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Verdão na Mídia 03-11-2013: ‘Não é demérito nenhum ganhar este título’, diz Gilson Kleina ❘ Estadão Online

NOTICIÁRIO ❘ ESTADÃO ONLINE

• ‘Não é demérito nenhum ganhar este título’, diz Gilson Kleina

Apesar do discurso cauteloso, Gilson Kleina não esconde que seu objetivo é assegurar o título da Série B do Campeonato Brasileiro já na próxima rodada, contra o Joinville. Para tanto, o Palmeiras precisa vencer a equipe catarinense no sábado e torcer por uma derrota da Chapecoense, na terça-feira.

“Temos de trabalhar pela vitória, esta será a nossa missão. Se tivermos a condição da vitória e o tropeço da Chapecoense, podemos conquistar o título. Lutaremos pela vitória, o importante é fazermos o nosso papel”, afirmou o treinador, que admite ansiedade pelo troféu.

Para Kleina, o título será a coroação de todo o trabalho realizado durante o ano e deve ser encarado com todo o respeito.

“Todo trabalho que você consegue consolidar, você é merecedor de poder concretizar todo o esforço que teve. Não é demérito nenhum ganhar este título. De repente, não é um título significante para a história do Palmeiras, mas é um campeonato que não podíamos falhar, e não estamos falhando. Trabalharemos muito nesta semana. Na reta final, todas as equipes correm pelos seus objetivos”, declarou.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Sem saber se fica, Kleina reitera compromisso: ‘Profissionalismo’

Garantido na elite do futebol brasileiro em 2014 e muito perto do título da Série B, o Palmeiras mantém a cautela para anunciar pontos importantes de seu futuro. A principal dúvida continua: o técnico Gilson Kleina ainda não sabe se fica ou sai na próxima temporada. Após o empate por 1 a 1 com o Paraná, sábado, os dirigentes alviverdes não falaram sobre o assunto.

A “bomba”, mais uma vez, ficou com Kleina. A expectativa era de que o presidente Paulo Nobre o procurasse para conversar sobre a renovação até sexta-feira passada. Sem ter sido chamado para uma reunião, o técnico continua trabalhando com futuro indefinido.

– Estamos com o foco no jogo, a logística da diretoria é diferente da nossa. Já disse que qualquer decisão será acatada com o maior respeito. Meu compromisso é manter esse nível de profissionalismo e atuação da equipe – afirmou Gilson Kleina.

O planejamento para a próxima temporada está sendo feito sem o técnico, já que a chegada e saída de jogadores independe do nome escolhido para a função. Em entrevista coletiva na sexta, ele chegou a dizer que aceitaria treinar uma equipe mediana.

Nos bastidores, Kleina divide opiniões de conselheiros e diretores. Há quem defenda a permanência dele pelo trabalho na Série B e também citando a economia financeira. Outros, porém, preferem um comandante renomado à frente do time no ano do centenário. Vanderlei Luxemburgo, do Fluminense, que já teve seu nome especulado, agora é descartado.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Kleina escancara incômodo com perguntas sobre 2014: ‘Cansei de falar’

Gilson Kleina não suporta mais os questionamentos sobre a possibilidade de ele não permanecer no Palmeiras em 2014, ano do centenário do clube. Sem posicionamento da diretoria a respeito do planejamento para a próxima temporada, o treinador revelou insatisfação com as perguntas.

– Estamos com o foco no jogo, estamos ali com a diretoria antes ou depois do jogo, mas vamos comemorar o fim de semana, entramos na casa dos 70 pontos em um jogo difícil. Estou cansado de falar também, qualquer decisão vamos acatar com o maior respeito. Importante é manter o profissionalismo – declarou depois do empate em 1 a 1 com o Paraná, neste sábado, em Curitiba (PR).

O resultado deixou o Verdão com a chance de ser campeão da Série B já na próxima rodada, com quatro jornadas de antecedência. Líder isolado e com o acesso já garantido, o Alviverde precisa vencer o Joinville no Pacaembu, sábado, e torcer por uma derrota da Chapecoense para o América-RN, em Chapecó (SC), na terça.

Pela proximidade da taça, Kleina diz que não conversou com o elenco sobre a indefinição do seu futuro. Tudo para não deixar que assuntos extracampo interfiram no rendimento do time.

– Aqui somos todos profissionais, temos que terminar o ano da melhor maneira possível. Temos que ter a certeza de fazer o melhor com um dos maiores clubes do mundo.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Palmeiras pode conquistar título da Série B na próxima rodada

O Palmeiras pode ser campeão da Série B do Campeonato Brasileiro já na próxima rodada. Para que isso aconteça, porém, será necessária uma pequena combinação de resultados. O time alviverde precisa que a Chapecoense perca do América-RN na próxima terça feira, e então vencer o Joinville, no Pacaembu, no próximo sábado.

Caso isso aconteça, o time comandado por Gilson Kleina já pode comemorar como campeão. Ficarão faltando apenas quatro rodadas para o término da competição, com 12 pontos em disputa.

Se a rodada for favorável, será justamente essa a diferença que o Palmeiras terá aberto para o vice-líder. Mesmo se empatarem no número de pontos (caso o Palmeiras perca todas as outras e a Chapecoense vença), no entanto, o time da capital paulista vence nos critérios de desempate.

Atualmente, o Palmeiras tem 70 pontos, enquanto a Chapecoense estacionou nos 61. O treinador Gilson Kleina quer que a equipe entre em campo pensando em vencer mais um jogo e não em outro resultado.

“Nós temos que trabalhar pela vitória. Essa é nossa missão, voltar a ser forte e a vencer. Se tivermos a condição da vitória e o tropeço da Chapecoense, podemos conquistar o título. Lutaremos pela vitória, o importante é fazermos o nosso papel”, declarou.

Para o comandante alviverde, inclusive, a torcida deve ver o título como uma conquista e não como uma obrigação.

“Todo trabalho que você consegue consolidar, você é merecedor de poder concretizar todo o esforço que teve. Não é demérito nenhum ganhar este título. De repente, não é um título significante para a história do Palmeiras, mas é um campeonato que não podíamos falhar, e não estamos falhando. Trabalharemos muito nesta semana. Na reta final, todas as equipes correm pelos seus objetivos”, analisou.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Kardec e Eguren perdem possível jogo do título; Luis Felipe preocupa

Duas semanas depois de confirmar o acesso no empate sem gols com o São Caetano, o Palmeiras pode faturar o bicampeonato da Série B no próximo sábado diante do Joinville. E para a partida no Pacaembu, às 16h20 (de Brasília), o técnico Gilson Kleina precisará encontrar substitutos para Sebastián Eguren e Alan Kardec.

A dupla recebeu o terceiro cartão amarelo no empate em 1 a 1 com o Paraná Clube no último sábado e ficará de fora da possível festa do título. Para erguer a taça com quatro rodadas de antecedência, o Verdão precisa torcer por uma derrota da Chapecoense para o América-RN na terça-feira e derrotar o JEC no final de semana.

Curiosamente, Kleina a suspensão de Eguren passou despercebida por Kleina. Ao final da partida contra os paranistas, o comandante palmeirense foi questionado sobre a atuação do uruguaio, fez elogios e prometeu dar a tão esperada sequência de jogos. Logo confirmou a escalação do uruguaio, o técnico foi avisado pela imprensa do terceiro cartão amarelo e encarou com bom humor.

“Ele segue na equipe. É, só precisava saber se ele não tomou o terceiro amarelo (risos). Conversei com ele e prometi um momento. Ele vai ter sequência. Tenho que ter coerência. Não é porque ele não jogava que eu não dava atenção, mas a equipe vinha ganhando. Mexi pouco no time para facilitar para ele e torço para que renda muito e seja muito feliz no Palmeiras”, exaltou.

Eguren também não escondeu a felicidade com a chance de atuar como titular durante os 90 minutos: “Foi um momento legal, mas eu sempre penso na equipe. O mais importante para mim é o time, que lutou em um campo complicado. O adversário era complicado também. Estamos na reta final para conquistar o titulo”.

A lista de desfalques ainda pode aumentar para a decisão. O lateral direito Luis Felipe, que chegou a ter a escalação colocada em xeque devido à indefinição sobre a renovação de contrato, sentiu lesão no segundo tempo contra os paranistas e precisou ser substituído. O garoto pode se juntar ao zagueiro Vilson, ao volante Charles e ao meia Mendieta no departamento médico.

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NOTICIÁRIO ❘ JP ONLINE

• Valdívia some em seu 200º jogo, e Palmeiras arranca empate diante do Paraná

Um jogo que tinha tudo para ser “festivo” acabou servindo como sinal de alerta para o time do Palmeiras. Uma semana após garantir o acesso matemático à elite do futebol nacional, o Verdão acabou arrancando um empate por 1 a 1 nos minutos finais diante do Paraná, em Curitiba, pela 33ª rodada da Série B. A partida que também marcou a 200ª partida de Valdívia com a camisa palestrina teve um verdadeiro apagão por parte do meia, que simplesmente sumiu ao longo de praticamento todos os 90 minutos.

Com o empate, o Palmeiras segue tranquilo na liderança da competição. Acumulando 70 pontos, os paulistas se encontram a nove de distância da segunda colocada Chapecoense. O Paraná, por outro lado, se complica na busca por uma vaga na Série A do ano que vem. Com 51 pontos, o Tricolor fica a dois de distância do G4, caindo para a sétima posição na tabela de classificação.

Ambas as equipes voltam a campo apenas no próximo final de semana, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. O Paraná viaja para Minas Gerais, onde enfrenta o Boa Esporte, sexta-feira (08), às 21h50. O Palmeiras volta para casa, onde tem confronto marcado diante do Joinville, sábado (09), às 16h20, no estádio do Pacaembu.
O jogo

O duelo entre paranaenses e paulistas, disputado na Vila Capanema, em Curitiba, foi marcado por leve superioridade dos donos da casa. Sem se intimidar diante do único time com acesso já garantido à Série A, o Paraná pressionou, desde o início do jogo, a saída de bola palmeirense. As chances de gol, contudo, não apareciam.

Depois de muitos chutes de longe e chuveirinhos mal efetuados, a primeira grande finalização do jogo só foi vista aos 35 minutos. E, para surpresa geral, foi do Palmeiras. Em ótimo contra-ataque, Wesley foi acionado por Alan Kardec e acabou saindo na cara do goleiro Luis Carlos. Atenta, a zaga tricolor até conseguiu fazer o desarme. A sobra, no entanto, ficou com Leandro. Sem titubear, o camisa 38 enfiou um canudo da entrada da área, mandando a bola caprichosamente na trave direita do arqueiro paranaense.

Assustado com a boa chegada dos visitantes, o Paraná também tratou de criar suas chances de gol. Kayke e Edson Britto, ambos de fora da área, obrigaram Prass a fazer duas grandes defesas. Lúcio Flávio, na armação, e Roniery, na velocidade, também foram responsáveis por perturbar o sistema defensivo de Gilson Kleina.

Na segunda etapa, pouco mudou. Em determinados momentos, o Palmeiras até conseguiu ser superior, mas quem mandou no ritmo da partida foi mesmo o time local. As grandes chances de gol, porém, seguiram escassas.

Assim como na etapa inicial, quem acabou surpreendendo e tendo a primeira boa oportunidade. Enfim aparecendo no jogo, Valdívia acertou belo passe de letra para Ananias. O atacante bateu cruzado e Luis Carlos fez grande defesa. Na sequência, Leandro ficou com a sobra, limpou a marcação e, da entrada da área, bateu para o gol. Mais uma vez, brilhou a estrela do goleiro paranaense.

Mas quem abriu o placar foi mesmo o time mandante. Aos 38 minutos, Edson Sitta recebeu bola na entrada da área e arriscou a bomba. A bola explodiu no travessão de Prass e acabou pingando dentro do gol palmeirense. Quem disse que precisa balançar as redes? Gol do Paraná!

Mas a alegria dos tricolores durou pouco. Aos 43, Leandro recebeu passe precioso em profundidade, deixou a zaga adversária para trás e saiu na cara de Luis Carlos. O camisa 38 apenas esperou a saída do goleiro para mandar no fundo do gol e sacramentar o placar de 1 a 1 na Vila Capanema.

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BLOG PITACOS DO PALESTRA ❘ LANCENET

• Muita preguiça no primeiro jogo após o acesso

Por Thiago Ferri

Em seu primeiro jogo após garantir o acesso à Série A, o Palmeiras teve uma atuação muito abaixo daquilo que fez o time chegar à liderança da competição. Contra o Paraná, que ainda sonha com o acesso, o Verdão pouco fez de útil no criticado gramado do Durival Britto.

No esquema com três volantes, o time dependeria de Valdivia, que mal apareceu na partida. Wesley tornou-se o principal elo entre o meio de campo e o ataque. O volante, apesar da velocidade e a busca pelo jogo, não conseguiu assumir o papel que deveria ser do chileno.

Em relação ao time que subiu, sábado passado, contra o São Caetano, Kleina escalou três novidades: Eguren, Marcelo Oliveira e o atacante Leandro. E o uruguaio fez uma de suas melhores atuações desde que chegou. O camisa 5 foi bem especialmente nas jogadas pelo alto. Na saída de bola, porém, ele não mostrou grande qualidade.

Marcelo Oliveira, improvisado na lateral esquerda, foi mal na marcação e no apoio, sendo um dos que mais cometeu faltas pelo time – quatro. O atacante, por sua vez, realizava junto do Verdão uma partida apagada, até marcar seu gol no fim.

O fraco nível da Série B mais uma vez “ajudou”: embora o Paraná seja um postulante ao G4, o time não conseguiu aproveitar a apresentação ruim do Verdão, que jogou só os dez minutos finais. E ainda faltam cinco jogos na Série B…

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL

• Palmeiras, empate sem brilho. Mas o título está perto

Sim, tem a desculpa de que o campo estava ruim, coisa e tal. Ruim como outros tantos campos do Brasil. A verdade é que o futebol do Palmeiras não arrancou suspiros de sua torcida nesse empate com o Paraná (gols de Edson Sitta e Leandro), mas o resultado em relação à conquista do título da Série B não foi ruim: a vice- líder Chapecoense também empatou (diante do Guaratinguetá, 0 a 0) e o Palmeiras continua 9 pontos à frente, tendo cinco jogos 15 pontos) para disputar.

É muito difícil o Palmeiras perder a chance de ser campeão, título que alguns palmeirenses dizem nem fazer questão, embora se saiba que ninguém gosta de perder nem em campeonato de bolinha de gude. Logo, vencer é importante, sim.

Agora em relação ao futuro, na Série A, a preocupação persiste. Fica cada vez mais evidente a necessidade de bons reforços, pois os laterais não vem funcionando (Luís Felipe caiu muito de produção, enquanto Juninho nem mais é titular); Eguren ainda não mostrou ser o primeiro volante ideal, tendo lampejos de estilo brucutu; o ataque é inconstante- embora Leandro tenha aparecido bem- e pior quando Valdivia está apagado, como esteve diante do Paraná.

Resta saber se o Palmeiras terá recursos para contratar os reforços necessários- o presidente Paulo Nobre fala em conseguir parceiros para isso-, assim como espera acabar com o imbróglio entre clube e construtora na questão da Arena.

Enfim, todas essas questões e mais a indefinição sobre o técnico do ano do Centenário (Gilson Kleina fica ou sai?) dão um tom de suspense de Hitchcock ao futuro palestrino.

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COLUNA DO UGO GIORGETTI ❘ O ESTADO DE S.PAULO

• Novas caras

O presidente do Palmeiras está em todas. Vira e mexe, lá está ele respondendo perguntas. E em geral se sai muito bem. Não evita sequer as inevitáveis perguntas espinhosas da política do clube, notável por viver sempre sob céu ameaçador. Tem meu crédito. É de sua autoria, creio, a ideia excelente de contratar Brunoro para dirigir o futebol. Fizeram aparentemente um pacto. Enquanto o presidente aparece e recebe os primeiros embates, Brunoro quase não fala, fica á sombra, mas trabalhando bem. Conseguiram, os dois, formar um time. Um time começa quando não há problemas visíveis.

No Palmeiras parece reinar a paz. E não me parece a paz que precede as tempestades. Dá a impressão de verdadeira. Não há mais falatório, declarações espalhafatosas, vazamento de informações, etc. Até um problema que em outros tempos causaria falatório, o grotesco erro na elaboração do contrato de Luiz Felipe, foi relevado e ficou nas proporções que o caso tem.

O presidente do Palmeiras é bom de marketing. Pelo menos marketing pessoal. E parece utilizar dessa ferramenta para o bem do clube. Vamos ver como vai agir daqui para a frente. Por exemplo, no caso do técnico Gilson Kleina. Na minha opinião, de amador, o Palmeiras deve manter o técnico. Qual o motivo para demiti-lo? Se for questão de nome e reputação o Palmeiras os teve em profusão nos últimos tempos, e, aliás, pagou muita multa para eles. Se for por competência o que dizer dos demitidos por quase todos os clubes da primeira divisão do brasileiro? Só o São Paulo demitiu vários.

O fato é que não há grandes jogadores, muito menos técnicos disponíveis por aí. Se houvesse grandes treinadores certamente estariam já na Europa. E nenhum deles ficou por lá. Ao contrário, voltaram rapidinho. Kleina é tímido, calado e não faz pose. Não reclama dos juízes nem responsabiliza outros por eventuais derrotas. Não é malandro, em suma. Não grita com os jogadores, não faz cenas para a torcida. Tudo isso são qualidades e não defeitos.

Num time com Valdívia, Wesley, Henrique, Leandro, etc, não é fácil manter a paz e o comando. E sente-se que o time tem comando. É um feito, sem dúvida. Deu, mal ou bem, um padrão para esse o time. Não creio que estivesse ele na série A estaria em pior posição do que o Santos ou o Corinthians. Portanto, a meu ver, o que é mais sensato seria mantê-lo. E rezar. Porque sempre há o imponderável, o inesperado e o surpreendente.

Kleina merece uma chance. Fez por merecer. Espero que o marketing, que parece agora tão ativo com a nova presidência também aproveite as oportunidades. Sem precipitações, como ocorreu faz uma semana. A ideia era boa. A festa preparada no Pacaembu era de encher os olhos. Camisa evocando a grande fase quando até a seleção o clube representou. Os antigos craques em campo, inclusive três dos que estiveram na memorável tarde do Mineirão. Valdyr de Moraes, Ademir da Guia e Dudu. E mais outros: Leivinha, Cesar, Edmundo e Evair entre eles. Estádio lotado e eufórico. Tudo certo. Menos a data. A data para a festa era completamente inconveniente. O Palmeiras não ia para uma festa, mas para um jogo que poderia significar sua volta ou não. Mas resolveram fazer a festa e ninguém avisou o São Caetano que deveria ser mero figurante e apenas bater palmas. Deu no que deu. Empate suado, quase derrota, evitada pelo bom goleiro Fernando Prass.

Claramente mexeu-se com os brios do São Caetano, treinado pelo Pintado que, quando jogador, não fazia festa para ninguém. O marketing fez tudo certo, menos a escolha da data. A festa poderia acontecer ontem, contra o Paraná, quando o time jogou com sua volta à Séria A já concretizada. Teriam sido poupadas pelo menos algumas vaias.

Marketing é bom, contanto que aplicado por gente que tenha vivência e informação do futebol. De alguém, por exemplo, para quem Maracanazo seja uma palavra conhecida.

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COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Federação de Atletas processa os grandes

Desconhecida do torcedor comum, a FAAP (Federação das Associações de Atletas Profissionais) acabou se tornando uma grande pedra no sapato de São Paulo, Palmeiras, Corinthians, Santos e Portuguesa.

A entidade, criada para dar assistência aos jogadores, está processando os grandes paulistas sob a alegação de que não recebeu cifras milionárias a que teria direito nos últimos anos. 

“A FAAP tem direito a 0,8% do valor de qualquer transferência de um atleta para o exterior, mas os clubes não têm recolhido”, reclama Piazza, volante da seleção tricampeã mundial, em 1970, e presidente da Federação de Atletas.

A ação contra o Peixe cobra pouco mais de R$ 4,7 milhões e se refere às vendas de Neymar, Felipe Anderson e Rafael. Já o Tricolor, de acordo com a FAAP, deve R$ 3,5 milhões, entre outras coisas, pelas vendas de Lucas e Oscar. A dívida corintiana é de R$ 1,6 milhão e a do Verdão, de R$ 2,4 milhões. A da Lusa é de R$ 167 mil. Os clubes alegam que a cobrança é inconstitucional desde o último decreto da Lei Pelé.

• No mercado

O Palmeiras procura um clube para Deola, que está emprestado ao Vitória até dezembro. O goleiro, encostado no time baiano, já foi avisado de que não está nos planos para 2014. Seu contrato só acaba em dezembro de 2015.

• De saída

O goleiro Bruno também não deve ficar no Palestra Itália para o centenário. O vínculo com o reserva de Prass termina em dezembro e ninguém da diretoria o procurou até agora.

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8 respostas em “Verdão na Mídia 03-11-2013: ‘Não é demérito nenhum ganhar este título’, diz Gilson Kleina ❘ Estadão Online”

Título da Série B não passa de mera obrigação, sim, ainda mais quando se compara o nível dos demais times – ou alguém ainda especula que o Palmeiras poderia perder esse título para um Chapecoense ou Avaí da vida?. Assim, respeitando quem pensa diferente, comemorar esse título é passar recibo de mediocridade, coisa que não combina em nada com o Palmeiras.

É melhor ser campeao do que vice na série B ou em qualquer outro campeonato. O demérito nao é o titulo, é o estar nessa divisao. O Palmeiras tem que disputar campeonatos para ganha-los. Que reforcem o time para ganharmos a série A no ano que vem.

PS: O Luis Gustavo tem atuado como zagueiro e é titular do Vitoria, uma das melhores equipes do segundo turno do brasileirao. Mais um da base rifado e essa é a principal critica que faco ao Kleina e comissao tecnica: a série B era o campeonato para aproveitar e testar os garotos. Tristemente ficamos com Felipe Menezes, Rondineli, Ananias, Charles, Fernandinho e André Luis, completamente desnecessários para o retorno a serie A.

O título que está´muito próximo deve ser comemorado sim, pela equipe e comissão técnica. Apesar de ser de 2a. divisão, toda competição q o Palmeiras dispute, tem q entrar para ser campeão. Para o torcedor, cada um comemora de um jeito. O q não dá pra aceitar é cara deteriorar o trabalho profissional q está sendo feito, é torcer contra o Palmeiras.

A postura do Paulo Nobre nas entrevistas nem sempre ajuda. Como o Palmeiras terá um grande patrocínio se repetidamente ele diz que o time não tem dinheiro, não vai fazer loucuras, que tudo estava errado, nada está definido para o próximo ano, etc…
CHEGA DE BLÁ, BLÁ, BLÁ…..QUERO TÉCNICO E JOGADORES QUE ME TRAGAM ALEGRIA, QUERO VOLTAR A SER CAMPEÃO!!!!

Ganhar o título da série B é obrigação. Não precisamos e não devemos comemorar.
Mas qualquer competição que o Palmeiras participa é para ganhar título. Então pessoal, vamos lá.

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