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Verdão na Mídia 27-11-2013: Da irritação ao acordo, Kleina ganha respaldo e vira o técnico do centenário ❘ Lancenet

NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Da irritação ao acordo, Kleina ganha respaldo e vira o técnico do centenário

Por Caio Carrieri, Fabricio Crepaldi e Fellipe Lucena

Durou mais de oito horas a reunião que definiu a renovação de Gilson Kleina com o Palmeiras até dezembro de 2014, que será formalizada nesta quarta-feira. O clube conseguiu contornar a insatisfação do treinador ao atender algumas de suas exigências – estipular uma multa rescisória alta, por exemplo – e prometer a montagem de um elenco capaz de brigar por títulos no ano do centenário.

Foi mais difícil que o esperado. O treinador, que sempre manifestou publicamente o desejo de comandar o Verdão em uma temporada tão importante, mudou de postura depois que a busca frustrada pelo argentino Marcelo Bielsa foi divulgada pelo LANCE!Net e confirmada publicamente pelo diretor-executivo José Carlos Brunoro, minutos após a derrota por 1 a 0 para o Paysandu, em Belém. Kleina foi colocado para conceder entrevista coletiva logo depois e sentiu-se exposto ao ser bombardeado com perguntas sobre o assunto.

Brunoro disse naquele dia que Gilson Kleina passara a ser a primeira opção, mas o encontrou arredio no dia seguinte. Ainda no hotel em Belém, o dirigente se propôs a iniciar as negociações para renovar, mas o técnico se recusou: avisou que só conversaria sobre o assunto na presença de seu agente, Anderson Suave, e externou sua insatisfação com a postura do dirigente, pedindo mais respeito para continuar.

A este encontro seguiram-se mais quatro reuniões, sendo que o salário virou o principal entrave. O Palmeiras ofereceu a Kleina um valor bem inferior aos R$ 300 mil mensais que ele ganha desde setembro de 2012, quando foi contratado por Arnaldo Tirone, mais bonificações por metas alcançadas. O clube foi subindo a proposta a cada encontro e, na última segunda-feira, ficou definido que a decisão final não passaria de terça.

Kleina, acompanhado de seus agentes, encontrou-se com Paulo Nobre e Brunoro e passou horas em busca de um acordo. O acerto saiu, mas ainda assim há desencontros quando o assunto é salário. Anderson Suave diz que não houve redução, enquanto pessoas ligadas à diretoria apontam que o novo salário do comandante será de R$ 200 mil, podendo chegar aos R$ 400 mil em caso de títulos ou vaga na Libertadores.

A partir desta quarta, o planejamento para 2014 será colocado em prática. Isso inclui a contratação de reforços –  Suave diz que alguns nomes já foram abordados na reunião de terça – e a renovação dos contratos de boa parte do elenco atual. Jogadores como Márcio Araújo, Vilson e Leandro agradam a Kleina e a diretoria deve se esforçar para mantê-los.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Kleina aceita oferta, renova e será o técnico do Palmeiras no centenário

Por Felipe Zito e Marcelo Hazan

A novela sobre o futuro de Gilson Kleina finalmente chegou ao fim. Na noite desta terça-feira, após uma longa reunião, o treinador definiu sua renovação de contrato com o Palmeiras e seguirá no comando do clube na próxima temporada. O novo vínculo vai até o fim de 2014.

O salário será de R$ 200 mil mensais. É R$ 100 mil a menos do que ele ganha atualmente, mas, com o sistema de bônus oferecido pela diretoria, ele pode receber num mês até o dobro disso – ou seja, R$ 400 mil.

Uma possível rescisão contratual foi definida da seguinte forma: se Kleina for demitido, o Palmeiras precisará pagar a ele o equivalente a  dois salários como multa – a não ser que o técnico arrume outro clube nesse período de 60 dias. Na prática, funciona, portanto, como um seguro-desemprego de dois meses.

Bancado desde o início pelos jogadores, Kleina nunca foi tratado como prioridade pela diretoria alviverde. As conversas com o treinador campeão da Segundona se iniciaram somente após a negociação com o argentino Marcelo Bielsa não avançar.

José Carlos Brunoro, diretor executivo do Verdão, viajou para Rosario, na Argentina, acompanhado do vice-presidente Gennaro Marino para negociar com o ex-comandante da seleção chilena e do Athletic Bilbao, da Espanha. A alta pedida salarial de Bielsa – cerca de R$ 1 milhão por mês livre de impostos –, porém, impossibilitou a “contratação de impacto” para o ano do centenário palmeirense.

Sem Bielsa, a diretoria chamou Kleina para conversar e lhe apresentou a proposta com sistema de bônus. O treinador demorou para aceitar. Os termos iniciais previam uma diminuição nos rendimentos mensais do treinador (de R$ 300 mil para R$ 150 mil), o que deixou Kleina ressabiado. Uma segunda proposta foi feita no sábado: R$ 180 mil fixos por mês. Não houve acerto. A terceira oferta foi feita nesta terça-feira e agradou a Kleina: R$ 200 mil.

Apesar de ter se sentido desprestigiado após a sondagem da diretoria a Bielsa, Kleina nunca desistiu de acertar com o Palmeiras.
Contratado em setembro de 2012, ele deixou a Ponte Preta e assumiu o Verdão com a difícil missão de livrar a equipe do rebaixamento para a Série B, objetivo que não foi alcançado. Sem ser apontado como um dos responsáveis pela queda, ele permaneceu e teve a tarefa de montar a equipe para retornar à elite do futebol nacional.

Durante a temporada, o treinador passou por momentos delicados antes de garantir o título da Série B. A histórica goleada sofrida diante do Mirassol, no Campeonato Paulista, e a eliminação na Copa do Brasil para o Atlético-PR fizeram a comissão técnica balançar no cargo. A diretoria, porém, alegando conduta profissional, e por não ter recursos para arcar com a multa rescisória, bancou a permanência nas duas oportunidades. Agora, decidiu renovar com Kleina.

Em 15 meses no comando do Palmeiras, Gilson Kleina já disputou 81 partidas, com 41 vitórias, 18 empates e 22 derrotas.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Kleina renova por convicção, mas sem esperar o mesmo da diretoria

Gilson Kleina acredita na força do Palmeiras, por isso aturou todas as indisposições impostas durante exatamente um mês entre a conquista do acesso à Série A do Brasileiro e o acerto de sua renovação. A crença, porém, não é mútua. Toda a negociação mostrou que a diretoria não está convicta de que o treinador é o nome certo para o centenário.

Paulo Nobre nunca teve o técnico entre os seus preferidos. Tanto que cogitou dispensá-lo, ao menos, três vezes, uma delas antes mesmo de ser eleito, e não contratou Marcelo Bielsa, tido por ele e pelo diretor executivo José Carlos Brunoro como o homem ideal, porque faltou dinheiro para pagar quase R$ 1 milhão por mês pela comissão técnica do argentino.

Será com esse ambiente que Kleina terá que lidar em uma das temporadas mais importantes da história do clube. Não à toa, o treinador exigiu uma multa rescisória, consequência de uma redução salarial menos impactante do que a oferecida inicialmente, que lhe servisse de garantia para o caso de demissão repentina. Além disso, foi assegurada autonomia na busca por reforços.

A pessoas próximas, o comandante sempre comentou entender que era a “última opção”. Mas não esperava tamanho desrespeito. Indispôs-se com Brunoro quando o diretor abriu mão da prometida transparência e, enquanto o presidente não cumpria sua palavra de procurar Kleina, foi à Argentina negociar com Bielsa, admitindo tudo publicamente após a derrota para o Paysandu que adiou a conquista do título da Série B. O salário menor foi uma frustração que quase se tornou o fim da linha para o técnico.

Kleina esteve irredutível, não aceitaria menos do que os cerca de R$ 300 mil mensais do contrato que acaba em 31 de dezembro. Entendeu, porém, que poderia ficar desempregado em 2014, abrindo mão de um clube que sempre respeitou. Preferiu ‘engolir’ Brunoro, Nobre, a promessa de reforços e salários de R$ 200 mil que podem chegar a R$ 400 mil de acordo com os resultados.

O presidente, por sua vez, teve que lidar da pior forma com o fato de Kleina ser a “última opção”. Após o fracasso com Bielsa, a esperança era de uma renovação tranquila, o que não ocorreu. Todos os outros nomes têm rejeição no clube, assim como Kleina, e a melhor solução passou a ser manter alguém com bom ambiente no elenco. Por isso, Nobre e Brunoro levaram horas para não ouvir uma negativa do técnico nessa terça-feira.

Lidar com alguém sem grife, como Kleina, preocupa Nobre desde antes da eleição. O agora presidente se reuniu com aliados para perguntar o que fazer com ele, já que tomaria posse exatamente um dia depois da estreia no Campeonato Paulista. Foi convencido de que seria melhor evitar problemas com uma demissão precoce.

Desde então, Kleina correu sério risco de ser dispensado duas vezes, e não escapou em nenhuma delas por ter convencido o mandatário de sua qualidade. O período mais crítico foi no fim de março, na goleada por 6 a 2 do Mirassol. Nobre estava voltando de Portugal quando o time passou vergonha e acabou dando nova chance ao técnico porque demiti-lo custaria cerca de R$ 2 milhões, alta quantia para um clube extremamente endividado.

No fim de agosto, a eliminação na Copa do Brasil irritou a ponto de o comedido dirigente dar bronca pública em treinador e jogadores. Ficou clara a necessidade de troca na comissão técnica, mas com cuidado para a caminhada na Série B seguir tranquila. Por isso, o passo só foi dado após a garantia de acesso.

Mas subir era uma meta cumprida por Kleina, iniciando uma situação concluída da seguinte forma: o Palmeiras terá em seu centenário um técnico que respeita o clube e sabe do peso da responsabilidade, mas que não tem total confiança da diretoria para assumir tamanha missão.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Reforços de peso e centenário do clube, os motivos do ‘sim’ de Kleina

Por Felipe Zito e Marcelo Hazan

O técnico Gilson Kleina começa nesta quarta-feira a fazer o planejamento do Palmeiras para 2014. O acordo selado com a diretoria na noite de terça-feira veio após longa reunião e semanas de especulações. O acesso à Série A foi garantido em 26 de outubro, mas só agora o treinador poderá começar a trabalhar na montagem da equipe para a próxima temporada.

E esse planejamento será feito com reforços de peso. Pelo menos foi essa a promessa feita pela diretoria alviverde para convencer o treinador a renovar contrato com uma redução salarial – ele passa a ganhar R$ 200 mil mensais, contra os R$ 300 mil atuais, mas que podem chegar a R$ 400 mil, caso as metas traçadas sejam alcançadas mês a mês.

Depois da fracassada negociação com o argentino Marcelo Bielsa, o diretor executivo José Carlos Brunoro deixou claro que a permanência da atual comissão técnica era primeira e única opção.

A proposta com salários mais baixos e bonificação por metas atingidas causou estranheza e desconfiança no início. Porém, o papo com Paulo Nobre e Brunoro em Campo Grande, antes do jogo contra o Ceará, no sábado, devolveu ao treinador a confiança.

Na conversa, foi feita a promessa de que Kleina trabalharia com um time competitivo e forte para ter condições reais de alcançar as metas estabelecidas. O treinador se sentia ressabiado por entender que, com o elenco atual, seria difícil atingir os objetivos propostos para o Campeonato Paulista, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro do ano que vem. Brunoro e Nobre garantiram a ele que reforços de peso serão contratados. E Kleina se animou.

Outro ponto que pesou a favor da renovação foi o centenário alviverde. Kleina manifestou publicamente diversas vezes o desejo de ser o comandante da equipe em 2014. Além disso, o apoio incondicional dos atletas e a campanha pela sua permanência mexeram com treinador. Depois de muitas horas de conversa, um final feliz para os palmeirenses.

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BLOG DO PAULO VINÍCIUS COELHO ❘ ESPN BRASIL

• Gílson Kleina fica no Palmeiras. As vantagens, as verdades e os chutes da negociação

A novela da negociação de Gílson Kleina com o Palmeiras não começou no sábado passado, quando a Folha de S. Paulo publicou que o clube pretendia reduzir seu salário — informação dada na quinta-feira pelo Bate Bola. Começou em setembro, quando alguém afirmou que Vanderlei Luxemburgo estava apalavrado, contratado ou como quer que se chame. Todo mudno que publique uma história é responsável por ela. Inclusive este blog, que ontem pela manhã disse que a tendência era a saída de Kleina, por sua vontade.

Não era mentira, era uma tendência, não uma certeza. Havia um tom de despedida, chateação pela redução salarial — este é outro ótimo debate.

De setembro para cá, leu-se que Oswaldo de Oliveira e Dorival Júnior eram prioridades do Palmeiras. Nunca foram. E que oferecer diminuição salarial só poderia signficar a tentativa do clube de que Kleina pedisse demissão e fosse embora. Era a vontade do Palmeiras?

Não era!

Desde que o Palmeiras caiu na Copa do Brasil e avançou na Série B, havia o consenso da parte profissional da diretoria — Brunoro, Omar Feitosa — de que a continuidade era o melhor caminho. E havia a cornetagem assoprando no ouvido do presidente Paulo Nobre que o técnico deveria ter mais nome.

Essa conversa produziu a viagem de Brunoro e do vice-presidente Gennaro Marino à Argentina para conversar com Marcelo Bielsa. A oferta do argentino: R$ 1,5 milhão por mês.

Sem chance!

Se Felipão não volta, se Bielsa não vem, se Luxemburgo está em queda, a troca de Kleina por qualquer outro daria empate. Ou derrota, na versão da diretoria profissional. Claro, porque o novo técnico teria de conhecer o elenco que Kleina conhece. É possível que Kleina não esteja pronto para ser campeão. Acompanhá-lo é fundamental!

Se o Palmeiras ficassem sem Kleina, dificilmente contrataria um bom técnico pelo que pretendia pagar. Se Kleina ficasse sem o Palmeiras, provavelmente não arrumaria outro emprego pelo mesmo valor num clube grande, capaz de disputar títulos nacionais. Kleina queria, então, respaldo. Alguma garantia de que não vai cair na terceira derrota. Alguma certeza de que vai montar um time competitivo.

Vai!

Não um time caro, mas um time capaz de lhe dar condição de brigar por títulos. Se os conquistar, mudará de patamar. O Palmeiras pode dar isso a Kleina. E Kleina pode dar ao Palmeiras os títulos de que o clube precisa? Se não puder, receberá menos dinheiro do que recebia. O acordo pareceu absurdo desde o princípio, mas faz algum sentido.

A frase de um membro da direção palmeirense é brilhante. No Brasil, os técnicos são mais comprometidos com as derrotas do que com as vitórias. Se perdem, recebem altos salários e uma multa extraordinária. Se vencem, dividem o bicho com o grupo todo. Não faz sentido.

Não fazia sentido tentar mudar isso sozinho. Renovar o contrato com redução salarial foi uma vitória da filosofia de Paulo Nobre. Foi. mas a história só será contada assim com um título para avalizar.

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BLOG DO VITOR BIRNER ❘ VIRGULA

• Kleina e Palmeiras não tinham opção; fim da novela foi pautado por decisões realistas e pragmáticas de ambos

O Palmeiras não conseguiria contratar um técnico de grife, tirante algum decadente, com o ótimo salário que ofereceu para Gilson Kleina e o treinador aceitou.

O técnico também não arrumaria emprego em clubes com história rica e torcida tão grande quanto a do Alviverde.

Era interessante, talvez até necessário, para ambos o novo acordo.

Kleina poderá, com a chegada de reforços, exigência dele para aceitar a oferta, conquistar títulos importantes e aumentar seu status profissional.

O dinheiro será consequência, seja no atual clube ou noutro, do sucesso entre as quatro linhas.

Não achei absurda a proposta anterior com vencimentos diretos menores – sem levar em conta os prêmios de acordo com os resultados – que os do contrato válido até o final deste ano.

Tudo isso faz parte da negociação e do momento profissional do Gilson Kleina.

Se tivesse mercado noutros gigantes do futebol brasileiro, não teria aceitado.

Trabalhar no centenário do Palmeiras é um privilégio, além de grande oportunidade para qualquer profissional em ascensão.
Ele conquistou essa vitória pessoal graças aos bons serviços prestados nos últimos anos, como fez no Palmeiras.

As únicas pisadas na bola da cartolagem aconteceram em algumas poucas declarações desnecessárias durante a novela da renovação.

Agora é o momento de tudo isso ficar para trás.

Todos precisam trabalhar juntos, em sintonia.

Só assim vão cumprir a meta de fazer história e alegrar a nação alviverde.

Explico

Todo raciocínio do post foi embasado nos valores que o Alviverde, em crise financeira, se dispôs a gastar.

É lógico que se tivesse, por exemplo, três vezes mais dinheiro, eu pensaria doutra forma.

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BLOG PITACOS DO PALESTRA ❘ LANCENET

• Gilson Kleina era a melhor opção. Agora, precisa provar isso

Por Fabricio Crepaldi

Hoje, não haveria melhor opção para o Palmeiras do que Gilson Kleina para comandar o time no centenário. Em meio a todos os erros na condução do caso, manter o atual do treinador foi um acerto.

Não há nenhuma opção no mercado de técnicos que compense uma troca. Valeria a pena se chegasse alguém do nível de Cuca, Tite ou Marcelo Bielsa. Mas, atualmente, seria impossível. Kleina conhece muito bem o elenco que tem, e sabe como utilizá-lo, e os jogadores adoram o treinador, algo que pesa muito no bom andamento de um time de futebol. E se o problema era financeiro? A direção não encontraria alguém muito acima do atual comandante com salário mais baixo.

Mas agora também será a hora de Gilson Kleina provar que tem esse potencial e mostrar o motivo de ter sido mantido. Se foi primeira ou quinta opção, pouco importa. Será o maior desafio da carreira dele e não há desculpas: participará do planejamento de 2014, começará o ano no comando da equipe e resolverá junto com a direção o nome de reforços que deseja.

Kleina também precisa ter tranquilidade para trabalhar e não ser pressionado a cada derrota. Para isso, precisará ganhar um clássico logo de cara, algo que ainda não conseguiu. 2014 será um ano de provação para o treinador mostrar que pode ser o cara para comandar um clube grande e não é apenas mais uma aposta. O lado ruim será a desconfiança de boa parte da torcida.

Minha opinião: Kleina tem tudo para fazer um grande trabalho, se tiver peças para isso. O grupo na mão ele já tem, qualidade também. Ainda precisa evoluir e parar de cometer alguns erros, mas tem potencial. Eu apostaria na manutenção para o centenário.

De 2008 até hoje, o Palmeiras teve os renomados Vanderlei Luxemburgo, Muricy Ramalho e Felipão. Ganhou um Paulista, uma Copa do Brasil e foi rebaixado uma vez. Ou seja: ter técnico “famoso” não é garantia de nada. Boa sorte a Kleina e ao Palmeiras.

Que o centenário já comece nesta quarta!

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL

• E Kleina fica mesmo no Palmeiras!

Como foi noticiado neste espaço, segundo as informações de um respeitado conselheiro palmeirense, a tendência era a de que Gilson Kleina permanecesse como técnico do clube.

E assim se fez: depois de uma longa reunião- e múltiplas e desencontradas informações de bastidores- Kleina e Palmeiras entraram em acordo para renovação do contrato por mais um ano, dando fim às especulações. Que eram muitas.

Segundo essas especulações, Kleina já estava fora do Palmeiras, que já estaria escolhendo entre Jorginho e Luxemburgo para ser o seu novo treinador, coisa e tal. Comentários típicos do futebol, principalmente em se tratando de uma novela que já se arrastava há algum tempo e com nuances que a tornavam indefinida.

Longe de ser uma unanimidade entre os torcedores do Palmeiras, apesar do título da Série B, Kleina foi definido por um antigo observador palestrino como alguém que “não é um grande treinador, mas teve o mérito de agrupar o elenco. E isso é muito importante”.

É a impressão que tenho também, lembrando-me de algumas eliminações ao longo do ano- Campeonato Paulista, Libertadores frente ao Tijuana, Copa do Brasil com os 3 a 0 do Atlético Paranaense-, além do rebaixamento no ano passado.

Acho, no entanto, que Kleina mereça a chance de provar evolução, caso tenha em mãos elenco mais qualificado, com a vinda de bons reforços, pois já conta com “espinha dorsal” (Fernando Prass, Vilson, Henrique, Wesley, Valdivia, Leandro, Alan Kardec) de respeito.

Se vai dar certo, no Centenário do clube, só o tempo vai dizer. E dependerá muito da direção do Palmeiras.

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BLOG DO LUIS CARLOS QUARTAROLLO ❘ JP ONLINE

• Palmeiras não pode pensar pequeno. Kleina precisa de um elenco melhor para ganhar mais em 2014

Kleina renovou contrato no fim da noite de ontem com salário menor que o atual. Dos comentados 300 ou 350 mil por mês, vai receber ”apenas” 200 mil mensais.

Na atual conjuntura é um salário baixo para um grande clube do futebol brasileiro onde os ganhos chegam até a um milhão.

Se há gente que valha tudo isso ou não é outra discussão, o fato é que já tem gente ganhando isso ou que já ganhou isso até bem pouco tempo.

Apesar da conquista da Série B e de uma boa participação na medida do possível  na Libertadores com o elenco que tinha em mãos, o Palmeiras desvalorizou o treinador.

Gilson Kleina não é o técnico dos sonhos do clube, só fica por falta de alguém que aceite os mesmos 200 mil propostos a ele.

A diretoria se assustou com a alta pedida do argentino Marcelo Bielsa e quando se insinuou para outros treinadores aqui no Brasil sentiu que não conseguiria competir.

Gilson engoliu o sapo em troca de 200 mil por mês e colocou no contrato cláusulas que lhe dão bons prêmios em casos de conquistas.

Ou seja, ganha menos, mas pode ganhar mais se conquistar títulos.

O Palmeiras vai disputar o Paulista, Brasileiro da Série A, Sul-Americana ou Copa do Brasil.

Para ganhar um título em uma dessas competições precisa de um elenco muito melhor que o atual que é apenas bom para a segunda divisão.

O Palmeiras precisa voltar a pensar grande, precisa arrumar parceiros importantes e pensar em ganhar títulos novamente.
Se continuar pensando pequeno cai de novo no ano que vem.

O clube está endividado, é verdade, tem verbas comprometidas desde as gestões passadas, mas é por isso que a gente respeita muito Andrés Sanchez que pegou um Corinthians falido e o transformou num campeão do mundo e ainda de quebra vai deixar algo que nem Vicente Matheus conseguiu, um estádio de verdade para o clube.

Você pode falar o que quiser, mas Sanchez foi empreendedor, buscou alternativas, buscou parceiros, trouxe a torcida junto e fez do Pacaembu um dos estádios mais rentáveis do mundo.

Mário Gobbi, o atual presidente, era da diretoria de Andrés e deu continuidade ao trabalho.

Esse ano acabou mal para o clube, mas os ganhos dessas duas gestões, Andres-Gobbi, ficarão para sempre e o clube se valorizou perante os demais.

O mesmo fez Alexandre Kalil no Atlético Mineiro. Pegou um clube endividado que contratava mal, pagava mal quando pagava e o transformou num clube vencedor tendo chance de repetir o Corinthians campeão do mundo em dezembro, no Marrocos.

Que o Palmeiras pense grande pois ele é grande demais para viver de migalhas e de complexo de inferioridade.

Está na hora de reagir, Palmeiras e depois de um técnico é necessário ter um elenco para disputar títulos.

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BLOG DO ALEX MÜLLER

• Tem que dar paz para trabalhar!

As manifestações da torcida palmeirense nas redes sociais estão bem diversificadas quanto ao anúncio da renovação de contrato do técnico Gílson Kleina por mais uma temporada.

O clube, que havia oferecido uma proposta de redução salarial de 50% ao treinador e mais bônus por títulos conquistados ou vaga na Libertadores, foi obrigado a elevar a oferta para continuar com o treinador.

Gílson Kleina aceitou uma redução menor, de 30%, e obteve outras garantias da diretoria em relação a premiações por objetivos.

Com isso, as partes se acertaram na noite desta terça-feira.

Eu já tinha há alguns dias a informação de que o Palmeiras guardava uma margem para melhorar sua proposta ao treinador, que era justamente aquilo que Gílson Kleina aceitaria se o Palmeiras confirmasse o aumento da oferta dentro da nova filosofia de pagamento.

Após as duas partes se encaixarem nos números, BINGO!!!

Agora, Gílson Kleina poderá apresentar à diretoria sua lista de reforços e sua opinião sobre quem deverá ficar do atual elenco palmeirense. Mas já sei que o treinador colocou como parte de sua negociação de renovação de contrato a garantia de que o elenco será fortalecido.

Kleina trabalha com a ideia de que o grupo precisa ter pelo menos 7 ou 8 reforços para fazer frente aos adversários nas competições do ano que vem, no que eu concordo plenamente.

A partir de agora é dar tempo para as negociações serem concretizadas e, principalmente, paz para o técnico trabalhar, mesmo que muitos torcedores não o quisessem mais à frente do time.

Afinal, o que vai ajudar a torcida insatisfeita ficar pegando no pé todos os dias? Mesmo esses, se forem palmeirenses de verdade, precisam se esforçar para dar tranquilidade, nem que para isso precisem dar uma sumida do mapa.

Depois, se nada melhorar após o elenco ser bem reforçado, aí as cobranças se farão presentes com razão. Mas azucrinar sem contratar, nem um pool formado pelos maiores treinadores do planeta dão jeito com o elenco atual.

Que Gílson Kleina seja feliz, que surpreenda os desconfiados, pois isso significaria a felicidade do sofrido torcedor apaixonado…

Forza Kleina!!! E acelera diretoria!!! Tem reforço bom no colo de vocês e, se demorar um pouco mais, ele pode cair…..

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BLOG DO JORGE NICOLA ❘ IG

• Mustafá entra na parada e Kleina renova com Palmeiras

Por volta das 22h30 de segunda-feira, logo após sair da reunião com o presidente Paulo Nobre, Gilson Kleina garantiu a mim por telefone: “Estou fora do Palmeiras. O presidente está irredutível em relação à parte financeira e não tem como ficar”. Cerca de 24 horas depois, porém, a história mudou radicalmente e o treinador acertou há instantes a renovação de seu contrato com o Verdão por mais uma temporada.

Um personagem foi decisivo para a guinada: Mustafá Contursi. Sim, o ex-presidente do clube! Ele ligou para Paulo Nobre na manhã desta terça-feira e prometeu romper o apoio ao presidente caso Kleina não fosse mantido. Vale lembrar que o grupo de Mustafá tem pelo menos 50 integrantes no Conselho Deliberativo e é maioria no COF (Conselho de Orientação e Fiscalização).

Paulo Nobre então pediu um novo encontro com Kleina. A reunião ocorreu a partir da metade da tarde, no escritório do presidente, na região do Itaim Bibi. Tanto que o treinador nem comandou as atividades na reapresentação do elenco, na Academia de Futebol.

Se estava irredutível na segunda-feira, Paulo Nobre se transformou ontem. E aceitou as três reivindicações do técnico. A primeira dizia respeito ao salário. Kleina ganha atualmente R$ 300 mil por mês e o Verdão só topava bancar R$ 150 mil a partir de janeiro – haveria bônus em caso de títulos. Na segunda-feira, o treinador propôs ganhar R$ 200 mil durante o estadual e R$ 300 mil a partir do Brasileiro.

Depois, a diretoria abriu a lista de reforços que pretende contratar para 2014 e discutiu, nome a nome, com Kleina. Ter autonomia para escolher quem chega e quem sai era uma das metas do treinador.

Por fim, o Palmeiras topou a cláusula que prevê multa em caso de demissão. O valor não foi revelado, mas o clube recuou, pois queria inicialmente um contrato sem punição.

Kleina, que pretendia ficar no Palestra Itália desde o começo, engoliu a frustração por ter sido preterido (ele sabe que o clube procurou vários treinadores antes) e bateu o martelo.

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COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Derrota…

Pedro Renzo venceu nesta terça, em primeira instância, processo que move contra o Palmeiras para provar que não houve sumiço de R$ 290 mil dos cofres alviverdes — o advogado havia sido acusado no clube de ficar com o dinheiro.

• …na Justiça

Caso tenha uma decisão final a seu favor, Renzo pretende mover um outro processo, na casa dos milhões, por perdas e danos. Ele alega que seu escritório de advocacia perdeu quase todos os clientes após as acusações no Palestra Itália.

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OUTRAS NOTÍCIAS :

TV GLOBO – GLOBO ESPORTE → Gilson Kleina aceita redução de salário para ficar no Palmeiras
 
GAZETA ESPORTIVA NET → Após reunião, Gilson Kleina permanece no comando do Palmeiras
 
GLOBO ESPORTE COM → Marcos elogia Kleina e enaltece campanha do Palmeiras na Série B
 
BAND ESPORTE → Após acerto, Kleina e Palmeiras discutem reforços; Alex interessa
 
LANCENET → Palmeiras tenta pagar menos que o acordado e irrita estafe de Vilson
 
GAZETA ESPORTIVA NET → Wendel espera Palmeiras a partir de domingo para concluir renovação
 
ESTADÃO ONLINE → Com técnico definido, Palmeiras pode fechar com o atacante Lins
 
LANCENET → Palmeiras e Adidas antecipam conversas para renovar contrato
 
SPORTV → Gilson Kleina vai comandar o Palmeiras no ano do centenário
 
ESPN BRASIL → Procurador de Kleina afirma que não houve redução salarial em renovação de contrato com o Palmeiras
 
ESPN BRASIL → No ‘SportsCenter’, PVC revela detalhes da renovação de Gilson Kleina com o Palmeiras

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2 respostas em “Verdão na Mídia 27-11-2013: Da irritação ao acordo, Kleina ganha respaldo e vira o técnico do centenário ❘ Lancenet”

Boa Ponte Preta.
Parabens Adidas e Diretoria pelas tratativas de adequacao do contrato ( a Adidas é uma parceira de qualidade e o Palmeiras, aqui sim, uma excelente vitrine – que se melhore este patrocinio do Verdao).
Já que Kleina era ou melhor é, que venham reforcos (5 ou 6 bons e/ou ótimos), que se aproveite a base (tardiamente) e se dispense Leo Gago, Ananias, Felipe Menezes, Charles, Marcio Araujo, André Luis, Fernandinho, Juninho e Rondinelli. Que voltem Luis Gustavo, Denoni, Patrik Vieira e Luan ( ou que se venda bem o Luan).
Desconfiando muito da capacitacao do Palmeiras para 2014 mas torcendo como sempre.

Que o treineiro tenha tempo e jogadores e que a torcida tenha paciência. Somos o 12º jogador e temos que jogar junto com o time.
Entre a informação do Nicola – sobre a pressão do Mustafá – e o que informou o Alex Muller – que a diretoria tinha uma margem pra negociar – fico com o Alex. Por uma simples razão: se o sapo boi tivesse que fazer pressão, já teria feito a tempos!!
Agora é ficar na expectativa sobre quem serão nossos reforços pra 2014! Forza Palestra!!

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