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Verdão na Mídia

VERDÃO NA MÍDIA 09-05-2014: Paulo Nobre promete reforços para o Palmeiras após a saída de Kleina ❘ O ESTADO DE S.PAULO

NOTICIÁRIO ❘ O ESTADO DE S.PAULO

• Paulo Nobre promete reforços para o Palmeiras após a saída de Kleina

Por Daniel Batista

A demissão do técnico Gilson Kleina não é a única novidade no Palmeiras nos próximos dias. O presidente Paulo Nobre garante que vai às compras para reforçar o elenco, mas que novas caras só devem chegar após a contratação de um novo treinador e na abertura da janela de transferências, durante a Copa do Mundo.

“As contratações vão continuar da mesma maneira, seguindo a responsabilidade com as finanças do clube. Nunca medidos esforços para trazer jogadores. Estamos sempre atentos com o mercado dentro e fora do Brasil”, disse o presidente palmeirense.

O dirigente contou que já foi feita pela diretoria uma análise do elenco e constataram a necessidade de contratações pontuais. “Sabemos onde precisamos contratar jogadores. O elenco carece de alguns reforços e quando chegar um novo técnico, vamos discutir para ver se a gente enxerga os mesmos problemas que o novo treinador”, explicou Nobre.

Reforço certo independente da chegada de um novo treinador é o meia Bernardo. Nesta quinta-feira, ele realizou exames médicos e até segunda=feira deve ser anunciado como novo reforço do Palmeiras.

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NOTICIÁRIO ❘ TERRA

• Valdivia volta, e Palmeiras divulga lista relacionados para enfrentar o Goiás

O Palmeiras divulgou a lista de relacionados para a partida contra o Goiás, neste sábado, às 18h30, no Pacaembu. Entre os 20 convocados, a principal novidade é o retorno de Valdivia. O meia foi poupado na partida de quarta-feira, contra o Sampaio Corrêa, e deve reassumir a vaga na equipe neste jogo da quarta rodada do Brasileiro.

Entre as ausências, a principal foi a saída de Tiago Alves da relação por conta da punição do STJD pelo lance em que cometeu falta dentro da área contra o Criciúma – o árbitro, porém, não marcou pênalti. Além de Lúcio, Marcelo Oliveira e Wellington foram os zagueiros convocados para a próxima partida.

Nesta sexta, o interino Alberto Valentim fechou parte do treinamento e não definiu o time. Ele ainda quer conversar com os jogadores para, então, escolher quem entrará em campo contra o Goiás – a base, contudo, deve ser aquela montada por Kleina.

A última atividade antes do jogo contou com Bruno César correndo no gramado pela primeira vez desde que lesionou a coxa direita. Fernando Prass, que operou o cotovelo direito e pode ficar até quatro meses fora, visitou o grupo com seus filhos.

VEJA A LISTA DE RELACIONADOS:

Goleiros: Fábio e Bruno

Laterais: Wendel, Juninho e William Matheus

Zagueiros: Lúcio, Marcelo Oliveira e Wellington

Volantes: Wesley, Renato e Josimar

Meias: Valdivia, Mendieta, Serginho, Marquinhos Gabriel, Mazinho e Felipe Menezes

Atacantes: Henrique, Leandro e Diogo

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Dirigente conversa com palmeirenses, e Bruno César corre no gramado

A maior parte do treinamento do Palmeiras nesta sexta-feira, na Academia de Futebol, foi fechada para a imprensa. Após a entrada ser liberada, o técnico interino Alberto Valentim comandou uma atividade em campo reduzido. Ao mesmo tempo em outro gramado, o gerente de futebol Omar Feitosa conversou com jogadores como Lúcio, Wesley, Diogo e Wendel, entre outros.

A principal novidade do treinamento foi Bruno César. Em recuperação de lesão no músculo adutor da coxa direita, o meia correu rapidamente no gramado. Ele se machucou durante a vitória por 2 a 1 sobre o Criciúma, no dia 20 de abril, em Santa Catarina.

Apesar de iniciar as corridas no gramado, Bruno César segue fora do time. Ele está fora do confronto com o Goiás, neste sábado, no Pacaembu, e também deve ser desfalque contra Sampaio Corrêa (quarta-feira, no jogo de volta da segunda fase da Copa do Brasil) e Vitória (dia 18, pelo Brasileirão).

Além de Bruno César, Tiago Alves (suspenso pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva), Fernando Prass (cirurgia no cotovelo direito) e Thiago Martins (recuperação de lesão no joelho dirieto) estão fora. O time está na 14ª colocação do Brasileirão, com três pontos, e precisa de vitórias para tranquilizar o ambiente após a saída de Gilson Kleina.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Palmeiras faz treino secreto e não tem formação definida para sábado

Por Helder Júnior

A primeira manhã de trabalho do Palmeiras após a demissão do técnico Gilson Kleina foi de mistério. Nesta sexta-feira, véspera da partida com o Goiás, o interino Alberto Valentim comandou um treinamento com os portões da Academia de Futebol fechados e só autorizou a entrada da imprensa às 11h20 – mais de uma hora depois de a atividade começar.

Passada a movimentação dos jogadores, Valentim não quis confirmar a formação do Palmeiras para o jogo com o Goiás. “Não vou falar o time porque, sinceramente, ainda estou em dúvida. Não quero dar esse presente para o Ricardo”, comentou o interino, que foi auxiliar de Ricardo Drubscky, o técnico adversário, quando ambos trabalhavam no Atlético-PR. “Conhecendo ele, sei que nem está muito interessado na nossa escalação”, sorriu.

Quando liberou o acesso da imprensa à Academia de Futebol, Valentim observava parte da equipe do Palmeiras disputar um descontraído rachão. Em outro campo, os meias Valdivia e Mendieta e o atacante Henrique se divertiam ao bater pênaltis contra o goleiro Bruno. O chileno, poupado da derrota por 2 a 1 para o Sampaio Corrêa, pela Copa do Brasil, está novamente relacionado para o compromisso diante do Goiás.

A desgastante viagem para o Maranhão, inclusive, foi utilizada por Valentim como uma justificativa para não adiantar os seus planos para a formação do Palmeiras. “Não tivemos muito tempo de recuperação. O treino seria até mais longo, com uma brincadeira depois, mas viemos de um jogo cansativo, no meio de semana”, explicou.

O certo é que o Palmeiras não terá alterações significativas para tentar reagir no Campeonato Brasileiro – a não ser de comando.

“A base será aquela que vinha jogando com o Gilson Kleina. Só trabalhei situações táticas e quis corrigir algumas coisinhas o mais rapidamente possível, até porque não houve tempo para muita coisa, para que a gente possa vencer o Goiás”, concluiu o misterioso Alberto Valentim.

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BLOG DO MARTÍN FERNANDEZ ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Palmeiras estuda mercado, cogita gringo e não se apressa para definir técnico

O Palmeiras não tem pressa para definir o substituto de Gilson Kleina. No clube, dá-se como certo que o técnico no jogo contra o Sampaio Corrêa, na próxima quarta-feira, será o interino Alberto Valentim. Enquanto isso, discute-se sem afobação quem vai treinar o time no ano do centenário.

Nomes do exterior estão sendo analisados, exatamente como aconteceu no fim do ano passado, durante o impasse sobre a renovação de Kleina – na época, o clube procurou Marcelo Bielsa e mandou gente ao Paraguai para conversar com Arce.

Junto com Kleina, saíram dois auxiliares e um preparador físico, mas o Palmeiras tem sua própria comissão técnica, o que também colabora para a calma com que o clube trata o assunto.

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BLOG DO MENON ❘ UOL ESPORTE

• Palmeiras é um time sem ideias

Considerei a partida realizada pelo Palmeiras em Maranhão como a pior da vida do grande clube paulista. Prontamente fui corrigido por sofridos palmeirenses e sacanas rivais que lembraram goleadas para o Vitória, Coritiba e Mirassol. Numericamente, não há o que discutir, talvez eu tenha exagerado mesmo. Mas há um quesito em que não há discussão. Quando se fala de ideias de jogo, nunca em sua história o Palmeiras foi pior que ontem. Sim, porque não há nada abaixo de zero. Pode até ser igual, mas abaixo de zero, não.

Ter uma ideia futebolística pode terminar em algo brilhante como Guardiola e sua possessão de bola. Pode ser baseada na velocidade, como os times de Cilinho. Sempre havia um atacante pronto para o contra-ataque. No São Paulo, fez os Menudos, com Muller. Quando não havia mais Muller, insistiu com Mazinho Loyola. A diferença técnica é abissal, mas o conceito era o mesmo.

Ter uma ideia futebolística pode ser algo aborrecido como os times de Marcelo Veiga. Três zagueiros altos, dois alas rápidos e um centroavante alto. É sempre assim, esteja onde estiver, mesmo estando sempre em Bragança. Quando dá certo, uma peça é vendida, não dá certo e volta. Diego Macedo é o exemplo.

O Palmeiras que perdeu para o Sampaio tinha problemas técnicos. Lógico, já os tem quando estão em campo os titulares. O que esperar quando Prass, Valdivia e Brunco Cesar desfalcam o time? Mas, mesmo assim, era possível fazer mais. Porque nada foi feito.

O time jogou o primeiro tempo todo como se fosse proibido ter jogadas pelo lado. Como se laterais fossem postes defensivos. O jogo do Palmeiras era todo centralizado, abandonando aquelas faixas laterais, de cinco metros. O Sampaio, que tem jogadores mais fracos tecnicamente que o Palmeiras, ousou jogar por ali, com Valdir dando um trabalhão para Wendel. E, mesmo na faixa em que o Palmeiras optou por jogar, demarcou como área útil, o Sampaio teve posicionamento mais coerente, pois a distância entre volantes e meias era menor do que as do rival. Um time mais compacto e que também atacava pelo lado.

O primeiro tempo foi péssimo. No segundo, Kleina resolveu ousar. Tirou Josimar e colocou Diogo aberto. Antes, uma constatação: como é fraca a dupla Josimar e Renato! Mas, enfim, o Palmeiras tinha uma ideia para apresentar. A execução falhou. O time, após alguns lances, voltou à imobilidade. E o o Sampaio foi dominando. Pimentinha entrou e deu velocidade. Marquinhos Gabriel poderia fazer o mesmo no Palmeiras, mas onde estaria ele?

Mendieta, lentíssimo, deu um lindo passe e Henrique fez o primeiro gol do Palmeiras. O único.

E agora, vem o pior. O Palmeiras, que não tinha uma ideia para apresentar, mostrou uma ideia negativa. O que é muito pior do que não ter ideia. O Sampaio quase empatou  jogo e depois fez o gol da virada em jogadas de CONTRA-ATAQUE. Como um time que está ganhando, permite a jogada de contra-ataque em que Edgar passou por Fábio e quase empatou? Como um time que está empatando e sofrendo, sofre a virada de contra-ataque, três minutos após sofrer o gol de empate?

Ou seja, o Palmeiras não ataca. Acha um gol. E começa a atacar deixando espaços preciosos para jogadores rápidos.

Foi assustador. O Palmeiras precisa agir. Levou a São Luís, onde tem grande torcida, jogadores como Renatinho, Juninho, Mazinho e Serginho. Eles até poderiam render bem em outra ocasião. Quando houvesse uma ideia a aproveitar suas qualidades e seu esforço. Não foi o caso.

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COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Brunoro se reuniu com Luxemburgo na terça

O Palmeiras demitiu Gilson Kleina por volta de 13h30 desta quinta-feira (8). Porém, a saída do treinador já estava desenhada antes mesmo da derrota por 2 a 1 para o Sampaio Corrêa, em São Luís, na noite de quarta-feira.

Tanto é que José Carlos Brunoro passou a manhã de terça-feira reunido com Vanderlei Luxemburgo no escritório da Doyen Sports, no bairro dos Jardins. Brunoro nega o encontro, mas uma fonte do DIÁRIO diz ter visto ele, Luxemburgo e o agente Renato Duprat conversarem.

Foi por causa do bate-papo com Luxemburgo que Brunoro desistiu de embarcar com o time para o Maranhão na segunda-feira — ele tem o hábito de acompanhar o elenco em todas as viagens. Brunoro só embarcou para São Luís na própria quarta-feira, chegando ao hotel alviverde horas antes do confronto com o Sampaio.

Sócio do treinador no extinto Instituto Vanderlei Luxemburgo, Brunoro tenta há meses convencer Paulo Nobre a trocar Kleina pelo amigo.

• Acerto diferente

O Palmeiras terá de pagar cerca de R$ 750 mil de multa pela demissão de Gilson Kleina — R$ 250 mil por mês. Mas isso só valerá se o treinador se mantiver desempregado nos próximos três meses.

• Desacreditado

Presidente do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização), Alberto Strufaldi ficou desmoralizado com a saída de Kleina. Na quarta, ele emitiu nota para desmentir que o órgão tenha sugerido a saída do técnico (o que ocorreu). Disse, ainda, que Kleina estava prestigiado.

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COLUNA DE PRIMA ❘ LANCE!

Por Marcelo Damato

• Guardando as fichas

O diretor-executivo José Carlos Brunoro não deve bancar o nome de Vanderlei Luxemburgo como técnico do Palmeiras. Segundo seus amigos, Brunoro acha a aposta arriscada demais e teme sofrer um grande desgaste no cargo caso Luxemburgo volte a fracassar, se voltasse ao clube.

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COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO

Por Bernardo Itri

• Balcão…

A notícia da demissão de Gilson Kleina chegou ontem ao Paraguai e causou temor que o Palmeiras corra atrás de Arce, treinador do Cerro Porteño e ídolo alviverde. A imprensa paraguaia até contatou o Palmeiras para saber da possibilidade de o clube contratá-lo.

• …de apostas

Dentro do Palmeiras, porém, a tendência é que o novo treinador não seja anunciado antes do jogo contra o Goiás, amanhã.

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COLUNA ANTERO GRECO ❘ O ESTADO DE S.PAULO

• Verde sem rumo

O Palmeiras demitiu Gilson Kleina, para alívio de grande parte da torcida. O treinador, cordial e bom caráter, sempre foi visto como interino no clube e ressaltaram-se mais defeitos do que qualidade. Agora, para retomar o prumo faltam time e diretoria.

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VÍDEO ❘ ESPN BRASIL

• PVC: Kleina tem parcela de culpa, mas diretoria do Palmeiras vacila muito

O Bate Bola 1ª edição teve a participação especial do comentarista Paulo Vinícius Coelho, que comentou a demissão de Gílson Kleina do cargo de técnico do Palmeiras.

Para ele, Kleina tem uma parcela de culpa, mas sofreu com muitos problemas causados pela diretoria, que mudou muito o time e dificultou o trabalho do técnico. Além disso, PVC criticou a demora da diretoria para refinanciar a dívida do clube e para conseguir um patrocinador master.

Assista aqui → VÍDEO ❘ ESPN BRASIL

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35 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 09-05-2014: Paulo Nobre promete reforços para o Palmeiras após a saída de Kleina ❘ O ESTADO DE S.PAULO”

Sinceramente não vejo nossa diretoria mal desse jeito que estão falando. De qualquer maneira espero que tragam um técnico minimamente vencedor. Trazer Doríva hoje é imprudente. Luxa é loucura. Ney Franco e Dorival, traz logo o Kleina de volta queéa mesma coisa. Eu maneira o interino até a copa. Durante a copa analisava algum treinador Sul-americano e trás. É claro, tras o LD Ayrton que é nosso. Trás 2 LE. 1 Centroavante e um zagueiro. Depois vê com o técnicoo que ele deseja. Mas é essencial 1 zag 1 ld 1 le e um camisa 9. Obs. Gostei do Henrique Até agora. Parece ter ver intimidade com as redes. Mas hoje precisamos de mais.

Caros amigos do 3VV,
Novo Técnico e reforços à parte, a necessidade urgente é mudar nossa defesa!. Alguém, por favor, pelo amor de Deus, tire estas 4 amebas do time: ‘Wendel Frazão’, ‘Marcelo Escorrega e Pipoca Oliveira’, ‘Juninho Piu-Piu Avenida Pampers’ e ‘Josimar Bate até na Mãe Paulada’. O melhor que temos neste momento para as referidas posições é: Luis Felipe, Wellington, Willian Matheus e França. Será que ainda terei o prazer (ou alívio) de ver o time no Centenário sem estas perebas! Sds

Se era para continuar com os mesmos titulares, deveria ter deixado o Jegue Kleina, não dá para acreditar é as mesmas perebas de sempre vejam: Fábio; Wendel ( até quando/), Marcelo Oliveira( não é zagueiro é lento), Lúcio ( tá velho, tem que ter um bom companheiro junto se não…) e Juninho( sem comentários); Renato, Wesley(não vê a hora de assinar com outro clube), Serginho(sem comentários) e Valdivia; Leandro( será que ele faz chupeta para o B1runóquio) e Henrique( coitado vai sofrer com esse meio campo e laterais).

“Enquanto isso, discute-se sem afobação quem vai treinar o time no ano do centenário.” – BLOG DO MARTÍN FERNANDEZ ❘ GLOBO ESPORTE COM
É melhor discutir quem vai ser o treinador no ano do BI-CENTENÁRIO, pq o ano do centenário já acabou.
Beijinho no ombro pra diretoria de plantão!

Esse conceito de contrato de produtividade nunca foi explicado pelo Paulo Pobre pra gente, mas agora na saída do GK, deu a entender que o jogador ganha pelo simples fato de entrar em campo. Mas isso não é produtividade, é assiduidade. Pegue o Leandro por exemplo, atacante, mas não faz gol, não sofre penalti, não cruza, não ganha escanteio, não chuta a gol, não cabeceia, não ganha falta perto da área, não força o adversário a ganhar cartão, etc, ou seja, não produz nada, E GANHA POR PRODUTIVIDADE? mas o que ele produz? esse conceito está errado. um exemplo: sou do interior, aqui, quem colhe laranja, ganha por quantidade de caixas de laranjas colhidas, e não só pq entrou no meio do pomar. O contrato deveria ser algo assim: se o cara é zagueiro ou volante, tem um bonus a cada X roubadas de bola ou desarmes, outro X a cada bola tirada da nossa área de cabeça, e outras variáveis. Para o atacante, ganha por gols, por assistências, por penal sofrido, etc. Para todos os jogadores valeria também quantos quilometros eles correram em campo, cada um teria uma meta diferente a cumprir, de acordo com a função, pra ninguém fazer corpo mole, né Leandro? É complexo? Sim, bastante. Mas é o que se espera de uma diretoria “profissional” não é? Talvez o o Pobre deveria ter que pagar uma empresa pra fazer um software pra analisar esses dados, isso iria custar, sei lá, 50 mil? e precisaria de alguém pra abastecer as informações do programa, mais uns 5 mil por mês? Mas a seleção de volei faz algo parecido, tem os assistentes do Bernardinho que marcam tudo nos PCs e analisam, e o que a seleção ganhou nos ultimos 20 anos? só uns 95% do campeonatos disputados, lógico que com um baita técnico e muitos craques. A idéia é boa, mas a execução é mal feita. Gostaria que os amigos comentassem abaixo para saber a opinião do pessoal.

Resultado (vitórias, empates) e metas decentes (títulos, vagas pra outros torneios e classificações pra fases posteriores de competições em andamento) aliados ao que você classificou como “assiduidade”. Esses critérios e estatísticas são muito individuais e subjetivos, principalmente pra um esporte tão coletivo como futebol.

Pra melhorar em 2015 a primeira coisa a ser feita é evitar que Paulo Pobre seja reesleito ( eu não
voto). Luxemburgo estava dando sopa desde janeiro mas insistiram com um pseudo treinador
só porque os jogadores gostavam dele. Pois bem, estão implorando agora pra que Luxa aceite a
tal produtividade. Paulo Pobre, preste atençao, se o luxa for bem e não for colocada uma multa
contratual elevada, com certeza outro clube o tirará porque ele gosta é de dinheiro e aí mais uma
vez voltaremos à estaca zero. Realmente, este Presidente é discípulo do Mustafá.

Estão vendo palmeirense quem está por trás dessas brigas com a WTorre???? É O MUSTAFÁ!!! O Paulo Nobre é só apenas uma figura decorativa na presidência, por isso que eu digo, QUEM MANDA NO PALMEIRAS É O MUSTAFÁ, e a mim não me engana!!!!

É incrível como uma diretoria que se diz profissional não tem o mínimo de planejamento. Ficamos esperando algo novo no começo da gestão. Vieram com aquele conversinha mole de que não tinham 1 real e tal, mas conseguiram montar um time suficiente para subir de volta à primeira divisão, mesmo mantendo o estagiário no banco, pois a multa pela demissão seria alta. Mas não nos deram nem o direito de sonhar com uma conquista um pouco maior, caso da Libertadores e da Copa do Brasil. Mas era o alegado planejamento, e ele vinha se mantendo coerente até então, ainda que desagradasse parte da torcida e dos sócios.
Aí o único objetivo foi conquistado, ainda que o time, mesmo com o estagiário um ano a frente do comando técnico, não tivesse um padrão de jogo, mais ou menos no meio de outubro. Muita gente pensou, inclusive eu, que a diretoria iria colocar o segundo passo do planejamento em ação e montar um time decente para 2014, inclusive trazendo um técnico de verdade. Quando falaram do Bielsa, senti que algo novo poderia acontecer novamente no futebol brasileiro pelas mãos, ou pés, do Verdão.
Mas o Bielsa era caro e decidiram, mesmo sem o time ser um time, manter o estagiário. A diretoria passou quatro meses de férias, sob a alegação de que cada real do Verdão deve ser economizado com unhas e dentes, e não contratou os bons jogadores que fariam a boa espinha dorsal de 2013 (Prass, Henrique, Wesley, Valdivia, Alan Kardec) virar um time competitivo em 2014.
E os reais economizados em 2013 começaram a ser gastos para tapar as burradas de 2013 e início de 2014. Compraram o Leandro (uma aposta, vai lá, o moleque é novo, pode levar um choque e resolver jogar, pois tem potencial para isso) e não compraram o Kardec (também com bom potencial de revenda). Liberaram o Henrique porque ele buscou seus direitos (seria uma ditadura o que o Verdão está vivendo hoje?) sem reposição à altura. E agora vão, possivelmente, pagar uma multa para o estagiário porque não fizeram o que deveriam fazer no momento oportuno. Sem contar que mostram a todos que realmente não existe planejamento.
E assim, mais um ano se perde no Verdão. Temos que fazer o máximo para que 2014 seja igual a 2005, e a gente consiga escapar do rebaixamento pela incompetência de algum outro adversário. E torcer para que os iluminados sócios coloquem alguém na presidência que tenha alguma noção de como se comanda um negócio movido à paixão.

A escolha do novo treinador dependerá da visão que essa diretoria tem do clube. 1) Visão “Palmeiras Gigante”: Tite, Carlos Bianchi, Sampaoli. 2) Visão “Palmeiras e sua história”: Luxemburgo, Cuca, Marcelo Oliveira, Leão, Autuori, Ney Franco, Joel Santana, Abel Braga. 3) Visão “Mustafaniana ou ‘não faremos loucuras'”: Doriva, Dorival Jr, Caio Jr,, Celso Roth, Mancini.

O Paulo Nobre está perdidinho. Nem com GPS ele vai conseguir se encontrar.

Já que falou em reforços… que tal oferecer ao Grêmio, Leandro por empréstimo com opção de compra, mais empréstimos simples de Josimar, Juninho , Bruno e de um quinto jogador que talvez nunca seja definido e trazer o Barcos?

O discurso do Paulo Nobre não é esforço inútil porque ainda há quem compre (?). “Não sou populista e nem mais do mesmo.” No que pode age como ditador, no resto é só fantoche. Gestão sem competência e falta de criatividade. Além de pau mandado e igual aos outros sim.

O Nobre é um fanfarrão mesmo. Promete contratações, mas em seguida fala que manterá a mesma política de austeridade financeira. Então fala logo que não virá um jogador que preste. Austeridade financeira para o Nobre é medo de gastar e incompetência para arrecadar.

Se estão procurando técnico pelo preço, vou me candidatar. Entendo mais de futebol que muitos perebas aí, faço até o trampo do Brunoro. Se precisar, ainda bato escanteio e cabeceio. Por R$ 20 mil por mês. Para onde envio o Curriculo?

reparem a notícia acima…só tem 33 anos que a roda gira para nós ao contrário, e hoje no arena sportv bateram nessa tecla, de que não temos dirigentes a altura do Palmeiras desde a década de 70. Acho que a imprensa persegue as vezes, mas acho também que ela tem toda a razão, quando critica Palmeiras…

Eleito no começo de 2013, Paulo Nobre vive o período de maior contestação desde que assumiu a presidência do Palmeiras, mas já esteve do outro lado. Em 1981, com apenas 13 anos, o então jovem torcedor participou de uma manifestação promovida por organizadas contra a diretoria da época, encabeçada por Brício Pompeu de Toledo.
Um grupo de aproximadamente 500 torcedores, a maioria integrantes de uniformizadas, resolveu protestar antes do jogo entre Palmeiras e Botafogo-SP, pelo Campeonato Paulista. Os manifestantes se reuniram na rua Turiassu e caminharam lentamente no rumo da Avenida Pompeia, congestionando o trânsito na região.
Então com 13 anos, Paulo Nobre aparece em uma foto produzida pelo jornal A Gazeta Esportiva ao lado de outros garotos. Na imagem, é possível visualizar o caixão carregado pelos manifestantes e um dos cartazes preparados para a passeata com a seguinte inscrição: “só há uma saída a da diretoria”.
“Ô ô ô, queremos diretor!” e “ê ê ê ê, o palmeirense está cansado de sofrer!” foram alguns dos gritos entoados pelos torcedores, semelhantes aos hoje ouvidos por Nobre. Carlos Alberto Junqueira Júnior, integrante da organizada Inferno Verde, que teve o atual presidente como um dos fundadores, reclamou à Gazeta Esportiva na época.
“A solução é a demissão coletiva de toda a diretoria. Eles já provaram que são incompetentes e não sabem dirigir um clube como o Palmeiras. Gastaram muito na compra de um boliviano que ninguém nunca ouviu falar (Carlos Aragones). A diretoria não permite diálogo e vê a oposição como inimiga, o que prova a necessidade de gente nova e capaz”, disse.
Com apenas 13 anos, Paulo Nobre participou de um protesto contra a diretoria do Palmeiras junto a outros garotos
Delfino Facchina, respeitado por comandar o Palmeiras no período marcado pelos títulos da Academia de Futebol, presidiria o clube novamente de 1979 a 1982, mas faleceu em junho de 1980 e foi sucedido por Brício Pompeu de Toledo, de acordo com informações publicadas no site oficial da agremiação.
Cerca de uma hora depois de partir da Turiassu, a passeata chegou à Praça Conde Francisco Matarazzo Júnior. Enquanto esperavam pelo álcool para atear fogo ao caixão, os torcedores cantaram o hino do clube e criticaram a diretoria pela demora em promover um jogo de despedida para o ídolo Ademir da Guia, realizado apenas em 1984.
Assim que o combustível chegou, o grupo incinerou o caixão pintado de verde e branco com a inscrição “Conselho Deliberativo”. Em seguida, como forma de protesto, os torcedores combinaram de não entrar no estádio Palestra Itália para acompanhar a partida contra o Botafogo-SP.
Diante de apenas 2.885 pagantes, o Palmeiras, na fila desde 1976, ficou no empate por a 1 a 1 com o Botafogo-SP graças a um gol marcado pelo lateral Pedrinho aos 42 minutos do segundo tempo. No fim da partida, os diretores deixaram as tribunas sob proteção policial.
Caixão verde e branco foi queimado no protesto
“Palmeiras empata: teve até funeral”, manchetou a Gazeta Esportiva no dia seguinte. “O Palmeiras teve incentivo de sua pequena massa, que na verdade não demonstrava ressentimento contra a equipe, mas sim contra a diretoria. Tanto é verdade que ao final da partida a torcida aplaudiu o time e descarregou nova dose de revolta contra os dirigentes”, informou o periódico.
Trinta e três anos depois de participar do protesto contra a diretoria encabeçada por Brício Pompeu de Toledo, Paulo Nobre se vê em situação delicada como presidente do Palmeiras. Com o time ameaçado na Copa do Brasil e em baixa no Campeonato Brasileiro, o dirigente vive o período de maior contestação de sua gestão.
A queda diante do Ituano na semifinal do Campeonato Paulista, a saída do centroavante Alan Kardec para o São Paulo, o impasse com a WTorre sobre o estádio e o modelo de remuneração por produtividade estão entre os principais questionamentos a Paulo Nobre. Pressionado, o dirigente espera que a demissão do técnico Gilson Kleina sirva para diminuir a turbulência.

Emerson ta de sacanagem ne, Mendieta de lateral ele ja e lento no meio imagina na lateral

O jornalista palmeirense (sic) pvc tem credibilidade. Foi quem disse que o Valdívia recebe 700 mil e fez campanha contra o título mundial de 51….

E se o time do Palmeiras é tão ruim como tentam vender, pq temos vários jogadores que interessam aos outros times? Uma mentira contada 1000x, vira uma verdade. Já os adversários são ajudados a se erguer.

Levi, ninguém vende o que não presta – quer dizer, até tenta, mas ninguém compra. Basta você assistir a uma partida – ou melhor, se conheceu o verdadeiro Palmeiras, basta ver dez minutos pois mais que isso seria tortura – do nosso elenco atual para concluir que o time não é ruim, é horroroso e, pelo menos até a última quarta-feira, muito mal e porcamente treinado. A Imprensa (bem fdp por sinal) não contrata perebas para defenderem nossas cores. E não temos “vários” jogadores que interessam aos outros times, temos só uns dois ou três acima da média que sabem que o Palmeiras não lutará por títulos (a própria diretoria assumiu isso publicamente, então também não é invenção da Imprensa) no ano de seu centenário, portanto nada mais justo que esses profissionais procurem outros lugares para trabalhar nos quais as chances de reconhecimento serão – pelo menos neste momento – muito maiores. A incompetência que grassa no clube tem nome, sobrenome, marionete e até CEO, mas nenhum destes atende pelo nome de “Imprensa”.

A tupiniquim press nunca pressionou o klein, pq sabe que ele é fraco. Ela só ataca jogadores e técnico que se destaca no clube. Velha estratégia que sempre funciona.

Começaria jogando com esta formação:

Goleiro: Fábio

Laterais: Mendieta / William Matheus

Zagueiros: Lúcio / Wellington

Volantes: Wesley / Marcelo Oliveira (França)

Meias: Valdivia / Marquinhos Gabriel

Atacantes: Henrique / Diogo

Sem pressa para definir tecnico. Afinal de contas, vai que o Valentim emplaca até a copa né? Substituto baratinho, igual Andrade e Jaime no fla.

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