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Verdão na Mídia

Verdão na Mídia 03-02-2014: Valdivia homenageia filho e pede ‘silêncio’ ❘ Band Esporte

NOTICIÁRIO ❘ BAND ESPORTE

• Valdivia homenageia filho e pede ‘silêncio’

Facilmente visto dando declarações polêmicas, Valdivia evitou problemas após a vitória sobre o São Paulo, apesar de Rogério Ceni ter tentado acertar, discretamente, um chute no chileno do Palmeiras. Mas, bem horas depois do jogo, o meia deu um jeito de provocar os rivais.

Em mensagem no Instagram, Valdivia dedicou o gol ao filho Jorge Ignácio, que foi submetido a uma cirurgia de retirada de amígdala, mas aproveitou para pedir silêncio.

“Silêncio, silêncio!!! Filho, foi para você este gol. Você teve uma operação em que pedi para Deus cuidar de ti. Te amo, meu filho, é meu anjo junto com sua irmã!!! Silêncio, silêncio para eles”, escreveu.

A mensagem foi postada depois que o chileno quase foi acertado por um chute de Ceni, logo após o gol de Valdivia. O Mago passou em frente ao goleiro, que esticou a perna em direção ao meia.

No Pacaembu, Valdivia minimizou o episódio. “Não reparei. Saí comemorando, o que ele fez não me interessa”, disse.

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NOTICIÁRIO ❘ ESTADÃO ONLINE

• ‘Demos um show taticamente’, diz Valdivia sobre vitória em clássico

Por Daniel Batista

Um dos destaques do Palmeiras na vitória por 2 a 0 sobre o São Paulo, domingo, no Pacaembu, pelo Campeonato Paulista, o meia Valdivia destacou a força do elenco alviverde e ressaltou a importância do técnico Gilson Kleina no resultado positivo no clássico.

“Demos um show taticamente. Cinco jogos e cincos vitórias é uma sequência importante, mas a gente ainda não ganhou nada.

Temos os pés no chão, humildade e comprometimento”, resumiu o chileno, que disse ter visto sua equipe ser muito mais aplicada do que o rival do Morumbi. “A gente correu muito. O time do São Paulo é de qualidade, mas a gente está muito bem taticamente e nos aplicamos mais. A diferença foi essa”, explicou.


Em relação à polêmica com o goleiro Rogério Ceni, que tentou chutá-lo durante a comemoração do seu gol, o meio-campista se esquiva. “Não vi (a tentativa do chute). Saí comemorando o gol. E o que ele fez não me interessa. Não acredito que um ídolo do futebol brasileiro tenha tentado me acertar”, disse, em tom irônico.

Após marcar um gol no clássico e ajudar o Palmeiras a bater o São Paulo, Valdivia deverá ser poupado da partida contra XV de Piracicaba, quarta-feira, fora de casa, no Estádio Barão de Serra Negra, pela sexta rodada do Paulistão. O jogador tem feito boas apresentações, mas tembém tem sido resguardado em algumas partidas.

“O bom é que o torcedor vai usar suas camisas na ruas nesta segunda. Temos de continuar com essa pegada”, disse o meia.

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NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

• Lúcio foi o líder em desarmes no clássico contra o São Paulo

Por Diego Iwata Lima

Um dos pontos fortes do Palmeiras na vitória sobre o São Paulo no último domingo foram os desarmes. E ninguém desarmou tanto na partida quanto o zagueiro Lúcio, segundo os números do Datafolha.

Dos 104 desarmes realizados pelo clube alviverde na partida, 18 foram feitos pelo camisa 33. O São Paulo somou 77 desarmes no jogo. Rodrigo Caio foi o principal são-paulino no fundamento, com 13 desarmes.

Dispensado pelo São Paulo no ano passado, Lúcio evitou tripudiar dos ex-companheiros após a vitória no Pacaembu.

“A vitória foi especial porque o Palmeiras ganhou”, disse o zagueiro. “Fiz uma grande atuação. Todo mundo correu e nós conseguimos o resultado”, disse Lúcio.

O jogador foi elogiado por Gilson Kleina após o jogo. “O Lúcio jogou com tranquilidade, coletivamente e se impôs pelo bom futebol. Conto muito com ele aqui no Palmeiras”, disse o treinador.

Feliz com as manifestações dos torcedores, que gritaram o nome do jogador em diversos momentos, o jogador afirmou que, agora, é torcedor do Palmeiras.

“É o meu clube do coração”, afirmou o jogador, que arremessou sua camisa aos torcedores que estavam no setor do Tobogã, ao término do jogo.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Para ‘perpetuar na história’, Kleina contém euforia após fim de jejum

A vontade de conquistar um título no centenário fez com que elenco e comissão técnica do Palmeiras mantivessem o discurso sóbrio mesmo ao voltar a vencer um clássico depois de 12 jogos. Para Gilson Kleina, que superou um rival pela primeira vez no Verdão no domingo, ao ver o time fazer 2 a 0 no São Paulo, a intenção de entrar para a história do clube faz com que a seriedade se mantenha na Academia de Futebol.

– A gente tem que acreditar no trabalho que está sendo feito. Eleva confiança, moral, mas queremos perpetuar na história do clube. Daqui 30, 40 anos, vão ver o primeiro clássico do centenário, vão ver quem foi competente e venceu o jogo. Queremos fazer a história positiva – analisou o comandante.

– Subimos um patamar. O que a gente quer ainda está longe. Se achar que esta era nossa meta, será ruim. Sabemos que a cada jogo que vamos, vai entrar os 100%, que somos líderes… os adversários vêm forte. Vamos ter de ter pés no chão e trabalhar. Isto que resumirá – completou.

Passados cinco jogos no Estadual, o Palmeiras é o único time 100% no Campeonato Paulista. Dono da melhor campanha no torneio até agora e líder do Grupo D, o Verdão volta a campo na quarta-feira, para enfrentar o XV de Piracicaba, fora de casa.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Kleina aposta em conversa para tentar amadurecer Leandro

O atacante Leandro é titular absoluto do Palmeiras, mas ainda gera a preocupação do técnico Gilson Kleina, em função da irritação que mostra em alguns momentos dos jogos. O treinador deixa claro que está se esforçando para evitar excessos do jogador em campo.

“Às vezes, ele fica incomodado com a marcação quando a bola não chega e quer participar de outra maneira. Estou conversando muito com o Leandro, que tem 20 anos. Ele tem de amadurecer mais rápido no Palmeiras, tem de ser precoce. No jogo anterior, estávamos com um homem a mais e quase tivemos um problema com ele. Mas quero que ele saiba da importância que tem para o grupo”, afirmou o treinador, em participação no programa Mesa Redonda, da TV Gazeta.

Na Série B do ano passado, Leandro foi expulso três vezes e chegou a levar bronca do treinador. Neste início de temporada, o atleta já levou amarelos, como na partida citada por Kleina, contra o Penapolense, quando foi até substituído.

Assim, antes do clássico contra o São Paulo, Kleina teve um cuidado especial com o atacante, dando menos atenção até à expectativa que envolvia o reencontro de Lúcio com o ex-clube.

“Nós conversamos com o Leandro, até falamos muito na palestra antes do jogo, para que ele tivesse atenção e não se desestabilizasse. Falaram do Lúcio, mas frisei muito em cima do Leandro, porque é jovem e precisamos muito da qualidade dele”, comentou.

Mesmo assim, o atacante recebeu cartão amarelo no Choque-Rei, cometendo falta sobre Álvaro Pereira, que irritou os palmeirenses durante o segundo tempo. Pouco depois da advertência, Leandro acabou substituído por Marquinhos Gabriel.

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NOTICIÁRIO ❘ ESPN BRASIL

• Kleina teme perder Wesley por dívida com empresário: ‘Não sei se temos esse valor’

Por Francisco De Laurentiis

Em dívida com o empresário Antenor Angeloni, que investiu R$ 21 milhões na contratação de Wesley, o Palmeiras busca soluções para não ter que se desfazer de um de seus principais jogadores. Após a vitória por 2 a 0 sobre o São Paulo, no último domingo, o técnico Gilson Kleina disse que a diretoria do clube vem fazendo o “melhor” para manter o volante, mas admitiu que a situação financeira da equipe alviverde não colabora.

“O presidente (Paulo Nobre) está fazendo o melhor possível para manter o jogador, mas temos uma realidade financeira, e, nela, temos que ver o que está ‘pegando’. Não se se conseguiremos disponibilizar esse valor que foi investido no Wesley”, afirmou Kleina. Sem seu dinheiro, Angeloni entrou na Justiça contra o Palmeiras e conseguiu bloquear as cotas de TV do clube.

A possível perda de Wesley foi um dos poucos assuntos que deixou Kleina ressabiado após a vitória no clássico de domingo. Após mais uma boa atuação do meio-campista, o treinador definiu o atleta como “um dos melhores volantes do país” e afirmou que fica “preocupado” com a indefinição sobre o jogador.

“Tecnicamente, ficamos preocupados. O Wesley está sendo o diferencial do Palmeiras, praticando um futebol moderno. Ele é um dos melhores da posição no Brasil hoje”, ressaltou o técnico.

“Se conseguirmos mantê-lo, será excelente, pois queremos isso: elenco forte e com jogadores na crescente. Quem ganha com isso é a instituição Palmeiras”, finalizou.

Wesley tem contrato com o clube alviverde até fevereiro de 2015. Ele pode, portanto, assinar um pré-contrato com qualquer equipe a partir de outubro deste ano. No Pacaembu, ele disse que está fazendo sua parte em campo e deixou os assuntos burocráticos nas mãos dos cartolas palmeirenses.

“O que eu estou fazendo, independentemente de qualquer situação, é jogar futebol. Quero deixar claro que estou feliz aqui e quero dar continuidade. Quero muito poder ficar para ajudar e entrar na história do clube. Eu estou fazendo minha parte, agora depende dos homens aí (risos)”, brincou o volante.

Com a vitória sobre o São Paulo, o time do Palestra Itália se mantém tranquilo na liderança do grupo D do Paulistão, com 15 pontos em cinco partidas – o Bragantino, segundo colocado, tem nove. Na próxima rodada do Estadual, a equipe alviverde enfrenta o XV de Piracicaba, na quarta-feira, fora de casa. O duelo está marcado para 22h (horário de Brasília).

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Wesley desconversa sobre polêmica: ‘Quero fazer história no Palmeiras’

Por Felipe Zito

Depois de perder o zagueiro Henrique para o Napoli, da Itália, o Palmeiras corre o risco de perder, em um futuro próximo, mais uma peça importante do seu atual plantel. Com contrato até o fim de fevereiro do ano que vem – e envolvido em imbróglio sobre o pagamento da sua transferência do Werder Bremen para o Verdão, em 2012 -, o jogador poderá assinar um pré-contrato com qualquer outra equipe a partir de outubro deste ano.

Em fevereiro de 2012, a diretoria palmeirense, então presidida por Arnaldo Tirone, contou com apoio de investidores para repatriar o atleta ao futebol brasileiro. Antenor Angeloni, presidente do Criciúma e avalista da negociação na época, move ação contra o clube e cobra cerca de R$ 21 milhões.

Sem se envolver na polêmica, o atleta comemora a boa fase no Verdão e garante querer continuar no clube. Atuando mais recuado, ao lado de Marcelo Oliveira, o volante vive grande momento na equipe e se tornou uma das principais peças do esquema tático adotado pelo técnico Gilson Kleina.

– Eu estou muito feliz, minha família está bem adaptada aqui. O que eu estou fazendo, independentemente de qualquer situação, é jogar futebol. Não é minha a situação. No futebol às vezes as coisas não acontecem como a gente quer. Mas quero deixar claro que estou feliz aqui e quero dar continuidade. Aqui todos estão cientes do que é preciso fazer, só de olhar um para o outro, todos se conhecem. É difícil trabalhar num lugar assim. Quero muito poder ficar para ajudar e entrar na história do clube. Eu estou fazendo minha parte, agora depende dos homens aí (risos) – afirmou o jogador.

A verdade é que a situação de Wesley não é das mais seguras no clube. Com um dos maiores contratos do atual elenco, o atleta esteve na mira do Atlético-MG na temporada passada. Apesar de a negociação não avançar, o Palmeiras espera por propostas de clubes do exterior para poder lucrar com uma possível transferência, no meio do ano.

Ciente da política financeira adotada pelo presidente Paulo Nobre, Kleina enaltece a importância de Wesley para o time e faz campanha pela permanência do jogador.

– Tecnicamente claro que ficamos preocupados. Porque conseguimos resgatar o futebol do Wesley, aquele que o fez ser contratado. Ele está sendo um diferencial, uma das referências do time. O Wesley é um dos melhores na posição, mas ainda é muito cedo. A realidade é que temos de elogiar – afirmou o treinador.

– O presidente está fazendo a melhor administração possível para ter esses jogadores, mas temos uma realidade financeira e temos de ver o que está pegando nela. Estou torcendo para termos um elenco forte porque quem ganha com isso realmente é a instituição – completou.

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BLOG DO PAULO VINÍCIUS COELHO ❘ ESPN BRASIL

• Depois de vencer clássico, Palmeiras ainda busca reforço e contrata volante do Internacional

O Palmeiras deve fechar nesta segunda-feira o empréstimo do volante Josimar, do Internacional. Depois da contratação do chileno Aránguiz, o técnico Abel Braga deve utilizar pouco o volante, que foi titular no ano passado com Clemer. Josimar foi treinado por Gílson Kleina na campanha do acesso da Ponte Preta, na Série B de 2011.

Josimar tem 27 anos. Pode ser escalado na função de Wesley, como segundo volante, ou atuar pelo lado direito, em partidas em que Kleina deseje ter ter homens mais marcadores. O Inter teve a chance até a semana passada de negociar Josimar com o exterior, mas as propostas não se confirmaram.

Também prevalece a vontade do jogador. “O Palmeiras é o clube que o Josimar quer ir. A documentação já chegou e o negócio deve ser fechado”, confirma o diretor de futebol do Internacional, Roberto Melo.

Difícil será ser titular no lugar de Wesley. O volante tem jogado muito bem e é um dos destaques da campanha 100% do Palmeiras neste início de 2014 – a dívida de R$ 21 milhões com o empresário Antenor Angeloni, porém, complica sua situação.

Outro jogador fundamental e pouco comentado é Alan Kardec, que fez partida irretocável contra o São Paulo, tanto do ponto de vista técnico quanto taticamente.

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BLOG DO VITOR BIRNER ❘ VIRGULA

• Palmeiras competitivo vence o apático São Paulo

O Palmeiras teve mais raça, inteligência e humildade que o São Paulo.

Mereceu ganhar o Choque-rei.

Em clássicos de começo de temporada, com nível técnico sofrível por causa da preparação inadequada dos atletas, a postura de todos jogadores e a parte tática muitas vezes definem o resultado.

Isso aconteceu no Pacaembu.

A diferença no desempenho defensivo das equipes, além de algumas escolhas dos treinadores garantiram a vitória ao Palmeiras.
Houve momentos de superioridade alviverde e de equilíbrio.

O São Paulo em nenhum trecho do confronto jogou melhor que o rival.

Valdívia e Marcelo Oliveira foram os destaques palestrinos, seguidos de perto por Alan Kardec e Wesley.

No São Paulo, Alvaro Pereira foi o melhor.

Diferença defensiva

Para uma equipe se defender da maneira correta, é vital atenção dos atletas, dedicação e orientação correta dos técnicos.

Os dois laterais são-paulinos gostam de ir ao ataque.

Kleina pediu para Alan Kardec, o centroavante, acompanhar os avanços de Alvaro Pereira.

Leandro, atacante que joga pelos lados, fez o mesmo com Luis Ricardo.

Valdívia, boleiro mais técnico na criação entre os palestrinos, ficou encarregado dos contragolpes, pois não tinha que voltar toda hora.

Fazer o chileno e ir e vir constantemente e pedir para ele se machucar.

Mesmo assim, Valdívia, quando o São Paulo tinha a bola no ataque, ajudou os companheiros.

Do outro lado, a solidariedade não foi igual.

Ademilson não acompanhou os avanços de Juninho, tal qual necessário.

E Luís Fabiano, como de costume, pouco cooperou na parte defensiva.

Ou seja:

O Palmeiras se defendeu com mais atletas que o adversário.

Diferença de postura

Todos jogadores do Palmeiras atuaram, em especial no primeiro tempo, num ritmo mais intenso que alguns são-paulinos.

O zagueiro Wellington, por exemplo, na base da força e da determinação, levou a melhor em todas contra Luis Fabiano.

Wesley apoiou menos que nas últimas partidas.

Marcelo Oliveira foi um gigante nos desarmes.

A dedicação dos comandados de Kleina na marcação merece elogios.

Do lado do São Paulo, não houve o mesmo comprometimento de todos jogadores.

Ademilson, além de pecar defensivamente, ficou parado do lado direito do ataque. Se movimentou pouco. Aceitou a marcação.

Luis Fabiano atuou centralizado.

O sistema ofensivo ficou previsível.

Diferença de inteligência

Com os laterais bem marcados, o São Paulo deveria ter insistido mais com Osvaldo, mas preferiu apostar nos passes longos de Ganso e Maicon para os atacantes e passou o primeiro tempo atacando apenas pelo lado de Luis Ricardo em Ademilson.

Foi pouco inteligente.

Já o Palmeiras usou Juninho bastante no apoio porque Ademilson não o marcou.

Leandro apareceu de ambos os lados do ataque e também ajudou a confundir o  sistema defensivo do São Paulo.

Por isso finalizou livre, na área, após receber o passe de Valdívia, na melhor chance de gol antes do intervalo.

O gol do Palmeiras aconteceu numa cobrança de falta de Mazinho.

Aproveitou o vacilo dos adversários que não acompanharam a movimentação de Valdívia e o deixaram  livre, e cruzou com perfeição para o bom cabeceio do chileno.

Diferença nas escolhas

O São Paulo no 2°t corrigiu um erro que cometeu antes do período de descanso.

Finalmente começou a usar o lado esquerdo para tentar criar os lances de gol.

Alvaro Pereira passou a apoiar e a ajudar Osvaldo.

Eis que, aos 18 minutos, Muricy comete um grande erro (a não ser que o atleta tenha pedido para sair).

Tirou Osvaldo, o único que se movimentava na frente, e colocou Jadson.

Ademilson tinha que sair, todavia ficou e foi deslocado para a esquerda.

O Palmeiras que continuava muito bem na parte defensiva voltou a dominar a partida depois da falha de Muricy.

Aos 25, Kleina trocou Leandro por Marquinhos Gabriel. Pretendia ter quem prendesse um pouco mais a bola sem perder força no contragolpe.

Cansado, Wellington saiu aos 27. Kleina teve que escalar o volante França de recuar Marcelo Oliveira, porém isso não mudou nada porque a zaga estava bem protegida pelos meio-campistas e atacantes.

Aos 30, Muricy trocou Ganso por Ewandro para aumentar a presença são-paulina na área do rival. Só nos cruzamentos a redonda chegar nela. A equipe não havia chutado em gol, coisa que aconteceu apenas aos 44 mim e 48 segundos, no arremate de Maicon

Não sei por qual razão o treinador não tirou o acomodado Ademilson.

Gol da determinação

Allan Kardec sofreu o pênalti cometido por Rodrigo Caio e cobrou bem aos 32.

A pressão na saída de bola que levou o adversário errar foi circunstancial, não estava sendo usada como tática, e correta, pois o lance, naquele instante, exigiu.

O lance foi mais um, entre tantos outros, em que o comprometimento dos alviverdes com as necessidades do jogo foi fundamental.

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BLOG DO JUCA KFOURI ❘ UOL

• Palmeiras 100% no centenário

O ano de 2014 segue impecável na centenária vida esmeraldina.

A vítima da vez foi o São Paulo, com direito a gol de cabeça de Valdivia e franco domínio do Choque-Rei.

O chileno marcou aos 22 minutos de jogo no Pacaembu palmeirense que viu Ganso em campo como se fosse Pato, inútil.

O São Paulo parece ter esgotado seu estoque de gols no Rio Claro e praticamente não ameaçou a defesa aliverde comandada pelo renegado Lúcio.

No segundo tempo, aos 33, Alan Kardec liquidou o jogo ao bater pênalti que ele mesmo sofrera.

Depois de um 2013 no inferno, o palmeirense tem um começo celestial em 2014, o seu ano, com cinco vitórias em cinco jogos.

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BLOG DO NETO ❘ UOL

• Verdão é a prova de que mudança de mentalidade dá resultado

A mudança de mentalidade dos dirigentes e o trabalho bem feito tem sido a tônica desse início de Paulistão. Vejam só, o Corinthians manteve o mesmo elenco e a mentalidade de gestão e vem entrando em uma séria crise técnica. A derrota para a Ponte em Campinas foi a terceira seguida do time na temporada. Não me lembro sinceramente de quando foi a última vez que isso aconteceu. Se o Mario Gobbi e a turma dele não agir com rigor a situação tende a ficar ainda pior. Se é que depois daquela invasão da torcida no CT isso ainda é possível.

Algo parecido acontece com o São Paulo, afinal o Juvenal quer ficar na presidência pra sempre, né? Confesso que na minha época de jogador, lá pelos anos 1980, ele era um baita de um cartola. Mas agora para vai! É uma lambança atrás da outra. Não dá para um clube como o Tricolor viver para sempre dos ídolos Rogério Ceni, Luis Fabiano e Muricy. Os caras fazem o que pode, mas a equipe precisa de muito mais se quiser ser o clube vitorioso e invejado de outros tempos.

Por sinal levaram uma sova de bola do Palmeiras. E é justamente aí que quero chegar. Já critiquei muito o Paulo Nobre e o Brunoro. Mas quando os caras fazem as coisas certas, temos que elogiar. Contrataram muito bem para essa temporada e mantiveram jogadores importantes como Alan Kardec, Fernando Prass, Eguren e o próprio Valdívia, que vem correspondendo em campo. E se ele continuar assim vou elogiar. Afinal é o papel do cronista esportivo. A verdade é que o Verdão vem dando exemplos de como se administra com os pés no chão.

Fui duro nas críticas quando a direção disse que não faria nenhuma loucura de contratações. Sinceramente ainda acho que o Verdão precisava de um nome forte para o ano de seu centenário. Mas pelo visto estão calando a minha boca. E fico feliz por isso. Não tem essa de torcer por “A” ou por “B”. Se fizerem o trampo bem feito, vou sempre elogiar. E a equipe do Gilson Kleina é a única que venceu todas as partidas até aqui em 2014. É brincadeira?

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL

• Palmeiras, a vitória da garra. E que bela campanha!

Como num golpe de judô, o Palmeiras imobilizou o São Paulo e levou a vitória (2 a 0, gols de Valdivia e Alan Kardec) na mais recente edição do Choque- Rei, clássico que sempre mobilizou a cidade. Mais do que isso, manteve o aproveitamento de 100 por cento neste Campeonato Paulista, com cinco vitórias em cinco jogos, 15 pontos ganhos, em campanha até aqui impecável.

E o Palmeiras nem precisou exibir futebol de luxo, bastando ser eficiente na marcação e senhor de muita garra para tornar o São Paulo um time quase inofensivo durante o jogo inteiro; para decidir e marcar os gols, valeu-se de uma inteligente antecipação de Valdivia, em bola parada executada por Mazinho- deixando Rogério Ceni com os nervos à flor da pele- e de uma jogada individual de Alan Kardec que  converteu em gol o pênalti sofrido por ele mesmo, depois de driblar Rodrigo Caio.

Armado por Gilson Kleina, o Palmeiras foi diferente desta vez: os atacantes Leandro e Alan Kardec marcavam os adversários desde o ataque, Marcelo Oliveira anulava Paulo Henrique Ganso, os laterais quase não apoiava, oz zagueiros Lúcio e Wellington pareciam soberanos em sua área.

Como o São Paulo poderia furar o bloqueio do Palmeiras? Talvez pudesse se contasse com um meia-armador inspirado, o que não era o caso de Paulo Henrique Ganso, ou atacantes mais habilidosos do que o três tricolores- Ademilson, Osvaldo e Luís Fabiano.

Não conseguiu, evidentemente.

Com um gosto de amargo de quem não produziu nada, o São Paulo saiu de campo pensando talvez no que de bom possam lhe trazer os reforços- Pabón e Souza-, enquanto o Palmeiras ganha o moral alto por ter vencido, finalmente, um clássico da cidade- o que não acontecia há 12 jogos. Ah, e que ainda tem gente para estrear. Bruno César, por exemplo.

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BLOG DO ALEX MÜLLER

• Uma vitória com autoridade de 100% campeão

Após quase dois anos e 13 confrontos sem vitórias contra os grandes de São Paulo, o Palmeiras encerrou o incômodo jejum em clássicos com uma apresentação de um time campeão.

Não que já seja o grande favorito e que já seja o melhor elenco do Brasil, mas o Palmeiras começa a mostrar a que veio no ano do seu centenário, inclusive mantendo os 100% de aproveitamento nas cinco rodadas do Paulistão.

E olha que ainda falta o meia Bruno César estrear hein…

As apostas feitas pela diretoria começam a dar certo e o tão criticado técnico Gílson Kleina conseguiu acertar talvez a sua melhor partida como treinador alvi-verde. Até o contestado Mazinho passou despercebido perto da organização e aplicação tática mostradas pelos atletas em campo.

O segundo tempo então o São Paulo não conseguiu criar praticamente nada. O Palmeiras foi superior em tudo, inclusive na raça. Sem contar a torcida, que deu um espetáculo à parte nas arquibancadas do Pacaembu. Não é à toa que o Verdão é o time com mais público disparado neste Campeonato Paulista até aqui.

Sem contar o zagueiro Lúcio, que fez uma partida impecável. Com muita seriedade e disposição, o novo xerife do Palmeiras conseguiu mostrar que o rival fez um péssimo negócio ao desprezá-lo.

Enfim, a alegria dos palmeirenses está perfeitamente justificada. Que continue assim.

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BLOG DO VERDÃO ❘ DIÁRIO DE S.PAULO ONLINE

• Treinadores exaltam postura do Palmeiras

Uma coisa foi unânime após o clássico deste domingo. Tanto Gilson Kleina quanto Muricy Ramalho reconheceram a supremacia do Palmeiras no confronto.

“Bom que foi agora a derrota para sentir como a gente está. E o time ainda está mal. Eles tiveram sempre mais a bola, mais a posse. Tudo deles foi melhor. Por isso que mereceram ganhar”, reconheceu o técnico tricolor.

Já o comandante do Verdão, além de ressaltar a boa atuação da sua equipe, fez questão de destacar o empenho dos seus pupilos durante os treinamentos o para o primeiro clássico do ano. 

“Conversamos durante a semana sobre de que maneira enfrentaríamos o São Paulo. A gente se preparou demais e chegamos bem. Passei para eles que era um momento especial para todos  nós. Estamos com uma mentalidade forte. Ficamos felizes com a vitória, porque subimos um degrau”, comemorou Kleina, que vê a sua equipe praticamente pronta para a sequência do Campeonato Paulista.

“Foi um jogo de afirmação para todos nós”, completou o treinador.

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COLUNA DO ANTERO GRECO ❘ O ESTADO DE S.PAULO

• Águas calmas

O Palmeiras, para contrabalançar, navega em mar sereno. Com a devida ressalva de que não se deve alimentar ilusões com os combates regionais, há o que comemorar. Na semana passada escrevi, neste espaço, que Gilson Kleina molda um time com cara boa, e assim segue a fazê-lo. Os triunfos se acumulam e, com eles, atletas fortalecem a autoestima, se soltam, se sentem à vontade para ousar. E a consequência se viu na apresentação sem sobressaltos contra o São Paulo. Nenhuma maravilha; tampouco uma estratégia modorrenta. Por ora (e tão somente) faz com o Santos a dobradinha arrebatadora no Paulista.

O São Paulo fica na encruzilhada. Assemelha-se ao Corinthians por ter a espinha dorsal de 2013, com altos e baixos. Ensaia deslanchar e logo tropeça em clássicos. Fez bem Muricy ao não subir o tom nas vitórias.

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COLUNA DO PAULO VINÍCIUS COELHO ❘ FOLHA DE S.PAULO

• Polivalentes

Valdivia jogou como meia até os 10 minutos do primeiro tempo, o pior momento do Palmeiras no jogo. Havia dificuldade para sair jogando, os atacantes não recebiam a bola e o São Paulo retomava a bola na altura do meio de campo.

Kleina mudou. Valdivia foi jogar na direita, Alan Kardec, como meia centralizado, e Leandro virou centroavante. No final do primeiro tempo, quando o Palmeiras já vencia por 1 x 0, Valdivia virou centroavante, e Mazinho, o meia central.

O Palmeiras não é o time mais encantador do início da temporada. Esse é o Santos, das vitórias seguidas por 5 x 1. Mas o Palmeiras é um time que sabe o que quer e como pretende chegar.

A polivalência é uma das armas. Valdivia jogou ontem como ponta de lança, ponta-direita e centroavante. Wesley sai da posição de segundo volante e se junta aos armadores.

Para isso, conta com as boas atuações de Marcelo Oliveira, de jornada precisa no clássico de ontem.

O São Paulo tem problemas graves. Os principais estão no meio de campo, tratado como setor crítico pela diretoria. Ganso joga sozinho como armador, Maicon deixa o time lento, Wellington não desarma nem cria.

Ontem, completou o 11º clássico seguido sem vencer. São sete derrotas e quatro empates desde a vitória sobre o Corinthians na última rodada do Brasileirão-2012, por 3 x 1.

Faz tempo!

Já o Palmeiras está em lua de mel. Joga até de branco, por determinação do presidente, que deseja ver o time de noiva nas partidas disputadas à tarde e de verde apenas nos jogos noturnos. Daí o São Paulo ter vestido tricolor ontem.

O São Paulo contratou pouco, o Palmeiras contratou bem. É a lição do primeiro clássico. Reforçou o elenco e manteve a base da Série B, que não era fraca.

Óbvio que os clássicos da primeira fase do Paulista não servem de parâmetro para o que vai acontecer durante a temporada inteira.

Mas é melhor começar jogando bem do que tendo de corrigir defeitos evidentes, como é o caso do Corinthians. O Palmeiras não vencia os cinco primeiros jogos da temporada desde 2009.

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17 respostas em “Verdão na Mídia 03-02-2014: Valdivia homenageia filho e pede ‘silêncio’ ❘ Band Esporte”

O Nobre e o Brunoro precisam cuidar com “carinho” (credo, coisa de bambi) do caso do Kardec, precisamos comprá-lo logo, o cara é fera.
Esse Josimar não é o mesmo que se recusou a vir jogar no verdão no ano passado???
Será que é um prenúncio da saída do Wesley, graças as cagadas de Tirone e Frizzo (meu Deus)??

Tem que treinar Serginho e mendieta no lugar deWesley ,ou apreender a negociar com jogador e empresario ,esse Josimar já deu trabalho no começo do ano. Paulo Nobre resolveu se manifestar através do site oficial do Palmeiras para esclarecer o fracasso na troca de Luan por Josimar. Segundo o presidente, o volante exigiu um salário muito elevado, atrapalhou a negociação e, por isso, já não conversa mais só com o Inter para definir o destino do atacante, que não quer mais jogar no alviverde.

“Fizemos uma proposta salarial de 50% de aumento em relação ao que o volante Josimar recebe hoje no Inter, mas ele pediu um acréscimo mínimo de 150% em seus vencimentos, fora as luvas, para defender o Palmeiras. Este é o tipo de postura que o Palmeiras não vai mais tolerar. Queremos trazer atletas que queiram, de fato, vestir a nossa camisa”, falou o mandatário.

Este Josimar não é aquele que não veio qdo o Palestra estava na “B”? Se for fique onde esta.

Wesley é do Palestra. A dívida com Angeloni é uma carta de fiança usada na garantia do pagamento e ai esta na justiça e vamos pagar, e mantê-lo na equipe, é um jogador fundamental para o esquema de jogo que vem sendo praticado pelo Palestra.

Josimar é cria do KLEINA, POR isso não espere muito não!!! Ainda mais que passou pela PONTE E INTER dois clubes que nunca deram CERTO jogadores vindo desses clube!!!

Esse josimar vindo significa que teremos alguma novidade ruim nos próximos dias. Estive no pacaembu e afirmo que o Wesley eh uma peça fundamental na equipe, pena se vão negocia-lo!

Significa que o Palmeiras está montando um elenco com 2 jogadores por posição: (LE) Juninho/W.Mateus; (ZC)Lúcio/Victorino; (1ºVolante) França/Eguren ; (Meia)Valdívia/Mendieta; (atacante) Leandro/Diogo ; (centroavante) Kardec/Rodolfo; (02º volante) Wesley/Josimar.

O que eu reparei esse ano é que o Kleina mudou o discurso. Ano passado o time ia insosso, modorrento pro jogo e o Kleina com o discurso patético de “estamos jogando bem, mais um pouco e fazemos gol”. Nesse jogo perguntaram pro Kleina no intervalo como ia o time e ele falou que o time recuou demais, que tinha que marcar em cima e atacar mais. Pois é, professor, tem que mandar o time marcar em cima, mas não pode recuar tanto assim depois de 1×0! Tem que garantir resultado!

Minhas notas para a equipe:

F. Prass- 7 / Wendell- 7 / Wellington- 9 / Lúcio- 9 / Juninho- 7 / M. Oliveira- 9 / Wesley- 8,5 / Mazinho- 6,5 / Valdívia- 8 / Leandro- 7 / A. Kardec- 7,5 / França- 6,5 / Diogo- 6,5 / M. Gabriel- 7 / G. Kleina- 8,5

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