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Verdão na Mídia 06-11-2013: Palmeiras indica advogado para mediação com WTorre por Arena ❘ Globo Esporte Com

NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Palmeiras indica advogado para mediação com WTorre por Arena

Por Marcelo Hazan

O Palmeiras indicou o advogado Kazuo Watanabe como seu mediador para resolver o impasse com a WTorre pela nova arena do clube, o Allianz Parque. A escolha foi definida na semana passada, depois de o clube ser comunicado da decisão da empresa de acionar a mediação, recurso previsto na escritura do estádio para resolver impasses. Watanabe é professor-doutor da Universidade de São Paulo (USP), além de desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

Agora, os mediadores apontados por Palmeiras e WTorre indicarão o terceiro responsável pela questão. De acordo com a escritura de parceria pelo estádio, após essa escolha, o trio terá de apresentar uma solução para o impasse no prazo de 15 dias. A principal discordância entre as partes é pela divisão do número de assentos da Arena, e essa é a última tentativa de acordo amigável, ou seja, sem litígio.

Se as divergências não forem resolvidas na mediação, o passo seguinte é a resolução definitiva e irrevogável na Câmara da Fundação Getúlio Vargas (FGV) de Conciliação e Arbitragem, indicada na escritura para solucionar casos como esse, o que poderá atrasar a obra entre seis meses e um ano. A ideia original do clube e da construtora era que o estádio fosse inaugurado antes da Copa do Mundo de 2014.

Enquanto a WTorre diz ter a prerrogativa de comercializar todas as cadeiras da Arena, o Verdão entende que a empresa só tem direito a 10 mil assentos e se julga dono do restante. Foram investidos R$ 630 milhões no estádio e a parceria tem duração prevista de 30 anos.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Palmeiras escolhe mediador e vai cobrar WTorre por atraso na obra

Por Felipe Lucena

A mediação do impasse entre Palmeiras e WTorre, cujo principal ponto é a divisão de cadeiras do Allianz Parque, está perto de ser iniciada. As partes já indicaram seus mediadores, que deverão eleger um terceiro nos próximos dias. O trio vai analisar o contrato e propor uma solução. Se ambos concordarem, assinarão um documento encerrando o entrave. Senão, vão para a arbitragem.

O mediador indicado pelo Palmeiras é Kazuo Watanabe, professor doutor da Universidade de São Paulo e especialista em mediação. A construtora indicou Braz Martins Neto, também advogado, que defendeu os interesses da família de Marcos Matsunaga após o assassinato do então diretor da Yoki. A escritura diz que a conclusão sai em até 15 dias após a definição do terceiro nome, mas pode demorar mais.

Há uma dúvida na interpretação do contrato assinado em 2008. A construtora julga ter o direito de comercializar todas as 43.700 cadeiras do estádio, enquanto o Verdão diz que são apenas 10 mil. Esta disputa não interfere na renda dos jogos, que ficará 100% com o clube: quem comprar uma cadeira poderá ir a todos as partidas, mas precisará pagar ingresso.

O Palmeiras também fará reivindicações, uma delas referente ao acabamento dos prédios administrativos, entregues ano passado. Outra, que pode resultar em uma milionária multa à construtora, aponta para o descumprimento do cronograma, que indicava a finalização das obras em abril de 2013. A indenização que o clube pode pedir inclui o valor gasto com aluguel em outros estádios e a projeção de lucros caso o estádio já estivesse aberto.

Mais de 70% das obras já foram concluídos e a última previsão oficial apontava para a inauguração em maio. Walter Torre, dono da construtora, disse ao L!Net que iria reduzir o ritmo da reforma. O clube, no entanto, se apega aos shows da banda britânica One Direction, marcados justamente para maio, e acredita que não haverá mais atrasos. Se os espetáculos forem cancelados, a AEG, empresa responsável por organizá-los, deverá pagar uma multa, que pode ser repassada para a WTorre. O clube teria um valor a receber.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Campeão e vilão, Bruno se declara ao Palmeiras e quer renovar contrato

Por Caio Carrieri

Herói e vilão. Jogador e torcedor. Homem e pré-adolescente. Bruno viveu de tudo desde 1997 no Palmeiras, aonde chegou ainda menino (13 anos), formou-se como profissional e também delineou seu perfil pessoal. Essa intensa trajetória, no entanto, pode acabar em menos de dois meses, embora o goleiro confie que permanecerá representando o clube em 2014.

O camisa 1 figura na lista de 13 jogadores do atual elenco cujos contratos se encerram em dezembro. Sempre exaltado internamente pela postura exemplar no dia a dia, Bruno lembra a dificuldade financeira que o clube atravessa e avalia como justa a valorização pedida à diretoria para permanecer.

– Ninguém conhece o Palmeiras como eu. Todo tipo de situação eu já passei aqui dentro. Acho que posso ser muito importante para o Palmeiras. Sei do meu lugar, sei das minhas condições. Vou ser e sou muito importante para o clube. Tenho condições de ficar e tenho certeza que vai dar tudo certo. É o meu desejo, eu amo esse clube e quero ficar aqui – declarou, ao LANCE!Net.

O arqueiro diz que pede apenas a compensação de um valor que já estava previsto no acordo vigente em caso de ele atingir um número mínimo de jogos por temporada, mas que não foi reajustado nos últimos anos em que teve chances.

– Não pedi nada de mais, mesmo porque eu sei o que acontece com o clube. Sou da casa, tenho 17 anos de clube. Não pedi nada de mais. Pedi o que eu acho justo e mereço – declarou o jogador de 29 anos, que não tem empresário e conta com o auxílio do pai em negociações.

Criticado por torcedores pela falha na derrota por 2 a 1 para o Tijuana (MEX), no Pacaembu, onde o Palmeiras foi eliminado das oitavas de final da Copa Libertadores, Bruno reconhece o erro, mas usa seu histórico no Verdão para se defender e o avalia como positivo. O título da Copa do Brasil de 2012 e o prêmio de melhor goleiro da competição são as maiores glórias da carreira. Caso não realize o desejo de seguir no Palestra Itália em 2014, Bruno se imagina em ação na Europa.

– Se eu pudesse escolher um país para jogar, queria muito jogar na Inglaterra. Sei falar inglês e isso poderia facilitar, além do passaporte italiano. Tenho vontade de jogar na Europa até para viver outras culturas. É uma situação que acho que todo jogador deveria passar.

Confira um bate-bola com Bruno:

LANCE!Net: Como está a negociação?

Bruno: Eu fui procurado bem no começo do ano, mesmo antes de eu jogar. Eles fizeram uma proposta para mim, eu fiz a minha contraproposta. Eles pediram para esperar, para ver como as coisas iriam acontecer. Por enquanto está nisso, eles não deram nenhuma resposta da minha contraproposta.

Qual vai ser o tamanho de frustração, se não ficar no centenário?

Frustração vai ser de abandonar um clube no qual eu fui criado, que eu tenho uma identificação muito grande. De se encerrar esse ciclo. Não pelo centenário. Acho que o futebol é muito dinâmico. Hoje estou aqui e amanhã posso estar do outro lado do mundo.

Qual o balanço que você faz do seu histórico no clube?

Acho que foi muito positivo. Eu tive um erro, que foi esse ano. É uma falha, todo mundo comete. Acontece. Ninguém queria que acontecesse, ainda mais nas oitavas da Libertadores, mas no jogo de ida foi 0 a 0 e eu fiz uma excelente partida. Um jogo antes, nas quartas de final, contra o Santos, foi um dos melhores jogos pelo Palmeiras. Nós conseguimos empatar 1 a 1, mas infelizmente perdemos. Fiz alguns dos meus melhores jogos pelo Palmeiras nesse ano, mesmo depois da eliminação na Libertadores. Fiz um Campeonato Brasileiro muito bom no ano passado, infelizmente fomos rebaixados.

Antes mesmo de você estrear, Marcos dizia que você era melhor do que ele e do que o Cavalieri. Esse rótulo pesou muito para você?

Ouvir isso do Marcos é sacanagem, né? Fantástico. Não vejo como uma responsabilidade a mais, porque ela já existe e é muito grande ao jogar pelo Palmeiras. É muito difícil. Só quem joga aqui dentro sabe o que a gente passa.

Os atuais goleiros do Verdão

Fernando Prass

Chegou no começo do ano e passou grande segurança. Aos 35 anos, é titular absoluto e não jogou só quando se lesionou ou foi poupado. Tem contrato com o clube até dezembro de 2015.

Fábio

Terceiro goleiro do elenco, não jogou pelo profissional até agora e, aos 23 anos, tem contrato até agosto de 2017.

Raphael Alemão

Foi mal nos dois jogos que fez em 2012, e tornou-se a quarta opção no gol. Aos 25 anos, tem contrato até junho de 2017, e foi emprestado ao Marília para 2014.

Deola

Aos 30 anos, está emprestado ao Vitória desde 2012, quando perdeu espaço, mas volta ao Verdão no fim deste ano. Seu contrato é válido até o fim de 2015.

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NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

Leandro diz que já se assustou com torcida do Palmeiras e quer ficar para o centenário

Por Rafael Valente

Um dos protagonistas do Palmeiras na temporada, o atacante Leandro, 20, realizou um sonho de infância em 2013. Filho de pai palmeirense, ele pôde vestir a camisa alviverde na campanha que colocou o time de volta na primeira divisão do Brasileiro.

Em entrevista exclusiva à Folha, Leandro disse que não imaginava jogar pelo Palmeiras. Virou palmeirense por incentivo do pai Carlos, mas somente uma vez teve a oportunidade de acompanhar o time como torcedor no estádio.

“Desde que nasci sempre ganhei roupas do Palmeiras. A influência veio do meu pai, mas só tinha visto o time uma vez dentro do estádio. Foi contra o Brasiliense, em Brasília”, disse o jogador que nasceu no Distrito Federal e não recordou o ano e o resultado.

A possibilidade de jogar pelo Palmeiras surgiu de forma inesperada. Chegou ao clube paulista por empréstimo do Grêmio com outros três jogadores como parte da negociação pela compra do atacante Barcos pelo time gaúcho.

Com ídolos como Edmundo, Evair, Djalminha, Marcos e Valdivia, seu companheiro hoje no time, Leandro ficou assustado com a cobrança dos torcedores ao chegar ao clube em fevereiro, cerca de dois meses após a queda à segunda divisão.

“A torcida do Palmeiras é muito fanática, apaixonada pelo time e pelo clube, mas cria muito conflito com os jogadores. Aconteceram coisas chatas neste ano, mas não posso reclamar. Eles me receberam bem e sempre foram sensacionais comigo.”

Dos momentos chatos, como classificou o atacante, mais crítico foi quando um grupo supostamente ligado a Mancha Alviverde tentou agredir os jogadores no aeroporto de Buenos Aires após uma derrota para o Tigre na Libertadores.

Leandro não estava com o time nessa ocasião, mas ficou surpreso.

O começo também não foi tão simples. Sem ser tão conhecido teve de batalhar para ser titular em um time que contava com Caio, Kleber, Maikon Leite e Vinícius. Ganhou a vaga aos poucos. Hoje é titular e o artilheiro do time no ano, com 16 gols em 39 partidas. Na Série B, tem dez gols, atrás apenas de Alan Kardec, 24, com 13.

O ano, no entanto, não foi apenas de festejos. Leandro vivenciou algumas decepções.

Primeiro na eliminação para o Santos nas quartas de final do Paulista, em abril. Depois na queda para o Atlético-PR nas oitavas de final da Copa do Brasil, em agosto.

Ainda perdeu o momento de maior comemoração: contra o São Caetano, em 26 de outubro, no Pacaembu, jogo que marcou a conquista do acesso à Série A.

“Por tudo que fizemos no ano, ficar fora da partida mais importante me deixou chateado. Fiquei feliz pelo grupo. Estava no Pacaembu, fui ao vestiário antes e depois do jogo e parabenizei a todos”, disse Leandro.

O candidato a futuro ídolo da torcida também tem outras ambições. Quer construir uma história vitoriosa no clube. Para alcançar este objetivo, considera que o acesso à primeira divisão foi o primeiro passo. O seguinte é continuar no Palmeiras em 2014, ano que marcará o centésimo aniversário da agremiação.

“Quem não teria vontade de ficar no Palmeiras para o centenário? E o sonho de milhões. Acho que fiz um bom trabalho e estou no caminho certo”, disse Leandro, que ainda mira a concretização de mais dois objetivos para fechar a temporada bem.

“Nós queremos o título da Série B e estamos focados neste objetivo”, disse. “Depois, nas férias, vou pensar no meu casamento com minha noiva após dois anos juntos.”

DEFESA AO TÉCNICO

Leandro teve a experiência de ser treinado por Vanderlei Luxemburgo, um dos técnicos cotados para assumir o Palmeiras em 2014, quando estava no Grêmio.

Apesar de elogiar seu ex-comandante, defendeu a continuidade de Gilson Kleina no Palmeiras. O atual técnico alviverde tem contrato até o final de dezembro e negocia sua permanência com a diretoria.

“Luxemburgo é experiente, já ganhou vários títulos, passou pela seleção brasileira. O Kleina tem muito a aprender, mas o trabalho dele é sensacional. Os jogadores gostam. Não tem o que falar. Pelo que ele fez com nosso grupo, merece continuar.”

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

Sem ver vantagem no ódio a Márcio Araújo, Eguren promete “coração”

Por William Correia

Quando o Palmeiras acertou a contratação de Eguren, em julho, a maioria dos muitos críticos a Márcio Araújo na torcida do Palmeiras celebrou a chegada do volante como uma solução para o titular sair do time. A esperança ainda é vista nos comentários nas arquibancadas mesmo com o uruguaio na reserva durante o semestre, mas o estrangeiro se recusa a acreditar que a empatia ocorre só pelo desprezo a um colega.

“Sei que estão gostando de mim, mas não digo que é porque não querem outro jogador”, afirmou o camisa 5, que atuou ao lado de Márcio Araújo em sua última partida como titular, no sábado, e elogia o colega sempre que é questionado sobre a rejeição da torcida ao atleta do elenco com mais jogos pelo clube.

Na visão de Eguren, a torcida o aprova por seu estilo aguerrido. “Talvez seja pela minha forma de jogar. Como não tenho um grande talento, sempre jogo com o coração, deixo tudo em campo. Estão gostando disso e vou continuar assim. É a minha maneira de respeitar os meus companheiros.”

O reserva, porém, sempre adotou um discurso de foco no coletivo e, por isso, fez questão de não assumir sozinho todos os elogios que recebe. “Sinto muito o carinho da torcida, mas não é só para mim”, apontou, avaliando seu sucesso como consequência da campanha praticamente sem sustos na Série B do Brasileiro.

“Estamos fazendo o nosso melhor, jogando 100%, respeitando a camisa, a torcida e o adversário e conseguimos os nossos objetivos. Isso é sempre bom para a torcida e volta para nós. O carinho vem porque o time está fazendo tudo muito bem”, simplificou.

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL

• Imbróglios e ilusões

Recebo o telefonema de um importante conselheiro do Palmeiras que me disse o seguinte:

“Conseguimos a gravação em que o Davantel (pelo menos à época, diretor do grupo W Torre) explica a todos nós do Conselho como seria a Arena. E bate com que o Palmeiras está pleiteando, ao ficar dez mil cadeiras para a construtora. E temos mais um trunfo, capaz de comprovar que o clube tem razão nessa questão, mas esse apenas será falado e mostrado no momento certo”.

Como não sou advogado, limito-me a relatar a informação recebida, sem entrar no mérito do imbróglio. Ah, por falar nessa palavra, fiquei sabendo por outra pessoa- esta não ligada ao clube, mas por dentro das divergências entre as duas partes, que não caminha bem a mediação entre a construtora e o Palmeiras.

Sei lá. Parece que a discussão está longe do fim.

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COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Últimos dias

Gilson Kleina quer uma resposta da diretoria do Palmeiras sobre seu futuro até o fim desta semana. O presidente Paulo Nobre havia prometido procurá-lo na semana passada, o que não ocorreu.

• Novo alvo

Acostumado a provocar o São Paulo, o vice corintiano Luiz Paulo Rosemberg cutucou o Palmeiras na terça, em palestra, ao afirmar que o velho rival está muito aquém de sua história e tradição, há anos.

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COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO

Por Bernardo itri

• Trincheira

Em meio à briga com o Palmeiras por cadeiras do novo estádio do clube, Rogério Dezembro, executivo da WTorre, resolveu evitar contato com o público. O diretor da construtora era convidado de um evento de cartolas ontem, chegou a ter seu nome anunciado, mas faltou ao encontro.

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COLUNA DE PRIMA ❘ LANCE!

Por Marcelo Damato

• Procura-se

Conselheiros do Palmeiras formalizaram um pedido ao vice do conselho Elio Esteves para a convocação de Afonso Della Monica e Luiz Gonzaga Belluzzo para esclarecimentos sobre o contrato com a WTorre. O principal alvo é Della Monica: dizem que o ex-presidente só dá sinal de vida ao telefonar em aniversários.

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OUTRAS NOTÍCIAS :

BLOG DA MARÍLIA RUIZ → Marília Ruiz entrevista Paulo Nobre
 
ESPN BRASIL → Prass apoia continuidade de Kleina e comenta crise do Vasco: ‘Sabia que o clube ia passar por essa situação’
 
ESPN BRASIL → Eguren atribui excesso de cartões a azar e ‘falta tática obrigatória’
 
LANCENET → Palmeiras precisa de uma vitória e um empate para ser campeão
 
TERCEIRO TEMPO → Cobertura da Allianz Parque entra na última etapa.
 
UOL ESPORTE → Falta de opções no mercado pode ajudar Kleina a ficar no Palmeiras
 
UOL ESPORTE → Quem fica no Palmeiras em 2014?
 
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SPORTV → Chamada – Palmeiras na TV
 
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5 respostas em “Verdão na Mídia 06-11-2013: Palmeiras indica advogado para mediação com WTorre por Arena ❘ Globo Esporte Com”

Realmente o cidadão gambático, tem razão, afinal, sempre fomos superiores e hoje em dia estamos com dificuldades até para ganhar deles que sempre foram e sempre serão o eterno FAZ-ME RIR, até porque essa nossa fase não irá durar para sempre.

As vezes é ruim ouvir a verdade mas ele está certo. A culpa é dos dirigentes que passaram mas podemos nos agarrar a essas palavras inimigas, tomar vergonha na cara (será que essa diretoria atual vai ter?…acho que sim) e voltar a ser PALMEIRAS.

A Wtorre está querendo que a Diretoria abra as pernas…
A construtora atrasou propositalmente a obra pra deixar tudo pro centenário e assim conseguir ganhar as coisas na base da pressão.
A diretoria não pode ceder… nem que atrase a obra.
Claro que tem de haver o bom senso, se a diretoria perceber que alguma questão discutida é de total razão da WT… deixa pra lá, segue o jogo.
Mas nossos interesses tem que ser defendidos com unhas e dentes.
Abraços.

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