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Verdão na Mídia 09-09-2013: Palmeiras reformula a base com corte de gastos, nova chefia e equipes integradas ❘ IG Esporte

NOTICIÁRIO ❘ IG ESPORTE

• Palmeiras reformula a base com corte de gastos, nova chefia e equipes integradas

Por Gabriela Chabatura

Sete meses se passaram desde quando Paulo Nobre assumiu a presidência do Palmeiras e prometeu mudanças nas categorias de base. Encerrar as atividades do Palmeiras B, demitir o técnico Narciso, que comandou a equipe na Copa São Paulo de Futebol Júnior deste ano, e contratar um coordenador experiente na área foram os primeiros passos. No entanto, as mudanças não pararam, e o futebol amador caminha para a profissionalização que o presidente tanto prometeu durante campanha.

O fim do Palmeiras B aliviou os gastos com o futebol amador, que antes giravam em torno de R$ 10 milhões por ano. Além disso, cerca de 30 jogadores que estavam no time tiveram o contrato reformulado ou deixaram o clube. O meia Bruno Sabiá e o atacante João Pedro, por exemplo, foram os destaques da Copa São Paulo de Futebol Júnior, mas não renovaram o vínculo e se transferiram para Internacional e Corinthians, respectivamente.

A chegada de Erasmo Damiani, ex-atleta de atletismo e mestre em Educação Física, impulsionou as modificações. O coordenador alinhou a comunicação entre todas as equipes, implantou um método de avaliação dos atletas e inseriu um treinamento por posição que integra todas as categorias, do infantil ao juniores. A ideia é padronizar o estilo de jogo.

“Nós temos toda a semana um trabalho de integração com todos os treinadores das categorias para o trabalho de posição. Então, o treinador do juvenil pode dar trabalho para os meias, o treinador do infantil pode dar trabalho para os atacantes, enquanto o técnico do sub 20 dá trabalho para os zagueiros. Não posso ter o técnico do sub 20 treinando diferente do sub 17. É importante até para que os atletas não sintam tanto a mudança de categoria”, explicou Damiani ao iG .

Para isso acontecer, o clube reestruturou a comissão técnica das categorias de base e contratou profissionais que se adequassem a esse modelo de planejamento. Artur Itiro, ex-Audax-SP, assumiu o comando técnico do sub 15; Bruno Petri, ex-São Paulo e Fluminense, foi para o sub 17, enquanto Diogo Giacomini, ex-Atlético-MG, assumiu o sub 20.

Um cenário bem diferente daquele que quando Paulo Nobre encontrou ao chegar. Segundo Damiani, quando os trabalhos começaram havia um número excessivo de jogadores na base. Eram 56 atletas no júnior, 62 no juvenil e pouco mais de 40 no infantil. Esse número foi reduzido e hoje trabalha-se com algo entre 35 e 40 garotos por equipe.

Outra medida adotada pela diretoria é o estreitamento da comunicação entre a base e o futebol profissional. Foi iniciado um intercâmbio de atletas entre os departamentos. Atletas que integram o profissional podem, por exemplo, voltar a disputa campeonatos pelo time júnior. Foi o que aconteceu com o zagueiro Luiz Gustavo e os meias Bruno Dybal e Edilson, que treinavam com os profissionais e desceram para jogar a Copa do Brasil Sub 20, que começou no dia 3 de setembro.

“Todos os dias temos uma comunicação sobre o que está acontecendo na base, até porque a base tem de alimentar o profissional. E eu não posso fazer nada sem que o Omar (Feitosa) e o (José Carlos) Brunoro saibam o que está sendo feito. Se nós estamos trabalhando para o profissional, eles têm que saber o que está sendo feito”, explicou Damiani.

Por outro lado, o compromisso de compor o elenco e dar mais oportunidades aos jogadores formados no clube ainda não foi concretizado. No atual grupo, apenas o lateral-direito Luis Felipe e o atacante Vinícius têm recebido oportunidades do técnico Gilson Kleina. Muitos dos pratas da casa, ao total seis, foram emprestados a outros clubes. São eles: Patrick Vieira (Yokohama do Japão), Patrik (Sport), Chico (Santo André), João Denoni (Oeste), Emerson (Oeste) e Diego Souza (Oeste).

Quem vive essa situação delicada é o zagueiro Marcos Vinícius, promovido ao profissional em janeiro deste ano após passagem pelo Palmeiras B, onde estava desde 2011. O jogador fez sua estreia na goleada vexatória por 6 a 2 para o Mirassol, no Paulistão, e desde então não jogou mais. Naquela ocasião, ele assumiu de última hora a vaga de Maurício Ramos e logo aos 36 segundos de partida marcou um gol contra.

O palmeirense demonstra incômodo ao falar do episódio: “Eu vinha me preparando e continuo me preparando para, quando eu tiver outra oportunidade, estar mais preparado do que aquela vez. Eu não estava nervoso, estava feliz por estar jogando no profissional. O Gilson Kleina sempre me dá apoio perante o grupo, sempre falou para eu manter a cabeça erguida e ficar tranquilo que a oportunidade vai aparecer de novo”, afirmou ao iG .

Questionado se se sente prejudicado por ter recebido poucas chances, o zagueirose diz paciente. “Tudo tem o seu tempo. Acho que estou trabalhando, me esforçando para quando tiver uma oportunidade ir bem. Estou me preparando para quando tiver uma oportunidade, seja aqui ou outro lugar, estar bem para mostrar o que eu sei e me valorizar também”.

Se revelar jogadores tem sido raro no Palmeiras, algo que não acontece desde a promoção de Vagner Love há dez anos, Damiani pede paciência e a continuidade do trabalho. “Infelizmente o Palmeiras vive uma pressão política que acontece na maioria dos clubes brasileiros: uma administração assume, implanta um tipo de política e a outra quando vem, esquece e implanta uma nova. Não se dá uma continuidade. A política no futebol é igual a de governo. Você tem a política do governante e não do Estado”, disse.
O coordenador entende que é preciso tempo para o projeto dar resultado.

“O Palmeiras está indo para cem anos, mas se você pegar a profissionalização do departamento de base ela é muito recente. Esse é um processo lento, que precisa ser mudado aos poucos, gradativamente. Toda quebra de paradigma cria uma insegurança, mas sim, nós estamos pensando no contexto. Eu não posso deixar de ter um banco de dados dos nossos atletas, por exemplo. Para termos essa formação de jogadores, nós vamos ter de trabalhar muito. E, muitas vezes, isso não acontece tão cedo”, ponderou.

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NOTICIÁRIO ❘ IG ESPORTE

• Palmeiras planeja readequação do centro de treinamento das categorias de base

Por Gabriela Chabatura

Alvo de questionamentos sobre a construção de um centro de treinamento para as categorias de base, o Palmeiras admite que a concretização desse sonho é distante. De acordo com o coordenador do futebol amador, Erasmo Damiani, o trabalho mais provável a ser feito é a readequação da Academia II, em Guarulhos, que fica situada próximo ao Aeroporto de Cumbica.

A distância entre o alojamento, que fica ao lado do Allianz Parque, e o local do treino é apontado como um dos maiores problemas. Embora, o centro de treinamento esteja bem localizado, às margens da Rodovia Ayrton Senna, a diretoria acredita que o fato dos times terem de “viajar” pode prejudicar o desempenho dos jogadores. Por esse motivo, considera-se que a modernização, financeiramente, seria o caminho mais viável. Hoje, há seis campos, vestiários, academia de ginástica, sala de fisioterapia e departamento médico em Guarulhos.

“Hoje o Palmeiras tem um centro de treinamento aceitável de se trabalhar, só que a logística dele é complicada. Infelizmente, nós não temos um alojamento ou até mesmo uma estrutura onde os atletas possam chegar de manhã, treinar, almoçar, descansar e ir embora. Nós estamos buscamos uma situação para que possamos fazer tudo isso no CT de Guarulhos. É um sonho mais próximo de fazermos”, afirmou Damiani ao iG .

Outra alternativa, que está praticamente descartada por Paulo Nobre, seria a construção de um centro de treinamento em São Roque, no interior de São Paulo. O presidente, ao lado do coordenador Damiani, chegaram ir à cidade para conhecer o terreno que receberia o centro de treinamento, mas o Palmeiras teria de conseguir a Certidão Negativa de Débito (CND), o que torna o negócio ainda mais difícil.

“Claro que é o sonho de qualquer clube ter um centro de treinamento adequado para que você possa desenvolver o trabalho dos atletas. Hoje um novo CT é um sonho longo e uma construção longa, pois é uma obra que não é da noite para o dia. O que pensamos foi na readequação em Guarulhos, porque teríamos até um ganho técnico fazendo isso”, completou.

O projeto de construção de um CT de São Roque é uma herança deixada pelo ex-presidente Luiz Gonzaga Belluzo. Com a Lei de Incentivo ao Esporte a favor, o clube gastou cerca de R$ 225 mil com planejamento do projeto na gestão Arnaldo Tirone, mas ele nunca saiu do papel. Conclusão, o prazo para captação de recursos terminou em março de 2011 e a Prefeitura de São Roque pediu a devolução da área.

Ou seja, a Prefeitura de São Roque cederia a área para a construção das instalações e o Palmeiras ficaria responsável de conseguir investidores para contribuir com as obras, na época, orçadas em R$ 25 milhões. Três projetos já estavam aprovados: campos auxiliares, coberturas e pavimento externo; campo de treinamento e alambrados; e construção do complexo administrativo e de atendimento aos atletas.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Sem Libertadores, centenário e estádio viram trunfo do Palmeiras em 2014

Por Mauricio Duarte

Até o momento, o Palmeiras não detalhou qual será seu plano de marketing para o centenário, a ser comemorado no ano que vem. O que é certo, no entanto, é que o planejamento foi feito sem considerar a Libertadores. Com a eliminação da Copa do Brasil, o time, que disputa a Série B do Campeonato Brasileiro, enterrou suas chances de disputar a competição no ano de seu centésimo aniversário. Segundo José Carlos Brunoro, diretor-executivo do clube, isso estava previsto e não afeta o combinado.

“O nosso trabalho de marketing está em cima de coisas que podem acontecer, não do imponderável. É muito importante que a gente esteja na Série A no ano que vem. Estamos trabalhando para isso”, informou o dirigente.

Notoriamente, o Palmeiras perderá em visibilidade e em cotas de televisão por ficar fora da principal competição do continente. No entanto, em termos de receita, isso deve ser amenizado justamente por causa da efeméride, segundo especialistas ouvidos pelo UOL Esporte. Dentro do departamento de marketing do clube, segundo apurou a reportagem, o raciocínio é mesmo.

“Se o clube estiver na Libertadores, é o ideal, porque aí é uma empolgação dupla. No caso do Palmeiras, como ele não estará no torneio, a empolgação continua alta porque é uma data muito representativa. O time deve subir para a Série A, vai inaugurar estádio, são eventos muito positivos. Em meio a tantas coisas positivas, o fato de não jogar a Libertadores fica minimizado”, explica Fábio Wolff, sócio-diretor da Wolff Sports e especialista em marketing esportivo.

Oliver Seitz, pesquisador de indústria do futebol da Universidade de Liverpool, o centenário é um momento singular histórico e pode abrir possibilidades de capitalização que normalmente o clube não possui. No entanto, não pode se descuidar da performance, já que a demanda por ela é também amplificada por conta do aniversário. Neste cenário, de acordo com ele, o Palmeiras agiu bem em não contar com a Libertadores para organizar suas ações.

“Você não pode prever performance. Todo plano que você faz aliado a isso corre o risco de falhar. E isso acaba impactando todo o produto. Você consegue resgatar vários produtos históricos que não conversam necessariamente com o desempenho. Claro que tem uma vontade dos dirigentes de ganhar tudo no centenário. Mas esse ano permite que você desenvolva outros planos”, comentou.

Até o momento, o Palmeiras divulgou pouco o que fará para comemorar o centenário. Além da inauguração do novo estádio e de algumas ações, ainda sigilosas, com o ex-goleiro Marcos, o clube lançou um relógio progressivo e também uniformes especiais para a ocasião, além de mudanças no Avanti, programa de sócio-torcedor do clube.

Patrocínio máster

O Palmeiras segue sem patrocínio máster. O clube, por enquanto, tenta tirar receitas de outros lugares, mas sabe que precisa ter uma marca estampada na camisa em 2014. “Estamos atuando muito forte com outras empresas e, paralelamente, estamos trabalhando em outras coisas para arrecadar dinheiro. O Avanti está com mais de 30 mil sócios, isso nos dá uma receita considerável, melhoramos alguns contratos que tínhamos também. Tudo isso nos ajuda a aumentar a receita. Não estamos parados só no patrocinador máster ou qualquer outra propriedade de camisa.”, disse Brunoro.

Para Oliver, a ausência na Libertadores não afetará diretamente na captação de um patrocínio para o time alviverde. No entanto, querer inflacionar os preços por conta do centenário pode se revelar uma armadilha. Segundo o especialista, é preciso entender que o centenário é um evento para o público cativo, que já torce pelo clube, e não para agregar novos torcedores. Ou seja, é um público interno, e não externo.

“O que pode dificultar é o clube querer ganhar mais dinheiro por causa do aniversário. Uma empresa dificilmente vai ver um retorno disso de maneira clara. O centenário tem uma base política muito grande, então acabam fazendo uma conta irracional, consideram o atributo emocional. Uma empresa que busca resultados racionais não vai se envolver com isso”, analisou.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Wesley ‘sobrevive’ após negociações e segue em alta com Kleina

Por Fellipe Lucena

Wesley foi punido pelo STJD na sexta-feira e não poderia enfrentar o Atlético-GO, sábado, mas vários setores do Palmeiras se mobilizaram para que ele jogasse e tivesse nova atuação boa no triunfo por 3 a 1. Prova da moral do volante, que poderia ter deixado o clube.

– O esforço para ter o Wesley foi conjunto, com diretoria, departamento jurídico, o próprio atleta e o grupo, que o esperou. A preocupação era o padrão técnico – disse o técnico Gilson Kleina, que escalou o camisa 11 como titular em 16 dos últimos 17 jogos (estava suspenso contra o Boa, em 24 de agosto).

Nesta sequência, Wesley marcou todos os seus três gols com a camisa alviverde e deu três assistências – tem nove na temporada e é o recordista do elenco. As boas atuações, contudo, não impediram que a diretoria se animasse com a chance de emprestá-lo ao Atlético-MG até o fim do ano.

Seria uma maneira de aliviar a folha salarial, já que o volante recebe cerca de R$ 350 mil mensais. O clube ainda deve um mês de direitos de imagem a ele e não pagou uma parcela sequer dos 6 milhões de euros (R$ 14,4 milhões à época) por sua contratação, em março de 2012. O valor foi bancado por um investidor e assumido por um banco.

Wesley, que tem um filho recém-nascido, não achou interessante manter o salário e ter só alguns meses para se firmar no novo clube. Na impossibilidade de fechar negócio, o Verdão aguardou uma proposta europeia, sem sucesso.

Em alta com a comissão técnica, o camisa 11 dá de ombros até para quem julga que suas brincadeiras não são saudáveis, argumento utilizado por membros da cúpula para defender sua saída. O volante continua dando seu “show” nos treinos.
Jogadores ouvidos pelo L!Net disseram que o comportamento do meio-campista é bom e o apontaram como um dos responsáveis pelo bom ambiente do grupo alviverde.

Ele também é querido por torcedores. Em maio, conversou com o grupo que protestava contra o possível fim do basquete do clube e disse que acataria a sugestão de fazer uma “vaquinha” com outros atletas para ajudar a modalidade, o que acabou não se concretizando.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Goleador, Kardec admite melhor começo da carreira no Verdão

Por Marcelo Hazan

Alan Kardec tem pouco mais de dois meses no Palmeiras. Dada a rápida adaptação, o jogador parece ter chegado ao clube bem antes do início de julho. Em 13 partidas, ele marcou oito gols e só fica atrás de Leandro na artilharia do Verdão nessa temporada, com 13 bolas na rede em 29 jogos. Incontestável no time titular, o camisa 14 do Palestra reconhece: esse é o seu melhor começo por um clube na carreira.

Nenhum de seus primeiros passos por Vasco, onde começou, além de Internacional, Benfica e Santos foram tão eficientes quanto os dados no Palmeiras. E o sucesso meteórico tem dois motivos para o jogador: experiência e o tempo dado para readquirir a forma.

Quando chegou ao Verdão depois de ficar um mês de férias parado, o centroavante pediu 20 dias de treinos exclusivamente físicos. Deu resultado.

– Foi bom porque eu tive tempo suficiente para trabalhar, e em momento algum alguém apressou a minha preparação. Então, creio que não tenha sido uma surpresa, foi fruto do trabalho. É o melhor começo sim, porém, hoje estou mais maduro e preparado do que em outras oportunidades. Sempre trabalhei para que as coisas pudessem acontecer da melhor maneira possível e esse bom começo se deve a isso: confiança da comissão e dos jogadores, junto com o trabalho sério – explica.

Quase sempre bem posicionado para estufar a rede, Kardec diz não ter um segredo específico para marcar, a não ser ficar próximo do gol adversário. Mesmo com o melhor início da carreira, ele ainda busca melhorar em todos os fundamentos.

Mas apesar de seu início fulminante no Verdão, o centroavante ainda está longe de alcançar Bruno Rangel, da Chapecoense, artilheiro da Série B, com 19 gols. Esse, porém, não é o objetivo prioritário do atacante, que mira o título do Campeonato Brasileiro da Série B.

– Provavelmente ele ainda vai marcar mais gols. Está com um aproveitamento muito bom, mas não passou pela minha cabeça ultrapassá-lo, até porque a diferença é grande. O grande objetivo é ser campeão e ajudar dentro das minhas características, tentando sempre fazer gols – finaliza.

Emprestado pelo Benfica até junho de 2014 ao Verdão, Kardec tem preço estipulado de 5 milhões de euros (aproximadamente R$ 15 milhões), valor que pode ser negociado. A boa relação entre as diretorias de Palmeiras e do clube português pode ajudar em uma eventual compra definitiva. Seus direitos econômicos são divididos igualmente entre o Benfica e um fundo exclusivo do time português, o “Benfica Stars Fund”.

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NOTICIÁRIO ❘ ESTADÃO ONLINE

• No Palmeiras, Valdivia volta da seleção e deve ser poupado para o jogo com o ASA

Por Vítor Marques

Gilson Kleina comemora o retorno antecipado de Valdivia, que estava a serviço da seleção chilena, mas não garante a escalação do meia amanhã contra o ASA, às 19h30, no Pacaembu.

Valdivia será reavaliado pelo departamento de preparação física do Palmeiras depois da boa atuação que ele teve na vitória do Chile contra a Venezuela por 3 a 0 pelas Eliminatórias Sul-Americanas de 2014.

A ideia inicial era que Valdivia continuasse com a seleção e também defendesse o Chile diante da Espanha, amanhã, em amistoso na Suíça. Mas no sábado ele foi liberado pela comissão técnica da seleção chilena para voltar ao Brasil.

“O Valdivia chegou com muito entusiasmo, muita gana, mas com apenas uns 60% de sua capacidade”, afirmou Jorge Sampaoli, técnico do Chile. Para evitar lesões, o meia foi liberado. Assim não haveria risco de um novo problema muscular na coxa direita – essa havia sido sua última contusão.

Após vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-GO, no sábado, Kleina disse que vai conversar com o jogador e com departamento físico para saber se escala ou não Valdivia amanhã.

O treinador tem um trunfo nas mãos. Ele não está nem um pouco pressionado a escalar o chileno porque o resultado positivo em Itumbiara colocou o time novamente na liderança da Série B, encerrando jejum de quatro jogos sem vitórias. Além disso, na visão do treinador, o esquema com três atacantes funcionou e Wesley, o principal articulador do time, jogou bem.

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COLUNA DO PAULO VINÍCIUS COELHO ❘ FOLHA DE S.PAULO

• Tiro certo

De todos os jogadores recém-contratados do Palmeiras, o mais importante é Alan Kardec. Joga como centroavante e como ponta. Se precisar, ocupa a ponta de lança, função de Valdivia. Ele e Mendieta podem formar a espinha dorsal para o time do ano que vem, na Série A, no ano do centenário.

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COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO

• Big Brother

Na esteira das brigas dentro e fora dos estádios, a Federação Paulista de Futebol está contratando uma empresa para identificar e barrar nas arenas torcedores envolvidos em confusões. A firma escolhida, Artezza, fornecerá equipamentos de biometria e de identificação facial das torcidas nos acessos aos estádios. O plano da FPF é iniciar as atividades já em outubro, no Pacaembu, em jogos do Corinthians e do Palmeiras.

• Lista negra

A base de dados para a identificação de torcedores será a da FPF, que possui cadastro dos associados das principais torcidas organizadas paulistas. A instalação de equipamentos no Pacaembu este ano servirá como teste para ser ampliado em 2014.

• Custo-benefício

A última reunião da FPF, por meio do coronel Marcos Marinho, com a empresa fornecedora foi na sexta. A Artezza ficou de apresentar o custo dos equipamentos esta semana. Deverão ser adquiridas também câmeras para ficar dentro do estádio para identificar os envolvidos em brigas.

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COLUNA DO ALBERTO HELENA JR ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Reencontro verde

E o Palestra, hein? Foi a Goiânia, sem Valdivia e companhia bela,  e meteu 3 a 1 no Atlético, com direito a golaço de Leandro — chapéu no beque e tiro certeiro, no espaço de um lenço.
E havia quem colocasse em dúvida a capacidade de o Verdão retornar a jato para a Primeirona…

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COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Economia revista

A diretoria palmeirense está disposta a recolocar cinegrafista, fotógrafo e nutricionista nas viagens do time para os jogos fora de São Paulo. A turma foi cortada de duas das últimas três partidas.

• Longe dos tribunais

Qualquer polêmica envolvendo Palmeiras e WTorre em relação ao Allianz Parque não tem a menor chance de terminar nos tribunais. Isso porque o contrato assinado entre as partes estabelece a presença de mediadores, que agiriam para resolver o problema.

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10 respostas em “Verdão na Mídia 09-09-2013: Palmeiras reformula a base com corte de gastos, nova chefia e equipes integradas ❘ IG Esporte”

A situação que as categorias de base do Palmeiras possuem há décadas esta no mesmo patamar com o atual presidente, o clube de campo do palmeiras possui 138.369 metros quadrados de área útil, sem uso correto, pois eu já projetei um centro olímpico , completo que adicionaria, uma área 38.000 metros quadrados, que atenderia com qualidade o departamento de futebol “amador´´, mas houve uma proposta dos grupos de apoio ao senhor Nobre, para a área em questão fosse `´trocada´´, por uma denominada , Gleba Pompeia´´, que não pode ser concretizada, pelo simples fato que a mencionada área, tornou-se nos últimos 36 meses, uma gigantesca terra louca , aos especuladores imobiliários, que implantaram 12 projetos entre residenciais, e comerciais, inviabilizando o utópico projeto !

Po.. o Dybal foi parar no Internacional?? Que sacanagem deixarem o moleque sair do time.

Quanto ao Ibope baixo na BAND.. eu pergunto.. e quantas pessoas sabiam que o jogo passaria na BAND?? Eu mesmo que entro em blogs todos os dias não sabia.. IBOPE tem a ver também com formação de público. Pra isso tem que existir uma certa lógica nas transmissões.

Verdade Luiz Antonio. Esqueci de citar o Ilsinho e o Taddei e, lá atras, o Toninhos Vanusa e o Toninho Cecilio (que foi um bom zagueiro). Como já disse a base do Palmeiras nao gera lucros nem técnico, nem financeiro e nem institucional. É uma bola de neve derretida.

O Palmeiras valoriza muito pouco a base, além disso paga muito bem na base dos outros, especialmente aqueles que vem fatiados com muitos pedaços pertencendo a múltiplos fundos. Só lembrando alguns casos mal administrados, o Ilsinho que pulou a cerca, o Taddei que não servia pro Palmeiras mas é titular da Roma fazem uns 5 anos.

Não consigo entender porque o Kleina não levou o
Vítor Luís quando ficou sem lateral esquerdo, basta desmoralizada.

Pagaram uma nota no Eguren, pra ele segurar a reserva e quando entra fica mais perdido do que o Denoni ficava. Mas sabe como é, prata de casa é de graça e não rende comissão, a não ser que seja emprestada ou vendida.

Esse Felipe Menezes é grosso, não dava pra usar o Vieira ou o Dybal?

Diminuir a base ok, não renovar e perder destaques pros lixos… Não da.

Sempre foi um mistério pra mim a história da falta de interesse do Palmeiras em revelar talentos. Investimentos a longo prazo não são o forte do Palmeiras – não ‘plantam’ para colher depois, e quando colhem, por pura obra do acaso, como o Vágner Love, não esperam o ‘fruto’ amadurecer direito para poderem vender por um valor que traga um lucro maior. Talvez agora, com o dinheiro curto, a meninada consiga finalmente ter um espaço para mostrar que podem crescer e jogar profissionalmente. Só nos resta torcer para que esses meninos tenham talento suficiente para que a oportunidade oferecida a eles dê o resultado que tanto esperamos.

Já critiquei muito o fato de a Globo não passar os jogos do Palmeiras e nem deixar ninguém transmitir, mas no último sábado, com transmissão exclusiva da Bandeirantes, o jogo do Palmeiras conseguiu apenas 5 pontos no Ibope, chegando a perder na audiência para Todo Mundo odeia o Chris da Record. É muito pouca audiência para um jogo exclusivo, era para a torcida do Palmeiras assistir em peso o jogo na Bandeirantes, até para dar uma resposta para a vênus platinada. Depois não adianta reclamar…

Um dos mistérios mais insondáveis do universo é o porquê da pífia atuação da base palmeirense. Anos após anos, vemos as nossas promessas se desfazerem no ar ou, pior, simplesmente se mandarem para os nosso rivais.
Façam um exercício de masoquismo: comparem as nossas receitas auferidas nos últimos cinco anos com a venda jogadores da base com a grana preta que gambás, bambis e sardinhas embolsaram. Talvez a gente possa encontrar aí uma das explicações para a situação de penúria em que nos estamos.
E o pior é que, falando objetivamente, eles não têm uma estrutura assim tão superior à nossa que possa justificar esse abismo.
Portanto, falando objetivamente de novo, é melhor o Sr. Damiani achar respostas menos étereas do que esse papo de política de estado vs. política de governo. Aliás, o Atlético Paranaense vem aí na Copa do Brasil Sub-20. Alguém arrisca um palpite sobre quem vai ser eliminado?

concordo com o Damiani “A política no futebol é igual a de governo. Você tem a política do governante e não do Estado”. e o PN não é diferente, tenta se desfazer de todos os projetos dos presidentes anteriores porque pra ele somente os dele presta, o projeto novo CT da base que ele descartou iria ser quase sem custo pro Palmeiras, terreno doado e com fundos do governo federal, como outros times estão fazendo.

Acompanho futebol e o Palmeiras ha quase 40 anos. Meu primeiro titulo para valer foi o Paulistão de 1974. Nesse tempo um dos discursos das diversas diretorias que ouvi foi esse de reformulação da base. Há 40 anos o Palmeiras patina neste setor e os discursos são só discursos vazios. Será que dessa vez vai? Tomara. O primeiro passo realmente é adequar o CT ( em Guarulhos ou em outro lugar, que poderia ter sido São Roque e de repente pode ser Parelheiros, com a extinção do Clube de Campo, aliás seria o local ideal mas politicamnete é apenas sonho). Fazendo um não tão dificil exercicio de avaliação da base do Palmeiras nestes 40 anos veremos que é quase improdutiva em comparação com outros clubes. Fora os goleiros, que eramos profícuos em revelar, hoje nem tanto, visto Raul Marcel (limitado pela facilidade em engordar), Gilmar, Veloso, Zetti, Sergio, Marcos ( o maior de todos os tempos) e Diego Cavalieri, revelações capacitadas em outras posições são pouquissímas. Das que eu me lembro, acima da média, citaria: Pedrinho Vicençote, Gerson Caçapa, Pires, Edu Manga, Carlos Alberto Seixas, Vagner Love, Roque Jr e…só. Mais ou menos o Mococa, o Deda e o Edmilson. E os que foram mal avaliados e explodiram em outros clubes: Elias e Bruno Cesar.
Em resumo a base do Palmeiras nunca foi alicerçada. As revelações são quase por acaso sem ganho tecnico, institucional ou financeiro.

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