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Verdão na Mídia

Verdão na Mídia 02-02-2014: Embalados, Palmeiras e São Paulo testam boa fase no Pacaembu ❘ Globo Esporte Com

NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Embalados, Palmeiras e São Paulo testam boa fase no Pacaembu

De um lado, um clube que vive o ano de seu centenário e terá pela frente seu primeiro grande desafio. De outro, uma equipe que busca sua reafirmação e tenta embalar na temporada. Desta maneira, Palmeiras e São Paulo testam a boa fase no Campeonato Paulista neste domingo, às 17h, no Pacaembu, em partida válida pela quinta rodada do torneio estadual.

O começo de ano dos palmeirenses é praticamente perfeito. Nas quatro primeiras rodadas, os quatro triunfos mantiveram o time do técnico Gilson Kleina como o único com 100% de aproveitamento na competição. O único ponto negativo do Verdão em 2014 foi a recente saída do capitão Henrique, negociado com o Napoli, da Itália.

Apesar das três vitórias consecutivas, todas elas no Morumbi, o técnico Muricy Ramalho ainda não está satisfeito com o rendimento da equipe. Por isso, acredita que conseguirá avaliar o verdadeiro potencial do Tricolor diante de um dos favoritos à conquista do título.

Luiz Flávio de Oliveira apita o clássico, auxiliado por Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse. A TV Globo transmite a partida ao vivo para Campinas. Já as demais cidades poderão acompanhar o jogo pelo canal PremiereFC, por meio do sistema de pay-per-view. O GloboEsporte.com acompanha o duelo em Tempo Real e com vídeos exclusivos, a partir das 16h30.

AS ESCALAÇÕES

Palmeiras: invicto e com 100% de aproveitamento, o técnico Gilson Kleina não deve fazer mudanças na equipe em relação ao Verdão que venceu o Penapolense na última rodada. Sem atletas suspensos, o Palmeiras deve entrar em campo com Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Wellington e Juninho; Marcelo Oliveira e Wesley; Mazinho, Valdivia e Leandro; Alan Kardec.

São Paulo: o técnico Muricy Ramalho não fará mudanças na equipe que goelou o Rio Claro por 6 a 3. O meia Paulo Henrique Ganso ficou dois dias sem treinar em virtude de dores no joelho esquerdo, mas se recuperou a tempo de participar do clássico. O meia Jadson, liberado após melhorar a forma, começa no banco de reservas. A formação é a seguinte: Rogério Ceni, Luis Ricardo, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Alvaro Pereira; Wellington, Maicon e Ganso; Ademilson, Luis Fabiano e Osvaldo.

QUEM ESTÁ FORA

Palmeiras: Tiago Alves (luxação no ombro), Renato (lesão na clavícula), Eguren (dores no joelho esquerdo), Victorino (dores na panturrilha) e Bruno Oliveira (lesão muscular). Apresentado na última terça-feira, Bruno César ainda faz treinos físicos.

São Paulo: o colombiano Dorlan Pabón, recém-contratado, ainda não tem condições de jogo. Já os volantes Denilson e Fabrício, além do meia-atacante Lucas Evangelista, estão recuperados de lesão, mas ainda aprimoram a forma física e não reúnem condições de jogo.

ÚLTIMO CONFRONTO

São Paulo e Palmeiras empataram sem gols no último Choque-Rei. A partida foi disputada em 10 de março do ano passado, no Morumbi, também pelo Campeonato Paulista. O Tricolor, dirigido na ocasião por Ney Franco, teve o zagueiro Lúcio

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Palmeiras e São Paulo lutam contra jejum em reencontro no Pacaembu

Por Luiz Ricardo Fini e William Correia

O primeiro clássico de Palmeiras e São Paulo em 2014 servirá para mostrar a real força dos dois times, que passam por um período de confiança na temporada. Enquanto o time de Gilson Kleina é o único 100% no Campeonato Paulista, o Tricolor reagiu depois da derrota na estreia e só venceu desde então. Assim, o momento não poderia ser melhor para ambos almejarem o fim do jejum contra rivais, neste domingo, às 17 horas (de Brasília), no Pacaembu.

“É um clássico no começo do campeonato e claro que seria mais valorizado se fosse lá na frente ou no mata-mata. Mas é bom para ter um parâmetro e sentir como está seu time. Não vai ser nada definitivo, porque estamos no começo e as equipes devem mudar bastante, mas é importante testar”, afirmou o técnico Muricy Ramalho.

Nenhum dos dois venceu clássico no ano passado. Em função da passagem pela Série B do Brasileiro, o Palmeiras está sem encontrar um rival desde 27 de abril de 2013, quando foi eliminado nos pênaltis pelo Santos, no Estadual. Assim, o Verdão disputou apenas quatro clássicos naquela temporada e empatou todos no tempo normal (dois diante do Peixe, um contra Corinthians e um contra São Paulo).

Já o Tricolor desperdiçou muito mais chances de triunfar, passando em branco em dez confrontos diretos, sendo quatro empates (um diante do Verdão e três com o Alvinegro da capital) e seis derrotas (três para o Peixe e três para o Timão). Mas o retrospecto dos dois lados é ignorado neste momento. No Palmeiras, ninguém quer saber de favoritismo, mesmo jogando com maioria de torcida e sendo o único com 100% de aproveitamento em 2014.

“O Corinthians também estava um passo à frente do Santos e tomou cinco. No clássico não adianta nada falar que está em vantagem. Ganha clássico quem comete menos erros”, afirmou o meia Valdivia, tendo como alerta a goleada por 5 a 1 do Peixe sobre o time de Mano Menezes, no meio de semana.

Como se não bastasse toda a atenção que um Choque-Rei já merece, o jogo também marcará o reencontro entre o zagueiro Lúcio e seu ex-clube, o Tricolor. Mesmo obrigado a treinar separado do grupo são-paulino durante o segundo semestre do ano passado, o agora xerife alviverde ganha elogios do outro lado.

“Ai, meu Deus do céu. Vai ser duro. Era o meu companheiro de quarto quando estava aqui. Sei que é um zagueiro duro, cada um vai defender o seu lado. Desejo muita sorte ao Lúcio, mas não no domingo. Cada um defende seu lado e, depois do jogo, a gente se abraça e tudo volta ao normal”, afirmou o atacante Luis Fabiano.

Pelo lado do Palmeiras, todos querem evitar um clima de revanche por parte do zagueiro, que parece ter entendido o recado, pelo menos na teoria. “Não estou ansioso. Já tive experiência de jogar contra ex-clube e, para mim, é normal. Quero descansar e pensar só no Palmeiras. Tenho que analisar o que foi bom e ruim contra o Penapolense e encarar o próximo jogo como mais um”.

Embalado pela série de quatro triunfos, o time de Gilson Kleina tem grande chance de manter a formação que venceu por 1 a 0 o Penapolense, na quinta-feira. O jovem zagueiro Wellington, de 22 anos, segue na vaga que era de Henrique (vendido ao Napoli) e forma dupla com Lúcio. A única novidade pode ser no setor ofensivo, com Marquinhos Gabriel entrando no lugar de Mazinho.

Já o São Paulo também vai seguir com a base da rodada passada, ainda mais depois de Ganso,  que reclamava de dores no joelho esquerdo até a última sexta, ter sido confirmado para o clássico.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS X SÃO PAULO

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)

Data: 2 de fevereiro de 2014, domingo

Horário: 17 horas (de Brasília)

Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)

Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse (ambos de SP)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Wellington e Juninho; Marcelo Oliveira, Wesley, Valdivia e Mazinho (Marquinhos Gabriel); Leandro e Alan Kardec

Técnico: Gilson Kleina

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Luis Ricardo, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Álvaro Pereira; Maicon, Wellington e Paulo Henrique Ganso; Ademilson, Luis Fabiano e Osvaldo

Técnico: Muricy Ramalho

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• SP x Palmeiras pela 1ª vez em ano de reconstrução: quem está melhor?

Depois de uma temporada de sofrimento, Palmeiras e São Paulo jogam pela reconstrução em 2014. O primeiro reformula o elenco que venceu a Série B no ano passado para voltar a ocupar lugar expressivo no futebol brasileiro. O segundo, com menos mudanças, tenta identificar e evitar os erros que fizeram com que o clube vivesse crise inédita, que quase causou o rebaixamento no Brasileirão em 2013. Neste domingo, os rivais se encontram pelo Paulistão, no Pacaembu, às 17h. Chance para ver qual clube inicia de melhor forma tal reconstrução.

Depois do título da Série B, o Palmeiras teve como principal objetivo a reformulação de seu elenco: dos quatro grandes paulistas, foi o que mais contratou. Jogadores importantes que compuseram a base no ano passado foram mantidos, como Fernando Prass, Wesley, e Leandro.

Apesar da manutenção de peças, o treinador Gilson Kleina está reconstruindo a equipe: Lúcio entrou na zaga, Wendel vem sendo utilizado na lateral direita. No meio de campo, Marcelo Oliveira encontrou espaço atuando como primeiro volante, e, na frente, o técnico decidiu apostar em Mazinho, que passou 2013 emprestado. O reforço Marquinhos Gabriel tem entrado com destaque, e dá sinais de que deve conquistar espaço na equipe. O atacante Diogo, recuperado de lesão, está à disposição de Kleina e deverá ser relacionado.

Na preparação para enfrentar 2014, o Palmeiras começou bem, vencendo os quatro primeiros jogos do Paulistão e mantendo 100% de aproveitamento. O único percalço foi a saída de Henrique, capitão do time. O jovem Wellington entrou bem contra o Penapolense, mas será testado ao lado de Lúcio no clássico.

O São Paulo, em modelo diferente, também mudou. Apesar de até agora ter feito apenas três contratações, sendo que o colombiano Dorlan Pabón nem tem a estreia possibilitada, o técnico Muricy Ramalho já fez quatro mudanças na equipe desde o término de 2013. Reforços, Luis Ricardo e Alvaro Pereira assumiram as laterais direita e esquerda nos lugares de Paulo Miranda e Reinaldo. Wellington voltou a ganhar a vaga como primeiro volante após péssimo início de ano de Denilson. Osvaldo, no ataque, marcou um gol depois de 11 meses e 45 jogos de jejum: ganhou a titularidade no lugar de Douglas.

Segundo Muricy, não há desafio maior ou menor entre reconstruir um time a partir de muitas contratações, como o Palmeiras faz, ou a partir da aposta em atletas que tiveram queda recente de desempenho, como no São Paulo. Nas conversas com a diretoria, após repensada a ideia do presidente Juvenal Juvêncio pela reformulação completa, Muricy passou alguns pedidos por reforços.

Diz que não falou em nomes, mas só em posições, e fez a única consideração de que queria jogadores de ponta, mais experientes, para equilibrarem um elenco que não deu certo em 2013. Pelo grau de dificuldade imposto, o técnico não condena os dirigentes por terem contratado poucas peças.

A reconstrução são-paulina passa também pela parte disciplinas. Foram várias as vezes que Muricy Ramalho falou sobre comprometimento e disposição para trabalhar. Deu o recado a jogadores que terminaram 2013 em baixa. Alguns, como Osvaldo, parecem ter entendido. O atacante voltou jogando em nível que não exibia desde o primeiro semestre do ano passado. Na goleada por 6 a 3 sobre o Rio Claro, quarta-feira, Osvaldo só não foi o melhor em campo porque Luis Fabiano marcou três gols. Jadson, por outro lado, decaiu ainda mais. Iniciou a pré-temporada fora de forma e abaixo do nível dos companheiros. Depois de não ser relacionado para as quatro primeiras rodadas do Paulistão, deve ficar no banco de reservas neste domingo. Paulo Henrique Ganso sentiu dores no joelho durante a semana, mas treinou no sábado e vai para o jogo.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Kleina quer Lúcio focado e sem pensar em dar ‘resposta’ ao São Paulo

Por Fabricio Crepaldi

Um dos grandes atrativos do clássico entre Palmeiras e São Paulo, neste domingo, será o reencontro do zagueiro Lúcio com o Tricolor, após a passagem cheia de polêmicas que ele teve no clube.

Porém, Gilson Kleina espera que o jogador deixe isso de lado e não use a partida como uma resposta ao rival que o dispensou.

– Não quero que ele jogue para provar nada ao São Paulo. Quero que jogue para construir história vencedora no Palmeiras. Que ele jogue pelo respeito dele, pelo que conquistou no futebol. Queremos que ele coloque no grupo esse espírito vencedor e ele sabe como ninguém isso. Torcemos por um grande jogo do Lúcio. É o que vou pedir, que tenha o equilíbrio do jogo, ponha experiência para deixar o time tranquilo – disse, ao LANCE!Net.

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BLOG DO RICARDO PERRONE ❘ UOL

• Auditoria aponta falta de documento de dívida do Palmeiras com presidente

O Conselho Deliberativo do Palmeiras aprovou na semana passada o balanço de 2013 do clube, apesar de a auditoria contratada pela diretoria afirmar que não foi possível dar sua opinião por causa da falta de documentos.

Entre a documentação pendente a GF Auditores Independentes relaciona contrato de operação relativa ao fato de o presidente Paulo Nobre ser credor do clube no valor de R$ 75,1 milhões.

A informação aparece no memorando assinado pela empresa e distribuído pelo clube aos conselheiros para a votação do balanço.

O item 4 do relatório aponta “falta de apresentação de documentos e conciliação com os saldos contábeis”. É nesse trecho que está registrada a ausência de contrato referente ao débito do clube com seu presidente, na rubrica “Credores Diversos – Paulo Nobre”.

Indagada pelo blog, a assessoria de imprensa do Palmeiras respondeu que “todos os documentos relativos a essas transações foram formalizados e documentados rigorosamente de acordo com o estatuto do clube e com a legislação vigente”.

Sobre ao que se refere o débito do clube com o presidente e os motivos para a diretoria colocar o balanço em votação, apesar da falta de documentos apontada pela auditoria, a assessoria respondeu que “são questões referentes exclusivamente ao Conselho Deliberativo e não serão discutidas no Blog do Perrone.”

De acordo com conselheiros do Palmeiras, Nobre é credor do clube porque usou seu crédito pessoal para levantar dinheiro para a agremiação.

No memorando, também é apontada falta de extratos bancários de depósitos judiciais, extrato emitido pela prefeitura de parcelamento de ISS e de documentos referentes à Timemania, FGTS e INSS, entre outros.

O relatório de cinco páginas e datado de 29 de janeiro termina com a seguinte afirmação: “ainda não estamos em condição de emitir nossa opinião profissional sobre as demonstrações financeiras ainda não elaboradas pelo clube, sendo que para isso há que se regularizar todas as pendências contidas nesse neste memorando”. No começo do documento, a empresa diz apresentar o balanço patrimonial, elaborado sob a forma preliminar.

Durante a reunião em que o balanço foi aprovado, um dos conselheiros chegou a dizer para a mesa do conselho que não poderia haver votação, pois não se tratava de um balanço (por causa das pendências apontadas pela auditoria). Como não havia pedido a palavra formalmente, sua declaração não foi tomada como oficial.

O balanço aprovado registra um déficit em 2013 no valor R$ 22,6 milhões, contra um superávit de R$ 31,8 no ano anterior.

Veja abaixo trecho do memorando elaborado pela GF Auditores.

Auditoria

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BLOG DO VERDÃO ❘ DIÁRIO DE S.PAULO ONLINE

• Pacaembu vira arma do Verdão, que segue invicto

Durante sua segunda passagem pelo Palmeiras, de 2010 a 2012, Luiz Felipe Scolari fazia das tripas coração para ver a equipe longe do Pacaembu. O atual comandante da seleção brasileira costumava dizer que o estádio municipal, onde o Verdão foi campeão brasileiro pela última vez, em 1994, era a casa do Corinthians.

A repulsa de Felipão pelo Pacaembu era tal que o treinador, com o consentimento dos dirigentes do clube e o apoio do elenco, levou a decisão da Copa do Brasil de 2012 para a Arena Barueri. A medida contrariou os torcedores do time, que tiveram de sair da capital para assistir à final contra o Coritiba.

Mas os tempos mudaram. Com a chegada de Gilson Kleina, o Verdão conseguiu transformar o Paulo Machado de Carvalho em seu lar, a ponto de a equipe alviverde estar invicta no estádio há 15 partidas.

• Tijuana

A última derrota aconteceu no dia 14 de maio, quando o Palmeiras caiu diante do Tijuana-MEX por 2 a 1, pelas oitavas de final da Copa Libertadores. O jogo ficou marcado pelo frango que o goleiro Bruno tomou quando o confronto estava empatado em 0 a 0.

De lá para cá, no entanto, o Palmeiras se fortaleceu como mandante. Na Série B do Brasileiro, ganhou dez das 13 partidas disputadas no Pacaembu. Neste ano, venceu seus dois jogos no estádio, contra Linense (2 a 1) e Penapolense (1 a 0).

Neste domingo, Kleina espera que o Verdão seja agressivo jogando em sua casa alugada — para a qual a equipe se mudou com o fechamento do Palestra Itália, que passa por reformas. “Não criaremos um monstro maior do que ele é, mas, dentro de casa, temos de nos impor e fazer o nosso melhor. Esse grupo tem de construir o seu valor”, disse o treinador palmeirense.

• Treinador faz testes e Marquinhos pode pintar

No último treino antes do clássico contra o São Paulo, rival do qual o Palmeiras não ganha desde 2011, o técnico Gilson Kleina testou diferentes formações. A tendência é o treinador repetir a formação da vitória sobre o Penapolense por 1 a 0, na quinta.

Há, no entanto, a possibilidade de o meia Marquinhos Gabriel ser escalado no lugar de Mazinho.

Em dois jogos com a camisa alviverde, Marquinhos fez um gol e deu passe para outros dois. Se entrar na equipe, ele deve atuar aberto pelo lado esquerdo, com Valdivia centralizado e Leandro atuando pela direita do ataque.

Diogo, que iniciou a temporada como titular, deve ficar como opção no banco. Ele já está recuperado de uma lesão na região da bacia. “Estou bem fisicamente, sem nenhuma dor”, afirmou.

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COLUNA DO ANTERO GRECO ❘ O ESTADO DE S.PAULO

• Clássico paulista

São Paulo e Palmeiras chegam com motivos de sobra para um duelo quente na tarde deste domingo no Pacaembu. Os dois embalaram com vitórias recentes, se ajustam, tomam corpo no Campeonato Paulista. O Palestra sustenta a condição de único invicto, depois de quatro rodadas, e Gilson Kleina testa várias das novidades que a diretoria lhe colocou à disposição. Só precisa dar doses adicionais de chá de cidreira para Lúcio, que saiu engasgado da frustrada experiência tricolor. Aposta-se nele como vilão. Por que não como herói?

Muricy Ramalho, por enquanto, conseguiu despertar Osvaldo e Luis Fabiano, que andavam meio desenxabidos. A consolidação da nova fase de ambos pode vir hoje. Não está com cara de 0 a 0. Se bem que…

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COLUNA DO PAULO VINÍCIUS COELHO ❘ FOLHA DE S.PAULO

• É proibido errar

Muricy começou o ano praguejando contra o mercado para explicar as raras contratações do São Paulo: “Não tem ninguém para contratar e quem tem é muito caro. Jogador mais ou menos não serve”.

O Palmeiras, rival de hoje no Pacaembu, foi quem mais contratou entre os paulistas. Gastou pouco. Foram R$ 16 milhões para ter Leandro em definitivo. Bruno César, França, Marquinhos Gabriel, William Matheus, Lúcio, Victorino, Diogo e Rodolfo chegaram só pelo salário.

O clássico de hoje pode começar a mostrar se o Palmeiras contratou um monte de jogadores mais ou menos ou se Muricy não procurou direito.

Luís Ricardo foi um dos reforços pedidos por Muricy e já é questionado pelo início irregular. Alvaro Pereira é diferente. Tomou conta da lateral esquerda nas duas primeiras apresentações.

“Tenho muita simpatia pelo que o Palmeiras está fazendo”, diz Juvenal Juvêncio. Mas ele pondera que nem todos os contratados serão titulares indiscutíveis no adversário de hoje. Está certo.

Até agora, só um reforço jogou todas: Lúcio!

“Eu só vou contratar se eu não tiver dúvida”, completa o presidente.

Há um ano, contratou Lúcio.

Apostou também em Negueba, Aloísio, Wallyson, Caramelo, Roni, Reinaldo, Clemente Rodriguez e Welliton. De todas as contratações de 2013, só o zagueiro Antônio Carlos é titular.

O Palmeiras também errou muito no ano passado, por chegar tarde ao mercado –as eleições atrasaram tudo. Fernando Prass, Leandro, Marcelo Oliveira e Alan Kardec chegaram em 2013 e são titulares hoje. Acertou mais!

O Palmeiras parece o time paulista mais carente de títulos, mas a situação é igual à do São Paulo. Nos últimos quatro anos, o tricolor só ganhou a Copa Sul-Americana, os verdes venceram só a Copa do Brasil. Nenhum dos dois tem licença para errar.

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