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Verdão na Mídia

Verdão na Mídia 29-09-2013: Kleina foge de contagem regressiva e pede paciência a palmeirenses ❘ Globo Esporte Com

NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Kleina foge de contagem regressiva e pede paciência a palmeirenses

A cada jogo que passa é um a menos na conta palmeirense para o retorno à elite do futebol brasileiro. Liderando com folga a Série B, o Verdão deve atingir seu principal objetivo na temporada com rodadas de antecedência, o que acaba gerando ansiedade na torcida, e até mesmo no grupo. Cabe ao técnico Gilson Kleina, então, manter a equipe com os pés no chão para seguir competitiva dentro da competição (ainda faltam 13 partidas para o fim).

– Vem essa situação de fora para dentro de contagem regressiva, e isso cada um assimila de um jeito. Tentamos tirar essa pressão para render mais. Nessa reta final será assim. Temos de controlar, o grupo é experiente para isso – disse o treinador.

Líder há dez rodadas consecutivas, o Palmeiras tem dez pontos de vantagem sobre o segundo colocado – a Chapecoense, com um jogo a menos -, e soma 16 a mais que o primeiro time fora do G-4, o Sport. Esses números poderiam ser ainda melhores se o Verdão tivesse feito o dever de casa no último sábado, quando apenas empatou com o América-RN no Pacaembu.

– Sabemos que fizemos um ponto e se entendermos que só o Sport venceu dos concorrentes pelo G-4 veremos que não foi um resultado ruim. Agora temos a maratona dos jogos fora – declarou Kleina, sobre as próximas seis partidas que o Palmeiras fará longe da cidade de São Paulo.

Punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) em função da briga entre duas torcidas organizadas do clube, o Verdão só voltará a jogar no Pacaembu em 16 de outubro. É possível, portanto, que a festa pela confirmação do acesso seja longe de casa. De acordo com projeção feita pelo técnico Gilson Kleina, o Palmeiras se garante na Série A com 66 pontos. Faltam dez, portanto.

Quanto antes conquistar o seu objetivo, o clube terá mais tempo para se planejar para a próxima temporada. A diretoria já descartou antecipar as férias dos jogadores, mas quer usar o período para preparar o time para o ano de seu centenário. Entre as questões a serem tratadas está a renovação do treinador.

– Espero consolidar o acesso logo e depois conquistar o segundo objetivo, que é o título. O futuro, então, irá definir as coisas. O clube e eu temos de ter calma para tratar dessa situação – finalizou Kleina.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Kleina defende Valdivia e acha impossível ser responsável por massa

Por William Correia

Valdivia já pegou suspensão de dois jogos por ter forçado cartão amarelo e, nesse sábado, afirmou que o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) fez “palhaçada” ao tirar dois mandos de campo do Palmeiras. Ciente de que sue jogador mais caro pode ser punido, Gilson Kleina o defendeu, até argumentando em prol do clube.

“O jogador de cabeça quente fala do lado emocional. O que o Valdivia disse é o que todo palmeirense pensa”, afirmou Gilson Kleina, irritado pela punição decorrente de briga entre membros da Mancha Alviverde e da Torcida Uniformizada do Palmeiras (TUP) quando o time jogava em Guaratinguetá, há dois meses.

“Respeito, mas não concordo. Jogando fora de casa, deveriam pegar quem fez o tumulto. Um clube não pode ser responsável por uma massa” , alegou, evitando acusar diretamente as organizadas, embora sua equipe tenha entrado em campo contra o América-RN com uma faixa alertando para o fato.

“Não sei quem gerou, mas é gostoso chegar ao Pacaembu com a torcida lotando, o time com mais energia para vencer por isso. E não é o primeiro mando que perdemos, já são vários. Poderíamos estar muito mais fortes, os números mostram isso, e passa muito pelo apoio do torcedor”, afirmou.

Fernando Prass, embora sem a intenção de defender Valdivia, acabou concordando com o chileno. “Espero que os outros sejam punidos também. Não é possível que na Série B só a torcida do Palmeiras tenha brigado no estádio. São dez jogos por rodada, já foram 250 jogos… Mas o Palmeiras está na mídia e fica mais em evidência”, disse o goleiro.

Em busca de uma nova casa após atuar longe da capital em seus quatro primeiros jogos como mandante na Série B, resta a Gilson Kleina se consolar com a presença de palmeirenses em todo o Brasil. “Em outros lugares, a torcida do Palmeiras também vai. Vamos ser fortes em qualquer lugar”, apontou o técnico.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Aposta, trio de ataque finaliza mal e Palmeiras não marca pela 5ª vez

O técnico Gilson Kleina, do Palmeiras, disputou grande parte da Série B deste ano mantendo o time na formação com dois meias ofensivos e dois atacantes. Nas últimas partidas, porém, optou por deixar o chileno Jorge Valdivia sozinho na armação, trabalhando para um trio de ataque. Neste sábado, a alternativa não funcionou – menos por erro de Kleina, mas por falhas de Vinicius, Leandro e Alan Kardec, que não conseguiram acertar finalizações que poderiam ter decidido o jogo e impedido o empate por 0 a 0.

Segundo números do Datafolha, foram 18 finalizações do Palmeiras contra apenas seis do América-RN. O time visitante foi pressionado durante quase todo o jogo, mas chegou a levar perigo em contra-ataque.

Os erros das apostas de Kleina custaram caro. Leandro teve as melhores e errou três chutes, com apenas um acerto. Kardec, centroavante, também chutou só uma bola no gol e perdeu outras duas – uma no travessão. Vinicius, mais jovem, não conseguiu nenhum chute ao goleiro Andrey e errou os dois que tentou.

De 25 jogos disputados pelo Palmeiras na ótima campanha na Série B, esta foi apenas a quinta vez que a equipe de Kleina não conseguiu marcar gols. Anteriormente,  o clube havia sido derrotado por América-MG, Sport e Boa em partidas em que não conseguiu balançar as redes, e empatou com o Chapecoense, por 0 a 0.

Essa foi a primeira vez, no entanto, que a formação com três atacantes passou em branco. Nunca havia acontecido com o Palmeiras na Série B de 2013 uma partida em que começasse com três homens de frente e terminasse sem nenhum gol marcado. Nos jogos em que não conseguiu mexer no placar, a opção tática sempre foi o 4-4-2, com três volantes ou dois meias ofensivos.

O empate com o América-RN, deste domingo, deixa o Palmeiras com 56 pontos na Série B, e mantém boa distância da Chapecoense. A partida deste sábado marcou a despedida do Palmeiras do Pacaembu. Por ter perdido dois mandos de campo, o time enfrentará agora uma sequência de seis partidas longe de seus domínios. Na próxima terça-feira o time de Gilson Kleina enfrentará o Oeste, em São José do Rio Preto, pela 26ª rodada da Série B.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Leandro admite jogo ruim, mas evita falar em queda de rendimento

Leandro saiu de campo no segundo tempo do empate sem gols com o América-RN. Embora tenha admitido que não realizou um bom jogo contra o rival potiguar, o atacante se esquivou quando questionado se houve uma queda em seu rendimento. Ele considera que estava bem até perder o jogo contra o Sport, no último final de semana, por conta de uma entorse que afetou joelho e tornozelo esquerdos.

– Eu machuquei no penultimo jogo, até então eu vinha jogando bem, se não me engano vinha jogando bem, então esse julgamento eu deixo para vocês – afirmou o atacante.

– Dei o meu máximo para ajudar, mas concordo que não fui bem (contra o América-RN). Por isso tem os substitutos, para se alguém não tiver bem eles entrarem e ajudar – respondeu.

Desta forma, ficou para o jogo contra o Oeste a possibilidade de Leandro chegar ao 15º gol com a camisa palmeirense (ele é o artilheiro do time no ano) e igualar sua marca do Grêmio – pelo clube gaúcho, ele obteve o número em 75 jogos, enquanto no Verdão ele tem só 33 partidas.

Agora, porém, o foco dele está no acesso. Restando 13 jogos para o fim da competição e líder da Série B, o atacante admitiu a ansiedade pelo feito, e lamentou a possibilidade de conseguir voltar para a Série A jogando fora do Pacaembu, pois nos próximos seis jogos o time jogará fora da capital.

– Ficamos ansiosos, sabemos que temos essa possibilidade grande de subir, mas sabemos lidar com isso. Por um lado entristece (subir fora do Pacaembu) , mas o mais importante, dentro ou fora, é conseguir o acesso – completou.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Brunoro confirma sondagem do Fla por Valdivia, que evita assunto

Embora a diretoria do Flamengo tenha negado que procurou o Palmeiras para tentar a contratação do meia Valdivia, o diretor-executivo do Verdão, José Carlos Brunoro, admitiu, neste sábado, que confirmou a sondagem do clube carioca.

– Flamengo fez uma sondagem sobre o Valdivia, mas falamos que era importantíssimo em relação á Série B e foi só isso. Não tende a avançar – limitou-se a dizer, após o empate do Palmeiras por 0 a 0 com o América-RN, no Pacaembu, em jogo válido pela Série B do Campeonato Brasileiro.

Na saída de campo, Valdivia também foi questionado sobre o caso, mas evitou comentar o assunto.

– Hipótese não vou falar. Não vou falar em hipótese. Eu falando isso dá a entender que não teve nenhuma procura – declarou.

A vontade do jogador não é deixar o Palmeiras. Ele tem contrato com o clube até junho de 2015.

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NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

• Kleina diz que Palmeiras tem de administrar pressão pelo acesso à Série A

Por Rafael Valente

Insatisfeito com o empate sem gols com o América-RN, no Pacaembu, o técnico Gilson Kleina disse que um dos fatores que pode ter atrapalhado o Palmeiras é a ansiedade e pressão pelo acesso.

O time tem 56 pontos na liderança da Série B e aumentou a vantagem em relação à Chapecoense, vice-líder com 46 e que perdeu para o Paysandu por 2 a 1 nesta 25ª rodada. Com 13 rodadas para jogar, a equipe e a torcida já fazem as contas para subir.

“Tem uma contagem regressiva sim, mas tentamos tirar essa pressão do jogador. Vai acontecer isso nessa reta final, mas temos de administrar, deixar o jogador focado só no jogo. A rodada foi boa porque só o Sport [dos adversários diretos] venceu”, disse Kleina ainda no Pacaembu.

Sobre o empate sem gols, o treinador admitiu também que a equipe fez uma apresentação ruim.

“Tem dias que a gente não joga como costumamos. Também tivemos umas peças abaixo do que podem render. Mas não posso negar que tivemos disposição para buscar o resultado.”

O Palmeiras volta a campo na terça-feira contra o Oeste, pela 26ª rodada da Série B, em São José do Rio Preto.

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL

• Palmeiras: ah, se esse for o seu futebol no ano do Centenário…

Que o Palmeiras deve voltar à elite, e provavelmente com o título de campeão da Série B, creio que poucos duvidam. A maior preocupação, no entanto, aumentada após o pífio empate de 0 a 0, no Pacaembu e diante do retrancado América de Natal, bem, o receio é  outro: “O que será do Palmeiras na Série A, com esse futebolzinho? Eles conseguem estragar todas as bolas que o Valdivia enfia”- desabafava o incrédulo André Tessitore, fervoroso palmeirense habituado a tempos acadêmicos.

Na verdade, tirando Valdivia, o goleiro Fernando Prass e um ou outro jogador menos votado, o Palmeiras foi um festival de erros diante da retranca armada pelo modesto América, time que ronda a zona do rebaixamento: seus laterais Wendell, (que entrou no lugar do contundido Luís Felipe), e Juninho foram péssimos no apoio; Leandro (o que aconteceu com ele?), Vinicius e Alan Kardec estiveram quase inofensivos no ataque. E, com alguma boa vontade, pode-se isentar Vilson, Henrique, Márcio Araújo e Charles de nota mais baixa. De bons, no duro, repito, apenas o goleiro Fernando Pras e Valdivia, sendo que o meia, sem viver tarde de “El Mago”, propiciou aos companheiros pelo menos três chances de gol. Não aproveitadas.

É fato que faltou o futebol de Wesley, que vem atuando bem, e o de Mendieta, ainda em busca de autoafirmação. Mas precisava deles para fazer os três pontos em casa contra a América?

Na verdade, a preocupação maior é para o ano que vem. Se esse time é suficiente para o acesso à elite, já deu sinais contra o Atlético Paranaense- quando foi derrotado por 3 a 0, pela Copa do Brasil- de que não terá vida fácil na Série A, quando a ela voltar no ano do Centenário. E pelo que se sabe, o dinheiro para fazer contratações necessárias está longe de ser farto no Palmeiras, ainda às voltas com suas dívidas. Mesmo quanto ao técnico, Gilson Kleina, preocupa a sua maneira pacata de não encher a equipe de ânimo para enfrentar um Atlético Paranaense ou para furar a retranca do América.

O treinador, tanto quanto o futebol do time, é um grande ponto de interrogação para o futuro do Palmeiras.

E logo no ano do Centenário…

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BLOG DO COSME RÍMOLI ❘ R7

• A um mês de completar 30 anos, Valdivia apronta. Cava mais uma suspensão na carreira. Qualifica decisão do STJD de ‘palhaçada’. O maior ídolo do Palmeiras age sem a menor responsabilidade. Com o aval da diretoria…

As organizadas sacrificaram o Corinthians em 2013.
Desde o triste incidente em Oruro, com a morte do menino Kevin Beltran.
Depois a selvagem briga com a torcida vascaína em Brasília.
E agora os sinalizadores em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso.
Em todos os episódios, o clube foi punido.
Nenhum jogador concordou com as punições.
Mas foram orientados pelo departamento jurídico do clube.
Nada de ataques à Conmebol e muito menos ao STJD.
Eles cumpriram as determinações.
Deixaram para os dirigentes espernearem.
Principalmente Mario Gobbi.
O presidente do clube não se conforma com a modernidade.
No mundo civilizado o que os torcedores fazem recai na entidade.
É uma maneira de tolher a estupidez.
Demorou mais de vinte anos para chegar da Europa até aqui.
Mas veio para ficar.
As organizadas do Palmeiras também atrapalharam o clube.
No ano passado, elas entraram em confronto com a Polícia Militar.
A briga absurda aconteceu em Araraquara, na partida contra o Botafogo.
Resultado, punição de quatro jogos.
Eles foram cumpridos contra Atlético Goianiense, América MG, Avaí e Oeste.
O clube jogou em Itu e Presidente Prudente.
Aí veio a surreal briga no jogo contra o Guaratinguetá.
Membros da Mancha Verde e da TUP brigaram.
As duas torcem pelo Palmeiras.
Resultado: dois jogos de suspensão.
Contra o Figueirense e Guaratinguetá.
As duas partidas acontecerão a 100 quilômetros da capital paulista.
Isso fará com que provavelmente o time suba, volta à Série A fora de São Paulo.
Serão seis partidas seguidas longe da sua cidade.
Oeste,em Itápolis; ABC,em Natal; Figueirense (a definir);
Guaratinguetá (a definir); Icasa, Juazeiro do Norte;
Bragantino, em Bragança Paulista.
Líder absoluto da Série B, a festa da subida será diminuída.
Não deverá acontecer no Pacaembu como tanto a diretoria sonhava.
Principalmente pela arrecadação.
Seria uma prévia do centenário do clube.
Só que suas organizadas impediram.
Foi um duro golpe, mas a regra vale para todos os clubes.
O STJD finalmente acordou em relação a briga dos torcedores.
Mas Valdivia conseguiu outra vez.
O problemático jogador não se conformou.
E fez questão de complicar outra vez sua carreira.
Com certeza ficará mais um tempo ganhando sem trabalhar.
Experiente, vivido, decidiu atacar.
Não as torcidas organizadas do Palmeiras.
Isso ele não faria nunca.
Até porque sabe a fama de violentas que elas têm.
Escolheu o inimigo errado.
“É mais uma palhaçada do STJD.
Outras torcidas brigam e só a do Palmeiras é punida.
Tem de ser justo para todo mundo.
Se é pessoal com o Palmeiras, a diretoria tem que se manifestar.”
Chamar os auditores do STJD de palhaços é o caminho certo.
Certo para uma longa punição.
Justo agora que o chileno havia se recuperado.
E começado a justificar os cerca de R$ 500 mil mensais que recebe.
Depois de um longo período afastado do clube.
Período em que as próprias organizadas criaram um ‘chinelômetro’.
Um contador que registrava quanto tempo ele estava sem jogar.
Misturando suspensões, contusões, convocações.
Não é mistério para ninguém que foi uma péssima contratação.
E que envolveu cerca de R$ 25 milhões do Palmeiras.
Ele fará daqui exato um mês nada menos do que 30 anos.
Jamais o clube recuperará esse dinheiro.
Algumas equipes se interessaram nele.
Mas pagando pouco mais da metade.
Hoje, nem isso.
O Flamengo pensava em contratá-lo por empréstimo.
Ou, no máximo, pagar R$ 10 milhões para tê-lo em 2014.
A direção do Palmeiras não quis abrir negociações.
Ele deverá ser a maior estrela do centenário.
Um estrela solitária em um time limitado.
E com direito a fazer o que quiser.
Tem aval para isso.
Gilson Kleina foi no embalo da ‘palhaçada’.
“O Valdivida falou o que o palmeirense pensa.”
Os dirigentes, para variar, se calam.
Deixam seu jogador mais caro fazer o que quiser.
Não querem conflito.
A conivência custará caro ao clube.
O meia deverá ser novamente punido.
A ofensa foi pesada.
E injusta.
Estão aí as punições ao Corinthians.
Impossível que o meia palmeirense não saiba.
Valdivia é com certeza um dos grandes desperdícios na América do Sul.
Jogador com talento, inteligente, diferenciado.
Só que as diretorias que passaram pelo Palmeiras o estragaram.
Permitiram tudo em nome desse talento.
E ele prejudicou o clube e a si mesmo.
Não atingiu na carreira nem a metade do que poderia.
Preferiu ficar perdendo tempo com polêmicas tolas.
“Foi o pior negócio da minha vida.
Pensei que ganharia muito com ele.
Joguei dinheiro fora.
Jogador problemático que não sabe o que quer da vida.”
Esse é o desabafo de Osório Furlan Júnior.
Ele gastou R$ 5,9 milhões no meia no seu retorno em 2010.
Esperava que fizesse sucesso no Palmeiras e fosse vendido.
Até agora reclama e dá esse dinheiro como perdido.
Serve como exemplo.
E desestímulo a outros investidores no Palestra Itália.
A diretoria já está preparada.
Chamar os auditores do STJD de palhaços não sairá barato.
Chegará uma nova suspensão ao seu camisa 10.
Mas ele está acostumado.
Assim como os dirigentes do Palmeiras…

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COLUNA DO UGO GIORGETTI ❘ O ESTADO DE S.PAULO

• Série A, pra quê?

Nada como a vitória. A vitória é feita de uma mistura de embriagues e orgulho. E é anônima. Não importa de quem se ganha. Não importa se o adversário é forte ou fraco, não importa nem sequer seu nome. Basta a vitória.

Nesse sentido a única torcida em festa, neste momento, é a do Palmeiras. Vejo voltarem dos jogos do Pacaembu torcedores com suas bandeiras e suas camisas e não leio em seus rostos e atitudes que venceram um time da Série B. Não, a atitude é a mesma, a alegria genuinamente igual, como se tivessem vencido um dos times da chamada Série A.

Caminham de cabeça erguida, voltam para casa felizes. Há enorme paz num clube que vive em guerra. Lá onde as notícias eram geralmente catastróficas, a imprensa tem pouco o que divulgar. Por incrível que pareça faltam notícias no Palmeiras! Faltam, alias, más notícias.

De vez em quando algo que em outros tempos estaria provocando tempestades ameaça quebrar o clima, como a notícia de que o treinador Gilson Kleina não está seguro no cargo. Mas isso no futuro. Refere-se a algo que ainda pode suceder num futuro que nem está diante de nós. E a tempestade acaba se transformando numa reles chuvinha.

Tudo por causa das vitórias. Nesse item a torcida do Palmeiras está muito mais bem servida que a maioria de seus rivais. Principalmente locais. O Corinthians parece em crise, jogou a toalha quanto ao campeonato e luta para tentar a Libertadores. O Santos, mediano, não pode se orgulhar de nada. O São Paulo, pior ainda, luta para não cair. Só a Portuguesa parece bem, e mesmo assim é coisa recente.

Ganhando mesmo está o Palmeiras. Há uma clara convicção na torcida de que esse time é muito melhor que muitos times da Série A. É só olhar a tabela e verificar. E não se fala só dos times eternos candidatos ao rebaixamento, fala-se de equipes do porte de Vasco da Gama, Flamengo, São Paulo, etc, etc…

As diferenças entre as séries A e B parecem diminuir. O Goiás, por exemplo, recém-chegado na Série A, está fazendo campanha satisfatória. Para não falar no Atlético Paranaense, que faz campanha mais do que satisfatória, empolgante. Aliás, apesar de ter sido desclassificado da Copa do Brasil pelo Atlético Paranaense, o Palmeiras é um dos poucos times a tê-lo batido, aqui no Pacaembu.

Esses são os cálculos e conjecturas que faz o torcedor do Palmeiras enquanto desce para o estádio para ver seu time ou enquanto aguarda vê-lo pela TV. De quebra, a falta de patrocínio que parece assustar, apavorar, os clubes não dá mostras de dobrar o Palmeiras. Ao contrário a camisa surge mais limpa, seu emblema mais visível, o que é uma vantagem, pois esse sim, o emblema, pode ainda assustar adversários. Logotipos de empresas não assustam.

Sabiamente o clube espera por ofertas de patrocínio que sejam digno de sua grandeza. Não se fala mais em torcida esperando jogadores para agredi-los. Craques que até outro dia eram hostilizados, culpados pelas derrotas, que se esgueiravam assustados pelos corredores dos aeroportos, como Valdivia, são hoje aplaudidos de pé quando deixam o campo. E deixam o campo sem reclamar.

O Palmeiras é um dos times, finalmente, que mais fornecem jogadores para seleções nacionais. Henrique, na principal do Brasil, onde esteve recentemente Leandro, Vinícius na sub-20 do Brasil, Valdivia no Chile, Eguren no Uruguai. Fora isso alguns estariam na seleção da Série A, estivessem jogando por lá, como Fernando Prass ou Wesley. Tudo parece bem.

É claro, que futebol é futebol e tudo pode mudar. Principalmente num clube de temperamentos instáveis, entre alegria profunda e depressão sem fim. Mas que o momento é bom, é. Esta coluna me foi sugerida por uma frase que ouvi em plena redação deste jornal, quando um dos colunistas mais influentes e talentosos, e ainda por cima um bom amigo, dizia pra quem quisesse ouvir:

“Série A, pra quê?”

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COLUNA DO PAULO VINÍCIUS COELHO ❘ FOLHA DE S.PAULO

• Pobre futebol rico

Os dois clubes mais ricos do futebol brasileiro ficarão ainda mais ricos a partir de 1º de janeiro de 2016. Os contratos de transmissão dos jogos de Corinthians e Flamengo com a Rede Globo no Brasileirão valem hoje R$ 120 milhões por ano. Valerão R$ 170 milhões.

Essa conta não inclui o pay-per-view, modalidade em que corintianos e rubro-negros também são campeões.

Não há nenhum problema em Corinthians e Flamengo arrecadarem tanto. O que salta aos olhos é como a distância aumenta a cada renovação contratual, entre os donos das duas maiores torcidas e os demais clubes do Brasileirão.

Hoje, Palmeiras e Vasco arrecadam R$ 80 milhões, R$ 40 milhões de TV a menos do que Corinthians e Flamengo. A partir de 2016, a distância vai subir para R$ 70 milhões. Atlético-MG, Cruzeiro, Inter, Grêmio, Fluminense e Botafogo recebem R$ 45 milhões por ano. Vão ganhar R$ 60 milhões. Significa que receberão R$ 110 milhões a menos do que os gigantes.

Desde a última renovação do contrato, há dois anos, discute-se o risco de haver desequilíbrio semelhante ao da Espanha, onde Real Madrid e Barcelona revezam-se como campeão e vice há nove temporadas. Isso não está acontecendo no Brasil. O Cruzeiro, virtual campeão, pode quebrar a longa hegemonia Rio-SP.

O risco é menor no Brasil do que na Espanha porque aqui há 12 clubes com a ambição do título. Mas o perigo existe e conviver com esse risco só será justo se existir também a chance de equiparar o Brasileirão ao Espanhol em outras coisas.

Estádios lotados, altos índices de audiência, gente falando da disputa em todos os bares, ruas e restaurantes. Um campeonato onde a TV dá R$ 1 bilhão, e dará R$ 1,6 bilhão para os clubes, precisa empolgar.

Até 2009, Flamengo, Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Vasco ganhavam R$ 25 milhões por ano, cada um. Aquele Brasileirão teve o Flamengo campeão e a melhor média de público nos estádios desde 1987, na Copa União.

Na época, a Globo gastava R$ 150 milhões por ano. Em 2016, gastará dez vezes mais.

Mas a audiência dos jogos não cresce, e os estádios têm média de público 27% inferior a quatro anos atrás. Por que pagar mais por um campeonato que vale menos?

Junte tudo isso à discussão da semana, sobre o calendário.

A lógica dos jogadores de tornar o calendário mais racional e melhorar a qualidade das partidas deveria agradar a quem vende o espetáculo televisivo.

No final da semana, a Globo admitiu a hipótese da mudança do calendário, mas só a partir de 2015. Sem aliado econômico na batalha, os jogadores ganham amigos políticos. O presidente da Federação do Rio, Rubens Lopes, promete iniciar seu Estadual dez dias mais tarde. Seu objetivo é óbvio: deixar Marco Polo Del Nero como único vilão.

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7 respostas em “Verdão na Mídia 29-09-2013: Kleina foge de contagem regressiva e pede paciência a palmeirenses ❘ Globo Esporte Com”

POR FAVOR a mídia já é predatória por si só, não há necessidade de mantermos os péssimos testos em real visibilidade, com comentários idiotas, dos marginais jornalistas que são parciais, permitindo que os valores pagos pela mídia direcionada, enfraqueçam os demais, em um silencio criminoso, já que urubus e gambas terão dividas gigantescas, sem solução em breve!

Inquestionável que seremos o time de SP com maior visibilidade a partir do ano que vem. Vai ser a autêntica hipocrisia, anunciarem o Vergonhão como estádios deles. Mesmo pq isso é notícia falsa. OS times de SP estão capengando, é nítido. Hora do Palmeiras voltar a tomar sua posição. Com uma diretoria de “saco roxo” isso seria muito fácil.

Sensacional a coluna do Ugo Giorgetti. Ah se todas facções do Palmeiras pensassem igual!
Mudando de assunto: é cada vez mais explícita a campanha de CBF e STJD em minimizar o Palmeiras. Isso só pode ser uma coisa : MEDO.
Enquanto as diretorias que por aqui passam não se rebelarem, vou sedimentando a certeza de que todas tem rabo preso. Pois não tomar providências contra algo escancarado, no mínimo, levanta sérias suspeitas.

Caros,
Por que vocês realçam notícias produzidas pelo grupo UOL/FOLHA ?
Eu deixei de clicar em todas as informações deles desde o início do ano, e a minha vida ficou muito mais tranquila. O simples fato de ler o título das notícias deste grupo me deixava irritado com a parcialidade da imprensa. Eu me informo somente em sites declaradamente parciais, como o 3VV.
Saudações palestrinas a todos !

Muito legal essa coluna do Ugo Giorgetti. Acho que o futebol brasileiro está pagando o preço pelas péssimas administrações, arbitragens tendenciosas, (in)justiças desportivas, favorecimentos políticos, enfim, tudo de errado que temos visto e sentido, mas que a maioria finge que não está acontecendo. Uma hora, a conta vai chegar!

Que o Palmeiras esta se esforçando, não tenho duvidas. Mas, com o que temos, mal e mal vamos conseguir nos manter em décimos segundo lugar. Nossos laterais são fracos. O ataque, parou. Alan Kardec voltou na mesmice dos tempos no Santos. Leandro, sinceramente, deve voltar para a reserva no Grêmio. Kleina, é esforçado, mas insiste com Charles, quando temos Marcelo Oliveira que joga mais. Erguren só entra quando falta 5 minutos. Lembra-me muito Jair Pirceni. Só troca os mesmos. Falta ousadia para o Kleina. É boa gente, mas falta algo mais

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