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Verdão na Mídia

Verdão na Mídia 01-02-2014: Lúcio nega ‘gosto especial’ em reencontro com o São Paulo ❘ Globo Esporte Com

NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Lúcio nega ‘gosto especial’ em reencontro com o São Paulo

Por Felipe Zito

Dono de uma carreira vitoriosa e com passagens por grandes clubes do futebol europeu, Lúcio retornou ao Brasil em janeiro do ano passado após doze anos no exterior. O recomeço em seu país, porém, não foi dos melhores. No São Paulo, não conseguiu regularidade e, após atritos com Ney Franco e Paulo Autuori, acabou afastado pela diretoria tricolor.

Sem jogar ou treinar com o restante do elenco durante todo o segundo semestre de 2013, o zagueiro acertou rescisão no início da temporada e assinou com o Palmeiras um contrato válido até o fim de 2015. Neste domingo, no primeiro reencontro com o ex-clube, o jogador nega qualquer mágoa ou sentimento especial.

– Não estou ansioso. Já tive experiência de jogar contra ex-clube e para mim é normal. Quero descansar e pensar só no Palmeiras. Tenho de analisar o que foi bom e ruim no jogo contra o Penapolense e encarar a próxima partida como mais uma – disse o defensor.

– Acredito que não preciso mostrar nada para ninguém. O que passou, passou. Vamos olhar pra frente. Estou feliz no Palmeiras e este será um jogo importante para o clube. Mas sem rancor, mágoa ou coisa assim. Não tenho isso no coração – completou.

Com a saída de Henrique e as lesões de Victorino, Tiago Alves e Thiago Martins, a dupla de zaga será formada por Lúcio e Wellington no clássico deste domingo. Pentacampeão mundial com a seleção brasileira em 2002, o defensor de 35 anos nega ser o principal destaque do confronto com o São Paulo.

– Vai ser um jogo de vários protagonistas. Por eu ter jogado lá, talvez falem mais de mim, mas desde o meu primeiro jogo, contra o Comercial, sempre existe essa expectativa para ver se eu estou em condições, já que fiquei tantos meses sem jogar. Será um jogo importante e o meu foco é fazer o melhor para o Palmeiras – disse.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• “Dando conta do recado”, Wendel não teme possível rival para lateral

Por Bruno Oliveira

Após o Palmeiras confirmar nesta semana a venda do zagueiro e capitão Henrique ao Napoli (Itália), os torcedores do clube alviverde criaram expectativa de alguma possível contratação para o setor defensivo. A lateral direita, setor que deixou de ter Luis Felipe (em litígio com a diretoria), também foi cogitada para ser reforçada. Atuais titulares das posições, Wellington e Wendel aprovaram as possíveis chegadas de atletas e mostraram não temer disputa no elenco.

“Eu tenho dado conta do recado. Tomara que continue assim, mas é normal se acontecer a contratação de outro lateral, isso qualifica o grupo. O habitual é ter dois jogadores para posição. Temos o Bruno (Oliveira), que ainda é jovem. O acerto com outro jogador faria a disputa e o nível subir, seria bom”, afirmou Wendel, titular nos últimos três jogos pelo Campeonato Paulista.

Já o zagueiro Wellington, de 22 anos, tem recebido do treinador Gilson Kleina a incumbência de substituir Henrique. Criado nas categorias de base do clube alviverde, o atleta chegou ao profissional em janeiro de 2010, mas jamais conseguiu se fixar entre os titulares. Emprestado ao Atlético Sorocaba e ASA na última temporada, o defensor retornou ao time paulista neste ano e, na última quinta-feira, formou dupla com Lúcio no triunfo por 1 a 0 sobre o Penapolense.

“Esse problema (contratações) é mais do Gilson e da diretoria. Mesmo se eles acharem necessária a chegada de outro jogador, continuarei trabalhando para ficar a disposição quando for chamado. Além disso, temos o Victorino, o Tiago Alves e o Thiago Martins para o setor. Tentaremos dar conta do recado”, encerrou o zagueiro.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Palmeiras: R$ 75 mi em empréstimos e investigação de gestões anteriores

Por Pedro Lopes

Na última quarta-feira, o Conselho Deliberativo do Palmeiras aprovou o balanço de 2013. O documento acusa um déficit de R$ 22 milhões, resultado considerado dentro do esperado pela maioria dos conselheiros. O que chama a atenção, entretanto, é o alto valor de empréstimos ao clube avalizados pelo presidente Paulo Nobre: cerca de R$ 75 milhões.

O presidente anterior, Arnaldo Tirone, deixou as finanças em situação complicada, e antecipou boa parte das receitas do ano seguinte. No final de seu mandato, acabou sendo embargado pelo Conselho de Orientação e Fiscalização do clube, e forçado a pedir autorização do órgão para realizar novos gastos. Não conseguiu submeter à votação suas contas antes do fim de sua gestão.

Paulo Nobre assumiu e tomou uma série de medidas: por um lado, ampliou o programa Avanti, de sócio-torcedor, fechou patrocínios pontuais e cortou gastos com esportes amadores que eram deficitários no clube. Por outro, profissionalizou vários departamentos com executivos remunerados. A Kia Motors, então patrocinadora, deixou de estampar sua marca na camisa alviverde após o Paulistão 2013.

A escassez de receitas continuou, e os empréstimos surgiram como alternativa. Como o presidente consegue no mercado juros e condições de pagamento muito melhores do que o Palmeiras, avalizou diversos repasses, começando em junho do ano passado, e que foram crescendo em valor e quantidade.

A medida divide os conselheiros do clube: parte entende que era necessário encontrar uma saída, mas os grupos de oposição a Paulo Nobre mostram
preocupação. O medo é de que, no futuro, o clube fique refém do mandatário, em uma situação similar à do Santos, que quase viu a Vila Belmiro ir a leilão por uma dívida com o ex-presidente Marcelo Teixeira.

Na atual realidade do Palmeiras, R$ 75 milhões é um valor bastante significativo: equivale a 34% do total do que o clube espera arrecadar em 2014, R$ 220 milhões.

Na reunião de quarta-feira, Paulo Nobre falou aos conselheiros, e criticou a gestão anterior de forma mais contundente do que tem feito na imprensa. Em particular, mostrou insatisfação com contratações firmadas sem lastro financeiro para o pagamento, como a de Wesley, que rendeu ao clube uma ação judicial no valor de R$ 15 milhões por falta de pagamento.

Ainda no encontro, o conselho aprovou uma comissão de sindicância para analisar o comportamento econômico dos dois últimos presidentes. O grupo avaliará primeiro a gestão de Luiz Gonzaga Belluzzo, e, posteriormente, de Arnaldo Tirone. A medida se apoia no fato de que ambos tiveram suas contas rejeitadas pelo conselho ao final de seus mandatos.

Membros do grupo político de Belluzzo, a União Verde Branca, devem reagir à medida. Ao UOL Esporte, afirmaram não ser contra a investigação, mas defenderam que seja feita através de uma auditoria independente e envolva também gestões ainda mais antigas, e a atual.

As sindicâncias devem agitar o ambiente político do clube, que já começa a sofrer os primeiros reflexos das primeiras eleições diretas da história alviverde, que acontecerão após o término da temporada. Dentro de campo, as coisas vão bem: o Palmeiras tem 100% de aproveitamento nos primeiros quatro jogos do Paulistão, e encara o São Paulo, no domingo, no Pacaembu.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Recurso diminui valor bloqueado por dívida com fiador de Wesley

Por Thiago Ferri

O Palmeiras teve seu recurso na Justiça aceito e conseguiu diminuir o valor retido pela ação movida por Antenor Angeloni, presidente do Criciúma e fiador na contratação de Wesley em 2012. Inicialmente, R$ 21 milhões estavam bloqueados, mas depois da ação do clube, o montante baixou para cerca de R$ 6,5 milhões. Este número é o equivalente à última das três parcelas pela compra do volante, então no Werder Bremen (ALE) – as duas primeiras já foram pagas pelo fiador, que cobra o pagamento do Alviverde.

– Soube que aceitaram a defesa deles, mas isto é uma questão de tempo. O valor da última prestação está retido, e vamos lutar na Justiça. Vamos receber este valor, pode ser em um mês, dois meses, um ano, dois…não sei quando, mas virá e corrigido – avisou Antenor Angeloni, em entrevista ao LANCE!Net.

Angeloni alega ter pago cerca de R$ 15 milhões pelas duas primeiras parcelas do negócio, e a terceira, que vence em fevereiro, agora tem a verba “garantida” no Verdão, pois o valor mantido bloqueado a cobre. Este faz parte das cotas de transmissões da TV Globo. A decisão de baixar a quantia, porém, ainda é parte do processo, que teve início recentemente. A cobrança total é na casa dos R$ 21 milhões.

Antes do jogo contra o Penapolense, na quinta, Paulo Nobre desconversou sobre o tema, e disse que seu departamento jurídico estava mais preparado para falar sobre. O dirigente, contudo, mostrou não concordar com a forma como foram feitos os contratos com Wesley e Henrique – o zagueiro foi vendido ao Napoli (ITA) nesta semana.

O volante tem vínculo até abril de 2015, e em outubro deste ano já pode assinar um pré-contrato com outro clube, sem compensação financeira ao Palmeiras. Seu alto salário (em torno de R$ 350 mil) foi motivo para em 2013 a diretoria analisar a possibilidade de negociá-lo. O meio-campista é titular absoluto com Gilson Kleina.

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BLOG DO FÁBIO SORMANI ❘ TERRA

• W.Torre pede fortuna ao Palmeiras para resolver questão das cadeiras

A briga entre Palmeiras e W. Torre pela soberania das cadeiras do Alianz Parque continua. Semana passada, a construtora e parceira do clube na exploração do estádio propôs um final para a questão da seguinte maneira: o Palmeiras fica com todas as 45 mil cadeiras do estádio e paga anualmente à W. Torre a quantia de R$ 40 milhões.

Evidentemente, Paulo Nobre, presidente do clube, disse não. E a pendenga continua.

Se você está por fora do assunto, a questão começou há cerca cinco meses. Na minuta do contrato, aprovada pela assembleia dos sócios e pelo Conselho Deliberativo, a W. Torre ficaria com as cadeiras especiais, que no descritivo do estádio significam 10 mil lugares. Ficaria também com todos os camarotes, bem como a exploração do local (shows, convenções, bares, restaurantes, lojas de conveniência, estacionamento). 

Nos jogos do Palmeiras, todavia, a renda em sua totalidade seria do clube.

Quando o contrato foi formulado e assinado pelo então presidente Luís Gonzaga de Mello Belluzzo, foi suprimido do item sobre as cadeiras a palavra “especiais”, segundo o Palmeiras.  Os advogados do clube não se aperceberam da mudança e a W. Torre entende que todas as cadeiras do Alianz Parque lhe pertencem. 

O Palmeiras entende que a minuta do contrato é o que vale. A W. Torre diz que não: que o contrato é que tem valor.

Neste momento, as partes tentam chegar a um acordo. Cada uma delas elegeu um mediador. Caso eles não resolvam a questão, quem dará a palavra final será a Câmara de Arbitragem da Fundação Getúlio Vargas (SP). 

Muito mais do que tentar resolver a questão de forma amigável, o Palmeiras entende que esta oferta de R$ 40 milhões por parte da W. Torre é uma demonstração de que a construtora começa a ceder na questão. 

OBRAS

Mesmo com essa querela entre as partes, as obras prosseguem. Mas a inauguração não será mais em abril.

A previsão agora é para junho ou julho deste ano.

Este atraso já causa prejuízos para o Palmeiras e W. Torre. Os dois shows da banda inglesa One Directions foram transferidos para o Morumbi.

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BLOG DO FÁBIO SALGUEIRO

• Palmeiras x São Paulo: Alviverde motivado e favorito no clássico

O modorrento Paulistão tem no clássico deste domingo, entre Palmeiras x São Paulo, no Pacaembu, a chance de provar mais uma vez que pode apresentar alguma emoção ao torcedor.

Duelo recheado de rivalidade, os rivais prometem um confronto de muita marcação e equilíbrio e com um favorito: o Palmeiras.
Vejo o Alviverde mais motivado e encorpado que o rival Tricolor. Por isso acredito numa vitória palmeirense. Mas o empate não pode ser descartado…

É verdade que o time de Gilson Kleina tem um setor defensivo fraco e a realidade piorou com a repentina saída de Henrique. O setor pode ser um problema no clássico, mas do meio para a frente o time está bem.

Ambas as equipes buscam ainda um melhor ritmo no início da temporada. Apesar dos 100% de aproveitamento na competição, o Palmeiras pode e vai crescer muito ainda no estadual.

Já o São Paulo, apesar da goleada sobre o Rio Claro no meio de semana, é também um time que vai crescer, sobretudo quando puder contar com os novos reforços.

Logo é possível afirmar e criticar o clássico neste momento.

Apesar de ser apenas mais um jogo do arrastado Paulistão, uma possível derrota sempre promete deixar o clima tenso do lado do perdedor. Tropeçar diante do rival é sempre complicado e deixa feridas abertas.

No entanto, acredito que um tropeço causaria uma fumaça maior pelos lados do Palmeiras. O time está com 100% de aproveitamento no Paulistão, mas uma derrota no clássico trará pressão para cima do técnico Gilson Kleina.

A maioria dos palmeirense enxerga Kleina como um treinador retranqueiro e que não estaria à altura do clube. O problema é que esta mesma ala palmeirense que não engole o treinador, acredita que o time seja bom e toda a culpa deva recair sobre o comandante, o que é um equívoco típico dos mais passionais.

Já o São Paulo entrará no clássico em busca da vitória, é fato, mas de olho também num melhor ritmo para a temporada. A pressão pelos lados do Morumbi, diante de um revés, será pequena, quase nula…

Time por time, as equipes se equivalem. Coloco o Palmeiras à frente do São Paulo, pois entendo que o Alviverde está mais motivado após o retorno à elite. É um time que deseja provar o valor e vê no Paulistão uma chance de ouro para isso.

Além disso, o Palmeiras tem um time que tem mostrado bom conjunto e ganha muita qualidade com a presença do chileno Valdivia na criação. Jogador não confiável, já que o comprometimento do chileno com o grupo é inexistente, mas é fato que Valdivia dá mais qualidade à equipe quando está em campo.

Num Pacaembu que deve receber bom público – a maioria palmeirense – e com um Palmeiras motivado, acredito mais no Alviverde. Apenas um palpite…

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BLOG DO VERDÃO ❘ DIÁRIO DE S.PAULO ONLINE

• Treinador do Verdão está com fome de triunfo

Por João Pontes 

Embalado por conta das quatro vitórias consecutivas no Campeonato Paulista, o Palmeiras deseja quebrar um incômodo jejum na partida diante do São Paulo, neste domingo, às 17h, no Estádio do Pacaembu. O Alviverde não vence um clássico há quase dois anos. A última vitória foi contra o Santos (2 a 1), no dia 5 de fevereiro de 2012.

De lá para cá, o Palmeiras disputou 12 partidas contra os principais arquirrivais do estado, sendo quatro delas diante do clube do Morumbi.

Atual treinador do Verdão, Gilson Kleina também não vê a hora de comemorar o primeiro triunfo contra um adversário estadual. Contratado em setembro de 2012, ele já comandou a equipe  em seis clássicos.

“O clássico é um jogo totalmente atípico. É uma partida que move a cidade. Temos de provar  em todos os jogos, mas, sem dúvida, ser competente em clássico dá uma confiança muito grande para a sequência da temporada”, disse Kleina.

Embora o retrospecto recente do Palmeiras  seja péssimo, o torcedor mais otimista pode analisar os números de maneira diferente. No ano passado, por exemplo, o Verdão não sofreu derrotas. Foram quatro partidas e quatro empates. 

• Preparação especial

Para efeito de classificação, o resultado do Choque-Rei não será determinante no que diz respeito ao futuro de Palmeiras e São Paulo no Paulista. De qualquer forma, o Verdão trata o jogo como uma decisão. Por isso, Kleina levou o elenco para se concentrar em Atibaia.

“Os dois dias em Atibaia serão uma extensão da pré-temporada, que foi muito curta. Precisamos aproveitar. Além disso, é um grupo que está se conhecendo. É importante estar junto. Não é uma receita de sucesso, mas um caminho bem planejado para que possamos render bastante no clássico” , explicou o treinador.

• Nobre revela decepção com postura do zagueiro Henrique

Negociado com o Napoli, o zagueiro Henrique deixou o Palmeiras com o filme queimado. Pouco antes de acertar a saída para o time italiano, o jogador movera uma ação na Justiça para cobrar um dívida do Verdão.

Chateado, o presidente Paulo Nobre não escondeu a frustração com a postura do zagueiro.

“O meu capitão discute o parcelamento de uma dívida que o clube tinha com ele, conversa diretamente com o presidente e, no meio dessa conversa, notifica judicialmente o clube em um ato preparatório para sair de graça. Estou decepcionado”, disse.

Nobre também admitiu que o Palmeiras pode negociar o volante Wesley. O jogador tem vínculo até março de 2015. A partir de setembro, ele já pode assinar um pré-contrato com outro time.

“Se vier uma proposta interessante, não há como o negócio não acontecer. Temos uma política de teto salarial e não vamos vender a alma para ser campeão. Minha gestão não é populista”.

• Números da seca

12 clássicos o clube disputou após a última vitória

6 desses confrontos foram sob o comando de Kleina

6 derrotas o Verdão sofreu nos últimos 12 clássicos

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3 respostas em “Verdão na Mídia 01-02-2014: Lúcio nega ‘gosto especial’ em reencontro com o São Paulo ❘ Globo Esporte Com”

O que eu acho interessante nessa política do PN é que baixar o valor dos espaços da camisa para conseguir um patrocínio Máster é desvalorizar o Palmeiras. Mas, vender os jogadores que estão se destacando e são titulares isso pode e não é desvalorizar, ainda mais com um discursinho mequetrefe de “Absolutamente nenhum jogador é inegociável”. Então já faz quase um ano sem patrocínio Máster e sem Omoplata e barra da camisa isso não é perder dinheiro? Vamos dizer que tivéssemos feitos acordos pontuais e conseguido por baixo (8 meses x 1,5 milhão) com todos os espaços 12 milhões. Isso dá para pagar 3 atletas de 250 mil num ano que são justamente os que o PN está babando para vender. Me desculpe, mas vejo muito incoerência nesse ponto.

Gostaria de saber a opinião do pessoal do 3 VV sobre esta possível sindicância: é sério, só pra inglês ver ou tem algo a mais que não estamos sabendo?
Porque se for sério, será ótimo para que alguns conselheiros possam entrar com uns “processinhos” de expulsão, caso se comprove que alguém tenha levado vantagen$ pessoais em prejuízo ao Palmeiras!
Se não me engano o irmão do pco não é “tão” larápio, mas na dúvida nunca seremos favorecidos…

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