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Verdão na Mídia

Verdão na Mídia 23-10-2013: L!Net revela escritura e detalha discórdia entre Palmeiras e WTorre ❘ Lancenet

NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• L!Net revela escritura e detalha discórdia entre Palmeiras e WTorre

Por Caio Carrieri e Thiago Salata

As declarações de Walter Torre, que atacou a diretoria do Palmeiras em entrevista ao LANCE!Net nesta terça-feira, geraram reações imediatas. Já na noite de segunda, em reunião do Conselho Deliberativo, a crise do clube com a construtora foi tratada. Há uma divergência na interpretação da escritura do Allianz Parque, assinada em julho de 2010, o que gerou o atrito entre os parceiros principalmente por conta da comercialização das cadeiras do estádio.

Pressionado a manifestar-se após as críticas de Torre, Nobre convocou uma entrevista coletiva na tarde de terça: lamentou o que julgou como infelizes declarações do parceiro e reforçou que brigará pelos direitos do Palmeiras no contrato, assinado por ambos e com vigência de 30 anos.

– O Allianz Parque é a casa do palmeirense e que nenhum terceiro venha se julgar dono da casa do palmeirense. Não aceitamos em hipótese alguma ser ferida a soberania do clube – disse o presidente do Verdão.

Antes de pronunciar-se, na terça, Nobre foi procurado pela reportagem para responder a Torre, na segunda. Já ciente do tom ofensivo do dono da WTorre, o tema foi discutido na mesma noite, antes da publicação da reportagem, em reunião do Conselho Deliberativo palmeirense.

O item 2.2.1 da escritura, da qual o LANCE!Net teve acesso, foi lido aos presentes. O texto fala dos 40 mil lugares numerados, especifica o número de camarotes, espaço para a imprensa, além de 10 mil cadeiras especiais. Em outro item, seguinte, que trata “da exploração comercial da arena”, surge a discórdia entre as partes.

O item 4.9 é claro ao dizer que “o direito de uso de cadeiras e camarotes será comercializado” pela WTorre. O Palmeiras entende que tais cadeiras são só as 10 mil do item anterior. Na visão da construtora, são as mais de 40 mil cadeiras do estádio.

No item 4.9, diferente do 2.2.1, a quantidade e o termo “especiais” não aparecem, gerando o conflito.

A briga pela comercialização faz o clube temer não poder decidir os preços dos ingressos (mesma que receba toda a bilheteria), estimando um prejuízo de R$ 700 milhões, além de problemas no sócio-torcedor.

Nobre teve respaldo de conselheiros de oposição e situação e foi orientado por muitos a buscar a arbitragem. Na própria escritura está escrito que, em caso de divergências, o tribunal arbitral deve ser acionado.

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As cadeiras

Interpretação do Palmeiras: defende que o termo “cadeiras especiais”, citado no item 2.2.1 e com quantidade especificada em 10 mil é o que cabe a WTorre para comercializar. As cadeiras do clube não seriam vendidas pela parceira, e sim pelo Palmeiras. Seriam 33 mil lugares (hoje há mais de 30 mil associados ao Avanti, programa de sócio-torcedor).

O que defende a WTorre: diz que tem a prerrogativa de negociar todas as cadeiras, repassando um valor ao clube ano a ano. Nos cinco primeiros, a construtora repassa 5% ao clube, e o valor cresce 5% a cada cinco dos 30 anos de parceria (na visão do Palmeiras, a porcentagem, especificada no contrato, só diz respeito às 10 mil cadeiras, além dos camarotes).

No item 4.9 da escritura está definido que a Superficiária (WTorre) pode comercializar cadeiras (sem citar “especial”) e camarotes por no máximo cinco anos. Também explica que a empresa tem de respeitar a vigência dos proprietários de cadeiras cativas e vitalícias, que somam 3.082 e serão localizadas no anel inferior.

A bilheteria

Está no contrato e não há divergências: 100% da bilhetaria é do Palmeiras. A comercialização, pivô da briga, não muda o fato de que até mesmo donos de cadeiras terão de comprar ingressos por jogos.

Desentendimento antigo


Em carta da WTorre datada de 15 de março de 2011, recebida pelo Palmeiras no dia 21 do mesmo mês e ano e obtida pelo LANCE!Net, já estava retratada a falta de harmonia entre as partes. Em trecho do texto, a empresa solicita o Verdão “a zelar pela não divulgação a público de informações inverídicas ou imprecisas a respeito da Escritura de Superfície”. E diz que é “importante destacar que a discrepância entre as notícias veiculadas na mídia e o que de fato está acontecendo, em muito se dá em razão da falta de uma maior sinergia entre as partes”, analisa.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Impasse por Arena poderá acabar em câmara de arbitragem e atrasar obra

Por Marcelo Hazan

Verdão e WTorre tentam encontrar um acordo para resolver o impasse sobre a Arena Palmeiras, o Allianz Parque, novo estádio com prazo de inauguração previsto para o primeiro trimestre de 2014. Na última terça-feira, o presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, e da construtora, Walter Torre, discutiram por meio da imprensa tornando públicas desavenças sobre a parceria de 30 anos. Os principais pontos de discordância são: o número de cadeiras que cada parte tem direito e quem deverá estipular o preço dos ingressos.

Se os dois lados não chegarem a um acerto, a questão será decidida pela câmara de arbitragem da Fundação Getúlio Vargas (FGV), indicada no contrato para resolver impasses desse tipo. Caso o impasse chegue a esse ponto, a entrega do estádio vai sofrer atrasos. Entre o início do procedimento na câmara de arbitragem e a sentença, o prazo previsto na lei é de seis meses.

Câmaras de arbitragem não têm ligação com o poder judiciário, mas podem tomar decisões desse tipo. Nesses casos, as questões são analisadas e julgadas por árbitros e não juízes. O clube indicará um árbitro, a empresa escolherá outro e os dois, juntos, nomearão o terceiro. Juntos, os três ouvirão a argumentação das duas partes e decidirão qual está certa.

– Você pode eleger quando faz um contrato qual será o foro responsável no caso de uma discussão. Ou você pode fazer isso fora da justiça, com as câmaras de arbitragem. Os árbitros analisam os argumentos de ambas as partes e tomam uma decisão. É mais rápido do que na justiça comum – explica Paulo Nobre.

O presidente admite que a questão pode se arrastar até a necessidade de se recorrer à câmara de arbitragem, mas se diz confiante na interpretação jurídica do clube sobre o contrato. O Palmeiras criou uma comissão de relacionamento com a WTorre que tem guardados documentos sobre a parceria desde 2007.

– Não vejo problema, está previsto no contrato que caso não se chegue a um acordo vai para a câmara de arbitragem. Vamos tentar até a exaustão não deixar entrar um terceiro para decidir, mas se não conseguirmos, não tem problema ir à câmara – afirma.

Apesar disso, o presidente promete continuar mantendo a conversa ativa, sem levar nada para o lado pessoal, e sim preservando os interesses do clube.

Baseado na reunião do Conselho Deliberativo de 2008, que aprovou a construção do novo estádio, Nobre disse que o Palmeiras terá direito a 35 mil lugares da Arena, e a WTorre ficará com os dez mil restantes – a capacidade, antes estimada em 45 mil, teria sido reduzida para 43 mil, por conta do novo modelo de assento, versão que o mandatário contesta.

A empresa parceira, porém, discorda da divisão. A intenção do Verdão é ser o dono do espetáculo nos dias de jogos e determinar os preços dos ingressos, já que pagará aluguel pelo estádio – o termo “aluguel” é usado pelo próprio Paulo Nobre para explicar o modelo de parceria com a construtora.

Além disso, o Palmeiras calcula que terá um prejuízo entre R$ 300 e R$ 700 milhões caso não possa estipular o preço dos ingressos durante seus jogos pelos próximos 30 anos. A WTorre, por sua vez, contesta as alegações do clube e diz estar seguindo tudo o que está no contrato.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Impasse entre Palmeiras e WTorre pode atrasar estádio em até um ano

Por Maurício Duarte

O novo estádio do Palmeiras pode ser oficialmente entregue apenas no primeiro semestre de 2015. Essa é a previsão de especialistas ouvidos pelo UOL Esporte caso o clube e a construtora WTorre não cheguem a um acordo sobre a interpretação de algumas cláusulas do contrato da arena e seja necessário recorrer a uma arbitragem sobre a questão.

Palmeiras e WTorre vivem um impasse em vários pontos. O principal deles é o que se refere à divisão dos direitos de comercialização das cadeiras e da receita proveniente delas. Caso não haja um entendimento, a questão será levada para o conselho de arbitragem da Câmara de Comércio Brasil-Canadá. O último prazo estipulado pela construtora para entregar a obra foi abril de 2014, um ano além da primeira previsão.

De acordo com um integrante do centro de arbitragem, que preferiu não se identificar, o órgão demora em média cerca de 12 meses para resolver esse tipo de conflito. Nesse prazo, o árbitro pode pedir a suspensão das obras ou mesmo que toda a receita advinda dela, caso o estádio esteja em funcionamento, seja colocado em uma conta específica e nenhuma das partes tenha direito ao dinheiro até que uma decisão seja tomada. No contrato entre Palmeiras e WTorre fica determinado que a Câmara de Comércio Brasil-Canadá terá essa função.

Ana Claudia Pastore, superintendente do Conselho Arbitral do Estado de São Paulo, confirmou a tese ao UOL Esporte. “Caso o árbitro ache necessário embargar a obra, ele pode. A sentença arbitral é uma sentença terminativa. Ela tem que ser cumprida e, se não for, é executada. Dependendo da complexidade do caso, pode levar mais de um ano para sair uma decisão”, disse, lembrando que não cabe recurso à decisão, que possui o mesmo o valor de uma sentença aplicada na justiça comum.

Paulo Nobre, presidente do Palmeiras, admitiu que se a situação chegar ao extremo de ter que ser arbitrada, realmente as obras podem atrasar. “Pode atrasar um pouco mais a obra, mas é muito melhor conter a ansiedade nesse momento, porque estamos decidindo o futuro do Palmeiras em 30 anos. É melhor ter um atraso e iniciar como se deve, do que sofrer 30 anos por algo que não começou de forma adequada”, explicou.

Ele disse que tentará de todas as maneiras evitar que isso aconteça, mas que não considera a hipótese o fim do mundo. “Não vejo problema, está previsto no contrato que, caso não se chegue a um acordo, vá para isso. Vamos tentar à exaustão não deixar entrar um terceiro, mas se não conseguir não tem problema de ir à Câmara”, declarou.

Do ponto de vista do clube, no entanto, seria um golpe enorme, já que o Palmeiras conta com seu novo estádio em pleno funcionamento em 2014, ano do seu centenário. As festividades passam necessariamente pela inauguração da arena.

Quando fizeram o contrato, ambas as partes decidiram por resolver qualquer causa em um conselho de arbitragem pela velocidade com que a questão é apreciada. Quando as partes decidem que não existe mais possibilidade de entrar em acordo, recorrem à arbitragem, previamente estabelecida em contrato. Cada uma das partes envolvidas escolhe um árbitro, sendo que estes dois selecionam um terceiro, que precisa ser cadastrado na instituição arbitral.

O presidente Paulo Nobre se reuniu com o Conselho Deliberativo do Palmeiras para discutir as questões conflitantes do estádio.

Entenda abaixo as divergências.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• “Combinado” entre Palmeiras e WTorre não ficou claro no papel

Por Tossiro Neto

Estivesse claro o contrato entre Palmeiras e WTorre, o impasse em relação à comercialização de assentos da futura arena não existiria. Ocorre que ele não está. O clube se apoia nas bases que foram “combinadas” e aprovadas pelo Conselho Deliberativo, e a construtora se vale do que foi transcrito para o papel – sim, coisas diferentes.

“Combinado não é caro”, disse o presidente do clube, Paulo Nobre, na tarde de terça-feira, quando convocou entrevista após novo atrito público entre as partes. “Em 2007 e 2008, foi amplamente discutido como seria a relação caso a arena fosse construída. Eu me recordo, era vice-presidente na época e participei de todas as setoriais, quais seriam as premissas. Não é o caso de discutir o que foi combinado lá atrás, mas o que foi combinado tem que se fazer valer”.

O combinado, segundo ele, foi de que o Palmeiras teria direito a comercializar 35 mil das 45 mil cadeiras. O próprio presidente, no entanto, hesita quando questionado se tais números foram claramente estipulados no acordo. “Eu não falo dos termos do contrato, deixo isso para o meu jurídico tratar. O que eu posso falar é que o Palmeiras está muito seguro em relação a tudo o que foi combinado com a parceira, tudo o que foi passado para motivar o voto positivo dos conselheiros”.

Se for preciso, o clube promete apresentar documentos da época da negociação que comprovam as bases do acordo. A GE.net solicitou entrevista com Ricardo Galassi, diretor de arena (departamento criado no início da atual gestão), mas teve o pedido negado, sob a justificativa de que o assunto já havia sido tratado em coletiva por Paulo Nobre. Questionado se alguns termos haviam sido esquecidos na confecção do contrato, o clube respondeu que “não vai entrar em detalhes”.

A WTorre, que quer comercializar todos os assentos, apoia-se no que foi assinado. “Conforme os termos do contrato, o Palmeiras tem acesso, sim, às receitas de venda de cadeiras, mas nos percentuais estabelecidos no acordo firmado. Além disso, mantém acesso a 100% da arrecadação com as bilheterias nos jogos de futebol. O que a nova diretoria do clube pretende é alterar o que já está contratado faz muito tempo”, argumentou a construtora, em nota oficial.

A fim de convencer a empresa a ceder, o clube sugeriu deixar dois setores do estádio sem cadeiras (o que aumentaria a capacidade total em cinco mil lugares), mas teve a ideia rechaçada. Além disso, os dois lados também divergem quanto a quem será o responsável por atribuir preço aos ingressos. O Palmeiras calcula que, se não tiver autonomia para isso, pode sofrer prejuízo de até R$ 700 milhões em 30 anos, período de duração da parceria a partir da inauguração da Allianz Parque.

O que está previsto em comum acordo é que impasses como esses podem ser resolvidos – em definitivo, sem possibilidade de recurso – por uma comissão de arbitragem eleita previamente. A escolhida por Palmeiras e WTorre foi a Câmara de Comércio Brasil-Canadá. Apesar de entender que pode dobrar a construtora sem terceiros, o clube não descarta a hipótese de conciliação.

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NOTICIÁRIO ❘ ESTADÃO ONLINE

• Paulo Nobre afirma que estádio é do Palmeiras

Por Daniel Batista

A relação entre WTorre e Palmeiras vai de mal a pior e isso causa preocupação para o ano do centenário. Construtora e clube discordam sobre a quantidade de cadeiras que cada um terá direito de comercializar no Allianz Parque e também sobre os preços que serão cobrados pelos ingressos. A falta de um acordo provoca ameaças, trocas de acusações e até mesmo a possibilidade de a obra atrasar ainda mais.

Walter Torre, dono da WTorre, diz que todas as 45 mil cadeiras da nova casa alviverde poderão ser comercializadas pela construtora, enquanto Paulo Nobre, presidente do Palmeiras, afirma que apenas dez mil delas ficarão sob a responsabilidade da empresa.

O Palmeiras exige ter o controle da venda dos ingressos e o poder de determinar os preços das entradas, já que uma de suas maiores fontes de renda é o Avanti, programa de sócio-torcedor que já conta com mais de 35 mil cadastrados. Não ter esse controle inviabilizaria uma série de promoções que o clube pretende fazer nos próximos anos. Pelas contas do Alviverde, em caso de derrota na disputa, o prejuízo em 30 anos ficará entre R$ 300 milhões e R$ 700 milhões – o cálculo foi feito com R$ 40 de média dos preços dos ingressos e ocupação de apenas 50% do estádio.

O dono da construtora, em entrevista publicada ontem pelo diário Lance!, atacou o presidente palmeirense e disse que a arena é da WTorre. Ontem, Nobre convocou uma entrevista coletiva no CT da Barra Funda para dar a resposta.

“Quero deixar claro que, independentemente do negócio feito, a Allianz Parque é a casa do palmeirense. Que nenhum terceiro venha se julgar dono da casa. Não queremos criar conflitos, mas não admitimos que a soberania do Palmeiras seja ferida. Ninguém vai nos passar para trás.”

SEM PARALISAÇÃO

A relação entre o clube e a construtora não é das melhores há tempos. No início das negociações entre Palmeiras e WTorre, Paulo Nobre se mostrou interessado em entrar como sócio na construção do estádio, mas a negociação não deu certo e isso deixou algumas sequelas.

Pelo menos por enquanto, a WTorre não pensa em paralisar a obra, mas admite ter diminuído o ritmo até que seja decidida a situação. Nobre mais uma vez ataca: “Me surpreende em uma obra que já está atrasada o responsável dizer que está desacelerando”. O dirigente ainda mandou um recado para Torre: “Não podemos levar nada para o lado pessoal. Temos de pensar no clube e na construtora”.

A WTorre, em uma nota oficial, afirmou estar respaldada pela aprovação do Conselho Deliberativo e da diretoria do clube, na época comandada por Affonso Della Monica, e que não pretende ceder, uma vez que o acordo está assinado. A obra ainda não tem um prazo estabelecido para ficar pronta.

Atualmente, a construtora trabalha com a possibilidade de entregar o estádio no primeiro trimestre, mas ela pode estender o prazo até abril. Para o dia 10 de maio já está marcado um show da banda One Direction.

De acordo com o contrato, caso não exista um consenso a Câmara de Comércio Brasil-Canadá será a responsável por decidir quem tem razão. Pessoas que participam das negociações admitem que a relação nunca esteve tão desgastada, mas ainda acreditam que é possível acontecer um acordo.

Nobre revelou ontem que sugeriu à construtora deixar um setor do estádio sem cadeiras, o que poderia aumentar a capacidade para 50 mil lugares, mas a WTorre não se mostrou interessada na ideia.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Ainda sem patrocínio, Nobre pede paciência: ‘Marketing não é mágica’

O Palmeiras estreará no sábado, contra o São Caetano, no Pacaembu, seu novo uniforme, “verdão e amarelo”, em jogo que deve sacramentar o retorno do clube à Série A do Campeonato Brasileiro. Mas, dificilmente, haverá um novo patrocinador estampado na camisa. Depois de quase seis meses do fim do contrato com a Kia, o Verdão segue à procura de um novo parceiro.

O presidente do clube, Paulo Nobre, admite que a situação incomoda. Estudo publicado recentemente pela Pluri Consultoria mostra o Palmeiras como um dos clubes mais endividados do país. O dirigente, porém, pede paciência ao torcedor, para que o departamento de marketing consiga os resultados esperados. O acesso de volta à elite, claro, ajuda e muito nessa tarefa.

– As pessoas confundem marketing com mágica. Arrumar um patrocínio para uma equipe grande, com o mercado enxuto, não é fácil. Mas quando o trabalho é bem feito, o fruto vem de maneira natural. Fora patrocínio, todo o trabalho do marketing é fundamental, como este programa – disse o presidente, durante o lançamento do “Palmeiras na TV”, em parceria com o Premiere.

Recentemente, o COF (Conselho e Orientação e Fiscalização) autorizou o clube a pegar um empréstimo de R$ 54 milhões com um fundo de investimentos ligado a um banco. Nobre usa seu nome para conseguir taxas de juros menores para o Verdão.

Ainda sem patrocinador master na camisa, o Palmeiras renovou recentemente com a TIM, empresa de telefonia celular que estampa sua marca nos números do uniforme, até 2015. O contrato rende R$ 2 milhões anuais ao clube.

O principal espaço da camisa está vago desde o fim do Campeonato Paulista, em maio, quando acabou a parceria com a montadora coreana Kia. Desde então o Verdão sofre com a falta desse dinheiro em caixa. A receita é uma das consideradas vitais para as finanças do clube.

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BLOG DO LEANDRO QUESADA ❘ UOL

• “Luxemburgo não faz parte do planos”, diz Brunoro

“Não é por ter trabalhado com ele que há alguma coisa“, desconversou José Carlos Brunoro sobre a possível vinda de Luxemburgo ao Palmeiras em 2014.

O diretor-executivo, em entrevista à Rádio Bandeirantes, não quis confirmar ou não a permanência do atual técnico Gilson Kleina na próxima temporada.

“Não pensamos sobre isso neste momento”, despistou.

Brunoro disse que a partir da próxima semana, a cúpula de futebol começa a traçar os planejamento para 2014.

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL

• Palmeiras, o provável desfecho da briga pela Arena

Depois de escancarada a briga entre o Palmeiras e a construtora W Torre pela Arena, com fortes declarações do dono da construtora, Walter Torre, e a rebatida do presidente do clube, Paulo Nobre, as apostas são as de que o caso vá parar mesmo na Arbitragem. Mas tenho minhas dúvidas: não por camaradagem, pois os ânimos estão acirrados, mas pela necessidade de não arruinar de vez o negócio previsto para longos 30 anos, ainda acredito em acordo.

De um lado, a construtora supostamente com o trunfo de um contrato assinado e que lhe daria garantias. De outro lado, o Palmeiras- que estaria de posse de gravações e documentos da época em que o contrato foi apresentado para os conselheiros- com o apoio do Conselho Deliberativo e do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) ao presidente Paulo Nobre em sua missão de não abrir mão do que se garante foi acordado à época: na Arena, dez mil cadeiras seriam da construtora e as restantes 33 mil e poucas (com a diminuição dos assentos previstos) teriam seus ingressos vendidos pelo clube, nos jogos de futebol.

“Senti tudo muito tranquilo quanto à nossa razão no caso, inclusive na avaliação dos advogados. Era isso mesmo que se comentava na época”- disse-me Seraphin Del Grande, um dos mais antigos e respeitados conselheiros do Palmeiras, que participou da reunião de segunda-feira à noite no Conselho Deliberativo. (Nesta reunião, assim como deve ter sido feito no COF, em reunião extraordinária da última quinta-feira, foi passada aos conselheiros a opinião de um advogado de renomado escritório de advocacia que vê boas chances de o Palmeiras ganhar a causa mesmo se tudo for parar na Arbitragem).

Pelo lado da construtora, no entanto, a visão parece ser outra. E ao dizer que “a Arena é toda minha”- frase que teve o efeito de um soco no fígado da torcida palestrina- acredito até que o dono da construtora quis se referir aos assentos, respaldado pelo tal contrato de 30 anos (que, segundo o jornal  Folha de S. Paulo- quando denunciou a divergência- o contrato  era omisso quanto ao número de cadeiras que caberia a cada parte) e pela dedução que todas as propriedades do estádio seriam dele, do investidor, durante o arrendamento. Uso de superfície.

Mas o Palmeiras, dono do terreno e que receberá porcentagens dessas propriedades, não é sócio, ainda que minoritário, do empreendimento? Logo seria dono também, pois não?

A construtora conta com o apoio de um empresário disposto a servir como “algodão entre os cristais”, na tentativa de conciliação entre as partes, buscando, inclusive a opinião de especialistas jurídicos. A tendência de vitória de um lado ou de outro serviria como trunfo para uma ação mais ou menos radical ou mais suave.

Por tudo que ouvi, creio que ainda há espaço para um acordo. Mas a briga está feia.

Trata-se de um imbróglio considerável. E que envolve grana e sonhos.

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COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• ‘Vou esperar até janeiro para começar a cobrar’

A paciência de Mustafá Contursi com a administração do presidente palmeirense Paulo Nobre está acabando. E o ex-mandatário já estabeleceu até prazo para romper o apoio a Nobre. “Vou esperar até janeiro para começar a cobrar, mas já dá para dizer que não há política de contensão na velocidade esperada”, critica o presidente alviverde entre 1993 e 2005.

Apesar de estar fora do poder há quase uma década, Mustafá segue muito influente na política do clube. Pelo menos 60 conselheiros são ligados a ele. Já o COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) é basicamente formado por gente de sua base.

Fica quase inviável aprovar as contas e outras medidas sem o respaldo do ex-presidente, que apoiou Paulo Nobre nos primeiros nove meses da gestão.

Confira abaixo a entrevista exclusiva feita com Mustafá.

DIÁRIO_ O senhor ainda tem no Palmeiras tanta influência quanto dizem?


MUSTAFÁ CONTURSI – Se eu fosse influente assim, o clube não estaria devendo o tanto que deve no mercado.

DIÁRIO_ Falam em mais de R$ 240 milhões de dívida.

Os últimos presidentes conseguiram gastar todo o dinheiro e deixaram o clube quebrado.

DIÁRIO_ Qual avaliação o senhor faz dos primeiros nove meses da gestão Paulo Nobre?

Ele está se esforçando para regularizar as contas, inclusive se utilizando de recursos de ordem pessoal. Há esforço, mas eu esperava mais.

DIÁRIO_ O senhor cogita romper o apoio dado ao presidente?


Vou esperar até janeiro, quando serão apresentados os dados de todo o ano, para começar a cobrar. Mas já dá para dizer que não há política de contensão na velocidade esperada. As despesas continuam na mesma proporção, em tudo.

DIÁRIO_ O senhor considera o futebol palmeirense muito caro?

Não dá para saber se o Paulo Nobre gasta muito ou não. Até porque isso é relativo. Montei um time muito mais barato do que o atual quando ascendemos à Série A em 2003, em um campeonato muito mais difícil do que o de hoje. E na temporada seguinte essa mesma equipe ainda conseguiu uma vaga na Libertadores.

DIÁRIO_ O Paulo Nobre vem fazendo uma série de cortes….

Mas não na velocidade necessária e imaginada.

DIÁRIO_ Como o senhor tem visto as receitas do Palmeiras?

Desastrosas. Principalmente as relacionadas ao departamento de marketing. Não conheço nenhuma ação específica, não vi coisas novas, o time passou quase o ano inteiro sem patrocínio máster…

DIÁRIO_ É possível comparar a gestão do Paulo Nobre com a do Arnaldo Tirone?

Os resultados apresentam dificuldades na mesma proporção. Ambos sofreram com a antecipação e a queda de receita. Mas só terei uma dimensão exata a partir do fechamento das contas deste ano.

DIÁRIO_ Está contente com o andamento das obras do estádio?

Eu nunca quis votar contra a construção do estádio. Só não queria dar um cheque em branco, como foi feito. Seria necessário discutir e ler todos os detalhes do contrato, para evitar essa briga atual.

DIÁRIO_ Acredita que as obras possam parar?

Não. É só ameaça da WTorre.

DIÁRIO_ O senhor gosta do trabalho do Brunoro?

Não gosto nem desgosto. Ele tem de cumprir as suas funções. Mas vou fazer a análise do trabalho dele em dezembro.

DIÁRIO_ O senhor é contrário à volta do Vanderlei Luxemburgo ao Palmeiras?

Eu não interfiro no trabalho. Mesmo na época em que era presidente. Lá atrás, na década de 90, as coisas já funcionaram de maneira profissional no Palmeiras.

DIÁRIO_ E o Luxemburgo?

Eu quero que o Palmeiras tenha austeridade financeira e conte com um técnico que não custe mais do que o Palmeiras possa pagar.

DIÁRIO_ O senhor cogita voltar a presidir o Palmeiras?

Nunca mais. Essa fase, para mim, já passou. Entendo que já dei minha contribuição ao clube como presidente. Acabou. Não tem mais retorno.

• Dinheiro na conta

O Palmeiras tem sofrido com processos de agentes e clubes que reclamam de atrasos nos pagamentos. O Werder Bremen, ex-dono de Wesley, é exceção. Isso porque o Verdão deu garantias bancárias, pagas por um conselheiro alviverde.

• Clubes do futebol paulista apresentam domínio na disputa pelos títulos da Copa do Brasil

Quando o assunto é Copa do Brasil, nenhum estado é mais vencedor do que o paulista. Foram oito títulos, contra seis dos gaúchos e quatro de mineiros e cariocas, os outros principais campeões. E há boas surpresas entre os paulistas que já levantaram a taça. O Corinthians o fez três vezes, contra duas do Palmeiras, uma do Santos, uma do Santo André e outra do Paulista. Para manter a hegemonia — os times do estado ganharam três dos últimos quatro títulos —, o Timão  vai ter de seguir vivo diante do Grêmio, em confronto em Porto Alegre, hoje. O time do técnico Tite é o único paulista que continua com chances de dar a volta olímpica.

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COLUNA DE PRIMA ❘ LANCE!

Por Marcelo Damato

• Por conta própria

Um grupo de conselheiros do Palmeiras estuda acionar a WTorre na Justiça, independentemente do clube, caso a empresa vença a disputa sobre o direito de comercializar 30 mil cadeiras do estádio. Outro grupo prepara um pedido de convocação dos presidentes Affonso Della Monica e Luiz Gonzaga Belluzzo ao Conselho

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OUTRAS NOTÍCIAS :

GAZETA ESPORTIVA NET → Vídeo: Paulo Nobre rebate declarações do presidente da WTorre
 
SPORTV → Paulo Nobre garante mudanças no contrato do novo estádio: ‘É a casa do palmeirense’
 
UOL ESPORTE → WTorre insiste que Palmeiras quer mudar contrato de novo estádio
 
TV GLOBO – GLOBO ESPORTE → Perto do acesso do Palmeiras, Wesley comemora ótima fase
 
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GLOBO ESPORTE COM → Marcos pede Henrique na Copa: ‘Vai ser o pé de coelho verde’
 
ESTADÃO ONLINE → Após cirurgia, Mendieta inicia fisioterapia no Palmeiras
 
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29 respostas em “Verdão na Mídia 23-10-2013: L!Net revela escritura e detalha discórdia entre Palmeiras e WTorre ❘ Lancenet”

No contratato, item 2.2.1, existe previsão de 40 mil ‘lugares sentados em lugares numerados’, com previsão mínima de 200 camarotes e 10 mil cadeiras especiais. As cadeiras e os camarotes, sobre as quais a construtura tem direito de uso (4.9), fazem parte do montante total, mas não necessariamente coincide com ele. Para que tivesse direito à comercializar tudo, todos os 40 mil lugares teriam de ser cadeiras especiais. Se não são, não tem direito. Mas apenas à parte das cadeiras.

…continuando, mostra que o Mustafá continua muito influente e que o Paulo Nobre que se cuide, vem BOMBA por aí. ESTAMOS DE OLHO.

É muira cara de pau do Walter Torre. Ele quer roubar nossa casa. Então que a torcida arranque todas as cadeiras e sente no concreto. No twitter dele ele disse mtas vezes que quem administraria jogos do.palmeiras seria o próprio palmeiras. Sem contar qur nunca se pronunciou sobre as inúmeras reportagens dizendo que ao Palmeiras caberia 30 mil lugares. É um Safado oportunista.

Não gosto de gente com duas caras, WTorres, infelizmente você é um deles. Você fala uma coisa e depois fala outra. Sr. Walter Torre você não é homem de palavra. Para mim você é apenas um oportunista.

Tudo blabla do Walter. Pena que a mascara de parceiro caiu, o unico prejudicado nessa historia será a própria construtora pois vai à terra sua credibilidade. Chances da SEP sair com qualquer prejuízo : 0%. O contrato tem por base o decidido na AG, se for interpretado de forma que contrarie a AG, prestem atenção, sera considerado nulo,.sendo paaivel de discussao no judiciario, ainda que acordado a arbitragem.

Será que o Walter Torre…já sabendo que os valores iriam praticamente dobrar (segundo ele está em 630 mi), pois, o Walter Torre sempre buscou (via imprensa e twitter), apoio da nossa torcida pra pressionar os governos a dar uma ajuda a Wtorre nessa arena, com isenções de impostos. E será que ele não agiu de má fé e acabou buscando essa brecha dúbia no contrato, ou mesmo, ele já fez de propósito o contrato dúbio, pra justamente ir pro pau, e com isso atrasar as obras em 6 meses, e o mesmo evitaria assim, de gastar nessa fase final de acabamento da obra (que é a mais cara), e tentar empurrar esse projeto todo pra outra empreiteira? e claro, obtendo um lucro em cima….e face a condição financeira capenga da Wtorre se encontra, a mesma não teria $$$ pra finalizar a arena? pois, é muito estranho essa conduta intransigente dele, frente uma obra dessa magnitude, pois, segundo lí, o Paulo Nobre deu a idéia das cadeiras removíveis (inclusive eu havia comentado sobre a mesma ideia, aqui mesmo no blog), e o Walter recusou de imediato. Ou seja, está mais que evidente que o Walter quer mesmo ir pra justiça…e com isso ganhar tempo. Pois, se quisesse resolver esse impasse teria como…e uma das saídas seriam as cadeiras removíveis – sistema Stehplatz, que não só resolveria o impasse, como geraria rendas extras pros envolvidos. Tá muito estranho essa conduta do Walter Torre.

O objetivo da Guerra é a Paz. Quem sabe esse imbróglio com a W.Torre não sirva para a posição, oposição, situação, céu, inferno, sentem juntos a mesa pelo bem do Palmeiras ? Quem sabe, a gente começe a ter uma gestão profissional, pelo menos para ter alguém que possa assinar um contrato, seja de a contratação de um jogador por empréstimo, de um jogador da base no ano certo, ou da concessão de um estádio. Quem sabe…Da minha parte só digo que seja na Arena, No Pacaembu ou na casa do k…eu serei Palmeiras. Independente de ter a minha cadeira na Arena, no Palestra, na Javari, seja como Avanti ou sem Avanti, eu serei Palmeiras, Sentado ou em Pé. Que venha a Paz.

O contrato pode até ser dúbio, mas a construtora SABE que tem direito a 10 mil. Ela acordou isto. É o mesmo caso do Luis Felipe. Ele SABE que fez um contrato até dez/14.
Mas aí entra uma coisa: OPORTUNISMO. Frente a um trecho dúbio ou errôneo, os caras querem tirar proveito e mudam o discurso.

na minha interpretação a Wtorre tem direito a 10 mil cadeiras e aos camarotes.

vamos brigar até o fim. é muito dinheiro. enquanto isso pelo time que teremos, jogar no Pacaembu está de bom tamamnho. Jogar na Arena Palestra com um time ridículo é melhor deixar mais para frente…

Para mim não resta a menor dúvida que a construtora está forçando a barra. Estão de sacanagem. O contrato, ao meu ver, dá respaldo ao Palmeiras. Se fosse o contrário, o Pinheiro Neto não daria parecer favorável ao Palmeiras.

Julio, o Pinheiro Neto antes de mais nada esta ganhando dinheiro, é obvio que ele vai dizer que o parecer é favorável ao Palmeiras, ou você acha que essa causa é um favorzinho entre amigos ?

Danilo, quando um escritório é contratado para estes fins, ele recebe pela análise do contrato e elaboração do parecer e não para ser favorável ao contratante.

Ainda mais um escritório desses. O que eles ganham provem de uma unica fonte: reputação.
Eles nunca dariam um parecer contrário ao entendimento deles, ou estariam fadados ao fracasso logo depois.

Analisar o contrato não custa tão caro. Já o parecer, “são outros quinhentos”! Só foi encomendado porque era favorável, de outra forma a SEP não pagaria por ele. A sacanagem é a politização da disputa. PN pensa que encontrou uma forma de crucificar a oposição por muito tempo, abrindo caminho para sua reeleição. Não interessa se está certo ou errado, interessa produzir mídia dizendo que a turma da oposição não negociou direito e que lesou o Palmeiras. Para mim isso é mentira e está sendo contadada inúmeras vezes pelas nobretes nas redes sociais, para ver se vira verdade. Vão destruir o clube com essa aventura.

Então quer dizer que o Mustafá e o Piraci SEMPRE estiveram certos sobre esse contrato com a WTORRE!!!! Que o Palmeiras serio o principal prejudicado, e agora a bomba está nas mãos do Paulo Nobre para corrigor as cagadas dos verdadeiros culpados por essa negociação. E o f.d.p do Rogerio Dezembro? que estava do nosso lado quando o contrato foi feito e depois mudou de lado? Pq. ELE não vem a publico falar, principalmente a verdae? ESTOU COM O PAULO NOBRE… vai pra cima, entra na justiça e seguimos em frente.

o amadorismo das diretorias que me impressiona…. nao existe o “foi combinado mas nao está em contrato”…… eh tao dificil redigir um contrato de maneira decente? nao tem nenhum cerebro no juridico pra analisar e ver brechas? são MTO amadores.

Esse Walter Torre comprou uma briga desnecessária e se queimou com 18 milhões de apaixonados e principalmente “consumidores da Allianz Parque”. Ele se esqueceu de um detalhe, quem tem interesse em comprar as cadeiras é a torcida do Palmeiras, e se o Palmeiras for prejudicado, que cadeira ele acha que vai vender ? Sábado é dia de um belo canto pra esse babaca ganancioso!

Eu li algumas notícias em determinados sites que mostravam que esse Walter Torre não era uma pessoa em quem se pode confiar, mas fiquei em dúvida da credibilidade dessas informações, pois achava que poderia ser dor de cotovelo de jornalistas torcedores dos times rivais e que também poderia ser intrigas da oposição política do clube. Mas após essa declaração, a máscara desse cidadão caiu de vez e o presidente Paulo Nobre que se prepare, pois provavelmente irá ocorrer uma grande batalha judicial. E se isso acontecer, o presidente terá todo o meu apoio.

Obs: E não é que, infelizmente, o Gilto Avallone estava certo.

O W.Torre não deve mesmo ser de ‘confiança’! Já colocou 500 milhões do bolso na Arena. Com essa diretoria, eu, mesmo sendo palmeirense, não colocaria um tostão no Palmeiras, que dirá 500 milhões! Só digo uma coisa: se esse negócio não for resolvido, será o fim do Palmeiras. Hoje temos uma Arena paga, da qual receberemos lucros em vez de pagar; temos parceiros de peso, como AEG e Allianz; temos uma situação invejável por todos os demais clubes brasileiros. Se houver um rompimento com a W.Torre, cairá no nosso colo uma dívida de 600 milhões e certamente perderemos os patrocínios que já foram firmados, pois vieram via W. Torre. Seremos a piada do Brasil, por jogarmos fora o melhor negócio que um clube poderia desejar. E credibilidade não se reconquista na mesma velocidade com que se perde. Essa situação é preocupante, principalmente pela forma irresponsável que está sendo conduzida pelas duas partes.

Apesar de mal redigido, o contrato é bem claro. Se foram utilizados termos diversos para cadeira e lugar, é porque cadeira é cadeira e lugar é lugar. Pode parecer que estou falando bobagem mas não é, pois quando se diz “lugares” o contrato se refere a capacidade do estádio, ou seja, se o estádio for preenchido com XX mil cadeiras ou se vai ficar no concreto, tanto faz. Agora quando o contrato se refere especificamente a cadeiras e camarotes, quer dizer que, obrigatoriamente, do montante total de sua capacidade máxima, o estádio terá que ter 10 mil cadeiras. Estas sim devem ser cadeiras e pertencem a construtora, pois é um número de lugares separado dos demais, não tem relação com o restante dos lugares a serem preenchidos. Assim, para ver a quantidade de ingressos ou cadeiras ou lugares que o verdão vai ter, basta subtrair as 10 mil cadeiras do total da capacidade do estádio, o que sobrar é tudo do verdão. Ou seja, se teremos 45 mil lugares, subtrai-se os 10 mil lugares referentes às cadeiras da construtora e sobra para o Palmeiras o restante de 35 mil lugares, agora se nesses 35 mil lugares a instituição vai preencher com cadeiras, se vai deixar pintado o nº. no concreto…etc..ai é problema do Palmeiras e não tem nada a ver com a construtora….. Só pra completar..pq será que a construtora até esses tempos estava brigando tanto com a diretoria à respeito de deixar um pedaço do estádio sem cadeiras para as torcidas organizadas…agora ficou claro..pq em sua interpretação…todas as cadeiras são suas!!!! Só acho que no final eles vão tomar uma lambada na justiça!

Acho que mesmo sendo padrão FIFA, como não teremos jogos da Copa do Mundo, não temos que dar satisfação a ninguém, então se o Palmeiras quiser tirar de sua cota, por exemplo, 5 mil lugares e deixá-los sem cadeiras, não haveria problema algum, inclusive não iria fazer diferença nenhuma para a construtora, desde que tudo assinado etc. Entretanto, como eles estão tentando utilizar essa interpretação das “cadeiras”, fica mais que claro porque bater de frente para não deixar um espaço sem cadeiras! imagina quantos milhões não perderia a construtora ao longo de 30 anos, se uma parte não tivesse as cadeiras e se o entendimento na câmara de arbitragem lhe fosse favorável!

Concordo contigo Matheus, a escritura diz “lugares”, se o “assento” for chamado de cadeira…continua sendo um lugar, enquanto “cadeira especial” são as cativas.

Foi por isso que eu especifiquei, “desde que assinado”, ou seja, desde que acordado entre as partes. Não estamos presos a aprovação da FIFA, como outros estádios, momentaneamente, estão! Assim, basta acordo entre as partes..Leia!

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