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Ex-Presidente Belluzzo explica o contrato com a WTorre

Publicado originalmente em http://www.uniaoverdebranca.com.br/

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O PRESIDENTE FALA SOBRE A PARCERIA PALMEIRAS E WTORRE.
COLOCAÇÃO DO PRESIDENTE BELLUZZO SOBRE OS ATUAIS FATOS ENVOLVENDO PALMEIRAS E WTORRE.

Prezados

Diante das últimas publicações e das questões levantadas na reunião do Conselho Deliberativo realizada nesta semana, cumpre-me dizer que estou, como sempre estive, desde que convidado, pronto para participar de qualquer reunião que vise contribuir para a elucidação de controvérsias e problemas.

Desde o encaminhamento da cogestão com a Parmalat, juntamente com o saudoso Paulo Roberto Nicoli e Clodoaldo Antonângelo, sempre tentei encontrar formas de fortalecer a Sociedade Esportiva Palmeiras. O projeto da cogestão foi acolhido pelo então presidente Carlos Facchina Nunes e aprovado no Conselho Deliberativo em 1992.

No primeiro ano dessa experiência pioneira não faltaram os que clamavam contra a “venda do clube” a uma empresa de baixa visibilidade, cujo único objetivo, diziam os de sempre, era apenas e tão somente se aproveitar do Palmeiras para ganhar dinheiro. As vitórias sucessivas acalmaram o ambiente, mas não abrandaram o fogo da inveja que crepitava sob as cinzas da hipocrisia.

Escaldado pelas vicissitudes que atormentaram a formação e desenvolvimento da “fracassada” parceria Palmeiras-Parmalat, eu deveria ter seguido os aconselhamentos de meu pai e tomado cautela ao empreender outros projetos no Palmeiras. Ainda assim, garanto que continuarei a servir o clube na medida de minhas parcas e modestas capacidades, agora, saibam todos, como mero torcedor.

Isto posto, vamos relato das tratativas que culminaram na celebração do contrato com a Construtora WTorre.

No final de 2.007, a Construtora WTORRE, através de seu diretor, Luiz Fernando Davantel, apresentou um arrojado projeto que visava a construção de uma arena multiuso, em parceria com o Palmeiras, erguida sobre a área do clube e do Estádio Palestra Itália. Na primeira reunião, a Construtora deixou claro que, depois de tentativas malogradas com outros clubes, procurou a Sociedade Esportiva Palmeiras em razão da reputação de seriedade de sua diretoria, então presidida por Affonso Dellamônica Neto.

Foi elaborado um Memorando de Entendimentos assinado pela SEP e pela WTORRE em 13.12.07. Neste memorando foram fixadas as bases da parceria e os detalhes do empreendimento.

Tal projeto foi apresentado aos três poderes do clube, CD, Diretoria e COF, na pessoa de seus Presidentes e vices, que reunidos, resolveram submetê-la ao Conselho e Associados. Eram eles, Sr. Seraphim Carlos Del Grande, Presidente do CD; Dr. Affonso Della Monica, Presidente da Diretoria Executiva e Dr. Clemente Pereira, Presidente do COF.

Assim, o Presidente Affonso Della Monica, tratou de mandar complementar estudos, técnicos, jurídicos e de viabilidade econômica da proposta, com apurados e minuciosos cuidados, para que fosse apresentada para as devidas aprovações.

A Diretoria de Obras, que havia aprovado projeto anterior do novo Estádio, cuidou de colher informações do Autor do novo projeto, Dr. TOMAS TAVEIRA, conceituadíssimo arquiteto, autor de várias Arenas na Europa, em especial a do Sporting de Lisboa, utilizado na Eurocopa. O Dr Taveira manifestou-se favorável. A Diretoria de Planejamento recorreu à consultoria externa da empresa PLURISPORT que, em trabalho detalhado concluiu que o novo projeto era o mais vantajoso do ponto de vista econômico, entre todos apresentados ao Palmeiras nos últimos anos. A Pluricorp foi responsável pela avaliação das propostas anteriores.

O Departamento Jurídico da SEP, amparado pela assessoria externa da DUARTE GARCIA, CASELLI GUIMARÃES E TERRA ADVOGADOS, com a assistência do Dr. Antonio Augusto Pompeu de Toledo, tratou de discutir e revisar o Contrato a ser assinado com a Construtora, caso fosse a matéria aprovada pelos Órgãos Competentes.

Foram marcadas e realizadas reuniões, chamadas “setoriais”, com grupos de Conselheiros, quando a Construtora apresentou o projeto de forma detalhada, procurando dirimir todas as dúvidas que se apresentavam.

Com o transcorrer das reuniões e desenvolvimento dos trabalhos jurídicos, foram ultimados os trabalhos que deram origem a uma minuta de CONTRATO, que permaneceu à Disposição dos Senhores Conselheiros e Associados da SEP na Secretaria Geral do clube entre os dias 26 e 30 de junho de 2.008, das 10:00 hs. Às 20:00 hs. ininterruptamente, para consultas e conhecimentos. Há uma relação assinada, na Secretaria Geral, com os nomes de quem se utilizou desse expediente.

Foi convocada reunião do Conselho Deliberativo, onde a Construtora, mais uma vez se fez presente, apresentando as minúcias do projeto. Na mesma reunião, esteve presente o Dr. Marcelo Terra (uma das maiores autoridades no Direito Imobiliário no Brasil), representando o Escritório contratado pelo Palmeiras, para dirimir qualquer pendência jurídica. Também como esteve também presente o Dr. Vladmir Riolli, que ratificou seu relatório, expondo as razões que o levaram a recomendar a aprovação do empreendimento, sob o ponto de vista econômico-financeiro. Houve votação do Conselho e a construção da Arena, nos moldes expostos, foi aprovada por 86% dos Conselheiros da SEP.

Foi convocada Assembléia Geral dos Sócios que aprovou o projeto por uma margem expressiva de votos.

A fase seguinte consistia em assinaturas dos documentos oficiais por parte da Construtora e do Palmeiras. O Escritório contratado, juntamente com o Departamento Jurídico da SEP, com a Assessoria da Presidência, além da Assistência precisa e necessária do Dr. Pompeu de Toledo, concluiu o trabalho de revisão da minuta apresentada, dando origem a um CONTRATO DE INVESTIMENTO PaRA DESENVOLVIMENTO DE EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO, contendo todas as cláusulas, direitos e obrigações, que refletiam fidedignamente todo o projeto apresentado e exaustivamente discutido pelos Poderes do Clube, em especial no que diz respeito às das cadeiras e sua comercialização, hoje é alvo de acendradas discussões.

Esse Contrato foi apresentado em reunião do COF, apreciado, discutido e aprovado e vistado por todos os membros ali presentes e depois encaminhado para a competente assinatura das partes, o que ocorreu em 01 de julho de 2.008, sendo certo que, compareceram para a assinatura, o Dr. Paulo Remy Gillet Neto e Dr. Nilton Bertuchi, pela WTORRE ARENAS EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S/A; Solano Magno da Silva Neiva e Walter Torre Júnior, pela WTORRE EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S/A e Affonso Della Monica Netto e Salvador Hugo Palaia, pela SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS. Aditamentos de ordem técnica e prática foram também assinados pelas partes, em algumas oportunidades, até dezembro de 2.008 em complemento ao contrato. Esses aditamentos foram incorporados ao contrato.

Em Janeiro de 2.009, ao assumir a Presidência da Sociedade Esportiva Palmeiras, tratei de nomear uma comissão especial, composta de membros que representassem o Conselho, o COF, a Diretoria Executiva e os Associados, para que acompanhassem junto à WTORRE o desenvolvimento dos trabalhos. Assim, nomeei os Srs. Marcelo Fonseca, Vicente Cricio, José Cyrillo Jr., Antonio Carlos Corcione e Antonio Augusto Pompeu de Toledo, que se reuniam quinzenalmente com a Diretoria da WTORRE, com o propósito de avaliar o desenvolvimento do projeto, com a definição de matérias, discussão de procedimentos, obtenção de documentos, vistorias de Prefeitura, Bombeiros, Ministério Público, etc. Convém salientar que em determinado momento, o Dr. Antonio Augusto deixou a Comissão, por ter sido eleito Presidente do COF e, logo após, aquele Órgão, indicou o Sr. Walter Munhoz para acompanhar os trabalhos da comissão, que perduraram até o final de 2.010, com o encerramento do meu mandato.

Convém sublinhar que os trabalhos dessa Comissão, não tinham o condão, nem mesmo o poder de modificar qualquer item do Contrato assinado, em especial os que tratam do assunto da comercialização de cadeiras.

Durante todo o ano de 2.009 e parte do ano de 2.010, o Palmeiras, através dos Escritórios DUARTE GARCIA CASELLI GUIMARÃES E TERRA e BICALHO E MOLLICA pela WTORRE discutiram a confecção da ESCRITURA DE CESSÃO DE USO DO SOLO a ser lavrada em cartório. Enquanto isso, o Depto. Jurídico do Palmeiras, juntamente com a Assessoria Especial da Presidência, tratavam da obtenção de documentação, liberação de penhoras e de outros entraves judiciais, para a pacífica lavratura da Escritura e seu Registro, o Depto. de Obras, através da empresa TESLER ENGENHARIA, realizavam suas tarefas de acompanhamento, fiscalização e desenvolvimentos das obras físicas.

Finalmente, em julho de 2.010, estava pronta a Escritura para ser assinada após verdadeira batalha para a obtenção de Certidões (Certidão Negativa de Débito junto à Secretaria da Receita Federal do Ministério da Fazenda). A baixa das hipotecas que pesavam sobre imóveis do Palmeiras, inclusive sobre o próprio Estádio Palestra Itália, nos levaram a efetuar acordos de parcelamentos de dívidas com a municipalidade. Sem tal providência não seriam obtidas as liberações e consequentemente, não seria possível o Registro da Escritura, o que inviabilizaria definitivamente a realização do projeto e a construção da nossa Arena. A isso associaram-se as dificuldades e entraves apresentados pela Prefeitura Municipal de São Paulo e Ministério Público.

Assim, no dia 15 de JULHO de 2.010, foi assinada a Escritura Pública de Constituição de Direito Real de Superfície e Outras Avenças, lavrada em notas do 22o Tabelião de Notas da Capital, no livro 3962 às fls. 175, que espelhava exatamente e fielmente, a vontade das partes, bem como seus direitos e obrigações, motivos de todas as discussões iniciadas em 2.007, constantes do Contrato apreciado e assinado em 2.008, conjuntamente com memoriais descritivos e cópia do projeto, até então em desenvolvimento.

Foi registrada no Cartório do 2o Oficial Registro de Imóveis da Capital do Estado de São Paulo.

COM RARÍSSIMAS EXCEÇÕES DE MENOR IMPORTÂNCIA, NADA FOI MODIFICADO DO QUE FORA ANTERIORMENTE PACTUADO, em especial os itens que tratam da comercialização de cadeiras, seu número e competência.

Tomo a liberdade de citar ipsis verbis, um artigo do CONTRATO assinado em 2.008, o que trata do conceito da arena:

“2.7 o PROJETO Básico deverá prever que a Arena terá capacidade mínima para 40.000 (quarenta mil) torcedores sentados e numerados, com previsão mínima de 200 (duzentos) camarotes e 10.000 (dez mil) cadeiras, além de 2000 (dois mil) lugares para a Imprensa(…)”.

Essa cláusula foi transcrita na Escritura lavrada, com a seguinte redação:

“2.2.1 – O Projeto prevê capacidade mínima para 40.000 (quarenta mil) torcedores sentados em lugares numerados, com previsão mínima de 200 (duzentos) camarotes e 10.000 (dez mil) cadeiras especiais, além de 2.000 (dois mil) lugares para a imprensa (…)”

Com igual postura, todas as demais cláusulas referentes ao assunto, demonstram como se darão as comercializações desses lugares, cadeiras e camarotes.

Como já foi exaustivamente falado e incluído em todas as mídias sociais e em farto noticiário da imprensa nos últimos dias, é sabido que compete à construtora, exclusivamente, a comercialização das cadeiras e camarotes da Arena, podendo realizá-la, a seu critério, com o fornecimento de ingressos para os jogos do Palmeiras, desde que devidamente adquiridos do clube, que é o beneficiário da bilheteria total dos seus jogos.

Tais ingressos a que a Construtora teria direito seriam adquiridos do clube pelo menor preço praticado por ele no jogo e pagos antecipadamente. Para o futuro, existe regra específica, pactuada de que tais valores seriam apurados pela média do ingresso mais barato praticado pelo clube nos últimos doze meses de jogos realizados na Arena.

Exemplificando: a Construtora deseja comercializar a titularidade, com base na Escritura, juntamente com os ingressos para os jogos do Palmeiras e utilizando a média de R$ 40,00 (quarenta reais) como menor preço praticado pelo clube na última temporada, teremos: 10.000 cadeiras X R$ 40,00 = R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais) e se quiser também praticar o mesmo exercício com as cadeiras dos camarotes, teríamos 2.000 cadeiras X R$ 40,00 = R$ 80.000,00 o que nos leva a concluir, que a Construtora deverá colocar à disposição do clube, antes de cada jogo R$ 480.000,00 (quatrocentos e oitenta mil reais).

Por outro lado, a Construtora, como divulgado, entende que tal comercialização não se limita às 10.000 cadeiras e aos 200 camarotes, constantes da Escritura, mas quer também exercer tal direito sobre os demais lugares numerados para torcedores sentados na Arena, ou seja, a totalidade da capacidade do Estádio – Quarenta e três ou quarenta e cinco mil lugares.

O entendimento do Clube, de meu ponto-de-vista é correto. Tal comercialização limita-se ao número constante da Escritura, ou seja, dez mil cadeiras e duzentos camarotes. Os demais lugares numerados, para torcedores sentados, em dias de jogos de mando do Palmeiras, são de sua inteira disponibilidade, podendo comercializá-los pelos ingressos, pelo valor que quiser, somente recomendo cuidado com a valoração de tais ingressos, visto que a media do menor valor praticado nos doze meses subseqüentes de jogos na Arena, balizarão, no futuro, os preços a serem praticados para a Construtora, para suprir a necessidade de suas cadeiras e camarotes.

Estamos diante de um impasse. O clube tem um entendimento sobre o assunto da comercialização de cadeiras e camarotes, enquanto a Construtora tem entendimento diverso quanto à comercialização dos lugares numerados. Tenho acompanhado, pela imprensa, as tratativas das partes em resolver pacificamente a questão, o que espero sinceramente que ocorra, para o bem do empreendimento. Caso isso não ocorra,, a Escritura indica o caminho para a elucidação da controvérsia. Primeiramente, a Construtora e o Palmeiras indicam um mediador. Os dois indicados pelas partes nomeiam, de comum acordo. Os três tentam resolver a pendência. Caso permaneça o impasse, o assunto será levado a um tribunal de arbitragem também escolhido pelas partes, no caso, a Câmara de Comércio Brasil Canadá. A conclusão tem valor de sentença definitiva. Sabe-se que a arbitragem pode se delongar por um prazo de até um ano, um tempo muito mais curto do que o costumeiro no judiciário.

Quero salientar, que tal procedimento não é uma litigância jurídica, nem mesmo macula ao relacionamento entre Palmeiras e WTORRE. A arbitragem foi concebida para mediar e solucionar um impasse, criado por entendimentos diversos das partes, sobre o que foi contratado e avençado.

Lembro que a própria Escritura denomina tais casos como “impasse”, incidente passível de ocorrer em qualquer transação comercial. O importante, porém é ressaltar que toda a operação, desde 2.007, até os dias atuais, foi realizada com o esmero e a dedicação necessárias a um empreendimento de tal porte, com todo o cuidado e profissionalismo que o Palmeiras merece.

Em nenhum tempo houve, como dizem alguns, qualquer amadorismo por parte do Palmeiras ou seus dirigentes, muito ao contrário. Como também não houve má-fé por parte da Construtora, como querem fazer divulgar os maus palmeirenses, que insistem em denegrir a imagem do clube, desde o início da negociação com a Construtora, por motivos inconseqüentes e descabidos, que só tem o condão de prejudicar o natural andamento do processo, só pela vaidade de poder dizer: “- Eu não falei?”

LAMENTÁVEL!!!.

Em janeiro de 2.011, a administração Arnaldo Tirone dissolveu a comissão formada, dispensou os serviços de assessoria agregados às áreas, nomeou nova comissão e assinou a Escritura de Re-Ratificação. Até onde sei, essa escritura ratificou na quase totalidade os termos da Primeira Escritura, que refletia exatamente todo o pactuado desde 2.007. A Escritura assinada em 2.011, tratou, entre outros de menor importância, dos detalhes do seguro “performance bond” que garante a conclusão da obra.

É o que tinha a dizer.

LUIZ GONZAGA DE MELLO BELLUZZO.

27 respostas em “Ex-Presidente Belluzzo explica o contrato com a WTorre”

Alguns tem problemas serios para ler,ele foi claro :DEZ MIL CADEIRAS E DUZENTOS CAMAROTES.

Belluzzo foi claro em seu texto, no entanto, há um detalhe: os artigos citados por ele não deixam explicito em lugar nenhum quantas cadeiras cabem a cada parte, nem definem o que seriam “cadeiras especiais”. Sem o contrato inteiro, para sabermos se esses detalhes são discutidos em outros artigos, o impasse continua. Se não há divisão numérida especificada, a contrutora pode alegar o direito de vender todas as cadeiras. Se tal divisão se baseia no número de cadeiras especiais, mas não define o que são cadeiras especiais, a contrutora pode alegar que todas as cadeiras são especiais e que, portanto, cabe a mesma o direito de comercializá-las.

Ou seja, Walter Torre está querendo dar uma de esperto.
Viu que o AVANTI está rendendo uma grana para o Palmeiras e agora quer capitar em cima disso também.
Quer que o Palmeiras divida bolo.
Acontece que o contrato era bem claro, como disse Beluzzo:

WTORRE: 10 mil cadeiras/camarotes (são aqueles espaços nos 2 anéis intermediários)
PALMEIRAS: 33/35 mil lugares nas arquibancadas do primeiro anel e último anel (que contam com assentos numerados também, mas são lugares comuns)

Muito pilantra está sendo esse senhor Walter Torre né?

Quem não for burro, consegue ter um entendimento definitivo dessa causa, após esta leitura.
Muito esclarecedor o texto.

Para quem não compreendeu o texo: ESTAMOS CERTOS NESTA PARADA

BELLUZZO não quiz dizer mas deve estar havendo um pouco de má FÈ da W.TORRE depois de ver o projeto ser esticado de 330 para mais de 500 milhões, a W.TORRE ta querendo sanar um pouco o prejuízo……….

Se estava certo 10000 cadeiras e a Wtorre quer comercializar o total, sim, é má-fé.

Ora, é só usar a lógica, se vão utilizar a média do ingresso mais barato do ano anterior e ela comercializa todos os lugares no estádio, a partir do primeiro ano, todo ano vai ser igual, pagando sempre a média, gerando efeitos CATASTRÓFICOS para o Palmeiras, pois a média não que nem perto dos 40,00 e sim 12,50 (o que ouvi falar). Se assim o fosse, o contrário não estipularia fazer a média todo ano.

O que vejo é a Wtorre tentando tirar proveito da situações e o Paulo Nobre defendendo nossos direitos. Melhor 1 ano parada do que 30 anos de mal negócio.

É impressionante que mesmo passando por tantas comissões e responsáveis por revisão esse contrato tenha sido redigido com essa brecha na definição de “lugares” e “cadeiras especiais”.

Grande Prof. Belluzzo, esse foi se não o ÚNICO que honrou e dedicou quando foi presidente do Palmeiras. Só não entende que não quer. SÓ FALTA DESENHAR.

Presidente Mustafá, seu office boy de luxa, Paulo Nobre e demais invejosos de plantão, existe alguma dúvida ?

Precisa desenhar ?

Certa vez o Dr. Belluzzo disse que poderia dar o nome do Mustafá para uma das salas a serem contruídas no Allianz Parque .
Se isso pode ocorrer, por que o Mustafá ainda insiste em querer parar a obra??

Como dizia o Lobisomem daquele comercial da Tigre:
” Ô Inveja !!!!

Parabens Belluzzo, voce sempre pensou como Palmerense, pensou grande ,pois o ultimo elenco que consigo lembrar digno do Palmeiras foi o de 2009. E se não tivesse feito o projeto da arena,hoje não teriamos nem dinheiro prá manutenção do palestra italiá, logo vice acertou, trouxe um parceiro que já se mostrou competente ao trazer o names rights , como Allians park. Fazendo o Palmeiras voltar a ser marca mundial.Detalhes economicos de contratos não deveriam ser trazidos prá ser discutido ná mídia, isso mostra o nosso despreparo em negociar e isso em nada ajuda no negocio e na parceria.

Muito esclarecedor o texto do Belluzzo. Nada como ouvir a versão de quem participou de todo o processo. O certo é que há uma divergência que precisa ser solucionada. Por isso, em vez de ficar com ataques via imprensa, o que queremos é que as partes sentem e encontrem uma solução para esse conflito o mais rápido possível. Todo mundo só tem a ganhar!

Professor Belluzzo disse que concorda com a linha de pensamento adotada pela atual diretoria. Isso é bom. Mas é fato também que, por mais que quiséssemos saber o que ela tinha a nos contar sobre este assunto, que isso não altera de forma alguma o impasse. Continuamos temos os dois lados da parceria com opiniões antagônicas e ainda necessitando ir a câmara de comércio Brasil Canadá, pois fica claro que que um simples mediador não vai fazer com que as partes entrem em acordo. Acho que aliás podíamos pular a parte da mediação e ir logo pra segunda parte. A não ser que o Walter Flores “abra as pernas” e reconheça nosso entendimento como o correto. E concordo com o Matheus no que diz que realmente algo tem de estar errado quando 2 partes interpretam um texto de forma totalmente diferente e que nenhuma delas está usando de má fé. Aí me parece que não existe amadorismo mas sim pura ingenuidade.

Com todo respeito ao Prof. Belluzzo mas as coisas não encaixam, pois ele afirma que não houve amadorismo nem ma-fé de nenhuma das partes, mas a verdade é que estamos perante um enorme impasse que só pode ter raiz em uma dessas fontes.

O Belluzzo nos me fez ver claramente uma coisa. No contratato, item 2.2.1, existe previsão de 40 mil ‘lugares sentados em lugares numerados’, com previsão mínima de 200 camarotes e 10 mil cadeiras especiais. As cadeiras e os camarotes, sobre as quais a construtura tem direito de uso (4.9), fazem parte do montante total, mas não necessariamente coincide com ele. Para que tivesse direito à comercializar tudo, todos os 40 mil lugares teriam de ser cadeiras especiais. Se não são, não tem direito. Mas apenas à parte das cadeiras.

Pelo que foi dito, concluo que os mesmos que desde dos primórdios da idéia e construção da arena foram contra, hoje estão no poder margeando o Paulo Nobre. Sabemos que o PN foi eleito com apoio destas pessoas, e sua administração atual só pode se validar também com apoio destas pessoas. Porém, ta na hora do Sr. Paulo Nobre, caso realmente queira fazer uma gestão profissional, como ele mesmo prega, ouvir também o outro lado, aqueles que foram opositores como o Sr. Belluzzo por exemplo, e em posse dos dois lados da história fazer de forma isenta sua administração sem se deixar levar por nenhum dos lados. Até mesmo por que é sabido inclusive da própria boca do seu principal apoiador nas eleições, que a partir de janeiro, irá romper com o atual presidente, e passará a miná-lo como é sua de índole. E então Sr. Paulo Nobre? a bola está com voce.

Admiro o Belluzzo. Um palmeirense digno e construtivo. Unico presidente nos ultimos 40 anos com estatura para a SEP. Um cara que passa longe da vaidade mesquinha e ineficiente da maioria dos dirigentes verdes. Uma pessoa que agrega, que faz Palmeiras com capacidade e objetividade mesmo nao dispondo de cargos. Que também erra e isso só mostra como acerta bem mais e pensa num Palmeiras maior. Fico feliz com esse pronunciamento dele. O Belluzzo pode errar mas nao é de maracutaias. O Paulo Nobre (ainda acredito nos propósitos do Paulo Nobre) deveria ouvir mais, se aconselhar mais com o Belluzzo, que hoje só tem aspiracoes de torcedor, é um CEO do mais alto nível e nao custa nada para o Palmeiras. Chamem que o Belluzzo vem.

E, pelo menos na minha visão, pra o azar dos Palmeirenses é esse tipo inteligente, honesto e agregador que acaba optando por se afastar voluntariamente da parte política e de influência direta no clube, enquanto outros com interesses sujos e mesquinhos já estão aí há décadas e provavelmente não sairão enquanto vivos, além de ainda deixarem representantes.

Concordo plenamente, enquanto tiver vivo o luciferiano mustafá e seus ratos menores, o Palmeiras só andará para trás, infelizmente.

Se nada mudou pq. está esse rolo todo? Desculpe, mas Belluzzo falou, falou e não falou nada do que acompanhei pela imprensa todos esses anos até essa briga de hoje. Algo mudou, quem é o culpado?

O nosso ex-presidente foi bastante claro foi bastante claro. Cabe a comercialização da W Torrr os camarotes e as 10.00o cadeiras. Chega de polêmica.

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