

O estádio do Corinthians tem custo estimado em R$ 920 milhões.

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COLUNA DO PAULO VINÍCIUS COELHO ❘ FOLHA DE S.PAULO

• O Plano Cem

O Palmeiras entra nesta segunda-feira em seu centésimo ano de história. Começa o novo período com esperança e com pés no chão. Empatar com o Atlético-PR é viável e mantém a tentativa de ganhar a Copa do Brasil para iniciar o centenário com vaga na Libertadores. É muito difícil. Impossível só seria se não houvesse nem sequer o sonho.

Os pés seguem no chão porque a dívida não foi renegociada. O ano de 2014 ainda será de reestruturação. Mas o trabalho tem sido feito de forma consistente, da estruturação das divisões de base, com o dedo de Erasmo Damiani, à administração das vaidades do vestiário pela dupla Omar Feitosa e Brunoro.

No próximo ano, será necessário também ter uma dose de cooperação entre os sócios do novo estádio.

E outra de ambição para voltar a ganhar títulos, mesmo com dinheiro curto. Para voltar a ser imponente, o Palmeiras de hoje sabe o que tem pela frente.

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COLUNA DO MAURÍCIO NORIEGA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• No rumo

Mais importante do que chegar ou não às quartas de final da Copa do Brasil, para o Palmeiras, é a consistência do time na Série B. O desempenho projeta o acesso com razoável antecedência e a possibilidade de programar com afinco a temporada do centenário, em 2014. O elenco atual possibilita essa base de trabalho.

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OUTRAS NOTÍCIAS :

ESTADÃO ONLINE → Gilson Kleina pede reação imediata do Palmeiras
 
GLOBO ESPORTE COM → Kleina espera voltas de Valdivia e Leandro contra o Atlético-PR
 
BAND ESPORTE → Palmeiras faz análise de DNA para evitar lesões em Valdivia
 
BAND ESPORTE → Henrique critica lentidão do Palmeiras
 
JP ONLINE → Kleina admite falta de criatividade e lamenta ausência de titulares
 
FOLHA ONLINE → Kleina vê derrota do Palmeiras como alerta para Copa do Brasil
 
GAZETA ESPORTIVA NET → “Aconteceu de novo”, lamenta Kleina, sobre sair em desvantagem
 
ESPORTE INTERATIVO → Palmeiras é derrotado pelo Boa Esporte e perde invencibilidade na Série B
 
SPORTV → Melhores Momentos de Boa Esporte 1×0 Palmeiras, pela 17º rodada da série B

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12 respostas em “Verdão na Mídia 25-08-2013: “Volta, Parmera. Os domingos te esperam” ❘ Blog do Menon”

Esse elenco com BRUNO, MÁRCIO ARAÚJO, JUNINHO, ANDRÉ LUIS, WENDEL, PATRICK ETC. E PRINCIPALMENTE GILSON KLEINA, PELO AMOR DE DEUS NÃO DÁ.
Acorda Nobre, esquece o seu mentor MUSTAPHÁ MALDITO.
Nei Franco já!!!!!

Vamos parar de cornetar, tivemos os mais caros tecnicos brasileiros nos ultimos anos e o que conseguimos ?
Quem é o Ney Franco, ganhou o que?
O Kleina vai ser treinador de ponta, vamos parar de cornetar.

Vasco e Botafogo por motivo de falta de $$$$ não concentra mais o elenco em jogos em casa, será uma tendencia? No Palmeiras funcionaria? ######## Na Europa alguns clubes fazem isso, e até mesmo na NBA é assim acho que desde sempre. ########### Tema bom para debater. Ai Paulo Nobre, esta é uma boa economia ou não?

Eu ja vi uma entrevista dizendo que o Palmeiras pretende construir um hotel no ct justamente para isso e a economia seria de 1 milhão por ano.

Esse final de semana foi de passeio com a família, não vi o jogo, deu apenas para ouvir no carro algumas vezes, entre um local e outro. Aproveitei o Sábado para comprar uma polo do Palmeiras para usar na segunda-feira (99 anos do Palmeiras – Tsunami Verde) e comprei a pedido do Rafinha duas camisas do Palmeiras, nem precisa falar que o garoto adorou, tanto que usou hoje o dia todo. ####### Opa!!!! Mais uma loja Academia Store vai nascer, dessa vez será no Shopp. SP Market (Zona Sul – Jurubatuba – Ao lado da Estação de Trem Jurubatuba) ######### KLEINA – O Padrão tático com 3 volantes está capenga faz tempo, precisou de uma derrota para que o nosso técnico percebesse o que está ERRADO? Ainda bem que a derrota veio, a “máscara” caiu e gora é pensar na CdB, será que vamos de 3 volantes ou o Kleina vai surpreender num 4-3-3?

O Nobre parece não ver a hora de passar a ‘batata quente’ que é ser presidente do Palmeiras para a frente. E pelo o que falou o Centenário não é importante – pelo menos sob o ponto de vista de títulos. Tem gente que aproveitaria o evento pra angariar receitas; outros preferem não fazer loucuras. Por que os que não amam o futebol são todos dirigentes do Palmeiras? Que castigo!

Perder para o Boa foi menos ruim do que ler o que o Kleina falou na entrevista pós jogo. Então o ‘poderoso’ Boa parou o Palmeiras por um ‘forte’ esquema de marcação, e o Palmeiras não conseguiu reagir em longos 88 minutos? Derrotas acontecem, mas perder por sequer ter jogado bola é mesmo pura incompetência. Se o Palmeiras tem medo do Boa, o que vai acontecer quando enfrentar outros adversários de peso?

Disse que o time estava mal na criação de jogadas. Então quem escalou o, inapto tecnicamente, Marcio Araújo pra ajudar a armar o time? Disse também que alguns dos que estavam em campo estavam sem jogar por muito tempo. Quem escala e deve promover rotatividade, pra ter um grupo e uma gama maior de atletas prontos pra jogar não é o treinador?

Dono de duas sedes próprias, onde em uma esta sendo edificada a melhor área para eventos e espetáculos, demonstra que estamos de forma concreta decretando a politica provinciana, de sermos apenas um clube social com grande salão de festas, já que a historia de conquistas estará bem representada no MEMORIAL e MEMORIA de seus torcedores, fato que mantem a perspectiva real e futura bem distante dos desejos dos 18 milhões de Palmeirenses, em acreditar em êxitos e resultados verdadeiros, pois nem as modalidades amputadas recentemente, terão o papel de iludirem o torcedor, em ginásios, e outras instalações esportivas, que pelo visto agrada muito ao luciferiano MUMU, que sorri de forma explicita , sobre o mandato de quem a poiou de forma contundente, com sobra e blindagem dos que acreditam em fadas madrinhas!

Boa tarde a todos, pelas declarações de Paulo Nobre a equipe é esta para 2014, desta forma teremos muito mais resultados de serie B em 2014, não há perspectiva de êxitos, pois o papel de coadjuvante esta desenhado, alertando a todos, que não se iludam pelos resultados, mas simplesmente pelos fins, já que subir para a serie A já basta, agora manter o Palmeiras jogando aos Domingos em 2015, sera uma aventura, ou alguém duvida?

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