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Verdão na Mídia 09-11-2013: Mesmo sem saber se fica, Kleina fala em antecipar férias e fazer testes ❘ Globo Esporte Com

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• Mesmo sem saber se fica, Kleina fala em antecipar férias e fazer testes

Com o acesso garantido há duas semanas, o Palmeiras também está próximo de conquistar seu segundo objetivo nesta Série B de Campeonato Brasileiro: o título. A quatro pontos de levantar a taça, o técnico Gilson Kleina já começa a pensar o planejamento de 2014, mesmo sem saber se permanecerá no clube. Entre as questões a serem discutidas, está a possibilidade de antecipar férias de alguns jogadores, dando oportunidade para outros jogarem neste final de competição.

– Tem de conversar com a diretoria primeiro, não posso determinar esse tipo de coisa sozinho. Tem aquela história do Bom Senso FC. Um dos pontos a serem discutidos são as férias dos jogadores. Pelo que eu sei, até o presente momento, não mudou nada, então vai caber a nós, dentro do vestiário, decidir sobre isso.

O Bom Senso FC propõe basicamente a discussão de cinco pontos para melhor o futebol brasileiro, entre eles as férias dos jogadores. Independentemente da mudança no calendário, o Palmeiras pode se dar ao luxo de dar folga para seus principais atletas, a fim de antecipar o início da pré-temporada em 2014. As rodadas finais da Série B também podem servir para que o técnico Gilson Kleina coloque em campo jogadores pouco utilizados até o momento, além de dar a oportunidade para jovens das categorias de base alviverde.

– Se conquistarmos o título de forma antecipada, podemos fazer algumas experiências, testar jogadores para o torcedor conhecer. Seria importante nesse momento, desde que mantenhamos a responsabilidade e obrigação de fazer o melhor dentro de campo – disse o treinador.

O meia Valdivia também passa pelo planejamento alviverde de 2014. No ano de seu centenário, o Verdão espera contar mais com a presença do chileno em campo. Nesta temporada, ele jogou 25 dos 63 jogos que a equipe palmeirense realizou até o momento.

– O Valdivia tem contrato até 2015, é um patrimônio do clube e o Palmeiras tem de saber preservá-lo e valorizá-lo da melhor maneira possível. Comigo, foi a vez que ele mais jogou (nessa segunda passagem). O vejo com alegria e prazer dentro de campo. O Valdivia é um ídolo, atrai o torcedor, faz jogadas que encantam, é nosso craque. Meu objetivo é fazer com que ele possa jogar cada vez mais, o ideal seria jogar 60% das partidas em 2014 – completou Kleina.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Com futuro incerto, Kleina descarta ouvir outros clubes em 2013

Por Bruno Oliveira

Vinculado ao Palmeiras até 31 de dezembro deste ano, o treinador Gilson Kleina ainda não iniciou conversas para obter renovação contratual e tem futuro incerto para próxima temporada. Apesar de não ter clube garantido para 2014, o técnico descartou possibilidade de ouvir propostas de outras equipes enquanto estiver no comando do time alviverde. O Santos, em busca de substituto de Claudinei Oliveira, foi cogitado como um dos possíveis interessados.

“Não chegou nenhuma oferta, apenas ouvi algumas especulações. Conversei com minha assessoria e deixei claro que o entendimento inicial deve ser com Palmeiras. Sou profissional e tenho que saber aguardar. Se no futuro eu não tiver sequência aqui, também não ficarei ocioso e continuarei me aperfeiçoando”, afirmou o técnico nesta sexta-feira, em entrevista concedida no Centro de Treinamento da Barra Funda.

Contratado ainda na gestão de Arnaldo Tirone, em setembro de 2012, o treinador recebe salário mensal de aproximadamente R$ 300 mil, sendo este valor considerado alto pelo atual presidente do clube alviverde, Paulo Nobre. Entretanto, nesta sexta-feira, o técnico afirmou que o aspecto financeiro não seria empecilho para estender seu atual vínculo.

Desde que rumores sobre possível saída de Gilson Kleina do Palmeiras começaram, nomes de treinadores conhecidos no cenário nacional, como Vanderlei Luxemburgo, Abel Braga, Cuca e Oswaldo de Oliveira, foram colocados como alvo de interesse do clube alviverde. No entanto, membros importantes do elenco alviverde, como o meio-campista Jorge Valdivia e o zagueiro Henrique defenderam permanência do comandante.

“Em momento algum vou me colocar a disposição do mercado sendo que tenho vínculo com o Palmeiras. Não vou ter cabeça para isso. Se as coisas não acontecerem, faz parte do futebol. Se acabar o contrato aqui, tenho que saber que fiz meu melhor trabalho, ter a consciência tranquila”, completou o treinador, que ainda enalteceu o período em que está no comando da equipe alviverde.

“O amadurecimento que tivemos foi muito grande. Ficar 15 meses dirigindo o Palmeiras é uma coisa para poucos, que só é possível com profissionalismo e dedicação. Chegamos aqui com uma preparação muito forte. Sem sombra de dúvidas atingimos um patamar em que queremos permanecer. Esse aprendizado ninguém mais tira de mim. O mais importante é que sempre tive equilíbrio”, encerrou Gilson Kleina.

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NOTICIÁRIO ❘ ESTADÃO ONLINE

• Após longa novela, Palmeiras pode fechar com a Caixa

Por Daniel Batista

A promessa da diretoria de acertar um patrocínio master para a camisa do Palmeiras até o fim deste mês pode se concretizar. Após meses de namoro, o clube acredita estar próximo de fechar um acordo com a Caixa Econômica Federal para estampar a marca na parte nobre do uniforme no ano do centenário.

Marcelo Giannubilo, diretor de marketing do Palmeiras, e o presidente Paulo Nobre fizeram o primeiro contato com a empresa no meio do ano e o que dificulta o acerto é a falta da certidão negativa de débito, documento emitido pela Secretaria de Estado da Fazenda que garante a inexistência de pendências e débitos tributários. Por esse motivo, Nobre está tão empenhado em refinanciar as dívidas fiscais do clube e assim ficar com o caminho livre para assinar com a Caixa.

O Palmeiras pediu R$ 35 milhões por ano, mas deve fechar por R$ 25 milhões, valor semelhante ao que a empresa paga ao Flamengo, e menor do que os R$ 31 milhões recebidos pelo Corinthians. A participação de Nobre na negociação é fundamental, já que ele tem forte influência no mercado bancário. A equipe está sem um patrocinador master desde o término do Campeonato Paulista, quando a Kia exibia sua marca. A Allianz chegou a fazer anúncios pontuais em dois jogos e foi só. Na maioria das partidas seguintes, o clube fez promoção do Avanti, programa do sócio-torcedor, e ações beneficentes, como apoio à Santa Casa da Misericórdia.

Giannubilo admitiu ao Estado que a dificuldade em acertar com um novo patrocinador muito se dá pelo fato de o clube estar na Série B e ter a Copa do Mundo no Brasil. “As empresas que querem investir no futebol, acham mais interessantes investir na Copa”, explicou. Nos últimos meses, o Palmeiras foi atrás da Fiat e da Samsung, ex-patrocinadoras do clube, e a negociação não foi adiante. A reportagem tentou contato com a Caixa, mas a empresa não quis se manifestar.

CLIMA DE DECISÃO

Enquanto dirigentes correm atrás de patrocínios, o time continua sua busca pelo título da Série B. Gilson Kleina transformou o jogo contra o Joinville, hoje, em uma decisão. Ele fechou dois treinamentos e não quis antecipar a escalação. “Vamos enfrentar um adversário que luta pelo G-4 e que exige concentração e seriedade do início ao fim”, disse o treinador, que alegou ter fechado os treinos para ter maior privacidade.

Kleina se irritou na entrevista coletiva quando o assunto a respeito do seu futuro entrou em pauta. “Enche a paciência e me torno repetitivo. Já falei que não tem novidades”, disse. Ao ser indagado a respeito da necessidade de o Palmeiras ter um técnico com grife, ironizou. “São Paulo Fashion Week (desfile de moda) está aí. Lá tem bastante grife.”

Em relação ao time para o jogo de hoje, Luis Felipe, Charles, Vilson e Mendieta estão machucados, e Eguren e Alan Kardec estão suspensos. Bruno Oliveira, lateral-direito revelado na base, pode ser a novidade. O técnico Sergio Ramirez, do Joinville, vai fechar o time com o esquema 4-5-1. Marcus Winícius é a novidade.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel (Bruno Oliveira), Henrique, André Luiz e Marcelo Oliveira; Márcio Araújo, Wesley e Valdivia; Ananias, Vinícius e Leandro. Técnico: Gilson Kleina

JOINVILLE: Ivan; Eduardo, Sandro, Rafael e Rafinha; Augusto Recife, Marcus Winícius, Marcelo Costa e Diogo Oliveira e Wellington Bruno; Edigar Júnio. Técnico: Sergio Ramirez

JUIZ: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)

LOCAL: Pacaembu, em São Paulo

HORÁRIO: 16h20

TRANSMISSÃO: Band

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Desfalcado, Palmeiras enfrenta Joinville antes de ‘jogo do título”

Por Bruno Oliveira

Apesar de já estar garantido na elite do futebol nacional em 2014, o Palmeiras segue focado na sequência do Campeonato Brasileiro da Série B desta temporada e tenta garantir o título da segunda divisão. Em busca deste objetivo, o clube alviverde tem importante duelo com Joinville, neste sábado, às 16h20 (de Brasília), no Pacaembu, em partida válida pela 34ª rodada da competição.

Líder desta edição da Série B, com 70 pontos, o Palmeiras não tem chances de garantir antecipadamente o troféu do torneio diante do Joinville. Faltando cinco partidas para o término da competição, a segunda colocada, Chapecoense, soma 62 pontos, e ainda poderia reverter a desvantagem nas quatro rodadas derradeiras. Entretanto, o título pode ser confirmado diante do Paysandu, na próxima terça-feira, às 21h50 (de Brasília), na Arena Verde.

Para o confronto com Joinville, as principais dúvidas na escalação estão nas laterais. Wendel e Bruno Oliveira disputam titularidade pelo lado direito, pois Luis Felipe segue em fase de recondicionamento físico e não joga. Na esquerda, Juninho e Marcelo Oliveira duelam por posição. Sem Alan Kardec, suspenso por acúmulo de cartões amarelos, Ananias deve ganhar nova oportunidade e começar jogando, formando trio de ataque com Leandro e Vinícius.

“Trabalhamos duas situações de escalação. Como perdemos alguns jogadores, vamos nos preservar neste momento para causar mais dúvidas ao adversário. Pegaremos um rival que está lutando pelo G-4, então são jogos difíceis e precisaremos ser sérios do início ao fim”, afirmou o treinador do time alviverde, Gilson Kleina, que comandou dois treinamentos fechados durante a semana.

Além do lateral direito e do atacante, Gilson Kleina não poderá contar com outros cinco jogadores para o confronto deste final de semana. No sistema defensivo, Vilson (tendinite no joelho esquerdo), Charles (amigdalite) e Léo Gago (lesão muscular na coxa direita) seguem se recuperando de problemas físicos. Mendieta, realizando fisioterapia após cirurgia no joelho esquerdo, e o volante Sebastián Eguren, outro suspenso por acúmulo de cartões amarelos, também não jogam.

O Joinville, por sua vez, chega ao confronto embalado por série de três triunfos consecutivos. Os recentes resultados reaproximaram a equipe catarinense do grupo dos quatro times que subiriam para primeira divisão. Neste momento, o clube do Sul do País é o sexto colocado, com 52 pontos, enquanto o quarto colocado, Icasa, soma 53 pontos.

O atacante Edu, diagnosticado com lesão no joelho esquerdo, não atua contra o Palmeiras. Ronaldo e Kim são os mais cotados na disputa pela vaga no setor ofensivo. No entanto, o treinador Sergio Ramirez pode mudar o sistema de jogo da equipe e optar pela entrada do volante Marcus Vinícius.

“Não vai ter essa de oba-oba por parte deles só porque conseguiram o acesso de forma antecipada. O Palmeiras sabe que se bobear, nós vamos com tudo”, encerrou o lateral Eduardo.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS X JOINVILLE

Local: Estádio Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu), em São Paulo (SP)
Data: 9 de novembro de 2013, sábado
Horário: 16h20 (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Assistentes: Lilian da Silva Fernandes Bruno (Fifa/RJ) e Antonio Luiz Guimarães Lugo (MS)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel (Bruno Oliveira), Henrique, André Luiz e Juninho (Marcelo Oliveira); Márcio Araújo, Wesley e Valdivia; Ananias, Vinícius e Leandro
Técnico: Gilson Kleina

JOINVILLE: Ivan; Eduardo, Rafael, Sandro, Rafinha; Augusto Recife, Marcus Vinícius (Ronaldo ou Kim), Marcelo Costa, Diogo Oliveira, Wellington Bruno; Edigar Júnio
Técnico: Sergio Ramírez

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• ‘Em casa’, Verdão está a três jogos de terminar a Série B invicto no Pacaembu

Por Thiago Ferri

Durante muito tempo, o Pacaembu – palco do confronto deste sábado com o Joinville – foi considerado a casa do Corinthians, arquirrival palmeirense. Luiz Felipe Scolari, ex-técnico do Verdão, chegou a fazer o clube mandar jogos em estádios, como a Arena Barueri, enquanto não tem o Allianz Parque.

Na disputa da Série B, porém, o local tem só ajudado, pois o time está invicto até agora em sua “casa”: são sete vitórias e três empates, com mais três jogos no Paca para o time terminar o Brasileiro invicto no estádio.

– O Pacaembu é um lugar onde todo jogador gosta de jogar, é um campo onde nos sentimos à vontade, com um gramado ótimo e conseguimos aplicar um bom futebol – disse Wesley, volante do Verdão.

A última derrota no estádio municipal aconteceu no dia 14 de maio, quando o Tijuana (MEX) eliminou o Palmeiras das oitavas na Libertadores, ao vencer por 2 a 1.

Na Série B, o time começou a mandar os jogos no interior, por conta dos quatro mandos de campo que perdeu ainda em 2012. Foram três partidas em Itu e outra em Presidente Prudente, cidades do interior de São Paulo. Sem conseguir grandes públicos fora, o aproveitamento foi de três vitórias e uma derrota.

A volta ao Pacaembu casou com o momento em que o time embalou no competição. Os números eram ainda melhores antes da ida à Londrina (PR). Desde então, o time empatou duas vezes na capital paulista . Hoje é a chance para retomar o ritmo na casa “adotada”. Mesmo que isto signifique conquistar o título longe.

– Todos gostam de jogar aqui, está dando certo, tomara que continuemos assim para na Arena também dar muita alegria – completou Wesley, pensando no centenário.

A campanha do Verdão no Pacaembu

Vitórias: Na Série B, o time bateu no estádio: ABC (4 a 1), Icasa (4 a 0), Bragantino (2 a 1), Paraná (2 a 1), Paysandu (3 a 2), ASA-AL (3 a 0) e Sport (2 a 1).

Empates: Chapecoense (0 a 0), América-RN (0 a 0) e São Caetano (0 a 0) foram os times que conseguiram segurar o resultado quando visitaram o líder da Série B.

Aproveitamento: O Palmeiras conquistou 80% dos pontos que disputou no Paca. O índice está acima daquele apresentado pelo ponteiro em toda a campanha (70%).

Casa cheia: No Pacaembu, a média de público é boa: cerca de 19.200 pessoas. O jogo do acesso, contra o São Caetano, foi aquele com mais palmeirenses: 33.748.

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BLOG DO COSME RÍMOLI ❘ R7

• Gilson Kleina calou a boca dos conselheiros do Palmeiras. Diz que fica em 2014 sem um centavo de aumento. É seu último gesto de humilhação. Paulo Nobre e Brunoro terão de parar de perder tempo. E dizer se continuam com ele…

Gilson Kleina cansou.
O treinador mais torturado psicologicamente do Brasil foi inteligente.
Acabou com o último argumento dos seus opositores.
Paulo Nobre tem ouvido de conselheiros a mesma desculpa.
Não é que prefiram técnicos com grife.
Com a volta para a Série A, Kleina se tornaria inviável.
Seu salário atual é de R$ 300 mil mensais.
Isso comandando uma equipe da Série B.
Seu contrato termina no final do ano.
Para comandar o Palmeiras na Primeira Divisão vai pedir aumento.
Calculavam cerca de R$ 500 mil.
E por esse dinheiro seria fácil contratar alguém mais experiente, vitorioso.
Só que Gilson resolveu tornar público o que já falava nos bastidores.
Encurralou Paulo Nobre.
O treinador não quer um centavo de aumento em 2014.
Trabalha o ano todo com salário de R$ 300 mil.
Por esse dinheiro, treinadores de grife não aceitam.
Luxemburgo, Abel Braga, Dunga, Paulo Autuori, Osvaldo de Oliveira…
Kleina acabou com a hipocrisia.
Se não houver renovação não será por questão financeira.
Na sua visão, nem por resultados.
Ele cumpriu sua missão.
Trouxe o Palmeiras de volta da Série B.
Como primeiro colocado sempre.
E com o título garantido.
Só que na verdade não há um pingo de entusiasmo por ele no Palestra Itália.
Paulo Nobre e Brunoro sabem que o dinheiro continuará escasso.
A pressão será enorme, no ano que vem, o Palmeiras faz cem anos.
Grandes jogadores não serão contratados.
E até médios estão escapando pelos dedos.
Como o lateral direito da Portuguesa, Luís Ricardo.
O clube chegou muito antes, mas o São Paulo atravessa a negociação.
E já até convenceu o jogador a ir para o Morumbi.
Brunoro acredita que um técnico de renome teria várias funções.
A primeira, atrair a atenção e mais respeito da mídia.
Daria mais confiança a eventuais patrocinadores.
Desviaria o foco das dificuldades que o clube vive.
Inclusive a guerra com a WTorre e o atraso da arena.
Mas empresários repetem a todo instante.
O Palmeiras de 2014 é uma completa incógnita.
Não motiva qualquer treinador de ponta a assinar no escuro.
Sem saber o que encontrará.
Se a luta será para grandes conquistas.
Ou apenas tentar sobreviver na Série A.
Não passar pelo absurdo vexame de cair no ano do centenário.
Enquanto isso, a direção vai perdendo tempo precioso.
Agentes estão oferecendo atletas que ficarão sem contrato no final do ano.
O Palmeiras tem 13 jogadores cujos vínculos se encerram em dezembro.
Alguém deveria estar escolhendo quem fica e quem vai.
Um treinador.
Mas quem está fazendo isso, de forma amadora, é Brunoro e Paulo Nobre.
Estão repetindo, por exemplo, o erro do São Paulo.
Juvenal Juvêncio montou as equipes nos últimos anos.
Ouvia apenas Milton Cruz.
De tanto apanhar, deixou a função para Muricy.
O Palmeiras, não.
Os jogadores querem que Gilson seja mantido.
Eles não escondem a grande afinidade com o técnico.
Até mesmo o problemático Valdivia foi recuperado nas suas mãos.
Mas os pedidos dos atletas não repercutem.
A direção se faz de surda.
E deixa claro que está esperando uma grande oportunidade aparecer.
Se não vier, ficará com ele mesmo.
Até por exclusão.
Enquanto isso, Gilson Kleina vai esperando.
E se cansando.
Por ele, os planos para 2014 estaria traçados desde outubro.
Com a classificação assegurada para a Série B.
Mas ficou apenas na vontade.
Ninguém quis ouvir o que pensa até agora.
Duas reuniões anunciadas com a diretoria foram canceladas.
A situação é constrangedora, embaraçosa.
De paciente já percebeu que está disponível demais, desvalorizado.
O técnico ontem deu mostras que se enjoou da brincadeira.
“O Palmeiras quer técnico de grife para 2014?
A Fashion Week está aí.
Tem um monte de grife por lá.”
O que Brunoro e Nobre não esperam pode acontecer.
Gilson Kleina já é cogitado em dois clubes.
No Santos e no Coritiba.
Seu nome faz parte da lista de técnicos possíveis para 2014.
Seria o cúmulo, quando Nobre e Brunoro se decidirem e Gilson dizer não.
A situação está estagnada.
O Palmeiras deverá ser campeão da Série B na próxima rodada.
Contra o Paysandu em Belém.
Acabará a último desculpa para a situação se resolver.
Para o clube parar se enrolar.
E acabar a tortura psicológica a quem não merece.
Gilson Kleina fez exatamente o que foi pedido.
Tirou o time da Segunda Divisão.
Se merece continuar na Série A é uma decisão da diretoria.
Ela está livre para escolher.
Só que esta escolha deveria ter sido feita há muito tempo.
Para o bem do próprio clube.
Seu centenário não pode estar na mão de um lobista de Brasília.
Um auxiliar de ministro que implora pelo patrocínio da Caixa Econômica Federal.
O Palmeiras acende velas para todos os santos.
É grande demais para situação tão bizarra…

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BLOG DO RICARDO PERRONE ❘ UOL

• Contra medo de centenário sem arena, Wtorre mantém entrega no 1º semestre

Cartolas do Palmeiras temem que a arena do clube não fique pronta até o final de 2014. Seria um estrago e tanto não ter estádio próprio no ano do centenário. Porém, executivos da WTorre asseguram que vão entregar a obra no primeiro semestre do ano que vem.

Influente dirigente alviverde que acompanha as obras disse ao blog avaliar ser grande o risco de a arena não ficar pronta em 2014.  Segundo ele, isso só não acontecerá se a construtora aumentar o número de trabalhadores no local. Alega que há ainda partes complexas a serem executadas, que exigem mais tempo ou mais mão de obra. Cita o acabamento como um dos entraves.

Executivos da construtora, porém, afirmam que empresas especializadas em instalações serão contratadas para atuar em novas frentes de trabalho. Isso aumentará o número de pessoas na obra, sem que a construtora contrate diretamente mais gente. Asseguram que não há risco de a entrega ficar para depois de maio.

Apesar de o dono da construtora, Walter Torre, chegar a ameaçar interromper a construção por causa dos desentendimentos com a diretoria alviverde, a promessa agora é de que o atrito não vai diminuir o ritmo dos trabalhos.

O caso foi levado para mediação. Se não houver acordo, a decisão será dada por um centro de arbitragem. A principal divergência é em relação ao número de assentos que cada parte terá direito de comercializar.

Leia aqui a matéria completa → BLOG DO RICARDO PERRONE ❘ UOL

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COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Casa dos milhões

O Palmeiras arrecadou R$ 5,1 milhões, líquidos, com bilheteria ao longo dos 16 jogos como mandante na Série B. É quase o dobro da renda total do segundo colocado, o Sport.

• Média alta

Quando receber o Joinville, sábado, o Palmeiras vai se aproximar da marca de 300 mil torcedores como mandante na Série B deste ano. São 249.284, com média de público de 15.580 pagantes.

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COLUNA DE PRIMA ❘ LANCE!

Por Marcelo Damato

• Exército verde

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, participa das conversas para que o Palmeiras consiga um patrocínio da Caixa em 2014. A articulação também conta com o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho. O clube paulista busca um patrocínio entre R$ 25 e R$ 30 milhões, mas deve levar menos.

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COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO

Por Bernardo Itri

• Dividida

“É como um casamento que tem de durar 30 anos, mas o marido já começa xingando a mulher no primeiro dia” – Wlademir Pescarmona – Conselheiro do Palmeiras, sobre a briga entre clube e WTorre por receitas da arena

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6 respostas em “Verdão na Mídia 09-11-2013: Mesmo sem saber se fica, Kleina fala em antecipar férias e fazer testes ❘ Globo Esporte Com”

PELOAMOR 3VV…. Voces incitam a leitura dos BLOG´s daqueles que nos faz mal na midia…. VOCêS são ou não MIDIA PALESTRINA…..

Jesus….textos de Cosme Risólis, o tal do Perrone, a gambazeta esportiva , Jorge Nicola (quem é?)…e Lanche tudo junto em um site da mídia palestrina é demais para qualquer palmeirense. Continuamos dando ibope para essa gente.

É pra nós sabermos sobre o que toda a imprensa fala, incluindo os lixos. Lendo aqui, não contribuímos com o site deles lá.
Eu por exemplo quando vejo no subtítulo Cosme Risoli ou Perrone (esposa do Gilto), já passo pra próxima notícia, são a escória da imprensa esportiva, junto com o Neto.

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