Categorias
Verdão na Mídia

Verdão na Mídia 27-10-2013: 2014 já começou para o Palmeiras ❘ Estadão Online

NOTICIÁRIO ❘ ESTADÃO ONLINE

• 2014 já começou para o Palmeiras

Por Daniel Batista

Com o retorno para a Série A garantido, o Palmeiras começa uma nova fase. Em 2014, o clube terá de se preparar para comemorar o centenário tendo um time competitivo e terá a Allianz Parque como sua casa. Por isso, a necessidade é começar a pensar no próximo ano a partir de agora. Dificuldades parecem fazer parte do Palmeiras nos últimos anos. Em seis meses, passou de campeão da Copa do Brasil para rebaixado em 2012. Neste período, conseguiu ver Luiz Felipe Scolari saindo pela porta dos fundos do clube, então gerido por uma diretoria que deixa muito torcedor de cabelo em pé só de lembrar.

Kleina voltou das férias em janeiro com apenas 17 jogadores em seu plantel. No dia 21 de janeiro, Paulo Nobre foi eleito presidente e assumiu um clube em frangalhos. Pouco depois negociou Barcos com o Grêmio em um dos atos mais polêmicos de sua gestão. O time gaúcho emprestou quatro atletas – Leandro, Léo Gago, Rondinelly e Vilson e pagou R$ 4 milhões. Junto com a comissão técnica, reergueu o time, fez contratações certeiras, como Alan Kardec, que entrou e fez rapidamente o torcedor esquecer o atacante argentino, mas também algumas duvidosas. Durante sua gestão teve que passar por vexames, como os 6 a 2 para o Mirassol e os 3 a 0 diante do Atlético-PR. Sem gastar muito, montou um time bom o suficiente para cumprir com o objetivo principal na temporada.

Para 2014 é preciso muito mais e terá renda para isso. Apesar de toda confusão com a WTorre, a arena deve ficar pronta no ano que vem e o clube passará a obter rendas que não existiam nos últimos anos. O marketing também será importante nesta mudança de ares e postura. O clube espera até o fim de novembro anunciar um patrocínio master que traga renda satisfatória para manter as finanças equilibradas e que consiga ajudar na contratação de reforços. O elenco conta com 12 jogadores em fim de contrato e eles podem fazer com que uma reformulação obrigatória seja necessária. Casos de Bruno, Wendel, André Luiz, Vilson, Márcio Araújo, Léo Gago, Marcelo Oliveira, Charles, Rondinelly, Ronny e Leandro.

QUEM ASSUME?

A definição da comissão técnica também se torna fundamental para traçar os planos do ano que vem. Chegou a hora de a diretoria decidir se fica ou não com Gilson Kleina e, caso ele saia, quem chegará para ocupar seu lugar. O treinador está longe de ser unanimidade no clube, mas pode ficar. O presidente Paulo Nobre já acena com essa possibilidade. O Palmeiras continua jogando a Série B e luta pelo título, mas isso tem de ficar em segundo plano para a diretoria. A ordem agora é trabalhar como se 2014 já tivesse começado e montar uma estrutura condizente a grandeza do clube. Cair duas vezes foi o suficiente para os dirigentes alviverdes aprenderem o que não se deve fazer.

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ ESTADÃO ONLINE

••

NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Pacotão do Verdão: acesso tem nova camisa, homenagens, polêmica e vaia

Com seis rodadas de antecedência, o Palmeiras assegurou o seu retorno à elite do futebol brasileiro. Antes da partida com o São Caetano, ídolos históricos do Alviverde estiveram no gramado. E uma bonita camisa verde e amarela foi usada pela primeira vez pelo time. Mas nem tudo foi alegria na bela tarde de sábado, no Pacaembu praticamente lotado (mais de 33 mil pagantes). Os palmeirenses não puderam comemorar um gol sequer do seu time de coração. Um pênalti a favor até foi marcado. Porém, após uma conversa com o assistente, o árbitro voltou atrás e acabou com a maior chance de uma vitória do líder da Série B. E isso pareceu irritar parte da massa palestrina, que, ao final da partida, vaiou e xingou bastante a equipe que acabara de recolocar o Verdão no lugar de onde ele jamais deveria ter saído.

Antes da partida, grandes ídolos da história do Palmeiras, como Ademir da Guia, Marcos, Edmundo, Evair, Leivinha, Dudu, Cesar Maluco, Valdir Joaquim de Moraes, dentre outros, entraram no gramado do Pacaembu para serem homenageados pelo clube e, de forma simbólica, entregarem a camisa verde e amarela que o time usou pela primeira vez. Quem esteve no Pacaembu ou viu a cena pela televisão pôde relembrar com carinho de jogadores fundamentais na gloriosa história de 99 anos da Sociedade Esportiva Palmeiras.

No empate com o São Caetano, o Palmeiras estreou uma camisa que antes mesmo de ser lançada já foi um sucesso, tamanho o número de pedidos na pré-venda. O uniforme nas cores verde e amarelo lembra o fato de o Verdão ter sido o primeiro time a representar a seleção brasileira, fato que aconteceu no evento de inauguração do Mineirão, no dia 7 de setembro de 1965. Com a proximidade do seu centenário, no ano que vem, o Palmeiras decidiu recordar essa história, justamente quando a Copa do Mundo será realizada no Brasil. Nas arquibancadas, muitos torcedores já vestiam o novo manto palmeirense, que será a terceira camisa do clube durante o ano de 2014.

O Palmeiras conseguiu o acesso, mas não foi do jeito que os jogadores e a torcida esperavam. O clima no Pacaembu era propício para uma grande atuação do Verdão. Porém, ao invés de muito gols palmeirenses, o que se viu foi o zero permanecer o jogo inteiro no placar. O ataque alviverde até criou algumas boas chances para balançar a rede, mas parou, ora em boas defesas do goleiro Rafael Santos, ora em erros de finalização dos atacantes do time treinado por Gilson Kleina. O Palmeiras está de volta à Série A, mas a festa poderia ter sido mais bonita em caso de uma bela vitória sobre o Azulão.

Aos 36 minutos do primeiro tempo, Alan Kardec caiu no gramado após dividir a bola com o goleiro Rafael Santos e o experiente árbitro Wilson Luiz Seneme marcou pênalti. Os jogadores do Palmeiras comemoravam bastante, quando, ao conversar com o assistente Carlos Augusto Nogueira Júnior, o juiz foi informado que o arqueiro do Azulão não havia tocado no atacante palmeirense. Sem receio da polêmica, Seneme voltou atrás e decidiu suspender a marcação do pênalti, deixando os jogadores do Alviverde bastante nervosos. Sorte do árbitro que ele estava certo, conforme atestou Leonardo Gaciba, comentarista de arbitragem da TV Globo.

Logo após o apito final no Pacaembu, um misto de comemoração e bronca tomou conta da torcida alviverde que foi ao estádio. De um lado, palmeirenses comemoravam bastante o retorno com seis rodadas de antecedência à Série A. De outro, membros da organizada Mancha Alviverde vaiavam os jogadores do Verdão, chamando, em coro, a equipe de “sem-vergonha”. A atitude de parte da massa foi comentada pelo capitão do Palmeiras, Henrique, que lamentou bastante a situação. Imediatamente após as ofensas da organizada, os outros palmeirenses que ainda estavam no Pacaembu abafaram as críticas, vaiando o protesto e gritando o nome do clube.

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

••

NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Palmeiras diz que não fará loucuras financeiras por causa do centenário

Por Mauricio Duarte

Conquistado o acesso para a Série A do Campeonato Brasileiro, é o momento de o Palmeiras começar a olhar para 2014. No entanto, a diretoria já deixou claro que “não se tornará refém” do centenário do clube. Com isso, o presidente manda o recado de que não fará extravagâncias financeiras apenas por conta do momento histórico. Antes, é preciso ter responsabilidade fiscal.

“Não vamos iludir absolutamente ninguém, não temos situação financeira boa para fazer loucuras em 2014. Já disse mais de uma vez, não quero decepcionar ninguém. Não seremos reféns do ano do centenário, mas teremos uma equipe competitiva, que vai honrar a camisa do Palmeiras, como foi em 2013″, declarou.

De acordo com o mandatário, o projeto é montar uma equipe que não faça feio, mas também não deve ser uma seleção. “O Palmeiras quer ser competitivo em 2014, deixar o torcedor satisfeito, feliz, honrado. Não queremos ver o Palmeiras como coadjuvante. Essa é nossa filosofia para 2014”, explicou.

Em entrevista ao Bate-Bola, da ESPN, o diretor executivo José Carlos Brunoro seguiu o tom adotado pelo chefe. “Às vezes eu recebo e-mails falando que se dane a dívida, vocês têm que contratar e isso não é problema nosso. A gente tem uma gestão bem responsável com o Paulo Nobre e vamos manter isso para chegar aos nossos objetivos”, afirmou.

Paulo Nobre pegou um time em situação financeira complicada. Ele tem feito esforços para arrumar a casa, como pegar empréstimos a juros menores usando seu próprio nome. Além disso, herdou dois meses de atraso no direito de imagem de jogadores que já estavam no elenco na temporada anterior. Um dia antes do jogo do acesso, conseguiu sanar essa dívida. Os jogadores que chegaram durante seu mandato estão com os pagamentos em dia.

Com o retorno à elite do futebol, o time pretende aumentar as receitas para o ano que vem.

Até o final deste ano, a diretoria pretende anunciar um patrocínio máster para a camisa, coisa que ainda não possui. Além disso, em 2014, haverá a inauguração no novo estádio, embora o clube esteja em pé de guerra com a construtora WTorre por divergências no contrato da obra.

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

••

NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Quase metade do elenco do Palmeiras fica sem contrato no fim do ano

Por Caio Carrieri

Pronto, Palmeiras. Se estava esperando ter o acesso carimbado para começar a planejar a temporada de 2014, já é hora: subiu. O marasmo e os jogos arrastados só vão durar por mais seis rodadas, que é o que falta para a parte 2 do pesadelo acabar – a estreia foi em 2003, sob a irreverência de Vagner Love.

Para a preocupação não prosseguir no próximo ano, no entanto, a diretoria tem de começar a agir o quanto antes. Além de buscar ao menos um reforço para cada posição de linha – a lacuna pós-Marcos foi finalmente muito bem preenchida por Fernando Prass –, o Verdão tem de resolver a situação contratual de quase metade do elenco, cujo término do vínculo será em dezembro.

De 30 jogadores, 13 estão nesta situação. São eles: Bruno, Fernandinho, Vilson, André Luiz, Márcio Araújo, Marcelo Oliveira, Wendel, Charles, Léo Gago, Ronny, Rondinelly, Leandro e Ananias. São três titulares (Vilson, Márcio Araújo e Leandro) – o zagueiro incontestável, o volante totalmente contestado, e o atacante em momento de oscilação técnica.

O Palmeiras tem a preferência unilateral de renovar com Leandro por mais um ano. O mesmo vale para os ex-cruzeirenses Marcelo Oliveira e Charles, emprestados. Esta prioridade unilateral de prorrogação do acordo foi adquirida quando Cruzeiro e Verdão trocaram Luan por Ananias. O Alviverde ainda pode renovar o contrato com este último até o fim do próximo Campeonato Paulista.

Bruno, Fernandinho, André Luiz e Rondinelly aparecem na lista de renovações improváveis. Wendel é incógnita. E o Palmeiras já sinalizou ao Grêmio, no meio do ano, que gostaria de continuar com Léo Gago.

Luis Felipe, outra figura com cadeira cativa na equipe de Gilson Kleina na Série B, tem vínculo só um pouco mais longo – até 1º de março de 2014, o que já lhe permite assinar um pré-contrato com outro clube. Sua saída já é dada como certa nos bastidores do Verdão. E aí, Paulo Nobre e José Carlos Brunoro? Reforços para já!

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

••

NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Nobre condiciona gastos a investidores e evita previsão para 2014

Por Luiz Ricardo Fini

O presidente Paulo Nobre deixa claro desde agora que não pode garantir reforços badalados para o Palmeiras na volta à primeira divisão nacional. Depois de ter obtido matematicamente o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro, com o empate por 0 a 0 contra o São Caetano, no sábado, o mandatário explicou que os gastos só serão altos se o clube atrair parceiros nas contratações.

“Vai depender muito se eventualmente surgirem investidores interessados em colocar no clube jogadores que agradem à comissão técnica. Não podemos fazer previsão do que vai acontecer em 2014 e não vamos iludir ninguém, porque não estamos em situação financeira para fazer loucuras devido às administrações que tiveram cultura diferente da nossa”, afirmou.

A torcida alviverde espera por uma temporada de glórias em 2014, quando o clube completará 100 anos de fundação e deverá reinaugurar seu estádio. Porém, Nobre advertiu que a festa não o pressionará na montagem do elenco, demonstrando que pode apostar novamente em um time “sangue na veia”, que foi seu lema durante este ano.

“Não quero decepcionar ninguém, mas o Palmeiras não será refém do ano do centenário. O clube terá uma equipe competitiva, que vai honrar a camisa, assim como foi honrada em 2013”, acrescentou.

O presidente também faz mistério sobre o futuro dos 13 jogadores que têm vínculos até dezembro: Leandro, Vilson, Rondinelly, Léo Gago, Ananias, Marcelo Oliveira, Charles, Márcio Araújo, Fernandinho, André Luiz, Wendel, Bruno e Ronny.

“Conversas sobre renovação são similares às de contratações e eu não comento nada até que estejam concluídas”, despistou o mandatário, que quitou a última parte dos direitos de imagens atrasados do elenco na sexta-feira, referente a uma parcela que se arrastava desde a gestão de Arnaldo Tirone. Assim, o clube não tem mais dívidas com os atletas.

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

••

NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Antes otimista, Luis Felipe já não crava renovação com o Palmeiras

Antes otimista sobre sua renovação, Luis Felipe não adotou o mesmo tom ao falar sobre o assunto após o jogo contra o São Caetano, nesse sábado. Com vínculo até março de 2014, e já em condições de assinar um pré-contrato com outras equipes, o camisa 42 espera ter uma reunião com a diretoria do clube nesta semana.

– Estamos resolvendo isto. Esta semana tem uma reunião marcada para definir isto. É algo que demora, por causa do calendário mesmo, de treinos e jogos. Mas agora não há mais motivo para demorar – avisou o lateral, que desconversou quando perguntado se estava próximo de ficar.

– A gente vai acertar da melhor forma. Tanto ficar ou sair eu não posso falar ainda, mas vamos resolver da melhor forma – acrescentou.

Há uma semana, Luis admitiu estar pedindo uma valorização, mas garantiu que chegaria a um acordo com o Verdão. A negociação, porém, é complicada. Luis Felipe até assinou um novo documento com o Verdão, mas nele havia um erro de digitação – com novo acordo até o fim de 2013. A diretoria tenta se reunir com os representantes do atleta há alguns dias, mas não conseguia marcar o encontro.

A sua pedida assustou aos dirigentes. Com salário atual na casa dos R$ 20 mil, o jogador pediu vencimentos perto dos R$ 100 mil para estender o vínculo, além de R$ 1,5 milhão de luvas. Dentro do clube já há pessoas pessimistas quanto à possibilidade de mantê-lo por mais tempo.

Ainda que sua situação não esteja definida, Luis Felipe comemorou o seu retorno ao Verdão depois de rodar por equipes menores no Brasil. Segundo ele, o torneio em que conquistou o acesso com o Alviverde foi “especial”.

– Foi especial, sim. Minha volta ao Palmeiras foi especial, estou curtindo desde o primeiro momento, e só tenho a agradecer a todo mundo que me ajudou. Vou curtir até o fim isto – completou.

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

••

FOLHA ONLINE

• Após acesso, Nobre diz que Palmeiras não será refém no ano do centenário

Por Rafael Valente

O presidente Paulo Nobre evitou projetar um time forte para o Palmeiras. Disse que trabalha com calma e que depende de investimentos externos para melhorar a equipe.

O cartola lembrou até do centenário, cuja comemoração será em 26 de agosto de 2014, para dizer que não pretende gastar mais do que o possível por conta desta data especial.

“Depende muito do interesse de investidores colocar jogadores no Palmeiras. Não dá para fazer previsão. Não vamos iludir ninguém e nem fazer loucuras. Não quero decepcionar ninguém e o Palmeiras não será refém do centenário. Terá uma equipe competitiva”, disse Nobre.

A declaração foi dada logo após o “[almeiras confirmar o acesso à primeira divisão, com o empate sem gols contra o São Caetano, neste sábado, no Pacaembu”.

O time ainda terá mais seis rodadas para se despedir da Série B e também definir o futuro dos principais nomes do grupo. O técnico Gilson Kleina e alguns titulares, como o volante Márcio Araújo, têm contrato até o final da temporada e aguardam renovação.

“O campeonato continua. Temos seis rodadas e temos de ter respeito com todos os adversários. Vamos manter o foco na Série B e depois trataremos de reforços”, disse o cartola.

CENTENÁRIO

Os clubes brasileiros valorizam o centenário e geralmente relacionam a data com a conquistas de títulos, o que motiva um investimento maior no time.

Dois rivais do Palmeiras passaram por essa situação recentemente.

O Corinthians investiu forte em 2010 e previa até a conquista da Taça Libertadores, mas fracassou em todos os torneios que disputou (Paulista, Libertadores e Brasileiro).

O Santos melhorou o time em 2012, mas obteve resultados. Foi campeão do Paulista (seu terceiro título do Estadual consecutivo) e da Recopa Sul-Americana.

Em 2014, o Palmeiras irá disputar o Paulista, a Copa do Brasil e o Brasileiro.

Leia aqui a matéria completa → FOLHA ONLINE

••

FOLHA ONLINE

• Cumprir obrigação também se comemora

Por Sergio Rizzo – Especial para a FOLHA

Missão dada, missão cumprida. De Paulo Nobre a Alan Kardec, de Gilson Kleina ao roupeiro Palito, ninguém merece cornetada.
Era obrigação para um clube como o Palmeiras, mas cumprir obrigação também se comemora, ainda que sem fogos. Ao menos até segunda-feira, quando começa 2014.

Se a atual gestão montou um time na medida para a sofrível Série B, driblando o legado trágico das administrações (por assim dizer) anteriores, saberá remontá-lo para a quase tão sofrível Série A.

E que a pacificação da política interna prossiga, pelo amor de San Gennaro. O maior adversário do Palmeiras é o “fogo amigo”, disparado das próprias trincheiras, no clube e na arquibancada.

Exemplos recentes de reconstrução? O Grêmio visitou a Série B em 2005 e, no retorno à A em 2006, chegou em terceiro lugar. Em 2007, foi vice-campeão da Libertadores.

O Corinthians amargou a Série B em 2008. No ano seguinte, levou a Copa do Brasil. No caminho havia o Tolima, mas o Brasileiro veio em 2011; a Libertadores e o Mundial, em 2012.

O ciclo do Atlético-MG demorou um pouco mais: disputou a Série B em 2006 e ganhou a Libertadores em 2013.

E o Vasco? Na Série B em 2009, ganhou a Copa do Brasil em 2011 e quase beliscou a Libertadores em 2012. Mas, de volta à lama do rebaixamento, virou contra-exemplo.

O propulsor do reerguimento palmeirense no longo prazo tende a ser o Allianz Parque, o novo estádio, desde que o “fogo amigo” não comprometa o extraordinário potencial –financeiro e simbólico– da arena.

Um início corintiano de século 21 pareceu confirmar o fim do mundo em 2012. Mas era alarme falso. O Palmeiras tem 86 anos para virar esse jogo. A gente se fala em 2100.

Sérgio Rizzo é jornalista e professor, autor do blog Censura Livre

Leia aqui a matéria completa → FOLHA ONLINE

••

FOLHA ONLINE

• Garantido na elite, Palmeiras segue rumo ao tri em 2015

Por Clóvis Rossi

Assegurada a sua volta à primeira divisão, o Palmeiras deu importante passo para ser tricampeão.

Não entendeu? Simples: campeão da Série B em 2003, bicampeão em 2013, o velho e glorioso Palestra tem tudo para ser tri em 2015, porque há claramente mais chances de que ele fique entre os quatro últimos da Série A em 2014 do que entre os quatro primeiros.

Logo, voltaria em 2015 a comer a poeira das estradas e gramados (eu disse gramados?) da “segundona”, único sítio em que consegue brilhar nos últimos muitos anos.

Suponho que até o mais fanático palmeirense, se sobra um dedo de lucidez em fanáticos, há de admitir que, com esse elenco, o Palmeiras terá imensas dificuldades em manter-se na elite do futebol brasileiro, por mais que essa tal elite esteja bastante danificada, ante a incapacidade de competir com os europeus, que nos levam os melhores talentos e até as melhores promessas.

O fato é que, pelo menos no ano passado e neste ano, o Palmeiras não jogou futebol. Jogou “toscobol”, que é o que se pode esperar de um time cujo astro (Valdivia) é reserva da seleção do Chile.

Com todo o respeito e o carinho que sinto pelo Chile, seu futebol não tem uma história como a da Argentina ou mesmo a do Uruguai. Se é assim, ter um reserva de seleção secundária como astro do seu time, é porque seu time está mal das pernas.

Para sobreviver sem sustos na Série A, teria que contratar no mínimo, no mínimo, uns quatro jogadores de alto nível. Já nem falo em craques que aí seria de um irrealismo primário. Falo em bons jogadores. Qual é o atleta palmeirense que merece esse rótulo?

Como não há dinheiro para contratações, temo que a equipe da Série A seja bem parecida com a da B, ou seja, tosca.

Restaria formar jogadores na base, mas o Palmeiras revela incompreensível incapacidade de revelar jogadores. Apareceu, por exemplo, um tal Vinícius, que me pareceu uma promessa interessante. Foi sumindo com o tempo. Hoje, já nem é titular, ofuscado por contratações que, no tempo em que dava para torcer para o Palmeiras, não seriam nem reservas dos reservas.

O único consolo é que haverá um novo estádio, agora chamado de arena. Parece estádio de primeira divisão. Só falta um time idem.

Leia aqui a matéria completa → FOLHA ONLINE

••

BLOG DO MAURO BETING ❘ LANCENET

• Acessos

Acesso de melancolia de meu amigo de fé, credo e ofício Marcelo Mendez → ABCD MAIOR

Acesso de raiva de quem xinga o time quando sobe.

Há como lamentar mais uma atuação fraca em um campeonato de baixo nível.

Há como cornetar como sempre se corneta (e se defende) a paixão.

Há como cobrar mais do time, comissão técnica e diretoria – ainda que, alguns, não tenham muito mais a dar.

Mas, no Pacaembu, mais que a cisão entre organizados e os palmeirenses que torcem somente pelo clube (e não também pela própria torcida), mais que justas críticas por um futebol pobre, é preciso que o torcedor saiba que estamos nos levantando.

Devagar. Muito devagar.

Mas estamos subindo.

Aplaudamos, sim, o acesso.

Mas cobremos, ainda mais, para não termos outros acessos e abcessos.

Tipo Clovis Rossi. Quinto-colunista que ao perder a paixão pelo Palmeiras perdeu até a razão quando tem alguma sobre o passado recente e o futuro próximo palmeirense.

É esse tipo de distorcedor que não sabe o que é amor que faz a gente perder mais que jogos, títulos e esperança.

Até quando acerta nos não poucos erros apontados ele erra ao largar mão do que não se coloca em questão.

Trancos, troças e toques são sempre necessários na vida. Nisso Rossi honra o nome e arma bem.

Trocas, trocos e traições? Isso não tem nome.

Ou tem.

Mas, façamos como ele.

Vai cantar derrota em outro lugar.

Leia aqui a matéria completa → BLOG DO MAURO BETING ❘ LANCENET

••

BLOG DO ROBERTO AVALONE ❘ UOL

• Palmeiras: na volta à elite, festa tímida e preocupações

O cenário era o ideal para uma comemoração inesquecível: o Pacaembu lotado, velhos ídolos do Palmeiras feito Academia, camisa que fazia alusão à façanha de 7 de setembro de 1965, no Mineirão,  quando a Seleção Brasileira foi bem representada pelo time inteiro palmeirense e goleou a seleção do Uruguai por 3 a 0.

Se o cenário era o ideal para festejar o acesso palestrino, o futebol ficou devendo. E muito. Incapaz de furar a retranca do São Caetano, ainda por cima o Palmeiras teve de contar com boas defesas do goleiro Fernando Prass para evitar um vexame em pleno dia de festa. O jogo acabou com um 0 a 0 frustrante para o torcedor, que recolheu a alegria e deixou a comemoração de lado. Já nem se falava mais do pênalti sobre Alan Kardec assinalado pelo árbitro que, depois, informado pelo seu auxiliar, voltou atrás.

E o que houve de errado com o Palmeiras? Bem, em primeiro lugar não gostei da maneira com que Valdivia- mesmo assim, o melhor jogador do time- foi escalado, lá na frente, deixando um buraco meio do campo e não permitindo o avanço de Wesley. Quando joga pela seleção chilena, Valdivia atua próximo aos dois atacantes, sim, mas tem um jogador, no caso Vidal, para cobrir as suas costas. Mas Gilson Kleina não é Jorge Sampaoli.

Depois, vêm os erros individuais. Juninho, por exemplo, continua mal na lateral-esquerda, enquanto Luís Felipe, pela direita, piorou muito desde que surgiu o problema de seu contrato, quem sabe por coincidência ou porque essas coisas mexem mesmo com a cabeça de um jovem; do meio -campo e seu buraco já falei, passando, então, ao ataque, onde Ananias e Vinicius seguem sendo incógnitas, não se notando nenhuma jogada ensaiada para Alan Kardec, bom cabeceador, mas que não recebe um centro medido. Como deveria ser treinado.

Aí, fica difícil. E surge a preocupação para o ano que vem, o do Centenário, não se sabendo, ainda, se haverá dinheiro para umas cinco contratações necessárias e até onde vai esse imbróglio da Arena. Além da definição do técnico- será Kleina ou outro?

Enfim, tudo isso o tempo vai dizer.

Leia aqui a matéria completa → BLOG DO ROBERTO AVALONE ❘ UOL

••

BLOG DO VITOR BIRNER ❘ VIRGULA

• Palmeiras retorna à elite do futebol brasileiro; time de Gilson Kleina não decepcionou em nenhum torneio da temporada

A crise financeira impediu Paulo Nobre de investir como gostaria em reforços.

Mesmo assim, a equipe honrou a camisa durante a temporada.

O Palmeiras tinha elenco inferior ao do Santos de Neymar, mas só foi eliminado no paulistinha, dentro da Vila Belmiro, nas cobranças de pênaltis.

O Alviverde, na Libertadores, caiu diante do Tijuana num jogo em que o goleiro Bruno foi muito infeliz.

Os mexicanos por muito, muito, muito pouco não eliminaram o Galo, que acabou ganhando o torneio.

Na segunda divisão nacional, único torneio em que o Palestra contou com o grupo de atletas superior ao dos rivais, a equipe cumpriu o dever de subir sem correr riscos de fracassar.

Sem exageros, sobrou.

Na Copa do Brasil o time perdeu para o Furacão, que está faz tempo na zona de classificação para a Libertadores e vai disputar a semifinal após eliminar o Internacional e suas estrelas.

Vergonha, o time não passou.

O único momento deprimente foi a goleada sofrida contra o Mirassol.

O restante da temporada palmeirense mostrou que naquela aconteceu um acidente futebolístico.

Além do dever cumprido dentro das quatro linhas, os atletas e torcedores também honraram a camisa quando não fizeram grande festa pelo retorno à elite do futebol nacional.

Não supervalorizaram o resultado que não passa de uma simples correção de rumo.

O Palmeiras é muito grande.

Por isso precisa de reforços para a próxima temporada, quando comemorá 100 anos de vida. O elenco, hoje, é inferior ao de várias equipes do país.

Deixo meus parabéns à nação alviverde pelo dever cumprido!

Leia aqui a matéria completa → BLOG DO VITOR BIRNER ❘ VIRGULA

••

BLOG DO NETO ❘ UOL

• Verdão voltou para onde não devia ter saído! E agora?

Com um empate sem gols e sem graça contra o São Caetano o Palmeiras garantiu o acesso com seis rodadas de antecedência. Pra falar a verdade está mais do que na cara que o Verdão também ficará com o título da Série B. A pergunta que fica no ar, pelo menos para os torcedores mais rigorosos, é a seguinte: e agora? Como planejar o time para a próxima temporada? Ouvi muita gente dizendo que o presidente Paulo Nobre teria uma carta na manga e faria uma reestruturação fantástica para o ano do centenário do clube. É o que espero. Mas sinceramente até agora não vi nada de tão positivo.

Em primeiro lugar não deram nem sinal de vida se vão renovar com o técnico Gilson Kleina ou se vão contratar um novo comandante. Se vão trocar é importante começar a trabalhar desde já um novo elenco. Até porque, com toda a sinceridade, com esses caras na Série A o Verdão alcança no máximo uma décima colocação. Quem encaixou como uma luva na equipe e deverá ser prestigiado para 2014 é o atacante Alan Kardec. Ele vem jogando demais com a camisa verde! O jovem lateral Luis Felipe também foi bem. Mas andam dizendo na cúpula que ele está numa ‘perna’ danada. Metido demais. Precisa baixar um pouco a bola.

Outros nomes como Henrique, o uruguaio Eguren e Wesley também dão muita qualidade para o time. Mas o grupo em geral é bem fraquinho tecnicamente. Precisa ser renovado. O chileno Valdívia é uma incógnita. Pra falar a verdade eu no lugar da diretoria rescindiria o contrato dele. Péssimo custo-benefício. Com a grana que pagam a ele daria pra fazer uns 2 ou 3 reforços de muita capacidade.

A verdade é que até agora está tudo muito quieto. Se os dirigentes estão trabalhando às escondidas estão fazendo muito bem feito. Nada vazou até agora. Mas que estejam fazendo algo de fato, né? Afinal é sempre melhor pecar pela ação que pela omissão…

Leia aqui a matéria completa → BLOG DO NETO ❘ UOL

••

BLOG DO MAURO CEZAR PEREIRA ❘ ESPN BRASIL

• Torcida organizada parece ter mais noção da realidade palmeirense do que a maioria

Vaias e cânticos de protesto vieram das arquibancadas do Pacaembu após o melancólico empate sem gols com o São Caetano que confirmou a volta do Palmeiras à Série A. “Não é mole não, segunda divisão não é mais que obrigação”, entoaram os que fazem parte ou estavam próximos da Mancha (Alvi) Verde. Absolutamente pertinente.

O orçamento palmeirense é muito superior aos dos demais clubes da Série B e a volta à primeirona era mesmo uma formalidade. A subida, alcançada de forma protocolar num 0 a 0 contra um dos piores times da segunda divisão, e próximo da terceira, foi um alerta. E não pode-se dizer que trata-se do primeiro, afinal, a temporada deu outras claras advertências.

A forma como o Palmeiras caiu na Copa do Brasil, atropelado pelo Atlético Paranaense, já serviu como sinal vermelho para conter os otimistas exagerados. Nessas horas a falta de espírito crítico é um perigo e a cobrança da organizada, independentemente de eventuais interesses políticos que ela possa ter, apesar de atitudes a manifestações condenáveis no passado, foi correta e oportuna.

Melhor cobrar e demonstrar que a realidade atual da equipe não satisfaz do que entrar na folia festejando o óbvio para cair do cavalo em alguns meses. Sim, porque para um clube do tamanho do Palmeiras, superar seus rivais na segunda divisão, realmente, não é mais do que uma mera obrigação.

Leia aqui a matéria completa → BLOG DO MAURO CEZAR PEREIRA ❘ ESPN BRASIL

••

COLUNA DO ANTERO GRECO ❘ O ESTADO DE S.PAULO

• Bom retorno, Palmeiras!

Meio da tarde, ligo a tevê para acompanhar rodada decisiva da Série B e tomo um susto. A Globo anunciara transmissão de Palmeiras x São Caetano e, quando os times entraram em campo, vi um de uniforme amarelo e azul, igualzinho ao da seleção. O outro vestia camisa e meiões azuis, calções brancos, a Azzurra escrita. Pensei que fosse um Brasil x Itália antigo ou uma homenagem aos dois maiores vencedores de Mundiais. Sei lá, toda hora tem algum repeteco…

Custei a entender que o clone da amarelinha, na verdade, era o Palestra, assim paramentado para relembrar o dia em que representou o país diante do Uruguai. Foi na época da inauguração do Mineirão, o original, em 1965, e venceu por 3 a 0. Mas aquele espetáculo foi em setembro e não em outubro. Ah, tanto faz, os moços do marketing justificam qualquer ação.

Ok, reação de ranzinza, de quem sempre curtiu as cores de raiz de qualquer equipe. A camisa é até bacana, tanto que vendeu como água. Mas precisava também do calção azul?! E não poderia o modelito ser usado em outra ocasião, quem sabe nas partidas finais da temporada, a anunciar o centenário? Bom, deixa pra lá, o que conta é o jogo.

E o jogo, em si, não foi grande coisa. Serviu para consolidar o que já se sabia, o retorno do Palmeiras à elite do Brasileiro. Desde as jornadas iniciais do campeonato, saltou à vista, clamorosa, como diz Claudio Carsughi, a superioridade alviverde (ou seria auriazul?) em relação aos demais concorrentes. Só uma hecatombe tiraria de Gilson Kleina e rapazes uma das quatro vagas para a promoção. O título seria acessório secundário, e mesmo este virá. Se bem que, para agremiações do quilate de Palmeiras, Corinthians, Grêmio, Vasco, a taça da Segundona não é troféu dos mais cobiçados e vistosos.

Mas o Palmeiras fez para o gasto, num Pacaembu amarelado e cheio de expectativa. Sem forçar, criou algumas chances (não muitas), reclamou de dois pênaltis (nenhum ocorreu) e não levou sustos diante de um adversário condenado à Terceirona. O 0 a 0 foi insosso, faltaram gols para enriquecer a festa da nação verde. (?!) Não saíram, fazer o quê? Importante era a classificação, o fim da humilhação dos jogos às terças-feiras, às sextas e aos sábados.

O Palmeiras retorna ao nicho que lhe cabe. E em ano especial, o do primeiro centenário da imponente Società Sportiva Palestra Italia, fundada por imigrantes italianos e seus descendentes em agosto de 1914. O regresso alegra; no entanto, ganhará relevância se significar, também, o ressurgimento de um time forte, competitivo, para desempenhar papel de protagonista, como foi a vocação ao longo do tempo, e não de coadjuvante ou humilde figurante.

O torcedor comemorou, tirou peso das costas, e mudou de postura. Não se consola, apenas, com lugarzinho ao sol. Exige elenco à altura, de qualidade. Chega de jogador meia-boca, de atleta Série B. E não parece disposto a engolir conversa mole de pés no chão, de política do bom e barato e coisas do gênero. “Tudo lero-lero”, avisa aqui do lado o Nilsão Pasquinelli, diagramador do Estadão com sangue mais verde do que o do Hulk (o das histórias em quadrinhos) e que já cansou de sofrer. “Quero craques!” É o pensamento dos palmeirenses.

A turma que ralou nesta temporada no Purgatório merece tratamento respeitoso e avaliação criteriosa. Sejam aproveitados aqueles com potencial para impor-se; os outros tenham recolocação sensata. Tiro o chapéu, ainda, para Kleina, decente, correto, trabalhador. E educado, pois a diretoria não acena com permanência e ele mantém serenidade.

Parabéns, Palmeiras, seja feliz pra sempre. Mas, como diria o Toninho Cazzeguai, maior filósofo do Bom Retiro: “O Palestra é verde, cáspita!”

••

COLUNA DO PAULO VINÍCIUS COELHO ❘ FOLHA DE S.PAULO

• Manchou

Os cantos das arquibancadas enquanto a bola ainda rolava e havia esperança de vitória sobre o São Caetano faziam justiça à frase “Pátria Amada, Palmeiras!” bordada na camisa amarela, referência à Academia que representou a seleção em 1965. A torcida uniformizada cantava: “Nada vai mudar o nosso amor, nada vai mudar nossa paixão!”

O apito final mudou a cantoria e o discurso. “Segunda divisão não é mais que obrigação”, “time sem vergonha”, “Paulo Nobre, não sou otário, cadê o projeto para o nosso centenário.” Os três coros ecoaram na arquibancada amarela do Pacaembu, onde estava a torcida uniformizada. No setor verde, torcedores desciam as escadas gritando apenas “Palmeiras!” Alguns xingavam a Mancha Verde.

Divergências entre os uniformizados e os torcedores comuns são antigas. A de ontem, triste. O acesso com empate por 0 a 0 com o São Caetano foi opaco, mas confirmou o retorno à elite seis rodadas antes do final da Série B. Time sem vergonha não garante o retorno à Série A com tanta antecedência. Vasco e Atlético-MG precisaram de mais tempo, o Corinthians subiu na mesma 32ª rodada.

O empate murcho serviu para decidir que não haverá festa, como queria parte da diretoria. Pode ser só uma festinha miúda e envergonhada pelo empate por 0 a 0, mas não era para xingar a equipe. Menos!

O Palmeiras continua precisando de paz, entre time e torcida, situação e oposição, clube e construtora… Precisa de planejamento para voltar à primeira divisão pensando em ser o primeiro recém-promovido campeão brasileiro. Não é fácil. Mais difícil é não sonhar.

O empate chocho diminui também a chance de continuidade de Gilson Kleina. A parte profissional da diretoria trabalhou pela sua continuação – Brunoro e Omar Feitosa. A parte amadora do clube, conselheiros próximos ao presidente, querem uma grife. Verdade que Kleina não fez seu time jogar convincentemente nas últimas rodadas e o 0 a 0 de ontem reforça a teoria de que será melhor ter Vanderlei Luxemburgo, Abel Braga, Mano Menezes ou até Dorival Júnior no ano que vem.

O contraponto é Jayme de Almeida, técnico gente boa, sem nome nem pompa, que levou o Flamengo à semifinal da Copa do Brasil.

Grife não ganha jogo nem campeonato.

Certezas ajudam mais. Se o Palmeiras não tem certeza de que Kleina é o cara, então troque. Mas não por um nomão apenas para proteger os dirigentes inconsistentes. O Palmeiras precisa de um plano para voltar a ser forte e campeão.

Se o empate por 0 a 0 fosse o maior problema, o clube não festejaria até hoje o primeiro bicampeonato brasileiro conquistado com 0 a 0 com o Botafogo em 1972 e com o São Paulo em 1973. A falta de sensibilidade de ontem mancha muito mais.

••

COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Allianz Parque…

O COL está preocupado com o risco de o Allianz Parque não ficar pronto a tempo para receber os treinos das seleções nas vésperas dos jogos da Copa marcados para São Paulo.

• …a perigo

Até por isso, o COL tenta convencer o Palmeiras a trocar a candidatura do Allianz Parque pela inclusão de um dos campos da Academia de Futebol.

• Nunca mais

Em meio à festa pelo acesso palmeirense, o ex-goleiro Marcos mandou um recado. “Que essa seja a última vez que a gente comemora o retorno para a Série A.”

• Sr. Rebaixamento

Galeano pode acumular o terceiro rebaixamento consecutivo na carreira. Ele esteve no Palmeiras que caiu no Brasileiro de 2012 e no São Caetano degolado no Paulista deste ano. Agora, vê o Azulão em penúltimo na Série B.

• À flor da pele

“Eu estou me mordendo para não chorar de tanta emoção“ – Paulo Nobre – Presidente do Palmeiras, sobre o cesso à Série A

••

OUTRAS NOTÍCIAS :

LANCENET → Mesmo após acesso à Série A, muros do Palestra Itália são pichados
 
BLOG DO ERICH BETING → Vergonha de quê?
 
BLOG DO LUIZ ANTÔNIO PRÓSPERI → Paulo Nobre erra se não pensar grande o Palmeiras em 2014
 
BLOG DO GUSTAVO ZUPAK → Kleina e a vitória do bem
 
BLOG DO LEANDRO QUESADA → Palmeiras, o retorno
 
BLOG DO LUIZ CEARÁ → Voltou sem graça
 
BLOG DO FLÁVIO PRADO → Aproveitar é preciso
 
BLOG DO MARCELO BECHLER → Palmeiras sobra e sobe. Agora precisar melhorar
 
BLOG DO JOÃO CARLOS ASSUMPÇÃO → Luxemburgo, não
 
BLOG DO JUCA KFOURI → E o Verdão voltou!
 
BLOG DO MILTON NEVES → Com temporada regular, Palmeiras conquista o acesso à elite do Brasileirão e não faz mais que a obrigação!!!

••

7 respostas em “Verdão na Mídia 27-10-2013: 2014 já começou para o Palmeiras ❘ Estadão Online”

O Palmeiras tem sim que qualificar seu elenco com jogadores de ponta, Valdivia em 2014 até o final da Copa do Mundo será peso morto, precisaremos de um meia, de dois laterais, os atuais não sabem cruzar e adoram levar bolas nas costas, um atacante pra fazer sombra pro Kardec. Não tenho confiança no Kleina apostaria no Ney Franco, no Cuca.
Um dos motivos que levaram o Palmeiras a disputar a Série B, foram erros de arbitragem, 2012 os juizes tendenciosos ao extremo, diferente do apito amigo ontem favoravel aos Bambis e contra o Criciuma a favor da gambazada. E um STJD que aplica contra o Palmeiras penas mais pesadas, que as aplicadas nestes dois acima.
Temos que ter um time qualificado que supere os adversários na bola, as adversidades da arbitragem e do STJD, e da imprensa uniformizada

Ei Paulo Nobre.
Preste atenção como trabalha o SPFW. Ontem ganharam graças aos dois primeiros gols em claro impedimento; ao penalti não marcado pelo juiz para o Inter.
Olha a forma, a convicção que o árbitro marca os penaltis para eles.
Já estão pensando no ano que vem. O boca murcha do Murici, que conseguiu perder o título com o verdão estando 9 pontos a frente, já deve estar pensando em jogadores de nível e vai receber.
E nós??
Não venha com essa conversa de manter Kleina no comando do time. E mais:
CHEGA DE BRUNO, WENDEL, MÁRCIO ARAÚJO, ANDRÉ LUIZ, JUNINHO PIU-PIU, MAIKON LEITE, VINÍCIUS, LEANDRO AMARO, ANANIAS, LÉO GAGO, RONDINELLI ETC.
Traga o NEI BRAGA. o CARA É ÓTIMO.
Aqui é Palmeiras, chega do maldito bom e barato inventado pelo sapo-boi.
Cadê o tesão do Brunoro??
Senão seremos tri da segundona novamente.
Botamos fé em você e no Brunoro. Caralho aqui é verdão porra.

Como é bom ser respeitado: dois pênais a favor (um suspeito), gol impedido e pênal não marcado para o adversário. Quanta ajuda pra escapar da série-B hein juvenal?

“Não faremos loucuras”. Discursinho evasivo, vago e cretino. Vão qualificar ou não o grupo? Contratar ou não uma comissão técnica competente? Ou pelo menos, conseguir discernir e dispensar todos os que já mostraram não ter mínimas condições de vestir uma camisa como a do Palmeiras, principalmente numa série A de Campeonato Brasileiro?

Não consigo entender porque algumas pessoas, parecem que torcem contra!! Entendo que estamos onde estamos depois de consecutivas gestões onde foi gasto mais do que se arrecada…. Não esqueçam que o pior presidente da história do Palmeiras utilizou, ano passado, 60% das receitas deste ano… Então ano que vem provavelmente teremos um time melhor

Os comentários estão desativados.