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Verdão na Mídia 01-09-2013: É dura a realidade para o Palmeiras ❘ Maurício Noriega

COLUNA DO MAURÍCIO NORIEGA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• É dura a realidade para o Palmeiras

Para um torcedor que nasceu, cresceu e se manteve durante décadas com fartas doses de conquistas e grandes times, o palmeirense passa, seguramente, pelo maior período de provação em sua existência de arquibancada. 

Não se trata apenas de dois rebaixamentos em dez anos. A verdade, que dói nos corações palestrinos, mas é a verdade e deve sempre ser dita, é que o Palmeiras ficou para trás.

Isso não quer dizer que o clube deixou de ser grande, perdeu importância, nada disso. Mas o processo pelo qual o Palmeiras passa hoje tem paralelo no mundo empresarial. No ramo administrativo, alguns termos são utilizados para resumir a situação vivida hoje pelo Verdão. Tais como “downsizing”, “outplacement” e “turnaround”.

Em “futebolês”, uso o caso do zagueiro Vilson para tentar me explicar. Por estar quebrado, sem dinheiro em caixa, atolado em dívidas, o Palmeiras não tem poder de compra nem de negociação. É o caso do sujeito que estoura cheque especial, cartões e tenta negociar alguma coisa no banco. Não tem lado bom para quem deve, tem o “menos ruim”.

Só alguém muito ingênuo para acreditar que a direção do Palmeiras não sabia o que estava fazendo quando contratou Vilson, naquele negócio até hoje contestado que envolveu a ida de Barcos para o Grêmio.

O resumo da ópera é o seguinte: sem dinheiro para pagar uma parcela da contratação de Barcos, sem recursos para contratar e sem jogadores para formar um elenco, o Palmeiras “vendeu” sua dívida com a LDU, do Equador, e pegou alguns trocados para tocar a vida até as coisas melhorarem.

Não tem segredo e não tem almoço grátis, como dizem os homens de negócios. Historicamente, o Palmeiras sempre será gigante, mas, momentaneamente, diminuiu de tamanho em busca de recolocação para tentar dar uma volta em sua realidade. Uso a tradução dos três termos em inglês que escrevi neste texto para exemplificar o que parece.

Quando contratou Vilson, o Palmeiras, obviamente, já sabia que o agente trabalhava para colocá-lo no mercado europeu. Sem poder de barganha, teve de aceitar o que estava em contrato, porque mesmo se quisesse algo diferente, não tinha dinheiro para bancar.

É a dura realidade de quem está quebrado. O resultado provoca a ira da torcida, mas rende algum para o clube (para quem está devendo, qualquer entrada é melhor do que uma saída) e alivia a folha salarial. E, cá entre nós, duvido que o Palmeiras tenha ficado apenas com os R$ 700 mil da multa contratual. Deve ter algo a mais, só que o clube não quer divulgar.

Porém, para o torcedor que não tem obrigação de lidar com números nem entender termos rebuscados de administração corporativa, qual o horizonte que se desenha para o centenário alviverde? Ao que parece, um futuro próximo nada luxuoso, mas que possa encaminhar a reconstrução e o reposicionamento do clube em seu lugar de direito. Talvez sobre algum para investir, porque o volume das dívidas tende a diminuir.

Não se conserta em uma temporada uma década de equívocos. Como sempre trabalhou mal a base, porque nunca precisou dela em seus anos de abundância, o Palmeiras não tem, hoje, essa “poupança” futebolística de outros clubes. O momento é de aceitar a redução momentânea de tamanho e importância para recuperar rapidamente o lugar e o peso históricos.

O primeiro passo é voltar à Série A, mas não como voltou em 2003, sem mudanças na estrutura administrativa e política. Por não ter bancado a reforma necessária naquele período é que o Palmeiras sofre até hoje. Para não sofrer mais, terá de sangrar controladamente para estancar de vez a hemorragia mais adiante. Sonhar não custa nada só na frase feita.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Kleina valoriza empate e aponta desgaste emocional do Palmeiras

Por Juscelino Filho

Sem vencer há dois jogos (um pela Série B e outro pela Copa do Brasil), o Palmeiras mirava se recuperar com uma vitória em Fortaleza, mas acabou satisfeito com o empate por 2 a 2 com o Ceará. Mas o ponto conquistado fora de casa não foi tão lamentado pelo técnico Gilson Kleina.

Três dias após a eliminação na Copa do Brasil, o treinador ficou satisfeito com o desempenho da seua equipe, principalmente por causa da recente sequência na temporada. Além do desgaste físico pela série de jogos e pela viagem até o Nordeste, o comandante vê o time cansado também mentalmente após o resultado adverso em Curitiba.

– Há um desgaste físico que já vem de um tempo. Estamos jogando a cada três dias, praticamente, e tivemos perdas sentidas nos últimos jogos. Viemos de uma eliminação, que também causou um desgaste emocional. E depois de duas viagens (Curitiba e Fortaleza), tivemos de nos superar. Alguns jogadores estavam extenuados, foi por isso até que tirei o Valdivia e o Mendieta – declarou o treinador.

Apesar da desvantagem física em relação ao Ceará, que não jogava há 11 dias, o Palmeiras conseguiu fazer um bom jogo e teve até mais chances de gol que o adversário. Porém, faltou pontaria à equipe alviverde.

– Fizemos um bom jogo, criamos bastante, mas pecamos nas finalizações. Se tivéssemos saído na frente, teríamos condições melhores para administrar o resultado. Mas, mesmo tomando o gol, mantivemos o equilíbrio e buscamos o empate duas vezes. No final, ainda tínhamos condição de fazer o terceiro, mas fico satisfeito com o ponto somado – analisou Kleina.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Cauteloso, Kleina pede para Valdivia manter planejamento no Chile

Depois de cinco partidas, o Palmeiras pôde contar com Valdivia no último sábado, no empate por 2 a 2 com o Ceará, pela 18ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Mas ele já será desfalque no próximo jogo. Recuperado do edema na coxa direita, o meia viaja para integrar a seleção chilena e não enfrenta o Chapecoense na terça-feira, no Pacaembu.

O Mago já havia sido convocado anteriormente pelo técnico Jorge Sampaoli, para amistoso contra o Iraque, em 14 de agosto. Porém, ao se apresentar à seleção, teve constatado um edema na coxa e acabou cortado do jogo. A lesão acabou atrapalhando a sequência do meia também no Palmeiras. Ele ficou fora de cinco partidas, inclusive as duas pelas oitavas de final da Copa do Brasil, quando a equipe acabou eliminada pelo Atlético-PR.

– Antes de se machucar, ele vinha em uma sequência espetacular, e é o que nós queremos que se repita agora. Pedimos para ele ter um diálogo com os profissionais do Chile para que possamos ter ele de volta, sem problemas – disse o técnico Gilson Kleina.

Valdivia  vai jogar pelo Chile contra a Venezuela, no dia 6 de setembro, pelas eliminatórias da Copa de 2014, e no amistoso diante da Espanha, no dia 10 do mesmo mês, na Suíça. Além do duelo com o Chapecoense, ele também perderá os jogos contra Atlético-GO (7 de setembro, em Goiânia) e ASA (10 de setembro, no Pacaembu).

Gilson Kleina também terá mais dois desfalques por causa de convocações. Eguren, que na verdade é reserva no Verdão, estará com o Uruguai, enquanto o capitão Henrique defenderá a seleção brasileira diante de Austrália (em Brasília) e Portugal (em Boston, EUA).

– Temos o Tiago Alves, que está agora no lugar do Vilson (negociado para o futebol alemão). É um zagueiro muito regular, que vai pegar confiança a cada jogo e vai agradar à torcida. Além dele, temos o André Luiz, que pode perfeitamente fazer a zaga na terça. Vamos apostar neles – completou Kleina.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Kleina elogia equipe e explica saídas de Valdivia e Mendieta

O empate em 2 a 2 contra o Ceará, neste sábado, não foi considerado ruim pelo técnico do Palmeiras, Gilson Kleina. Ele fez elogios à equipe após o confronto.

– Temos o desgaste físico e emocional, com a eliminação, jogos seguidos, viagem… Estamos tendo muitas partidas com pouco tempo para recuperar. Quando conseguimos reorganizar, somos fortes, com a força do elenco. Tivemos muito brio para buscar esse empate. O goleiro deles fez a diferença no jogo – declarou ele.

Durante a partida, Kleina tirou Valdivia e Mendieta. Segundo o técnico, as alterações foram feitas por conta do cansaço de ambos.

– Estamos retomando o protocolo daquela sequência espetacular dele, que queremos que aconteça de novo agora. Ele fez grande primeiro tempo, foi nítida a queda dele depois. Vínhamos monitorando. Valdivia precisa ter contato com a bola porque é um grande articulador, quando vimos que a distância dele com os companheiros começou a aumentar, tiramos. Foi o mesmo com o Mendieta, que é outro que está muito cansado ultimamente – declarou.

Sobre as críticas que o presidente Paulo Nobre fez à equipe durante a semana, o treinador disse que recebeu apoio do dirigente antes do duelo com o Ceará.

– Dentro da derrota ou da vitória, sempre há reuniões semanais. Sempre tentamos estar atentos. Isso é passado, vamos ver para a frente. Canalizamos forças, tivemos muita força da diretoria. Administramos internamente. Nunca queremos sair com o resultado ruim, lutamos sempre por isso – completou.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Valdivia não se avalia fisicamente, mas vê entrosamento com Mendieta

O empate com o Ceará foi o primeiro jogo de Valdivia após exatas três semanas sem entrar em campo por conta de um edema na coxa direita. Mas o meia, embora tenha dado assistência para o gol de Alan Kardec, não quis apontar sua condição física.

Limitou-se a fazer elogios como em uma campanha para voltar a ser titular com o amigo Mendieta.

“Eu me entendi bem com o Mendieta”, disse o chileno, que tem ciceroneado o paraguaio no Palmeiras e, no Castelão, teve a primeira oportunidade de ser titular ao lado do jogador que tem sido seu substituto em suas frequentes sequências como desfalque.
Quando o camisa 10 saiu, Mendieta deu passe milimétrico para Leandro selar o placar. Valdivia, porém, só foi sacado porque, na avaliação da comissão técnica, já não mostrava fôlego para ser participativo como no primeiro tempo. Mas o jogador mais caro do elenco não se analisa do ponto de vista físico.

“Fisicamente é difícil me avaliar pelo tempo que fiquei fora, mas o mais importante da minha volta foi a movimentação lá na frente”, falou Valdivia, citando que ele e o amigo poderiam ter dado a vitória ao Verdão. “Jogamos bem, todo o pessoal da frente se entendeu. Eu, o Willy (Mendieta), o Wesley, o Kardec e o Leandro criamos muitas chances de gol. Só faltou tranquilidade.”

A ausência de calma na finalização foi um dos pontos citados pelo Mago para explicar a soma de apenas um ponto no jogo seguinte à eliminação na Copa do Brasil – da qual Valdivia não participou. “Muitos fatores, às vezes, atrapalham. Mas o importante foi não sair com a derrota”, comentou.

O camisa 10, mais uma vez, não poderá ter sequência no Palmeiras. A partir desta segunda-feira, fica à disposição da seleção chilena, que enfrenta a Venezuela na sexta-feira, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014, e a Espanha, em amistoso no dia 10. Mas o desfalque certo faz campanha para a torcida preencher o Pacaembu na terça-feira, contra a Chapecoense, como estava o Castelão nesse sábado.

“A torcida do Ceará fez bem ao acompanhar o time deles, e, para nós, também foi bom. É legal entrar no campo e ver o estádio como estava. E a nossa torcida compareceu também. Agradecemos e que possam estar no Pacaembu em um jogo muito difícil na terça-feira”, disse o jogador, ausência certa também diante do Atlético-GO, no sábado, e do ASA, no dia 10.

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BLOG DO ALEX MÜLLER

• Tudo razoável no mundo verde

Nem tanto ao céu, nem tanto ao inferno. Hoje a situação do Palmeiras não cheira e nem fede. No mundo dos medianos, o Verdão é rei.

São apenas algumas expressões que identificam o Palmeiras na atualidade. Depois de ser enxotado da Copa do Brasil, o time de Gílson Kleina vai passar o restante do ano numa calmaria.

Uma calmaria até certo ponto mentirosa, pois só vai mascarar a necessidade de se montar um elenco mais forte para 2014. No entanto, o simples cumprimento da obrigação de voltar à Série A, coisa que acontecerá com facilidade, precisa ser vista com olhos de separação de situações.

A missão estipulada para esta temporada será atingida. Mas para disputar a divisão de elite e as outras competições do ano do centenário do clube, com o elenco atual não vai dar.

Depois do erro amador da diretoria no caso Vílson, é preciso esperar que aqueles que foram contratados para profissionalizar o clube se mostrem mais eficientes, desde a não ser passado para trás em negociações absurdas como a referida até na montagem do grupo do ano que vem sem ter dinheiro em caixa.

Portanto, é preciso acompanhar bem de perto os passos daqueles que administram, em especial os remunerados, para cobrarmos aqui ou elogiarmos quando for o caso. Sinceramente tenho receio do que poderá acontecer para o próximo ano. Mas vamos aguardar.

Espero que a polêmica envolvendo o presidente Paulo Nobre, com suas declarações apaixonadas e verdadeiras após o desastre de Curitiba, e o grupo de jogadores e comissão técnica seja dissipada o quanto antes.

O guerreiro de jogos médios, Valdívia, não precisava deixar claro seu descontentamento com as palavras do presidente após sair de campo no Castelão neste sábado, depois do empate de 2 a 2 contra o Ceará.

Antes de Valdívia dizer que os problemas do grupo têm de ser tratados internamente, ele poderia explicar por que não fez questão de viajar para o Paraná a fim de ajudar o time contra o Atlético/PR, sendo que na quinta-feira, um dia depois da partida, ele treinou com todo o gás na Academia de Futebol.

Será que ele não se lembra do Luan, que era grosso mas era valente, na final da Copa do Brasil do ano passado? Sem coxa, Luan foi para a guerra, se machucou muito mais, ficou meses fora, mas foi campeão com méritos e honras. Teve brio, o que muitas vezes falta a determinados leões de jogos meia-boca.

Fica claro que Valdívia vai jogar quando quer, irá administrar os próximos meses, pois o principal para ele, não é se esforçar pelo clube que lhe paga e lhe defende das críticas e desconfianças, mas sim disputar a Copa do Mundo pelo Chile.

Não que seja errado batalhar pelo sonho de servir a seleção de seu país num Mundial, mas é preciso tentar disfarçar um pouco melhor o relativismo quando se trata de pensar no Palmeiras.

Contra o Ceará já voltou a levar um cartão amarelo por reclamação descabida, assim vai acumulando novos amarelos, novas suspensões e novas folgas.

E o pior de tudo é que ele é um quase-craque. Com a bola nos pés faz jus ao apelido de Mago, o que nos leva a concluir que o time é quase totalmente dependente dele, mesmo com uma musculatura de algodão.

E nessa toada segue o Palmeiras, tranquilo na Série B, esperando o tempo passar para confirmar matematicamente o que todos já sabem, até chegar o momento de cair na real e ver que quando estiver de volta aos grandes jogos, o que estamos falando hoje será bem lembrado na ocasião.

Isso claro, se a cúpula verde não se mexer…

E para aqueles que querem conferir, clique abaixo para ouvir os gols da partida Ceará 2 x 2 Palmeiras narrados por mim na dobradinha BandNews FM / Bradesco Esportes FM.

http://radio-esportivo.blogspot.com.br/2013/09/ceara-2-x-2-palmeiras-brasileirao-serie.html

A próxima narração será terça-feira, no jogo Palmeiras x Chapecoense, no Pacaembu. O duelo entre líder e vice-líder da Série B. Será um jogo interessante e espero por sua audiência. Até lá!!!

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL

• Valdivia, bom futebol e polêmica

Graças a Valdivia, o melhor do jogo enquanto esteve em campo, o Palmeiras poderia ter vencido o Ceará, em Fortaleza, não tivesse desperdiçado tantas chances de gol. Mas ficou só no empate de 2 a 2, resultado que não considero de todo ruim, pois o time se manteve na liderança, agora com dois pontos à frente da Chapecoense (que perdeu, em seu estádio, para o Icasa, por 2 a 1) e está 11 pontos à frente do quinto colocado.

Quer dizer: caminha para cumprir a obrigação de voltar para a elite do futebol.

Mas a polêmica continua, pois leio que Valdivia, ainda na noite deste sábado, rebateu as declarações do presidente Paulo Nobre depois da eliminação para o Atlético, ao falar, em resumo, que “a dura tem de ser dada no vestiário e não publicamente porque não tem criança neste grupo”.

É um direito de Valdivia, em defesa do grupo, pois nem jogou em Curitiba. Só que acho que esse tititi está indo longe demais e na contramão até de conselheiros do clube nem vi nada demais naquelas tais declarações de Nobre: ele falou a verdade- sem nominar ninguém- pois naquela derrota, o Palmeiras não jogou nada mesmo e disputou a decisão como não deveria, todo recuado, sem ousadia, sem tentar aquele gol que talvez enervasse o adversário e lhe desse a classificação.

Quem não é cobrado por seu chefe? O amigo, por acaso, não é? E quem, em particular, foi exposto? Ora, é muito melindre para o meu gosto. Pior, isso sim, o zagueiro Vilson ter de jogar já sabendo que estava praticamente negociado- e, pior ainda, por aquela mísera quantia já prevista no contrato. O que escancarou ainda mais o péssimo negócio realizado na venda do goleador Barcos.

Por coincidência, o substituto de Vilson, Thiago Alves (que nem é mau jogador), deu uma furada espetacular contra o Ceará, que quase redundou em gol de Magno Alves. Desta vez, não posso condenar o técnico Gilson Kleina – a quem tanto critiquei na derrota para o Atlético Paranaense- nem pela furada do zagueiro e nem pelos gols perdidos pelos atacantes.

Enfim, resumo da ópera: mais importante para o Palmeiras, agora, é cuidar do acesso e dos reforços para o próximo ano, com a precaução de não realizar novos maus negócios. Ficar nessa de tititi e do que é ou não politicamente correto, não vai levar a nada.

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BLOG DO RICARDO PERRONE ❘ UOL

• Saída de Vilson faz oposição palmeirense retomar ataques a Nobre e Brunoro

A venda de Vilson para o Stuttgart, da Alemanha, reabriu a temporada de críticas de conselheiros do Palmeiras à direção do clube. Assim como reaberta está a ferida deixada pela troca de Barcos por jogadores do Grêmio, entre eles o zagueiro negociado.

“Acabou a lua-de-mel. Quando a gente acha que o clube está entrando nos eixos, eles detonam de novo. A saída do Vilson corrobora com o que disse sobre a negociação do Barcos: foi péssima. O clube vai receber R$ 700 mil pelo Vilson e gasta R$ 600 mil por mês com executivos. Vou cobrar uma atitude dos conselheiros na próxima reunião. Temos que exigir a demissão do José Carlos Brunoro e de todos os executivos trazidos pelo Paulo Nobre. Perdemos um dos melhores jogadores, não conseguimos patrocinador principal, parece que estão lá para fazer canequinha com o escudo do Palmeiras. Isso até meu filho adolescente faz”, disse o conselheiro José Corona.

Ele votou em Nobre, mas passou a criticar o presidente após a saída de Barcos. Como disse Brunoro em entrevista coletiva, Vilson foi vendido porque estava acertado que, se algum clube pagasse quantia estipulada no contrato, o Palmeiras seria obrigado a negociar o jogador.

“A cada dia que passa descobrimos que a negociação do Barcos foi pior. E ninguém mais fala no quinto jogador que viria, acabaram sendo quatro. A impressão que temos é que quem manda é o Brunoro”, afirmou Wlademir Pescarmona, conselheiro oposicionista.

Pouco depois de voltar ao Palmeiras, Brunoro foi alvo de seguidos ataques de conselheiros descontentes com a saída de Barcos e os gastos do clube com executivos. Com as vitórias na Série B, porém,  houve um período de paz, encerrado com a venda de Vilson e a eliminação na Copa do Brasil.

O blog procurou a assessoria de imprensa do Palmeiras para ouvir o presidente do clube sobre o assunto.  Por e-mail, recebeu a resposta de que “posicionamentos dos conselheiros serão respondidos no Conselho Deliberativo, foro adequado para esse diálogo”.

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COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Passa-moleque…

Wlademir Pescarmona está reconsiderando o apoio a Paulo Nobre depois de o presidente vender o zagueiro Vilson para o Stuttgart por R$ 700 mil. 

• …do Grêmio

“A gente deveria ter pego cinco jogadores do Grêmio no negócio pelo Barcos. Acontece que vieram quatro e, por uma mixaria, agora são só três”, diz Pescarmona, referindo-se a Leandro, Rondinelly e Léo Gago.

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32 respostas em “Verdão na Mídia 01-09-2013: É dura a realidade para o Palmeiras ❘ Maurício Noriega”

Continua faltando representatividade para a nossa diretoria junto à CBF. Nos dois últimos jogos do palmeiras escalaram doi juizinhos minreirinhos mais caseiros que goiabada com queijo. Cocordo que fomos muito mal não só por este motivo, mas estes mineirinhos safados NUNCA deixam o time visitante jogar, tudo é apitado para o time da casa, sempre contra o visitante. E tem mais, no jogo contra o Patético Paranaense parecia que os bandeiras estavam com o braço engessado quando estavam no lado do ataque do Palmeiras. ACORDA PRESIDENTE.

Cara, representatividade na CBF para ter imparcialidade de juiz em jogos contra Ceará, Boa Esporte, Paissandu, etc….É PACABÁ….

Fala sério… mesmo tendo juiz roubando para clubes como esses acima citados, por exemplo, o Palmeiras era para golear…

Se for para ter juiz imparcial contra times de série B, é por que vc considera o Palmeiras um time com nível de série B.

Hoje o time e diretoria tem esse nível, mas não é para estar na série B…..

Completando: Candinho, Paulo Bonamigo, Antonio Carlos Zago, Levir Culpi, Estevam Soares, Marco Aurélio, Màrcio Araújo….isso tudo deixa alguma saudade? GK vai apenas entrar pra esta lista.
Nome de técnico não ganha jogo, mas o Palmeiras precisa de um que respeite sua tradição.

Se nome de técnico não ganha jogo… Tradição também não ganha jogo.

aliás, foi-se o tempo que times considerados pequenos tremiam diante da tradição de um Palmeiras.

Hoje eles até nos acurralam na defesa, coisa que antigamente era o contrário….

Se nome de técnico ganhasse jogo, Murici tinha ganho em 2009, Luxemburgo tinha ganho,Felipão tinha ganho a copa do Brasil..ops…essa ele ganhou..mas ele é bom, por isso está na seleção….
O resto é resto.. Se com muitos craques no timeAbelão não se segurou no Flu, nem murici no Santos, Nem Ney Franco num SPFC cheio de selecionáveis também não se segurou..enfim, é preciso um craque na presidência, um conselho administrativo goleador . Iso sim dará ao Palmeiras a tradição de time grande que ele perdeu há 10 anos…

Me irrita ler tanto chororô, ao vermos os Botafogos e Atléticos da vida fazendo campanhas expressivas.
Só nós temos problemas financeiros? Ou o fato de ninguém querer nos patrocinar mostar que há muito mais lixo lá dentro que nenhum de nós ainda sabe?
O ano está acabando! Nada de mídia, de patrocinador, de marketing decente.
Chutando, o Palmeiras foi o clube, ou um dos poucos que colocou mais de 40 mil dentro de algum estádio no Brasil este final de semana.
Nenhum patrocinador deseja isso? Ou está faltando uma visão mais humilde e objetiva?
A diretoria é simplória quando lida com gastos, mas tenta achar que somos gigantes quando senta à mesa?
Só pra terminar, defendo faz um ano, mas cansei do GK.
Abel seria a opção pra reconstruir e dar moral dentro de campo.
E podem falar mal, mas um bom técnico custa caro. Ou tentaremos com a sorte que aparece a cada 10 anos.

Belíssimo texto. Concordo com tudo que foi escrito. Não se pode arrumar mesmo em uma temporada, ao menos temos uma diretoria diferente em relação as outras. É perceptível.
Abraços.

Mauricio Noriega falou tudo !!!

Como já disse algumas vezes, Não se animem com esse time.

Se colocar uns 2 ou 3 craques, mesmo assim ele APENAS se segura na série A.

O clube, contando-se diretoria administrativa, conselheiros e presidente, é hoje um simples time. É de dar dó.

Se o Palmeiras não se modernizar, em termos de administração, manterá em seus torcedores o que acontece de uns anos para cá, ou seja, viver de youtube e de seus jogos saudosistas em seu arquivo, comemorando ou discutindo jogos de 1993, 1999, aquele chapéu do Alex, o passe do Ademir da Guia, aquele gol do Evair, etc., enquanto isso os gambás serão tri-mundiais, os bambis passarão nosso 8º. título, o Flamerda será penta da libertadores… E nós falando de nossos ex-craques e levando goleada dentro de nossa Arena Parque.

O Paulo Nobre fala de avaliações periódicas do Kleina e dos jogadores, mas quero saber se faz o mesmo aos seus colaboradores que estão ocupando áreas estratégicas e não está dando resultado algum. Gostaria assim que o Palmeiras conseguir a classificação para a série A, organizarmos uma manifestação para pressionar os Conselheiros e o Presidente para fazer valer nossa vontade (Mudanças estatutárias, ST com direito a voto etc).

Ainda é nebuloso para alguns conselheiros os valores do Name Rights e Camarotes, por isso que tem tanto mimimi… achei que esse assunto estivesse resolvido e não restasse mais nenhuma dúvida, como isso cansa. Quero saber o quanto anda a reforma estatutária, o sócio torcedor precisa ter direito a voto, pois temos muitos sócios NÃO-PALMEIRENSE infestando as alamedas.

Quando eu vejo esse senhor Pescarmona sendo a voz da oposição me faz acreditar que o Palmeiras, pelo menos por essa era, está longe de voltar a ser o maior clube de futebol deste país, que dentre outros grandes mais tempo se manteve. Daqui a pouco aparece o Palaia como “salvador” da Pátria.

VÀRIOS amigos meus palmeirenses ou não, querem saber qual o nome do VINHO que MUSTAFÀ bebe pois o cara vai viver até os 95 com certeza e ainda vai enterrar muita gente!!!!!!!

Desgaste emocional dos jogadores Kleina??? E nós torcedores que temos que ver a dupla Juninho e Marcio Araújo no time titular…
É tenso, Eguren poderia ter uma sequencia no lugar do Marcio Araujo, assim como Marcelo Oliveira que desempenhou um bom papel no primeiro semestre deveria recuperar a vaga de Juninho!

o duro e escutar um tal Peascarmona falar tanta merda,ele ja devia ter sido banido do Palmeiras depois do seu episodio bisonho qdo era diretor

Atletas se incomodam com a vulnerabilidade do comportamento do presidente após derrotas. Afirmam que Paulo Nobre muda totalmente a postura no vestiário e evita ao máximo conversar depois de resultados negativos, enquanto uma vitória o faz dar “tapinhas nas costas” dos heróis palestrinos.
A reclamação também atinge Omar Feitosa, gerente de futebol contratado no início da gestão, em janeiro, com indicação de Nobre. Na época Feitosa ocupava o cargo de preparador físico do Furacão. Ele chegou à Academia de Futebol com a missão de fazer a ponte entre elenco e diretoria, mas jogadores palmeirenses não confiam nele.
Nos últimos meses, José Carlos Brunoro, diretor-executivo, deixou o departamento de futebol nas mãos de Omar Feitosa e se dedicou a tarefas de outras áreas do clube, como marketing e poliesportivo.

Se voltar, espero que nossos diretores sejam homens e só o coloque para jogar após a assinatura de um novo contrato!

Parabéns ao grande MAURÍCIO NORIEGA.

Disse tudo muito bem explicado, que sirva para o entendimento de muitos que criticam mas não estão diariamente no clube trabalhando para resolver a merda que o clube se encontra.

Falar e criticar é fácil, vai lá assumir a bucha!

E mais dura ainda é a realidade em campo e no banco. Um técnico muitas vezes apático nos momentos decisivos de uma partida como a contra o A.Paranaense, onde só mexeu depois que a porteira foi aberta, numa clara demonstração de falta de visão e traquejo no futebol. Ontem então, diante de um adversário frágil, continuou insistindo na máxima “não vou mexer, por não saber”, sua grande filosofia de atuação técnica. É difícil ver um Palmeiras composto em campo com M.Araújo, Juninho e L.Felipe. O último ainda com pequeno cacoete de ala, mas péssimo na marcação, tomando bolas nas costas sempre que ela chega ao seu setor. Os laterais inexistem e o volante falha em bolas fáceis sempre dando oportunidade ao adversário de se organizar. E colocar Roni em campo na segunda etapa transforma em um martírio a mais a presença da audiência palestrina no campo e na TV fechada. TV fechada sem qualidade, sem HD. Ônus de um trabalho ridículo do marketing que não consegue convencer a poderosa Globo de pelo menos colocar a transmissão no SporTV 1 em alta definição. Ou então, pelo menos a Band a fazer parceria, embora sua ideia seja bem outra. Afora o patrocínio master que até mesmo equipes muito menores estampam nos seus uniformes, enquanto o marketing palestrino claudica na própria incompetência. Enfim, por mais que seja dolorido aos ouvidos verdes, temos um Everest de problemas e vícios a escalar que não se tem a noção exata. Com esta ou qualquer outra diretoria, já que parece que a escola de grandes administradores “oriundis” parece ter se exaurido, teremos muita sorte se aqui ou acolá, uma vez ou outra, trombarmos como no ano passado, com uma Copa do Brasil. Muita sorte mesmo, porque competência…

O Kleina deveria ter sido demitido já na posse do presidente Mendigo. Mas o B1 deixou dívidas. Qualquer um sabia disto, menos o ingênuo piloto de rally, que aliás só serve para chorar. Sabiam que Botafogo e Vasco nem se concentram mais, quando jogam em casa, por falta de dinheiro? Mesmo assim, os presidentes destes clubes não ficam chorando na imprensa o tempo inteiro como o Mendigo faz.

Boa tarde a todos, na mídia palestrina temos visões diferentes a cada acontecimento, interno e externo dos murros de Palestra Itália , fato que tem ingredientes políticos profundos a cada dois anos, quando ocorrem eleições , a diversos cargos, pois o Conselho Deliberativo e o Conselho de Orientação e Fiscalização, são as joias da coroa, em termos de status e evidencia dentro de um território feudal propicio a afagos e trocas , que custam a decência e estrutura moral de uma agremiação , minada por calhordas, e vermes de todas as espécies.
Hoje é visível que o atual presidente e os grupos que lhe deram apoio, já estão preocupados com o dia primeiro de Janeiro de 2014, quando iniciara de maneira transparente , a evolução ou catástrofe de uma administração rotulada de “profissional´´, que mantem passos e visão amadora , comprovada em capítulos , que mais se aproximam de tragédias , perante ao quadro evolutivo de um futebol marcante e determinado pela estratégia elaborada com coerência e competência, fatores distantes da Rua Turiaçu 1840 , desde 1977, quando um luciferiano , e manipulador, determinou regras de postura , atitudes e principalmente conchavos, algo de Paulo de Almeida Nobre hoje já é vitima!

Nobre è um Covarde, um medroso que não ousa,um inexperiente que não sabe nada de futebol,ontem colocamos
47 mil torcedoresbem Fortaleza,isso diz que:

Com nossa torcida, teriamos elenco à altura de ganhar a Copa do Brasil, Não tinhamos desistido da Libertadores ,não sairiamos no primeiro mata do Paulista, e teriamos muito maís socios torcedores, mais torcidas nos estàdios, patrocínio na Camisa e parceiros colocando jogadores de ponta com lucro maior que 700 mil pro Palmeiras.Nossa posição atual no cenàrio do futebol nacional se deve à Covardia e àpatia de nosso presidente em não ouvir a torcida e sò fazer o que Mustafa pede.

O Alex Muller tem se superado a cada análise que faz do Palmeiras! E o Noriega também acertou. Todo mundo sabe QUEM é o grande problema do Palmeiras, mas faltam atitudes. No fundo, os grandes culpados somos nós, pela nossa falta de atitude, de cobrar de quem deve. Sabemos o que temos que fazer, mas não fazemos nada contra aquilo que tem destruído o Palmeiras. Esperamos por um Salvador da pátria que não virá! A torcida do SCCP, nesse ponto, é muito melhor que a nossa. Fosse com eles, o mustafá já era faz tempo!

Regina perfeito no seu comentário, A VERDADE é uma só, OS CULPADOS SOMOS NÓS TORCEDORES PELA FALTA DE ATITUDE e deveriam COBRAR de quem deve e não fazemos nada.. Queiram ou não queiram, é verdade que nesse ponto a torcida do SCCP é bem melhor do que a nossa. A diferença é que a torcida do SCCP manda no clube e a nossa fica esperando por um Salvador da pátria. Se o mustafá fosse conselheiro do SCCP já estaria expulso do clube a muito tempo, mas infelizmente o mastafá é conselheiro do Palmeiras e pra ele é quem manda no clube é ele e a Torcida do Palmeiras não manda em nada infelizmente.

A única coisa que deixa o horizonte palmeirense menos sombrio é a Arena. Nossa situação dentro de campo é muito preocupante. Parece que existe uma aceitação total da situação. Não temos um time para competir na série principal do futebol nacional.

A Arena não vai ajudar muita coisa!! O time é muito medíocre e a torcida agora ja não vai cair facil na boa labia do presidente mauricinho e marionete do MUSTAFÀ……

Galera ninguém faz milagre tem que dar tempo pro cara trabalhar. Sinceramente eu acredito no trabalho que ta sendo feito e gostei muito do texto do Noriega explica bem isso. O Palmeiras esse ano, com ou sem o Vilson, tem um time melhor que do ano passado, inclusive vale lembrar que o Tirone tinha comprometido todo orçamento desse ano. O Paulo Nobre tem feito milagres, ta trabalhando mais na administração e deixando o Futebol na mão de um profissional experiente, vejo um futuro de verdade no Palmeiras, coisa que com o Tirone só contava os dias para o fim de seu mandato.

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