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Verdão na Mídia 26-08-2013: Minha vida, 99 anos ❘ Blog do Mauro Beting

BLOG DO MAURO BETING ❘ LANCENET

• Minha vida, 99 anos

Eu não iria escrever nestas blagues um texto pelos 99 anos de vida (muitas vidas!) do que me levou a ser jornalista esportivo. Do amor incondicional que há 23 anos é o que sustenta a minha casa, como há 46 anos sustenta o meu lar.

Não escreveria sobre os 99 anos do Palmeiras por estar publicado hoje um texto meu a respeito no jornal Metro. Por eu logo mais à noite apresentar pela quarta vez o banquete de aniversário do clube.

Algo que faço sem cobrar. Por jornalista não cobrar qualquer clube. Por palmeirense jamais cobrar um clube qualquer que não é e jamais será o Palmeiras.

Até por não haver preço que pague o que é ser palmeirense.

Emoção que desde cedo me corre e me comove com meus filhos e minha mulher. Com minha família de sangue. Com a nossa famiglia de credo e de verde que abriu faixas pela cidade tomada pela onda verde.

Não iria escrever por não estar escrevendo tanto por aqui nestas semanas. Estou com três livros para lançar, mais três escrevendo, e finalizando “12 de Junho de 1993 – O Dia da Paixão Palmeirense”. Meu primeiro filme, ao lado de Jaime Queiroz no roteiro e direção, Abner Palma na montagem.

Uma obra que fala de uma coisa de cinema. Os 4 a 0 de 1993. Mas também é tragédia dos 16 anos de fila. Tragicomédia por sermos há 71 anos Palmeiras. Há 99 anos Palestra. Espírito de porco. De periquito também.

Hoje, segunda, estamos na própria. Ontem, amanhã, e sempre, um time de primeira. De Parmera.

As faixas feitas e espalhadas pela cidade paulistana pelos palmeirenses cobertos de faixas como o maior campeão nacional do país mais vezes campeão mundial me levaram a este texto singelo.

Não das nossas glórias sabidas – mas das adversidades ressabiadas.

Quem estendeu as faixas por São Paulo entende das dores. Como quaisquer outros amores de outras cores.

Quem sofreu Darinta viveu Da Guia.

Celebrar feitos é fácil – especialmente para o palmeirense.

Celebrar desfeitas é difícil – para os que não amam. Para os que viram casaca. Ou, no caso, jamais a honraram.

Queria, nestes 99 anos, 46 por mim vividos, 41 de fatos recordados, só lembrar algumas dores.

A minha cabeça entre as mãos depois de Palmeiras 2 x 3 XV de Jaú, no SP-85, por exemplo. Bastava uma vitória para ser semifinalista, no Palestra cheio. Bastou uma tromba d´água para a minha cara de tromba permanecer comigo meia hora sentado debaixo do placar, olhos grudados na plataforma das piscinas palestrinas. Olhando para o nada. Imaginando que nunca mais viria nosso time Palmeiras. Nosso Palestra campeão. Fazendo o mesmo que o goleiro reserva Martorelli fazia no banco de reservas.

Olhando para o nada. Pensando em tudo.

Como berrei para todos pensando em nada quando a Inter de Limeira fez 2 a 0 no jogo que acabaria 2 a 1 para eles. Palmeiras vice paulista de 1986. Eu berrando sozinho na arquibancada do Morumbi. Imaginando que ou a gente fazia alguma coisa pelo time naquela hora, tentando ganhar no grito, ou o nosso clube jamais voltaria a ser campeão.

Eram dez anos de fila. Parecia toda a vida. Vida toda que se perdia em um título ganho de véspera e perdido na hora. Como todas as horas desde 18 de agosto de 1976.

Mais um ano e minha cabeça novamente entre as minhas mãos. Semifinal do SP-87. Neto chuta de longe, a bola passa entre as pernas do imenso Zetti, sobram as penas, mais uma punição pesada. Palmeiras eliminado.  Meia hora sentado na arquibancada olhando para a meta de entrada do Morumbi.

Quando eu voltaria a ser campeão?

Deve ter sido o mesmo pensamento de outro torcedor que ficou uma hora sob chuva no Morumbi. Bem no meio do campo. Nas arquibancadas da Giovanni Gronchi. Ele vira o último gol do SP-92 nos pés de Zinho. Gol de Pirro antes dos muitos espirros que deve ter dado depois da tromba d’água que caiu sobre ele. Da tormenta de terror que ainda espancava o palmeirense. Foi 2 a 1 para o São Paulo bi paulista de 1992. Foi o último jogo e o último gol antes do final da fila de 16 anos.

Foi sofrido. Foi chorado. Foi molhado. Foi tudo aquilo que aquele torcedor aguentou sozinho por mais de uma hora. Eu já não estava assim. Eu estava na cabine da rádio Gazeta no pós-jogo. Comentando mais um título perdido. Mas imaginando que a Parmalat não era a ilusão temida pela torcida e por má parte da mídia.

O título viria em breve, eu imaginava. Mas também sofria. Não tanto como aquele torcedor que, como eu no SP-85, como eu no SP-87, como tantos desde 1976, não sabia mais o que fazer. O que pensar. Onde enfiar a cabeça a não ser nas mãos e olhar para o estádio vazio como nossa galeria de troféus.

Não sei quem era esse torcedor. Mas sei que todo torcedor é assim. De todo clube.

Mais ainda naquele momento do nosso clube.

Não era para isso que o Palesta Itália havia sido fundado.

Mas é para isso que o palestrino desde 1914, e o palmeirense desde 1942, nasceu.

Para suportar calado ou berrando as derrotas.

Para ser insuportável nas vitórias.

Seja hoje, segunda, seja sempre, primeiro, palmeirense é o que fui naqueles dias. E em outros tantos.

Não lembro bem tudo que celebrei, como celebrei, onde celebrei os paulistas, brasileiros, Libertadores que comemorei.

Mas lembro bem de cada derrota. De cada desespero. De cada dor. De todo o amor que tive pelo Palmeiras.

Hoje também é dia de celebrar cada derrota. Elas não foram muitas.

Mas nos ensinaram a ser muito mais que somos. E nós somos tantos.

As dores de nosso amor nos deixaram ainda mais fortes, firmes, felizes.

Ainda mais palmeirenses.

Não somos mais. Não somos menos. Somos Palmeiras.

Nas derrotas, fomos ainda mais Palmeiras.

Nas vitórias, além de insuportáveis, somos… Somos….

Palmeiras.

Basta.

Obrigado, Palmeiras, pelos meus 46 anos.

Parabéns, Palestra, por nossa vida.

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NOTICIÁRIO ❘ NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Palmeiras ‘inicia’ centenário, prepara ações, e busto de Marcos sai do papel

Por Caio Carrieri e Fellipe Lucena

Ao mesmo tempo em que comemora nesta segunda-feira os 99 anos de sua fundação, o Palmeiras dá o pontapé inicial nas ações de marketing em alusão ao seu centenário. Até 26 de agosto de 2014, o Verdão apresentará diversas campanhas para festejar a sua gloriosa história repleta de títulos, ídolos e torcedores apaixonados.

Uma das primeiras iniciativas será anunciada nesta noite, em um jantar que o clube vai oferecer em um buffet na Vila Olímpia, bairro nobre da Zona Oeste da cidade. Durante o banquete, o presidente Paulo Nobre comunicará mudanças significativas e melhorias para o Avanti, programa de sócio-torcedor que esta gestão herdou com oito mil associados em janeiro e já está perto de alcançar a marca de 30 mil pessoas.

– Além dela, teremos camisas especiais comemorativas, produtos alusivos à data, campanhas nas mais diferentes mídias, ações envolvendo torcedores, ídolos atuais e do passado e alguns outros movimentos que serão conhecidos no momento certo – revelou o mandatário em entrevista ao LANCE!Net.

Dentre a fartura de opções de  grandes ídolos palmeirenses, um deles já está inserido em ações atuais e será peça fundamental nestes próximos 12 meses comemorativos: Marcos, herói da Libertadores de 1999, principal taça palmeirense.

– A utilização da imagem do Marcos passa por três vertentes: garoto-propaganda do Avanti, embaixador do centenário e personagem das campanhas de TV, visto que sua imagem, como muito orgulho, é totalmente identificada com a Sociedade Esportiva Palmeiras – disse Nobre.

Além disso, o eterno camisa 12 receberá dentro deste período que se inicia uma das mais belas homenagens que um (ex-) jogador pode ganhar de clube: terá um busto no Palmeiras e se juntará a Ademir da Guia, Junqueira e Waldemar Fiúme, já privilegiados com a honraria.
E o projeto, aprovado em janeiro de 2012, começa a sair do papel.

– Já bati as fotos para o busto. Foi de frente, por cima, por baixo, de tudo quanto é ângulo. Acredito que deve sair quando inaugurar o estádio. Vai ficar bonito, porque sou um modelo que ajuda (risos) – brincou o ídolo, com o seu bom humor habitual.

Confira entrevista exclusiva com Paulo Nobre:

LANCE!Net: Quais foram as primeiras mudanças feitas pelo atual departamento de marketing?


A principal delas foi no Avanti. Algumas adequações e melhorias foram realizadas ao longo dos primeiros meses da gestão. O setor de licenciamentos também foi reestruturado, o que possibilitou um aumento significativo na linha de produtos e, consequentemente, na receita gerada. Durante esse período também foram desenvolvidas boa parte das ações que contemplarão o período do centenário e que serão divulgadas paulatinamente até o 26 de agosto de 2014. 



L!Net: O departamento de marketing tem uma espécie de Conselho Consultivo que analisa as ações?


O conselho é formado por 20 palmeirenses especialistas nas mais diversas disciplinas do segmento de propaganda e marketing.



L!Net: Fechar o patrocínio master é primordial para colocar em prática os planos do centenário? 


Ter um patrocinador master é extremamente necessário a qualquer clube de futebol, não apenas para ações referentes ao centenário, mas para a saúde financeira da entidade. Existem conversas em andamento com diversas empresas, mas o valor é tratado internamente.



L!Net: No elenco atual, quem são os garotos-propagandas do centenário?


É motivo de muito orgulho termos um elenco com quatro jogadores selecionáveis (Leandro, Henrique, Valdivia e Eguren) e três deles (Henrique, Valdivia e Eguren) servindo suas seleções na última convocação, mas não há uma delimitação ao número de garotos-propaganda para o centenário. Utilizaremos grande parte dos jogadores por conta do número de ações que serão realizadas.



L!Net: A camisa do centenário já está definida?

A ideia é lembrar o passado ou realizar algum tipo de inovação?
Teremos algumas camisas especiais comemorativas que serão lançadas nos próximos dois anos, cada uma com suas características peculiares, que vão de inovação a alusão ao passado do clube.



L!Net: Qual é a meta de crescimento para o programa Avanti?


Quarenta mil sócios até dezembro.



L!Net: Cogita-se a contratação de um grande jogador para 2014?


Respeitando a realidade econômica da entidade, o que posso afirmar é que o Palmeiras não será refém do seu centenário e não cometerá nenhuma loucura populista. Atitudes desse gênero levaram a instituição ao caos financeiro que encontramos no início do ano. O Palmeiras tem que ser forte e competitivo sempre, não só no ano do centenário.

Celebração


O Allianz Parque, mesmo em obras, não poderia ficar fora dos festejos do aniversário do clube. Às 10h desta segunda, a obra vai parar por alguns instantes em homenagem à data especial. César Maluco, um dos maiores jogadores da história do Verdão e atual conselheiro alviverde, marcará presença e cortará um bolo com os operários. 



Inauguração


Com os trabalhos em estágio avançado (instalação da cobertura em andamento), o clube planeja reinaugurar o estádio entre março e abril do ano que vem. A arena será administrada pela construtora WTorre por 30 anos. A Allianz adquiriu os naming rights pelo período de 20 anos em preço estimado de R$ 300 milhões. 


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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Palmeiras inicia contagem regressiva por centenário e volta à Arena

Por Bruno Ceccon

Faltam 365 dias para o 100º aniversário da Sociedade Esportiva Palmeiras. Com o time relegado à Série B do Campeonato Brasileiro, a data cabalística ficou em segundo plano, mas deve ganhar força a partir desta segunda-feira, quando o clube inicia a contagem regressiva para o centenário ao completar 99 anos.

Enquanto enfrentam rivais como Boa Esporte e Icasa, os torcedores, ansiosos, sonham não apenas com o retorno à elite do futebol nacional, mas também com a reabertura do Palestra Itália.



O Palmeiras está afastado de sua casa desde 9 de julho de 2010, quando disputou amistoso com o Boca Juniors. A simples possibilidade de inaugurar a remodelada arena durante a Série B do Campeonato Brasileiro preocupou o clube, interessado em receber um time europeu de grande porte para o primeiro jogo e abrigar a seleção italiana em 2014.

Oficialmente rebatizado de Allianz Parque, o estádio de 45 mil lugares, orçado em aproximadamente de R$ 500 milhões, será finalizado pela WTorre no primeiro trimestre de 2014.

Dias antes do aniversário de 99 anos do Palmeiras, a Gazeta Esportiva visitou as obras do antigo Palestra Itália. De acordo com a construtora, o empreendimento está 67% concluído, mas alguns pedaços da estrutura original ainda são visíveis, como os tijolos que sustentavam o antigo Jardim, hoje ocupado pelo maquinário pesado, e parte da arquibancada vizinha à Avenida Francisco Matarazzo.

Jota Christianini, diretor do departamento de Acervo Histórico e Memória do clube, ficou emocionado ao ver o local ao lado da reportagem.

“Embora esteja acompanhando a construção por fotos constantemente, não esperava encontrá-la nesse estágio. É a primeira vez que tenho a noção de como vamos assistir futebol daqui para frente”, disse Christianini, comodamente instalado no camarote decorado pela construtora – os braços das poltronas, de cor preta, devem ser trocados.

“Senti a mesma emoção da primeira vez que entrei aqui, há muitos anos, ainda com o campo baixo, e de quando estive na inauguração do Jardim Suspenso”, completou o diretor.

Acostumado a mandar jogos em casa própria – o Palestra Itália comprou o Parque Antárctica em 1920 -, o Palmeiras realizou a maioria de suas partidas durante os últimos três anos no Pacaembu. O campo municipal costuma ser associado ao Corinthians, mas testemunhou muitos títulos alviverdes, entre eles o paulista de 1942, conquistado sobre o São Paulo na chamada “Arrancada Heróica”. Ainda assim, o ar de provisório do estádio é inevitável para os torcedores – os fundamentalistas sentem falta de estacionar no mesmo local e de apertar as mesmas mãos no caminho para o mesmo lugar da arquibancada.

“O Pacaembu é nosso recreio. Ninguém foi campeão tantas vezes naquele estádio como a gente. Vencemos como Palestra e como Palmeiras. Mas aqui é nossa casa, feita com nosso dinheiro, nosso suor. Nunca precisamos de ninguém para comprar ou aumentar. Esse será praticamente o terceiro ou quarto estádio que estamos fazendo no mesmo lugar. O sentimento de casa, ninguém tira. Você viaja o mundo inteiro, mas sempre tem o desejo de voltar para sua própria casa. A saudade só aumenta e não vejo e hora de retornar”, disse Christianini.

O Palestra Itália mandou seus primeiros jogos no Parque Antárctica em 1917, ainda na condição de locatário. Três anos depois, com apoio da família Matarazzo, comprou o campo de futebol e grande parte do terreno da cervejaria por 500 contos de réis, uma fortuna à época. No começo, as arquibancadas eram de madeira.

Em 1933, o clube inaugurou o “Stadium Palestra Itália”, com assentos de concreto. Em 1939, instalou a iluminação. No final da década de 1950, já como Palmeiras, a agremiação iniciou uma profunda reforma e, em 1964, terminou o Jardim Suspenso, com os vestiários no subsolo.

No primeiro jogo como proprietário do estádio, em 16 de maio de 1920, o Palestra Itália venceu o Mackenzie por 7 a 0

Ao longo de seus 99 anos, o clube foi campeão paulista, do Rio-São Paulo, da Copa Mercosul e da Libertadores da América dentro de casa. O estádio abrigou triunfos históricos, como a goleada por 5 a 1 sobre o Santos de Pelé em 1959, os 6 a 1 contra o Boca Juniors em 1994 e os 4 a 2 diante do Flamengo em 1999, entre várias outras vitórias.

Ao listar os principais jogos, Jota Christianini, por motivos óbvios, dedica atenção especial aos 8 a 0 do Palestra Itália contra o Corinthians, maior placar da história do clássico, que provocou a saída de Alfredo Schurig, então presidente alvinegro e nome oficial da Fazendinha.

“Naquela época, as preliminares eram muito importantes. Ganhamos por 4 a 0 com o Segundo Quadro e por 8 a 0 com o time principal. Muitos dizem que foi 12 a 0 para o Palestra. Depois do jogo, os torcedores e jogadores se dirigiram à sede do clube, na Praça do Patriarca. Os atletas foram agraciados com uma sopa, esse era o prêmio pela vitória.

Dizem que, em uma extravagância, a diretoria serviu vinho a todos. No caminho, os palestrinos gritavam ‘oito, oito, oito’ no bonde. Não dá para esquecer, tanto que esse placar não se repetiu nunca, nem para um lado nem para o outro”, contou.

O passado glorioso da Sociedade Esportiva Palmeiras, fundada como Palestra Itália em 1914, parece uma reminiscência no momento atual, em que as ações estão concentradas em reconduzir o time de futebol à elite do Campeonato Brasileiro. No ano do centenário, possivelmente na Série A e certamente no novo estádio, a agremiação espera consolidar sua posição no cenário nacional, abalada por dois rebaixamentos em 10 anos, e reafirmar a condição de potência.

“Série A, estádio novo e quem sabe a Libertadores no ano do centenário”, enumerou Christianini, sonhador.

“Quero me cansar de dar voltas olímpicas. Eu quero precisar de oxigênio para dar volta olímpica, uma atrás da outra. O Palmeiras nasceu para vencer. No dia da mudança de nome, o então conselheiro Mário Minervino disse: ‘Não nos querem Palestra, pois seremos Palmeiras e nascemos para ser campeões’.

Estão construindo um caldeirão e aqui dentro ninguém vai ganhar do Verdão. O estádio vai voltar a ser o nosso orgulho”, profetizou.

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NOTICIÁRIO ❘ ESTADÃO ONLINE

• Palmeiras completa 99 anos e dá pontapé inicial para o centenário

Por Ciro Campos

Ao completar 99 anos nesta segunda-feira, o Palmeiras começa um período de grande expectativa para sua torcida. Até comemorar o centenário, daqui a um ano, os próximos meses serão marcados pela ansiedade por terminar a construção do novo estádio e, também, por uma era de novidades na gestão. O foco da diretoria é aproveitar o momento festivo para alavancar ações de sócio-torcedor e dar continuidade à reestruturação do elenco de futebol.

Dois eventos nesta segunda, 26 de agosto, marcam o início dos festejos pré-centenário. Pela manhã, os operários da obra da nova Arena, acompanhados pelo ex-atacante César Maluco, vão fazer o rito tradicional de festa de aniversário, ao cantar “Parabéns pra você” e cortar o bolo. Na ocasião, também será inaugurado um relógio em frente ao estádio com a contagem regressiva para o 26 de agosto de 2014. À noite, um jantar de gala com a presença de 780 convidados encerra o 99º aniversário.

Para os próximos dias, o Palmeiras deve começar a divulgar as ações, eventos e promoções comemorativas da chegada do 100º ano de sua história.

“Muitos produtos alusivos à data serão comercializados, o torcedor vive esse período de forma ainda mais apaixonada, o que reflete no aumento do consumo de tudo que se refere ao clube. Aproveitaremos o momento para alavancar o plano de sócio-torcedor”, disse o presidente do Palmeiras, Paulo Nobre. “Já sentimos no mercado que o interesse das empresas é maior em associar sua marca a um clube durante esse momento.”

Em visita ao Estado há cerca de um mês o dirigente afirmou que estudava como oferecer aos palmeirenses mais vantagens para se tornar sócio-torcedores, como parcerias com outros estabelecimentos, por exemplo. Desfrutar do embalo festivo é a oportunidade para dar prosseguimento à missão de reestruturar do Palmeiras, compromisso assumido pela atual diretoria, encabeçada por Nobre e pelo diretor-executivo José Carlos Brunoro. A dupla foi empossada no começo deste ano com as metas de recuperar a finanças, cortar gastos desnecessários e montar um elenco competitivo.

RESULTADOS

A atual fase do trabalho já trouxe resultados. O pacote de reforços para a temporada deu nova cara ao time, que lidera a Série B e está a um empate das quartas de final da Copa do Brasil. Se mantiver o desempenho, a equipe do técnico Gilson Kleina deve garantir o retorno à Série A e a tendência é que para 2014 a base permaneça, apenas com a chegada de contratações pontuais. Ao contrário de 2013, no ano que vem não deve ser montado um novo elenco.

Também de olho no futuro, outra grande mudança para o centenário será na formação de talentos, como já garantiu o presidente. As categorias de base vão receber atenção especial e o objetivo é não ter mais nelas jogadores que tenham vínculos com empresários. Mais do que comemorar a data ou inaugurar o novo estádio, a grande preocupação do Palmeiras desta segunda até o dia do aniversário de 100 anos é que o período de expectativa deixe um legado. 

“Quando um clube do tamanho do Palmeiras faz 100 anos, qualquer outro fator é secundário. Contudo, não podemos desperdiçar essa oportunidade”, afirmou Paulo Nobre.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Palmeiras iniciará centenário com relógio progressivo e várias camisas

Por Guilherme Costa e Lucas Tieppo

O Palmeiras vai lançar na noite desta segunda-feira a primeira das camisas que o clube usará na contagem progressiva para o centenário do clube. Isso, progressiva. Além dos uniformes especiais, o intervalo até a efeméride será marcado por um relógio cuja hora inicial será o 99º aniversário.

O relógio será instalado nas imediações do novo estádio do Palmeiras, cujos naming rights foram vendidos à seguradora Allianz. O local exato do aparato, contudo, ainda é mantido em sigilo.

Os custos do relógio serão bancados pela Adidas, fornecedora de material esportivo do Palmeiras. O marco zero da campanha para o centenário do clube acontecerá às 23h desta segunda-feira – segundo o departamento de história da instituição, a fundação aconteceu por volta desse horário do dia 26 de agosto de 1914.

Além do relógio, o ano que precederá o centenário do Palmeiras será lembrado em uma série de produtos oficiais. O clube terá, por exemplo, camisas especiais para essa fase. O número de modelos ainda é mantido em sigilo, mas o primeiro deles será apresentado na segunda-feira.

O relógio e as camisas especiais serão duas das primeiras iniciativas do Palmeiras para o período até o centenário. A ideia da diretoria alviverde é apresentar essas iniciativas em jantar solene marcado para a noite de segunda-feira.

No evento, o Palmeiras também divulgará alterações no programa Avanti, voltado aos sócios-torcedores do clube. O teor dessas modificações, porém, ainda é mantido em sigilo.

Um dos embaixadores do centenário do Palmeiras será o goleiro Marcos, embaixador do clube desde 2012. O ídolo alviverde tem sido até “preservado” para as ações voltadas à data.

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NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

• Kleina conta com Valdivia e Leandro contra o Atlético-PR

O técnico do Palmeiras, Gilson Kleina, acredita que os dois jogadores estarão recuperados para o jogo de quarta-feira contra o Atlético Paranaense, em Curitiba, pela Copa do Brasil.

O meia Valdivia tem um edema na coxa direita e não participou dos últimos três jogos –foi cortado, inclusive, de um amistoso da seleção chilena. Já Leandro tem dor lombar e se ausentou das duas últimas partidas.

“Estou esperando contar com os dois. Leandro fez tratamento, e agora vamos ver o Valdivia. Ele está fazendo um trabalho especial. Na decisão de quarta-feira, o time precisará ser competitivo e mais inteligente para atingir o objetivo [classificação]”, disse Kleina.

Como venceu por 1 a 0 no Pacaembu, na semana passada, o Palmeiras joga pelo empate ou até por derrota por um gol de diferença, desde que marque pelo menos uma vez.

Se voltar, Valdivia deve ocupar o lugar de Mendieta. Leandro pode entrar na vaga de Ananias. Jogadores poupados no revés para o Boa Esporte no sábado (1 a 0) retornam.

O goleiro Fernando Prass, o zagueiro Vilson e o lateral Juninho estarão à disposição.

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BLOG DO ALEX MÜLLER

• Uma derrota que não pode abalar

A derrota do Palmeiras para o “grandioso” Boa Esporte, de Varginha, foi desagradável, sem dúvida nenhuma, sobretudo pelas histórias dos dois clubes e até pelos jogadores que cada time tem.

Mas como o futebol é implacável e não está nem aí para as camisas que estão em campo, aqueles que vestiam a camisa palmeirense abusaram do direito de jogar mal.

Não importa que metade do time foi reserva. Quem é profissional e atua num clube como o Palmeiras é obrigado a jogar mais do que uma equipe como o Boa, sempre com todo o respeito.

Mesmo assim, o time segue em condição bem confortável na tabela da Série B, não pode se abater e com a volta dos titulares, a expectativa agora é de alcançar a classificação para as quartas de final da Copa do Brasil, nesta quarta-feira, contra o Atlético/PR, no estádio do Paraná Clube, já que a Arena da Baixada está sendo reformada para a Copa do Mundo.

E para este jogo decisivo, Valdívia é a grande interrogação. Ele corre contra o tempo para ficar 100% de seu problema na coxa direita.

A participação dele é vista com bons olhos pelos médicos, mas em se tratando de Valdívia devemos ficar sempre com um pé atrás até a hora da partida. Mas é inegável que se o “Mago” estiver em ação as chances do Palmeiras, que já são boas, aumentam ainda mais.

Sobre os três volantes tão contestados pela torcida, também não sou simpático a essa ideia, porém, para este jogo específico, sou favorável, mas com mais qualidade.  O Palmeiras tem que ser inteligente para administrar a possibilidade de poder até perder por um gol de diferença com tanto que marque algum.

Para o meu gosto, escalaria o meio campo com Eguren, Charles, Mendieta mais recuado e Valdívia. Se Valdívia não puder atuar, adiantaria Mendieta e colocaria Wesley. Simples assim…

Mas, como quem escala não sou eu, é Márcio Araújo e mais dez…

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COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Estreia com estilo

O Verdão lança nesta noite, na festa pelos 99 anos, sua camisa do centenário. Porém, o uniforme estreará horas antes: 22 modelos espalhadas pela cidade o vestirão e entregarão corações infláveis a torcedores.

• Festa concorrida

A procura por convites para a comemoração dos 99 anos do Palmeiras agitou o Palestra Itália nos últimos dias. Há mais gente querendo entradas do que o buffet comporta.

• Rival em casa

“Fazer o jogo de inauguracão do Allianz Parque contra o Corinthians? Não sei. Quem sabe“

Rogério Dezembro – Diretor de novos negócios da WTorre

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OUTRAS NOTÍCIAS :

GLOBO ESPORTE COM → Aniversário do Palmeiras: clube lança camisa comemorativa aos 99 anos
  
GAZETA ESPORTIVA NET → Vídeo: Mesa Redonda faz homenagem nos 99 anos do Verdão
 
GAZETA ESPORTIVA NET → Vídeo: Palmeiras comemora seus 99 anos com Arena em obras
 
GAZETA ESPORTIVA NET → Veja curiosidades sobre o antigo estádio do Palmeiras
  
LANCENET → Torcedores espalham faixas em São Paulo em homenagem ao aniversário de 99 anos do Palmeiras
 
JP ONLINE → Em seu aniversário de 99 anos, twitter do Palmeiras pede que torcedores saiam uniformizados às ruas
 
GLOBO ESPORTE COM → Prass visita Palestra Itália e conhece história quase centenária do Verdão
 
ESPN BRASIL → Palmeiras inicia contagem regressiva para centenário e volta à Arena
  
DIÁRIO DE S.PAULO → Clube faz 99 anos e quer presente do Dep. Médico
 
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12 respostas em “Verdão na Mídia 26-08-2013: Minha vida, 99 anos ❘ Blog do Mauro Beting”

Colocar gambá para inaugurar o Allianz Parque jamais. Aliás, eu nunca mandaria um jogo contra estes marginais em nossa nova casa. Quando fosse mandar algum jogo contra essa raça desprezível jogaria no Pacaembu.

parabens a minha mãe TERESINHA que está fazendo aniversario hoje e ao PALMEIRAS também.

Lamentável Mauro Beting macular o jogador Darinta como tendo sido tudo de ruim que passou pelo Palmeiras e contrapô-lo a Ademir da Guia, como querendo fazer um paralelo entre céu e inferno. Darinta foi um atleta que defendeu as cores do Palmeiras com brio, honestidade e, dentro de sua limitação técnica, jogou muito mais que vários jogadores de caráter duvidoso que, mesmo sendo melhores que Darinta no ofício de boleiros, andaram em campo, fizeram corpo mole, seja para derrubar técnicos, seja por dinheiro, seja para simplesmente não jogar.

Que a torcida do Palmeiras pare de ver neste jogador, o qual não tenho procuração alguma para defender e vi jogar quando ainda era adolescente, todas as mazelas que fizeram um mar de lama em nossas entranhas nestes 99 anos.

Pensem por exemplo naquele mercenário chamado Müller, de péssimo caráter, vindo de nosso arquiinimigo e que nos largou numa final de Copa do Brasil na mão por término de contrato e ter se recusado a jogar com seguro. Resultado? Perdemos o título. Só esta ação fez muito mais mal do que 100 Darintas teriam a capacidade de fazer.

Darinta não foi, nem de longe, das figuras mais execráveis que vestiram nossa camisa. Foi apenas mais um atleta. Só isso.

Seria interessante a abertura com o Curintia; desde que abríssemos também o Itaquerão!!!

Longe de mim redigir um texto cheio de clichês sobre o que significa torcer para o nosso time.
O que posso dizer é que muito que aprendi na vida se deve ao Palmeiras.

Aprendi que muitas vezes não conseguimos o que queremos, mesmo que tenhamos nos preparado e por vezes sejamos melhores que nossos concorrentes.

Aprendi que o sabor das vitórias é extremamente doce e inesquecível, mas que as quedas são igualmente inesquecíveis e antagonicamente amargas, intragáveis.

Aprendi que nem sempre a vida nos deixa por cima. Hoje sei que se trata de uma imensa montanha russa.

Aprendi o que é amar incondicionalmente.

Aprendi a me levantar a cada tombo e a me recompor, pronto para uma nova batalha que novamente pode me pôr de joelhos, mas que eu não perderia por absolutamente nada.

Aprendi que é importante respeitar nossos adversários quando preciso for e a aprender com os seus e os nossos erros.

Sobretudo aprendi o valor de um abraço. Na arquibancada ou no sofá.

Deliciei o sabor de um grito de gol engasgado sendo urrado a plenos pulmões.

Vi como é dura a espera pelo sucesso, mas lembro de cada segundo em que estivemos no topo.

Já vi, vivi e respirei muito Palmeiras.

Vejo, vivo e ainda respiro Palmeiras.

Parabéns, Palestra Itália. Parabéns, Sociedade Esportiva Palmeiras.

Parabéns palmeiras. agora va ser burro assim na casa do chapéu né, convidar o curintia pro jogo de inauguração….que idéia tonta. assim como foi convidar o boca pra despedida…

Parabéns Sociedade Esportiva Palmeiras pelos seus 99 anos de glórias. Seus inumeráveis títulos não são frutos do acaso e nem provenientes de maracutaias, mas são conquistados com muito trabalho e com grandes esquadrões que fazem parte dos grandes times da história do futebol mundial. Um clube formado por imigrantes italianos que muito colaboraram com o crescimento do nosso país e que hoje faz parte da vida de 15 milhões de pessoas espalhadas por esse Brasil e fora os que estão por esse mundo. Grandes alegrias esse clube me proporcionou e as poucas tristezas servem para reavivar ainda mais a paixão por esse gigante do futebol mundial.

OLÊ, OLÊ, EU CANTO QUE EU SOU PALMEIRAS ATÉ MORRER!

Parabéns Palmeiras!! Ano que vem estaremos de volta ao nosso lugar!
PS.: Só o Nobre não precisava espalhar para todo mundo da imprensa que ainda se usa DOS no Palmeiras. Depois que viramos piada ficam reclamando… cada coisa!

que corinthians o que o Primeiro jogo tem que ser contra a JUVENTUS nosso fregues no mundial kk ou BAYERN por conta da Allianz

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