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Verdão na Mídia 22-10-2013: Em crise da arena, Walter Torre ataca Palmeiras: ‘Estão mentindo’ ❘ Lancenet

NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Em crise da arena, Walter Torre ataca Palmeiras: ‘Estão mentindo’

Por Caio Carrieri e Fellipe Lucena

A pouco mais de dois meses do ano do seu centenário, durante o qual está prevista a inauguração do novo estádio, o Palmeiras está em crise com a construtora responsável por erguer a arena.

– Não tenho culpa se o Paulo (Nobre, presidente) não consegue melhorar o time com novos jogadores. Por isso, ele foca a critica em nós. Como ele não tem dinheiro para o time, busca sucesso batendo em nós – declarou ao LANCE!Net Walter Torre, dono da WTorre.

Dentre mais de dez pontos da obra que geram divergência entre o clube e a WTorre, o número de cadeiras a que cada parte tem direito é o que causa mais questionamentos. A empresa julga ter a prerrogativa de comercializar 100% dos assentos, enquanto o Verdão diz que apenas 10 mil cadeiras especiais são reservadas ao parceiro no Allianz Parque.

Essa divisão não interfere na renda das partidas. Quem comprar uma cadeira terá direito a utilizá-la em todos os jogos da temporada, mas precisará pagar ingresso, cujo valor será todo repassado ao Palmeiras.

O clube acredita reunir provas de que, em 2008, quando o acordo foi firmado, a WTorre concordou em ter apenas 10 mil cadeiras. Atas de reuniões e e-mails são alguns dos documentos do dossiê alviverde.

– É mentira. Eles estão mentindo. Pode escrever isso no jornal. O documento é o mesmo que foi assinado no Conselho (Deliberativo). A arena é inteira nossa – rebateu Torre.

A assessoria de imprensa do clube respondeu por e-mail que “o presidente Paulo Nobre lamenta as infelizes declarações do Sr. Walter Torre e reitera que seguirá defendendo os interesses da Sociedade Esportiva Palmeiras a todo o custo”.

A última reunião entre Paulo Nobre e Walter Torre aconteceu na semana passada. No encontro, a construtora apresentou um estudo de uma consultoria internacional. O levantamento sustenta que o Palmeiras arrecadará R$ 1,4 bilhão a mais que o previsto nos 30 anos de concessão do estádio, caso a WTorre negocie as cadeiras. Esse valor seria obtido com a inclusão do sócio-torcedor e o percentual que a empresa repassará ao clube ao longo da parceria: 5% nos cinco primeiros anos, 10% nos cinco seguintes e assim por diante.

Com 71% das obras concluídas, a WTorre recalculou o custo total das construções (estádio, área social e remanejamento urbano) em R$ 630 milhões – a abertura deve acontecer entre abril e junho. Por questões de acessibilidade e tamanho dos assentos, a capacidade da arena pode cair de cerca de 45 mil lugares, como era esperado inicialmente, para 43.700.

Bate-bola com Walter Torre, ao LANCE!Net

LANCE!Net: O Palmeiras diz que o contrato de 2008, aprovado pelo Conselho, prevê a porcentagem de cadeiras, mas em outro documento, de 2010, há modificações. Qual é válido?

Só quero seguir o contrato. Não quero seguir outra coisa. É uma escritura pública.



L!Net: Como é a divisão, então?

A Arena inteira é nossa, não tem discussão. Não tem interpretação. Vamos seguir o contrato. O contrato foi validado pelo COF, assinado pelos conselheiros, ficou à disposição do clube e para consulta.

L!Net: Quando a obra será entregue?

Agora eu não sei mais, porque estamos reduzindo o ritmo dos trabalhos até que tenhamos um acordo com o Palmeiras.

L!Net: A WTorre vai parar a obra?

Não julgo necessário parar a obra. Acionar a arbitragem será suficiente. Para acionar, só estou aguardando um posicionamento definitivo do Paulo. Podemos nos reunir novamente nessa semana e, dependendo da resposta, vamos acionar a arbitragem.

Nota da Redação: Se houver impasse no acordo, está previsto em contrato que a Câmara de Comércio Brasil-Canadá será a responsável pelo julgamento do caso.

Escritório renomado respalda o Palmeiras

Ciente de que a briga com a WTorre pode ser resolvida por arbitragem, o Palmeiras consultou um escritório de advocacia de São Paulo para saber qual caminho tomar nas discussões. A avaliação foi de que o clube tem razão ao dizer que a construtora pode comercializar apenas 10 mil cadeiras e que a chance de perder a discussão judicialmente é muito pequena.

– O Palmeiras nos apresentou o contrato, para nós avaliarmos se o clube teria boas perspectivas em uma eventual disputa por arbitragem. Avaliamos que sim. Mais do que isso não posso falar – disse ao LANCE!Net o advogado Alexandre Bertoldi, do escritório Pinheiro Neto, responsável por analisar o acordo.

Respaldado por esta análise, o presidente Paulo Nobre apresentou a seus pares os argumentos que utilizará nas conversas com Walter Torre. Na semana passada, foi aprovado por unanimidade pelo Conselho de Orientação e Fiscalização.

Apesar da confiança, pessoas do clube ouvidas pelo LANCE!Net disseram que a intenção é evitar a arbitragem.

Cláusulas do contrato



Naming rights

A WTorre vendeu o nome do estádio para a Allianz por R$ 300 milhões, divididos em 20 anos, com cláusula para renovar por mais dez. Nos cinco primeiros, a construtora repassa 5% ao clube, e o valor cresce 5% a cada cinco anos.

Camarotes

Mesma lógica dos naming rights: WTorre comercializa os camarotes e repassa 5% do valor nos primeiros cinco anos. O valor cresce na mesma proporção do item anterior.

Renda dos jogos

O Palmeiras terá direito a 100% do valor arrecadado com ingressos para os jogos de futebol.

Cadeiras

A WTorre julga ter direito a comercializar todas as cadeiras, repassando um valor ao clube ano a ano, na mesma proporção dos naming rights e dos camarotes. Isso não interfere na renda dos jogos: quem comprar uma cadeira poderá usá-la em todas as partidas do ano, mas precisará pagar ingresso, cujo valor será todo do Palmeiras.

Visão do clube

Diz que a WTorre pode vender só 10 mil cadeiras especiais. As do clube não seriam vendidas, mas reservadas para sócios-torcedores (hoje são mais de 30 mil). A construtora sugere envolver os sócios-torcedores na venda de cadeiras coordenada por ela.

Setor sem cadeiras

É desejo do Palmeiras para o local destinado às organizadas, mas a construtora rejeita. Se a WTorre ficar só com as 10 mil cadeiras especiais, é possível que exista.

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NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

• Impasse entre Palmeiras e construtora pode tirar R$ 307 milhões do clube

Por Bernardo Itri e Paulo Vinícius Coelho

O impasse entre Palmeiras e WTorre para definir o número de cadeiras a que cada parte terá direito de comercializar no novo estádio pode fazer com que o clube deixe de lucrar pelo menos R$ 307 milhões nos 30 anos de parceria com a construtora.

Ontem à noite, a diretoria alviverde apresentou estudo ao Conselho Deliberativo que mostra possíveis receitas com locação de cadeiras e bilheteria em jogos na arena.

Foram expostos dois cenários: o defendido pelo Palmeiras e o que a WTorre entende ser o correto –o contrato de reforma não indica como será a divisão da exploração das cadeiras da arena, como a Folha revelou em setembro.

A metodologia usada no estudo prevê ocupação de 50% do estádio e preço médio do ingresso de R$ 40.

No primeiro cenário, o da visão do clube, a WTorre teria direito de explorar 10 mil dos 45 mil assentos. Assim, o clube arrecadaria, segundo a apresentação, R$ 1,5 bilhão nos 30 anos de parceria com a construtora. E a WTorre, responsável pela reforma da arena, lucraria R$ 1 bilhão.

Na segunda situação, defendida pela WTorre, a construtora exploraria todas as cadeiras, enquanto o clube só ficaria com as receitas de bilheteria. Assim, o Palmeiras ganharia R$ 1,2 bilhão, e a WTorre, R$ 1,3 bilhão.

Ou seja, se perder a queda de braço com a construtora, o Palmeiras deixará de ganhar R$ 307 milhões com as receitas de seu estádio –R$ 10 milhões por ano. Valor que, segundo o estudo, se tornará receita da WTorre.

O estudo prevê um prejuízo ainda maior para o clube caso a ocupação do novo estádio seja sempre a máxima: o Palmeiras pode deixar de lucrar até R$ 750 milhões.

As contas não englobam outras receitas, como a comercialização do nome do estádio, o lucro com shows, estacionamento etc.

No caso do nome, por exemplo, a WTorre vendeu esse direito à Allianz por R$ 300 milhões, mas o Palmeiras receberá apenas R$ 60 milhões –o contrato construtora-clube prevê o repasse de apenas 20% desse valor.

À Folha, a assessoria de imprensa da WTorre afirmou que não teve acesso ao estudo, mas disse que a análise conta com premissas incorretas. E reafirmou que, pelo contrato, tem direito de comercializar 100% das cadeiras, do que o clube discorda.

A WTorre também informou que, na semana passada, apresentou estudo ao presidente palmeirense, Paulo Nobre, no qual assegura ao clube uma arrecadação de R$ 1,4 bilhão nos 30 anos de parceria –incluindo o programa de sócio-torcedor na venda das cadeiras da arena.

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NOTICIÁRIO ❘ ESPN BRASIL

• Briga com a WTorre pode custar R$ 300 milhões ao Palmeiras no Allianz Parque, diz jornal

A briga entre Palmeiras e a construtora WTorre, responsável pelo Allianz Parque, novo estádio alviverde, pode tirar R$ 300 milhões da equipe palestrina nos próximos 30 anos, segundo a Folha de S. Paulo. O dinheiro seria arrecadado com as cadeiras numeradas, mas as partes não conseguem chegar a um acordo sobre o número de assentos a cada qual cada um terá direito.

O Palmeiras quer dar 10 mil dos 45 mil assentos do Allianz Parque à WTorre. O clube alviverde prevê ocupação de 50% do estádio e preço médio do ingresso a R$ 40 mil, o que daria ao time, ao longo dos 30 anos de contrato com a construtora, um lucro de R$ 1,5 bilhão. A WTorre, por sua vez, ganharia R$ 1 bilhão. Segundo a equipe paulista, atas de reunião, e-mails e documentos provam que a empresa aceitou essas condições.

“É mentira. Eles estão mentindo. O documento é o mesmo que foi assinado no Conselho Deliberativo. A Arena é inteira nossa”, acusa, porém, o dono da WTorre, Walter Torre, ao jornal Lance!.

Na visão da construtora, ela tem, por contrato assinado em 2008, direito a explorar todas as cadeiras, enquanto o Palmeiras ficaria apenas com as receitas de bilheteria. Com isso, a equipe palestrina teria, ao final dos 30 anos, lucro de R$ 1,2 bilhão (daí a perda dos R$ 300 milhões), enquanto a WTorre levaria R$ 1,3 bilhão.

O cenário analisado tanto por Palmeiras quanto pela construtora, aliás, prevê ocupação média de 50% do estádio. Caso o Allianz Parque seja um sucesso e registre ocupação próxima a 100%, a perda do Palmeiras pode ser ainda maior: R$ 750 milhões.

À Folha, a WTorre informou que a análise alviverde parte de “premissas incorretas”. Segundo a empresa, ela tem direito de comercializar 100% das cadeiras, o que estaria previsto no contrato com o time verde e branco.

A construtora também infromou que já apresentou um estudo ao presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, no qual assegura que o time irá arrecadas R$ 1,4 bilhão nos 30 anos de parceria, principalmente com a inserção do programa de sócio-torcedor do clube na venda das cadeiras.

Com 71% das obras prontas, o Allianz Parque deve ser inaugurado entre abril e junho do ano que vem. Segundo Walter Torre declarou ao Lance!, no entanto, o ritmo dos trabalhos foi reduzido até que empresa e Palmeiras cheguem a um acordo sobre as cadeiras.

Por questões de acessibilidade, o estádio deve ter 43,7 mil lugares, contra os 45 mil lugares previstos anteriormente. Apesar disso, o custo da obra foi recalculado em R$ 630 mihões.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Dono da WTorre ataca Palmeiras: “busca sucesso batendo em nós”

O dono da WTorre, Walter Torre, detonou o presidente do Palmeiras, Paulo Nobre. Segundo o empresário, o mandatário do Verdão ataca a construtora para que ninguém o critique pelos insucessos da equipe em campo.

“Não tenho culpa se o Paulo (Nobre, presidente) não consegue melhorar o time com novos jogadores. Por isso, ele foca a crítica em nós. Como ele não tem dinheiro para o time, busca sucesso batendo em nós”, falou para o Diário Lance.

WTorre e Palmeiras entraram em rota de colisão por causa da comercialização dos assentos da Arena Palestra. A diretoria do Verdão acredita que a construtora tem direito a comercializar apenas 10% das cadeiras.

O Palmeiras acredita reunir provas de 2008, ano em que o acordo entre as partes foi firmado. Segundo o clube, a WTorre concordou na época em ter apenas 10 mil cadeiras. Atas de reuniões e e-mails são usados para sustentar esta tese.

“É mentira. Eles estão mentindo. Pode escrever isso aí no jornal. O documento é o mesmo que foi assinado no Conselho (Deliberativo). A arena é inteira nossa”, se defendeu Walter Torre.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Proximidade do acesso acentua pressão no Palmeiras por definições para 2014

Por Mauricio Duarte

O Palmeiras pode carimbar seu retorno à Série A do Campeonato Brasileiro se vencer o São Caetano, neste sábado, no Pacaembu. Se por um lado há a expectativa de alívio por conta do retorno, por outro a diretoria entra em uma semana decisiva para decidir rumos dentro do clube. Com o acesso iminente, a cúpula alviverde vê o aumento da pressão para resolver situações internas, sendo que a mais premente delas é a renovação de contratos.

Além do treinador Gilson Kleina, dos 35 jogadores que o clube alviverde possui no plantel, 13 terão seus contratos encerrados em dezembro: Márcio Araújo, Leandro, Vilson, Wendel, Bruno, Fernandinho, Marcelo Oliveira, Léo Gago, Ananias, Ronny, Charles, Rondinelly e André Luiz. Isso significa mais de um terço do elenco com situação indefinida e sem saber se há intenção de permanência para 2014.

A espera já há algum tempo incomoda elenco e treinador, conforme apurou o UOL Esporte. Todos gostariam de fazer parte do centenário do clube, que será comemorado no ano que vem. Além disso, se sentem perdidos pela indefinição por não poderem se planejar, seja no próprio clube ou abrindo negociação para fechar com outra agremiação. Eles se consideram à parte do planejamento.

A expectativa de quem aguarda uma orientação é começar a ser chamado pela diretoria mais para o fim desta semana. Como as negociações costumam ser um pouco demoradas, seria o momento de iniciar as conversas para bater o martelo imediatamente após a conquista do acesso.

Até agora, a diretoria desconversou sobre qualquer renovação, alegando que o momento é de foco na Série B e busca do acesso.

“Acho uma tremenda falta de respeito falar de contratações agora. O time está em uma competição, com um objetivo, e vai focar nisso. Esses assuntos obviamente não são tratados em público”, afirmou o presidente Paulo Nobre no último sábado. Com o acesso mais perto, a pressão para resolver as pendências aumentam.

Gilson Kleina já admitiu em diversas oportunidades que não foi chamado em nenhum momento para conversar sobre renovação, assim como os atletas que dividem com o comandante a mesma situação. Além disso, o técnico alviverde também disse que não teve nenhuma conversa com a diretoria sobre reforços para 2014.

“Não é questão de surpresa, tem que ter os pés no chão. Não vivo na euforia, vivo sempre na realidade. Essa semana vai ser muito importante para a minha vida, para esses jogadores, esse grupo, a diretoria. Tenho que agradecer o carinho de todos. Espero terminar com chave de ouro, e aí a conversa não depende só de um lado. Acato e respeito qualquer decisão que for tomada. Até 31 de dezembro, vou fazer o melhor planejamento possível”, disse Kleina.

O volante Márcio Araújo já falou que gostaria de estar com a situação definida em mais de uma oportunidade. “Tiveram umas três reuniões para conversar e deu uma esfriada. Minha vontade é permanecer”, disse ainda em agosto. “Não teve mais conversa. Ele tem contrato até dezembro. Eles estão no direito de esperar. É a metodologia deles de trabalho. O Paulo Nobre é um cara muito correto. A intenção do jogador é continuar no clube”, completou Cláudio Guadagno, empresário do jogador.



Com 68 pontos, o Palmeiras é líder isolado da Série B do Campeonato Brasileiro. A Chapecoense, que ocupa a segunda posição na tabela, tem dez pontos a menos do que o time do Palestra Itália.

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NOTICIÁRIO ❘ BAND ESPORTE

• Brunoro descarta ‘loucura’ em contratações

Oficialmente, o Palmeiras quer esperar a confirmação da volta à Série A – que pode acontecer no próximo sábado – para começar a planejar 2014. Mas o diretor executivo, José Carlos Brunoro, adianta que o clube não pensa muito alto em termos de contratações. E, apesar de admitir que o time precisa de reforços, vê a equipe com uma base pronta.

“As contratações são de acordo com o que podemos fazer. Não vamos fazer loucuras. Vamos trazer jogadores competitivos, mas não podemos prometer qualquer tipo de loucura. Isso não faz parte do planejamento do clube”, disse Brunoro em entrevista ao programa “Esporte Notícia”, da Rádio Bandeirantes.

“A gente trabalhou no primeiro semestre para não ter muito susto na Série B. A partir disso a ideia era ter uma base para a Série A. Isso a gente conseguiu. Agora vamos fazer contratações pontuais para completar a equipe”, afirmou o dirigente, que não imagina o atual time fazendo uma má campanha na elite em 2014.

“Não concordo com isso. A equipe é bastante competitivo para a Série A. Esse time não é para cair, como todo mundo acha. Mas é lógico que vai precisar de mais jogadores”, declarou.

Quem está nos planos o dirigente não revela. Mas ele garante que Maxi Biancucchi está fora dos planos – “nem foi cogitado nesse momento” – que o clube deseja a permanência de Márcio Araújo, Vilson e Leandro. “Tomara que fiquem. São jogadores importantes”, elogiou.

“A gente tem mais ou menos o número de contratações (necessárias), mas isso depende de avaliações que a gente vai fazer e de quem volta (de empréstimo), explicou.

Luís Felipe

Do atual time-base atual do Palmeiras, Luís Felipe pode deixar o clube no fim do ano. O lateral tem propostas do exterior – o Benfica seria um dos interessados – e até o Corinthians apareceu como possível destino. Mas Brunoro espera contar com o jogador em 2014.

“Estamos trabalhando nessa renovação. Deve acontecer uma reunião esta semana com o jogador e o empresário dele, e temos em perspectiva que ele fique”, disse o cartola.

Luís Felipe tem contrato até março de 2014 – e não até o fim do mesmo ano, supostamente por causa de um erro de digitação no documento. Com isso, o jogador já estaria liberado para assinar um pré-contrato com outro clube, sem que o Palmeiras receba uma compensação financeira.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Brunoro promete reforços e admite que não tem resposta sobre técnico

Por Marcelo Hazan

Qual será o técnico do Palmeiras em 2014, ano do centenário? A pergunta de inúmeros torcedores alviverdes não tem resposta por parte do diretor executivo José Carlos Brunoro. Questionado sobre quem será o comandante do time na próxima temporada, ele expõe a dúvida do clube em manter Gilson Kleina ou trazer um outro profissional.

– Na realidade, temos de enrolar vocês (imprensa). Não temos a resposta ainda (sobre o técnico de 2014). Estamos avaliando todos os profissionais até o fim do ano. Na hora certa divulgaremos – disse, em entrevista à Rádio Bandeirantes.

Diferentemente de quem pensa que o atual elenco alviverde brigaria para não cair em uma eventual disputa da Série A do Campeonato Brasileiro, Brunoro considera o plantel de hoje competitivo para tal torneio. Ainda assim, ele admite a necessidade de reforços e promete contratações para a próxima temporada.

– Acho esse time do Palmeiras bastante competitivo para a Série A. Esse time de hoje não é para cair, na minha visão. Lógico que precisará de mais jogadores. O planejamento foi feito para evitar sustos na Série B e ter uma base para a Série A, para depois fazer contratações pontuais. Conseguimos. Traremos jogadores competitivos, mas não faremos loucuras – explicou.

Em relação ao atual elenco, Brunoro, por fim, disse ter vontade de ver o trio Vilson, Leandro e Márcio Araújo no clube em 2014. Os três têm contrato até o fim do ano, assim como outros dez jogadores.

Prestes a confirmar o acesso antecipado de volta à elite do futebol nacional, o Palmeiras enfrentará o São Caetano, neste sábado, no Pacaembu, pela 32ª rodada da Série B, atrás de uma vitória para consolidar o principal objetivo de 2013.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Ainda chateado, Tirone vê clube no rumo certo e nega arrependimento

Luiz Ricardo Fini

O iminente retorno do Palmeiras à elite do futebol nacional é acompanhado atentamente por Arnaldo Tirone, que estava na presidência do clube no rebaixamento. Fora do cargo máximo da instituição há nove meses, o ex-mandatário retomou sua rotina longe dos holofotes e admite que a dor pela queda ainda não passou.

“Claro que ainda estou chateado pelo que aconteceu. Fizemos de tudo, mas vemos hoje como acontece com times na mesma situação que enfrentamos (brigando para não cair), quando tudo que você faz vai ao contrário. Às vezes, a sorte não vem em um momento de tensão e preocupação. Você tenta acertar, e as coisas não acontecem, mas fico muito feliz pelo Palmeiras estar no caminho certo, faltando praticamente um jogo”, afirmou o ex-dirigente, em contato com a reportagem da Gazeta Esportiva.net.

Campeão da Copa do Brasil meses antes do rebaixamento, Tirone explicou que, por ter se esforçado ao máximo para evitar a queda, não guarda arrependimentos de sua administração no clube e evita polêmicas até sobre sua ida à praia do Leblon, no Rio de Janeiro, um dia depois da confirmação da segunda divisão.

“Depois do que se passou, você pensa se podia ter feito alguma coisa diferente, mas, naquele momento, fizemos de tudo tentando acertar. É por isso que não me arrependo (da gestão)”, afirmou o ex-dirigente, para completar. “Eu tinha um compromisso no Rio e fiquei por 15 minutos (na praia). Foi chato, mas não estava fazendo nada de mais, não estava comemorando”.

Enquanto o Palmeiras se aproxima rapidamente da vaga na Série A, Tirone tenta retomar sua vida, cuidando de forma mais próxima das empresas que possui. Substituído por Paulo Nobre, que venceu Décio Perin no pleito de janeiro, o ex-presidente reconhece que levou um tempo até se acostumar à vida sem o cargo no clube.

“É outra etapa da minha vida. Quando fica fora do seu dia a dia (particular) por dois anos, você volta e estranha. Mas agora as coisas estão voltando ao normal e estou me ambientando de novo na minha rotina antiga de trabalho”, acrescentou.

O Verdão pode assegurar matematicamente o retorno à elite na tarde de sábado, quando enfrentará o São Caetano, no Pacaembu, algo que não surpreende Tirone. “Eu tinha certeza de que o Palmeiras voltaria. Aquele foi um momento complicado, porque pegamos um final de Campeonato Brasileiro tendo muitas contusões no time”, completou.

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COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Sem concorrência

No sábado, a Bandeirantes exibiu pela primeira vez um jogo do Palmeiras com exclusividade pela Série B. E obteve seu melhor resultado no ano: seis pontos de média, com 14% das TVs ligadas no canal.

• Audiência baixa

Já o São Paulo teve seu terceiro pior resultado nos 11 jogos exibidos aos domingos pela Globo, anteontem, ao bater o Bahia.  Foram apenas 14 pontos de média.

• Chapecoense é o único clube da Série B que ainda não saiu do G4 nesta temporada

O Palmeiras é o líder isolado da Série B, está a três pontos do acesso e já colocou quase as duas mãos na taça. Ainda assim, a Chapecoense é o único clube da Segundona que pode se orgulhar de ter passado toda a competição no grupo dos quatro melhores.

Os catarinenses lideraram por 13 rodadas, estiveram em segundo outras 17 vezes e ficaram em terceiro somente em uma oportunidade. Já o Palmeiras não esteve no G4  na 1 e na 3 rodada.

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COLUNA DE PRIMA ❘ LANCE!

Por Marcelo Damato

• Barca furada

Conselheiros do Palmeiras voltaram ao caso Barcos. Protocolaram no Conselho Deliberativo pedido de reunião extraordinária para explicar a saída do atacante argentino. Pedem acesso a todos os documentos da negociação e comprovação dos valores recebidos pelo clube paulista.

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13 respostas em “Verdão na Mídia 22-10-2013: Em crise da arena, Walter Torre ataca Palmeiras: ‘Estão mentindo’ ❘ Lancenet”

pelas declarações do Brunoro, CEO, realmente podemos nos preparar: A GRANDE CONQUISTA DO CENTENÁRIO SERÁ PERMANECER NA SÉRIE A e pelo jeito, jogando no PACAEMBU.

Ainda bem q o Brunoro nos tranquilizou de vez, com esta declaração de que não serão feitas loucuras nas contratações. Pq com toda a ousadia, arrojo, agressividade, paixão q esta brilhante diretoria mostrou até agora confesso q estava bastante preocupado com oq realmente importa para o clube q torcemos: AUSTERIDADE. Olê, Olê, Palmeiras com nome limpo SPC! “Quando surge o alviverde adimplente, no SERASA em q não consta nada…”

O Paulo Nobre era vice na época da assinatura do contrato; ele sabe que as cadeiras são da WTorre. O Mutafá tanto fez que conseguiu uma marionete para melar a Arena. Escrevam: vamos ficar sem estádio e sem patrocínio no ano do centenário. Se bobear, nem o Tirone faria uma dessas.

OS DOIS TEM RAZÃO !!!!…..
PROPRIEDADE: do Palmeiras……
POSSE POR 30 ANOS: da WTORRE. Uma coisa é certa, a WTORRE é mais competente em gestão que o Palmeiras.

Essa Italianada velha não sabe negociar, só sabe brigar, não pode levar um caso desse prá imprensa é puro amadorismo, o bom negociador trabalha em sigilo.Vejam exemplo ,Diego Souza saiu daqui brigado e de graça, no Cruzeiro pegaram Willian e um monte de grana,e jogador mais velho e má fase.Nós não sabemos negociar, vide caso Barcos, Luis Felipe,Souza,etc.Agora vamos saber negociar arena, é só erro prá atrapalhar o centenário.

Na briga entre a diretoria do Palmeiras e a Wtorre, fico com os profissionais, ou seja, a construtora. Com o contrato como ela diz que é, tenho certeza que o Palmeiras irá lucrar mais.

Se deixarem a Wtorre tocar teremos mais dinheiro e beneficios que esses trapalhōes do COF e da diretoria,não sabem negociar ou vender jogador , nem arrumar patrocínio,nem fazer contrato vide Luis Felipe, se fosse nossa diretoria não teriamos nem Naming Rights e shows marcados .E a cada mes de atraso temos menos recursos da arena e maís tempo prá ganhar mais no contrato,

Alguém pode avisar o Brunoro que a torcida está de saco cheio com essas declarações de que ” não faremos loucuras “, “não temos dinheiro ” , ” a base é essa ” ? Não é problema do torcedor encontrar maneiras de gerar receitas ao clube e viabilizar contratações, esse dever é dele e do marketing. Não se vê em nenhum clube brasileiro esse tipo de declaração, será que não percebe-se que isso desvaloriza nossa marca e afasta futuros investidores e projetos ? Isso nada mais é que uma desculpa por trás de toda sua incapacidade. Em uma empresa séria, isso resultaria numa simples demissão ou troca de comando, mas no Palmeiras não, a culpa é do mercado, da torcida, do Tirone, do Frizzo, do governo e da Parmalat que nos abandonou! Chega Brunoro!

Enquanto o Nobre fica enchendo o saco da WTorre, com certeza a mando de seu padrinho, aquele @#@#@#, deveria pegar no pé do marketing e cobrar os caras. E mais pensar no time no ano que vem e começar a limpeza já na próxima semana. Adeus KLEINA, BRUNO, MÁRCIO ARAÚJO, WENDEL, JUNINHO PIU-PIU, FERNANDINHO, ANDRÉ LUIZ, LEANDRO AMARO, MAIKON LEITE, PATRICK, LÉO GAGO, RONDINELLI ETC. Abel Braga já!!

Independentemente de quem está com a razão nesse imbroglio, a questão das cadeiras só revela o tamanho da estupidez das pessoas que tomam conta dos negócios do Palmeiras. Em um contrato dessa magnitude, não é possível conceber que certos aspectos fiquem a depender de interpretações, porque não tiveram seus termos explicitamente definidos. É o fim da picada chegar ao ponto de recorrer a e-mails antigos para provar que a WTorre teria aceitado 10 mil cadeiras – essa questão era para estar definida no contrato, sem dúvida alguma.
Tem coisas que só acontecem no Palmeiras mesmo…

Oq mais preocupa dessa noticias é o nosso estádio. Tenho certeza que o estadio do Palmeiras foi uma das poucas coisas que os dirigentes acertaram….
Mas não sei pq o contrato não foi melhor amarrado. Contrato cheios de brechas inclusive esse das cadeiras…e Walter Torres quer passar a perna no Palmeiras…Paulo Nobre não pode deixar isso acontecer..
Ta osso….além de termos problemas com o futebol que o mais importante agora tem esse problema. Ou é a media querendo tumultuar….bando lixos..

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