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Verdão na Mídia

Verdão na Mídia 29-08-2013: Atlético-PR escancara limitações do Palmeiras ❘ Blog do Antero Greco

BLOG DO ANTERO GRECO ❘ ESTADÃO ONLINE

• Atlético-PR escancara limitações do Palmeiras

O Palmeiras vai muito bem, obrigado, na Série B nacional. No ritmo em que a competição anda, a volta para a elite em 2014 será garantida com muitas rodadas de antecipação. Mas Gilson Kleina não tem, ainda, uma equipe competitiva para fazer bonito na elite no ano do centenário do clube.

Há distância entre o que se pode fazer na divisão de acesso e o que se vai enfrentar com os melhores do país. Sobretudo existe o risco de atletas confundirem as coisas e acharem que o nível dos desafios é o mesmo nas duas divisões e em torneios de eliminação direta. Postura que pode ser fatal. E foi.

A diferença ficou evidente na derrota por 3 a 0 para o Atlético-PR, na noite desta quarta-feira, em Curitiba. O time paranaense, em ascensão no Campeonato Brasileiro, foi superior de cabo a rabo, criou várias oportunidades, fez mais do que devia para classificar-se (bastavam 2 a 0) e poucas vezes foi incomodado por um rival que até levar o segundo gol abusou da tática de defender-se e ficou na expectativa de um contra-ataque que lhe desse um gol.

A atitude palestrina tem a ver com as limitações do elenco e com temores do treinador. Kleina não conta com grupo de primeiríssima qualidade. Ao mesmo tempo, resiste em muitas ocasiões a optar por esquema agressivo, mesmo contra rivais frágeis. Complica-se num teste mais refinado, como esse contra o Furacão, embalado e com potencial para brigar por dois títulos.

Não se justificam reclamações de palmeirenses em torno de eventuais erros de arbitragem. A rigor, vi um impedimento inexistente, no segundo tempo, marcado contra o time paulista. No mais, foram falhas normais, que não servem para mascarar a disparidade técnica entre as duas equipes.

Kleina e o presidente Paulo Nobre lamentaram a “apatia” dos atletas. Na verdade, não houve presunção nem descaso. Falta futebol mesmo ao Palmeiras para recuperar espaço que lhe cabe entre os melhores. A queda na Copa do Brasil pode dar boa medida do trabalho que tem pela frente.

Trabalho que, talvez, nem seja concluído por Kleina. Pelo tom da entrevista de Nobre há espaço para ilações. O dirigente deixou escapar, nas entrelinhas, descontentamento geral. E insistiu que vai cobrar de quem precisa. Hum…

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NOTICIÁRIO ❘ IG ESPORTE

• Paulo Nobre marca reunião para discutir futuro de Gilson Kleina no Palmeiras

Por Gabriela Chabatura

Ameaçado de demissão, Gilson Kleina terá seu futuro no Palmeiras avaliado nesta quinta-feira. Após a derrota por 3 a 0 para o Atlético-PR e a eliminação na Copa do Brasil , o presidente Paulo Nobre marcou uma reunião com os demais membros da diretoria e com a comissão técnica para o fim da tarde, na Academia de Futebol.

Nobre, o diretor executivo José Carlos Brunoro e o gerente de futebol Omar Feitosa, que acompanharam a partida em Curitiba, desembarcaram em São Paulo antes do elenco e chegaram à cidade durante a madrugada desta quinta. A chegada dos jogadores está prevista somente para as 14h50.

A reunião será para reavaliar o trabalho de Gilson Kleina, que já soma quatro eliminações em mata-mata com a equipe: a Copa Sul-Americana (2012), Campeonato Paulista (2013), Copa Libertadores (2013) e Copa do Brasil (2013). Participarão do encontro o departamento de futebol e a comissão técnica.

“A reavaliação é constante, não tenho nada para falar por enquanto. É a única coisa que tenho para falar agora”, disse Brunoro em rápido contato com o iG Esporte .

Esta não é a primeira vez que o cartola precisa discutir o futuro do treinador. Após a derrota vexatória para o Mirassol por 6 a 2, no Paulistão, Nobre se reuniu com a diretoria e optou por manter o comandante.

Gilson Kleina tem contrato até o fim deste ano e antes da derrota para o Atlético-PR foi cauteloso ao falar sobre o assunto . Até agora foram 62 jogos no comando do time, sendo 31 vitórias, 12 empates e 19 derrotas.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Nobre se diz envergonhado, promete cobranças duras e não garante Kleina

Por Caio Carrieri

A derrota por 3 a 0 para o Atlético-PR e a eliminação da Copa do Brasil tiraram Paulo Nobre do sério. O presidente do Palmeiras se disse envergonhado após o jogo, aumentou o tom de voz para dizer que vai dar uma “chacoalhada” em jogadores e comissão técnica e não confirmou a permanência de Gilson Kleina.

– Todas as decisões que forem tomadas vão ser internamente. A gente não lava roupa suja em publico. Não é só esse jogo, já há alguns jogos o Palmeiras não vem demonstrando a doação do primeiro semestre. Ao contrário do que os senhores (jornalistas) pregam, o Palmeiras ainda não subiu para a Série A – disse o mandatário, ao ser questionado sobre a manutenção do treinador.

Nobre demorou cerca de 30 minutos para aparecer na sala de imprensa. Foi o tempo que ele passou reunido com comissão técnica e jogadores no vestiário do Durival Britto, ao lado de outros dirigentes do clube.

– O Palmeiras é um time copeiro, tem isso no seu DNA. Não faz o menor sentido vir para um jogo eliminatório e não demonstrar a doação que é a marca registrada do clube. As coisas não estão bem. Vamos ter que fazer cobranças duras, com jogadores, comissão técnica. Eu me cobro, cobro os dirigentes, não faz o menor sentido o que aconteceu. Não se toma decisões meia hora depois de uma eliminação. Vamos tomar as decisões de cabeça fria – discursou, irritado.

Foi a primeira vez que o presidente se mostrou indignado com uma atuação da equipe. Depois da derrota por 6 a 2 para o Mirassol, no Campeonato Paulista, o posicionamento foi mais ameno e Kleina foi bancado – naquela ocasião, porém, Nobre estava viajando e só se pronunciou no dia seguinte.

– É uma vergonha tomar de 3 a 0. Não tiro os méritos do Atlético, não responsabilizo a arbitragem. Hoje não foi o Palmeiras que estamos acostumados. O time do Palmeiras é unido, se doa do primeiro ao último minuto e dá trabalho para toda equipe. Nós não verificamos esse time hoje em campo. Cadê o Palmeiras? Cadê o Palmeiras brioso que orgulha o torcedor? Esse tipo de resultado, eliminação, acontece. Mas não pode acontecer dessa forma – completou.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Nobre considera apatia da equipe inadmissível: “Cadê o Palmeiras?”

Paulo Nobre apareceu nos vestiários do Durival de Britto com um cachecol do time no pescoço e declarações de um torcedor extremamente irritado. E, como presidente, cobrou seus comandados pela derrota por 3 a 0 para o Atlético-PR que eliminou o Palmeiras logo na primeira fase que disputou na Copa do Brasil. Disse não ter visto a equipe que se orgulhou em definir como “sangue na veia”.

“O time do Palmeiras é unido, se doa do primeiro ao último minuto e dá trabalho para absolutamente toda a equipe que o enfrenta. Mas não verificamos esse time hoje. Cadê o Palmeiras? Cadê o Palmeiras brioso que orgulha tanto a torcida?”, disse o dirigente, aumentando o tom de voz em suas palavras.

O mandatário detectou apatia no Verdão, o que considera inexplicável. “Esse grupo já demonstrou que é brioso, só que não dá para entender o que aconteceu hoje. O time esteve irreconhecível em campo, e isso é inadmissível no Palmeiras”, falou Nobre, envergonhado.

“É uma vergonha tomar 3 a 0. Sem tirar méritos do Atlético-PR, que é um grande time, jogou muito bem, e não vou responsabilizar a arbitragem, que erra e influencia. O Palmeiras tem que superar todo tipo de problema, e hoje não foi o Palmeiras que estamos acostumados a ver”, prosseguiu.

Os erros de arbitragem citados foram impedimentos marcados equivocadamente, e em um deles Leandro sofreu pênalti, e em possível falta em Charles no começo da jogada do segundo gol paranaense em Curitiba.

Mas nada disso servirá para diminuir as cobranças. “Uma derrota por 3 a 0 e uma eliminação podem acontecer, mas não como aconteceu. Tenho certeza absoluta de que esse time pode dar muito, mas muito mais do que hoje”, afirmou Paulo Nobre.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Presidente promete “chacoalhada” e não garante nem que Kleina fica

O clima nos vestiários do estádio Durival de Britto nesta quarta-feira, em Curitiba, era similar ao visto em Mirassol após o time local aplicar 6 a 2 no Palmeiras. Com a diferença de que Paulo Nobre estava no Paraná e já marcou uma reunião para esta quinta-feira, na Academia de Futebol, na qual pode até optar por demitir Gilson Kleina.

O presidente não garantiu o emprego do técnico, que já sobreviveu à pressão após a goleada sofrida há cinco meses pelo Paulista.

“Há alguns jogos o Palmeiras não mostra a doação em campo característica do primeiro semestre. Vamos dar uma chacoalhada.”

A troca de técnico é uma possibilidade. “Não tem caça às bruxas, a avaliação será feita com cabeça fria. Mas teremos que identificar e tentar entender o que aconteceu para o time ter sido apático em campo”, indicou o dirigente.

A definição não será tomada antes da viagem para São Paulo, na tarde desta quinta-feira. “Não é no vestiário, depois de uma derrota, que vamos ter esse tipo de conversa. E todos precisarão de cabeça fria para aceitar as cobranças”, apontou Nobre, bastante irritado com a apatia do time.

O que complica a avaliação de Gilson Kleina é que, na opinião do presidente, a falta de brio não ocorreu só na derrota por 3 a 0 que eliminou o time da Copa do Brasil. “Mas todas as decisões serão tomadas internamente. Jamais vou tomar uma decisão diante da opinião pública. Não lavamos roupa suja em público”, esquivou-se.

O técnico apareceu para dar entrevista coletiva logo após o mandatário sair. E discordou da sequência de jogos apáticos indicada por Nobre. “Vou cobrar diretamente meus jogadores, mas não vínhamos jogando assim. Temos um elenco competente”, defendeu, cobrando essa análise na conversa desta quinta-feira.

“Na reunião, teremos que pontuar tudo, e fazemos um trabalho árduo. Tenho minha parcela de culpa e não vou transferi-la em momento algum. Não estou contente em ver a equipe jogar assim”, admitiu Kleina, garantindo não ter medo de perder seu emprego mesmo estando na liderança da Série B do Brasileiro, com quatro pontos e um jogo a mais em relação ao segundo colocado.

“Não tenho receio, sou muito tranquilo nesse sentido. Fazemos reuniões semanais e sei do trabalho que realizo. Cabe ao presidente e a quem está acima de mim analisar. A cobrança tem que existir em todo o segmento no Palmeiras, não só nesta derrota. Temos muita maturidade”, afirmou.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Críticas de presidente do Palmeiras expõem impaciência com time e comissão técnica

O destempero do presidente Paulo Nobre após a eliminação do Palmeiras na Copa do Brasil evidencia a falta de paciência da diretoria alviverde com a comissão técnica. Ao criticar publicamente o time e a comissão técnica, o mandatário antecipou uma situação de crise que poderia nem ter sido notada pelos torcedores, pelo menos com a intensidade em que ele a expôs.

Até então, a equipe estava imersa em calmaria.

“Temos convicção, desde o início, de que o trabalho que vem sendo feito está no rumo correto. Tínhamos consciência das dificuldades e, principalmente, das responsabilidades. Mas só poderemos comemorar depois de cumprir nossa obrigação, que é voltar para o lugar de onde nunca deveríamos ter saído, a Série A”, disse Nobre ao site oficial do clube apenas dois dias antes da derrota.

Com a liderança isolada na Série B do Campeonato Brasileiro, o time não era contestado pela diretoria. Isso mudou com uma derrota por 3 a 0 para o Atlético-PR, em que o presidente viu apatia dos jogadores. Após a partida, comissão técnica e atletas foram reunidos no vestiário para uma bronca do mandatário.

O discurso mudou radicalmente após a eliminação.

“As coisas não estão bem e vamos ter que fazer cobranças duras. Vou cobrar jogadores e comissão técnica. Não se pode perder de três gols um jogo desses. Vamos com cabeça fria tomar essa decisão. Nós vamos cobrar internamente tanto a comissão técnica quanto grupo de jogadores”, disse.

A cobrança do presidente alviverde vem após uma eliminação para um time que está em ascensão e figura no G-4 da Série A do Campeonato Brasileiro, jogando dentro de seus domínios. Além disso, o time comandado por Gilson Kleina venceu o primeiro jogo das oitavas de final por 1 a 0, no Pacaembu. 



Nobre usou como exemplo o primeiro semestre em que, segundo ele, embora nenhum título tenha vindo, a equipe demostrou a entrega necessária. No período, o time do Palestra Itália foi eliminado do Campeonato Paulista nas quartas de final, pelo Santos.

Na Libertadores, caiu para o mexicano Tijuana, depois de empatar fora de casa e ser derrotado no Pacaembu.

Com a situação, o treinador Gilson Kleina, até então tranquilo no cargo, fica na berlinda. Ele concordou que faltou brio ao time em Curitiba.

“Acho que não fizemos o que vínhamos fazendo. Alguns jogadores estão vindo do tratamento para o jogo e perdemos alguns importantes, isso é verdade. Temos que estar mais inflamados. Tivemos a vivência disso na Libertadores”, afirmou.



Agora resta ao Palmeiras voltar todas as suas forças para a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro, em que é líder isolada.

Neste sábado, a equipe comandada pelo técnico Gilson Kleina enfrenta o Ceará, em Fortaleza, às 21h (de Brasília).

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Gilson Kleina critica apatia do Palmeiras e diz não temer demissão

A atuação do Palmeiras na derrota por 3 a 0 para o Atlético-PR, nesta quarta-feira, que eliminou o time da Copa do Brasil, irritou o técnico Gilson Kleina. Não só pelo resultado, mas sobretudo pela apatia da equipe dentro de campo.

– Faltou aquela chama da eliminatória de vibrar, competir. Geralmente trabalhamos assim, mas hoje viemos com muita apatia. Em jogo eliminatório, faltou uma chama, faltou estar inflamado, estar mais ligado, entender que decisão tem de correr o jogo todo.

Tem de competir mais, errar menos. Ficamos previsiveis – analisou ele.

O treinador diz não temer a demissão, mesmo com o presidente Paulo Nobre não garantindo a permanência dele.

– Não temo, não tenho receio (de ser demitido). Sei do trabalho que estamos fazendo. Cabe ao presidente analisar. As pessoas que estão acima de mim sabem analisar. Tudo tem de ser pontuado de uma forma interna. O trabalho é árduo, nunca transferimos responsabilidades, temos nossa parcela de culpa. Vamos resolver internamente, o Palmeiras tem de estar na elite ano que vem – declarou.

Kleina classificou como vergonhosa a eliminação da equipe da Copa do Brasil.

– Sem sobra de dúvida, ser eliminado assim é vergonha para todos. Não fizemos grande partida, temos de pontuar tudo e tirar lição disso. A cobrança tem de existir em todos os segmentos do clube. Temos de pontuar, ver todos os fatores, para chegar em uma análise – completou.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

Irritado, Paulo Nobre questiona postura da equipe: ‘Inadmissível’

Por Marcelo Hazan

Vergonha. Foi assim que o presidente Paulo Nobre definiu a derrota do Palmeiras para o Atlético-PR por 3 a 0, na noite desta quarta-feira, em Curitiba. Visivelmente irritado e com tom de voz elevado, o dirigente concedeu entrevista coletiva na Vila Capanema após a eliminação alviverde na Copa do Brasil e questionou a postura passiva dos jogadores dentro de campo.

– O Palmeiras é um time copeiro, tem isso em seu DNA. Não faz o menor sentido vir para um jogo eliminatório e não demonstrar aquela doação que é marca registrada deste time. Não se pode perder de 3 a 0 sem mostrar a reação que é natural nesta equipe. Esse grupo já demonstrou que é brioso, mas não dá para entender o que aconteceu hoje – afirmou o cartola.

Após a derrota, Paulo Nobre se dirigiu aos vestiários do estádio Durival de Brito e, acompanhado pelo diretor executivo José Carlos Brunoro, se reuniu por cerca de 20 minutos com o técnico Gilson Kleina.

A eliminação mudou até a programação do clube. Antes da tradicional coletiva do treinador após as partidas, o dirigente pediu a palavra. Apesar das fortes cobranças, Nobre descartou tomar qualquer decisão sobre possíveis mudanças no departamento de futebol profissional do Verdão ainda em Curitiba.

– Se eu cobro meus vices e me cobro, vamos cobrar os jogadores e a comissão técnica. Todas as decisões serão tomadas internamente. As cobranças existem normalmente e precisamos identificar o que está acontecendo. O time não está demonstrando doação em campo há alguns jogos. Vamos identificar o problema e dar uma chacoalhada – disse.

– Não é no vestiário depois de uma derrota que vamos ter cabeça para conversar. Até porque as pessoas que serão cobradas precisam estar de cabeça fria também – completou.

No próximo sábado, o Palmeiras volta a campo pelo Campeonato Brasileiro da Série B para enfrentar o Ceará, em Fortaleza. Apesar de ver o time ocupar a liderança do torneio com 40 pontos – um de vantagem para o Chapecoense –, Paulo Nobre pede atenção aos atletas para a sequência da temporada.

– Ao contrário do que os senhores (jornalistas) falam, o Palmeiras ainda não subiu para a Série A. O time precisa se doar em todos os jogos – concluiu.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Wesley classifica derrota como vergonha: ‘Que sirva de lição’

Por Marcelo Hazan

A derrota por 3 a 0 para o Atlético-PR, na noite desta quarta-feira, na Vila Capanema, eliminou o Palmeiras nas oitavas de final da Copa do Brasil. E o atual campeão da competição não se conformava com o resultado. Bastante chateado, Wesley disse que seria complicado se acalmar depois do adeus, mas era necessário ter controle, pois o time precisa agora seguir focado na Série B do Brasileiro. Para ele, o revés foi uma vergonha, mas a equipe precisa fazer disso um aprendizado.

– Não era do jeito que queríamos, futebol é assim. Temos de ter tranquilidade, todos vão embora de cabeça quente, temos de refletir para não repetir os erros. Tomara que sirva de lição para que na Série B nós não tenhamos que passar por uma vergonha assim – explicou o jogador.

Sem a Copa do Brasil, o próximo compromisso do Palmeiras pela Série B é contra o Ceará, neste sábado, às 21h, no Castelão.

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NOTICIÁRIO ❘ TRIVELA

• Palmeiras está longe da crise, mas a defesa merece uma bronca

Por Leandro Stein

A situação do Palmeiras está longe da crise alardeada pelo presidente Paulo Nobre, após a eliminação para o Atlético Paranaense na Copa do Brasil. Os alviverdes dão passos largos rumo ao acesso na Série B e, se caíram no torneio nacional, precisam também ter consciência da ótima fase vivida pelos rubro-negros. O sonho de disputar a Libertadores no ano do centenário agora é impossível, mas não é uma culpa que recai apenas sobre o elenco palmeirense – também méritos do outro lado.

No entanto, também não dá para dizer que o Palmeiras está funcionando perfeitamente. Embora mantenha a liderança na Série B, o time de Gilson Kleina tem deixado a desejar nos últimos tempos, em especial na defesa. Ao menos na segunda divisão, as vitórias continuam vindo, mas longe da tranquilidade esperada.

O Palmeiras sofreu 13 gols em suas últimas 12 partidas. Um número que pode não parecer tão alto, mas que possui sua relevância aumentada quando se nota que os alviverdes venceram nove desses jogos. Os triunfos continuam aparecendo, mas é difícil a equipe manter sua meta sem ser vazada ao longo dos 90 minutos.

Neste intervalo, foram somente três jogos sem tomar um tento: 4×0 Icasa, 1×0 Joinville e 1×0 Atlético Paranaense. Desde a virada de junho para julho o Palmeiras não acumula dois jogos com a meta invicta – 2×0 América-RN e 4×0 Oeste. Se o Palmeiras conta com a melhor defesa da Série B, deve muito ao bom desempenho da defesa na larga da competição.

Mesmo contando com Henrique, zagueiro da Seleção, a falta de proteção à zaga alviverde parece crônica. Paulo Nobre não tem motivos para esbravejar e tentar instaurar uma crise no Palestra. Mas, se quiser dar um puxão de orelha em seus defensores pela queda de rendimento, o problema está exposto.

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NOTICIÁRIO ❘ ESTADÃO ONLINE

• Gilson Kleina critica time e diz não temer demissão

Assim como fez o presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, o técnico Gilson Kleina fez duras críticas ao desempenho da equipe na derrota por 3 a 0 para o Atlético-PR, na noite da última quarta-feira, em Curitiba, onde o time acabou sendo eliminado da Copa do Brasil.

O treinador reclamou que faltou mais vibração aos seus jogadores e admitiu que esta eliminação é uma nova lição para os atletas, que nesta temporada caíram na Copa Libertadores com uma derrota para o Tijuana em pleno Pacaembu lotado.

“Não tivemos a identidade que sempre mostramos. Em um momento de decisão, temos de estar mais inflamados, saber jogar uma eliminatória. Falamos sobre isso e tivemos a vivência disso na Libertadores, mas as coisas não aconteceram”, lamentou.

“Temos de fazer uma leitura porque não é essa a equipe que vem jogando (bem). Não foi assim que conseguimos uma sequência de vitórias e de invencibilidade. As coisas não encaixaram e precisamos tirar uma lição de tudo isso”, completou.

Já ao falar da postura exibida pelos jogadores, também criticada por Paulo Nobre, o comandante reconheceu que “ser eliminado assim é uma vergonha para todos”.

“Não fizemos uma grande partida. Para um jogo eliminatório, faltou estar inflamado, ligado e vibrar. Precisamos entender que em decisão tem de correr o jogo todo. Nos cobraremos e levantaremos a cabeça porque não jogávamos desta forma. Normalmente, competimos e marcamos forte, mas hoje (quarta-feira) viemos com apatia e fomos desclassificados”, analisou.

O treinador, entretanto, acredita que o Palmeiras foi prejudicado por erros da arbitragem, que tornaram a missão do time ainda mais complicada neste confronto de volta das oitavas de final da Copa do Brasil.

“Não viemos para ser eliminados. Não podemos tirar o mérito do adversário, eles conseguiram repetir o time, mas também houve erros grotescos da arbitragem. Não marcou um pênalti, foi falta no Charles no segundo gol (de Paulo Baier) e deu dois impedimentos inexistentes, mas temos de reagir”, enfatizou.

Para completar, o comandante garantiu não temer o risco de ser demitido por causa da forma pela qual o Palmeiras foi eliminada da Copa do Brasil.

“Não temo, não tenho receio. Sei do trabalho que estamos fazendo. Cabe ao presidente analisar”, disse.

Após a derrota sofrida diante do Atlético-PR, o Palmeiras voltará a campo neste sábado, às 21 horas, contra o Ceará, no Castelão, em Fortaleza, pela 18.ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Valdivia foi problema em todos os jogos decisivos do time desde 2010

Por William Correia

O Palmeiras perdeu por 3 a 0 para o Atlético-PR, na quarta-feira, e foi eliminado da Copa do Brasil sem Valdivia em campo, o que está longe de ser uma raridade. O chileno, nas poucas vezes em que não foi desfalque, tornou-se problema em todos os jogos decisivos do time desde sua volta ao clube, em agosto de 2010.

Nesta temporada, o jogador ficou fora das três partidas que definiram o destino do time em torneios de mata-mata. Antes de ser desfalque em Curitiba por edema na coxa direita, o meia não participou do empate com o Santos que tirou o Verdão do Paulista nos pênaltis, nas quartas de final, e também não atuou na derrota para o Tijuana, nas oitavas de final da Libertadores.

O desfalque nas duas primeiras partidas decisivas no ano foi polêmico. O camisa 10 treinava normalmente na semana do clássico na Vila Belmiro até a diretoria decidir não liberá-lo para defender sua seleção diante do Brasil. E o jogador, que sempre colocou o Chile como prioridade, disse ter voltado a sentir dores na coxa direita, embora exames mostrassem que a lesão estava cicatrizada.

No empate com o Flamengo que selou o rebaixamento no Brasileiro do ano passado, foi por um problema no joelho esquerdo que Valdivia não esteve em campo. Pelo mesmo motivo, também não foi usado na derrota para o Millonarios que excluiu o Verdão da Copa Sul-americana de 2012, nas oitavas de final.

Mesmo na conquista do título da Copa do Brasil da última temporada, o Mago foi desfalque. O meia abriu a vitória por 2 a 0 contra o Coritiba no jogo de ida da final cobrando pênalti na Arena Barueri, mas foi expulso no início do segundo tempo e, na partida de volta, no Paraná, cumpriu suspensão.

O último duelo decisivo do Palmeiras com Valdivia em campo teve curtíssima atuação do chileno. Voltando de lesão na coxa esquerda, o camisa 10 começou no banco e participou de pouco mais de meia hora da derrota por 3 a 2 para o Guarani que tirou a equipe do Paulista de 2012 nas quartas de final.

Na última rodada do Brasileiro de 2011, o jogador mais caro do elenco foi titular, mas acabou expulso no começo do segundo tempo por agredir Jorge Henrique no empate sem gols que deu ao Corinthians o título do torneio. Naquele ano, ele também ficou fora da eliminação na Sul-americana diante do Vasco por estar a serviço da seleção chilena.

Um clássico contra o Corinthians já tinha gerado problema no meia em 2011. Logo após um chute no vazio, Valdivia machucou a coxa esquerda e saiu no começo da semifinal do Paulista que terminou com classificação alvinegra nos pênaltis. A mesma lesão o impediu de enfrentar o Coritiba, que chegou a aplicar 6 a 0 no jogo de ida para eliminar o Verdão nas quartas de final da Copa do Brasil.
Em 2010, ano de sua volta, o chileno teve uma fibrose na coxa esquerda e, por isso, não participou tanto da reta final do Brasileiro quanto da derrota para o Goiás que excluiu o Palmeiras da Sul-americana de 2010 nas semifinais. Era o início de uma contestável passagem do jogador que chegou há três anos graças a uma transação que custará ao Palmeiras, no total, R$ 36 milhões a ser pagos até 2016, ano seguinte ao fim do seu contrato.

Existe a expectativa de que Valdivia esteja em campo neste sábado, contra o Ceará, pela Série B do Brasileiro, mas ele certamente será desfalque nos três jogos seguintes porque ficará à disposição da seleção chilena. O que só faz Gilson Kleina repetir o que Luiz Felipe Scolari fazia nos dois anos em que comandou o camisa 10: lamentar a sua ausência.

“Se o Valdivia estivesse em campo nos dois jogos contra o Atlético-PR, seria diferente. É claro que sentimos falta dele, ele vinha fazendo a diferença. Mas que ele possa reunir condições para jogos importantíssimos que ainda teremos, que possamos contar com ele nesta reta final de Série B, na qual temos a obrigação do acesso”, disse Kleina.

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NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

• Antes de ‘vergonha’, Palmeiras negocia zagueiro titular com vice-lanterna do Alemão

Por Luiz Cosenzo

O Palmeiras está próximo de negociar o zagueiro Vilson com o Stuttgart, vice-lanterna da atual temporada do Campeonato Alemão. A negociação, que começou antes da ‘vergonha’ diante do Atlético-PR pela Copa do Brasil, foi confirmada pelo advogado do jogador, Tiago Faria.

“O Palmeiras já recebeu a proposta do Stuttgart. A negociação está caminhando e podemos ter um OK ainda hoje. Estamos esperando apenas a liberação do Palmeiras”, disse Faria.

“Se tudo for concretizado, o Vilson deve viajar no final de semana para a Alemanha. Ele depende da liberação do Palmeiras para negociar com o Stuttgart”, acrescentou.

De acordo com Faria, Vilson ainda não foi comunicado sobre o andamento da negociação. “Não conversei com o Vilson sobre a negociação, já que ele jogou ontem”, contou o agente referindo-se à eliminação do Palmeiras para o Atlético-PR.

O zagueiro foi contratado pelo Palmeiras no início do ano após ser envolvido na negociação de Barcos com o Grêmio. Além de Vilson, o acordo envolveu também as transferências de Leandro, Léo Gago e Rondinelli para a equipe paulista.

Vilson tem contrato com o Palmeiras até o final da temporada. Assim que chegou ao clube, foi escalado de volante pelo técnico Gilson Kleina. Atualmente, forma a dupla de zaga com Henrique.

Caso a negociação seja concretizada, o time do Parque Antarctica terá apenas Henrique, Tiago Alves e André Luis para o setor defensivo. No site do clube, ainda consta a presença de Marcos Vinicius, Wellington, Luiz Gustavo e Thiago Martins, que veio do Mogi Mirim.

O Palmeiras volta a campo no próximo sábado, quando enfrenta o Ceará, fora de casa, 21h, pela 18ª rodada da Série B do Brasileiro. O clube lidera a competição, com 40 pontos –um a mais do que o Chapecoense, vice-líder.

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BLOG DO PAULO VINÍCIUS COELHO ❘ ESPN BRASIL

• No dia da eliminação, Palmeiras vende Vílson para o Stuttgart. Crise começou antes da derrota

O zagueiro Vílson deve deixar o Palmeiras hoje e rumar para o Stuttgart, da Alemanha. A negociação estava sendo concretizada ontem, horas antes de o time entrar em campo para a partida contra o Atlético Paranaense. Deve ser confirmada nas próximas horas. A atuação ruim do zagueiro titular do Palmeiras pode ter a ver com a negociação no dia da decisão.

Vilson veio na negociação com Barcos. Não está clara qual a participação do Grêmio no negócio e a porcentagem que caberá ao Palmeiras. O clube paulista precisa do dinheiro. A questão é o momento para fazer o negócio.

A cobrança do presidente Paulo Nobre depois da partida contra o Atlético Paranaense pode ter outras razões. Há duas semanas, o clube pagou um dos dois direitos de imagem atrasados. Usou as rendas das partidas contra o Paysandu e Paraná Clube para quitar o débito. O discurso para os jogadores pregava parceria. Se o Palmeiras dedicar-se, ganhar jogos e lotar o estádio, juntos time e diretoria conseguirão saldar as dívidas.

Nem sempre jogador de futebol reage bem a esse tipo de abordagem. O Palmeiras jogou mal contra o Paysandu e virou o jogo com boas atuações de Wesley e Mendieta. A virada contra o Paraná Clube aconteceu por causa da boa atuação de Valdivia. Em seguida, o meia voou para a Suécia para disputar amistoso contra o Chile. Lá, machucou-se.

Valdivia fez falta contra o Atlético Paranaense. O Palmeiras jogou mal e perdeu a vaga na Copa do Brasil. Era uma ambição digna ganhar a Copa do Brasil e alcançar a vaga na Libertadores no ano do centenário. Digna se for encarada dentro da realidade. O discurso pós-derrota amplifica uma crise desnecessária. Também aumenta a chance de a torcida reagir como fez depois da derrota na Libertadores contra o Tigre, cobrando jogadores no aeroporto.

O problema não é falta de dedicação. O relacionamento time-diretoria melhorou muito em relação aos anos anteriores. Mas a entrevista do presidente Paulo Nobre mostra que ainda não é a ideal. Vender jogador em dia de decisão também não é o jeito certo de avançar. Mesmo que o clube precise do dinheiro.

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BLOG DO LUIZ ANTÔNIO PRÓSPERI ❘ ESTADÃO ONLINE

• Palmeiras se iludiu com Gilson Kleina

O presidente Paulo Nobre se iludiu com Gilson Kleina. José Carlos Brunoro, braço direito de Nobre, também. Os dois enxergaram em Kleina um arremedo de Vanderlei Luxemburgo quando este treinador desembarcou no Palmeiras em 1993. Naqueles tempos, Luxemburgo era uma boa novidade e entendia como poucos de futebol e na formação de um bom elenco e, por tabela, um grande time.

Luxemburgo tinha no currículo o título de campeão paulista no comando do modesto Bragantino, um clube sem estrutura e dependente do clã dos Chedid, família de muita plumagem na cartolagem brasileira.

Brunoro apostou as fichas da Parmalat em Luxemburgo e se deu bem. Naqueles tempos de fartura, Paulo Nobre era um jovem saindo da adolescência e um fanático das arquibancadas em nome do Palmeiras.

Vinte anos depois, Brunoro e Nobre formaram uma parceria imaginando que a história, com a devida ressalva, poderia se repetir. Então resolveram adotar Kleina, contratado por Arnaldo Tirone, para comandar a nau alviverde. O currículo de Kleina era inexpressivo. Vinha de uma boa campanha pela Ponte Preta na Série B e ponto final.

Kleina não fez o Palmeiras jogar no Paulistão, deu um sopro de de vida na Libertadores até ser eliminado pelo Tiujana (quem?) e entrou na Série B, sempre respaldado por Brunoro e Nobre de que a Segundona era a prioridade do Palmeiras.

Com Valdivia em forma, o time de Kleina sobrou na Série B. Aí apareceu a Copa do Brasil no meio do caminho. Brunoro e Nobre sonharam com moderação, se é que um sonho pode ser moderado, de que o Palmeiras poderia ir um pouco mais longe nesta competição. A derrota para o Atlético-PR nesta quarta-feira pulverizou o sonho.

Indignado com a forma como o time foi varrido pelo Furacão, Nobre percebeu, enfim, que Kleina não tem estofo para ser o comandante do time em 2014. Na Série B, tudo bem. Na Série A, o mundo é outro.

Kleina, sem Valdivia, não faz o Palmeiras jogar. Sem Valdivia, o homem de referência de Kleina é Márcio Araújo. Não por acaso as redes sociais desta quinta-feira se entupiram com #Fora Kleina.

Quem abraça jogadores como Márcio Araújo não costuma ir longe. Naqueles tempos de Luxemburgo, o volante do Palmeiras era Cesar Sampaio.

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL

• Kleina fora do Palmeiras?

Já no começo da madrugada desta quinta-feira, tornou-se crítica a situação do técnico do Palmeiras, Gilson Kleina, após a eliminação do time na Copa do Brasil, com a vexatória derrota para o Atlético Paranaense- por 3 a 0!

Enquanto a torcida palmeirense “bombava” no twitter contra o treinador, o presidente do clube, Paulo Nobre, se dizia envergonhado e não garantia a permanência de Kleina no comando do time.

Nobre falava, num primeiro momento, em cobrar o treinador, a comissão técnica e os jogadores pela apatia demonstrada e citou, com razão, que já há alguns jogos o Palmeiras não vem jogando bem.

Bem, o que isso significa?

Significa que foi criado um suspense, com desfecho imprevisível: Kleina está na corda bamba, assim como alguns jogadores terão de explicar a queda de rendimento e as razões de, em jogo decisivo, parecerem estar num simples treino coletivo, sem a chama da ambição e sem ”o sangue na veia” tão decantado.

Minha opinião: Kleina tem culpa, sim, de o Palmeiras jogar tão recuado ao invés de tentar um gol ainda no primeiro tempo que praticamente lhe consolidaria a classificação- como manda o regulamento da Copa do Brasil. Jogar de maneira tão cautelosa só fez o bom time do Atlético Paranaense atacar à vontade, criando chances para até golear o Palmeiras. Se não foi ordem de Kleina equívoco tão grave, então foi falta de comando sobre os jogadores. O que é ruim do mesmo jeito.

A outra parte da crise, é tão séria quanto a do treinador: por que Juninho vem jogando tão mal e sem forças? Por que Leandro, que vinha atuando bem, de uns jogos para cá caiu tanto de rendimento? Por que Charles parece se arrastar em campo? Por que o capitão Henrique, logo agora que foi novamente convocado para a Seleção Brasileira, passou a errar como um zagueiro qualquer? Por que Alan Kardec está fugindo tanto da área? E daí por diante, passando pelo contestadíssimo Márcio Araújo e por quase o time inteiro…

Ah, que falta faz Valdivia. Mas a realidade é a de que Valdivia só pode jogar de vez em quando. Diante desse quadro cheio de interrogações, difícil prever o desfecho da crise que se insinuou. Meu palpite: acredito que Kleina não saia agora, tendo a chance de seguir em frente na Série B, mas acredito que não ficará para o próximo ano- o do Centenário. Em todo o caso, qualquer decisão que seja tomada não me surpreenderá.

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BLOG DO BENJAMIN BACK ❘ LANCENET

• Foi uma vergonha a eliminação do Palmeiras?

 O Palmeiras nada de braçada na Série B! O time é líder, faz uma boa campanha, e apesar de ter sido derrotado pelo Boa Esporte no último sábado, não existe a menor possibilidade de o Verdão não voltar para a Série A em 2014. Porém, clube grande na segunda divisão não faz mais do que a obrigação, no entanto, ficou provado de que esse elenco é bom apenas para disputar a Série B, afinal, bastou pegar pela frente uma equipe bem montada, que o Palmeiras percebeu que a realidade é outra!

O presidente Paulo Nobre ficou revoltado com o placar e a forma como o Palmeiras foi eliminado da Copa do Brasil nessa quarta-feira: ” É uma vergonha tomar de 3 a 0. Não tiro os méritos do Atlético, não responsabilizo a arbitragem. Hoje não foi o Palmeiras que estamos acostumados. O time do Palmeiras é unido, se doa do primeiro ao último minuto e dá trabalho para toda equipe. Nós não verificamos esse time hoje em campo. Cadê o Palmeiras? Cadê o Palmeiras brioso que orgulha o torcedor? Esse tipo de resultado, eliminação, acontece. Mas não pode acontecer dessa forma”.

Bem, após esse desabafo em público, acredito que mudanças acontecerão, a começar pela comissão técnica! Uma parte dos torcedores questiona Gilson Kleina há algum tempo, mas pelo teor das palavras do presidente do clube, tudo leva a crer que seus dias parecem estar contados! Vejam só: ” O Palmeiras é um time copeiro, tem isso no seu DNA. Não faz o menor sentido vir para um jogo eliminatório e não demonstrar a doação que é a marca registrada do clube. As coisas não estão bem. Vamos ter que fazer cobranças duras, com jogadores, comissão técnica. Eu me cobro, cobro os dirigentes, não faz o menor sentido o que aconteceu. Não se toma decisões meia hora depois de uma eliminação. Vamos tomar as decisões de cabeça fria”.

Logo…

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COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• O dono do time

A comissão técnica do Palmeiras está encantada com o comportamento de Fernando Prass fora dos campos. O goleiro consegue ter ótima relação com todos os grupos de jogadores do Verdão.

• Saindo de cena

Mustafá Contursi está fazendo pressão para que Paulo Nobre tire José Carlos Brunoro de cena no Palmeiras. Cada vez que vê o diretor executivo dando uma entrevista, o ex-presidente tem surtos de raiva.

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COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO

Por Bernardo Itri

• Ressurreição

Ex-presidente do Palmeiras, Arnaldo Tirone reapareceu após mais de seis meses distante da rotina do clube. O cartola foi ao jantar de aniversário palmeirense, na segunda-feira, e foi convidado para sentar com Roberto Frizzo, seu vice, que tenta se fortalecer para disputar a próxima eleição do clube, em 2014.

• Panorama

No jantar de comemoração, Mustafá Contursi, ex-presidente e cartola com certa influência na atual gestão, foi bombardeado por questões de cartolas sobre a situação do Palmeiras.

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COLUNA DE PRIMA ❘ LANCE!

Por Marcelo Damato

• Expansão

O Palmeiras vai ganhar a quinta loja oficial, esta num shopping, na Zona Leste de São Paulo. A inauguração será no dia 4, com coquetel para dirigentes e convidados, entre eles o ídolo do time Ademir da Guia. O Palmeiras deve abrir ao menos outras seis Academia Store até o fim de outubro.

• Dívidas

O presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, reuniu ontem informalmente o COF para apresentar uma ideia de reestruturação da dívida do clube. O projeto envolveria um aporte do grupo Votorantin, para saldar cerca de 20% da dívida, e teria como garantia receitas do clube nos próximos cinco anos.

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OUTRAS NOTÍCIAS :

ESPN BRASIL – Bate-Bola 1ª edição → PVC: ‘Jogo contra Atlético-PR definiu que Kleina não será técnico do Palmeiras em 2014’
 
BLOG DO ROBSON MORELLI → O Palmeiras precisa resolver três pontos: seu técnico, a permanência de Márcio Araújo e a contratação de um goleiro
 
TERRA → Palmeiras terá reunião nesta quinta para entender decepção de Curitiba
 
GLOBO ESPORTE COM → Com proposta do Stuttgart, Vilson pode deixar o Palmeiras até segunda
 
UOL ESPORTE → Eliminação da Copa do Brasil deixa Palmeiras fora da Libertadores em ano do centenário
 
TERCEIRO TEMPO → Presidente não garante Kleina no Palmeiras, se diz envergonhado e acusa jogadores de apatia
 
ESPN BRASIL → Nobre desabafa em entrevista, admite cobranças e vê eliminação ‘vergonhosa’ na Copa do Brasil
 
GLOBO ESPORTE COM → Kleina lamenta ausência de Valdivia e vê acesso como obrigação
 
GAZETA ESPORTIVA NET → Kleina aponta que faltou “chama” e espirito de decisão ao Palmeiras
 
TERRA → Pedidos pela saída de Kleina do Palmeiras dominam o Twitter no Brasil
 
LANCENET → Kleina lamenta ausência de Valdivia e projeta volta na Série B
 
GLOBO ESPORTE COM → Kleina critica falta de ‘pegada’, fala em vergonha, mas não teme demissão
 
UOL ESPORTE → Após bronca de presidente, Kleina diz que não tem receio de sair do Palmeiras
 
JP ONLINE → Presidente do Palmeiras se diz envergonhado e critica apatia do time em eliminação
 
ESTADÃO ONLINE → Indignado, Nobre vê postura ‘inadmissível’ do Palmeiras
 
GLOBO ESPORTE COM → ‘Zerado’ em mata-mata, Palmeiras vai do céu ao inferno em cinco dias
 
JP ONLINE → Palmeiras é goleado pelo Atlético-PR e dá adeus ao sonho do bi da Copa do Brasil
 
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45 respostas em “Verdão na Mídia 29-08-2013: Atlético-PR escancara limitações do Palmeiras ❘ Blog do Antero Greco”

Bom se o Nobre quer tanto este tecnico idiota ….de hoje em diante a torcida deveria parar de pagar o Avanti.

A gestão ´´profissional´´, é uma mentira, pois o único profissional no Palmeiras é MUMU, o maldito, sim o luciferiano é profissional em ferrar o Palmeiras há 37 anos seguidos!

Uma coisa é liderar a segunda divisão, outra é ter elenco suficiente para incomodar os melhores do Brasil, na primeira.

Pelo futebolzinho que tem jogado, se estivesse na série A, o Palmeiras seria candidato forte ao rebaixamento.

O Palmeiras é típico time da série B. Não tenham ilusões.

Acho que esse jogo serviu não para mostrar que o time do Palmeiras é fraco, mas que o técnico Gilson Kleina é fraco. Ele insiste em deixar Marcio Araújo no time titular e já ficou mostrado que o jogador mal serve para reserva. A formação tática do time era totalmente defensiva e todos os jogadores pareciam estar com medo do jogo e mesmo jogando defensivamente, via-se falhas de marcação básicas, onde nem no rebote havia jogador para evitar o gol do Paulo Baier, com 40 anos de idade e correndo mais do que muito jovem por aí.
Eguren no banco é uma ofensa. Jogador da seleção amargar reserva para Marcio Araujo é sacanagem. E nosso lateral Juninho, disseram a ele como faz para marcar e como cruzar uma bola? Onde está o treinador nessa hora, além do técnico?

Não sei, pra mim estamos carentes de um bom técnico/treinador. Um clube como o Palmeiras não pode jogar com medo da maneira que jogamos ontem.

Agora com mais tempo, li algumas reportagens, os 700K do Vilson veio estipulado em contrato. Culpado é quem aceitou esse tipo de contrato, esse é o nível dos nossos gestores “Gestão Profissional”.

Lembrando de um passado não tão distante assim, vexames em cima de vexames, essa derrota para o Atlético-PR tem um lado positivo, perdemos para um time entrosado, e que disputa título na série A. Ainda bem que não pegamos o Luverdense ou o Salgueiro, o vexame seria maior.

Vou repetir o que disse num reply : Quem quer pagar as dívidas é o Mustafa! O mesmo que rebaixou o time na primeira vez e na segunda com o Tirone e repete a dose com o Paulo Nobre, que na minha opinião é bem intencionado, mas não é quem MANDA DE FATO.

Nobre e Brunoro especialista em doar jogadores ,primeiro Barcos,depois Souza e João Pedro, Bruno Sabia e agora Vilson, e cada um com estòria mais esquisita que a outra,e nòs estamos precisando de dinheiro, senão dariam dinheiro junto com o jogador.

A última notícia do Damato então é a pior, se endividar por mais 5 anos com a Votorantim para o próximo presidente já ter o que culpar.

Espero que as mudanças na escalação comecem pro próximo jogo.
Ficar na defesa esperando o adversário nunca foi uma boa…é só ver os jogos de ontem:
Palmeiras, Santos e Cruzeiro quiseram se segurar no resultado do primeiro jogo e cairam fora; o Botafogo jogou buscando fazer mais gols e tá classificado!!!
E outra; primeiro volante que não suja o calção e nem toma cartão é sinal que não marca ninguém.
De resto é esperar acabar logo esse calvário, subir e trazer de volta alguns bons valores que essa merda de comissão liberou pra outros times.

me sinto um idiota depois de fazer propaganda do Avanti para Deus e o mundo, pensando em um Centenário digno para o clube! Ninguém da diretoria importância para essa merda pq eu devo dar e perder meu tempo e dinheiro???

Gestão profissional é a pqp !!!!

O melhor markenting no futebol è time vitorioso, prà isso presidente,diretoria,comissão tecnica tem que ter gana de ser campeão, aqui Nobre e Brunoro aceitam sò participar e se ve na cara do Kleina que o Palmeiras è muito prà ele,Nobre e Brunoro transformaram o Palmeiras numa ponte preta com maior torcida,cade o falado plsnejamento prà ser camoeão???? E o profissionalismo com a perda de receita da renda da copa do Brasil, o Atle pr,não paga diretor caro como Brunoro,não paga uma folha de elenco maior que a nossa e fazem o time jogar,Essa diretoria è pior que Tirone e Frizzo,falam bonitinho ,mas não resolvem nada.

Não sei se foi sensato o P.Nobre vir a público e falar tudo o q estava engasgado p a imprensa, mas uma coisa ele está certo, a eliminação na Copa do Brasil pode por na conta do tecnico GK. E pq?
a forma como vem escalando a equipe, tanto aki em SP como lá no PR, ele errou feio; outra coisa, jogadores sem motivação p passar de fase na Copa do Brasil, isto demonstra a falta de liderança do tecnico e insegurança com o grupo. como um time que acabou de receber os direitos de imagem atrasados pode jogar tão mal, pareciam q tinham comido uma feijoada ou buchada de bode antes da partida! Ele tem razão em falar que foi inadmissível esta derrota, não conseguir fazer um gol sequer no CAP do todo poderoso Wagner Mancini? Fala serio né? Tenho certeza que eles vão perder p o Inter-RS na proxima, pois o time deles sem o Paulo Baier – 39 anos, é bem limitado, sem contar akele Dellatorre que perde um caminhão de gols, parece até o Maicon Leite q jogou por aki!
Outra coisa importante a se dizer, ano passado o mega ultrapassado tecnico LFE vulgo Felipão e o atual GK, apostou suas fichas no Marcio Araujo e Mauricio Ramos e deu no q deu…este ano ele continua insistindo na mesma moeda, so q agora com o Juninho e Charles tbm e novamente deu no q deu, desclassificação da CB totalmente de forma vergonhosa sem contar os prejuízos desta desclassificação. Assim não dá…Fora Kleina…fora Marcio Araujo e Juninho!!!

Quanto blá-blá-blá nestas entrevistas.
Resumindo: 1 -o PN realmente acha que dá pra montar um bom elenco com esta política de sangue na veia ( o meu já está saindo das veias de tanta raiva). 2 – A velha e chata questão financeira. Galo e Foguinho carioca tiram dinheiro de onde? O Botafogo nem torcida tem. 3 – Se Mustafá quer Brunoro fora, começo a ficar mais preocupado ainda, pois ambos são ruins para o Palmeiras.
Se o Palmeiras perder para o Ceará, bye Mr.Kleina!

O que o palmeirense mais vem fazendo ultimamente é “aprender a lição”. Até quando ganhamos a Copa do Brasil e não contratamos nenhum reforço, “aprendemos a lição”, caindo para a Série B. Todo ano a história é a mesma, de arrumar a casa, para que no ano que vem o time seja bom. E esse time bom nunca aparece. Ano após ano. Precisamos de dirigentes que gostem do Palmeiras, e não das piscinas e carteirinhas.

enquanto o governo federal estuda um meio de perdoar as dividas dos clubes o PN quer pagar a do Palmeiras. e o pior não é vender um jogador titular, é ele sair quase de graça.

Engano seu, Bill. Quem quer pagar as dívidas é o Mustafa! O mesmo que rebaixou o time na primeira vez e na segunda com o Tirone e repete a dose com o Paulo Nobre, que na minha opinião é bem intencionado, mas não é quem MANDA DE FATO.

Que sirva de lição? Já repetiram de ano, outra vez, e ainda não aprenderam. O importante é ganhar o título do NADA CONSTA. Zelar a dívida e ficar de bem com os bancos. A torcida que se dane. Temos para quem torcer?

Não sei se alguém notou:
Ano passado contra o Milionários, este ano na primeira fase e nas oitavas da Libertadores e agora na Copa do Brasil… Em todos os torneios mata-mata que disputamos desde a vinda de Kleina não fizemos um único gol como visitantes. NENHUM. Será só coincidência?

Nesse momento acho que o P. Nobre devia ficar calado e DAR TOTAL APOIO AO KLEINA. Se ele não foi inteligente antes ao mante lo, que seja agora. ESPERA O TIME ASSEGURAR A VAGA PARA A SÉRIE A e dai REFORMULA TUDO.

MEXER AGORA NÃO VAI AJUDAR EM NADA. Primeiro, vai contratar quem? Segundo, pode desestabilizar o time que faz seu papel na série B. La para final de outubro, começo de novembro faz a limpa no elenco e contrato um novo técnico.

A única coisa que me vem à cabeça depois de ler as matérias sobre o inconformismo do Paulo Nobre com o resultado de ontem é: HIPOCRISIA! Doou nosso centroavante por refugos emprestados; dispensou muitas promessas e ficou com jogadores que não estavam rendendo nada; ontem, em plena decisão importante, não só para esse ano, mas para os projetos para o Centenário (bom, pelo menos os MEUS projetos, né), vende outro jogador titular, que estava se destacando na defesa – se tivéssemos passado, com que time entraríamos em campo para as quartas de final? Tem uma rivalidade idiota com a W.Torre e não aproveita os benefícios que a parceria poderia render, mas aparece toda hora em entrevistas reclamando que não tem dinheiro. Ouve atentamente os conselhos do mustafá bom e barato, e depois reclama da qualidade do futebol apresentado. Como o mustafá tem sorte, não? Conseguiu dois presidentes com zero de personalidade em dois mandatos seguidos para manipular.

Pra mim seria o nome certo no momento, se um cara consegue fazer bons trabalhos em times pífios vai conseguir fazer bom trabalho tendo tempo pra montar um bom time (se vier agora, para montar o time para o centenário). Chega de medalhões! burrici e luxspoker nem pensar!

Time com 3 volantes, tomar 3 gols, sempre sair perdendo, só nós que vemos que tem alguma coisa errada? que adianta esta formação tática, 3 volantes é pra não tomar gol de forma alguma…. de quem é a culpa, de quem escala ou de quem joga?

Exatamente…… o Kleina usa essa tática há pelo menos 12 jogos, sendo 10 na Série B, e saímos perdendo em 5 ocasiões (Figueirense, São Caetano, Paraná, Paysandu e CAP) e levamos bola na trave do Oeste quando o jogo estava 0x0 e o Icasa perdeu o jogo quando tb estava 0x0.

Depois de toda a dificuldade vista contra times modestos da Série B e ver o técnico continuar persistindo no erro, é hora de rever o trabalho deste treinador.

Victor, o massaraujo tá há vários anos no Palmeiras e o que ganhou? NADA. O Felixão só ganhou a copa do brasil depois que tirou esse infeliz do time. É muita coincidência? Mas depois o fdp voltou de titular e caímos pra série B. Queria saber quanto cada treinador ganha pra escalar os mesmos morféticos que estão aí a 100, 200, 1000 jogos jogando sempre com regularidade, sempre mal. Ser regular não significa jogar bem e sim jogar sempre do mesmo jeito, a mesma bosta.

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