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VERDÃO NA MÍDIA 28-03-2014: Desarmador, criativo e mais caçado. Valdivia vai de chinelinho a multiuso ❘ UOL ESPORTE

NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Desarmador, criativo e mais caçado. Valdivia vai de chinelinho a multiuso

Aos poucos a torcida palmeirense vai recuperando a fé em contar com Valdivia como o grande craque do time. Na última quinta-feira, na vitória diante do Bragantino por 2 a 0 que confirmou o time na semifinal do Paulista, o chileno fez uma excelente partida, participou da jogada de um dos gols e foi eficiente até no combate ao adversário. O rótulo de “chinelinho”, que muito o incomoda, vai sendo deixado para trás. 

O camisa 10 apanhou bastante, precisou até fazer tratamento no seu tornozelo direito após a partida, mas soube ser calmo na maioria dos momentos. O meia mostrou apenas um momento de desequilíbrio durante os 90 minutos ao fazer falta dura em seu adversário. O lance foi punido com um cartão amarelo que o deixou pendurado no restante do torneio.

Marcado por lesões no passado, ele fez seu 10º jogo no Campeonato Paulista e dá mostras de que os problemas musculares não o incomodam mais. Pelas entrevistas, o jogador parece ter o apoio irrestrito dos companheiros.

“Fiquei orgulhoso de ver o Valdivia ali na nossa intermediária vindo roubar bola. E a gente estava vencendo por 2 a 0. Para mim é um orgulho ver que fisicamente ele evoluiu muito, dá gosto de ver que o Valdivia está entendendo a importância dele. Quando ele está bem fisicamente, ele faz a diferença e está fazendo o trabalho diferenciado e tem dado resultado”, comemorou Gilson Kleina.

“Valdivia é um cara corajoso, sofre com pancada, com rodízio, e ele não foge do pau não. Fica até uma situação temerária, porque ele fica ali e, às vezes, provoca uma situação. Não é isso que a gente quer. A gente sabe que ele é importante para o grupo”, completou o treinador.

Os números apresentados pelo Footstats dão base ao discurso do treinador. Nesta partida, ele sofreu três faltas e fez outras três e ainda tentou desarmar o adversário em cinco ocasiões, com 80% de sucesso, mais do que o líder palmeirense em desarmes, Marcelo Oliveira, que teve 50% de êxito nas quatro tentativas.

Na hora de ser ofensivo, Valdivia também foi destaque, com 41 passes certos, acertou cinco dribles e errou dois e tentou balançar as redes por duas vezes. Ele ainda participou da jogada do segundo gol ao roubar a bola no meio de campo.

Tudo isso faz companheiros e até adversários rasgarem elogios a ele. “O que ele faz dentro de campo é sacanagem. Ele é muito diferente, sabe jogar de costas, de frente, de lado. Ele está em uma excelente fase e fica fácil jogar com ele assim”, afirmou Bruno César, parceiro de criação.

Do outro lado do campo, Guilherme, do Bragantino, também não escondeu a admiração pelo meia. “O Valdivia é diferente, ele é muito bom, malandro e experiente. Ele sabe apanhar, apanha muito, mas também sabe bater”, disse o defensor da equipe do interior à Rádio Globo após ganhar um presente no fim do jogo. “Eu peguei a camisa porque tem gente da minha família que vai gostar”, explicou.

Nesta sexta-feira e sábado, Valdivia passará por tratamento intensivo no seu tornozelo para que, então, tenha condições de jogo diante do Ituano. Logo após o jogo, o camisa 10 já fazia tratamento com bolsa de gelo na região. 

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• ‘Valdivia é corajoso e não foge do pau’, elogia Gilson Kleina

Na vitória do Palmeiras por 2 a 0 sobre o Bragantino, nesta quinta-feira, no Pacaembu, Valdivia, que disputou 11 partidas na temporada, não só completou seu nono jogo com 90 minutos em campo, como demonstrou um algo a mais que agradou Gilson Kleina.

A disposição do chileno em campo, mesmo depois da vantagem construída no placar, encheu o treinador de satisfação.

– Ele é corajoso. Quem vem, marca o Valdivia forte porque sabe que, se der espaço, ele é craque e faz a diferença. E tem o rodízio de faltas, trocaram quem levou amarelo. Quando ele toma uma chegada firme, não foge do pau. Ficamos temerários porque parece que quer provocar e toma cartão. Não queremos isso, sabemos da importância dele não só nos jogos, mas no grupo – disse o técnico.

Um pouco irritado com marcação firme do Massa Bruta, o Mago revidou uma entrada em um adversário, levou cartão amarelo e agora está pendurado para a semifinal diante do Ituano, às 18h30 de domingo, no Pacaembu.

Apesar da advertência, Kleina opta por elogiar o empenho do seu camisa 10 durante toda a partida da qual o Verdão saiu vitorioso.

– Fiquei orgulhoso quando já ganhávamos por 2 a 0 e o vi roubando bola do volante quase na nossa intermediária. Como o Valdivia evoluiu fisicamente! Mérito dos preparadores e dele, que entendeu. Quando tem a musculatura alinhada, com todo trabalho e monitoramento feitos, seu futebol evoluiu. Ele já tinha futebol, mas ele voltou a ser desempenhado – opinou.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Kleina celebra vitória consistente e imposição de ritmo em jogo acirrado

Por William Correia

Gilson Kleina saiu do Pacaembu com a sensação de aprovação  com méritos. O técnico venceu o seu primeiro mata-mata no Palmeiras superando a forte marcação e administrando a bola aérea do Bragantino. Para o comandante, o time soube impor seu jogo para fazer 2 a 0 e se garantir na semifinal do Campeonato Paulista.

“Sabíamos que seria um jogo de muita marcação, pegamos mais uma vez um adversário que veio para jogar por uma bola. Tivemos paciência em um jogo em que estávamos acelerando. Foi uma vitória consistente, o tempo todo quisemos colocar a bola no chão em um jogo acirrado”, sorriu.

O treinador mandou a campo o quarteto ofensivo com Valdivia, Bruno César, Leandro e Alan Kardec e encaixou a dinâmica de Wesley para ter força ofensiva com a chegada de Juninho pela esquerda. Ao mesmo tempo, cobrou movimentação para marcar, como viu em campo.

“Colocamos uma equipe com muita movimentação e bola no pé, mas colocamos na cabeça a consciência de ocupar espaço, fazer a transição para ajudar. Quanto mais entrosar, nosso leque de opções aumenta, e temos uma criatividade muito forte”, comentou, feliz por ver espírito decisivo nessa reta final de competição.

“Equipes que chegam à decisão têm que simplificar, e isso passa por chutão, bola longa. Às vezes, chamamos o adversário com toques curtos que poderiam ser evitados. A qualidade tem que existir, toque de bola na maior parte do tempo, mas tem que simplificar sempre para ter uma probabilidade de erro e percentual muito menores. Em jogos desse naipe, tem que ser dessa forma”, ensinou.

No domingo, o adversário será o Ituano. E o cuidado tem que ser o mesmo. “É jogo único, tudo pode acontecer. Os jogos decisivos, muitas vezes, não são bonitos, são decididos no detalhe. Pegamos um adversário alto, que joga na bola parada e, de repente, poderiam ser felizes e encaixar. É necessário manter a atitude e se impor”, orientou Kleina.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Kardec busca repetir Evair e César com artilharia e título no Palmeiras

Alan Kardec marcou um dos gols do Palmeiras na vitória por 2 a 0 sobre o Bragantino, na quinta-feira, pelas quartas de final do Campeonato Paulista. Com isso, o artilheiro do Verdão chegou a nove gols no Estadual, e está empatado com Luis Fabiano (São Paulo) e Léo Costa (Rio Claro) ambos já eliminados da competição, no topo da lista de goleadores. Se o Alvinegro passar pelo Ituano na semifinal, o camisa 14 irá fazer mais três jogos no campeonato e tem boas chances de ser o grande matador do torneio.

Na última vez em que o Palmeiras teve o artilheiro do Paulistão, sagrou-se campeão. Em 2008, Alex Mineiro fez 15 gols e ajudou o Verdão a vencer um Estadual depois de 12 anos na fila. Dessa vez, o jejum é menor: são “apenas” seis anos desde então. Se Kardec repetir o feito, se juntará a nomes como Evair e César Maluco, ídolos da história do Verdão que foram goleadores em anos em que o clube também venceu o Estadual.

O Palmeiras teve o artilheiro do Campeonato Paulista em onze oportunidades. Dessas, sagrou-se campeão em cinco. Em 1926, quando ainda era Palestra Itália, Heitor Filó anotou 18 gols e levantou o caneco. Assim também foi com Romeu Pellicciari, que, com o mesmo número de gols que Heitor, conquistou a taça em 1932. Em 1934, novamente Romeu, dessa vez artilheiro com 13 gols. A coincidência entre ter o goleador máximo e a taça só voltou a acontecer em 1994, quando Evair fez 23 gols e levantou o troféu. Depois de 14 anos, Alex Mineiro repetiu o feito em 2008, e agora, Alan Kardec pode entrar para essa seleta lista.

Os principais concorrentes de Kardec na briga formam o trio de goleadores do Santos, composto por Cícero, Gabriel e Geuvânio, com sete gols cada. Se confirmarem o favoritismo sobre os times do interior, Peixe e Verdão irão fazer a final. Com isso, os matadores ainda podem jogar mais três partidas para tentarem se isolar na artilharia e levar suas respectivas equipes ao título.

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NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

• Às vésperas da semi, Alan Kardec se preocupa com seu futuro no Palmeiras

Por Diego Iwata Lima

Artilheiro do Campeonato Paulista, com nove gols, o atacante Alan Kardec revelou estar preocupado com sua renovação contratual.

A situação com o Benfica, que o emprestou ao Palmeiras até o fim de junho, está quase definida.

O clube português está propenso a aceitar cerca de R$ 12,5 milhões pela contratação definitiva do atacante pelo clube paulista.

O problema agora é o salário do jogador. Kardec e seu estafe não gostaram da primeira proposta feita pelo Palmeiras, que conta com cláusulas de produtividade –modelo que tem sido oferecido em todas as novas contratações e renovações.

Kardec e seus agentes aguardam uma nova proposta do Palmeiras.

“Se eu disser que não estou preocupado, estarei mentindo. É o meu futuro que está em jogo. Mas acredito que é uma questão de tempo. Ainda não tem nada certo, mas espero que isso possa ser acertado o mais rápido possível”, disse Kardec.

Em 44 jogos pelo Palmeiras, Kardec soma 23 gols – média de 0,52 por partida.

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NOTICIÁRIO ❘ IG ESPORTE

Por Gabriela Chabatura

• Palmeirenses exaltam coletividade e evitam atribuir sucesso apenas a um jogador

O bom desempenho do Palmeiras no Paulistão até aqui tem uma explicação: coletividade. Pelo menos é que os atletas do elenco apontam para explicar a campanha que o time tem feito neste início da temporada e acreditam em evolução na próxima exibição.

“Há coisas que você só pega com o tempo. Por mais que tenha mudado pouco a equipe, com a sequência de jogos você acaba conhecendo mais o companheiro, ver os momentos que ele vai fazer com ou sem a bola, então isso facilita bastante. Nós ganhamos mais confiança também com o passar dos jogos, das vitórias, e acho que estamos no caminho certo. Temos que ter mais concentração porque vai (o campeonato) afunilando e ficando mais difícil os jogos e mais tensos. Nós estamos com uma equipe bem consistente e equilibrada, tem tudo para dar certo”, discursou o goleiro Fernando Prass.

Segundo goleiro menos vazado na competição, Prass ainda destaca a responsabilidade dos atletas ofensivos ajudarem na marcação.

“O jogador hoje não tem uma função somente quando está com a bola, mas ao mesmo tempo não tem só a função de atacar. Você tem a função defensiva, e nenhum treinador é maluco de abrir mão de algumas funções para ter um time ofensivo. Quando tem a bola, todo mundo é defensor, independente da posição. É claro que você não vai cobrar do Leandro e do Valdivia a marcação do Marcelo Oliveira ou do Lúcio, mas eles têm as funções deles, e cabe ao treinador determinar as tarefas para que o time não fique desequilibrado”, completou.

O meia Bruno César, que começou entre os titulares ao lado de Valdivia, também discursou: “O Kleina sempre pede para recompor rápido. Acho que dá dando certo. Estou me entrosando com o Valdivia, Leandro, (Alan) Kardec, que está numa fase excepcional. Nós temos de aproveitar a melhor fase dos nossos companheiros”, falou.

Palmeiras e Ituano se enfrentam pela semifinal do Campeonato Paulista neste domingo, às 18h30, no Pacaembu.

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NOTICIÁRIO ❘ ESPN BRASIL

• Bragantino vai na FPF cobrar cerca de R$ 700 mil do Palmeiras; entenda

Por Camila Mattoso

O Bragantino e o Palmeiras ainda não se entenderam sobre as questões financeiras do duelo desta quinta-feira, no que diz respeito a parte financeira. Por ser uma partida única, o dinheiro arrecadado com a venda de ingressos é dividido entre os dois clubes, igualmente. O presidente do time do interior paulista, Marcos Chedid, contesta os valores colocados no borderô. A diferença questionada é de quase R$ 700 mil. Se ele estiver certo, o alviverde não vai ganhar nada pelo jogo e ainda terá de pagar uma diferença.

A situação vai ser levada para o presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Marco Polo Del Nero, que terá de tomar alguma decisão sobre o assunto. Os desentendimentos entre os cartolas já tinham começado na semana passada, na reunião do conselho técnico, quando o preço dos ingressos virou polêmica. Chedid queria R$ 60 para o tobogã, enquanto Paulo Nobre não abria mão dos R$ 30. No final, para ter o consenso, o valor ficou em R$ 40 – como o Palmeiras já havia começado a venda, decidiu que bancaria os R$ 10 do próprio bolso.

• Entenda a questão

Nos boletins financeiros das partidas, todos os ingressos vendidos são registrados, inclusive os comercializados por meio dos programas de sócio-torcedor. Esse tipo de bilhete, no entanto, não é contabilizado pelo seu valor cheio, mas sim pela metade dele, aproximadamente. A explicação para isso é simples: nos programas de sócios há promoções e vantagens que fazem o torcedor pagar preços diferentes.

Acontece que por se tratar de uma partida com renda dividida, Chedid entende que o Bragantino não teve nada a ver com isso e exige que os preços sejam os cheios.

“Eu não tenho culpa disso. Não tenho nada a ver com o sócio-torcedor deles. Eu só quero receber a minha parte sobre isso. A lei já dá meia entrada para algumas pessoas, como estudantes e idosos. Por que vou aceitar que o sócio-torcedor do Palmeiras pague meia? Não faz sentido e isso vai ser resolvido na Federação Paulista”, afirmou para o ESPN.com.br.

Pelas contas feitas pela reportagem, a diferença que o presidente do time do interior paulista contesta chega a R$ 683 mil no total. Sendo assim, o valor arrecadado na partida de ontem seria de cerca de R$ 1,5 milhão e não R$ 861 mil. Com as despesas descontadas, a renda líquida teria sido, então, de aproximadamente R$ 1,07 milhão. A parte que cabe a cada um do times seria de R$ 539 mil e não R$ 247 mil, como colocado no borderô.

Se Chedid ganhar a batalha, o Palmeiras sairá no vermelho nesta partida, pois seria ele quem teria de bancar a diferença de R$ 683 mil. Se ele tiver de desembolar esse valor, e terá arrecadado R$ 539 mil, o prejuízo de Nobre será de R$ 144 mil.

Mas, ainda tem mais coisa para o presidente alviverde pagar. Pelas diferenças do tobogã, já explicadas anteriormente, o montante é de cerca de R$ 20 mil, totalizando em R$ 164 mil o prejuízo dos palestrinos.

O Palmeiras não comenta o assunto.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Federação define árbitros das semifinais do Campeonato Paulista

A Federação Paulista de Futebol definiu os árbitros das semifinais do Campeonato Paulista. Marcelo Rogério apitará a partida entre Santos e Penapolense, às 16h de domingo, na Vila Belmiro, enquanto Antonio Rogério Batista do Prado é o responsável pelo duelo entre Palmeiras e Ituano, às 18h30 no Pacaembu.

O departamento de arbitragem da Federação Paulista sorteou os árbitros ainda na quinta-feira, antes da vitória do Palmeiras sobre o Bragantino. Além dos escolhidos, outros três profissionais participaram do sorteio: Rodrigo Guarizo, Marcelo Aparecido de Souza e Leandro Bizzio. Falta definir os assistentes em cada partida.

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BLOG DO MENON ❘ UOL

• Palmeiras merece chegar à final

Foi uma vitória sem brilho, mas também sem susto algum. O que , convenhamos, é algo sensacional após os vexames de Corinthians e São Paulo. Com o Palmeiras não teve isso. O coroamento de uma campanha muito boa na primeira fase veio agora com essa vaga na semifinal.

O Bragantino é uma espécie de quebra-cabeça. Se você o decifra logo, vira diversão. Se demora, vira irritação. É um time que há anos joga com três zagueiros altos, dois alas rápidos e um centroavante alto. Haja cruzamento! Se faz um gol, fecha-se e aposta ainda mais no contra-ataque. Ao contrário, se sofre um gol, tem de se abrir, foge de suas características e oferece muitos espaços.

O Palmeiras teve calma para fazer o primeiro. E sempre teve o comando do jogo. Tensão, só houve nos momentos em que Valdivia, sempre abusado, foi caçado em campo. Apanhou muito, bateu pouco e o árbitro não expulsou ninguém.

Gílson Kleina deu um passo a mais na carreira. Depois do título na segunda divisão, está caminhando para outra decisão. Um prêmio para quem soube apostar em si mesmo: não pediu demissão após aquela goleada de seis para o Mirassol e aceitou contrato de produtividade. Se não aceitasse, se batesse o pé, sairia e não conseguiria vaga em outro gigante. Agora, se ganhar mais um título, pode ver suas possibilidades de mercado cada vez maiores.

O Palmeiras merece não só por Kleina, merece porque o trabalho está sendo bem feito. Foram boas contratações e merece também, pelo menos para mim, pela atitude corajosa de seu presidente, enfrentando, sem medo, marginais que torcem apenas para si mesmos.

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BLOG DO LUIZ ANTÔNIO PRÓSPERI ❘ ESTADÃO ONLINE

• Palmeiras é favorito ao título do Campeonato Paulista

O Palmeiras é o favorito para levar a taça do Campeonato Paulista, mesmo diante da força ofensiva do Santos – dono de 43 gols em 16 jogos. Os dois times, com o perdão de Penapolense e Ituano, devem mesmo chegar à final neste domingo. Se insistirem de que pode aparecer uma zebra na decisão, aposto no Penapolense que já derrotou o Santos na primeira fase.

Quanto ao favoritismo do Palmeiras, algumas considerações: tem em Fernando Prass um goleiro experiente e em ótimo momento; Lúcio, seguro, se reinventou; Wesley é moto-contínuo, que dá a dinâmica ao time; Valdivia, enfim, assumiu o compromisso de fazer a diferença; e Alan Kardec, disparado o melhor atacante do futebol brasileiro entre os que atuam no País.

Se esses cinco jogadores chegarem inteiros na decisão, o Palmeiras já pode sonhar com o título.

Pesa contra o time na decisão do Paulistão o noviciado de Gilson Kleina no comando da equipe. Empolgado e, às vezes, deslumbrado com a chance de guiar um gigante de São Paulo, Kleina não pode errar no momento de armar a estratégia   para a final do campeonato.

Para beliscar a taça, Kleina tem de ficar atento ao que se passa nas beiradas do campo. Ele sabe que seu time é vulnerável nas laterais quando se tem de defender. Wendel e Juninho são bons apoiadores, mas fracos na marcação e ainda têm histórico de perder o equilíbrio emocional em jogos decisivos.

A missão de Kleina é dar suporte aos dois laterais, tanto no aspecto psicológico como na hora de montar o setor defensivo do time. O treinador não pode submeter Wesley a esse sacrifício de cobrir os laterais, sob pena de o time perder seu motor.

Bem estruturado lá atrás, tudo o que Kleina tem a fazer é deixar Valdivia, Wesley e Alan Kardec se entenderem.

Os que não concordam com esse blogueiro devem perguntar, e com razão, qual é o argumento para não colocar o Santos como o grande favorito. A resposta é simples: o time tem como alicerce os meninos. E meninos, nas grandes decisões, têm de provar que são homens. Tudo isso, evidente, dentro da alma do futebol.

Então, vamos lá: Palmeiras, campeão, e Santos, vice. Desde é claro que as zebras Penapolense e Ituano não resolvam aparecer. A conferir

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BLOG DO DANIEL BATISTA

• Os verdadeiros craques do Palmeiras na temporada

O Palmeiras chega à semifinal do Campeonato Paulista com muita força e não acho nenhum absurdo cogitar que ele possa superar os embalados garotos do Santos em uma possível decisão. Afinal de contas, o time da Academia de Futebol tem dois diferenciais que contam muito no futebol: a união e a confiança.

Esses dois pontos se destacam mais do que Alan Kardec, Wesley, Prass, Valdivia e qualquer outro jogador. Hoje, o Palmeiras consegue amenizar suas fragilidades com a disposição dos atletas e até quem nunca fez determinadas funções, parece ter sido convencido que o melhor era mudar de postura. Vide o Mago, que tem marcado como nunca e corre até o fim das partidas, algo que não vemos já algum tempo.

Acompanho diariamente o Palmeiras desde 2010 e posso falar sem medo que esse é o elenco mais unido que o clube teve neste período. Não que todos sejam amigos, de um ir à casa do outro, mas quando a bola rola, um corre pelo outro e o tal “sangue na veia” tão aclamado por Paulo Nobre tem dado resultado. Em outros tempos, a discussão entre Wesley e Lúcio no intervalo da partida contra o Bragantino, causaria estragos no vestiário. Hoje, é vista como benéfica para a equipe e nenhum dos envolvidos vai ficar com melindre ou coisa do gênero.

O Palmeiras deixou de ser dependente de um jogador. Claro que perder um Alan Kardec ou Valdivia, por exemplo, seria péssimo, mas não desesperador. Afinal de contas, se um dia Kardec não está bem, Wesley pode resolver. No outro, o Mago está cansado, vai lá Leandro e marca um gol. Até Juninho, tão contestado pela maioria dos torcedores, faz um bom campeonato.

Por falar em Leandro, mais uma vez ele não jogou nada diante do Bragantino, mas isso foi completamente ignorado, já que os companheiros conseguiram jogar por ele.

Claro que não podemos achar que o Palmeiras é o Barcelona ou Bayern de Munique. O time precisa de alguns reforços para o Brasileiro, mas o que vale destacar é que o time está muito ciente de suas limitações e não inventa. Vale destacar que muito do mérito dessa boa fase se deve ao técnico Gilson Kleina, que chegou a um clube em frangalhos e com seu jeito de paizão, sincero, boa praça e muitas vezes bonachão, conquistou os atletas e vai, aos poucos, cativando os torcedores.

Se tudo isso é suficiente para o time ser campeão paulista. Não sei. O que tenho certeza é que o Palmeiras pode jogar mal de vez em quando, mas jamais por falta de vontade ou covardia. Esse time não é a nova versão da Academia de Futebol, mas se o torcedor confiar, pode sim fazer bonito no Brasileiro e honrar a tradição da equipe.

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE

• Os melhores do Palmeiras na vitória que o fez semifinalista

Antes de falar dos jogadores, com as respectivas notas (o que dá sempre discussão), o jogo em si: o Palmeiras venceu sem sustos o Bragantino, por 2 a 0, gols de Alan Kardec  e Wesley, em placar que poderia ter sido até maior pelo bom segundo tempo palmeirense contra um adversário fechado e que mais pensava em se defender. Assim o Palmeiras espantou a zebra e é semifinalista, enfrentando,  no domingo o Ituano.

Vamos aos melhores do Palmeiras. Bem, em minha opinião, foram estes:

1- Alan Kardec, por ter sido decisivo. Fez um gol e rolou a bola, mansamente, para Wesley marcar o outro. Nota 9.

2- Valdivia, que foi o diabo no segundo tempo, com dribles , toques mágicos, etc. Só não leva nota maior porque tomou um cartão amarelo desnecessário(o seu segundo), que o deixa pendurado para os próximos jogos. 8.5.

3- Wesley, por ter marcado o segundo gol e caído bem pelos lados, apesar de alguns passes errados.8

4- Marcelo Oliveira, o que deu mais competência à saída de bola do Palmeiras (não tem nem comparação com Eguren), além de desarmar muito. Nota 7.5

5- Lúcio, o zagueiro que rebateu todas e ainda teve forças para apoiar o ataque. 7.5

Vêm logo a seguir, Juninho, em boa fase, nota 7; Fernando Prass, grande goleiro, sem muito trabalho,  mas sempre seguro, 7; Bruno César, mais entrosado, deu o belo chute que originou o escanteio que deu no gol de Alan Kardec, 6.5.

Destoaram: Leandro, bom jogador, mas que ainda não recuperou a forma do ano passado, com nota 6; Wendel, sempre dedicado, correto, mas pecando por não ocupar o lado direito do ataque, o que se explica por ser volante de origem- nota 5.5; Thiago Alves, rebatedor, é verdade, mas muito lento para jogar ao lado de Lúcio- nota  5.0.

E para o técnico Gilson Kleina, a nota fica um pouco menor  pelo fato de não ter resolvido, ainda, o problema do lado direito do ataque do Palmeiras. Talvez até por falta de opções. Nota 7.

O amigo pode concordar ou discordar à vontade. É só uma questão de opinião. Pois futebol não é matéria subjetiva?

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BLOG DO LUÍS CARLOS QUARTAROLLO ❘ JP ONLINE

• Valdivia detonou o Bragantino

Valdivia talvez tenha feito, na minha opinião, é claro, a sua melhor partida com a camisa do Palmeiras.

Jogou demais ontem à noite contra o Bragantino, 2 x 0, no Pacaembu. Do primeiro ao último minuto foi participativo e atuou em vários setores do gramado fugindo da forte marcação do violento time de Bragança.

Não fez os gols, mas foi o homem que desequilibrou o adversário com dribles, passes e visão de jogo.

Se Valdivia jogar sempre assim é titular da Seleção do Chile fácil, fácil.

Para o Palmeiras foi um trunfo e tanto. Fez coisas que os grandes jogadores quando bem marcados devem fazer.

A primeira é encarar a marcação para desmoraliza-la, a segunda é flutuar pelo campo para cansar o adversário, a terceira e não fugir das pancadas e encara-la com a bola no pé e devolve-la na medida do possível.

Houve uma devolução forte que até merecia cartão vermelho no segundo tempo, mas o árbitro Flávio Rodrigues Guerra contemporizou e só deu amarelo para o chileno.

Talvez tenha lembrado de uma velha lei do futebol que não está entre as regras escritas. Ele apanhou muito e também tem direito de devolver, mas se é um árbitro mais rígido o expulsaria. Não valeria à pena correr esse risco.

De qualquer forma fez o que devia fazer. Chegou a bater lateral no primeiro tempo que é também uma forma de ficar distante da marcação.

Em outras ocasiões voltou à cabeça de área para recomeçar o jogo ou então entrou entre os zagueiros como atacante adiantado confundindo a marcação do Braga.

Por isso também o Palmeiras venceu. E venceu também porque se impôs, foi o dono da casa e não permitia brincadeira de ninguém ali dentro.

O Bragantino tem poucas qualidades. Tem muita altura da maioria dos seus jogadores, mas não tem técnica. Bate muito e joga pouco, se impõe pela força, mas quando a bola está no chão é uma presa fácil.

Alan Kardec e Wesley marcaram para o Palmeiras e jogaram muito bem. Só Leandro teve uma atuação abaixo da média. No geral o time de Gilson Kleina venceu e sobrou no Pacaembu. Coisa de time que quer ser campeão.

Se nenhuma zebra aparecer no caminho acho que Santos e Palmeiras farão dois grandes jogos nas finais e salvarão o Campeonato Paulista que até aqui ficou muito a desejar, mas é o que temos para o momento.

Não adianta reclamar, é só jogar como fez Valdivia com maestria ontem no Pacaembu.

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BLOG PITACOS DO PALESTRA ❘ LANCENET

• Eficiente! Sem sustos

Por Thiago Salata

Vitória sem sustos. Sem fantasmas. A classificação do Palmeiras à semifinal manteve apenas nos livros de história a asa-negra de Bragança, que não voltou a atormentar o Verdão, como em 1989. Justa vaga, que mantém aberta a possibilidade da “final perfeita” entre palmeirenses e santistas.

O Palmeiras fez seu papel de grande, contra o pequeno. Não demorou a abrir o placar, e não correu os riscos de outras partidas no primeiro tempo (levou 10 dos 13 gols no Paulistão antes do intervalo). Kardec, agora principal candidato à artilharia isolada (9 gols – Luis Fabiano e Léo Costa estão eliminados), fez mais um e vai dando cada vez mais provas à diretoria de que sua renovação de contrato deve ser tratada como total prioridade.

Wesley, autor do segundo gol, dá outra cara ao meio-de-campo, apesar de ter errado muitos passes e jogadas principalmente na etapa inicial. É rápido, abre espaços, faz a bola sair da defesa em velocidade. É outro que o Palmeiras não pode se desfazer se quiser seguir forte no ano do centenário. Fez falta nos quatro jogos em que esteve fora, por lesão.

Não foi uma atuação brilhante. Mas o Verdão foi eficiente, contra um Bragantino chato, faltoso e catimbeiro. Importante ter passado sem sustos pelo primeiro “mata” antes de pegar o Ituano, dono da melhor defesa do Paulistão. É bom lembrar: o Palmeiras (desfalcado) sofreu, no Pacaembu, para bater o time de Itu por 1 a 0 na primeira fase.

Mais uma meta foi cumprida, com a formação ideal de Gilson Kleina em ação pela primeira vez em 2014: Wesley, Valdivia, Bruno César, Leandro e Kardec.

Até quem acredita em superstição caiu do cavalo nesta quinta. As chuteiras que Romarinho deu para Léo Jaime antes do jogo não passaram a sorte do carrasco alviverde ao time do interior. A chance é grande de o corintiano, eliminado, ver pela TV uma ótima final entre Santos e Palmeiras.

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BLOG DO VITOR BIRNER ❘ VIRGULA

• Palmeiras cumpre seu dever de time grande e se classifica sem sustos; Alviverde foi melhor que o Bragantino até na bola aérea

Palmeiras cumpriu seu dever de time grande e venceu o Bragantino.

A classificação foi tranquila.

Até nos momentos em que caiu de rendimento, o Alviverde não correu riscos.

O time de Kleina foi superior inclusive na bola aérea, que é de longe o ponto mais forte da equipe comandada por Marcelo Veiga.

Pelo que fez no jogo e durante a fase de classificação mereceu chegar à semifinal.

O Palmeiras e favorito contra o Ituano, apesar de o time do técnico Doriva ser um pouco melhor que o de Bragança Paulista.

Tranquila

Marcelo Veiga aposta na marcação forte e cruzamentos fortes na área do adversário.

Arma seus times com três zagueiros, lota o meio de campo de atletas, mantém apenas um atacante na frente e prefere escalar a maior quantidade possível de jogadores altos.

O maior desafio do Palmeiras para confirmar o favoritismo era superar o ferrolho de Bragança Paulista.

Os comandados de Gilson Kleina cumpriram a missão sem levarem sustos.

Apesar do jogo pegado, com os atletas do Bragantino chegando duro em todas divididas, que irritou valdívia, a classificação foi tranquila.

Eguren no banco

O volante uruguaio ainda não convenceu parte da torcida, que, com razão, critica algumas apresentações dele.

Kleina, sem se manifestar publicamente, parece que concorda.

No jogo decisivo em que a marcação da jogada aérea do adversário era fundamental, trocou o uruguaio pelo zagueiro Tiago Alves e posicionou Marcelo Oliveira como volante ao lado de Wesley.

Bruno César, sem a condição física ideal e por isso se movimentando menos que o necessário,  atuou na direita da linha de três formada também por Leandro na esquerda e Valdívia, o melhor do trio no confronto, entre eles.

Alan Kardec foi o centroavante.

Superior e pouco criativo

O Palmeiras teve a iniciativa desde o apito inicial.

Não conseguiu levar a bola pelo chão até a área do Bragantino porque a entrada dela estava congestionada e a movimentação de Bruno César e Leandro não foi boa.

Alan Kardec, aos 21, fez o gol após a cobrança de escanteio.

O pouco seguro goleiro Rafael Defendi, que rebateu um monte de bolas para o meio da área nos chutes de média e longa distâncias do Alviverde, falou que foi o primeiro e único gol sofrido pela equipe nos escanteios.

A falha de Alexandre no lance foi grotesca. Apanhou da gorducha e brigou com ela.

E o Palmeiras, vale lembrar, também é forte na jogada aérea ofensiva.

Equilibrado

O Bragantino não mudou a proposta de jogo depois de ficar em desvantagem. Continuou atrás e apostando nos contragolpes com Tassio, de 1m93.

A ideia era cavar faltas no campo de ataque e tentar o empate assim.

O Alviverde caiu de rendimento, deu espaços para os contragolpes e o Braga conseguiu parte do que pretendia.

Pôde levantar a bola na área diversas vezes, mas parou no sistema defensivo palmeirense, que foi bem na sua tarefa mais difícil do confronto.

Mais espaço

Depois do intervalo, o Braga saiu um pouco de trás.

Manteve os 3 zagueiros e quatro atletas, no meio, os protegendo e outros dois do setor, de acordo com a jogada, saíam para formar o eventual trio de atacantes.

De novo o Palmeiras fez mais faltas que precisava,, todavia, com espaço para contra-atacar quase ampliou algumas vezes.

Houve um momento em que Valdívia perdeu, cara a cara com o goleiro, excelente chance, a zaga do Bragantino falhou duas vezes ao dar o ‘chutão’ após a rebatida de Rafael Defendi proporcionando oportunidades seguidas para o Alviverde ampliar.

O pequeno bombardeio palestrino deixou claro que a mudança de postura do time de Veiga, de fato necessária, aumentaria a quantidade de momentos interessantes palmeirenses nos contra-ataques.

O gol que faltava

O gol de Wesley, aos 17 minutos, tranquilizou de vez os 25,574 que estiveram no Pacaembu e apoiaram a equipe desde o começo.

A incapacidade do Bragantino de superar o sistema defensivo palmeirense e criar bons momentos irritou os atletas do time que erraram ainda mais.

Eles reclamaram de uma falta do Valdívia no começo do lance. Vi o puxão só uma vez e fiquei com a impressão que o lance foi interpretativo.

Eu não sopraria a infração. Assistirei novamente e se mudar de opinião farei o adendo no post.

Mesmo se aconteceu, a jogada não foi decisiva para a classificação do Palmeiras.

A postura do Braga, com Diguinho no lugar de Magno Cruz desde a volta do intervalo e Diego na vaga de Geandro, que estava prestes a perder a cabeça e ser expulso, continuou exatamente igual antes e depois do gol.

Inteligente

Kleina trocou o cansado Bruno César, aos 27, por Eguren. Aos 32, Leandro saiu e Patrick Vieira entrou.

O Alviverde ficou trocando passes no meio. Fez o tempo passar enquanto mantinha a bola longe de Fernando Prass. Não jogou em direção ao gol, mas colocou o Bragantino na roda.

Vinícius substituiu Wendel porque o lateral sentiu dor na parte posterior da coxa.

Classificação merecida

Arbitragem de Flavio Guerra foi razoável.

Francesco abusou das faltas, fez algumas de maneira chamativa, e só permaneceu em campo até o fim porque contou com a generosidade do apitador.

O soprador também poderia ter mostrado outros cartões amarelos, se adotasse o mesmo rigor que costuma utilizar nos confrontos do paulistinha.

De qualquer forma, a classificação foi justa.

Disputará a semifinal o time que marcou melhor, tem mais talento com a bola, variações táticas para articular lances de gols e qualidade na finalização.

Mais difícil

O Ituano, próximo adversário, é superior ao Bragantino.

Na fase de classificação perdeu do Palmeiras por 1×0 no Pacaembu;

Alan Kardec fez o único gol do jogo, aos 42, e foi expulso.
Naquela oportunidade, o Alviverde atuou desfalcado.

Kleina escalou Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Marcelo Oliveira e Juninho; França (Eguren ), Josimar (Bruno César; foi a estreia dele), Mazinho (Marquinhos Gabriel ) e Mendieta; Diogo e Alan Kardec.

Obviamente, o Alviverde é o favorito para chegar à decisão.

Tem obrigação de vencer a equipe pequena.

Leia aqui a matéria completa → BLOG DO VITOR BIRNER ❘ VIRGULA

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BLOG DO COSME RÍMOLI ❘ R7

• O Palmeiras se impôs contra o Bragantino. Venceu por 2 a 0. Mostrou ao São Paulo com time grande tem de se comportar quando enfrenta um pequeno. Está na semifinal do Paulista. Pronto para o Ituano…

Não deu espaço para zebra no Pacaembu.
O time de Gilson Kleina se impôs na técnica, na vontade.
Fez o que se espera de um clube grande contra um pequeno.
Não deu chance para o voluntarioso Bragantino por 2 a 0.
Em outra excelente atuação de Alan Kardec.
O clube tem de apressar na renovação do contrato do atacante.
Há vários clubes interessados.
O Corinthians é o principal.
No domingo, o adversário será o Ituano.
No mesmo cenário, no Pacaembu.
A partida começou com a sombra do Penapolense.
O time do interior que eliminou o São Paulo serviu como exemplo.
Para Gilson Kleina sobre a necessidade de ‘matar o jogo’.
Não dar chance para que a disputa fosse para os pênaltis.
Já para Marcelo Veiga o time de Narciso mostrou ‘ser possível’.
Tirar a vaga do time grande diante de sua própria torcida.
Sem a necessidade de armar uma retranca.
Marcar forte, preencher o meio de campo.
Não deixar o jogo do Palmeiras fluir.
E tentar se impor com seus jogadores fortes e altos.
O Bragantino lembra uma equipe alemã.
Marcelo Veiga ama há anos o seu 3-5-2.
E foi assim que foi para o jogo.
Já o Kleina queria Marcelo Oliveira em frente à zaga.
E Wesley voltava ao time para ser o jogador de saída de bola.
De cabeça erguida.
Seria fundamental para facilitar o trabalho de Valdívia e Bruno César.
Kleina queria um meio de campo rápido, dificultando a marcação.
Wendel preso e Juninho liberado.
Era um claro 4-1-3-2.
Com o apoio da apaixonada torcida palmeirense, a ordem era atacar.
Fazer Leandro correr, abrir espaço para o eficaz Alan Kardec.
Desde o início da partida, a vontade se impôs à técnica.
Foi muita correria, carrinho, marcação, precipitação.
Até que houve um simples escanteio.
Wesley levantou, a bola tocou na barriga de Alexandre.
E procurou Alan Kardec: 1 a 0, Palmeiras, aos 21 minutos.
“Foi o primeiro gol de bola parada que tomamos.”
A lamentação de Rafael Defendi se explicava.
A zaga do Bragantino é muito alta e se posiciona bem.
Depois de fazer o primeiro gol, o Palmeiras continuou atacando.
Kleina não teve a síndrome de Mano Menezes.
O treinador corintiano que adora recuar o time quando está em vantagem.
O Palmeiras, não.
Continuou correndo muito, tentando ampliar.
“Matar o jogo”, como havia insistido seu treinador.
Faltava um pouco de consciência.
Valdivia não prendia a bola.
Pelo contrário, tentava impor ainda mais velocidade.
Ficou um perde e ganha desanimador.
Ao Bragantino faltava talento.
O time tentava compensar atuando em bloco.
O jogo era disputado, mas feio.
O primeiro tempo terminou dando esperanças aos dois times.
Gilson Kleina foi claro no intervalo.
O Palmeiras voltou marcando a saída de bola do Bragantino.
O time estava muito mais adiantado.
Encurralando o adversário na sua intermediária.
Estava claro que o Bragantino foi surpreendido.
Não esperava essa blitz.
Acreditou que teria espaço para atacar.
Não teve.
Wesley largou de vez a marcação.
Passou a atuar como um meia pela esquerda.
Na direita ficou Bruno César.
E Valdívia centralizado.
O esquema perfeito.
Só que o chileno quase coloca tudo a perder.
Deu uma entrada violenta e desnecessária em Francesco.
Se o árbitro Flávio Rodrigues Guerra quisesse, poderia expulsá-lo.
Não quis.
O Palmeiras continuou imprensando o Bragantino.
Até que conseguiu seu intento.
Bruno César deixou Leandro na frente de Rafael Defendi.
O goleiro conseguiu rebater a bola que caiu com Alan Kardec.
Inteligente e generoso, apenas tocou para Wesley.
2 a 0 aos 17 minutos.
O Bragantino teve de se abrir.
Seus jogadores estavam muito nervosos, irritados com Valdívia.
O meia palmeirense fazia questão de provocar.
Tomou vários encontrões, empurrões, foi xingado.
Conseguiu resistir às provocações.
Sabia que a vitória estava conquistada.
Segurou os nervos para não ser expulso.
Kleina pediu e seus jogadores reduziram o ritmo.
Já haviam garantido a vitória.
E o fraco futebol ofensivo do Bragantino não preocupava.
O Palmeiras fez a sua classificação para a semifinal tranquila.
Mostrou ao acomodado São Paulo de Muricy como se faz.
Se mostra pronto para o Ituano.

Leia aqui a matéria completa → BLOG DO COSME RÍMOLI

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7 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 28-03-2014: Desarmador, criativo e mais caçado. Valdivia vai de chinelinho a multiuso ❘ UOL ESPORTE”

Po Sergio, o pessoal até perguntou por você no pós-jogo….
Apesar de sua torcida contra, o Verdão ganhou ontem.

ingresso comprado, domingo talismã e eu estaremos presentes………..

Valdívia, calando a boca de muitos analfabetos funcionais do futebol
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Quartarolo, um repórter gagá, que passou a carreira inteira vivendo de fofocas e intrigas. Insinua que Valdívia deveria ter sido expulso, mas ignora que foi agredido com um soco logo no início do primeiro tempo. Está cego ou é mesmo pilantra!
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Santos2x1Palmeiras, último jogo na Vila. No resumo da partida temos o Aranha como melhor em campo, o primeiro gol do Santos irregular e duas penalidades não marcadas para o Palmeiras. A figura decisiva do Santos em campo atendia pelo sobrenome Oliveira.
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Marcos Chedid, é filho do Nabi, não precisa dizer mais nada
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O portal UOL não percebeu que está fazendo papel ridículo, que se vulgarizou com sua campanha declarada para conturbar e denegrir o Palmeiras? Onde está a direção desse veículo de comunicação que não percebeu que seus empregados estão transformando aquilo em um picadeiro, a não ser que a má fé seja determinação superior?

Caro Marco, a rapaziada aqui na Redação3vv vibrou muito lendo o seu comentário. É assim que gostaríamos que funcionasse. O ‘Verdão na Mídia‘ publica tudo ( SEM NENHUM JUÍZO DE VALOR ) e os nossos ótimos comentaristas fazem a análise depois, matéria por matéria. O ‘Drops‘ arremata mais tarde, com a pegada que vcs já conhecem.. Valeu! Abraços

Ao 3VV, obrigado pela resposta.
No comentário esqueci de usar o novo verbo criado pelo blog da Clorofila para definir as arbitragens nocivas ao Palmeiras, “OLIVEIRAR”.
Ontem, o Guerra também Oliveirou ao não punir as agressões ao Valdívia, especialmente o soco recebido aos três minutos de jogo.

Globo: “Valdívia apanha muito…. mas provoca”. Logo aos 3 minutos foi agredido com cotovelada e uma entrada dura (como os adversários sempre fazem) e o agressor nem amarelo levou. O pseudo palmeirense Noriega (sic) toda hora lembra que o Valdívia “provoca” os adversários. E o Fábio Guerra vai ganhar uma promoção pelo jogo de ontem, onde deixou descerem o cacete nos jogadores do Palmeiras. Imaginem quando o CLÃ PCO for escalado para fazer o serviço completo. Logo aparece mais um dizendo que arbitragem n influência nada e que é tudo teoria conspiratória.

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