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Arenas – Erradicação da Política.

Por Claudio Baptista Jr.

Peço licença para nessa semana não falar sobre Arenas que é o tema da coluna.

Gostaria da opinião de vocês sobre a erradicação da política em tudo o que envolve o futebol da S. E. Palmeiras,

Na última 2ªf, na reunião do conselho deliberativo do clube onde foram eleitos 06 vitalícios tive mais uma vez a convicção que o resgate da S. E. Palmeiras para uma volta ao cenário de destaque mundial de forma sustentável, passa necessariamente pela total eliminação da política que possa ter alguma influência sobre o futebol do clube.

Presenciei nessa reunião senhores vibrando com a obtenção deste tipo de cargo, que para mim é extremamente prejudicial ao clube pelo fato da meritocracia não ser vitalícia. O bom hoje não necessariamente permanecerá desta forma.

Enfim, esse é apenas um ponto, um simples exemplo. Inúmeros outros estão aí como o famigerado filtro que impõe acordos dentro do conselho para que uma chapa possa concorrer às eleições diretas, a farta distribuição de carteirinhas visando apoio nas eleições, as inúmeras sindicâncias inócuas, o desperdício de recursos do clube onde ninguém é responsabilizado eficazmente entre tantos outros. Tudo, tudo isso tendo como base as relações políticas do clube.

Nosso estatuto, o berço desse tipo de política deverá sofrer uma reforma. Mas até qual nível?

Duvido que saia do forno algo que elimine a política do futebol, que faça a sua gestão ser lastreada única e exclusivamente por profissionais, com critérios de governança corporativa e meritocracia efetivas.

O primeiro passo para tal, seria a completa separação do futebol e social do clube. Separação real conforme mencionado no texto do último domingo:

http://3vv.com.br/2013/12/os-separatistas-de-quebec/

A partir de uma recategorização dos sócios, a abertura de voto para o sócio torcedor e candidatos fora do berço do clube social, a extinção do CD e COF e em substituição por um órgão reduzido, com origens externas no mercado corporativo, multidisciplinar, remunerado e avaliado de forma tangível que por sua vez será responsável por toda a estrutura do futebol, e outras medidas que permitam a construção de um modelo tornando a gestão absolutamente blindada de qualquer política.

Acontece que a reforma estatutária não trará estas mudanças. Estas parecem bem distantes, até mesmo utópicas dependendo do grau de ceticismo.

O novo estatuto poderá trazer algo voltado ao sócio torcedor, tempos de mandato, para concorrer e outras, mas que serão pouco eficazes e passarão longe do problema central, maior, que é a eliminação da influência política no futebol do clube.

Ficaria muito grato em ver ações por parte da atual gestão neste sentido, de identificar claramente que o atual modelo e o que virá através da reforma estatutária não seja algo simplesmente cômodo no sentido da permanência no poder sendo que, no meu ponto de vista, o ideal seria um plano de quebra das estruturas.

A montagem de um bom elenco, o equilíbrio financeiro, o planejamento estratégico, um marketing são ótimos e necessários, porém aplicados dentro do atual modelo e o que virá através da reforma estatutária, tenho para mim que não trarão sustentabilidade, simplesmente porque se tornam frágeis quando é a política que dita os rumos do futebol da S. E. Palmeiras.

Qual é a opinião de vocês?

Abraço,

Claudio.

 

34 respostas em “Arenas – Erradicação da Política.”

Perfeito Claudio.

Infelizmente, nosso atual presidente da SEP N-U-N-C-A ira se expor dessa forma… Como nunca se expos em assunto nenhum dentro do Palmeiras.
Se jamais se posicionou em assuntos menos belicosos do que este, imagina mudar o status quo em que ele cresceu e ganhou seu mais importante presente: a SEP?

A questao eh: se esta presidencia nao tem est clareza, como fica seu discurso modernista e profissional? Se continuar embasadi na politica eh so um verniz sobre um movel velho e decadente.

Outro ponto: se a atual diretoria nao trabalha para o que esta proppsto no texto, como fica a promessa de campanha que claramente citava “separacao clube social do futebol”?

Gde abraco e parabens mais uma vez,
FC

Concordo em termos. Ok, é muito ineressante a separação do futebol clube, mas acho que não existe essa coisa de não ter política.

É um contrasenso falar em voto de sócio torcedor e falar em exclusão da política. A política sempre existirá.. e é benéfica desde que bem regida. Acontece que o Palmeiras é regido por políticos que não são controlados nem um pouco pela torcida (que os sustenta). A torcida não tem representatividade no Palmeiras. Isso é um absurdo. Estamos no séclo XXI.

A separação do futebol é o ponto mais urgente e necessário para a sobrevivência da S.E.Palmeiras dentro das 4 linhas do gramado e do coração de mais de 15 milhões de brasileiros. Muitos dizem que o problema é o Mustaphá mas infelizmente não é só ele. Dentro do clube temos 3 correntes/grandes grupos políticos que se alternam no poder desde 1976: Grupo do Mustaphá e seus nobres fantoches, Grupo do belluzzo/cipullo e grupo do Dellamonica. Isso explica porque mudamos de presidentes e NENHUM DELES encaminha aos sócios a proposta de separar o futebol. Nenhum destes grupos quer perder a “galinha dos ovos de ouro” do clube. Isso explica porque um conselheiro que odeia futebol como o Sr. Contursi insista em querer mandar e desmandar sobre tudo que diga respeito ao futebol do palmeiras desde 1977.
Isso explica porque o Sr. belluzzo não quis encaminhar esta decisão aos sócios quando tinha a faca, o queijo e a aprovação no conselho nas mãos! A única saída que vejo para esta separação ocorrer é ela ser feita em duas etapas: 1- Direito a voto do sócio-torcedor e depois 2- Pressão destes sócios-torcedores e sócios palmeirenses pela separação de dentro pra fora. É minha única esperança. Deveria haver também pressão da Mídia palestrina que em sua maioria não se posisiona sobre o assunto.

Recordando aquele personagem do “Viva o Gordo” DESCULPEM A IGNORÂNCIA DO MACACO, mas os moldes políticos de São Paulo, Santos e Galinhas pretas, só para citar os rivais daqui não são os mesmos dos nossos? Por que eles continuam ganhando títulos e montando times competitivos e nós não? Será que eles têm Conselheiros e Diretores torcedores de outros times para jogarem contra, como nós temos?Será que o problema é o modelo ou são as pessoas?São perguntas para reflexão, só isso, não estou defendendo nem A nem B, só queria mudar um pouco a forma de raciocínio que parece convergir sempre para o mesmo lado, talvez aí podemos ter um outro ponto de vista.

Vou tentar responder, meu caro Luiz. Uma coisa é a tendência, o caminho, o prosseguir com sustentação. Outra é o estado atual, o aqui, o agora.

A separação do futebol profissional do clube social (até e, principalmente, em termos jurídicos) deveria ser adotada por TODOS os times brasileiros. A sua não adoção mostra a longa tendência de queda de relevância do futebol brasileiro no cenário internacional. Principalmente no que se refere a questões financeiras, de valor do negócio.

Com relação ao Palmeiras, o clamor da adoção deste modelo por parte de um grupo de torcedores (no qual me incluo de maneira fervorosa e até passional) é simplesmente no sentido do pioneirismo e da percepção de que este é o melhor modelo em TODOS os aspectos, beneficiando TODOS os agentes envolvidos neste ecosistema (torcedores, impressa, investidores, patrocinadores etc.), com exceção daquela minoria que hoje se beneficia do status quo.

Resumidamente, a tenência é mostrada pela queda do futebol brasileiro como um todo, e o estado atual (Pameiras em relação aos rivais) revela a nossa atual (e persistenet) pobreza administrativa relativa aos nossos competidores.

Espero ter esclarecido.

Claudio, CONCORDO MAIS QUE PLENAMENTE no seu texto, a única saída do Palmeiras se livrar dessa POLÍTICA NEFASTA é a SEPARAÇÃO DO CLUBE SOCIAL EM RELAÇÃO AO FUTEBOL. Mas pelo que estou vendo, é tudo cortina de fumaça, não é que eu estou sendo pessimista, mas as coisa de dentro do Palmeiras sempre foi desse jeito e nunca vai mudar, mas eu gostei dessa ideia de extinguir o C.D. e COF, mas eu já adianto a dizer, É PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL DE ISSO ACONTECER, eu espero que eu esteja errado. ABRAÇOS.

Muito bom o texto Claudio, ja que tudo para o PN é profissionalismo CCO CFO CEO e o escambau, porque ele não mete a caneta e faz o futebol ser profissional de verdade, essa cortina de fumaça é uma maneira de usar o conhecido bom e barato do padrinho.

Cláudio, perfeito! Ninguém que se diz palmeirense pode ir contra isso. Mas o poder corrompe, seduz e muda as pessoas. As opiniões ficam ao sabor dos ventos, quando a política é envolvida. E os donos do poder nao largam o osso facilmente. Por isso, todo mundo vem elogiar aqui, mas não cobra essa postura da gestão atual, defendendo-a com unhas e dentes. Tem é que cobrar isso da direção, dos amigos, dos conselheiros, da oposição que quer vitalícios… De todo mundo! Joguem quanto Tenis quiserem… Mas deixem os profissionais cuidando do futebol!

Boa tarde Claudio, como é possível termos alguma alteração administrativa no Palmeiras se o estatuto foi montado para eternizar as manobras e conchavos políticos, por décadas ?
Você sabe bem as alternativas que viabilizem tais mudanças, entre elas é um choque de gestão denominado, profissionalização de conduta e postura, você é engenheiro, é sabe que cada função tem um procedimento correto, desta forma, qual é o de cada diretor dentro da proposta que Paulo Nobre, expos aos conselheiros que o nomearam presidente?
Se você analisar passo a passo, ocorreram mais erros do que acertos nestes onze meses de gestão, mas houve a correção necessária?
Os parâmetros são diferentes a cada momento, a figura de um ex presidente , assusta a quem deve lutar contra os paradigmas que existem na sede social há 37 anos, o FUTEBOL, é um produto rentável, tem publico LEAL , receitas fabulosas, e administração amadora, não possuir um patrocinador máster , com um staff, “profissional´´, é algo que demonstra ter falhas o sistema, pelo qual estamos tão esperançosos , a marca em si não tem problemas, mas produzir mingau em embalagens plásticas flexiveis , ainda não é possível, mas no Palmeiras administrar o FUTEBOL, como um condomínio de veraneio , ainda é visto por todos!

A SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS, É O RETRATO DO NOSSO PAÍS Não existe vontade política pra se fazer Mudanças !!!!Talvez quando entrar na presidencia um PAULO- DURO e não o contrario como existe HOJE !!!………………Aí TALVEZ !!!!

Resta saber se o PN concorda efetivamente com a separação que ele mesmo pregou na sua campanha, ou se vai se apoiar na muleta da dificuldade política para essa mudança. Dizer que esse tipo de proposta é muito avançada para ser proposta para os conselheiros retrógrados do clube é uma desculpa esfarrapada.

O Juju Bebêncio dos Bambis disse que não quer o bom ala/lateral Cortês (está no Benfica), mesmo o Muriçoca querendo. Seria uma boa pro Verdão. Ele sabe atacar e tbm pode armar jogadas. Lí algumas especulações no Lancenet, com alguns nomes sulamericanos…se vingarem mesmo, poderemos ter um time, ao menos, competitivo…mas, nada estupendo. Nomes como: Bruno César, Lúcio, Elano, laterais Medina e Jorge Moreira. Vamos fantasiar: 4-4-2: Prass, Medina, Lúcio, Henrique e Cortês. Eguren, Wesley, Valdívia e Bruno César. Leandro e Kardec. Ou 4-5-1: Eguren, Wesley, Elano, Valdívia e Bruno César. Kardec.

Concordo plenamente, mas…fiquei com uma pergunta na cabeça que quero compartilhar: Aonde queremos chegar sabemos. O como chegar depende da boa vontade “deles”, e sabemos que se não for em benefício próprio, não há boa vontade “deles”. Será que não conseguimos mudar esse jogo dento das regras atuais ? Pressão, exposição de nomes , de gastos, atribuir obrigações (afinal “eles” se acham os guardiões do Palmeiras), fazer com que o “fardo” seja gradualmente mais pesado. Não sei. Vcs que conhecem as entranhas do clube podem opinar. Sou apenas um Palmeirense, Apaixonado e Sócio Torcedor. abs

Rebelo, existem alguns caminhos dentro das regras atuais.
Elaborar uma proposta ampla e:
– Os sócios pedirem uma AG.
– O CD reunir assinaturas e pedir uma AG.
– O presidente pedir uma AG.
Qual desses caminhos deve ser adotado?
Eu excluiria de cara o CD por questões obvias.
Pelos sócios a questão mais complicada é a praticidade.
Através do presidente é questão de querer e ir contra o sistema. Mas será que ele quer mesmo? No mínimo o apoio da torcida e da mídia ele terá. Enfim…
Abraço.

É isso Claudio. Vc foi no ponto nevralgico do PALMEIRAS. Todos nos sabemos que essas mudanças nao acontecerão do dia para a noite. Mas se algo começar nesse sentido ja sera um avanço. Porem se nada acontecer ai é preciso fazer valer a vontade dos verdadeiros donos do PALMEIRAS. Os torcedores. A torcida do PALMEIRAS precisa abraçar o clube e influenciar nas mudanças necessarias. A pressão feita de forma pensada e continuada funciona. Temos bons exemplos mostrando isso fora do nosso clube. Pressão em cima do elenco é tiro no pe. Em cima dos gestores, conselhos ai sim. Eu gostaria muito que o CENTENARIO fosse uma marca nesse sentido e que a torcida do PALMEIRAS se faça presente nas decisões do clube. De preferencia pelo amor. Se nao for possivel que seja pela dor.

recomendo que todos leiam também o texto que um desses idiotas, que defendem os vitalícios, no turiassu1840, pra eles é como se fosse um hobbie, se achar importante.. Legal que ao ler todo o texto, só aumenta o sentimento de revolta quando há esse tipo de eleição

Perfeito, Claudio!
Mas essa separação do futebol do social está cada vez mais distante. Não parece que irá brotar algo tão revolucionário de um espaço tão arcaico e tão preocupado em manter seu próprio poder, como é o CD.

E isso é exatamente o que eles não querem que aconteça, a separação do clube social do futebol, pois é dai que sai o dinheiro para a reforma das quadras de tênis, para a sauna, etc….. muitos deles nem devem pagar mensalidade no clube

Muito lucida a sua explanacao Claudio. A meritocracia nao é vitalicia mas a cegueira infelizmente parece ser, pelo menos em parte substancial do conselho do Palmeiras. Uma pena o que eles vem fazendo com o futebol do clube há muitos anos. Infelizmente também que a reforma estatutária provavelmente nao vai avancar nada.

É a política clube de colônia. Simples assim !!!
O dia que desejarem transformar o Palmeiras em clube rentável, profissional, tudo isso (vitalícios, carteirinhas grátis, filhos e netos na administração por indicação do pai e/ou avô, etc.), daí sim o clube poderá ser chamado, verdadeiramente, de CLUBE DE FUTEBOL.
Enquanto isso, tudo (na verdade nada) que acontece são cosméticos para maquiar e assim será eternamente.
E o Palmeiras apenas mais um clube coadjuvante de campeonatos brasileiros que se seguirão.

Mustaphá manda e desmanda no verdão. Coloca seus aliados para atrapalhar o Palmeiras.
Paulo Nobre, Brunoro o “sem tesão”, Feitoza zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
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Papai Mustaphá está contente.

Concordo em gênero, numero e grau com você Claudio. Enquanto a SEP for regida por este tipo de regimento interno ( n é exclusividade só nossa) a tendência cada vez é vermos times medíocres, pessoas brigando por um ingresso gratuito para os jogos e o clube social levando cada vez mais dinheiro do futebol para se sustentar. Agora vai aqui minha corneta para o PN. O senhor está tentando implantar o contrato por produtividade ( ótima ideia ), mas isto para funcionar no Brasil os outros clubes teriam que aderir tb, talvez uma união entre todos facilitaria este tipo de proposta e o diferencial entre cada um seria a bonificação por metas mas os salários teriam um teto.Outra questão presidente, ta na hora de acordar, pois enquanto o senhor não mostrar que tem o poder da caneta na mão, qualquer presidente que assumir a SEP será refém destes que se dizem palmeirenses e na verdade são aversos a SEP e só prejudicam a Instituição chamada SEP. Ta na hora de dar um basta nisto e promover a separação do social do futebol e dissolver esta porcaria do COF e do CD que ao invés de ajudar só atrapalham e ainda dão despesas para a Instituição ( reuniões regadas a comoes e bebes, ingressos, cadeiras e camarotes gratuitos). Acabe com esta porcaria que se chama COF e CD e contrate pessoas profissionais para gerir a SEP e tenho certeza que será ovacionado por mais de 16.000.000 de PALMEIRENSES espalhados pelo Brasil e pelo mundo. ACORDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA PRESIDENTEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE, Senão será motivo de CHACOTA PELO RESTO DE SUA VIDA PELOS QUE REALMENTE AMAM A SEP, NÓS TORCEDORES VERDADEIROS E CONSUMIDORES DE PRODUTOS. Desculpem pela sinceridade, mas sou sócio torcedor do interior de SP, dificilmente vou a jogos mas amo minha SEP e por isso contribuo assim como exitem inúmeros sócios torcedores na mesma situação minha e exigimos mais respeito para com NÓS, pois o senhor está cometendo o mesmo erro de gestões passadas, ou seja, deixar algumas mumias que existem dentro da SEP contralar a tudo e a todos e se for assim não precisamos que nos concedam o direito a voto pq não iria adiantar nada.

Claudio Batista Jr;

Em cima deste comentario do Clistenes Pavan, é tão simples assim, que o atual Presidente PN faça todas essas mudanças, ou pelo menos, se organize para tentar fazer isso no seu mandato de Presidente ?????

Abraço.

Luiz Claudio, voltamos a política.
Como o Paulo Nobre foi eleito?
Existe a justificativa da governabilidade como justificativa para não se bater de frente.
Mas será que é só isso? Será que existe alguma acomodação e segurança dentro desse modelo com lastro na política?
E a questão que se pode levar ao presidente. Como ele quer entrar para a história?
Abraço.

Concordo 100% com o texto. Enquanto não separarmos o clube social do futebol estaremos sempre à mercê de conselheiros (não todos) muito mais voltados a interesses próprios do que aos interesses do Palmeiras.

Cláudio excelente texto. Concordo plenamente com suas palavras e tbm entendo que somente com a separação do futebol do clube social, o Palmeiras irá voltar a ser o Palmeiras que todos nos amamos. E esse modelo de administração que você citou seria o ideal. Hoje existem pessoas no Palmeiras…, melhor, a mto tempo existem pessoas no Palmeiras que só estão preocupadas em saber da quadra de tênis ou da sauna. Enquanto nós torcedores sofremos com o que vemos. De uma forma até mais radical, ao meu ver, deveriam separar até fisicamente o futebol do clube social

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