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Por onde anda? Alexandre – O Rebaixador

Por Ricardo Fragoso

Então é natal. E um dos zagueiros que mais cultuavam o espírito natalino era Alexandre Pereira de Souza. Um verdadeiro desabonado quando o assunto era entregar presentes aos times adversários.

Impossível desassociar a imagem do zagueiro ao rebaixamento de 2002. Tratado como o vilão do descenso, o zagueiro foi um dos responsáveis pela despromoção do clube naquele ano, e ficou marcado como o maior símbolo da queda.

Nascido em São João Evangelista, município mineiro situado a 280 km de Belo Horizonte, no dia 18 de junho de 1975, o defesa central começou cedo sua vida no futebol.

O filme da carreira do jogador inicia-se com 16 anos de idade no Valeriodoce Esporte Clube, time fundado por funcionários da empresa Vale do Rio Doce, em Itabira/MG.

Atua pelo time principal do Valeriodoce EC nos anos de 1994 e 1995, disputando a Série C do Campeonato Brasileiro. Após boas performances no terceiro escalão e no futebol mineiro, o Atlético-MG acerta a contratação do jovem promissor.

Em 1996, chega ao time principal do Galo Mineiro. Na equipe da capital, disputa o Campeonato Estadual de Minas Gerais, sagrando-se vice-campeão, alinhando em 26 jogos daquela competição e apontando dois gols.

Na época, o clube português Vitória de Guimarães SC procurava no mercado brasileiro jovens com potencial para jogar no futebol lusitano. E assim, Alexandre, com 21 anos, ingressava no futebol português.

Logo de início, em um golpe de sorte, numa dessas ranhuras da vida, o jovem Alexandre se viu como titular da equipe lusitana quando o titular absoluto da posição, o português Vitor Silva, se lesionou no início da temporada, forçando o treinador Jaime Pacheco a lançar o jovem brasileiro no onze inicial.

Assim, Alexandre fez sua estreia oficial como titular da ‘camisola’ do Vitória Guimarães no jogo de ida da primeira eliminatória da Taça UEFA de 1996/1997, disputado no dia 10 de setembro de 1996, frente ao forte conjunto italiano do Parma FC, no estádio Enio Tardini.

Sem se intimidar diante dos italianos Gianfranco Zola e Enrico Chiesa, o mineiro de gema não poupou vontade e disposição, impulsionando os lusitanos à classificação no agregado. A partir de então, o defesa central tomou conta da posição e marcou seu nome no time português.

Forte e poderoso no jogo aéreo, o zagueiro ajudou o Vitória SC na campanha que levou o time ao quinto posto do Campeonato Português de 1996/1997. Na temporada seguinte, a equipe teve a defesa menos vazada do Campeonato Português, com Alexandre no eixo defensivo do time, em uma brilhante campanha que levou o clube às provas internacionais, somente atrás de Porto e Benfica.

Ao que consta na grande rede mundial de computadores, à época, choveram propostas de clubes espanhóis e italianos pelos serviços de retaguarda do defensor.

Nenhuma das propostas seduziu o jogador, que permaneceu no clube vimaranense para a temporada seguinte. De fato, o treinador Zoran Filipovic catalogou Alexandre como imprescindível, tamanho o protagonismo evidenciado na época anterior.

Em 1999, porém, o zagueiro perdeu pujança. Durante toda temporada foram inúmeros episódios de indisciplina e falta de aplicação do jogador. Com a sucessão de erros dentro de campo também, Alexandre foi perdendo o enorme prestígio que gozava junto da massa associativa do Vitória Guimarães.

A paciência da diretiva do clube acabou, e o zagueiro foi definitivamente afastado do time principal. Em Dezembro de 1999, Alexandre viajou para o Brasil a fim de passar a quadra natalícia com os familiares. Sucede que, terminado o período de férias concedidas pelo Vitoria SC, o jogador não compareceu em Guimarães no dia aprazado para o reinício dos trabalhos.

Então, o Vitória de Guimarães cedeu o jogador por empréstimo ao Cruzeiro/MG. Comandado pelo treinador Marco Aurélio, Alexandre representou o Cruzeiro durante o Campeonato Estadual de Minas Gerais e ajudou o clube de Belo Horizonte a conquistar a Copa do Brasil do ano 2000.

Terminado o período de empréstimo, o clube português solicitou o retorno do zagueiro para Guimarães, com o intuito de integrá-lo ao plantel para a nova época de 2000/2001. Porém, Alexandre pretendia continuar no Brasil, o que resultou em cinco meses de inatividade do jogador, até que em junho de 2000, o Vitória de Guimarães chegou a uma plataforma de entendimento com Atlético Mineiro, cedendo-o novamente por empréstimo.

Após campanhas lastimáveis pelo clube mineiro, tanto no Brasileiro de 2000 como no Estadual, o Vitória Guimarães finalmente aceita rescindir o contrato do atleta que acabaria em 2003.

Assim, iniciava-se o tenebroso capítulo de Alexandre com a camisa alviverde.

Em fevereiro de 2001, o treinador com canície Marco Aurélio requisitou a contratação do antigo comandado nos tempos de Cruzeiro. O Palmeiras acertou com o jogador em março, já com Celso Roth como chefe.

Aos 26 anos de idade, inicialmente, Alexandre nem era relacionado pelo treinador gaúcho. Porém, em abril de 2001, Alexandre estreou diante do Guarani, em vitória diante dos índios em Campinas.

O jogador substituiu Paulo Turra e agradou. Com Alexandre na zaga, o Palmeiras alavancou sete vitórias seguidas. A voluntariedade do defesa, somada a boa impulsão, eram os principais atributos do zagueiro.

Logo, porém, o jogador começou a se desgastar com o elenco palmeirense. Visto por muitos com um ‘traíra’ por criticar companheiros publicamente, o zagueiro tinha personalidade forte e não se escondia de entrevistas em momentos de crise.

Às quartas de final da Libertadores de 2001, Alexandre fez o gol de empate diante do Cruzeiro no Minerão, levando o jogo às penalidades. O Palmeiras passou, e pegou o Boca Junior nas semis.

Contra o Boca Juniors, Alexandre fez falta violenta em um jogador argentino no Palestra Itália, sendo expulso e prejudicou demais a equipe alviverde, que acabaria por perder nos pênaltis. Esta vilania, todavia, fica diminuta quando comparada com o que estava no horizonte.

Em 2001, foram 44 jogos e 4 gols. Praticamente titularíssimo, Alexandre tinha Leonardo como o principal companheiro de zaga, em dupla para arrepiar os calafrios até do mais gélido torcedor palmeirense.
Durante o ano de 2002, Alexandre permanecia intocável na linha de guarida alviverde. Leonardo, Thiago Matias ou, posteriormente, César completavam o dueto defensivo verde e branco.

Problemas de relacionamento, jogadores limitados, trocas de treinador, contusões, pressão da torcida, maus resultados, nervosismo. O Palmeiras de 2002 era um avião sem asas descendo em polvoroso rumo ao solo.

O ‘racha’ no elenco do Palmeiras ficou evidente quando Alexandre e o meio campo Juninho brigaram no treino em meados de 2002, resultando em multa aos envolvidos.

O Palmeiras em crise tinha com um dos principais interlocutores o nervoso Alexandre. Os microfones sempre o procuravam após cada tropeço, e a imagem do atleta ficava cada vez mais ligada às derrotas e às desculpas.

Tudo culminou na noite de 13 de novembro de 2002, penúltima rodada do Brasileirão. Palmeiras e Flamengo faziam o ‘jogo do medo’. As duas equipes buscavam tripudiar o descenso. O Palestra Itália lotado viu Alexandre, logo na primeira meia hora de jogo, recuar de cabeça para o goleiro Sérgio.

Passe curto, interceptado por Liedson, que só teve o trabalho de bater Sérgio e empurrar pro gol. Uma digna pixotada de alto quilate, até para os padrões de Alexandre.

Mas o pior estava por vir. Em 17 de novembro, partida imprópria para os cardíacos, o célebre jogo do Barradão, Alexandre apresentou a jóia da Coroa de seu cartel de trapalhadas.

Palmeiras e Vitória-BA empatavam quando, em jogada bisonha, o zagueiro cabeceou com o cocuruto uma bola rasteira (uma de suas especialidades era o peixinho em pé), a bola bateu nas costas de Zé Roberto, voltou na canela de Alexandre e caprichosamente se ofereceu para o rubro negro completar para o gol.

A seguir, o Palmeiras pressionava em busca do empate, mas o zagueirão fechou a tumba e enterrou o Palestra de vez. Em um lance simples, entregou de bandeja a Aristizábal, que chutou forte. Sérgião ainda fez milagre ao espalmar, mas André Balada pegou o rebote e sacramentou a queda alviverde, enquanto Alexandre, petrificado, apenas assistia.

Após sua colaboração especial, Alexandre sucumbiu em lágrimas ainda em campo ao término da partida, ficando selado para a eternidade no retrato da queda.

Sem clima para permanecer, o zagueiro passou pelo Goiás em 2003, Ponte Preta em 2004 e Grêmio em 2005. Mudou-se para Al Ahliy dos Emirados Árabes Unidos, futebol menos exigente e mais benevolente com o perfil técnico do defensor.

Retornou para o Brasil em 2010, já com 35 anos, para jogar pelo Villa Nova de Minas Gerais. Em 2012, com 37 anos, Alexandre pendurou as chuteiras.

Atualmente, Alexandre mora em uma fazenda em São Pedro do Suaçuí em Minas Gerais, onde cria cavalos.

Entre 2001 e 2002, foram 96 jogos, 10 gols, incontáveis pixotadas e um fardo do rebaixamento a se carregar.

Em campo, se via um jogador que incorporava o espírito do xerifão, porém com a parte emocional estremecida. Limitado tecnicamente, em muitas oportunidades Alexandre tentava compensar na base da força de vontade. Só que às vezes, provavelmente, o zagueiro se esquecia disso, e tentava fazer bonito. De peito estufado, nádegas arrebitadas e queixo pro alto, o defensor fazia esgotar o estoque de maracugina da torcida palmeirense.

Alexandre, que já se declarou palmeirense, é – talvez sempre será – um dos maiores anti-heróis da história da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Saudações Palestrinas e boas festas!

 

1Alexandre e Nedved

Alexander - Nedved

2 O retrato da queda

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35 respostas em “Por onde anda? Alexandre – O Rebaixador”

Olha, li todos esses comentários e até gostei da sinceridade dos (amigos) mas o q muitos não sabem é q aquela merda de time era cada 1 por si , e que ninguém se dava, era 1 covil , e q o Wanderley largou o time foi p porra do cruzeiro no início do brasileiro e veio o Murtosa q não sabe nada, isso nuca vi ninguém falar nada,e outras milhões de coisas q acontecia ali q só fica ali , mais o futebol é assim mesmo sempre tem q tet 1 filho da p. Pra pagar o pato, agradeço pelos comentários q só me ingrandecem .

eu acho que o time mais rebaixável da história do Palmeiras foi sem dúvidas o de 2006. enilton, márcio careca, juninho bichado, porpeta gordo feito uma porca, ricardinho japonês, alceu de titular… e a dependência da farsa paulo baier e do ex-ídolo ator enganando geral e matando contra ataques.

e do alexandre eu gostava até 2001, achava ele bem melhor que umas bizarrices tipo paulo turra, mas 2002… deixa quieto

TODAS AS OPINIÕES DOS AMIGOS QUE AQUI SE MANIFESTARAM, SÃO VÁLIDAS. APROVEITANDO ALGUNS COMENTÁRIOS, TAMBÉM ACHO ELE MAIS AZARADO DO QUE VILÃO. LEMBRO DELE SE QUEIXANDO NUMA ENTREVISTA, DIZENDO QUE O MARCÃO, ELE E OUTROS COBRAVAM O GRUPO E MANDAVAM ELES TOMAR NAQUELE LUGAR.
PAULO ASSUNÇÃO, QUE RECENTEMENTE ESCAMOTEOU NOS BAMBIS, TAMBÉM FOI UM CITADO ACIMA, QUE TAMBÉM ODIEI. LEMBRO AINDA DO MALDITO DODÔ RINDO NO BANCO DE RESERVAS. A VERDADE, É QUE NAQUELE ANO, O JOGO CONTRA O FLAMENGO (TRAGÉDIA TOTAL, EU FUI, BATEMOS O CARRO, TOMAMOS UMA PUTA CHUVA) E O JOGO CONTRA O VITÓRIA SÓ CONFIRMARAM UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA. NA CAMPANHA TODA, COMEÇAVAMOS GANHANDO E TOMÁVAMOS VIRADA. LEMBRO QUE FOI ASSIM CONTRA GAMA, E OUTROS. COMO EM 2012, FOMOS ROUBADOS AOS MONTES, LEMBRO DE UM JOGO CONTRA O SANTOS EM QUE ZINHO FEZ UM GOL DE FALTA EM QUE A BOLA BATEU UM METRO DENTRO E ANULARAM. LAMENTAVELMENTE, O BOM E BARATO, A FALTA DE SORTE E DE INFLUENCIA NOS REBAIXOU. TUDO IGUAL A 2012. PARA FINALIZAR, LEMBRO AINDA DE GALEANO JOGANDO PELO BOTAFOGO/RJ JOGANDO UM PENALTI FORA NUM JOGO QUE VENCEMOS A ELES. DIZEM QUE, PAULO MARACAJA, PRESIDENTE DO VITÓRIA NA ÉPOCA, PEDIU “APENAS” 800 MIL PARA LIVRAR NOSSA CARA, MAS A BALEIA DO DIABO NÃO QUIS.
EM RESUMO, EM 2002 ATÉ BOAS ALMAS TENTARAM NOS SALVAR, MAS O DIABO ENCARNADO COMO UMA BALEIA NÃO QUIS. TAMBÉM ESPERO QUE ESSE PESTE DO INFERNO E SUA GANG DEIXEM O PALESTRA, PREFERENCIALMENTE VOLTANDO AO INFERNO.

TEM QUE EXORCIZAR AQUELA ALAMEDAS DA TURRIASU, E TIRAR MUSTAFA E SUA TURMA DE LA, ME LEMBRO DE UM EPISODIO NA PORTA DO PALESTRA O MUSTAFA SAINDO, TODA A TORCIDA PERGUNTANDO SE IA RENOVAR O CONTRATO DE UM GRANDE JOGADOR A EPOCA, ELE FALOU, VAMOS VER, E MAIS FACIL VENDER DO QUE RENOVAR.

O PIOR LIXO, O CULPADO MAIOR SE CHAMA MUSTAFA CONTURSI, QUE MONTOU ESSA BOSTA DE TIME, OLHA O PATROCINIO NA CAMISA, AINDA ENGANOU A TORCIDA, COM A POLITICA DO BOM E BARATO.

O Alexandre, conforme o colunista bem lembrou, era esforçado, suava a camisa, gostava de ser o xerife e só! Aliás, aquele time que o Luxemburgo abandonou era muito ruim ( Itamar, Dodo, Paulo Assunção, Rubens Cardoso, Leonardo, Leo Moura….). Tá difícil para o colunista achar nos últimos anos boas lembranças, talvez se buscar em 73/74 ( Luiz Pereira, por onde anda?) ou 93/94/96 (Daniel, Mazinho, Luizão por onde andam?) encontraremos boas lembranças.

Eu tinha 13 anos em 2002, gostava do jogo aéreo do Alexandre. Pra mim, o maior vilão do rebaixamento (principalmente no jogo do Barradão) foi o lixo do Paulo Assunção, que fez aquele pênalti ridículo. Só lembro de eu chorando e xingando ele, falando que se encontrasse ele na rua ia dar porrada.. hahahah.. só eu acho isso?

Tbm acho. Aquele penalti bosta, veio puxando o cara desde o meio campo e deixou pra derrubar dentro da area. Juvena fdp. Mas o alexandre era uma bosta, enterrou a gnt no final de 2002 e ainda vi reportagens dele tirando o corpo ano passado. Ele era xarope dentro e fora de campo. lixo

Essa coluna demonstra quão prejudicial tem sido o bom e barato para o Palmeiras nos últimos anos! Só mesmo os dirigentes palmeirenses é que não querem enxergar o fracasso que tem sido essa política deles ao longo dos anos. afinal de contas a estatística prova isso: dois titulos em treze anos.

Alexandre e Leonardo começaram muito bem em 2001. Ambos estavam jogando demais, deixaram o Argel no banco na Libertadores. Por mim, Leonardo e César teriam sido a zaga titular de 2002. Leonardo nunca comprometeu, até foi titular em 2003 na campanha do acesso.

Concordo com o Julio Sartori, deveríamos usar este espaço para valorizar os que passaram por aqui , esquecer e não menosprezer os que passaram sem muito brilho… porem não esqueço de uma entrevista dele depois de uma derrota dizendo que os mais novos mandavam os mais velhos tomar naquele lugar quando ele cobrava empenho… foi de doer

Este tipo de jogador vem para o Palmeiras para enganar.
Normalmente se acham os tais, não jogam nada, são irresponsáveis, indisciplinados e fazem de tudo para mostrar corpo mole; Tá na cara que boicotam a equipe e contaminam o elenco. São uns fracassados.
Tenho quase cinquenta anos e acompanho o Palmeiras desde a década de 70 e estes personagens repetem o mesmo papel. Geralmente são jogadores “garimpados” ou “escolhidos a dedo”, e as Diretores sempre caem no mesmo conto e se empenham em contratá-los.
Este papo de jogador barato e tal é coisa crônica no Palmeira; sempre dá nisso, entra ano e sai ano; Normalmente o jogador a ser “lapidado” é contratado após longa negociação – tem grande concorrência com outros times como Jucuriassenese FC, Tamaios da Serra EC, etc. Após longa batalha para “convencê-lo” a jogar no Verdão, o “diamante encoberto” estréia como titular absoluto da posição e aos poucos mostra quem é de fato; Agonizante na posição, não tem substituto a altura; Quando muito tem confiança total do técnico mas amarelam em jogos importantes ou decisivos e assim nosso Palmeiras fica pelo caminho, decisão após decisão, campeonato após campeonato, ano após ano; Décadas no mesmo caminho.

Na minha opiniao o Leonardo era pior. Alias ele (Leonardo )faz parte do triunvirato negativo da minha história de torcedor ao lado do Paulo Baier e do Martinez (eu sei que tecnicamente nao foram os piores da história mas vieram com muito holofote e expectativas e só me desapontaram e causaram muita irritacao. Eram REMENEN (resolve merda nenhuma).

vontade, essa aprece ser a “característica” dos jogadores que o Palmeiras contrata nos últimos anos.

Sou fa número um dessa coluna, mais acho desnecessario reportagens desse tipo, pois alem de humilhar o o ser humano, ele nao se escalou sozinho, alguem colocou. Se partimos de reportagens deese nivel, temos que primeiro falar dos chefoes que estao anos no Palmeiras e nao ajudam em nada, poderia citar mais de 10 mais a torcida alve verde sabe de cor os nomes. Por uma verdao muito maior do qus ja é, minha vida é voce verdao. Obrigado pela oportunidade

Julio,

Concordo totalmente com você. Mania que alguns tem de depreciar jogadores que vestiram a camisa alviverde. Culpa dele? Oras, culpa de quem contratou e de quem escala.
Temos tantos jogadores que honraram o manto e que deveriam ter sua estória contada aqui, mas não…vamos de Alexandre, Gioino, Boiadeiro…

Nossa, cada um que me aparece…..rs…. Ele me lembra demais o nosso querido Mauricio “paulada” Ramos….. Imaginem uma dupla de zaga com esses dois…

Um dos piores zagueiros que vi jogar com a camisa do Palmeiras e dos jogadores, foi um dos principais responsáveis pelo rebaixamento em 2002, só perdendo para o enganador Dodô.

Peixinho em pé… hahaahaha
Concordo com o xará que comentou que o Luxemburgo foi o principal responsável por aquele rebaixamento. Até hoje acho que ele desmontou o time de propósito e caiu fora. FDP!

Concordo cara, aliás a historia contada acima também con corda com nós dois.
Eu li a história de um bom zagueiro que sempre foi bem e titular em todos os clubes que passou porém teve um ano TRÁGICO, e logo no Palmeiras……

Na minha visão o Alexandre é um dos principais VILÕES da queda para a segundona em 2002 e mais uma CAÇAMBA, afinal, se não um dos primeiros de muitas caçambas que o Palmeiras acumula até hoje.

Excelente escrita que nos remonta aos tempos que, imaginávamos, nao voltariam mais.

Gostei da foto, pois há muito nao via Nedved, um jogador pelo qual tenho imenso apreco.

Na minha opinião ele não é vilão, vilão é aquele cara que deixou o Magrão ser emprestado pro São Caetano, que deixou o Alex ir pro cruzeiro, esse sim é o vilão, mais conhecido com Vanderlei Luxemburgo.

Jogamos a serie B inteira sem volante, o bosta do Luxemburgo achou que Arce seria nosso grande volante na série B, mas o bosta parece nunca ter percebido que o Arce era pior que o Valdivia marcando.

Tenho uma duvida o Alexandre é o Maurício Ramos de 2002 ou o Maurício Ramos é o Alexandre de 2012?

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