Categorias
Verdão na Mídia

VERDÃO NA MÍDIA 11-05-2014: Jogadores não usam saída de Kleina para explicar jogo convincente ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Jogadores não usam saída de Kleina para explicar jogo convincente

Por William Correia

No jogo seguinte à demissão de Gilson Kleina, a sequência de três derrotas do Palmeiras acabou com uma atuação convincente, praticamente sem correr riscos na vitória por 2 a 0 sobre o Goiás. Os jogadores, contudo, comprovaram mais uma vez o bom relacionamento que tinham com o ex-técnico ao não ver relação entre a sua saída e o desempenho no Pacaembu.

“Não foi diferente do que vinha acontecendo. Não foi pela saída do treinador e a permanência do Alberto, nós víamos a necessidade de ganhar, precisávamos de uma vitória boa em casa. Não passa pela troca de treinador”, garantiu Valdivia, que fez graças e esboçou sorrisos no treino do dia da demissão de Kleina e, após ser desfalque por sobrecarga muscular no último jogo, até deu carrinho na defesa neste sábado.

O empenho do meia e dos atacantes Diogo, Leandro e Henrique se tornaram exemplos da mudança para o capitão da equipe.

“Conseguimos no primeiro tempo tudo que faltou nos outros jogos. Foi uma vitória importante com um espírito em campo no qual marcamos desde o primeiro minuto, com a marcação iniciando lá na frente, todos com disposição para correr. É o diferencial do time e recuperamos isso”, falou Lúcio.

O zagueiro abriu o placar aproveitando falta cobrada por William Matheus, lateral esquerdo que foi a novidade de Alberto Valentim. Do banco, o antes titular Juninho viu seu substituto dar as duas assistências contra o Goiás e até agradecer a Kleina, apesar das poucas chances que teve.

“É fato que não tive sequência com o Kleina, mas não o culpo. É um excelente treinador que sabe o que faz, conhecia o elenco e tinha confiança no Juninho. Agradeço a ele por ter vindo para cá. Eu vinha treinando, esperando a oportunidade e joguei bem, dei duas assistências. O campeonato é longo e vamos ver se, agora, consigo dar continuidade”, apostou o lateral esquerdo, um dos exemplos de empenho do sábado de alívio do Verdão.

“Além de a bola ter entrado, nossa equipe foi, por 90 minutos, muito bem aplicada taticamente. Marcamos, corremos e não sofremos gol. A a chave da vitória foi essa. Não deixamos o Goiás crescer, chegaram mais por vontade do que por qualidade. Fomos superiores, saímos na frente e conseguimos uma vitória muito importante para a moral e a sequência do time”, comemorou Valdivia.

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

••

NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

• Valdivia diz que só não volta ao Palmeiras após a Copa por ‘grana boa’

Em sua despedida do Palmeiras antes da Copa do Mundo, o meia chileno Valdivia afirmou que só não voltará ao Brasil depois da competição se o clube receber uma ‘grana boa’ por sua venda.

O camisa 10 tem sido alvo de rumores de uma possível transferência para o exterior depois da Copa.

“Se eu for vendido, espero que seja por uma grana boa para que não falem que o custo-benefício não deu certo”, disse Valdivia, após a vitória por 2 a 0 sobre o Goiás, neste sábado, no Pacaembu.

O chileno irá desfalcar o time alviverde na partida de quarta-feira contra o Sampaio Corrêa, pela Copa do Mundo.

Apesar de o técnico Jorge Sampaoli ainda não ter divulgado a convocação do Chile para a Copa do Mundo, Valdivia sabe que estará na lista e irá viajar até terça ao país para se apresentar ao treinador e iniciar os treinos para o Mundial.

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

••

BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL ESPORTE

• Um Palmeiras elétrico

Comandado por um Valdivia inspirado e  extremamente dedicado, dirigido por um técnico- interino (Alberto Valentim, 39 anos) que mais parecia um velho sábio, o Palmeiras ressurgiu das cinzas e derrotou o até então invicto Goiás . Pena que foi apenas por 2 a 0- Marcelo Oliveira  desperdiçou cara a cara com o goleiro um genial passe de Valdivia, por exemplo- e lamentável que a exibição tivesse apenas 7 mil e poucas pessoas como testemunhas pois o preço era alto demais (60 reais a arquibancada) para um Palmeiras que vinha em baixa.

Mas foi uma equipe plena de raça, moderna, à moda européia, a marcar a saída de bola inimiga e atacar com ambição. Com algumas limitações, é claro, como erros de passes.

Nem tudo é perfeito. Seja lá como for, já tem  palmeirense torcendo para que o novo técnico da equipe- provavelmente Vanderlei Luxemburgo- adie um pouco mais a sua apresentação para que a revelação Alberto Valentim aproveite  esse seu momento  pelo menos por mais alguns jogos: ah, e torcendo também para que Valdivia, El Mago, não seja negociado depois da Copa do Mundo…

Leia aqui a matéria completa → BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL ESPORTE

••

COLUNA DO JORGE NICOLA ❘ DIÁRIO DE S.PAULO

• Roberto só depende do novo treinador do Palmeiras

O Palmeiras negocia há uma semana a contratação do goleiro Roberto, da Ponte Preta. Na terça-feira, a transferência esteve perto de ser fechada. Porém, por causa da demissão de Gilson Kleina, a diretoria alviverde preferiu esperar a chegada do novo técnico antes de bater o martelo.

Roberto pode chegar ao Palestra Itália de graça. Isso porque a cláusula 9.2 de seu contrato permite que ele saia sem custos caso a Macaca não cubra uma eventual oferta salarial maior de um outro time.

Hoje, o goleiro de 34 anos recebe R$ 50 mil por mês. Nas conversas com Omar Feitosa, gerente de futebol do Verdão, ele escutou que o Palmeiras topa pagar R$ 80 mil fixos, além dos ganhos por produtividade, que variam de acordo com a quantidade de jogos disputados.

A busca por um goleiro começou depois da contusão de Fernando Prass, que passou por cirurgia no cotovelo direito e só volta em três meses. Os goleiros Bruno e Deola não contam com a confiança da diretoria.

• Noite da ‘Mama’

O Palmeiras promoveu na sexta-feira o “Jantar da Mama”, em homenagem às mamães sócias do clube. Segundo conselheiros, Paulo Nobre não foi porque tratava da contratação de Vanderlei Luxemburgo.

• Data marcada

Os interlocutores do presidente palmeirense esperam pelo anúncio de Luxemburgo como técnico na segunda-feira. Ciente da crise alviverde, Luxemburgo topou ganhar o mesmo salário de Kleina.

••

COLUNA DO PAULO VINÍCIUS COELHO ❘ FOLHA DE S.PAULO

• Trio de fel

Tite foi o técnico do Corinthians 17 vezes contra o São Paulo. Ganhou sete, empatou seis e perdeu quatro. Em 2005, foi demitido após perder por 1 x 0 para o tricolor. A experiência reforça sua opinião: “A rivalidade entre os dois clubes às vezes passa do limite“.

É o caso da partida de hoje. O São Paulo manda o clássico na Arena Barueri e, mesmo que ninguém assuma, a escolha do local tem a ver com rejeição ao Pacaembu, casa do Corinthians.

Rivalidade também foi a razão de os contratos de empréstimo de Pato e Jadson incluírem a estúpida cláusula da ausência no clássico. Se Pato e Jadson jogassem, seriam o assunto da cidade. Mas não podem.

Mano Menezes afirmou que vai cumprimentar o técnico do São Paulo, mas só se Muricy tomar a iniciativa.

Como Tite diz, às vezes passa do ponto.

Corinthians e São Paulo têm hoje a rivalidade mais acirrada da cidade. Isso é cíclico. “Tive 31 derrotas no Corinthians e é justo imaginar que metade delas tenha sido contra o Palmeiras“, diz o ex-volante Zé Elias.

Entre 1993 e 1999, palmeirenses e corintianos disputaram três finais estaduais, uma do Brasileirão, outra do Rio-São Paulo. Historicamente, Corinthians x Palmeiras é o clássico, o Dérbi.

Também no início dos anos 90, o dinheiro da Parmalat ameaçava a força do São Paulo de Telê Santana. As duas diretorias trocavam críticas públicas. Era assim também nos anos 40.

Dói nos corações dos palmeirenses quando alguém diz que os maiores rivais agora são Corinthians e São Paulo. Se são, a culpa é do Palmeiras.

Depois de perder seu melhor jogador para o São Paulo, a escolha do novo técnico pode revelar o que o Palmeiras quer para si mesmo.

Pensar grande é o desafio!

Não há dinheiro, mas há parceiros ao alcance dos dedos. Segunda-feira, Paulo Nobre ouviu de um conselheiro que precisa construir uma cogestão com a WTorre. Respondeu que isso é impossível na relação com a construtora.

Há um ano, a WTorre vendeu os naming rights da nova arena para a seguradora Allianz. Em vez de estreitar os laços com os alemães, o Palmeiras cogitou vender patrocínio na camisa para a Zurich Seguros, concorrente da Allianz.

O Palmeiras não tem dinheiro, porque ainda não refinanciou sua dívida. E porque não se sentou para conversar com os parceiros que possui. A trinca de sócios da nova arena precisa ser a base para o clube voltar a ser parte do histórico trio de ferro. Não para ter uma trinca de fel entre os sócios.

Pensar grande é mirar o futuro em vez de olhar o passado. Não é Luxemburgo, mas talvez Jorge Sampaoli, da seleção do Chile, louco para trabalhar no Brasil.

Enquanto não se decide, o Palmeiras assiste hoje ao clássico paulista mais importante da atualidade: São Paulo x Corinthians.

••

9 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 11-05-2014: Jogadores não usam saída de Kleina para explicar jogo convincente ❘ GAZETA ESPORTIVA NET”

PVC passou dos limites, ele como palmeirense (se for mesmo), deveria saber da história do clássico, sccp x sep = rivais! Sccp ou sep x SPFW = inimigos! Todos odeiam a bicharada, não pq ganharam algo a mais ou menos que os clubes, não por meterem capanga de serem organizados, mas por serem arrogantes a reveria, serem metidos a ricos e serem atendente de loja ao invés de proprietário. Menos PVC, menos, lembro que hj o Palmeiras com o time todo quebrado está na frente das badaladas bi-xas

eu queria acreditar que jornalistas “palmeirenses” fossem apenas imparciais. Mas começo achar que são subordinados cegamente aos quatrocentões que são donos da mídia esdrúxula do Estado de São Paulo. Não tem clássico por aqui que chegue perto de Palmeiras x Corinthians. E mesmo outros são mais tradicionais e com rivalidade do que bambis e gambás. Mas sabe-se lá a quem se quer agradar…

“Também no início dos anos 90, o dinheiro da Parmalat ameaçava a força do São Paulo de Telê Santana. As duas diretorias trocavam críticas públicas. Era assim também nos anos 40.” Isso é uma piada, né? Ah, não, é o tubo de esgoto bambi que se diz palmeirense. Ridículo.

A atual gestão demonstra que não tem a menor condição de ser levada a serio, optar pela Zurich Seguros como alternativa para o patrocinador máster, é o mesmo que termos camisas negras coimo o primeiro uniforme, agora qual sera os argumentos dos defensores de Paulo de Almeida Nobre? A manutenção do amadorismo? A deficiência técnica e financeira que estamos vendo? A argumentação pífia que não há dinheiro, sem a capacidade de recuperar prestigio e parceiros?

Claudio, essa vai ser a tônica da gestão: “estamos endividados, blá, blá , bla´”
São tão incompetentes, ou mal intencionados, que nem para ir atrás de parceiros que já estão na arena, ou na negativa destes, ir atrás de alguém que queira ser parceiro, usando a arena como chamativo, não ão capazes disso ou não querem!! Vai saber…

Os comentários estão desativados.