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Verdão na Mídia 31-10-2013: Após ‘muita porrada’, Brunoro festeja grupo montado com venda de Barcos ❘ Globo Esporte Com

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• Após ‘muita porrada’, Brunoro festeja grupo montado com venda de Barcos

Por Marcelo Prado

Vilson, André Luiz, Tiago Alves, Marcelo Oliveira, Charles, Léo Gago, Eguren, Ronny, Rondinelly, Felipe Menezes, Leandro, Alan Kardec e Ananias. Treze reforços que foram contratados pelo Palmeiras com o dinheiro que o clube economizou com a saída de Hernan Barcos no início da temporada. Com salários estimados em R$ 500 mil mensais, o atleta foi cedido ao Grêmio que, em troca, pagou R$ 4 milhões, cedeu quatro jogadores por empréstimo (Vilson, Leandro, Léo Gago e Rondinelly) e ainda quitou a dívida existente entre o jogador argentino e o clube paulista, estimada em R$ 1,5 milhão.

Barcos chegou ao Verdão desconhecido e foi embora com a possibilidade de brigar por uma vaga na seleção do seu país na próxima Copa do Mundo. Até por ter se destacado com a camisa 9, o presidente Paulo Nobre e o diretor executivo do clube, José Carlos Brunoro, foram muito criticados pela torcida. Hoje, com o acesso garantido, os dois respiram aliviados. Brunoro conta que a situação financeira do Palmeiras na época fez o clube agir dessa maneira.

– Com o dinheiro do Barcos, contratamos todos os reforços que vieram. O Palmeiras hoje é um clube responsável, paga o que pode e não faz loucuras. Se você me perguntar se hoje eu faria de novo, te responderia que sim, embora a gente leve porrada até hoje. As viúvas do Barcos ainda estão presentes por aqui – diz Brunoro.

A diretoria afirma que quitou até as dívidas deixadas pelo ex-presidente Arnaldo Tirone com alguns atletas – com muitos deles, os valores só foram quitados na semana passada, às vésperas do jogo do acesso, contra o São Caetano.

Depois de 31 gols em 61 partidas no Palmeiras, Barcos foi esquecido de vez pelos palmeirenses com a chegada de Alan Kardec. Emprestado pelo Benfica, o atacante mostrou qualidade técnica, marcou belos gols e logo se tornou inquestionável no esquema tático de Gilson Kleina.

Os dirigentes aproveitaram a saída de Barcos para mudar o perfil do elenco. Para suportar a pressão da torcida e de atuar na Série B, foram contratados atletas mais experientes. Dos garotos revelados na base, apenas o lateral-direito Luis Felipe virou titular. Muitos foram emprestados para ganhar experiência e voltarem no futuro.

– Achamos que era o momento de ter jogadores mais rodados. O momento era de muita pressão e todos trabalharam muito bem – elogiou o dirigente.

O modelo de administração não sofrerá alterações em 2014, até porque o clube voltou para a elite, mas ainda não tem patrocinador. Não há jogador que não possa ser negociado – e isso inclui Valdivia, que voltou a jogar bem e a ser aplaudido pelo torcedor.

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NOTICIÁRIO ❘ ESTADÃO ONLINE

• Palmeiras procura investidores para montar time forte em 2014

Por Daniel Batista

Enquanto corre atrás de reforços para a próxima temporada, o Palmeiras busca também quem queira investir no clube e ajudar a montar um time forte para o ano do centenário. A diretoria procura investidores que coloquem grandes jogadores no elenco na Série A de 2014 sem que o clube tenha de gastar muito com as contratações. A ideia é fazer um acordo com as empresas em que o Palmeiras serviria como uma vitrine e teria direito a uma porcentagem do atleta contratado.

O salário seria inicialmente pago pelo clube, mas, se for um valor muito elevado, a parceria poderia ajudar também. A preocupação do presidente Paulo Nobre é evitar salários milionários que o clube não consiga pagar, pois teme atrasos e bagunçar ainda mais as finanças do Palmeiras. Na atual temporada, Nobre chegou a pegar empréstimos em seu nome para usar o dinheiro no clube.

Como atrativo aos interessados, o clube destaca a visibilidade que o atleta pode ter por atuar no time no ano do centenário. Nobre e o diretor executivo José Carlos Brunoro já conversaram com alguns empresários, mas ainda não conseguiram levar muito adiante uma negociação. A definição da comissão técnica é fundamental para o processo ter sequência, já que o treinador responsável por comandar o time em 2014 pode vetar a contratação de algum atleta que a diretoria entenda ser de qualidade inquestionável.

Os dirigentes, como de praxe, não comentam o assunto. “Contratações e saídas de jogadores só falaremos quando tudo estiver concretizado. Não vamos iludir o torcedor nem fazer loucuras”, explicou Nobre. Mas, apesar da tática ainda não ter nenhum resultado concreto, os dirigentes esperam que antes de acabar a temporada consigam anunciar uma contratação de impacto. 

Alguns jogadores estão sendo oferecidos, mas até o momento o clube não abriu negociação com “medalhão”.

ERRO CUSTA CARO

Acabou a novela a respeito do futuro do lateral Luis Felipe. O jogador deve deixar o clube em janeiro após um erro grosseiro do Palmeiras na formulação de seu contrato e porque o jogador decidiu não cumprir mais o combinado anteriormente. Na quarta-feira, foi realizada uma reunião na Academia de Futebol para definir a situação do jogador, mas a distância do que foi oferecido pelo clube e o pedido pelo atleta foi muito grande.

Os valores não são oficiais, mas Luis Felipe recebe cerca de R$ 20 mil, o clube teria oferecido R$ 50 mil e ele – por meio do empresário, Guilherme Miranda – pediu R$ 100 mil. No meio do ano, o clube acertou a renovação de contrato com o lateral, que vence em março do ano que vem e seria prorrogado até dezembro de 2014. O problema é que na hora da formulação do novo acordo, o clube redigiu errado e colocou dezembro de 2013 como período do contrato.

Quando percebeu o equívoco, chamou o atleta para assinar um novo contrato, mas o empresário não aceitou, alegando que ele teria recebido propostas neste período e que precisaria ser feito um reajuste salarial ainda maior do que o combinado anteriormente. Sem acordo, Luis Felipe deve deixar o Palmeiras em janeiro e partir para o Benfica. Ele vai jogar as últimas rodadas da Série B.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Palmeiras contraria ‘manual da queda’ com indefinições para retorno à elite

Por Mauricio Duarte

Para quem já passou pela experiência de disputar a Série B do Campeonato Brasileiro, se há uma lição a se tirar, é a da continuidade. Manter comissão técnica e elenco é fundamental para não quebrar o espírito de união que se incorpora à equipe com a conquista de um acesso. Obviamente que ajustes, como a chegada de reforços, devem ser feitos. Além disso, é necessário estreitar laços com o torcedor. Mas, segundo quem já viveu isso na pele, as mudanças não podem ser drásticas.

O Palmeiras, que conquistou o acesso pela segunda vez no último sábado, vive esse dilema e não segue o exemplo de outros times rebaixados. A diretoria ainda não definiu um projeto claro para 2014, nem em termos de comissão técnica e elenco, nem em termos de marketing com o torcedor. Além do técnico Gilson Kleina, mais 13 atletas esperam renovação de contrato.

“Você conseguir manter uma estrutura estável é positivo em qualquer trabalho e no futebol não é diferente. Se você tem peças encaixadas, pessoas que conheçam mais profundamente o material humano com quem se trabalha, é extremamente positivo. Isso é uma coisa que deve ser buscada”, analisa José Hamilton Mandarino, que foi vice-presidente de futebol no Vasco na campanha do acesso em 2009 e deixou o clube no ano passado.

A primeira passagem de Paulo Odone na presidência do Grêmio foi de 2005 a 2008. Seu primeiro desafio era levar a equipe de volta à Série A e manter o time lá. Para ele, além da manutenção da estrutura no retorno, o clube precisa se aproximar cada vez mais dos torcedores nesses momentos.

“Quando a gente assumiu além da segunda divisão, o Grêmio estava quebrado e desmoralizado. A paixão do torcedor era o único capital. Tinha que focar nisso. Buscar o engajamento dele. Depois isso se repetiu no Corinthians e no Atlético-MG. A experiência que tivemos foi de curto prazo. Apagar incêndio. Depois disso você começa a formar time competitivo. O mesmo treinador ficou três anos. Então a continuidade foi fundamental”, lembra.

Restabelecer a confiança da torcida é algo que precisa ser trabalhado pela diretoria assim que o time se estabelece novamente na primeira divisão, lembra Hamilton. “Tem que restabelecer credibilidade com a torcida. Não existe você ter bons resultados dentro de campo sem bom trabalho fora dele. Isso é uma coisa que o futebol brasileiro tem que aprender”, afirma.

Parte da torcida alviverde mostrou que está longe disso quando vaiou o time logo após a conquista do acesso, no empate sem gols com o São Caetano, no Pacaembu. O Corinthians, com o trabalho de marketing apoiado na premissa de focar no torcedor mais do que no time, conseguiu voltar para a Série A em 2009 com o torcedor ao seu lado e é citado como exemplo de conduta bem-sucedida.

Para o goleiro Fernando Prass, um dos líderes do elenco do Palmeiras, a missão se torna mais complicada pelo fato de que é a segunda vez que a equipe passa pelo calvário da Série B. ele também esteve com o grupo do Vasco que conseguiu o acesso.  Experiente, portanto, compartilha da opinião de que é necessário manter a estrutura.

“Você pode se cercar de algumas coisas para evitar. É a continuidade, montar trabalho a longo prazo, estrutura boa para trabalhar, cuidar da parte financeira. Não tem uma receita, mas você pode tomar atitudes para minimizar os riscos”, avalia.

Felipe Ximenes, que foi coordenador de futebol do Coritiba no acesso de 2010 e continuou no clube até o meio deste ano, afirmou que por mais insatisfeita que a torcida possa estar no momento de crise, o currículo do time acaba se sobrepondo a isso. Para ele, uma questão fundamental é que a equipe precisa de um tempo de adaptação á elite do futebol  e os títulos não devem ser obrigatórios.

“A volta para a Série A não impõe na equipe um compromisso de que tem que ganhar tudo imediatamente. Existem exemplos de equipes que subiram e tiveram sucesso e que não tiveram. Tem que entender o momento do seu clube para tomar a melhor decisão. A história de qualquer grande clube que cai pra Série B é maior do que isso. A atitude do Corinthians provou isso. A história do Palmeiras é muito maior do que um disputa de Série B e isso fala mais alto”, diz.

O treinador Jair Picerni, que subiu o Palmeiras em 2003 e seguiu no comando da equipe no ano seguinte, tem pensamento semelhante, mas ressalta que tudo depende de conquistas. “Se está dando certo, precisa manter. Eu, por exemplo, conversaria bem com o Kleina e acho que ele deveria continuar. Mas cada um tem a seu jeito profissional. Torço para que ele continue, tem já o conhecimento do trabalho”, diz, lembrando que em time grande o planejamento só funciona com títulos. “O projeto de um time grande é ganhar”, completa.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Kleina divide opiniões no Palmeiras; presidente do COF o considera ‘caro’

Por Marcelo Hazan

Gilson Kleina fica ou sai do Palmeiras em 2014, ano do centenário? A principal indefinição do clube ainda não tem resposta. A questão divide opiniões até no Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) do Verdão. Os defensores da permanência citam o bom trabalho na Série B, em que o time garantiu o acesso com seis rodadas de antecedência, e a parte financeira, fator que não será priorizado na renovação, segundo o próprio Kleina, como argumentos.

Já os contrários ao comandante falam em ter um técnico de nome à frente da equipe – Vanderlei Luxemburgo, que balança no Fluminense e chegou a ser especulado, é descartado nos bastidores.

Kleina já disse que não prioriza o aspecto financeiro na hora de sentar para conversar com o Palmeiras. Mas o salário de R$ 300 mil do treinador não é considerado barato por Alberto Strufaldi, presidente do COF. O contrato foi acertado em setembro de 2012, na gestão do então presidente Arnaldo Tirone.

– Não é muito mais barato do que um técnico considerado top. Tirando esses, ele está em uma segunda faixa salarial. O clube está em uma situação difícil financeiramente. Mas não há como trazer alguém de competência, capaz de comandar o Palmeiras, por menos. O futebol está muito caro – diz Strufaldi.

Apesar de não considerar o salário de Kleina barato, Strufaldi elogia o trabalho do comandante na Série B.

– Ele cumpriu o que se dispôs a fazer. O Kleina mostrou que tem preparo para conduzir um time de alto nível. Precisaria ver os planos e a pedida salarial dele. O salário que ele recebe hoje é o limite. O ideal seria manter nesse nível, mas não interfiro na negociação. Vai depender da conversa com o Paulo (Nobre, presidente) – completa.

Sem ser unanimidade no Verdão, Kleina soma 61 partidas, com 33 vitórias, 15 empates e 13 derrotas. Nobre prometeu conversar com o treinador ainda nesta semana para abrir negociação e definir seu futuro.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Ansioso por clássicos de 2014, Palmeiras nega abismo contra rivais

Por Luiz Ricardo Fini

O acesso matemático à Série A do Campeonato Brasileiro já faz os palmeirenses pensarem nas disputas que terão na próxima temporada contra os principais rivais. Líder isolado da segunda divisão nacional, o elenco alviverde relata a tristeza por não ter disputado clássicos regionais neste segundo semestre e nega que haja uma desvantagem muito grande em relação aos rivais.

“Faz falta disputar clássico na Série A. Nós já conquistamos o acesso e vai ser bom no próximo ano”, afirmou o volante Márcio Araújo, que ainda precisa renovar seu contrato para encarar os rivais usando a camisa alviverde. “Falamos muito também sobre os estádios da Copa. Nós brincamos que o pessoal já está pegando os novos, e nós só vamos no ano que vem”.

Apesar da diferença de divisão nacional, o goleiro Fernando Prass não vê distância entre os elencos. O jogador relembra as comparações que existiram no início de 2013, mas adverte que o clube não perdeu para seu grande oponente, o Corinthians, pois ficou no empate por 2 a 2 durante a disputa do Campeonato Paulista.

“Muita gente tratava como um abismo porque a última sensação que tinha era a nossa queda e a participação do Corinthians no Mundial. Ficava muito chocante, mas foi provado que não tinha abismo. Não vencemos, mas eles também não. Agora, temos uma espinha dorsal, um grupo com peças de reposição, e a diretoria vai poder trabalhar com um pouco mais de vantagem em relação ao ano passado”, avaliou.

Nesta temporada, o Palmeiras enfrentou seus principais rivais apenas no Estadual e não sofreu derrotas no tempo normal. Além do placar por 2 a 2 contra o Corinthians, o Verdão ainda ficou no 0 a 0 contra Santos e São Paulo na primeira fase do campeonato. Já na etapa decisiva, acabou eliminado pelo Peixe nos pênaltis, depois da igualdade por 1 a 1 durante os 90 minutos.

Apesar da ansiedade, o Palmeiras ainda terá de aguardar 2014 chegar para encontrar seus maiores adversários. Neste ano, mesmo com o acesso garantido matematicamente, o clube ainda tem de cumprir seis rodadas da Série B, tendo como objetivo o título da competição.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Verdão se prepara para mediação contra WTorre e contrato prevê definição rápida

Caio Carrieri

Palmeiras e WTorre vão discutir diante de três mediadores os impasses no contrato do Allianz Parque, estádio do clube que está sendo erguido com receitas da construtora. Cada parte indicará um mediador e esses dois, em comum acordo, escolherão o terceiro. O Verdão deve escolher o seu nos próximos dias e a escritura prevê definição rápida. Caso contrário, inicia-se a arbitragem, com duração variando de seis meses a um ano.

No documento assinado por Palmeiras e WTorre em 2008, consta que a definição tem de acontecer 15 dias após a escolha dos mediadores, mas o clube imagina que as conversas podem se arrastar até dezembro.

O maior ponto de discussão é a divisão das 43.700 cadeiras do estádio. A WTorre julga ter o direito de comercializar 100% dos assentos, enquanto o Palmeiras diz que apenas 10 mil cabem à construtora.

Essa discussão não interfere na renda dos jogos: quem compra uma cadeira precisa pagar ingresso, cujo valor é todo do clube.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Entenda a discórdia entre Palmeiras e WTorre pelo Allianz Parque

Saiba o passo a passo da divergência entre clube e construtora pela exploração da nova casa do Verdão, que deve ser inaugurada em 2014

Palmeiras e WTorre divergem sobre pontos do contrato envolvendo a parceria pelo Allianz Parque, novo estádio que a construtora terá o direito de exploração por 30 anos.

Alguns pontos do acordo, firmado inicialmente em 2008, provocam desentendimento. E o que causa discussão mais acalorada diz respeito ao número de cadeiras a que cada parte terá direito – a capacidade da arena será de cerca de 43.700 lugares.

A empresa afirma ter a prerrogativa de negociar todas as cadeiras, repassando um valor ao clube que cresceria gradativamente a cada ano. Na visão do Palmeiras, a porcentagem, especificada na escritura do empreendimento, só envolve 10 mil cadeiras, além de camarotes. Cadeiras cativas e vitalícias serão mantidas.

Veja uma linha do tempo da discórdia:

> Verdão se prepara para mediação contra WTorre e contrato prevê definição rápida

> Nobre e Torre conversam por SMS, e clube é avisado sobre ‘tribunal’

> Walter Torre cutuca ‘grupo’, defende contrato e pede Palmeiras forte

> WTorre decide pedir mediação por arena e não garante entrega no prazo

> ‘Seguro’, Palmeiras não dá prazo para resolver impasse longo com a WTorre

> L!Net revela escritura e detalha discórdia entre Palmeiras e WTorre

> Paulo Nobre, sobre ataque de Walter Torre: ‘Lamentável e infeliz’

> Nobre responde WTorre e diz querer manter a soberania em ‘sua casa’

> Em crise da arena, Walter Torre ataca Palmeiras: ‘Estão mentindo’

> Verdão ignora possível pausa na obra, e COF apoia Nobre contra WTorre

> Allianz Parque: Palmeiras recebe aval contra a WTorre

> Entrave com WTorre será discutido nesta quinta no COF do Palmeiras

> Em silêncio, Palmeiras tenta evitar guerra jurídica com a WTorre

> Palmeiras e WTorre entram em conflito por cadeiras no Allianz Parque

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL

• Abel Braga: Inter ou Palmeiras?

Pode parecer aquela antiga brincadeira de cabra- cega, o alvo a mudar constantemente. Garanto, no entanto, que as notícias do Mercado Bola é que mudam muito nesta fase, pois são projeções e especulações para o ano que vem.

O que houve de novo: recebi o telefonema do Cardeal Richelieu- aquele mesmo especialista em bastidores do Palmeiras- que ressurgiu depois de muito tempo. E como o sigilo da cúpula palestrina é quase total sobre negociações é quase total, dedicou-se o amigo a frequentar cantos que abandonara, apurando o seguinte: Abel Braga seria o preferido para assumir o Palmeiras no ano do Centenário e não Mancini (cujo nome foi ventilado, apenas isso) e nem o sonho de ter Cuca.

Acredito nesta fonte, que jamais me falhou. Apenas lembro, no entanto, que o próprio Abel Braga já tinha insinuado que estaria próxima a sua contratação pelo Inter- o que a direção colorada não confirma estar tão certa assim-como também no Palmeiras ainda está Gilson Kleina, que por bom tempo foi auxiliar do próprio Abelão. Dizem que são muito amigos.

Assim, por cautela, recomenda-se paciência antes de cravar. Fica, assim, Abel Braga só como o preferido, caso Kleina saia mesmo.  Braga, 61 anos, de longa carreira e muitos títulos, foi campeão da Libertadores e do mundo pelo Inter de Porto Alegre e campeão brasileiro pelo Fluminense em 2012.

Ah, antes que me esqueça, ele disse que Luís Felipe não ficará mesmo no Palmeiras. E que o seu destino será o Benfica.

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COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Grandes paulistas tomam rasteira

Os representantes de Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos saíram contrariados do sorteio que definiu os grupos do Paulistão de 2014. Não pelos adversários que terão de enfrentar na primeira fase, mas pela derrota que sofreram nos bastidores, minutos antes do evento.

É que o presidente da FPF, Marco Polo Del Nero, colocou em votação o critério a ser usado em caso de empate nas fases decisivas do torneio. Os grandes se apressaram em exigir que valesse a melhor campanha ao longo do Paulistão. O Mogi Mirim também apoiou a ideia.

Mas houve controvérsia e Marco Polo achou melhor promover uma votação. Todos os outros 15 integrantes do campeonato, incluindo a Portuguesa, optaram pelas penalidades. Assim, caso exista empate no tempo normal pelas quartas de final, semifinal e final, haverá pênaltis.

“É uma grande injustiça, já que uma equipe com desempenho muito melhor em 15 jogos pode ser eliminada por causa de uma má atuação em 90 minutos”, reclamou o vice-presidente corintiano Elie Werdo.

• Reajustado

A FPF aumentou em 20% a cota paga aos times que participarão no Paulistão em 2014. Assim, Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos passam a receber R$ 12 milhões, cada, enquanto os demais ficam com R$ 2,5 milhões.

• Como?

Apresentadora da FPF, Carolina Galan chamou o Verdão de Associação Esportiva Palmeiras durante o sorteio dos grupos do Paulistão.

• Rindo à toa

O palmeirense Paulo Nobre mostrou excelente trânsito com o presidente da CBF, José Maria Marin. Eles se sentaram lado a lado enquanto as chaves do Paulistão eram definidas e deram várias risadas.

• Porco neles

O presidente do Verdão chamou a atenção pela gravata azul que usava. Ela estava cheia de pequenos porquinhos amarelos. “Essa é importada da Alemanha”, revela.

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COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO

Por Eduardo Ohata

• Borracha

Uma determinação no Palmeiras brecou o desenvolvimento de ações de marketing para festejar a saída do time da Série B. Por isso não foram confeccionadas camisetas comemorativas à conquista como acontecera com outras equipes.

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COLUNA DE PRIMA ❘ LANCE!

Por Marcelo Damato

• Fã-clube do Kleina

Conselheiros de diversos grupos do Palmeiras dizem que farão pressão para Gilson Kleina ficar no Palmeiras em 2014. Dentre eles, está a maioria do COF. Além de exaltar o trabalho do treinador, lembram que ele se enquadra na política de austeridade pedida pelo órgão.

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LANCENET → Palmeiras lança camisa pelos seus 99 anos
 
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BAND ESPORTE → FPF comete erro de português e gafe com Palmeiras em sorteio
 
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FOLHA ONLINE → Indefinição sobre futuro de Kleina emperra renovações no Palmeiras
 
LANCENET → Palmeiras já pensa em como manter Alan Kardec e traça estratégia
 
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20 respostas em “Verdão na Mídia 31-10-2013: Após ‘muita porrada’, Brunoro festeja grupo montado com venda de Barcos ❘ Globo Esporte Com”

O que mais me irritou é ler novamente a palavra VITRINE… Quero o Brunoro FORA em 2014, com o salário gasto com esse “Profissional” servirá para trazer jogador.

Essa de ler novamente a palavra VITRINE é de doer… Quando vejo essa cara de paspalho do Brunoro é de irritar qualquer Palmeirense. FORA Brunóquio!!!

Alguém cala a boca desse cínico Brunóquio, por favor!! Até quando ele vai tentar convencer alguém de que a negociata com o parça Luxa foi boa pro Palmeiras? Nem a velhinha de Taubaté cai nessa. Mentiroso contumaz, tá beirando a psicopatia.

O Palmeiras pagou 6,5 mi pelo Barcos, numa das poucas, senão única bola dentro que a última diretoria deu. O Brunoro, contratado a peso de ouro, deu o cara para o Grêmio, que pagou 1,5 mi à LDU e 4 mi ao Palmeiras, emprestando alguns refugos para a série B.
Tirando Vilson, que pode ser um bom banco e Leandro, que nos últimos jogos voltou a ser o Leandro do Grêmio, onde era 3o. reserva, e também eria um bom banco no Palmeiras, o resto é o resto do resto do Grêmio que, graças a Deus, irão voltar.
Aí eu te pergunto: O CEO recebe 200 mil/mês para fazer isso ????
Como disse um amigo num comentário acima: Numa empresa ou clube sério, ele seria demitido por justa causa.

Eu lembro do trabalho que esse sujeito teve pra fugir dos questionamentos e de dar explicações relativas à transferência, e agora ressuscita o assunto todo de graça. Já que não vai aparecer com a verdade mesmo, melhor ficar quieto.

Vou te falar para quem foi um bom negócio: para a LDU, que finalmente recebeu sua grana. Para o Palmeiras foi rui, para o Grêmio foi ruim e para o jogador foi ruim. O Barcos, daqui a 1 ano estará jogando em times tipo Vitória da Bahia ou Atlético-PR.

Leio outros palmeirenses aqui chamando o diretor executivo de Brunóquio e nunca fui nessa até hoje. Brunoquiao cara de pau e nao sou viuva do Barcos. Levou rasteira do Gremio num negocio mal ajambrado (mais um) em que vieram 2 refugos, uma promessa e um zagueiro razoavel que quase foi embora no meio do ano num outro negócio mal ajambrado (mais um). Marcelo Oliveira e Charles foram trocados pelo Luan (apesar de criticado por parte da torcida, tem mercado – eu acho bom jogador) e nao tem nada a ver com a negociacao do Barcos como ele afirma. Da mesma forma Ananias veio em troca do Souza (mais um negócio mal feito – os jogadores do Palmeiras com valor de mercado tem contratos curtos e os que ninguém quer sao eternos como Wendel, M. Araujo, Weldinho, F. Menezes). Outro negócio mal conduzido: Luis Felipe (aqui o jogador e seu empresário tbém agiram de má fé ante a incompetencia do Palmeiras – ou Portumeiras conforme nossos rivais?). Isso sem falar no imbróglio com a WTORRE, nos empréstimos de Patrik Vieira , Luis Gustavo e do Denone. O Palmeiras além do fogo amigo está inovando agora (ou melhor há muito tempo) com o prejuizo amigo.

O time/elenco atual tem de se reforcar muito para o ano que vem, se quiser ganhar alguma coisa . Entre 7 e oito jogadores acima da média sao necessários. Minhas sugestoes: Dória ou Manoel Atletico-Pr), Douglas Santos (lat. esq. ex-Nautico), Sandro (volante ex- Inter na Inglaterra), Diego (ex-Santos) ou Giuliano; Valter (gordinho bom de bola do Goiais, que o Felipao quis trazer do Porto) e Vargas ou Taison e um lateral direito.
Cacamba para Wendel, Andre Luis, M. Araujo, Felipe Menezes, Ananias, Charles, Juninho e Fernandinho.

Disse tudo Rafael Sanches, é isso mesmo. Agora o Brunoro vem querer se vangloriar em cima de uma cagada. Quase todas as negociações foram mal feitas, Fora os jogadores da base que foram emprestados e corremos o risco de querem nem voltar mais como foi com o Souza. O Patrik Vieira é bem melhor que Roni e Felipe Menezes, e se somar o salario destes dois é bem maior que a do Patrik. O João Denone é melhor que o Charles, e o Luis Gustavo melhor que o André Luiz e Marcos Vinicios.

Concordo com tudo Rafael, principalmente sobre o empréstimo do Patrick Vieira (que por incrível que pareça, considero a a pior caga$# da diretoria) Ele joga mais que Ronny, Serginho, Felipe Menezes, Ananias e Cia ilimitada e está pegando experiência(???) e sendo valorizado(????) no futebol japonês da segunda divisão! Uma pena fazer isso com a carreira do garoto…

Quem assume a besteira que fizeram no caso do Luis Felipe? O Brunoro? não importa se o jogador é bom ou ruim, o Palmeiras saiu perdendo.

O caso Barcos foi furado, não tem essa não. Hoje o Barcos ta no Gremio e se sair pra outro lugar o Gremio recebe muita grana. No Palmeiras não temos ninguém, pois os 4 não são do Palmeiras. o Léo Gago e o Rondineli não são jogadores para o Palmeiras e nem para a serie A. O Vilson talvez fique se acertar salarios, e o Leandro continua como emprestado, se renovar o ano que vem vai de graça. Foi um otimo negocio para o Gremio e só. O Brunoro não em nada que justificar a besteira que fez.

Não, não acredite em tudo que voce le, não ia perder nada, isso foi dito pelo Brunoro para disfarçar a cagada que fez. Se ele fizesse isso em qualquer empresa privada séria, era justa causa.

erro de redação contratual para uma gestão que tem como principal propósito a profissionalização dos arcaicos setores amadores…
puta que me pariu…

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