Categorias
Verdão na Mídia

Verdão na Mídia 05-09-2013: WTorre nega conflito e reafirma: renda dos jogos será 100% do Palmeiras ❘ Lancenet

NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• WTorre nega conflito e reafirma: renda dos jogos será 100% do Palmeiras

A WTorre, construtora responsável pela reforma do estádio do Palmeiras, divulgou uma nota oficial na tarde desta quarta-feira para negar que esteja em conflito com a diretoria do clube por causa da divisão de cadeiras. O texto reafirma que toda a renda dos jogos de futebol ficará com o Verdão.

No contrato firmado entre as partes em 2008, não está especificado o número de assentos que cada um poderá explorar. Segundo a Folha de S. Paulo, o Verdão considera que deve ter 35 mil dos 45 mil lugares previstos, enquanto a construtora diz que o número destinado a ela deve ser maior do que 10 mil cadeiras (este estipulado no projeto inicial, sem valor de contrato).

“Não há choque algum entre o Clube e a WTorre, porque não existe nenhuma dúvida quanto à quantidade de assentos disponibilizados para a torcida do Palmeiras. Em primeiro lugar porque 100% da renda de bilheteria dos jogos do Clube pertencem ao Clube. [..]  Os cerca de 45 mil assentos da nova arena do Palmeiras estarão integralmente à disposição da torcida do Palmeiras”, diz a nota da empresa.

Na sequência, o comunicado diz que a WTorre poderá coordenar a captação de receitas em eventos fora do futebol (naming rights, cadeiras e camarotes), com participação gradativa do Palmeiras: 5% dos primeiros cinco anos, 10% até completar dez anos e assim por diante até chegar a 30% nos cinco anos finais do contrato, válido por 30 temporadas.

“Exceto a renda da bilheteria dos jogos de futebol, que permanece integralmente com o Clube, o modelo da nova arena prevê diferentes modalidades de novas fontes de receitas, como naming rights e patrocínios, uma operação profissionalizada do estacionamento, a realização de eventos e o aluguel de camarotes e cadeiras, entre outras. Não há no contrato nenhuma restrição à exploração das diferentes atividades que gerem receitas, mesmo porque o Palmeiras participa de todas as receitas advindas das novas atividades ‘extra futebol’, o que beneficia diretamente o Clube”.

VEJA A NOTA NA ÍNTEGRA:

Não há “choque” algum entre o Clube e a WTorre, porque não existe nenhuma dúvida quanto à quantidade de assentos disponibilizados para a torcida do Palmeiras. Em primeiro lugar porque 100% da renda de bilheteria dos jogos do Clube pertencem ao Clube. E também porque, por entender que a torcida do Palmeiras é o principal e mais importante público da arena, a WTorre, desde 2011, vem investindo em uma série de iniciativas de interação com os torcedores,  e um website com câmera ao vivo das obras. Por isso, não faz sentido algum imaginar que a arena irá restringir o acesso da torcida do Palmeiras a quaisquer de suas instalações, sejam cadeiras, camarotes, jogos ou eventos.  Os cerca de 45 mil assentos da nova arena do Palmeiras estarão integralmente à disposição da torcida do Palmeiras.



O contrato firmado entre WTorre e a Sociedade Esportiva Palmeiras estabelece um novo modelo de negócios em relação à operação dos antigos estádios do país, que é o que permite a viabilidade econômica do projeto. Exceto a renda da bilheteria dos jogos de futebol, que permanece integralmente com o Clube, o modelo da nova arena prevê diferentes modalidades de novas fontes de receitas, como naming rights e patrocínios, uma operação profissionalizada do estacionamento, a realização de eventos e o aluguel de camarotes e cadeiras, entre outras.

Não há no contrato nenhuma restrição à exploração das diferentes atividades que gerem receitas, mesmo porque o Palmeiras participa de todas as receitas advindas das novas atividades “extra futebol”, o que beneficia diretamente o Clube.

Não há, nem nunca existiu, qualquer restrição da operação da arena em relação às atividades do clube como, por exemplo, o programa de sócio torcedor. As equipes da WTorre e do Clube vem discutindo diferentes formas de usar a arena como mais um fator de atração para o programa. O Programa Avanti, inclusive, possui um estande de vendas  e atendimento instalado de comum acordo entre clube e empresa, dentro da área de superfície da arena.



Há um equívoco na reportagem quando se vincula o número de associados ao programa de sócio torcedor e a capacidade do estádio. Vários programas bem-sucedidos de sócio torcedor no Brasil e no mundo como, por exemplo, os programas de sócio torcedor do Santos F.C. e do Sport Club Internacional, de Porto Alegre, possuem um número de associados muito superior à capacidade dos respectivos estádios.



O acordo entre Palmeiras e WTorre foi formalizado em 2008,  E foi amplamente discutido internamente pela S.E.P., tendo sido aprovado em todas as instâncias do Clube. Orçada em mais de R$ 500 milhões, as obras de reforma do estádio e a construção de mais de 20 mil m² em novas instalações para o Clube Social estão sendo integralmente custeadas pela WTorre.  A partir da inauguração, em 2014, o Palmeiras será o único clube brasileiro a ter um estádio nos padrões da FIFA com capacidade superior a 40 mil lugares, com zero de dívida, mantendo 100% da receita de bilheteria de seus jogos e recebendo participação crescente das receitas “não futebol” geradas pela arena, ao longo do período de 30 anos. Após esse período o clube receberá o estádio em perfeitas condições, reintegrando-o a seu patrimônio.

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

••

NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Nobre explica divisão de assentos e vê Arena como trunfo para o clube

O Palmeiras terá direito a 35 mil lugares do Allianz Parque, e a WTorre, construtora responsável pela obra, ficará com os dez mil restantes, totalizando a capacidade de 45 mil pessoas para jogos no local. É isso o que diz o presidente do Verdão, Paulo Nobre, baseado na reunião do Conselho Deliberativo de 2008, que aprovou a construção do novo estádio com essa divisão de cadeiras.

– Pelo que foi aprovado no Conselho Deliberativo, em 2008, a WTorre teria direito a dez mil lugares, em um estádio de 45 mil lugares. Esses lugares seriam alugados como cadeiras cativas, e eles teriam todos os camarotes. Mas todo o resto do estádio pertence ao Palmeiras, pelo menos isso foi aprovado em assembleia do Conselho. Acreditamos que esses lugares serão uma fonte de receita muito, mas muito importante para o Palmeiras – disse Nobre.

O dirigente admite que o clube terá de pagar aluguel para jogar em sua própria casa – uma taxa à WTorre, para cobrir as despesas de operação da Arena -, mas aponta as futuras receitas de bilheteria, alugueis e naming rights (veja quadro explicativo abaixo) como fundamentais para a retomada financeira do Palmeiras, que não terá mais custo de manutenção do estádio, como no antigo Palestra Itália.

– As pessoas perguntam: o Palmeiras vai pagar aluguel para jogar no próprio estádio? Vai. Mas tem parte desse aluguel, porque é sócio também – comentou o dirigente, citando participação do clube nas receitas.

Em dias de partida de futebol, o Palmeiras será o organizador dos eventos na Allianz Parque. Assim, os preços dos ingressos serão determinados pelo clube, que ficará com 100% da bilheteria. O lucro alviverde envolve também o aluguel de camarotes e cadeiras cativas, já que o torcedor que assistirá aos jogos nesses setores, mesmo como proprietário, terá de pagar um valor equivalente ao do bilhete mais barato.

O lucro oriundo dos demais setores do chamado “Complexo Arena” será dividido como previsto em contrato. O Verdão terá participação garantida, com porcentagem que irá aumentar a cada cinco anos, até que se complete o vínculo de três décadas assinado entre clube e WTorre.

O Avanti, programa de sócio-torcedor do clube que atualmente soma 31 mil membros e tem previsão para atingir 40 mil até o fim do ano, é outro pilar da reconstrução do caixa alviverde.

– Um estádio novo dá a sensação de voltar para casa, e voltar a uma casa reformada. Tenho certeza que o palmeirense vai praticamente lotar a Arena na maioria dos jogos. Isso significará a grande virada do Palmeiras. Contamos com isso para o Palmeiras sair da situação em que se encontra – afirma o presidente.

Informada sobre a declaração do presidente acerca da divisão dos assentos, a WTorre Parque disse que já se pronunciou sobre o assunto por meio de nota oficial, divulgada na última quarta-feira, sem entrar em detalhes.

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

••

NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

• Palmeiras e WTorre divergem sobre documento


Por Paulo Vinícius Coelho

A construtora WTorre afirma que jamais enviou ao Palmeiras a minuta de um contrato para ser aprovado no Conselho Deliberativo, como o clube argumenta.

O documento, segundo conselheiros do Palmeiras, indicaria a divisão de cadeiras a serem comercializadas no no estádio do clube.

Reportagem publicada pela Folha de ontem revelou que há um conflito de interesses entre Palmeiras e WTorre a respeito do número de assentos que cada uma das partes pode explorar.

Fontes da construtora ouvidas pela reportagem garantem que o material enviado para a discussão e a aprovação do modelo de gestão do novo estádio foi apenas um projeto com as perspectivas de receitas futuras.

Nesse projeto, diz a WTorre, havia uma menção informal ao número de 10 mil cadeiras como exemplo da divisão de rendimentos.
A construtora afirma, porém, não estar em choque com o clube.

DIVERGÊNCIAS

O Palmeiras acredita que só deva ceder 10 mil cadeiras para serem comercializadas pela WTorre.

Já a construtora se baseia no contrato assinado, que não faz referência ao número de assentos a serem explorados por uma e outra parte.

No trecho do contrato que aborda a remuneração nos shows e na bilheteria dos jogos, há mais consenso entre clube e construtora.
Nos espetáculos musicais, venda de “naming rights” e venda de cadeiras, o Palmeiras terá participação de 5% nos primeiros cinco anos –o percentual cresce a cada cinco anos.

Já nas partidas de futebol, o Palmeiras poderá contar com 100% da bilheteria.

Mesmo que venda assinaturas anuais de cadeiras cativas do total de 45 mil lugares do estádio, a WTorre terá de remunerar o Palmeiras em todos os jogos. Pagará o valor equivalente ao bilhete mais barato da temporada passada.

Numa simulação com o preço da arquibancada na partida entre Palmeiras e Chapecoense, da última terça, em que o ingresso mais baixo custou R$ 40, a WTorre teria de pagar esse valor por cada uma dos 45 mil assentos que tiver vendido.

Nesse caso, o Palmeiras receberia R$ 1,8 milhão a cada partida, mesmo sem ter ocupação completa.

Neste ano, a maior arrecadação obtida pelo Palmeiras aconteceu na partida contra o Libertad, em abril, pela Taça Libertadores. Com 35 mil espectadores, o clube arrecadou R$ 1,3 milhão.

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

••

NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Palmeiras propõe novo vínculo e aumento da multa rescisória de Vilson

Por Fabricio Crepaldi e Fellipe Lucena

O zagueiro Vilson, que tem vínculo com o Palmeiras até dezembro, reuniu-se com a diretoria e recebeu proposta de renovação por três anos. O acerto pode sair nesta quinta. Após o fracasso na negociação com o Stuttgart (ALE), o camisa 15 se reapresentou nessa quarta na Academia de Futebol – ele chegou a viajar para a Alemanha, mas não finalizou o acordo.

A assinatura de um novo acordo já estava prevista quando surgiu a proposta do Stuttgart, na quarta-feira da semana passada, dia do jogo de volta contra o Atlético-PR, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. O Verdão foi pego de surpresa, mas nada poderia fazer para impedir a saída, já que Vilson chegou em fevereiro com a condição de ser liberado em caso de proposta europeia. O clube aceitou os termos, mas não quis ficar no prejuízo e receberia R$ 700 mil para liberá-lo. O valor é semelhante ao que foi gasto com o atleta desde que ele foi envolvido pelo Grêmio na troca por Barcos.

Se Vilson aceitar o novo vínculo, a multa rescisória será ampliada. Os dirigentes não tinham convicção de que o defensor gostaria de permanecer, mas sua postura tem sido elogiada. O representante dele é apontado como único “culpado” pelo recente imbróglio. O clube não gostou da pressa com que as coisas foram feitas, e o diretor-executivo José Carlos Brunoro declarou que “eles deveriam ter saído com tudo acertado”.

O L!Net tentou contato com Tiago Faria, advogado de Vilson, mas não obteve resposta. O jogador também não quis se pronunciar. Ele deve voltar ao time no sábado, contra o Atlético-GO. Nessa quarta, antes de ir a campo, teve conversa com Gilson Kleina, que brincou ao se aproximar dos jornalistas: “Apresento aqui o novo jogador”.

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

••

NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Vilson é o terceiro caso de atleta que “bate e volta” no Palmeiras em 2013

Por Mauricio Duarte

A inusitada situação enfrentada pelo zagueiro Vilson não é novidade no Palmeiras. Ele não foi o primeiro atleta a se despedir do elenco, ter sua saída confirmada, e depois precisar retornar à Academia de Futebol como se nada houvesse acontecido. De maneira bastante semelhante, outros dois atletas, que já não fazem mais parte do grupo alviverde, passaram pela mesma confusão neste ano.

Ainda em julho de 2013, o meio-campista Patrick e o atacante Maikon Leite enfrentaram negociações confusas. Atualmente, o primeiro defende o Sport e o segundo, o Náutico.

No entanto, para que eles saíssem do Palmeiras foi bastante conturbado e com informações desencontradas. Assim como ocorreu agora com Vilson.

Maikon Leite, que havia perdido espaço na equipe no início da Série B do Campeonato Brasileiro, havia sido negociado com o Umm-Salal, do Catar. A transferência, anunciada pelo Palmeiras, era por empréstimo de um ano.

O atleta se despediu do elenco no CT do clube e já estava com a viagem marcada. Porém, uma semana após o acerto, a equipe árabe resolveu mudar os termos do contrato e o jogador retornou ao time alviverde e foi reintegrado. Depois, foi negociado com o Náutico.

Com Patrick o caso foi parecido.

O Palmeiras confirmou o empréstimo do atleta ao Gangwon, da Coreia do Sul. O negócio foi fechado corretamente. Com contrato firmado até novembro, ele foi mais um que bateu e voltou no exterior. Ainda em julho, a equipe sul-coreana o mandou de volta ao Brasil, alegando que precisava abrir uma vaga para estrangeiro na equipe. O jogador voltou a treinar na Academia de Futebol e, sem espaço no time de Gilson Kleina, logo acertou a transferência para o Sport.



O goleiro Fernando Prass, um dos líderes do elenco, afirmou que Vilson não irá se abalar com o ocorrido. Ao contrário dos outros que acabaram deixando o clube após negociações fracassadas, o jogador tem prestígio com o treinador e deve seguir como titular.

“É um jogador habituado, acostumado ao clube e ao time. Nessa fase da competição todo jogador faz falta. O Vilson é um cara que tem uma cabeça boa e não vai ter problema nenhum. Não vai sentir nada por ter retornado ao Palmeiras”, disse o arqueiro.



Vilson chegou a ir até a Alemanha para “descobrir” que sua negociação não tinha dado certo. Segue o mistério, no entanto, sobre o que de fato aconteceu para que o acerto do jogador com o Stuttgart melasse. O jogador havia sido vendido por R$ 700 mil. José Carlos Brunoro, diretor-executivo do Palmeiras, disse que era preciso perguntar ao empresário do atleta.



O defensor havia sido negociado por conta de uma cláusula no contrato que obrigava o Palmeiras a negociá-lo em caso de proposta do exterior até o dia 31 de agosto deste ano. No entanto, o diretor do clube alemão Fredi Bobic revelou na semana passada que o defensor não seria mais contratado, mas não deu detalhes do motivo. Segundo a imprensa alemã, a forma de pagamento para o Palmeiras e a negociação entre o Stuttgart e o zagueiro seriam os entraves.

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

••

NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Kleina deve abrir mão de dois meias para dar nova chance a Vinicius

Por William Correia

A escalação com dois meias, como parte da torcida pedia, não rendeu nenhuma vitória ao Palmeiras e, após a fraca atuação de Felipe Menezes no 0 a 0 com a Chapecoense, Gilson Kleina deve deixá-la de lado enquanto não tem Valdivia à disposição. O treinador dificilmente escolherá de novo o criticado esquema com três volantes e, provavelmente, retomará a escalação com três atacantes.

A retomada do trio na frente se deve, principalmente, à recuperação de Vinicius. O atacante sofreu com dores no joelho e no tornozelo direitos no mês passado, mas se mostrou plenamente recuperado ao entrar no intervalo do 0 a 0 com a Chapecoense na terça-feira e, por isso, deve tirar a vaga de Felipe Menezes diante do Atlético-GO, neste sábado.

A formação será definida só no treino de sexta-feira, em Goiânia, mas, com a volta de Leandro de suspensão e Henrique, Valdivia e Eguren fora por estarem defendendo suas seleções e Ronny e Léo Gago, por problemas físicos, o Verdão deve atuar com: Fernando Prass; Luis Felipe, Vilson, Tiago Alves e Juninho; Márcio Araújo, Wesley e Mendieta; Vinicius, Leandro e Alan Kardec.

“Fizemos uma variável com dois meias. Tivemos poucas chances de usar Mendieta e Valdivia e optei pelo Felipe Menezes, que é articulador. Mas antes eram três atacantes”, explicou Kleina, dizendo-se ‘obrigado’ a apostar nos dois meias porque, nos últimos jogos, foi perdendo velocistas nas pontas como Vinicius, Ananias e Leandro.

Apesar de avaliar que o Palmeiras “criou muito” nos recentes empates com Ceará e Chapecoense, o técnico, pressionado pela eliminação na Copa do Brasil e a sequência de quatro jogos sem vitória, voltará a apostar em suas convicções, abrindo dois jogadores pelas pontas, incumbindo Mendieta para armar com a ajuda de Wesley e Alan Kardec como referência.

Assim, a esperança é por um início de segundo turno de Série B do Brasileiro melhor que o final do primeiro, que não teve vitórias, mas terminou com o Palmeiras na liderança e a 11 pontos do quinto colocado, primeiro clube a aparecer fora da zona de acesso.

“Trabalhamos para fazer o resultado e ter uma atuação aceitável, como vínhamos fazendo. Vamos ver como será feito para estrear da melhor forma no segundo turno”, disse o treinador, esperançoso de voltar a buscar três pontos com a volta do trio ofensivo.

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

••

BLOG DO ANTERO GRECO ❘ ESTADÃO ONLINE

• Vilson, o Palmeiras tem a volta do que não foi

Vilson voltou. Em uma semana, o zagueiro viveu a expectativa de alçar voo no exterior, a frustração por negociação furada e o retorno ao Palmeiras. Nesses sete dias, achou que disputaria a temporada europeia pelo Stuttgart, se imaginou num dos torneios mais populares do mundo, mas tudo não passou de sonho de verão.

Por isso, na tarde desta quarta-feira, na reapresentação do grupo palestrino, esteve também Vílson. Um papo rápido com o técnico Gilson Kleina, o reencontro com companheiros e a possibilidade de que retome a camisa titular na rodada de final de semana da Série B.

Não sei se Vilson daqui a pouco falará com os jornalistas. Pode ser até que, no momento em que batuco estas linhas, já tenha conversado com os profissionais que acompanham a rotina do Palmeiras. Admito que estou curioso para saber dele o que aconteceu. Mas, mais do que ouvi-lo, o importante é que falem seus procuradores e dirigentes do clube.

O episódio Vilson está nebuloso, as explicações oficiais sobre a saída repentina não convenceram e se espera para ver o que será exposto agora. Após a derrota para o Atlético-PR, na quarta passada, se falou que Vilson iria embora por estar previsto em cláusula no contrato feito no início do ano, quando veio do Grêmio na baciada de atletas em troca de Barcos.

O gestor José Carlos Brunoro revelou que, desde o primeiro momento, se sabia que Vilson poderia deixar o Palmeiras neste período. Ou seja, dessa forma tratou de mostrar que não houve surpresa. Por que, então, não se falou nisso na época da negociação? Por que, um mês atrás, o dirigente relembrava que a transação de Barcos tinha sido importante pois o clube conseguira compor o grupo, com a chegada de Vilson, Léo Gago, Rondinelly e Leandro?

Se era para compor grupo, por que liberar por uma ninharia (em torno de 700 mil reais), um jogador que deu certo? Ainda mais que Léo Gago e Rondinelly não vingaram? E agora, o que se dirá do retorno de Vilson? Vem, fica até o fim do ano, como previsto, ou sai, assim que possível? Receberá aumento, terá salário diminuído ou fica tudo como estava?

Leia aqui a matéria completa → BLOG DO ANTERO GRECO ❘ ESTADÃO ONLINE

••

COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Na frente

O Palmeiras de Gilson Kleina faz campanha melhor do que aquela que valeu o título da Série B, em 2003. Após 19 jogos, o time atual soma 42 pontos, contra 37 daquele dirigido por Jair Picerni.

• Saudosismo verde…

Edmundo deixou o Palmeiras em 2007, mas segue em alta no clube. De acordo com a Meltex, empresa que cuida das lojas alviverdes, a camisa 7, usada pelo ex-atacante, está entre as mais vendidas.

••

COLUNA DE PRIMA ❘ LANCE!

Por Marcelo Damato

• Mal contado

Na reunião do conselho da próxima segunda-feira, conselheiros do Palmeiras vão pedir a palavra para cobrar a diretoria sobre o caso Vilson. Corre no clube um rumor de que a ida do zagueiro para o Stuttgart esbarrou na recusa do clube alemão em pagar comissão a intermediários.

• Irresistível

Quando teve o contrato rompido  pelo Palmeiras, em 2010, a Samsung decidiu que não faria mais patrocínios no futebol brasileiro. Era a segunda decepção (a primeira fora com o Corinthians, em 2005-07). Mas a estratégia comercial de se associar à Copa do Mundo de 2014 falou mais alto.

• De Letra

“Querem votar previsão de orçamento em setembro, faltando três meses para acabar o ano! Deve ser uma gozação” – Wlademir Pescarmona – Conselheiro do Palmeiras

••

COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO

Por Bernardo Itri

• Dividida

“Hoje, a WTorre [construtora] tem muito mais poder na arena do que o Palmeiras. Entrar em conflito é pior” – José Cyrillo Junior – Ex-interlocutor do Palmeiras com a WTorre, sobre a disputa por cadeiras da arena

••

OUTRAS NOTÍCIAS :

GLOBO ESPORTE COM → Jogo entre Oeste e Palmeiras tem ingressos a partir de R$ 25
 
GLOBO ESPORTE COM → STJD vai julgar protagonistas da briga durante Palmeiras x Paysandu
 
ESPN BRASIL → Kleina desconversa sobre Vilson, mas diz: ‘Vamos recebê-lo de braços abertos’
 
GAZETA ESPORTIVA NET → Prass se conforma com pressão: “Somos cobrados até quando vencemos”
 
GLOBO ESPORTE COM → Prass comemora volta de Vilson ao Verdão: ‘Não terá problema nenhum’
 
LANCENET → Fernando Prass projeta turno mais difícil e defende Gilson Kleina
 
LANCENET → Mendieta e Wesley serão julgados e podem pegar até 12 jogos de gancho
 
••

15 respostas em “Verdão na Mídia 05-09-2013: WTorre nega conflito e reafirma: renda dos jogos será 100% do Palmeiras ❘ Lancenet”

Avaliar a politica do Palmeiras , torna-se um exercício de penúria e sofrimento, já que a mediocridade , forma grandes camadas que estão enterrando o clube a cada gestão, lembrando que o atual presidente do Palmeiras , o senhor Paulo de Almeida Nobre , é um produto exposto na historia recente do clube, com rotulo e conteúdo vencidos, pois tem sua essência no luciferiano MUMU, que além de manipular e orquestrar politicas e atitudes , mantem poder e prestigio sem igual há mais de trinta anos entre os muros de Palestra Itália.
O mais novo episodio que esta retratando o caso de sucesso em referencia ao ALLIANZ PARQUE, tem como protagonismo , a questão de cadeiras e camarotes que além de estarem relacionadas em comum acordo , representa a segurança de obtermos junto aos parceiros, serviços e produtos de qualidade, pois é claro e notório que o empreendimento terá êxito pela capacidade e profissionalismo da WTORRE e seus aliados, já que se dependesse da corja que esta administrando o clube há décadas , os banheiros do ALLIANZ PARQUE seriam externos ao clube!

Será que agora todo mundo entendeu que existe SIM uma divergência entre as partes, Palmeiras e WTorre? Desde o início ficou certo de que a renda dos jogos será 100% do Palmeiras, isso é claro, mas o que está em discussão é a forma como serão vendidos os ingressos. Quantos o Palmeiras poderá negociar diretamente (incluindo sócio torcedor), e quantos a WTorre terá direito. E o que me preocupa é que desde o começo o Mustafá não concordou com a forma como foi feito o contrato, achando que a WTorre iria ganhar dinheiro demais em cima do Palmeiras. E agora que ele está, digamos, “próximo” ao poder novamente (para ser modesto), claro que vai querer mudar alguma coisa.Tomara que seja tudo resolvido da melhor forma possível, sem a interferência nefasta do Mustafá e sua turma.

Saudade do Belluzzo.. se não fosse o Belluzzo, o Palmeiras estaria na fila do brasileirão desde 1973. Pois foi o Belluzzo que trouxe a Parmalat pro Palmeiras, e não esse amador chamado Brunoro.

Se não fosse o professor Belluzzo estaríamos com nosso antigo estádio, vendo os rivais do país todo reformando e construindo seus estádios.

Ele é o tipo de dirigente ousado e que vê a grandeza do clube.

Olha a diferença entre os textos e versões do Palmeiras, representado pelo P.Nobre (vagabundo que teve sorte de nascer rico) e da WTORRE (empresa séria, profissional e voltada ao mundo dos negócios) representada pelo Walter Torres. É vergonhoso e visível as diferenças de idéias entre os dois. Por favor, até quando o torcedor do Palmeiras será obrigado a aguentar amebas em cargos de tanta importância ?

Graças a Deus que a WTORRE vai administrar a ARENA, senão seria capaz de jogarmos em ITU, PRES PRUDENTE e o estadio ser emprestado para outro clube numa negociação fantástica de nosso CEO…

O Palmeiras é um CIRCO diário de Piadas !!!!
Fora KLEINA: técnico medíocre e medroso de time pequeno !!
Fora BRUNORO: salário obsceno e resultados vexatórios e humilhantes para a história da SEP;
Fora Diretor de MARKETING: salario de multinacional e nem um mísero patrocínio ou receita nova, nem para o time de FUTSAL conseguiu algo !!!
Bastidores do Futebol: hoje em dia temos menos prestígio que o Criciúma…

O Palmeiras diminuiu pro conta de péssimas administracoes. Tudo comecou com o desfalque do Saccomani (que me parece ressarciu o Palmeiras) e proliferou (o apequenamento) na gestao sem visao do Mustafás (que nunca ressarciu e continua trazendo prejuizos com as suas ingerencias). Eramos o terceiro clube do país no binomio patrimonio/torcida, proximos dos primeiros. Hoje, queiram ou nao, somos o quarto despencando, distanciando do primeiros e vendo quem está atras se aproximando. O Mustafás enxerga um Palmeiras quitanda de bairro sem planejamento de crescimento, cujo unico projeto é fechar as contas no fim de mes. Alguém já postou aqui, como exemplo, sobre o Atlético Paranaense. Um clube mediano de uma cidade e um estado menores que Sao Paulo. Um clube regional ,de torcida regional e infinitamente menor que a do Palmeiras. No entanto vem agregando e consolidando patrimonios, ganhando titulos regionais e até um Brasileiro mais recente que as conquistas do Palmeiras, e que está na série A. E também divide a cidade com outras duas forcas. É um clube/time de sucesso. O segredo? Com certeza passa por boas administracoes. O Palmeiras só nao está menor ainda devido a algumas acoes do Belluzo. Vide Parmalat. e Allianz Arena, que é uma realidade que pode ser a redencao ou pelo menos a mola propulsora do reerguimento do combalido Palmeiras. O ultimo patrimonio agregado pelo Palmeiras (tirante a Arena) remonta a decada de 1960, anteriormente ou na gestao do Paschoal Giuliano (nao tenho certeza), que foi a aquisicao do Clube de Campo de Parelheiros. O Mustafás queria fazer um puxadinho no estádio, nosso CT era ridiculo (só melhor que o do Corinthians, que nao tinha). Depois o vacuo de planejamento e de crescimento. Melhoramos o CT já com participacao do Belluzo na direcao do clube, lancamos a Arena com o Belluzo, a Parmalat teve o dedo do Belluzo, o projeto Sao Roque veio com o Belluzo (até ser minado e abortado pelos incompetentes Tirone e Frizzo) e continuamos com o decadente e inapropriado CT de Guarulhos para base. Chamem o Belluzo para tratar com a WTORRE que vai dar certo.

Discordo completamente quando vc fala do Atletico PR. O time ano passado estava na serie B, nao ganha um paranaense ha 5 anos, campeonato esse que so eh disputado praticamente por ele e o Coxa, e estava mal na serie A desse ano ate a chegada do Wagner Mancini.

mais e Claro que hoje quem manda na Arena e a WTORRE pois esta construindo e e claro que quem vai administrar a Arena e a WTORRE e a AEG afinal eles sao Pagos pelo Palmeiras para fazer isso as porcentagens que eles tem servem como pagamento para fazer manutencao administrar etc..

Faço da minha a suas palavras, GRAÇAS A DEUS, além de lucrarmos ainda bem que não terá as presenças de RATAZANAS comandando o Allianz Parque. Imagina Regina se os RATOS comandado por Mumu Goffar Majzoob e suas crias.

Os comentários estão desativados.