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VERDÃO NA MÍDIA 30-04-2014: Nem ajuda de ministro consegue levar patrocínio ao Palmeiras ❘ UOL ESPORTE

NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Nem ajuda de ministro consegue levar patrocínio ao Palmeiras

Por Danilo Lavieri

Luiz Gonzaga Belluzzo, ex-presidente do clube, Aldo Rebelo, ministro do Esporte, e um executivo do alto escalão do Banco do Brasil que pediu para não ser identificado tentaram ajudar o Palmeiras a fechar com a Caixa Econômica Federal um contrato de patrocínio máster no início deste ano. Mas toda a ajuda não foi suficiente para que o time pudesse ter um parceiro para exibir em sua camisa no ano do centenário.

A participação do trio aconteceu nos bastidores, em conversas com representantes da Caixa, e também diretamente com Paulo Nobre, atual presidente alviverde. O aporte serviria para aliviar os problemas financeiros do clube. O próprio cartola tomou em seu nome no mercado financeiro empréstimos na casa dos R$ 80 milhões para amenizar as dívidas.

Nobre fez isso mesmo indo contra recomendações de especialistas, que reprovam a estratégia de um executivo dar seu nome como avalista para qualquer que seja a instituição.

Há duas versões para o negócio com a Caixa não ter dado certo. A primeira, defendida especialmente pelos críticos da atual gestão, diz que Nobre não suportaria ouvir que teve ajuda de rivais políticos para conseguir o patrocínio. Mais do que isso, a obtenção da Certidão Positiva de Débitos, com efeito de negativa, necessária para um patrocínio de empresa pública, enfraqueceria as investigações internas que correm em cima das ações financeiras de gestões de Luiz Gonzaga Belluzzo e Arnaldo Tirone.

A atitude surtiria um péssimo efeito político para Nobre. O ex-presidente Mustafá Contursi, seu aliado no Conselho, tem bastante interesse em expor erros financeiros das gestões anteriores.

Já a explicação dada pela ala pró-Nobre lista outros motivos. O primeiro deles é que apesar das várias reuniões entre Palmeiras e Caixa, o banco não sinalizou o valor que estava disposto a investir. Com isso, Nobre fez as contas e explicou que o investimento precisaria chegar perto dos R$ 30 milhões anuais.

Esse número representa o valor aproximado para quitar as dívidas sobre recolhimento de impostos dos salários de jogadores deixadas pela gestão de Arnaldo Tirone, seu antecessor. Sem pagar esses R$ 30 milhões ainda este ano, não seria possível obter a certidão.

Nobre usa a mesma explicação quando comparado a rivais como Flamengo e Vasco, que têm o patrocínio da Caixa. Apesar de terem dívidas maiores com o governo, os cariocas não haviam atrasado o pagamento deste tipo de imposto.

A assessoria de imprensa do Palmeiras, inicialmente, questionou a origem das informações. Depois de informada que as fontes seriam protegidas, afirmou que “as apurações do UOL Esporte eram fantasiosas”. A reportagem voltou a consultar a assessoria diante de novas confirmações sobre o processo, mas não teve retorno.

A situação financeira ruim do Palmeiras não é novidade para ninguém. Empresários, jogadores e parceiros sabem disso. Por isso, o executivo do Banco do Brasil que esteve nas conversas deu até uma bronca em Nobre. Pediu para que o cartola parasse de falar em entrevistas que o clube estava quebrado e disse que a divulgação dos problemas na conta bancária não ajuda em nada.

No COF (Conselho de Orientação e Fiscalização), Nobre chegou a dizer que a Caixa não investiria mais no futebol por um recuo de investimentos. Essa mudança, no entanto, só aconteceu após o fim das negociações com o Palmeiras. Até então, o banco tinha, sim, a intenção de patrocinar o maior número possível de clubes da elite do futebol brasileiro.

Recentemente, a diretoria de marketing do banco deu entrevista à Agência Estado e explicou que houve mudança na estratégia. Agora, times da Série C e D seriam as prioridades, deixando equipes da Série A de lado, entre elas o Palmeiras. De acordo com a reportagem, apenas o Fluminense não abriu negociações com a Caixa. Em 2014, a ideia da instituição financeira é gastar R$ 100 milhões com clubes.

O Palmeiras não tem um patrocinador máster desde janeiro de 2013. Entre este período e maio do mesmo ano, o clube usou o logo da Kia sem receber nada para isso, uma vez que o contrato já estava encerrado. De lá para cá, apenas ações pontuais ou patrocinadores em outras regiões da camisa.

A falta de patrocínio é uma das maiores críticas à atual gestão. O diretor de marketing do Palmeiras, Marcelo Gianubilo, e o diretor-executivo, José Carlos Brunoro, são os maiores alvos. Este último, aliás, disse se sentir incomodado com as críticas em entrevista ao jornal Lance!.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Verdão perde candidatos a ídolo por economia, mas deixa de ganhar dinheiro

Por Fellipe Lucena e Thiago Ferri

Barcos, Henrique e Alan Kardec têm algumas coisas em comum. Os três eram queridos pela torcida e lideravam o ranking de venda de camisas antes de deixarem o Palmeiras, nenhum de maneira tranquila. Três candidatos a ídolo que a gestão Paulo Nobre perdeu em nome da austeridade financeira.

A economia tem seus reflexos e pode até causar prejuízo. O programa de sócio-torcedor, apontado pela diretoria como fonte de receita alternativa que minimiza os efeitos da ausência de um patrocinador master, já perdeu cerca de mil cadastrados desde que a possibilidade de Kardec se transferir ao rival tornou-se iminente (o Avanti alega que a oscilação é normal). Há campanhas para mais cancelamentos.

– O programa Avanti é muito importante para o Palmeiras. Se a gente não tivesse 40 mil inscritos (hoje pouco mais de 39 mil), mas 140 mil, a condição financeira seria outra e a possibilidade de investimento também. O palmeirense vai acabar refletindo que cancelar o Avanti é atirar no pé, não vai contra o Paulo Nobre, vai contra o clube do coração – defendeu-se o presidente do Verdão.

A arquibancada também “fala”. O Palmeiras não jogava uma partida de Série A no Pacaembu desde novembro de 2011, mas apenas 11.189 pessoas pagaram para ver a derrota para o Fluminense, sábado. E a maioria avisou à diretoria que “com esse time vai voltar pra Série B”.

Paulo Nobre disse que precisa trazer jogadores que se tornem ídolos, como Kardec estava começando a se tornar, mas a ideia não é contratar um atleta de nome agora. O próprio Kardec é citado como exemplo, já que chegou sem badalação e deu certo, virando referência do time.

A cúpula negociou com Ronaldinho Gaúcho em janeiro, e pessoas envolvidas na negociação dizem que o acerto ficou por detalhes.

A intenção era pagar boa parte do salário com o dinheiro de patrocinadores que seriam atraídos pela imagem dele. Sem um atrativo assim, o clube vai completar um ano sem parceiro. Não gasta, mas deixa de ganhar.

Números:

R$ 5,2 milhões

Valor pago pelo Grêmio por Barcos. O argentino quis sair por causa da seleção após a queda, e os gaúchos assumiram dívidas de quase R$ 3 mi. Leandro, Léo Gago, Vilson e Rondinelly vieram em troca – Marcelo Moreno não chegou.

R$ 10,3 milhões

Recebeu o Verdão por vender Henrique ao Napoli (ITA) – 80% do total, 4 mi de euros (quase R$ 13 mi). O jogador saiu após ter notificado o Palmeiras por uma dívida de R$ 1,2 milhão. Premiação da Série B foi usada para quitar a dívida.

R$ 0

O Palmeiras não ganhou nada na saída de Kardec. O jogador vinculado ao Benfica (POR) foi para o São Paulo. Aliviou R$ 150 mil da folha salarial.

A opinião dos especialistas:

João Henrique Areias, ex-diretor de marketing do Fla

Todo clube tem como objetivo deixar a sua torcida satisfeita. Isto o deixa mais forte no mercado e vira um círculo virtuoso. Os dois ingredientes para crescer a torcida são: ídolos e títulos.

Os que tem esta vocação, que a torcida se identifica, vendem mais camisas, e o clube precisa fazer de tudo para que permaneçam por lá. Perder o Alan Kardec é perder a possibilidade de aumentar a torcida. Talvez o Palmeiras tenha tido dificuldade para entender isto.

Fora da postura do jogador e de seus representantes nestes casos de saídas de jogadores, eram atletas identificados, com caminho já andado para ser ídolo. Iria beneficiar a imagem dele, e o clube precisa mostrar isto ao jogador.

Ele teria um salário fixo, mas a imagem seria usada baseada em uma idolatria dentro do Palmeiras. No Brasil, poucos sabem fazer este tipo de ação, há um atraso aqui. O Neymar e Santos foi um início. Na Europa, isto é mais comum, os clubes até se unem com o estafe do jogador para criar campanhas que destaquem a imagem deles.


Erich Beting, dono do site Máquina do Esporte e especialista em marketing esportivo

Quando o Barcos saiu, ele era o único cara que o rival tinha inveja por jogar no Palmeiras. Tirar um cara assim é um tapa na esperança do torcedor. E no caso do Alan Kardec mais uma vez fica claro isto: alguém que a torcida gostava, que estava bem com o time, e sua saída distancia o torcedor do clube. Cria a sensação de que não vale a pena torcer.

A sua relação com o consumidor, então, fica fragilizada. Você perde o consumo do seu cliente. E poderia ser usado o pontecial de consumo que ele (Kardec) representava para pagar o salário dele.

Do número de camisas que forem vendidas com o seu nome, número, ou algo assim, ele receberia uma porcentagem. Isto também é fazer produtividade com o jogador, mas não apenas dentro de campo.

Tem que pensar no potencial de receita do atleta. Isto é algo que o Palmeiras ignorou nesta história, e poderia ter feito. Sem ídolo, vai depender do desempenho em campo para atrair torcida, mas com jogadores sem grande qualidade, os resultados não serão tão bons.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Após Kardec sair, Nobre tem prejuízos políticos e com sócio-torcedor

Por William Correia

Ao explicar a saída de Alan Kardec, Paulo Nobre decidiu atacar o São Paulo e rompeu qualquer relação com o rival enquanto Carlos Miguel Aidar o presidir. Mas as maiores consequências da presença do centroavante no Morumbi são internas, e o mandatário tenta administrar o prejuízo político em ano de eleição no clube e a ameaça de queda no número de sócios-torcedores.

O problema em relação Avanti é o mais preocupante. No início do mês, foram atingidos os 40 mil membros que Nobre desejava alcançar até o fim do ano passado e o número já havia diminuído antes mesmo do acerto de Alan Kardec com o Tricolor. Agora, aumentam as ameaças de desistência do plano.

O torcedor que ouve o presidente desde o início do ano dizer que o Verdão pode ser autossustentável com a sua ajuda parece frustrado, e o dirigente compreende. Mas faz ressalvas na ampliação do plano que prometeu apoiar antes mesmo de ser eleito em janeiro do ano passado.

“O palmeirense é um apaixonado, muito passional, como também sou. Mas, na cadeira de presidente, contenho o torcedor dentro de mim para tomar decisões com cabeça fria. É natural que o torcedor decepcionado tome uma atitude como essas. Porém, vai acabar refletindo que não é uma atitude contra o presidente Paulo Nobre, mas contra seu clube do coração”, avisou, apelando para que o Avanti não seja afetado.

“O programa de sócio-torcedor é muito importante para a Sociedade Esportiva Palmeiras. De repente, se não estivéssemos perto de 40 mil no Avanti, mas 140 mil, nossa condição financeira seria outra e as possibilidades de investimento no elenco também. Cancelar o Avanti é atirar no próprio pé”, alertou.

A possível queda no número de sócios-torcedores é também um argumento que atrapalha a reeleição do presidente. Paulo Nobre ainda não fala do pleito marcado para o final do ano, mas seu criticado diretor executivo José Carlos Brunoro já disse que trabalha para que o mandatário, na primeira eleição envolvendo sócios, continue no cargo até dezembro de 2016.

A contestação à saída de Alan Kardec para um rival, porém, é só uma das críticas à política econômica de Nobre, que não se diz atingido. “Não somos populistas. O grande ‘erro’ dessa gestão é a preocupação e a responsabilidade com o dinheiro do clube. É meu compromisso de campanha não brincar com isso”, afirmou, sem medo do prejuízo à sua imagem.

“Paciência se eu ficar manchado, não faço gestão para ser enaltecido no futuro. Não posso me pautar em tomar atitudes para ser enaltecido pela torcida. Defendo os interesses da Sociedade Esportiva Palmeiras, por mais que eu fique manchado por isso. Sem problemas”, minimizou o mandatário, fiel a Brunoro, reprovado por conselheiros irritados pelas negociações e premiações do diretor executivo.

Na discussão econômica, crescem as contestações aos empréstimos que o presidente faz em seu nome com juros mais baixos do que os oferecidos ao Verdão e repassa ao clube. Os números da ajuda, que não são comentados por nenhum membro da diretoria, chegariam a R$ 80 milhões. Nobre, por sua vez, repete o discurso de evitar que o clube seja refém de dirigentes.

“O Palmeiras precisa andar com as próprias pernas, não pode ser dependente de nenhum dirigente, isso é totalmente errado. Com a nossa politica, a minha ideia é entregar para o próximo presidente um clube muito mais administrável para aumentar receitas, com contenção de custos e siga uma vida normal como foi nos últimos 90 anos, pelo menos”, falou, reiterando sua preocupação financeira.

“O Palmeiras está sem caixa. O superávit que falam é contábil e o clube deu prejuízo no ano passado mesmo com nossa política austera. Espero que, em 2014, contabilmente cheguemos a um quadro diferente, mas está muito difícil com os números praticados no futebol”, lamentou.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Efeito Kardec: “novelas” condenadas, elenco abatido e Nobre questionado

Por Fabricio Crepaldi e Marcelo Hazan

A saída de Alan Kardec para o São Paulo teve sérias consequências no Palmeiras. Elenco e comissão técnica ficaram abatidos com a perda do artilheiro do centenário (10 gols), e um dos pilares do time titular de Gilson Kleina. A transferência da referência da equipe para um rival gerou desconfiança e também críticas à conduta da gestão do presidente Paulo Nobre nas negociações que viraram novelas – além de ataques do presidente rival, Carlos Miguel Aidar.

As arrastadas conversas para renovar os contratos de Leandro, Kleina (confirmadas) e Márcio Araújo (saiu para o Flamengo) são lembradas no clube como exemplos de que todas as negociações geram desgaste no Verdão. A política de produtividade recebe críticas e existe, inclusive, o temor de também perder Wesley para o rival, pois o volante é monitorado pelo São Paulo e poderá assinar pré-contrato a partir de agosto.

Politicamente, Nobre sofreu abalo e é questionado por ter “esticado a corda demais” na conversa com o estafe de Kardec. Apesar de considerarem um erro do presidente não ter segurado o centroavante, conselheiros consideram cedo para dizer que isso pode atrapalhar uma eventual reeleição no fim do ano.

Por outro lado, assim como o presidente, eles também condenam o São Paulo pela postura de acertar direto com o camisa 14, relembrando a rixa histórica entre os clubes da década de 40.

Na última segunda-feira, Nobre assumiu a inteira responsabilidade pelo desfecho frustrado na negociação. Agora, a promessa é de cobranças na reunião do Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) marcada para esta quarta-feira, quando o assunto Kardec será uma das pautas. A partir das explicações dadas nesse encontro, os membros do COF vão tirar uma conclusão final sobre o assunto.

No vestiário alviverde, o desligamento do jogador trazia prejuízos desde antes da derrota para o Fluminense, sábado, no Pacaembu. O clima entre os atletas mudou e ficou tenso, porque Kardec tinha ótimo ambiente com o grupo. O centroavante, aliás, está triste justamente por ter de deixar o plantel com o qual estava totalmente adaptado.

Neste panorama, o Palmeiras tenta se recuperar do golpe da saída de Kardec para retomar o caminho das vitórias domingo, contra o Flamengo, no Maracanã.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Prass minimiza perda de Kardec: “Não é Pelé, Messi ou Cristiano Ronaldo”

Por William Correia

Fernando Prass já disse que o Palmeiras sobreviveu após as saídas de ídolos como Edmundo e Evair e, para minimizar a ida de Alan Kardec para o São Paulo, foi além. O capitão declarou que nenhum jogador do futebol brasileiro  faz tanta diferença a ponto de algum time diminuir de nível por conta de sua negociação.

“Por melhor e maior que seja o jogador, são 11 que entram em campo. Se você perde um Messi, Cristiano Ronaldo ou Pelé, mesmo um Barcelona sentiria uma diferença enorme porque são jogadores de outra realidade. Mas, no futebol brasileiro, não tem nenhum time que muda de patamar de forma tão grande pelo simples fato de sair um jogador”, opinou o goleiro.

“O Alan Kardec é um jogador jovem, com nível de Seleção e que estava muito bem, mas em todo jogo entramos com 11 em campo. Não pode um time competitivo e do tamanho do Palmeiras se desesperar ou jogar por água todos os objetivos que tinha por um jogador, muito embora seja um jogador muito importante”, continuou.

Líder do elenco, Fernando Prass usa armário vizinho ao que era de Kardec e acompanhou a tensão do centroavante, mas não conversa com ele desde seu último treino na Academia de Futebol, na quinta-feira. Pensando no Verdão, colocou a saída do ex-camisa 14 como algo rotineiro.

“Estou no futebol profissional há 18 anos e em todos os anos perdi jogador do meu time. Claro que o modo que a negociação desenrolou foi mais traumático, mas é rotineiro contratar e perder jogadores, é cíclico. Daqui a pouco, como o Kardec ocupou o espaço do Barcos, a diretoria contrata outro que ocupar o espaço do Kardec. Se você se abalar com cada um que sai, não consegue ficar tranquilo para trabalhar”, indicou, elogiando os colegas que ficaram.

“O Kardec era um jogador importante, como são vários outros. Era uma parte do time. Claro que uma das mais visíveis porque é o cara que faz gol, mas recebeu passe, cruzamento e teve sustentação atrás de alguém. Já vimos grandes jogadores que, sem um time por trás, não rendem nada”, analisou.

Prass discorda até de quem prevê uma busca mais urgente por contratações agora. “Foi uma perda, claro, admitida pelo presidente porque o clube queria que ele continuasse. Mas, antes de o Kardec sair, já era falado que o Palmeiras estava em busca de jogadores para se reforçar. Todos os clubes precisam, o Palmeiras mais ainda porque perdeu um jogador importante”, afirmou.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Marcos defende opção de Kardec e diz que São Paulo não foi antiético

Por Bruno Thadeu

O ex-goleiro Marcos não fez coro ao discurso do presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, e afirmou que o São Paulo agiu dentro dos limites profissionais para a contratação do atacante Alan Kardec. O ídolo palmeirense também destacou que a diretoria alviverde também agiu corretamente ao evitar “loucuras financeiras” para a renovação do vínculo do jogador com o clube.

“Acho que ninguém fez errado. O São Paulo não cometeu nenhum erro, e o Paulo (Nobre) não quer fazer loucuras. Não adianta o Palmeiras oferecer muito mais e jogar a responsabilidade para outro presidente, porque o clube já teve problemas em pagar jogadores desta forma”, disse Marcos.

O ex-goleiro afirmou compreender a repercussão de perda de um jogador para um rival. “Lógico que às vezes isso desagrada ao torcedor, mas só o tempo vai dizer se isso foi o certo”, disse o ídolo do Palmeiras.

Marcos também defendeu a postura de Kardec na negociação, destacando que o atacante buscou, como profissional, a melhor opção financeira. “Não pode tachar o Kardec como mercenário, ele é um cara gente boa, bom de grupo. Foi uma negociação normal, mas também não vou desejar boa sorte ao Kardec”, concluiu, aos risos, o ex-jogador.

Indagado sobre as declarações do presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, que disse que o Palmeiras “se apequenou” no caso de Kardec, o pentacampeão mundial evitou rebater as críticas. “Foi uma declaração infeliz. Eu já dei muitas declarações infelizes.

O Palmeiras é um clube grande”, destacou Marcos, durante evento em homenagem aos brasileiros campeões mundiais com a seleção.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Palmeiras fará nova reunião para negociar permanência de Serginho

Por Thiago Ferri

O Palmeiras avisou ao Oeste que deseja manter Serginho em seu elenco. As diretorias já tiveram a primeira reunião, e na próxima semana as partes devem voltar a se falar para discutir a renovação.

Diante da “parceria” com o Verdão, o time de Itápolis não espera ter problemas para chegar a um acordo, apesar da sondagem de outros times, estes do Sul do Brasil.

– O Palmeiras já comunicou que deseja mantê-lo, e somos parceiros. Não vai ter problemas para acertar isto. O Coritiba, Figueirense e Chapecoense mostraram interesse, mas o Serginho só sai se o Palmeiras quiser – disse Cidão, vice-presidente financeiro, em entrevista ao LANCE!Net.

O contrato de Serginho com o Verdão se encerra no dia 31 de maio, e há uma cláusula de compra para manter o jogador no elenco.

Diante da boa relação entre os clubes, que recentemente já trocaram jogadores (João Denoni, da base alviverde, está no Rubrão hoje), o Oeste não descarta acertar um novo empréstimo. O atacante, que foi improvisado também na lateral-direita neste ano, fez 27 jogos pelo Verdão e marcou cinco gols.

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BLOG DO LUCIANO BORGES ❘ TERRA

• Briga entre Palmeiras e São Paulo adia criação de Liga de clubes

A briga entre os presidentes Paulo Nobre (Palmeiras) e Carlos Miguel Aidar (São Paulo), causada pela contratação do atacante Alan Kardec pelo clube do Morumbi, fez com que um projeto considerado importante por  Aidar seja adiado: a criação de uma entidade que reúna os clubes grandes para regular o mercado da bola.

Antes mesmo de vencer a eleição e se tornar sucessor de Juvenal Juvêncio, o novo mandatário tricolor anunciava a necessidade da construção de algum tipo de associação em que os clubes de futebol pudessem estabelecer políticas comuns. “Ou os clubes dão as mãos e estabelecem limites de salários, receitas, vendas de direitos de imagem para a televisão ou, em nome de querer o que há de melhor, vamos fazer loucuras”, disse Aidar em um programa de televisão, quando já sabia que Kardec seria atleta tricolor.

Mas, no meio do caminho, tinha o Alan Kardec. O atacante negociou a renovação de contrato com o Palmeiras por cerca de dois meses. O São Paulo, pegando a deixa de que o acordo entre atleta e palmeirenses não estava muito certo, entrou no negócio e acertou um acordo de cinco anos com Kardec.

Paulo Nobre não gostou, taxou a ação são-paulina de “sorrateira”, chamou Aidar de “este senhor” e a atitude do rival de “antiética”. O presidente tricolor respondeu nesta terça-feira, dizendo que Nobre era “juvenil” e que a reação do mandatário esmeraldino demonstrava  “o apequenamento do Palmeiras”.

A tréplica, poucas horas depois, veio em nota oficial dos palestrinos, com Nobre garantindo que as relações entre os clubes estavam cortadas enquanto Aidar continuar como presidente do São Paulo.

A reação de Aidar: “Sobre esta nota, não achei nada, nem vou achar. Não faço mais nenhum comentário”, disse ao Blog do Boleiro.

Ironicamente, o estremecimento entre dois clubes grandes de São Paulo colocou em lados antagônicos um dos idealizadores do Clube dos Treze (Aidar) e  um jovem dirigente (Nobre) que luta para “quebrar paradigmas” dos costumes quase centenários de relações trabalhistas entre agremiações e os jogadores. O Palmeiras rema contra a maré: propõe contrato com um salário base considerado razoável pelo clube e prevê bônus por produtividade. E barganha cada centavo.

Sozinho nesta política, o Palmeiras perdeu o primeiro jogador depois de quase 60 dias de negociações com o estafe de Alan Kardec. “Nós ainda tínhamos 30 dias para negociar. Eu vou lutar por cada real para o Palmeiras”, disse Nobre.

Esta postura e este discurso não vão contra o que Aidar pregou já na presidência do São Paulo: “O mundo do futebol é irreal, com salários muito grandes e receitas que não correspondem. Os clubes estão repatriando atletas que atuam na Europa e têm a cabeça formada em euros, ou seja, três vezes o real”.

Kardec ainda pertence ao Benfica, de Portugal. O São Paulo vai pagar 4,5 milhões de euros, a mesma quantia que o Corinthians ofereceu ao Sporting de Lisboa para ter Elias de volta. O Flamengo também queria o volante, mas parou quando o leilão ultrapassou 2,5 milhões de euros. “Era nosso limite. Não vamos fazer loucuras”, disse o executivo de futebol Paulo Pelaipe.

Entre o discurso e a prática, o São Paulo sai do episódio Alan Kardec como “esperto” na negociação, atingindo o Palmeiras que talvez tenha exagerado na conta da economia. Afinal, como o pai de Alan Kardec disse ao Blog do Boleiro, não foi apenas pelos R$ 5 mil reais que Nobre tentou economizar.

“A questão é que a gente cedeu, cedeu e chegou um momento em que fiquei muito preocupado com a possibilidade do Alan ter voltar para a Europa”, falou.  “A gente aceitou o contrato de produtividade, mas ficou muito difícil com a atitude do Palmeiras”, reclamou.

O futuro dirá se as pontes entre Palmeiras e São Paulo foram queimadas ou se os dois clubes deixaram ainda um canal de comunicação para acordos futuros.

Mas até lá, vai ser difícil convencer os clubes a trabalharem numa política comum que caminhe para o “Fair Play Financeiro”, defendido pelo Bom Senso FC.

Quanto à ideia de Carlos Miguel Aidar em trabalhar por uma nova versão de Liga de Clubes, ela está adiada: “Agora não vou mexer nisso não.”

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COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO

Por Bernardo Itri

• Modelo…

O fracasso na negociação do Palmeiras para manter Alan Kardec diz, simbolicamente, que é inviável a aplicação de contratos de produtividade no futebol nacional, apontam dirigentes de clubes brasileiros.

• …inviável

Cartolas argumentam que esse modelo só poderia ser utilizado caso todos clubes o adotassem. Do contrário, dizem, ele se torna fraco porque não há como competir com times que não usam esse tipo de acordo.

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COLUNA DE PRIMA ❘ LANCE!

Por Marcelo Damato

• Marolinha

O Palmeiras afirma que a perda de Alan Kardec para o São Paulo não teve grande efeito sobre o número de torcedores participantes no Avanti. A administradora do programa diz que a queda está dentro do perfil normal de oscilações, causados por maus resultados e períodos sem atração.

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COLUNA DO TOSTÃO ❘ FOLHA DE S.PAULO

• Nova estrela

Falaram tanto em Alan Kardec para a seleção, que ele passou a ser tratado como se fosse uma estrela do time brasileiro. Os mesmos que repudiam os enormes gastos dos clubes na contratação de treinadores e atletas são os que criticam o presidente do Palmeiras por não querer gastar o que o São Paulo vai pagar. Já rotularam o presidente do São Paulo de esperto e o do Palmeiras de ingênuo. Como Alan Kardec corre grandes riscos de ser reserva no São Paulo, como era no Benfica, pois terá de entrar no lugar de Luis Fabiano ou de Pato, o esperto pode quebrar a cara.

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COLUNA DO ANTERO GRECO ❘ O ESTADO DE S.PAULO

• Muito barulho…

Paulo Nobre se desgastou, Carlos Aidar flertou com a grosseria, por causa de um Alan Kardec. E pensar que os dois clubes já tiveram mais bom gosto na disputa por jogadores. Sinal dos tempos.

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51 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 30-04-2014: Nem ajuda de ministro consegue levar patrocínio ao Palmeiras ❘ UOL ESPORTE”

Será que é verdade que optaram por não conseguir patrocínio master desde que não tivessem que validar as contas dos presidentes anteriores? Não conseguimos patrocínio master por conta desta maldita disputa política interna? Sinceramente, é pra acabar!

É bom deixarmos de ser ingênuos. O PN não deixou de contratar o Kardec por 5, 10 ou 20 mil reais. O Palmeiras não fechou com o Kardec porque nunca quis contratar o jogador. Dias atrás, Mustafá Contursi disse no blog do Cosme Rímoli que achava um absurdo o Palmeiras pagar 4 milhões de euros ao Benfica, por um jogador reserva de seu time B. Explicado ou preciso desenhar? Mustafá não queria a contratação por 4, nem por 4,5 e nem por 500 mil euros. A ordem do Presidente (Mustafá) ao preposto (Nobre) era “não pague”. E Nobre não pagou. Digo mais. Esta briga com os bambis é tudo jogo de cena. O Nobre adorou o São Paulo atravessar a negociação. Teve a desculpa perfeita.

Coerente e interessante o seu comentário.
Cabe agora a direção do Palmeiras contornar a situação e acertar o time, voltando a motivação e o objetivo de alcançar resultados.

A conta do SPFW vai chegar, como chegou para a gente que por causa de um sistema arcaíco tivemos um Contursi durante 12 infindaveis anos e ainda manda em muita coisa lá dentro. O SPFW tem 200 conselheiros e 150 vitálicios, o ínicio do pé na lama deles foi buscar Alan Kardec com salarios fora de padrao para um jogador de nível médio. Para isso anteciparam cotas, o Panetone vai perder todos os grandes shows para o Allianz Parque é o começo do fim para eles. Para nós toda essa história já virou realidade desde 2001, o dia em que a Parmalat saiu do Palmeiras. Com a Arena, voltamos a sonhar com dias melhores graças ao Belluzo e a sua diretoria de planejamento, foi o grande legado dele. Agora voltando ao dia a dia, cade o substituto de Kardec?

DESTACO ESSA CITAÇÃO DA PRIMEIRA MATÉRIA

Por isso, o executivo do Banco do Brasil que esteve nas conversas deu até uma bronca em Nobre. Pediu para que o cartola parasse de falar em entrevistas que o clube estava quebrado e disse que a divulgação dos problemas na conta bancária não ajuda em nada.
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Não é só Paulo Nobre que precisa de um puxão de orelha sobre expor constantemente a situação do Palmeiras, tem muito mais gente.
Nós tornamos uma coletividade de babacas, tanto na diretoria, no conselho, na torcida, nos blogs, na situação e na oposição.
Verdadeiros idiotas que passaram a sentir prazer de lavar a roupa suja fora de casa, fato que em nenhum outro clube acontece. Aqui, as informações vazam e a imprensa se nada de braçada.
Discutimos mais os salários dos jogadores do que o retorno que eles podem dar.
Cobramos um time melhor, mas o que não falta é campanha todos os dias para mandar embora nosso melhor jogador, porque dizem que ganha muito.
Querem jogador de grife, mas se contratar alguém ganhando um pouco não vai falar idiota lançando polêmica.
A primeira mudança que precisa acontecer é a de mentalidade, mas de mentalidade geral.
É preciso um executivo do Banco do Brasil dar uma dura no Presidente para que entendam o recado!

O que o Nobre tinha que estar fazendo é planejando o pós copa e não ficar chorando Alan Kardec.

Palmeiras é sinônimo de devagar últimamente, o que no futebol atrapalha.

Que o Alan vai ser reserva com certeza nesse time capitaneado pelo antipático e arrogante Rogerinho, que costuma boicotar quem não lhe puxa o saco.
O nosso maior ídolo ao invés de nos defender enaltecendo a nossa grandeza, justifica a fala do presidente dos bambi. Vai ser franco lá em Oriente.

Paulo Nobre espero que voce esteja certo porque eu acho que ja estamos na segunda divisão novamente porque não temos elenco e nem jogador.

É Levi, mas por lá não deve prevalecer a filosofia do quanto pior melhor.
Devem pensar no futuro e não priorizar a discussão sobre o passado.

Apesar de o número de sócios torcedores do palmeiras ter caído creio que logo aumentará pois os palmeirenses são muito inteligentes e sei que nos vamos tirar o palmeiras desse buraco e mostrar pro resto dos clubes que somos independente de patrocínio.

Só quero do Palmeiras em 2014: 1) Não caia para a segunda divisão, e 2) Se não for pedir muito, ganhar as duas partidas contra os bambis e ficar no mínimo uma posição acima deles na tabela.

vai atrás do Lucas Pratto do Velez que acaba todo esse papo de Kardec, nego tem que ser esperto tb…

O kardec propriamente não era a última bolacha no pacote, mas no esquema do jegue kleina ele vai fazer muita falta sim, ou temos alguma boa jogada ensaiada e treinada em que nosso ataque enche de fazer gols? E esse Leandro cover que mandaram no lugar do outro, que deve ter sido abduzido! Fora esse detalhes técnicos/ táticos tem o lado psicológico, cada vez que um jogador for renovar o contrato vai ser essa novela e esse desgaste? Se o jogador for bom (não estamos falando nem de craques, apenas bom), vamos perde- lo que nem o Kardec, se for pereba ai fica, em pouco tempo teremos um time só de perebas, não é isso que nos levará ao estádio! Terceiro, meu filho adorava o barcos, saiu, ai passou a admirar o Kardec, tem até camisa dele autografada e foto junto com o cara, agora vai ve- lo jogando em outro time, pra nós que temos o casco duro dá pra aguentar, mas a molecada novinha vai se ressentindo, o meu é palmeirense convicto, mas vejo muitos pequenos abandonando o barco, menos torcida, menos consumo, menos grana, enfim o ciclo Desvirtuoso que o pessoal do 3 vv já desenhou prá todo mundo! Enfim se o presidente entender que fez uma péssima condução nessa renovação, de que precisa pensar diferente na sua relação com a torcida e tomar uma postura Verdadeiramente profissional, poderemos ter alguma esperança no futuro, a médio prazo. Nesse ano vamos torcer pelos 43 pontos!

Cancelar Aavnti é uma besteira só, querem reclamar, xingar fiquem a vontade, pois o P Nobre está merecendo, mas caso cancele o Avanti estarão cuspindo no nosso manto, reflitem !

De tudo que li hoje, o que mais me faz sentido são os dizeres retirados dos blogs do Tostão e Antero Greco. Fato que Kardec será reserva no clube que ele escolheu. Assim como Kardec não justifica essa briga toda. Por outro lado, é muito mais cômodo para o jogador estar em um clube que lhe pague 350 mil mensais pra ele ficar no banco, sem stress, do que ganhar 200 e pouco. Fato é que o atleta chegou desacreditado, um refugo. Estão transformando ele num semi Deus. Nem tanto ao céu a terra. Não isento a diretoria pela incompetência. Mas é muito incêndio pra um barraco pequeno. Estou torcendo hoje apenas pra que 2014 acabe e que 2015 possamos talvez ter um recomeço, ou melhor, uma retomada na grandeza do Palmeiras. Vou continuar torcendo… Como fiz no jejum até a chegada da Parmalat, como farei sempre.

O problema è exatamente este. Là ele è reserva,aqui ele não tem nem reserva,em terra de cego quem tem um olho è rei.O nosso problema não è Kardec ,è Presidente e comissão tecnica fraca,aí sò podemos ter time fraco.

Paulo, no nosso contexto, o AK era importante, estava em boa fase, o que critico é a cagada que o PN fez. Só que Antero e Tostão esqueceram que anteriormente existiam ótimos jogadores, mas hoje nossa realidade é outra. Sinceramente, nuca pensei em ver um Jô, AK, He-Man, L.Damião na seleção, e olha que hoje tem times que se matam por causa deles. Olha a que nível chegamos em relação a jogadores. Olhando nosso elenco, temos muitos jogadores fracos ganhando seus 50 a 100 mil por mês, alguns como Victorino que não joga há um longo tempo, vindo de negociações ridículas. Não acredito que depois da copa essa gestão irá trazer jogadores bons, para ser titular e isso vai refletir em campo e ficará pior com uma possível saída do Valdívia e Wesley. Abraço.

Não estou cancelando meu Avanti por Kardec,Kardec foi a gota d agua, pois vou pouco a campo e queria ajudar o Palmeiras, mas quando vejo que meu dinheiro è maú admnistrado,pois não investem no time,não tem meta de ser campeão, não ligam prà torcida ,compram sò jogador pereba e não ligam em formar time competivo,na verdade estão pior que Tirone,que pensei que ser o fundo do posso.E não vejo esperança, perder Kardec è o de menos,Nobre tem que ter agilidade e saber que time que,correr atràs de Patrocinio ,não ficar chorando igual Tirone falta de dinheiro,e desperdiçar em Felipe Menezes,Josimar,thiago Alves,Bruno e etc. Falar que não tà fazendo igual a portuguesa, màs nosso ataque ( o melhor) è Diogo e Henrique, ataque do ano passado da portuguesa. Como querem melhorar e arrecadar mais sò fazendo burradas,quem vai ter confiança nesses gestores?????

Vamos jogar contra o flajuto com 3 volantes outra vez que erram quase todos os passes e fechadinhos tentando um empate …e acabar perdendo e além de tudo roubados pelas arbitragens????……. E se perder, o glorioso treinador sai?

O Marcos passou toda a sua carreira enaltecendo e elogiando nossos adversários. Já quando se tratava de Palmeiras, que era o clube que defendia, era um Deus nos acuda. Por isso ele pode ter sido um grande goleiro mas nunca tive simpatias por ele.
Tem razão o CIOL, FELIPE Marcos calado e jogando é um poeta, já falando……

Kardec é passado! Cadê o substituto ? E o lateral direito ? E o novo treinador ? Ah, tem patrocínio também ? Corre Nobre, corre!

Tenho visto muita gente falando que o Alan Kardec não vale o que o São Paulo vai pagar. Acho que não vale mesmo. Mas também acho que ele vale o que o Palmeiras pagaria se o Mustafá Jr. não tivesse sido tão mesquinho.

Que atacante próximo do nível do Kardec o Palmeiras pode contratar com um fixo de R$ 220 mil? Que jogador seria tão estúpido de aceitar um salário fixo mais baixo e bônus por jogos e por metas se pode ganhar até mais só de salário em outros clubes? Com essa política do Mustanobre só contrataremos promessas e jogadores em fim de carreira. Nossas contas podem até voltar para o azul, mas isso vale arriscar outro rebaixamento?

Pior é saber que Wesley e Valdivia devem seguir o mesmo caminho…

Nossa esse P. Nobre parece uma mocinha. Fica reclamando do jogo sujo dos Bambis. Pelo amor… Olha o Belluzzo pra mim foi um retumbante fracasso, mas ao menos ele era homem.

É duro ficar lendo que o problema foi no tal contrato de produtividade. O problema foi na falta de competencia para negociar o contrato. O jogador aceitou a ideia. só não queria era ser humilhado.

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