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Verdão na Mídia

Verdão na Mídia 22-11-2013: Palmeiras propõe a Kleina metade do salário atual ❘ Folha Online

NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

• Palmeiras propõe a Kleina metade do salário atual

Por Diego Iwata Lima

A direção do Palmeiras ofereceu R$ 150 mil mensais de salário para Gilson Kleina renovar seu contrato e comandar o time em 2014. O valor corresponde à metade do salário atual do técnico.

Além do salário, o contrato prevê remuneração extra caso a equipe conquiste títulos ou cumpra metas determinadas pela diretoria.
Conforme a Folha apurou, a proposta não sensibilizou o treinador, que deve informar nos próximos dias seu desligamento do clube.

Kleina sentiu-se desrespeitado com a oferta, vista por ele como um retrocesso. Para ele, foi uma manobra para forçar sua saída.

Apesar do impasse, Kleina comanda o time amanhã, contra o Ceará em Campo Grande (MS), quando o time alviverde receberá o troféu de campeão da Série B.

Depois, dirigirá o time contra a Chapecoense, em Santa Catarina, no dia 30. Esse deverá ser o último jogo dele no comando do time.

A saída de Kleina vai contrariar os jogadores, que já pediram abertamente a sua permanência. Após a conquista da Série B, no último sábado, eles invadiram a sala onde acontecia a entrevista coletiva do técnico aos gritos de “Fica, Gilson Kleina!”

Ontem, no centro de treinamento do clube, o goleiro Fernando Prass disse que o ambiente já está ficando saturado devido à indefinição do técnico em 2014.

O Palmeiras tentou contratar o argentino Marcelo Bielsa há duas semanas. Mas recuou diante do pedido de R$ 1 milhão mensais.
Oswaldo de Oliveira, do Botafogo, e Dorival Júnior, do Fluminense, interessam ao clube. Vanderlei Luxemburgo está descartado.

BAIXOS E ALTO

Vindo da Ponte Preta, Gilson Kleina está no clube desde setembro de 2012. Substituiu Felipão com a missão de tentar evitar a queda da equipe à Série B. Não conseguiu.
Em 2013, foi mal no Paulista e na Libertadores. Na Copa do Brasil, foi eliminado nas oitavas de final.

Na Série B do Brasileiro, porém, obteve sucesso. Conquistou o acesso à Série A com seis rodadas de antecedência, além do título, com duas, ao bater o Boa, no último sábado, por 3 a 0.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Palmeiras oferece salário mais baixo para Kleina renovar e oferta desagrada

Por Thiago Ferri

A primeira proposta do Palmeiras para renovar o contrato de Gilson Kleina já foi entregue ao técnico, mas não animou. A oferta é pela extensão do vínculo por mais um ano, só que com o salário mais baixo do que atual. A intenção do Verdão é completar os ganhos do técnico com bonificações por objetivos atingidos no ano, conforme o LANCE!Net apurou e a “Folha de S. Paulo” publicou nesta sexta-feira. O atual comandante, porém, fará uma contraproposta até o início da próxima semana.

O LANCE!Net revelou nesta sexta que o clube – por não ter dinheiro para grandes investimentos em 2014 – irá usar deste artifício para atrair reforços. A diretoria não terá como bancar altos salários para o centenário, e os recebimentos de Kleina, que hoje giram em torno de R$ 300 mil, são considerados altos demais por muitos dentro no clube.

A oferta pegou o treinador de surpresa. Depois do título da Série B, a intenção do estafe de Kleina era de que houvesse uma valorização salarial, além do pedido do treinador por maior autonomia e respeito no cargo. Ele ficou incomodado com a situação armada em Belém (PA), após o jogo contra o Paysandu, quando José Carlos Brunoro, diretor-executivo, confirmou a procura por Marcelo Bielsa, que não avançou pela alta pedida salarial do argentino. Sem “El Loco”, o dirigente disse que o atual comandante se tornava a “primeira opção brasileira”.

Enquanto sua situação com o Verdão não se acerta, Kleina já foi consultado por outros quatro clubes: Fluminense, Vasco, Santos e Coritiba. Em Campo Grande (MS), o treinador irá esperar sua volta para São Paulo (SP) para reunir-se com seu empresário e alinhar qual será a oferta que fará para responder à proposta do Palmeiras.

A demora para resolver a situação de Kleina já começou a incomodar na Academia de Futebol, tanto que Fernando Prass admitiu que o impasse gera um clima pesado no clube. Após obter o acesso, o presidente Paulo Nobre disse que iria começar a conversar pela renovação com Kleina na semana seguinte, no fim de outubro. Nada ocorreu, porém. Depois, sexta passada era tido como “prazo final” no clube para definir, mas novo adiamento ocorreu.

Agora, já campeão, o time joga no Morenão contra o Ceará, neste sábado, às 17h20. No jogo, o time receberá a taça da Série B, a primeira obtida por Kleina no clube, e aquela que pode ter sido, também, a última.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Decepcionado, Kleina faz contra-proposta ao Palmeiras e cobra definição rápida

O agente de Gilson Kleina, Anderson Suave, confirmou que o Palmeiras propôs ao técnico Gilson Kleina uma diminuição de salário, mas não quis dizer quanto. Além disso, afirmou que a situação do comandante alviverde será resolvida de uma vez por todas na semana que vem.

“Eles disseram que planejam compensar a diminuição do salário mensal com bônus por objetivos conquistados. É uma proposta bem diferente do que nós imaginávamos”, afirmou o agente à Rádio Transamérica. “Com certeza até o meio da semana que vem vamos ter a situação resolvida”, completou.

Segundo publicou o jornal Folha de S. Paulo nesta sexta-feira, a diretoria teria oferecido ao treinador metade do salário atual e remuneração extra caso a equipe conquiste títulos ou cumpra metas determinadas. Logo, seus vencimentos passariam de R$ 300 mil para R$ 150 mil.

Suave também declarou que a diretoria do time do Palestra Itália já deveria ter definido o caso há muito tempo. “Esse contato poderia ter acontecido há mais tempo. Mas a gente respeita a diretoria do Palmeiras. Se não fizeram antes, a gente respeita essa situação. O contrato do Gilson vai até 31 de dezembro e ele não está ouvindo propostas. Entre terça e quarta vamos sentar com a diretoria e ter a definição da situação”, prometeu.

O agente disse também que vai apresentar ao Palmeiras uma contra-proposta. “Foi uma proposta, e toda proposta existe uma contra-proposta. Depois de sentar com a diretoria vamos ver a situação. Há uma diferença onde vamos tentar buscar resolver da melhor maneira possível”, explicou.

A tendência é que Kleina endureça na negociação, já que ficou bastante insatisfeito com a proposta. Além da redução de salário, há outra razão que dificulta a negociação. A relação estremecida entre o treinador e o diretor executivo José Carlos Brunoro dificulta a renovação do comandante alviverde para 2014.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Sem acordo após reunião, Kleina é ovacionado em Campo Grande

Por Marcelo Prado

O tempo passa, e o Palmeiras não consegue definir seu planejamento para 2014. Na tarde da última quinta-feira, o técnico Gilson Kleina e o presidente do clube, Paulo Nobre, tiveram uma nova reunião para tentar renovar o vinculo do treinador, mas o acordo não saiu.

Kleina está irritado com a diretoria alviverde. Primeiro porque ficou sabendo que não era a prioridade dos dirigentes,  que conversaram com o argentino Marcelo Bielsa e sondaram Cuca, que renovou com o Atlético-MG, e Oswaldo de Oliveira, que ainda não sabe se continuará no Botafogo.

Quando se reuniu com a cúpula do Verdão, recebeu uma proposta de renovação com salário inferior ao que recebe atualmente e recusou. Uma nova oferta foi feita ao treinador, que vai conversar com seu representante, Anderson Conte, neste domingo, em São Paulo. Esta nova proposta também prevê salário inferior ao atual, mas com bônus por resultados alcançados.

Com a torcida, o treinador esta com moral. Na chegada da delegação do Palmeiras a Campo Grande, palco do jogo deste sábado,  contra o Ceará,  Kleina foi disparado o mais assediado pela torcida.

– Fica, fica, fica – gritaram os torcedores.

Além de precisar acertar a parte financeira, Kleina quer estipular em contrato uma multa para o caso de demissão e ainda ter autonomia na montagem do elenco da próxima temporada. Foi ele, por exemplo,  que indicou o atacante Lins, que está no Criciúma e tem tudo para ser o primeiro reforço do ano do centenário.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Jogadores do Palmeiras se sentem expostos com indefinição sobre Kleina

Por Mauricio Duarte

Os jogadores do Palmeiras estão incomodados com a falta de esclarecimento da diretoria sobre a renovação de contrato do técnico Gilson Kleina. Vários atletas dizem apoiar a permanência do treinador, mas estão irritados por ter que responder constantemente a perguntas de jornalistas sobre o comandante alviverde. Sem controle da situação, os jogadores consideram que foram atirados em uma fogueira na qual eles pouco podem fazer.

Diversos jogadores resistem em aceitar o pedido da assessoria de imprensa do clube para concederem entrevistas coletivas justamente por saberem que serão questionados sobre a situação de Kleina. Dentro do grupo a avaliação é que a diretoria deveria resolver rápido ou dar um esclarecimento para que os jogadores não ficassem tão expostos.

O goleiro Fernando Prass, um dos líderes do elenco, disse que a situação realmente incomoda os atletas e cobrou uma solução rápida. “É um assunto que já está saturando um pouco”, admitiu. “A gente torce para que isso seja resolvido o mais rápido possível para que possamos aproveitar esse tempo que temos para sair na frente dos outros na preparação”, completou.

“Esse assunto de Kleina está até chato. Não cabe a nós ficar comentando, é entre comissão e diretoria. Todo mundo já sabe do carinho que os jogadores têm por ele”, disse o atacante Alan Kardec.

O próprio treinador Gilson Kleina já classificou mais de uma vez a situação como “chata” e reclamou de ter que analisar uma situação para a qual ele não tem resposta.

“Enche a paciência. Fica repetitivo. Ninguém fala do jogo”, chegou a afirmar o comandante alviverde.

Depois que os atletas também se tornaram alvos dos mesmos questionamentos, a união entre eles e o treinador aumentou ainda mais pela experiência compartilhada. Portanto, o apoio que o técnico já tinha nos vestiários ficou ainda maior, com seus comandados externando publicamente seu desejo.

Procurado pela reportagem para comentar o assunto, o clube alviverde, por meio de sua assessoria de imprensa, disse que “o Palmeiras não vai se pronunciar oficialmente”.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Elenco evita Nobre, mas fala com gerente e pede convicção por Kleina

Por William Correia

Na campanha declarada pela permanência de Gilson Kleina, o elenco tem agido longe da sala do presidente Paulo Nobre. Além de entrevistas posicionando-se a favor do técnico e dos gritos nos vestiários do Pacaembu para o chefe ficar, a relação com a diretoria do Palmeiras tem ocorrido mais em conversas informais com o gerente de futebol Omar Feitosa.

“Estamos sempre juntos no dia a dia, em viagens, principalmente com o Omar, que tem um contato mais direto com o pessoal da direção. Conversamos sobre tudo, não só de futebol, e seria hipocrisia falar que nunca tocamos no assunto sobre o Gilson”, admitiu Fernando Prass, um dos líderes do grupo.

Os jogadores, contudo, querem mostrar que não desejam apenas a continuidade do treinador. A intenção é buscar o melhor para o clube. Por isso, o pedido público de Prass é que a diretoria não opte por renovar com Kleina sem garantir apoio a ele durante toda a temporada.

“Eles sabem a posição do grupo, mas a diretoria precisa ter convicção do que faz porque, no futebol, a cobrança é muito grande. Precisam de convicção para manter o treinador. Que tenham convicção de que o Gilson é o melhor para nós no ano que vem”, declarou o camisa 25, que ouviu de dirigentes a versão de que faltam só ajustes em tempo de contrato, salário e planejamento com Kleina.

O recado, porém, continuará sendo dado ao presidente só através da imprensa. “Não fomos à sala do Nobre porque cada um tem sua função e existe hierarquia. Nenhum dirigente entra em campo para dizer como tenho que defender ou como o Gilson tem que armar o time. Então, não podemos entrar na sala dele e dar opinião”, falou Prass.

O apelo maior, entretanto, é por rapidez na definição do técnico do Verdão no ano do centenário, até por respeito ao profissional que conquistou por antecipação a Série B deste ano. “Quanto mais tempo demoram para renovar, novos nomes vão surgir. A cada dia que passa, o terreno fica mais fértil para especulação”, alertou Prass.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Sem dinheiro, Verdão oferece bônus para atrair ao menos quatro reforços

Por Caio Carrieri e Fellipe Lucena

Sem dinheiro para grandes contratações de olho em 2014, ano do centenário, o Palmeiras definiu uma das estratégias a fim de atrair nomes de qualidade para o elenco: oferecer premiações mais vantajosas por metas alcançadas, uma vez que não tem dinheiro em caixa para bancar altos salários, comuns nos dias atuais.

Com o aquecimento do mercado de transferências na virada de ano que se aproxima, a intenção da diretoria é estabelecer em novos contratos as bonificações. A prática já existe no futebol, mas ela seria mais desmembrada no Verdão. Envolveria determinada posição atingida na tabela de classificação de um campeonato, disputa de final e conquista de títulos, entre outros.

O método de proporcionar recompensas mais polpudas não deve se restringir aos jogadores que desembarcarem no Palestra Itália no próximo ano. A cúpula pretende utilizar deste expediente para tentar a renovação de vínculos do atual grupo de jogadores. Treze palmeirenses estão com o contrato se encerrando em dezembro, e a diretoria iniciou a conversa com alguns deles, casos de Vilson e de Leandro. Ambos desejam aumento salarial para seguir no Alviverde. O zagueiro já fez uma contraproposta em cima do que o clube lhe ofereceu, e o atacante já afirmou publicamente que deseja uma valorização em seus vencimentos para vestir verde e branco em 2014.

Membros da diretoria se dividem entre pensamentos otimistas e pessimistas para próxima temporada. Os da primeira ala até citam como exemplo o Atlético-PR, que voltou da Série B neste ano, caminho do Palmeiras em 2014, é finalista da Copa do Brasil e quarto colocado do Campeonato Brasileiro. Integrantes da segunda corrente ressaltam a falta de dinheiro no Verdão e preveem um fim de 2013 sem grandes novidades que encham o torcedor de esperança. Outra alternativa estudada pelo presidente Paulo Nobre é o aporte de investidores em contratações.

DIRETORIA QUER REFORÇOS PARA QUATRO POSIÇÕES:

Lateral-esquerdo

Juninho terminou a Série B em alta, mas chegou a perder a posição para Marcelo Oliveira no primeiro semestre. Diretoria quer alguém para assumir a posição.

Lateral-direito

Luis Felipe parecia ter resolvido o problema da posição, mas não vai ficar no clube. Ayrton volta, mas a ideia é trazer alguém para ser titular.

Meia

Valdivia ressurgiu no segundo semestre, mas é consenso que ficará fora de muitos jogos em 2014. A busca é por alguém para revezar com ele.

Atacante

Alan Kardec, além de não ter um substituto à altura no elenco, está emprestado só até o meio do ano. Clube procura mais um centroavante.

OS COFRES DO VERDÃO EM 2013

Folha salarial

Paulo Nobre herdou salários altos da gestão Tirone e até cogitou emprestar Wesley, que recebe R$ 350 mil por mês. A atual gestão nem pensa em pagar valores como este ou os R$ 500 mil mensais de Valdivia a algum reforço.

Patrocínio

Se a situação já não era fácil, ficou pior pelo fato de o clube ter passado o segundo semestre sem patrocinador – a Caixa está perto de fechar para 2014, por R$ 30 milhões. Mesmo assim, Mendieta foi comprado por mais de R$ 4 milhões

EXEMPLOS VISTOS PELA DIRETORIA

A ser seguido

Após conquistar o acesso em 2012, o Atlético-PR está no G4 do Brasileiro e na final da Copa do Brasil. E sem contratações de peso: destaques são Paulo Baier (veterano), Marcelo (base) e Ederson (voltou de empréstimo)

A não ser seguido

O Internacional fez investimento milionário e não briga por nada no Brasileiro. No meio do ano, Gilson Kleina revelou ter se assustado com a pedida de Scocco, hoje reserva do Colorado. O Flu, outro com folha inchada, está perto de cair.

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NOTICIÁRIO ❘ ESTADÃO ONLINE

• Há 40 meses longe do Palestra Itália, Palmeiras vê rendimento cair

Por Diego salgado

O Palmeiras se habituou ao fato de jogar no Pacaembu e em outros estádios paulistas desde julho de 2010. A torcida palmeirense, no entanto, conta os dias para o retorno do time ao Palestra Itália. A equipe alviverde está sem casa há exatos 40 meses e longe do seu estádio viu o desempenho cair: em 124 jogos, conquistou 64,8% dos pontos disputados. No Palestra, o aproveitamento histórico é de 74,5% – o Palmeiras já jogou 1.570 vezes no local, com 1.063 vitórias, 318 empates e 189 derrotas.

Neste sábado, o Palmeiras enfrenta o Ceará no Morenão, em Campo Grande (MS). A partida é válida pela 37.ª rodada da Série B. Outros nove estádios foram utilizados para mandar os 124 jogos disputados após o fechamento do Palestra Itália. O Pacaembu foi o local mais usado: 76 vezes.

A equipe conquistou 43 vitórias, com 19 empates e 14 derrotas. O aproveitamento é de 64,9%. Barueri, palco da primeira final da Copa do Brasil 2012, vem em seguida, com 20 confrontos. No Canindé, ocorreram 13 partidas – o time conquistou 67% dos pontos que disputou –  oito triunfos, dois empates e três derrotas. Araraquara e Presidente Prudente receberam o Palmeiras quatro vezes cada. Na Fonte Luminosa, a equipe venceu apenas uma vez, no seu pior desempenho longe do Palestra. Itu foi palco de três partidas e Londrina, duas.

O time palmeirense jogou somente uma vez em São José do Rio Preto. O fato se repetiu em Jundiaí. Nos dois casos, o aproveitamento é de 100%. O ataque do Palmeiras também marca menos gols longe de casa. A média desde julho de 2010 é de 1,63 gol por confronto – contra 2,35 no Palestra.

Na campanha do título da Copa do Brasil, a equipe comandada por Luiz Felipe Scolari optou por jogar na Arena Barueri as últimas três partidas como mandante. Depois, utilizou o estádio nas seis primeiras rodadas do Brasileirão 2012. Na sequência do campeonato, o Pacaembu passou a ser o principal palco dos jogos do Palmeiras. Na reta final da campanha, no entanto, o time, punido por conta do comportamento da torcida no clássico contra o Corinthians, mandou quatro jogos no interior do estado de São Paulo (contra Coritiba, Cruzeiro, Botafogo e Fluminense).

PALESTRA

O estádio palmeirense foi comprado pelo clube em abril de 1920. No primeiro jogo como proprietário, no dia 16 de maio do mesmo ano, o Palestra Itália bateu o Mackenzie por 7 a 0. Mesmo nos tempos de escassez de títulos, na década de 1980, o Palmeiras obteve números expressivos no local. O time, por exemplo, ficou 68 jogos sem perder no estádio entre fevereiro de 1986 e setembro de 1990. Depois, entre fevereiro e maio de 1996, conseguiu vencer 13 partidas seguidas no estádio durante o Campeonato Paulista.

JARDIM SUSPENSO

Na década de 1960, o Palestra Itália passou por outra grande reforma, responsável pela retirada do alambrado e pelo surgimento do famoso jardim suspenso. Na ocasião, a obra durou 33 meses. O jogo da despedida foi disputado em  17 de dezembro de 1961, contra o Jabaquara, na última rodada do Campeonato Paulista de 1961 (vitória por 1 a 0). A reabertura deu-se em 7 de setembro de 1964, na vitória por 2 a 0 sobre a Esportiva de Guaratinguetá, na 11.ª rodada do Campeonato Paulista de 1964.

No período, o Palmeiras fez 101 jogos oficiais. No total, 65 partidas foram disputadas na cidade de São Paulo. O time obteve 36 vitórias e 12 empates, com 17 derrotas. O ataque marcou 132 gols. A defesa sofreu 79. Campeão do Paulistão de 1963, a equipe também adotou o Pacaembu como casa. Dos 30 jogos da campanha vitoriosa, o Palmeiras jogou 20 vezes no estádio, conquistando 15 vitórias e três empates.

PALMEIRAS SEM O PALESTRA ITÁLIA (Desde 9 de julho de 2010)


124 jogos, 71 vitórias, 28 empates e 25 derrotas, com 203 gols marcados e 98 sofridos.

Aproveitamento: 64,8%

Média de gols marcados: 1,63

Média de gols sofridos: 0,79

PALMEIRAS NO PALESTRA ITÁLIA

1.570 jogos, com 1.063 vitórias, 318 empates e 189 derrotas, com 3.695 gols marcados e 1.485 sofridos

Aproveitamento: 74,5%

Média de gols marcados: 2,35

Média de gols sofridos: 0,94

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BLOG DO LUIZ ANTÔNIO PRÓSPERI ❘ ESTADÃO ONLINE

• Palmeiras, Corinthians, São Paulo e Santos estão atrasados

Palmeiras, Corinthians, São Paulo e Santos estão atrasados com o planejamento para 2014. Aliás, parece que não há um planejamento e sim aquela tradicional enrolação de fim de temporada quando os dirigentes, sem um orçamento real, correm atrás de empresários e investidores para reforçar os times. E, por tabela, viram reféns dessa ciranda de agentes.

O Palmeiras, por exemplo, é de longe o mais atrasado. Garantido na Série A há quase um mês, o clube anda a passos de tartaruga. Não quer renovar com Gilson Kleina, mas, parece, tem medo de dar um tchau ao treinador. Faz jogo de cena com a questão salarial propondo a Kleina menos do que ele já ganha por mês.

Por enquanto, prevalece o silêncio. O presidente Paulo Nobre e o diretor José Carlos Brunoro, a não ser que preparam uma tacada de ouro, perdem tempo e a cada dia ficam sem opções no mercado de treinadores.

Cuca já renovou com o Atlético-MG, Abel Braga está próximo do Inter de Porto Alegre, Tite parece uma ilusão, Ney Franco está quase laçado pelo Santos, e Marcelo Oliveira renovou com o Cruzeiro.

Quem mais tem por aí? Vanderlei Luxemburgo? É, pode ser. Não seria surpresa se o treinador aparecer de braços dados com Brunoro e Nobre no Palestra. Luxemburgo, porém, está inclinado a trabalhar fora do Brasil por pelo menos uma temporada. Mas, como ele tem muita identidade com o Palmeiras, vai que…

Quanto aos reforços e renovações de contrato, tudo é mistério. Algumas peças estão na mesa: os atacantes Gilberto, da Portuguesa, e Lins, do Criciúma; o veterano zagueiro Lúcio, do São Paulo, o lateral Joanathan, da Inter de Milão…

No Corinthians, a única certeza é a saída de Tite. Mano Menezes, seu eventual sucessor, aguarda um ok do presidente Mario Gobbi, outro que morre de medo para anunciar a contratação de Mano. Constrangedor.

Tite, por sua vez, faz papel de bobo ao pedir para ficar até a última rodada do Brasileirão. Preterido por Gobbi, já deveria ter ido embora há duas semanas.

Com Mano é certo que Douglas, Danilo, Emerson, Alessandro, Maldonado, Ibson e Fabio Santos não vão ficar. Quem vem? Mistério ou falta de opções? Uma coisa parece certa: Alexandre Pato será titular absoluto com Mano, quer a Fiel queira ou não. Pato fica, desde que não apareça uma proposta de cerca de R$ 40 milhões.

No São Paulo, Muricy Ramalho já soltou os cachorros cobrando agilidade dos dirigentes em busca de reforços. Os poucos jogadores bons que têm por aí já estão negociando com outros clubes, avisa Muricy.

E no Santos, a única certeza é que Claudinei Oliveira não fica. Ney Franco continua na pauta. De reforços, os dirigentes pouco falam.

Por tudo isso, é muito difícil acreditar que os quatro grandes do futebol paulista já elaboraram o planejamento para 2014. Sem caixa, os dirigentes ficam presos ao mercado e aos interesses dos empresários. Tem sido assim há séculos.

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BLOG DO VERDÃO ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• José Carlos Brunoro está no centro do alvo

Por João Pontes
Apresentado como se fosse um astro dos gramados, José Carlos Brunoro recebeu uma camisa 10 do Palmeiras, grafada com o próprio nome, quando assumiu o cargo de diretor executivo do Verdão, em janeiro.

Quase um ano depois, o cartola está com o filme queimado. Virou alvo de ataques. Além de parte da torcida, jogadores, comissão técnica e muitos conselheiros estão insatisfeitos com o trabalho do dirigente no clube.

Ainda criticado pela polêmica negociação envolvendo o atacante Hernán Barcos, Brunoro já vinha sendo questionando por não conseguir um patrocinador para o time. Mas, nas últimas semanas, o tom das reclamações aumentou, por causa do impasse em torno da renovação de Gilson Kleina.

O treinador do Verdão ficou irritado após descobrir, pela imprensa, que Brunoro tentou a contratação do argentino Marcelo Bielsa e sondou outros técnicos do futebol brasileiro.

A amigos, Kleina diz se sentir enrolado pelo dirigente. Na terça-feira, uma reunião de Brunoro com Kleina foi cancelada por causa de uma suposta reunião do COF (Conselho de Orientação Fiscal). Porém, nenhum encontro foi realizado, de acordo com integrantes do órgão ouvidos pelo DIÁRIO.

A demora para resolver a situação do treinador gera irritação no elenco. Para piorar, 13 atletas estão em fim de contrato. Nenhum deles renovou.

“É arriscado ficar esperando e recusar outras propostas. Depois, chega um novo treinador que não quer a permanência do jogador e ele fica desempregado. É uma situação que deve ser tratada com cuidado. Quase metade do grupo ficará sem contrato em dezembro”, disse o goleiro Fernando Prass, nesta quinta.

Outro motivo de descontentamento foi o bicho que Brunoro recebeu pelo título da Série B (cerca de R$ 250 mil). “É um absurdo um cara que não entra em campo ganhar prêmio pela conquista da Série B. Isso não existe. O dinheiro deveria ser repassado aos jogadores”, diz o conselheiro Gilto Avalone.

Nos próximos dias, o COF deve pedir esclarecimentos ao presidente Paulo Nobre sobre o valor do bônus. Procurado pela reportagem do DIÁRIO, José Carlos Brunoro não quis comentar o assunto.

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COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Revolta…

A Mancha Verde estuda não fazer caravana a Campo Grande, para o jogo contra o Ceará, no sábado, como forma de protestar contra a venda do mando de campo.

• …organizada

Com a transferência do jogo para o Mato Grosso do Sul, o Palmeiras terá feito apenas 12 dos 19 jogos como mandante no Estádio do Pacaembu.

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60 respostas em “Verdão na Mídia 22-11-2013: Palmeiras propõe a Kleina metade do salário atual ❘ Folha Online”

Porque o Kleina deveria ganhar mais de 150K?

Foi contratado ganhando 300K.

Salvou o time do rebaixamento? Não!!! Nem chegou perto!!!

Foi bem no Paulista? Não ganhou nenhum clássico.

Foi bem da Libertadores, enquanto manteve jogadores que estavam com muito vontade, foi bem, perdeu um jogo patético do Tijuana.

Copa do Brasil, ridículo!!!! Perdeu do Atletico Paranaense pois entrou com um time todo errado, com 34 volantes, time sem vontade. Mentalidade de Perdedor.

Ganhou a serie B. O Jair Picerni também! E o Palmeiras teve que virar mais de 7 jogos porque o Kleina entrou de novo com o time errado.

Ou seja, o cara até fala bem mas é limitadíssimo, vai sair do Palmeiras e vai sumir.

Esse cara vale 300K? Acho que não vale nem os 150K.

Ele no fundo sabe que sera demitido no meio do campeonato e então quer se garantir.

E imprensinha, vai encher o saco da Bambizada e do goleiro de Hóquei que tomou de 3 da rebaixada Ponte Preta no Pannetone com 50 mil frutinhas dentro, todas alegrinhas…

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