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VERDÃO NA MÍDIA 08-05-2014: Com futuro em jogo, Kleina precisou montar seis times em 20 meses ❘ UOL ESPORTE

NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Com futuro em jogo, Kleina precisou montar seis times em 20 meses

Por Danilo Lavieri

Gilson Kleina reconhece que sua cabeça está a prêmio no Palestra Itália. Pressionado por parte da torcida e por alguns conselheiros, o treinador do Palmeiras sabe que as três derrotas consecutivas podem colocar fim a seu trabalho ainda nesta quinta-feira. O comandante, no entanto, ressaltou bastante na entrevista após a derrota por 2 a 1 para o Sampaio Corrêa, pela 2ª fase da Copa do Brasil, que precisou remontar o time muitas vezes para conseguir trabalhar.

Há aproximadamente 20 meses no comando, Kleina teve de reconstruir o time seis vezes. Na maioria delas, por motivos que fogem de seu controle. Jogadores que foram vendidos por decisão da diretoria, atletas que não tiveram o contrato renovado apesar de sua insistência, sem contar nas necessidades de contratação que não foram atendidas pelo presidente Paulo Nobre e sua diretoria.

“Quero muito a continuidade. A gente precisa dar o resultado. Nosso comandante, o Paulo, sabe que a pressão aponta para mim e para ele. As avaliações precisam ser minuciosas. E nós entendemos e sabemos esse caminho”, começou o treinador.

“São 20 meses. Não é possível que três jogos vão colocar tudo a perder”, disse ele, para depois ressaltar. “Se você pegar e fizer uma análise, você vai ver uma equipe no Paulista em 2013, uma na Série B, uma na Libertadores… Estamos sempre remontando. E estamos agora remontando de novo para Série A. E aí tem gente que começa a fomentar o discurso de que não tem comando, de que jogador não presta…”, lamentou.

O UOL Esporte levantou as montagens de equipe que o treinador precisou fazer:

A LUTA DESESPERADA EM 2012

Em 2012, Kleina tinha a missão de tirar o Palmeiras da péssima situação deixada por Luiz Felipe Scolari. Sua aposta foi unir a experiência de Marcos Assunção, líder em assistências e nas bolas paradas, ao faro de matador de Hernán Barcos, artilheiro do time, com a juventude pouco aproveitada pelo hoje comandante da seleção brasileira. Passou a dar chances para nomes como Bruno Dybal, João Denoni e Patrick Vieira.

Não adiantou muito, mas o comandante usou o fim da Série B para definir nomes que não ficariam com ele de jeito nenhum. Corrêa, Thiago Heleno, Artur, Obina e Leandro são exemplos disso.  Até Marcos Assunção acabou saindo.

A RECONSTRUÇÃO NO PAULISTA EM 2013

Ao começar a temporada em 2013, Kleina pôde contar com o importante reforço de Fernando Prass, a chegada badalada de Ayrton e tinha em Barcos sua grande esperança de gols. Até Souza ganhou uma chance e não decepcionou no início de temporada. O time não empolgou, mas mostrou que estava perto de uma reconstrução até que a diretoria achou melhor por perder o artilheiro e ídolo para uma economia.

Negociou Barcos com o Grêmio e comemorou a economia de várias despesas que teria, apesar de esperar até hoje o 5º jogador na negociação com o Grêmio. O time ainda sofreria um grande baque ao perder do Mirassol por 6 a 2, mas a diretoria foi firme ao segurar Kleina e apostar no seu trabalho.

E SEM BARCOS, COMO FAZER NA LIBERTADORES?

A Libertadores era quase que um tormento no calendário. Um time que teria pouco dinheiro até para disputar a Série B acabava disputando o torneio sul-americano quase que por obrigação. Sem Barcos, o time perdeu sua grande referência à frente e parecia perdido dentro de campo.

Maurício Ramos era o líder, especialmente após Fernando Prass precisar ficar afastado. Vilson despontava bem e até Patrick Vieira e Vinícius poderiam formar uma boa dupla. A queda era questão de tempo, mas a competição servia para dar rodagem aos atletas que disputariam a difícil Série B.

A eliminação diante do Tijuana serviu para uma certeza: Bruno não poderia ser o titular da meta.

HENRIQUE VIRA REFERÊNCIA NA SÉRIE B

O zagueiro que já tinha ido muito bem na Copa do Brasil de 2012, com Felipão, virou, definitivamente, um grande nome da equipe. Ele compensava as falhas de Maurício Ramos, subia às vezes para marcar gols.

Balançar as redes, aliás, virou especialidade de Leandro, que teve até chance na seleção brasileira. No fim da disputa da Segundona, Alan Kardec era outro que chamava a atenção com um futebol que não conseguia mostrar no futebol europeu. No meio de campo, Charles foi uma boa aposta, assim como Wesley e Valdivia que, aos poucos recuperavam seu bom futebol.

É ANO DE CENTENÁRIO E QUEM SE LEMBRA DE BARCOS?

Houve um tempo em que a saída de Barcos era o ponto fraco para que a gestão de Paulo Nobre fosse criticado. Tudo isso acabou com a chegada de Alan Kardec. Depois de uma boa Série B, o atacante se firmou como nome da equipe no Paulistão, onde se sagrou artilheiro do campeonato e conseguiu até ter seu nome cogitado para a seleção.

Fernando Prass mostrou porque era ídolo no Vasco com excelentes atuações. O primeiro grande golpe foi na saída de Henrique. O jogador entrou na Justiça para cobrar uma dívida e caiu na desgraça com o presidente. A comissão brigou bastante pela sua permanência e, quando se deu por vencida, confiou que receberia uma reposição à altura.

Não foi atendido. Pior do que isso. Não conseguiu nem receber um lateral direito que tanto pediu, mas conseguiu em Wendel alguém que não comprometesse na posição. Luis Felipe, que poderia ser usado na ala, ainda estava brigado com a diretoria e também não poderia ser usado.

O BRASILEIRÃO DE ALAN KARDEC?

Pela 6ª vez em 20 meses, o treinador precisaria remontar uma equipe. Ainda sem receber reposição para a saída de Henrique e tampouco um reforço para a lateral direita, o treinador perdeu Alan Kardec. Pior, para um rival. O diretor-executivo, José Carlos Brunoro, chegou até acertar a renovação com o artilheiro do time, mas foi barrado pelo presidente por causa de mais uma economia.

Economia que acabou custando a saída, mais uma vez, da referência. O time que já havia perdido Hernán Barcos e Henrique perderia Alan Kardec para o São Paulo.

Para ter ainda mais problema, Gilson Kleina precisaria acertar um substituto para Fernando Prass, que passou por operação. Tentou Bruno, mas parece ter preferido Fábio. Para piorar ainda mais o cenário do treinador, França foi afastado por excesso de noitadas, Bruno César se machucou e Leandro e Juninho caíram muito de produção. Josimar, Eguren, Mendieta, Tiago Alves, William Matheus, Bruninho, Serginho, Felipe Menezes, Mazinho e Diogo tiveram chances.  Victorino nem conseguiu sair do departamento médico. O lateral direito ainda não foi contratado.

Como se não bastasse tudo isso, o bastidor palmeirense voltou a virar notícia. Pressão de conselheiros, de oposição, questionamentos de negociações com Barcos, com Alan Kardec, com Henrique e até mesmo com a construtora do estádio tumultuaram o ambiente de Paulo Nobre, que precisa dar mais um passo na sua gestão nesta 5ª feira: ficar ou não com Gilson Kleina.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Acuado, Kleina ataca incompetentes e “engenheiros de obra pronta”

Gilson Kleina já foi mantido mesmo após ter perdido por 6 a 2 para o Mirassol e de ter sido criticado publicamente pelo presidente Paulo Nobre na eliminação na Copa do Brasil de 2013. Mas o técnico nunca viveu tanta incerteza no cargo, a ponto de dizer que agora passa por sua “primeira turbulência” no Palmeiras. Ciente do sério risco de demissão e da pressão dos conselheiros por Vanderlei Luxemburgo, ataca quem o contesta.

“Neste momento de derrota, é a força dos incompetentes, daqueles que querem que tudo dê errado. Quem torce contra, pode fomentar a situação e o trabalho desenvolvido”, falou. “Quando o resultado não vem, tem um monte de engenheiro de obra pronta com solução. Já começam a minar o trabalho, um modelo construído, apesar de vermos grandes equipes com grandes investimentos também lutando para se reconstruir. Mas vêm falar que o comando não tem comando e jogador não presta.”

O técnico que escalou três volantes na derrota para o Sampaio Corrêa resolveu usar o ataque como defesa em seu momento mais acuado no clube. Uma reunião nesta quinta-feira entre Nobre, o diretor executivo José Carlos Brunoro e o gerente de futebol Omar Feitosa pode definir a sua demissão, mesmo que essa decisão custe cerca de R$ 900 mil ao já endividado clube.

Ciente de que o meia Bernardo, emprestado pelo Vasco até dezembro, será anunciado oficialmente em breve, Kleina pede para aproveitar ele e outras contratações que virão. “Todos procuram reforços, estão na iminência de chegar. É a hora da tranquilidade, não adianta achar que o encaixe virá da noite para o dia”, avisou.

Em sua defesa, o técnico lembra que perdeu Alan Kardec e Henrique, negociados, e está sem Fernando Prass, Valdivia e Bruno César, machucados. “De novo, começamos a reconstruir uma equipe com perdas pontuais. É importante entender isso. No ano passado, já tive um time para o Paulista, outro para a Libertadores e outro para a Série B”, lembrou.

Brunoro disse ser só “provável” que Kleina seja o técnico do time contra o Goiás, no sábado, pelo Brasileiro. O treinador, contudo, confia tanto no que ainda não é mais do que uma possibilidade que saiu do Maranhão falando que confia nas peças do elenco para se reabilitar e assumindo a responsabilidade de qualquer tropeço em nome do grupo.

“Até quando fomos campeões da Série B ou alcançamos dez resultados positivos, sempre tivemos a obrigação de vencer. Imagina neste momento em que o torcedor está me cobrando e desconfia de mim. Mas vamos com muito brio e hombridade para fazer o melhor no sábado sem expor ninguém. Que estoure no comando o que for acontecer”, discursou.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Gilson Kleina vive maior pressão por demissão desde seu início no Verdão

Gilson Kleina vive o momento de maior pressão desde que assumiu o cargo de técnico do Palmeiras, em setembro de 2012. As três derrotas seguidas para Fluminense, Flamengo, ambas pelo Brasileirão, e Sampaio Corrêa, pela ida da segunda fase da Copa do Brasil, deixam o sob forte ameaça de demissão. Parte da torcida e dos conselheiros alviverdes cobram uma resposta da diretoria. Uma decisão sobre o futuro do treinador deve sair após reunião nesta quinta-feira entre o departamento de futebol e a comissão técnica.

Desde 2012, Kleina sobreviveu a cinco eliminações (duas no Paulista, uma na Sul-Americana, uma na Taça Libertadores e uma na Copa do Brasil), uma goleada por 6 a 2 para o Mirassol, no Paulistão de 2013, e ao rebaixamento para a Série B, na sua primeira temporada, quando teve pouco tempo para salvar a equipe. Agora, porém, o próprio técnico reconhece ser o momento mais complicado da sua trajetória, mesmo ainda tendo a chance de se classificar à terceira fase da Copa do  Brasil.

– Sabemos que a nossa diretoria, o presidente Paulo (Nobre) e eu somos apontados e pressionados neste momento. Mas toda a avaliação tem de ser muito minuciosa. O que queremos é tranquilizar no momento mais difícil que todos nós estamos passando no Palmeiras. É fazer do jogo do Goiás (sábado, no Pacaembu) um grande divisor de águas. O trabalho de 20 meses não pode ser jogado fora por três derrotas – afirmou.

Os críticos de Kleina consideram que falta de padrão tático no time. O treinador, porém, tem sofrido desde a virada do ano com a perda de referências da equipe: jogadores como Henrique (vendido ao Napoli), Alan Kardec (negociado com o São Paulo), Luis Felipe (encostado após briga judicial com a diretoria pela renovação contratual) e Márcio Araújo (não renovou e foi para o Flamengo), titulares na campanha do título da Série B. Além disso, os desfalques de Fernando Prass (cirurgia no cotovelo direito) e Valdivia (sobrecarga muscular) também pesaram contra diante do Sampaio Corrêa.

No momento, Kleina reconhece sua parcela de culpa pela situação da equipe, mas não se julga o principal responsável pela má fase do Palmeiras. O treinador acredita que o time estava encaixado durante a disputa do Paulistão, no início do ano centenário, mas as seguidas perdas de jogadores importantes sem reposições à altura minaram seu trabalho. E alguns atletas do elenco alviverde concordam com esse pensamento.

– Este é o terceiro time diferente que comando. Dirigi um time na Libertadores do ano passado, outro na Série B e agora estamos remontando uma equipe. É uma fase de reconstrução e quero enaltecer a entrega dos jogadores. Houve evolução, mas não foi suficiente – disse.

Nas últimas semanas, a pressão sobre o comandante aumentou e o ambiente do clube piorou com a saída de Kardec. Conselheiros, inclusive, chegaram a sugerir nomes como Vanderlei Luxemburgo, desempregado desde novembro de 2013, após sair do Fluminense, e Dorival, campeão Paulista com o Ituano.

Uma eventual demissão do treinador implicará na seguinte cláusula de rescisão: o Palmeiras precisará pagar a ele o equivalente a dois salários como multa (ganha R$ 200 mil mensais, além do sistema de bônus por produtividade que pode resultar até em R$ 400 mil), a não ser que o técnico acerte com outro clube nesse período de 60 dias.

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NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

• Kleina alfineta diretoria do Palmeiras, vê evolução e manda recado cifrado

Por Diego Iwata Lima

O técnico Gilson Kleina afirmou estar motivado para dar continuidade ao seu trabalho no Palmeiras e reverter o momento difícil do clube, que soma três derrotas em sequência.

Mas o técnico não deixou de alfinetar a diretoria do clube após a derrota por 2 a 1, para o Sampaio Corrêa, na Copa do Brasil, na noite de quarta-feira.

“Este é o terceiro time diferente que comando. Dirigi um time na Libertadores do ano passado, outro na Série B e agora estamos remontando uma equipe. É uma fase de reconstrução e quero enaltecer a entrega dos jogadores. Houve evolução, mas não foi suficiente”, disse o técnico.

O treinador confirmou que vai se reunir com a cúpula diretiva do futebol do clube e disse não acreditar na possibilidade de demissão.

“Não é possível que três jogos ruins vão colocar a perder um trabalho de 20 meses”, afirmou. “A derrota aumenta a pressão sobre todos e é a hora de termos cabeça fria”, afirmou. “Temor, eu não tenho. A gente tem convicção. Quem tem medo, não pode dirigir uma potência como o Palmeiras”, afirma. “Eu não quero sair, mas vamos ver o que vai ser decidido”, disse.

Sobre o desempenho do time no jogo, Kleina avalia que a equipe se abalou emocionalmente após sofrer o gol de empate, aos 36 min do 2º tempo.

E pediu para que o torcedor apoie o time no sábado, contra o Goiás, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro.

“Será um jogo importante. Até quando fomos campeões da Série B fomos cobrados, e é claro que haverá pressão.”

Por fim, Kleina mandou um recado enigmático:

“Vamos mostrar para os incompetentes que tentam minar o trabalho que temos força para reverter essa situação”, disse, sem revelar o destinatário da mensagem.

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL ESPORTE

• Até quando, Palmeiras?

Ao que consta, “de cabeça mais fria”, como disse  José Carlos Brunoro, está marcada para esta quinta-feira uma  reunião do departamento de futebol do Palmeiras (o presidente Paulo Nobre, o diretor-executivo Brunoro e o gerente Feitosa) para avaliação dos últimos três resultados. Como se sabe, foram três derrotas: Fluminense, Flamengo (de virada) e essa outra virada da noite de quarta-feira para o Sampaio Correia (2 a 1), time da Série B, em São Luís do Maranhão.

Mais uma vez (nada oficial), a tendência é a de queda do técnico Gilson Kleina. Mais uma vez, a tendência pode ficar só nisso mesmo e não em queda: seria precipitado cravar algo até porque embora o time esteja jogando muito mal do final do Campeonato Paulista para cá, o treinador teria dito em São Luís (não ouvi) que “Três jogos não podem colocar 20 meses a perder”.

E Brunoro disse à Fox Sports, isso eu ouvi, que “ Kleina vem fazendo um ótimo trabalho, é provável que fique, nada será decidido de cabeça quente”.

Por justiça: nem toda a culpa é do técnico, a direção também não lhe deu os reforços solicitados (reposição para a lateral-direita  e para Henrique) e ainda perdeu Alan Kardec.

E então, sabe-se lá. O que se sabe é que o Palmeiras disputou jogo sonolento no primeiro tempo, fez um gol no segundo (Henrique) e levou virada em três minutos de  jogadores que como bem disse o locutor  não formavam uma dupla sertaneja: Edimar e Edgar. Ao contrário, um saltou no terceiro andar para uma cabeçada mortal, o outro penetrou na defesa do Palmeiras como se fosse o Samuel Eto’ó dos velhos tempos. Que facilidade!

E o jovem goleiro Fábio, com belas defesas, ainda evitou mais uns dois ou três gols do Sampaio! O mar virou sertão, o sertão virou mar…

Sabe-se também que o Palmeiras consegue a façanha de apresentar um time pior na Série A do que  aquele que possuía na Série B (com Henrique, Alan Kardec, Luís Felipe-voltou, mas não joga-, o contestado Márcio Araújo, o extraordinário e agora machucado Fernando Prass…) o que  é no mínimo trilhar um caminho perigoso no ano do Centenário embora também seja um misto de incoerência e de falta de sorte.

Ah, chegou Bernardo, um novo reforço.

Lateral-direito? Não ouvi nada.

Centroavante titular? Também não.

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BLOG DO LUÍS CARLOS QUARTAROLLO ❘ JP ONLINE

• Vai sobrar para o Kleina

Palmeiras conseguiu tomar virada do Sampaio Corrêa no jogo de ida da segunda fase da Copa do Brasil, 2 x 1, e o caldo esquentou pra cima do técnico Gilson Kleina.

É a terceira derrota seguida e todas vão para a conta do treinador. Fluminense, Flamengo e ontem à noite.

A diretoria fica à espreita e deve decidir nas próximas horas que Gilson Kleina pagará a conta se esquecendo que foi ela que montou esse elenco, trouxe um monte de jogadores meia boca, perdeu há poucos dias o seu atual principal atleta, Alan Kardec, para o São Paulo, gastou quase o mesmo que gastaria com Kardec para contratar Leandro que só jogou um pouquinho na Série B, não explica porque até hoje não chegou o quinto jogador acertado com o Grêmio na troca por Barcos cuja negociação e tão mal explicada como outras tantas no ex-Parque Antártica.

Paulo Nobre já tem quase 80 milhões de reais empatados no Palmeiras, é o maior credor do clube no momento, e administra para pagar contas com o seu próprio dinheiro.

Ninguém pode acusa-lo de se locupletar no clube, mas talvez não seja a melhor forma de administrar.

A seu favor tem que se dizer que ele tenta pagar tudo em dia mesmo com dinheiro próprio e não tem espaço para grandes arroubos financeiros por isso perdeu Kardec para o tricolor.

O Palmeiras é um problema antigo. Vem decaindo ano a ano. Parece um país que conhecemos, o país das décadas perdidas e quanto mais se perde mais fraco fica.

Hoje o time do Palmeiras é um time pequeno, o pior entre os grandes do futebol paulista.

O clube continua sendo grande, altaneiro, com uma história das mais bonitas do futebol mundial, mas também tal como um país que conhecemos, os seus dirigentes vão destruindo tudo e jogando fora  grandes valores da instituição.

Dizem que os homens passam e a instituição fica, mas alguns passam e levam consigo o bom nome das instituições. De novo você pode se lembrar de um belo país que conhecemos.

Vai sobrar para Gilson Kleina. Ele tem culpa? Claro que tem, ele é o técnico, tem que ser responsável também, mas há outros culpados e alguns culpados históricos.

Quem paga 700 mil reais livres para Valdivia e contrata outros mais a peso de ouro e nada cobra deles também deve ser cobrado por todos os palmeirenses.

O técnico é apenas o ponta de lança ou a ponta do iceberg. Abaixo da superfície há outros responsáveis e culpados pelas sucessivas crises do Palmeiras.

Desse jeito serão precisos mais cem anos para arrumar a casa e nenhum palmeirense que eu conheço está disposto a esperar tanto tempo.

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BLOG DO RODRIGO MATTOS ❘ UOL ESPORTE

• Briga com zagueiro da seleção tira R$ 2,5 mi do Palmeiras

A convocação do zagueiro Henrique para a seleção brasileira deixa escancarada uma perda de R$ 2,5 milhões do Palmeiras na negociação dele para o Napoli. Convocado pelo técnico Luiz Felipe Scolari, o jogador se valorizou e poderia render um dinheiro extra para o clube se tivesse sido mantido o vínculo com o clube. Pior, o clube pode ter de dar uma parte do que ganhou para representantes do atleta por dívida passada.

A saída de Henrique para a Europa ocorreu por conta de uma briga entre o presidente Paulo Nobre e o zagueiro. O dirigente ficou irritado com uma ação judicial do jogador para cobrar dívida do clube. Por isso, foi determinada sua saída quando chegou a proposta da Itália.

Na negociação, Paulo Nobre queria que o jogador fosse emprestado por seis meses com uma opção de compras dos direitos por 5 milhões de euros. Desta forma, o clube poderia capitalizar com a possível convocação para a seleção. Claro que, com o jogador chamado por Felipão, o time italiano pagaria o valor.

Mas, como havia uma disputa, o jogador informou que não não aceitaria sair por empréstimo. Disse que queria ser vendido para o Napoli. Resultado: foi fixado um preço mais baixo de 4 milhões de euros.

Desse total, 80% eram do Palmeiras, e outros 20% de seus representantes. Assim, a diferença entre os dois preços foi de 1 milhão de euros, e a parte do time alviverde seria 800 mil euros (R$ 2,5 milhões).

O dinheiro que efetivamente chegará ao Palmeiras será pago em três parcelas, uma já quitada, uma para o meio do ano e outra para o final. O problema é que esse montante pode sofrer descontos.

A Link Assessoria Esporte, dos representantes de Henrique, tem um processo de R$ 3,5 milhões contra o Palmeiras por uma comissão pela contratação do jogador. Em março de 2014, a Justiça já determinou que o Palmeiras tem que pagar o débito em três dias. Só que isso não ocorreu até agora.

O estafe do jogador da seleção já pediu para Nobre para que uma parte do dinheiro a ser pago pelo Napoli seja destinado para quitar a dívida. Outra ação de uma segunda empresa cobra R$ 1,2 milhão também por essa negociação.

O blog questionou a diretoria do Palmeiras sobre a transação e as perdas do clube. Mas não houve resposta até o final do dia.

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COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Venda casada?

A convocação de Henrique para a Copa soou mal no Conselho Deliberativo do Palmeiras. “Venderam o rapaz para a Itália sob alegação de que seu dinheiro resultaria na compra do Kardec. Ficamos sem os dois, mas temos agora o Thiago Alves, o Josimar…”, corneta o conselheiro Eugênio Palazzi.

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COLUNA DE PRIMA ❘ LANCE!

Por Marcelo Damato

• Desgaste

Conselheiros de situação do Palmeiras já dizem temer que Paulo Nobre perca a eleição no fim do ano. Criticam o presidente por abandonar a área social – descontentando sócios – e só ouvir José Carlos Brunoro no futebol. Dizem que um candidato novo, sem rejeição, pode complicar o pleito.

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COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO

Por Bernardo Itri

• Dividida

“Acho louvável que ele tenha botado dinheiro no clube, se é que ele botou, mas é preocupante o time não ter receitas“ – Arnaldo Tirone – Ex-presidente do Palmeiras, sobre a atual situação financeira do clube

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ATUALIZAÇÃO: 14h10

NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Gilson Kleina é demitido do Verdão: “Fizemos tudo da melhor forma”

Por Fabricio Crepaldi

Gilson Kleina não é mais o técnico do Palmeiras. O treinador foi demitido após a derrota de virada para o Sampaio Corrêa, por 2 a 1, na última quarta-feira, no Maranhão, em jogo válido pela segunda fase da Copa do Brasil. A pressão após a terceira derrota consecutiva, somada aos questionamentos recorrentes de conselheiros e torcedores tornaram a sua permanência insustentável. A saída de Alan Kardec para o rival São Paulo contribuiu para a queda no desempenho do time nos últimos jogos, e o comandante acabou pagando com o seu cargo.

A decisão foi anunciada em reunião com a diretoria na Academia de Futebol no início da tarde desta segunda-feira. Após o encontro, Kleina falou rapidamente com a reportagem do GloboEsporte.com e disse deixar o Verdão com tranquilidade.

– Estou tranquilo. Fizemos tudo da melhor forma possível, mas acabou o ciclo – disse ele, por telefone.

Fizemos tudo da melhor forma possível, mas acabou o ciclo” 

Kleina tinha salário de R$ 200 mil mensais. Mas com o sistema de bônus oferecido pela diretoria, ele poderia receber num mês até o dobro disso – ou seja, R$ 400 mil. Com a demissão, o Palmeiras precisará pagar a ele o equivalente a dois salários como multa – a não ser que o técnico acerte com outro clube nesse período de 60 dias.

Desde a virada do ano passado a diretoria palmeirense não tinha convicção no trabalho de Kleina. Tanto que a renovação contratual do comandante virou uma novela. O Verdão tentou primeiro a contratação do argentino Marcelo Bielsa, mas não teve sucesso. A atitude irritou o técnico, mas no fim as duas partes chegaram em um acordo.

Gilson Kleina foi contratado em setembro de 2012 para tentar evitar o rebaixamento do time para a Série B. Sem sucesso, ele comandou o retorno do Verdão para a elite do futebol nacional, conquistando a segunda divisão. No cargo, ele acumulou cinco eliminações: Paulistão (2013 e 2014), Sul-Americana (2012), Copa do Brasil (2013) e Taça Libertadores (2013). No total, o comandante fez 105 jogos, com 56 vitórias, 20 empates e 29 derrotas.

Confira a nota oficial do Verdão

 “Gilson Kleina não é mais o técnico da Sociedade Esportiva Palmeiras. Após reunião na tarde desta quinta-feira, a diretoria do Verdão decidiu pela saída do treinador do comando da equipe. Kleina, que estava dirigindo o time alviverde desde setembro de 2012, obteve durante sua passagem pelo clube 56 vitórias, 20 empates e 29 derrotas.

A diretoria do Palmeiras irá se pronunciar sobre o caso às 17h, em entrevista na Academia de Futebol. O treino do time acontecerá normalmente, às 15h30. As coletivas do goleiro Fábio e do volante Renato, previamente marcadas para as 14h30 desta quinta, foram canceladas.”

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VÍDEO ❘ ESPN BRASIL

• PVC critica planejamento do Palmeiras: ‘Monta um time a cada quatro meses’

No Bate Bola 2ª edição, o comentarista Paulo Vinícius Coelho falou sobre a situação do técnico Gilson Kleina, que acaba de ser demitido do Palmeiras.

Para ele, é preciso ter cuidado com a lista de nomes que é cogitada para ocupar o lugar de Kleina, porque sempre os mesmos nomes acabam sendo ventilados.

Além disso, ele criticou o planejamento da equipe, que monta um time a cada quatro meses e dificulta o trabalho dos treinadores.

Assista aqui → VÍDEO ❘ ESPN BRASIL

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87 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 08-05-2014: Com futuro em jogo, Kleina precisou montar seis times em 20 meses ❘ UOL ESPORTE”

Eu não acho nosso time ruim, está ruim, mas tem solução facilmente se der oportunidade a jogadores da base que podem substituir, ou colocar aqueles que estavam jogando que estavam bem. O Palmeiras vinha bem o paulista todo até que perdeu pro Santos aí a coisa desandou, mas foi o jogo que o GK começou com palhaçada, colocando Tiago Alves de lateral, a partir daí a insistência com esse ser foi o que começou a queda de rendimento. Mas até então o time estava indo muito bem, contra os bambis por exemplo foi o melhor jogo do ano, mas aí o dedinho do técnico começou a aparecer e deu no que deu.

Eu apoiaria a volta do Caio Jr, na ´época dele o time era muito pior que esse de hoje e jogava um bom futebol, trouxe alguns jogadores bons de verdade e baratos como o Pierre, que o felixão fez o favor de mandar embora de graça, lembrando que não perdeu nenhum clássico, humilhou os gambás 3×0. Com um time decente em mãos consegue fazer um bom trabalho.

Fico mais preocupado com o elenco do que com o novo técnico. Precisamos mais de COFRE do que do famigerado COF. De mais competencia e menos amadorismo dos dirigentes….. mas quando vejo o Bernardo chegando paro de sonhar (nesta posicao temos os melhores ou iguais Wesley, Mendieta, Bruno Cesar, Valdivia, Patrik Vieira). Cade o lateral direito? Um novo atacante para ser titular? Cade um outro zagueiro? Brunoro sem planejamento: Bernardo é mais (ou menos) do mesmo.

Não adianta demitir o Kleina e trazer algum técnico de nome, se não contratar jogadores de qualidade amigos, com este time nem se o PAPA fosse Palmeirense adiantava. Não é pofexo, Guardiola, Mourinho, nem o Ferguson da jeito neste time com os jogadores que tem lá.O time é vergonhoso, da raiva de ver jogo do Palmeiras,
goleiro(Bruno) é horrível, laterais(os dois) horríveis, só tem um zagueiro que presta(Lucio), volantes que não conseguem proteger a defesa, só um meia armador de qualidade(quando joga) que é o Valdivia, e não tem atacante, Leandro esqueceu o futebol na segundona , e o que tinha a diretoria deixou ir embora. Desde 99 o torcedor do Palmeiras não vê um time de qualidade, Os diretores do Palmeiras deveriam se envergonhar do que fizeram com o clube, e tentar recuperar a historia do time que ja foi considerado um dos maiores do mundo.

De todos os nomes especulados, entendo que para a situação atual, por absoluta falta de opção e que Deus me perdoe por isso, é Luxemburgo. É o único que vejo com conhecimento suficiente para ordenar o time e dar um padrão de jogo decente. Os demais, entendo que estão no mesmo nível do GK – e corremos um risco enorme de continuar com esse caos em campo.

Eu gostaria de ver um tecnico renomado.mas o fantoche eh um bunda mole.o tal de wagner mancini coloca os timrs dele pra frente.

Agora o Juninho irá acertar um cruzamento ou um passe a 5 metros, o Leandro vai conseguir dar 4 passos com a bola sem perder a bola, Bruno cesar irá chegar para jogar no Palmeiras, o Josimar vai descobrir para que serve aquela coisa redonda que todos chutam, o Brunoro irá trazer jogadores sem que lhe paguem comissão..kkkkkkkkkkkkkkk

O Kleina não era o maior culpado. Mas não dava mais, tinham que chacoalhar o time moribundo antes que fosse tarde demais. Acredito que venha Dorival Jr para treinar esse time, que ainda vai ficar pior quando sair Wesley e Valdivia.

quem acompanhava de perto o trabalho do kleina sabe que ele é limitadíssimo. O clube precisando de lateral direito e zagueiro desde….sempre, e ele manda o luiz gustavo e o ayrton pro vitoria. Manda maikon leite, mauricio ramos, vilson e outros caras embora pra trazer caras iguais ou piores. Mexe mal, queima jogadores como leandro colocando-os pra virarem ajudantes de lateral, escala o miguel no ataque, um cara que não tem a menor noção de jogar bola. Vive improvisando jogador, e não ganha nenhum jogo decisivo!

Na última passagem, Luxa foi um tremendo malandro e paneleiro, indicava, contratava e escalava os seus protegidos, “sem nenhum interesse”, claro. Não podemos ter isso aqui de novo

“Potência não é nada sem controle.” Belíssimo slogan da Pirelli. Parafraseando para o caso aqui, “Talento não é nada sem caráter.” Se é que restou algum talento ali, ultimamente nem isso demonstrou.

Olha, se ele fizer tudo isso de novo e obter os mesmos resultados eu apoio incondicionalmente sua volta. Felipão era super honesto, defendia o palmeiras e levou o time pra segunda!

Danilo um pouco menos, Super honesto? Esquema são caetano te lembra algo! A verdade é que hoje, no futebol, não tem um que vc possa por a mão no fogo, seja dirigente, diretor, técnico ou empresário!

bem lembrado marcelo. Você tem razão. Mas o senso comum, a imprensa, pinta o felipão como mto menos trambiqueiro que o luxa. A verdade é que isso não importa em nada. Luxa pode ser o que ele quiser fora de campo, eu não to nem aí. Repito, se ele tiver desempenho parecido com o da ultima passagem eu já ficarei feliz, pois o prognostico atual é série B. Honestidade não entra em campo.

Narciso é outro Kleina. E pior, mais uma aposta que aceitaria trabalhar com jogadores medíocres! A hora é de trazer quem não trabalha com elenco PEREBA. Tem que ser o Luxa!

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