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Verdão na Mídia

Verdão na Mídia 14-02-2014: Palmeiras e Corinthians pregam paz e querem até ‘pizza presidencial’ depois do clássico ❘ Espn Brasil

NOTICIÁRIO ❘ ESPN BRASIL

• Palmeiras e Corinthians pregam paz e querem até ‘pizza presidencial’ depois do clássico

Por Francisco De Laurentiis

Em evento inédito realizado nesta sexta-feira, os presidentes de Palmeiras e Corinthians, Paulo Nobre e Mário Gobbi, e os técnicos dos dois times, Gilson Kleina e Mano Menezes, concederam entrevista coletiva em conjunto no Pacaembu, palco do clássico do próximo domingo. Em seus discursos, dirigentes e treinadores fizeram questão de ressaltar o mote do ato: lembrar que os times de futebol são adversários, e não inimigos. Pensam até em programar uma pizza para depois da partida.

“Não dá mais para ficar de braços cruzados e assistir a cenas de vandalismo, desrespeito ao ser humano, à cidadania, atos e condutas que afastam pessoas do futebol, quando, na verdade, precisamos cada vez mais torcedores para o futebol, que vive disto. Estamos todos reunidos por um pensamento único: passar uma mensagem de paz, dizer que Palmeiras e Corinthians são apenas, e nada mais do que apenas, adversários dentro dos 90 minutos da partida”, disse Gobbi.

“É muito importante que os torcedores entendam que adversário não é inimigo, e que a rivalidade existe só dentro de campo. Nós, que hoje estamos comandando nossos clubes, temos que passar para nossas bases que eu e o Mário somos amigos, mas um quer ganhar do outro no domingo. Isso não afeta nossa amizade. Depois dos 90 minutos, a gente pode sair pra comer uma pizza. É importante que nosso ato viralize para as torcidas. Que a rivalidade continue existindo, pois é sadia para o futebol, mas que fique só no campo. Odiar o torcedor adversário é um absurdo”, concordou Nobre.

Mano Menezes, por sua vez, pediu para que o gesto simbólico desta sexta-feira “não pare por aí”. O treinador corintiano, que viveu recentemente momento de terror com a invasão de torcedores organizados ao CT do clube, quer que a única coisa discutida na segunda-feira pós-clássico seja a partida em si, e não atos violentos da torcida.

“Esse gesto é simbólico, mas espero que não pare por aqui. Que todas as atitudes contribuam para a gente fazer nossa parte bem feita. Espero que a gente faça um grande clássico, e que essa seja a parte mais importante que a gente tem que ressaltar na segunda-feira”, salientou o técnico.

“Que esse ato nosso não sirva só para o futebol, mas para um Brasil melhor. A festa maior é o estádio cheio e ver o torcedor voltar pra casa, começando uma semana normal, como toda família deseja”, complementou Gilson Kleina.

Com mando do time alvinegro, Corinthians e Palmeiras se enfrentam neste domingo, às 16h (horário de Brasília), no Pacaembu, pela oitava rodada do Campeonato Paulista. A equipe alviverde é líder do grupo D, com 19 pontos em sete jogos, enquanto o clube do Parque São Jorge é o lanterna da chave B, com sete pontos em sete partidas.

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NOTICIÁRIO ❘ MÁQUINA DO ESPORTE

• Palmeiras terá quatro patrocínios no clássico

Por Mauro Zafalon

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O Palmeiras terá quatro patrocínios pontuais diante do Corinthians. Chery, Óticas Diniz, Schneider Electric e Cobasi se apresentarão no uniforme do clube do Parque Antarctica no clássico, marcado para o próximo domingo (16), no estádio do Pacaembu, em São Paulo.

Segundo os detalhes das parcerias, intermediadas pela agência de marketing esportivo Wolff Sports & Marketing, a fabricante de automóveis estampará a cota máster (peito); a rede de óticas, as costas; a empresa especializada em soluções de energia, a barra frontal; e a rede de pet shops, a barra traseira da camisa palmeirense.

Válida pela primeira fase do Campeonato Paulista Chevrolet de 2014, a partida promete boa visibilidade, uma vez que será transmitida ao vivo por Globo e Bandeirantes para todo o estado de São Paulo.

No ano do centenário, o Palmeiras compreende apenas o patrocínio fixo da Adidas, sua fornecedora de material esportivo. As duas instituições já estão trabalhando juntas em uma série de ações de marketing voltadas para a celebração dos 100 anos do time alviverde.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Palmeiras enche estádio com sócios e tem melhor público do Paulista

Por Caio Carrieri

Se a falta de um bom programa de sócio-torcedor era um motivo de reclamação dos palmeirenses, hoje já não pode-se dizer o mesmo. Prioridade na gestão de Paulo Nobre, o Avanti foi alavancado desde o começo do mandato do presidente. Nos números “frios”, a melhora é evidente: em janeiro de 2013, o clube possuía cerca de 9.500 associados. Agora, já passou dos 37 mil, o que representa um aumento de 390%.

Rival de domingo, o Corinthians tornou-se referência com o seu programa de sócio-torcedor. Porém, o Palmeiras buscou exemplos europeus para melhorar o Avanti. A diretoria diz que procurou se espelhar no Barcelona (ESP), no Benfica (POR) e no Borussia Dortmund (ALE) para aperfeiçoar o programa. A estratégia deu resultado até o momento.

Atualmente, o Verdão tem a melhor média de público do Campeonato Paulista, com 14.549 pagantes por jogo. Além disso, o melhor público em uma única partida também pertence ao Alviverde: 23.165 pagantes, contra o São Paulo. Os associados têm participação fundamental.

Em três jogos em casa até agora na competição, pelo menos 40% do Pacaembu foi ocupado pelos sócios-torcedores. Números melhores do que os do rival em alguns confrontos da competição.

Reformulado após a chegada de Nobre, o Avanti é dividido em seis planos: Diamante, Esmeralda, Platina, Ouro, Prata, Bronze, que variam de R$ 9,99 a R$ 599,99/mês. O Prata, R$ 19,99, é o que tem mais adesões.

Os associados têm direito a várias vantagens, como preferência e desconto nos ingressos e em produtos diversos, entre outros. A ideia do clube para este ano é aumentar as ações destinadas aos inscritos, além de obter mais parceiros que proporcionem benefícios aos torcedores.

O clube tem levado palmeirenses ao CT de acordo com a pontuação deles, baseada na frequência de uso dos benefícios do Avanti. Alguns já participaram de apresentações de atletas e assistiram a jogos-treino.

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NOTICIÁRIO ❘ IG ESPORTE

• Mano Menezes e Kleina fazem mistério, mas admitem novidades para o clássico

Por Gabriela Chabatura

Corinthians e Palmeiras vivem momentos bem distintos no Campeonato Paulista. Enquanto um luta para espantar a crise e reencontrar o caminho da vitória, o outro quer manter a invencibilidade na temporada. As diferenças, no entanto, param por aí. Dentro das outro linhas, os dois têm muito em comum: as dúvidas sobre quem vai começar o clássico.

Mano Menezes ainda faz mistério se escalará Renato Augusto, recuperado, e Jason, recém-contatado, e diz que a tática do outro lado não funcionará. “Existem momentos que são mais propícios para tentar esconder um pouco mais o time, mas para o Gilson não tem sentido. O time dele está bem, está fazendo, então se ele fizer mistério, eu não foi acreditar”, disse.

“Nós recebemos o Jadson na semana passada. Ele não vinha jogando no São Paulo, o ritmo dele ainda não é o ritmo ideal.

Trabalhamos algumas vezes com ele e sem ele (durante os treinos), então vamos tomar esta decisão (de escalá-lo) nas últimas horas. Talvez ele não tenha as condições ideais ainda para começar um jogo, mas vamos pensar. Quanto ao Renato Augusto, ele estará relacionado”, completou o corintiano.

No lado do Palestra Itália, Gilson Kleina garante presença de Valdivia no Dérbi, mas não sabe se contará com o meia Bruno César, que nos últimos dias emagreceu três quilos e está próximo da condição ideal.

“Fazemos um monitoramento para o Valdivia estar nos grandes jogos e é lógico que queremos contar com ele. Os artistas, quem tem uma técnica apurada, pode fazer a diferença”, destacou.

“O Bruno (César), por mais que vinha jogando nos Emirados Árabes, faz uma readaptação, intensidade do treino, é claro que não podemos tirar as características de um atleta com muita qualidade. Mas hoje precisamos de um nível físico nas partidas. Estamos fazendo um trabalho, a semana cheia foi proveitosa, temos algumas horas que antecede, se puder contar com ele, muito bom, se não manteremos o trabalho”, disse o palmeirense.

Corinthians e Palmeiras se enfrentam neste domingo, às 16h (de Brasília), no estádio do Pacaembu.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Mano esconde escalação e Kleina ainda não diz se levará Bruno César

Por Marcos Guedes e William Correia

Por conta da ação com entrevista coletiva juntos no fim da manhã desta sexta-feira, os treinos de Corinthians e Palmeiras não terão jornalistas à tarde e os dois técnicos aproveitaram para manter o mistério para o clássico de domingo. Gilson Kleina pouco tem a esconder na escalação, mas não revelou se Bruno César será relacionado, enquanto Mano Menezes tratou de fazer mistério sobre o time.

O técnico do Timão se limitou a confirmar que Renato Augusto será relacionado, como já estava previsto. “Ele já esta treinando normalmente e atingiu o padrão mínimo que permite relacioná-lo para o jogo. Vai ser relacionado”, explicou o treinador, aumentando as opções e diminuindo as pistas para o adversário que estava na outra ponta da mesa durante a entrevista no Pacaembu.

Jadson, que assina contrato nesta sexta, é outra alternativa. “Recebemos o Jadson no finalzinho da semana passada e ele não vinha jogando no São Paulo, ainda não está com o ritmo ideal. Trabalhamos algumas vezes com ele e outras, sem. Vamos tomar essa decisão nas últimas horas, exatamente obedecendo à estratégia de utilização para melhor aproveitamento de cada um. Talvez não esteja em condição ideal para começar, mas vamos estudar”, desconversou o técnico.

O técnico só faz mistério no meio-campo, setor no qual os volantes Ralf e Guilherme são os únicos garantidos. O mais provável é que Renato Augusto, que ainda não atuou neste ano, e Danilo se juntem a eles, mas Bruno Henrique pode entrar para aumentar a marcação e Cachito Ramirez também tem chances. A menor possibilidade é em relação a Jadson estrear como titular.

No Palmeiras, a escalação deve ser mesmo: Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Wellington e Juninho; Marcelo Oliveira, Wesley, Valdivia e Mazinho; Leandro e Alan Kardec. A dúvida é se Bruno César cumprirá a programação feita quando ele se apresentou de ficar no banco de reservas no Derby.

Há uma semana, o meia emprestado pelo Al Ahli, da Arábia Saudita, mostrou falta de ritmo. “Tivemos uma semana proveitosa e temos algumas horas que antecedem ao jogo. Se pudermos contar com o Bruno, muito bom. Se não, manteremos os trabalhos para que não tenha só uma estreia com grande desempenho, mas uma sequência”, comentou Kleina. O camisa 30, ao menos, chegou ao peso ideal.

Mano está ciente da única possibilidade de mistério do rival, ao mesmo tempo em que admitiu: Kleina está preparado para qualquer novidade. “É muito difícil uma surpresa que ele não tenha trabalhado do outro lado. Provavelmente, ele vai manter a formação, mas pode mudar com os mesmos jogadores”, disse o técnico do Corinthians.

O treinador do Palmeiras, por sua vez, não quis opinar sobre as novidades armadas do outro lado, deixando tudo para o “feeling” do rival. Na prática, discursos que se combinam na estratégia de não dar armas ao rival no Derby. “Eu, como adversário, sempre gosto de saber o que o lado de lá vai colocar em campo. Mas, quando não tenho isso, não é o mais difícil. A parte principal é o que vamos fazer em campo”, discursou Mano.

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL

• Dê o seu palpite: Corinthians ou Palmeiras?

Pode não ser como nos velhos tempos, quando o Dérbi dividia a cidade e valia quase como um Campeonato em particular e prendia a respiração por toda uma semana. Mas ainda é um tradicional duelo Corinthians- vem em primeiro por ser o mandante- e Palmeiras, cujo resultado aumenta a autoestima do vencedor e deixa cabisbaixo o perdedor.

Ah, lá vem de novo o chavão, que em clássico não tem favorito. E é verdade. Tanto que na hora do jogo, do vamos ver, ficam na estatística a melhor campanha do Palmeiras (19 pontos) e os momentos difíceis vividos pelo Corinthians (7 pontos), pois a rivalidade entra em campo com o apito do árbitro. Depois do apito, tudo pode acontecer.

O Corinthians terá mudanças, até pelas reformulações que promove no elenco. O jovem Felipe deverá ocupar o lugar de Paulo André (negociado com o futebol chinês), enquanto é bem possível que Renato Augusto faça o seu primeiro jogo na competição, existindo ainda a expectativa da estreia de Jadson, significando a entrada dos dois meias municiamento melhor para os atacantes Romarinho e Guerrero.

Por sua vez, o Palmeiras deverá estar completo, com Valdivia inclusive, tentando justificar o bom momento e a invencibilidade, pois os únicos dois pontos que perdeu até agora surgiram do empate diante do Audax, injusto, pois o time de Gilson Kleina desperdiçou muitas chances de gol e até um pênalti. Está em fase melhor do que do rival, embora, repetindo, isso não signifique favoritismo no clássico.

Tenho a tentação de arriscar no empate, mas não o farei. Pode parecer ”em cima do muro”, meu Deus! Assim deixo o convite para o amigo internauta arriscar o seu palpite, até para que a gente possa medir como está a tendência do duelo na visão do torcedor.
Arrisque!

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BLOG DO VERDÃO ❘ DIÁRIO DE S.PAULO ONLINE

• Bilheteria mostra que não há paz no futebol

Para promover a paz no clássico deste domingo, Corinthians e Palmeiras criaram a campanha “Adversário Não é Inimigo”. Nesta quinta, porém, uma grande confusão marcou a venda dos dois mil ingressos destinados à torcida alviverde.

Nas bilheterias do Palestra Itália, centenas de palmeirenses se aglomeraram em busca de entradas. O trânsito na Avenida Francisco Matarazzo chegou a ser interrompido. 

A venda foi dividida entre sócios (na parte interna do clube) e não-sócios (do lado de fora).

Sem qualquer funcionário do clube para gerenciar a multidão concentrada na parte externa, vários problemas foram registrados e coube à Mancha Verde, principal organizada palmeirense, o papel de ajeitar a fila. 

Do lado interno, um sócio do Palmeiras que trajava a camisa da torcida organizada acabou sendo agredido por um segurança do clube e deixou o local sangrando. Depois, alguns integrantes da Mancha Verde entraram na sede social e depredaram parte do patrimônio.

Por meio de nota oficial, a diretoria do clube prometeu apurar o ocorrido e punir os responsáveis pela confusão.

“O Palmeiras repudia veementemente ações como as ocorridas nas dependências sociais da agremiação e não se contentará enquanto não houver a devida punição aos responsáveis por esse inadmissível episódio”, diz a nota.

• Palmeiras fecha quatro patrocínios pontuais

Aproveitando a visibilidade do clássico contra o Corinthians, a diretoria do Palmeiras fechou ontem quatro patrocínios pontuais para preencher os espaços do peito, das costas e as barras da camisa.  No total, o clube alviverde receberá cerca de R$ 400 mil pela partida deste domingo.

O espaço principal da camisa será ocupado pela Chery, montadora de carros chinesa. O clube ainda não divulgou os nomes das outras marcas que serão estampadas no clássico.

Sem um patrocinador máster desde maio do ano passado, o Palmeiras conta com apenas dois anunciantes fixos no uniforme: Tim (no número da camisa) e Minds (na parte frontal, entre o símbolo do clube e o da fornecedora de material esportivo).

No começo do ano, em reunião do Conselho de Orientação Fiscal que aprovou o orçamento para a atual temporada, o presidente Paulo Nobre anunciou que esperava arrecadar R$ 30 milhões em patrocínio, contando todos os espaços do uniforme.

Desde o ano passado, a diretoria negocia com a Caixa Econômica Federal. No entanto, o acordo esbarra na falta da Certidão Negativa de Débitos.

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COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• São Paulo tenta driblar rivais para fechar patrocínio com Caixa

Palmeiras e Santos ganharam a concorrência do São Paulo na disputa pelo patrocínio na camisa da Caixa Econômica Federal. O banco já é parceiro do Corinthians e procura desde o ano passado um segundo time na cidade de São Paulo.

Atual patrocinadora do Tricolor, a Semp Toshiba informou o clube de que não tem condição financeira de manter o atual contrato até dezembro. A possibilidade de uma rescisão antecipada despertou o interesse da Caixa, que tem esbarrado em questões burocráticas para bater o martelo com Verdão e Peixe — nenhum dos dois clubes conta com a CND (Certidão Negativa de Débitos).

“Até o momento, só tivemos uma conversa com o pessoal da Caixa”, afirma o vice-presidente de Comunicação e Marketing do São Paulo, Julio Casares. Ao contrário dos rivais, o Tricolor tem a CND há anos.

A Semp Toshiba paga R$ 17 milhões por ano ao clube, além de ceder aparelhos eletrônicos que totalizam R$ 23 milhões. Nos bastidores, a informação é de que a Caixa pode patrocinar o Tricolor por R$ 25 milhões.

• Cada clube…

A Caixa não tem seguido um padrão na negociação de patrocínio com os clubes paulistas. Ao Corinthians, por exemplo, está pagando R$ 32 milhões em 2014, no segundo ano de contrato.

• …um valor

Já a negociação com o Palmeiras giraria na casa dos R$ 20 milhões, enquanto o banco topava desembolsar até R$ 18 milhões para o Santos.

• Em espera

O Verdão ainda não conseguiu sua Certidão Negativa de Débitos porque apenas metade dos R$ 54 milhões que viriam de um fundo foram liberados. O dinheiro quitará dívidas que inviabilizam a CND.

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