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VERDÃO NA MÍDIA 14-03-2014: Na filosofia da produtividade, Brunoro promete “cenoura” por título ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Na filosofia da produtividade, Brunoro promete “cenoura” por título

Neste domingo, o programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, exibirá entrevista exclusiva com José Carlos Brunoro sobre os contratos de produtividade adotados no Palmeiras. O diretor executivo avisa que mesmo a busca pela melhor campanha na primeira fase do Campeonato Paulista não é por prêmios maiores. O elenco ganhará dinheiro mesmo se for campeão.

“As premiações por jogo e parciais são menores. A grande cenoura está no final, em ser campeão. Temos conversado muito com o elenco que não adianta ser eliminado, se classificar e não conquistar nada, parar no meio do caminho. A premiação final é maior e interessante”, afirmou o dirigente na entrevista que será exibida na íntegra na edição do programa neste domingo.

A diretoria explica o contrato por produtividade citando a metodologia da cenoura na frente do cavalo. O alimento amarrado na cabeça do animal o motiva a continuar correndo para comê-la, da mesma forma que os jogadores continuam se empenhando por conquistas.

Nomes como Lúcio, Leandro, Diogo, Bruno César e Gilson Kleina aceitaram a ideia. “No futebol, não podemos dar só 10% do salário como fixo. A porcentagem vai de caso a caso, mas, geralmente, é de 70%, 80% do salário como fixo, em alguns casos, 60%, e o resto é por produtividade”, comentou Brunoro, explicando que, em relação aos jogadores, a filosofia não estimula o individualismo. Pelo contrário.

“A produtividade é só sobre número de partidas jogadas. Como não é por passe, gol ou coisas do tipo, a questão individual cai bastante, fica até mais forte a parte coletiva. Se o jogador estiver entrosado com o time e participa de ações conjuntas, tem mais chances de jogar. Se for individualista, dura só um jogo”, disse o diretor executivo.

“O salário fixo é muito bom dentro do mercado e motivamos o jogador a conquistar mais pessoalmente. É bom porque ele sempre disputa para ser titular e poder almejar Seleção ou novos rumos, como uma venda futura ao exterior. No fundo, todos ganham. O elenco fica muito mais preparado e motivado para jogar”, prosseguiu.

Na visão de Brunoro, quem não aceita o contrato por produtividade tem mais a perder. “A camisa do Palmeiras é muito forte, e o mercado está falando muito bem do projeto, o aceite tem sido muito bom. Dentro da sua realidade, o Palmeiras paga em dia. Se alguém não vier para o Palmeiras por causa disso, paciência, é mercado. Mas pode ter uma perda muito grande porque o jogador não acredita no seu próprio taco”, declarou.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Para fazer time copeiro, Kleina pede erro mínimo no Palmeiras

Em quase dois anos de Palmeiras, Gilson Kleina não venceu disputas de mata-mata. Foram quatro até agora, e o treinador terá, no início de abril, o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil para encerrar este incômodo jejum. O caminho para tornar o time copeiro, e vencedor de partidas decisivas, é tornar os erros “mínimos”.

– Para ter uma equipe copeira, precisa errar o mínimo possível, e temos exemplos claros disto no ano, quando competimos o que aconteceu, e o que acontece quando não. Além de ter o foco e saber que só tem a vantagem de jogar em casa (no Paulista), qualquer empate é pênalti e não dá para dizer que é loteria, porque você treina. O que queremos é uma equipe comprometida os 90 minutos – afirmou.

– Tudo que estamos fazendo precisamos colocar em prática. Temos jogadores leves, e no jogo quando igualamos na parte física e tática, tem que vir o talento, improvisação, e isto eu tenho muito no grupo – acrescentou.

Com 32 pontos e líder garantido do Grupo D, o Alviverde tem como objetivo terminar a primeira fase com a melhor campanha da competição para ter vantagem no mando de campo durante as finais. Por isto, ele valoriza o jogo contra a Ponte Preta, neste sábado, no Pacaembu.

– Eles ficaram a semana inteira treinando, e apostam muito na classificação, também. Pedimos mais uma vez a torcida porque vamos entrar em uma reta de decisões. Que possamos ser competentes, porque resultado de vitória torna o jogo contra o Santos um campeonato à parte – completou o técnico do Verdão, que tem os mesmos 32 pontos do Peixe até agora.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Torcedor elitizado no novo Palestra, mas com sanduíche de pernil na mão

Por Danilo Lavieri

A elitização dos estádios é um tema recorrente quando as novas arenas do Brasil são apresentadas. Na Arena Palestra não é diferente. Na última quinta-feira, o serviço de catering – termo que resume alimentação e bebida – da casa palmeirense foi apresentado pela WTorre. A empresa responsável pelo serviço, a Gourmet Sports, mostrou que está ciente da dificuldade que será mesclar todo o glamour de um serviço VIP de comes e bebes com a necessidade de satisfazer o torcedor viciado no sanduíche de pernil antes do apito inicial. O acordo terá duração de 10 anos.

Baseada em experiências que teve no passado, a empresa, que é um braço brasileiro do grupo alemão K&K Group AG, conta com a ajuda da AEG, gestora norte-americana que cuidará do estádio. O principal desafio será convencer o palmeirense de que é melhor fazer o “esquenta” dentro da arena do que fora dela.

Até por isso, o cardápio apresentado aos jornalistas no evento da última quinta-feira começa por uma simples pipocae um cachorro quente com ingredientes especiais, passa pelo temaki de salmão cru, polenta frita e torta de limão siciliano e termina com algo inusitado para estar no menu de um torcedor: ossobuco com polenta mole.

“A gente sabe que precisa educar o torcedor. A gente precisa mudar o conceito e esperamos que o torcedor perceba que ele vai poder fazer o happy hour em um bar bacana dentro do estádio, depois ir para o restaurante, comer algo espetacular, e acompanhar o evento. O consumidor que hoje passa duas horas, no futuro vai ficar cinco. Para que pegar o trânsito se você pode esperar um pouco dentro do estádio?”, disse Marcello Soares, diretor de parcerias globais da AEG.

Norte-americanização da “experiência” futebol

A qualidade dos serviços prestados é algo que também faz parte da aposta do CEO da empresa, Mark Zammit. Além de planejar tratar a todos como um convidado VIP,  ele tenta usar os esportes norte-americanos como case de sucesso.

No último Super Bowl, por exemplo, Red Hot Chilli Peppers e Bruno Mars foram destaques durante o jogo, sem contar outras atrações menores antes do confronto que define quem é o campeão do futebol americano. É o que Zammit considera como uma grande experiência e não apenas um evento esportivo.

“É fundamental trazer o público para dentro do estádio antes do evento. O jogo de futebol é importante com entretenimento, mas precisamos colocar algo ao redor do jogo de futebol. Queremos que eles cheguem antes, saiam depois e venham ao estádio com família completa. Isso, com certeza, será trabalhado com a AEG”, explicou. “O pessoal não está acostumado ainda, mas vai ficar. Na Copa das Confederações, vi até pessoal tirando foto de comida”, completou.

Faz parte dos planos da operadora até implementar um sistema em que o torcedor faça seus pedidos sem levantar da cadeira, por meio de um smartphone. Mas isso é plano para um futuro não tão próximo. “Precisamos primeiro mostrar o que é uma construção multiuso, depois vamos para isso. Mas a Arena está pronta para essa tecnologia”, analisou Marcello Soares.

Se até os alemães esqueceram o salsichão…

O time ganha o reforço de Raj Saha, diretor de operações da AEG. Com o passaporte para lá de carimbado, com passagens por Londres, Nova Iorque, Berlim, Istambul e Estocolmo, ele diz ter a receita para conseguir mudar a cultura do torcedor brasileiro.

Ele sabe que a tarefa é difícil, mas promete usar a mesma estratégia que tirou das ruas e colocou para dentro dos estádios os alemães fissurados no salsichão e na cerveja e os ingleses viciados em ficar no pub até minutos antes do jogo.

“Abrimos arenas em outros lugares do mundo em que os torcedores também têm outro costume. Hoje, você os vê dentro dos nossos estádios”, disse o confiante dirigente, que traça uma estratégia simples para poder conquistar também os torcedores que têm a mão mais fechada na hora de gastar.

“Vamos ter produtos para os que querem gastar R$ 2 e também para os que querem gastar R$ 30“ , complementou sem revelar ao certo o preço dos produtos.

E a cerveja?

O torcedor da capital paulista ainda não sabe se poderá beber a sua cervejinha dentro do estádio após a Copa do Mundo. Os que forem ao Itaquerão durante o Mundial, no caso, poderão rever a velha companheira de guerra, retirada dos campos de jogo para evitar bêbados brigões. Mas, e depois?

Os dirigentes da AEG reconhecem que uma eventual proibição da cerveja pode atrapalhar os planos da empresa, mas confiam que uma experiência positiva com o álcool durante a Copa do Mundo possa mudar a cabeça das autoridades brasileiras em relação à lei atual.

“Faz parte de qualquer programa de entretenimento. Como você vai em um restaurante que não tem bebida alcoólica? Faz parte da conscientização do público e de uma operação do governo, mas não vai ter como (manter a proibição). É entretenimento”, resumiu Marcello Soares.

Raj Saha é um pouco mais cauteloso, mas sem perder a esperança. “Ninguém sabe, ainda esperamos aqueles que fazem a lei, mas estamos prontos para isso. E não só para cerveja. Poderemos servir vinho, drinques e todos os tipos de bebidas. A gente sabe que, assim que liberado (o álcool), a demanda vai ser muito grande”.  Vale destacar que durante shows e eventos, o álcool é liberado.

O estádio do Palmeiras tem o custo estimado na casa dos R$ 550 milhões, com 100% do investimento privado. A previsão é de que a obra esteja entregue até o fim do mês de junho. Além de todo o serviço VIP de alimentação, a Arena terá à disposição de seus torcedores uma loja do Burger King e uma da Dog Haüs em uma espécie de praça de alimentação que ficará no prédio de estacionamento do complexo.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• AEG prevê jogo de estreia e eventos no Allianz Parque para perto de agosto

Por Thiago Ferri

A AEG, empresa responsável pela organização de eventos no Allianz Parque, planeja iniciar a programação para estrear o estádio apenas perto do centenário do Palmeiras, que celebra a data no dia 26 de agosto.

A intenção da gestora é realizar uma semana de eventos dos mais variados temas, a fim de apresentar a característica multiuso do estádio. O primeiro deles, porém, seria um amistoso contra um clube europeu, próximo do aniversário alviverde.

As conversas iniciais foram para que o Palmeiras enfrentasse uma seleção antes da Copa do Mundo de 2014, mas o negócio não evoluiu. Fazer algo durante o Mundial não agradou à AEG, para não correr risco de perder visibilidade do evento. A busca pelo rival continua.

– Há uma relação forte do Palmeiras com clubes da Itália, mas falamos com os principais times do mundo e federações. Tem pessoas nos ligando querendo jogar no Allianz Parque – disse Raj Saha, diretor de operações da AEG, ao LANCE!Net.

– A grande coisa de termos o estádio, quando ele estiver aberto e pronto, será o fato de termos um conteúdo diversificado. Então podemos ter um torneio de uma semana, com dois times europeus, outro sul-americano e o Palmeiras, ou um festival de música de três dias, podemos tentar criar novos tipos de eventos aqui, como NFL, NBA… temos estrutura para isto – acrescentou.

A previsão da AEG vai ao encontro da programação estipulada pela WTorre, construtora do estádio. Embora o presidente alviverde, Paulo Nobre, tenha dito ao L!Net que há chance de o clube usar a Arena só em 2015, a empresa, que vive relação conturbada com o Alviverde, prevê a conclusão da obra para fim de junho. Em litígio, as partes discutirão suas divergências contratuais na arbitragem.

Até agora, seis datas já foram reservadas no segundo semestre para shows e eventos. Entre o fim da Copa (em julho) e julho de 2015, a AEG planeja fazer dez shows: três deles de grande porte, na Arena, e outros sete no anfiteatro do estádio palmeirense, para até 12 mil pessoas.

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NOTICIÁRIO ❘ ESTADÃO ONLINE

• Allianz Parque pode ter NBA e prevê 10 shows no 1º ano

Por Daniel Batista

Enquanto WTorre e Palmeiras travam um braço de ferro para ver quem ganha o direito de comercializar as cadeiras da Allianz Parque, a Anschutz Entertainment Group (AEG), empresa responsável por gerenciar os eventos na arena, já traça planos ambiciosos e promete transformar a casa alviverde em um grande palco de shows e mega eventos esportivos, além do futebol. NBA e UFC serão algumas das atrações.

“A AEG é forte globalmente, a gente representa a NBA na Europa e temos um acordo no Brasil. A gente quer levar todas as possibilidades para a arena. Vamos trazer motocross, NBA, UFC e o que for possível”, disse Marcelo Soares, diretor de parcerias globais da AEG, em entrevista exclusiva ao Estado. A empresa tem parceria com o Los Angeles Lakers. No ano passado, representantes da NBA visitaram as obras da arena e deixaram o Brasil animados com o que viram.

A confiança em que a arena ficará pronta até o fim de junho, como diz a WTorre, é tão grande, que a AEG já reserva datas para eventos ainda esse ano. “Temos um plano para o primeiro ano (de obra pronta). São três shows de grande porte e mais sete de anfiteatro (capacidade menor). Estamos sujeitos a adversidades, mas esse é o plano”, contou Soares.

A briga entre clube e construtora, pelo menos por enquanto, não está afetando a marcação de shows ou acerto com empresas. “Os parceiros estão entendendo que é algo novo no Brasil e é natural que exista algumas divergências”, explicou o diretor da AEG.

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BLOG DO JORGE NICOLA ❘ IG

• Paulo Nobre avisa que topa vender do goleiro ao camisa 11

Pela primeira vez desde que assumiu a presidência do Palmeiras, em janeiro do ano passado, Paulo Nobre está apavorado com a crise financeira do clube. Depois de colocar R$ 85 milhões no clube, ele avisou aos membros do COF (Conselho de Orientação Fiscal) que topa vender qualquer jogador. Do goleiro ao camisa 11.

“É só aparecer uma proposta razoável que terei de fazer negócio”, admitiu o presidente, em reunião extraordinária na última segunda-feira, para tratar exclusivamente do caos nas contas.

Se pudesse escolher, Nobre adoraria receber propostas por Wesley e Valdivia. Apesar de titular absoluto, Wesley tem contrato apenas até fevereiro. Ou seja, se não aceitar a prorrogação, ele pode deixar o Verdão de graça. Já Valdivia seria uma boa, na visão do dirigente, por ter valor alto no mercado.

Nobre revelou que não há fontes de receita e, pior, que o Palmeiras está impedido de pegar empréstimos ou financiamentos por não ter o que dar em garantia — a cota da Globo está bloqueada após ação de Antenor Angeloni, que cobra o dinheiro usado na compra de Wesley.

Esse bloqueio impediu a liberação de R$ 54 milhões do Fidc (Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios), usados para pagar dívidas e obter a Certidão Negativa de Débito. Com o documento, o clube conseguiria anunciar o patrocínio máster de R$ 20 milhões por ano com a Caixa.

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BLOG DO JORGE NICOLA ❘ IG

• Barcos descarta Corinthians por respeito ao Palmeiras

A busca do Corinthians por um centroavante fez surgir a especulação de uma possível troca de Emerson Sheik por Barcos, do Grêmio. Mas a chance de o negócio acontecer é zero, de acordo com o argentino. Tudo por causa do Palmeiras.

“Eu não jogo em um rival do Palmeiras nem se me oferecerem um salário quatro vezes maior”, assegura Barcos, tentando recuperar um pouco do moral perdido com a torcida alviverde após a transferência para o Sul do país.

Além da rivalidade entre Palmeiras e Corinthians, pesa contra qualquer possibilidade de negociação a boa fase do Pirata com a camisa gremista. “Estou fazendo gols, virei capitão, tenho moral com os outros jogadores…”

Por fim, Barcos assegura que nunca foi procurado por qualquer pessoa ligada ao Corinthians nos últimos meses. “Devem ter inventado isso para me sacanear, porque não existe absolutamente nada”.

Barcos deixou o Palestra Itália no início do ano passado, em meio a uma queda de braço com a diretoria por causa de pendências financeiras. Na negociação, o Grêmio mandou para o Palmeiras Leandro, Léo Gago, Vilson e Rondinelly.

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BLOG DO VERDÃO ❘ DIÁRIO DE S.PAULO ONLINE

• Leandro dá adeus ao banco e volta a ser titular

Por João Pontes

Autor do gol da vitória do Palmeiras sobre o Vilhena-RO (1 a 0), na estreia do time pela Copa do Brasil, nesta quarta, o atacante  Leandro está dando adeus ao banco de reservas. Amanhã, contra a Ponte Preta, o camisa 38 deve voltar à equipe titular.

“Corri bastante, né? Entrei para ajudar a equipe e, graças a Deus, deu certo. Recebi o passe do Bruno César e pude fazer o gol da vitória. Estou muito feliz”, disse o atacante.

Antes da partida contra o rival de Rondônia, Leandro desfalcou o time em quatro partidas por causa do banco de reservas. Não, isso não foi modo de dizer. O banco literalmente tirou o atleta de combate. Na véspera do duelo com o Botafogo, pelo estadual, ele se machucou após uma trombada no banco de cimento do CT alviverde.

Por causa da pancada, Leandro levou sete pontos na perna direita e ficou quase três semanas afastado dos gramados.

Preocupado com a integridade física dos jogadores, a comissão técnica do Palmeiras solicitou a retirada dos bancos de concreto. No começo deste mês, eles foram demolidos.

Além de Leandro, outros jogadores já tinham sofrido lesões parecidas. Um deles foi o atacante Caio, hoje na Lusa.

• Obstáculos

Artilheiro do clube na última temporada,  Leandro acabou contratado em definitivo por R$ 8 milhões. Como a negociação foi fechada na segunda semana de janeiro deste ano, o atacante perdeu o início da pré-temporada e desfalcou o time nas primeiras rodadas do Campeonato Paulista.

Das 14 partidas que o Palmeiras disputou nesta temporada, Leandro esteve em apenas sete. No período em que o camisa 38 ficou fora, os atacantes Diogo, Vinícius e Patrick Vieira deram conta do recado.

“A concorrência é uma coisa normal no futebol e todo jogador quer ser titular. É preciso estar bem todos os dias para  ficar com a vaga. Se eu conseguir  fazer o que fazia no ano passado, vou ajudar o time e terei espaço”, comentou Leandro.

• Bruno César pede para jogar: ‘Quero entrar em forma’

Após o técnico Gilson Kleina avisar que pretende poupar alguns jogadores na partida contra a Ponte Preta, amanhã, no Pacaembu, o meia-atacante Bruno César pediu para ganhar uma chance no time titular.

De olho na fase final do Campeonato Paulista, o Chuta-Chuta disse que precisa entrar em campo para ganhar ritmo de jogo.

“Quero jogar e entrar em forma o mais rápido possível. Para mim, é muito importante participar do jogo contra a Ponte Preta. Temos a fase final do Campeonato Paulista e, quanto antes eu entrar em forma, melhor”, disse.

Na estreia do Verdão na Copa do Brasil, Bruno César começou o jogo no banco de reservas e entrou em campo no fim do segundo tempo. Mesmo atuando por poucos minutos, o camisa 30 deu a assistência para o gol do atacante Leandro.

“Tiramos um pouco o foco do Campeonato Paulista para jogar a Copa do Brasil. Agora, voltamos o foco para o estadual. Temos um campeonato à parte contra o Santos pela briga da melhor campanha e temos de  vencer todos os jogos”, comentou.

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COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Quem tiver proposta sairá, avisa Nobre

Pela primeira vez desde que assumiu a presidência do Palmeiras, em janeiro do ano passado, Paulo Nobre está apavorado com a crise financeira do clube. Depois de colocar R$ 85 milhões no clube, ele avisou aos membros do COF (Conselho de Orientação Fiscal) que topa vender qualquer jogador. Do goleiro ao camisa 11.

• Tensão no ar...

A reunião no COF palmeirense foi quente. Mustafá Contursi criticou Paulo Nobre por não reduzir os custos com o departamento de futebol, como prometeu em campanha. 

…e fogo direto

O presidente palmeirense ainda ouviu fortes críticas a seu departamento de marketing, que foi incapaz de fechar patrocínios desde que tomou posse, no início de 2013.

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9 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 14-03-2014: Na filosofia da produtividade, Brunoro promete “cenoura” por título ❘ GAZETA ESPORTIVA NET”

Em um ano de mandato, o Marketing é um fisco , que além de caro é incompetente, os argumentos de Paulo Nobre, são dignos de muitos empresários falidos, a SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS, esta sendo administrada por um deficiente visual, que não tem a mínima noção do potencial de mercado, da torcida que exige equipes , protagonistas das disputas que participa, e não uma amontoado de jogadores médios e mimados, que sempre serão coadjuvantes, em um futebol com deficiência de profissionais no comando!

Como é??? Essa história do Paulo Pobre de topar de vender qualquer jogador do goleiro ao camisa 11??? Só por causa da situação financeira do clube??? Ahhh v£i se fu)*er, seu playboyzinho de rally!!!

Imprensinha gamba esta totalmente perdida.
Fica inventando terrorismo, cada dia tem uma novidade…
Nosso amigo Carlos Alexandre tem razão vamos chegando perto e o terrorismo vai aumentando.
VIVA A MIDIA PALESTRINA!!!!!!
Acabou-se a credibilidade da imprensa.

O conceito de remuneração variável na sua concepção está correto, porém é preciso tomar cuidado pois cada jogador é um caso em particular. Por mais que o Brunoro fale, só vamos realmente comprovar ou não a eficácia deste modelo no final do ano, após a avaliação do Palmeiras nas competições que disputou.

O jorge nicola é a nova versão do perrone.
Quer, de qualquer forma, tumultuar o ambiente no Palmeiras.
E se preparem. Conforme forme chegando os jogos decisivos, irão procurar aumentar o poder de fogo nas más notícias em relação ao Palmeiras.
Tentarão nos desestabilizar de qualquer forma, fazendo o papel de “fogo” pois sabem que temos em nosso conselho deliberativo, aqueles que se propõe a fazer o papel de “palha” e “gasolina”, criando o caos dentro da nossa casa.
portal ig, uol, folha de são paulo e diário de são paulo são instituições de quinta categoria.

Caro Carlos… Pô, não sobrou quase nada para o Verdão na Mídia. Vai chegar um dia em que só publicaremos os releases da assessoria de imprensa da SEP. Abraço

Rsrsrsrsrs…
Também não é assim.
Ainda temos alguns veículos de comunicação menos ruins.
Mas sinto falta de profissionais como Fiori Gigliotti, Orlando Duarte, Armando Nogueira e Osmar Santos que sabiam opinar com respeito e imparcialidade.
Falando em assessoria de imprensa, como pode permitir que o tal do jorge nicola divulgue o conteúdo quase que na íntegra de uma reunião do COF ?

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