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Verdão na Mídia

VERDÃO NA MÍDIA 28-07-2014: Contra grandes, Palmeiras agora se apequena ❘ ESPN BRASIL

NOTICIÁRIO ❘ ESPN BRASIL

• Contra grandes, Palmeiras agora se apequena

Por Paulo Cobos

Nos jogos grandes, o Palmeiras se apequena. É assim desde o final de 2012, quando caiu para a segunda divisão do Brasileiro. Nos últimos 19 jogos que fez contra os times mais tradicionais do país (os outros três grandes de São Paulo, os quatro do Rio, os dois de Porto Alegre e os dois de Belo Horizonte), o time do Parque Antarctica ganhou apenas um.

O triunfo único nessa série aconteceu em um jogo do Campeonato Paulista deste ano, quando bateu o São Paulo por 2 a 0. Nos outros 18 confrontos, empatou oito e perdeu dez.

Isso significa nessa série um aproveitamento de 19%, que faria do Palmeiras o lanterna na maioria esmagadora de qualquer campeonato de pontos corridos.

No Brasileiro-2014, a fragilidade palmeirense nos clássicos é ainda mais evidente. Contra clubes que não fazem parte do primeiro time do futebol nacional em termos de tradição, a campanha é sofrível. Foram sete jogos, com um empate (Grêmio) e seis derrotas (Corinthians, Santos, Cruzeiro, Botafogo, Fluminense e Flamengo). O ridículo aproveitamento de 5% colocaria o Palmeiras na lanterna da competição.

Já contra outros clubes o Palmerias tem números de líder. Foram cinco jogos, com quatro vitórias (Criciúma, Goiás, Figueirense e Vitória) e uma derrota (Chapecoense). Nesses confrontos, o aproveitamento é de 80%, melhor até do que o líder Cruzeiro.
Na próxima rodada do Brasileiro, o Palmeiras recebe o Bahia.

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NOTICIÁRIO ❘ BAND SPORTS

• Corinthians empolga. Palmeiras preocupa

Por Fábio Salgueiro

O primeiro dérbi disputado na Arena Corinthians empolgou mais pela tradição e rivalidade do que pelo futebol apresentado pelos rivais. Mas neste quesito o Corinthians foi melhor e mereceu a vitória por 2 a 0 – gols de Guerrero e Petros.

O Alvinegro se mostrou um time encorpado, taticamente disciplinado e com os setores em equilíbrio. Jogadores talentosos como Elias e Petros deram também boa qualidade no passe e na chegada do time ao ataque.

A boa postura corintiana contrastou com a fragilidade do rival Palmeiras. O Alviverde teve transpiração, mobilização na marcação, mas sem saída para o ataque, quase não incomodou o goleiro Cassio.

Detalhe: Os dois chutes para o gol alvinegro aconteceram apenas na etapa final, muito pouco para um time como o Palmeiras e para um dérbi contra o Corinthians.

O desempenho do Corinthians diante do maior rival e a vice-liderança do Brasileirão empolgam a Fiel. Já a derrota do Palmeiras no clássico e o mau futebol do time, principalmente a fragilidade no ataque, preocupam a torcida Alviverde.

Reflexos do clássico

A vitória no dérbi trará mais confiança para Mano Menezes e seus comandados. Ganhar do maior rival no primeiro jogo na Arena anestesia a torcida e encorpa ainda mais o time.

O Corinthians está crescendo na competição e voltou outro time após a parada para a disputa da Copa do Mundo. O Alvinegro seguirá brigando pela ponta.

Já no Palmeiras, as cornetas soarão forte para cima do argentino Ricardo Gareca nas Alamedas do Palestra Itália. Espero que Paulo Nobre respeite o profissional e principalmente suas convicções e mantenha o treinador no cargo.

No entanto, os seis jogos sem vitória no Brasileirão e a terceira derrota consecutiva no torneio incomodam e deixam o treinador na berlinda, é fato.

O time do Palmeiras é fraco. Creio que nenhum técnico faria algo diferente com este elenco. Planejamento errado dá nisso. Demitir Gareca agora seria um enorme retrocesso. Acredito na permanência do treinador, mas a pressão já aumentou. E trabalhar desta forma é realmente ruim e a tendência é que o time não renda diante de um clima hostil.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Após nova derrota no Brasileirão, meia tenta ver pontos positivos no Palmeiras

O jogo entre Corinthians e Palmeiras deste domingo deixou clara a diferença técnica entre os dois times. O placar da partida disputada na Arena alvinegra, 2 a 0, mostra a superioridade que o Timão teve na partida. No entanto, nem tudo que foi apresentado pelo Verdão merece críticas, segundo o meia Felipe Menezes:

– A gente tem que procurar ver as virtudes. Fizemos um bom bloco defensivo, conseguimos defender bem, mas depois do primeiro gol ficou mais difícil. Eles não tinham muitas chances. Contra Santos também, contra o cruzeiro foram 15 minutos de apagão, mas nossa equipe defensivamente está relativamente bem.

Apesar de destacar os pontos positivos de seu time, Felipe Menezes reconhece as dificuldades que o Palmeiras teve diante de seu maior rival:

– A gente teve um pouco de dificuldade para circular a bola na intermediária. Não conseguíamos sair com a bola dominada. A gente analisa só os defeitos do Palmeiras, mas o Corinthians fez uma grande partida, minou as nossas chances, dificultou para municiar o ataque. Em poucos momentos conseguimos dominar o jogo, só depois do primeiro gol que conseguimos circular um pouco a bola, e não foi suficiente.

Ricardo Gareca tem pouco tempo para arrumar o time do Palmeiras. Já nesta quarta-feira, às 22h, o Verdão volta a campo para enfrentar a Fiorentina-ITA, pela Copa Euroamericana.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Dono de parte dos direitos de Valdivia cobra explicação do meia

Osório Henrique Furlan Júnior, dono de 36% dos direitos econômicos de Jorge Valdivia, espera por uma explicação do meia chileno. O jogador se despediu da torcida do Palmeiras para defender o Al Fujairah e chegou a posar para fotos com a camisa do clube dos Emirados Árabes, mas a transferência poderia não ser concretizada.

O Al Fujairah tinha aceitado pagar 5,5 milhões de euros ao Palmeiras e mais 2 milhões de euros ao Al Ain, ex-clube do meia, que tem direito a receber uma multa caso o atleta jogue por outro clube dos Emirados Árabes. No entanto, a equipe não teria chegado a um acordo financeiro especificamente com Valdivia.

Furlan procura se manter informado sobre a negociação junto a Wagner Ribeiro, procurador de Valdivia. Ele também tentou contato com os dirigentes do Palmeiras, entre eles o presidente Paulo Nobre, sem sucesso. Por enquanto, o conselheiro vitalício do clube está confuso.

“Se o Valdivia esteve por lá, o que se entende é que já assinou contrato. O Wagner perguntou se ele tinha cópia do contrato. O jogador disse que assinou, mas não ficou com uma cópia. Então, eu não entendo, porr… Assina um contrato e não tem a cópia para saber o que assinou?”, disse Furlan à Rádio Globo.

O conselheiro vitalício desembolsou R$ 6 milhões na negociação que trouxe Valdivia de volta ao Palestra Itália, em 2010. Confuso com a possível transferência do chileno para o futebol dos Emirados Árabes, Furlan não descarta a possibilidade de ver o atleta novamente no Palmeiras.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Corinthians convida Palmeiras para vistoriar Arena e calcular o prejuízo

O Palmeiras recebeu o convite, aceitou e enviará um representante a Itaquera para uma vistoria na Arena Corinthians, que será feita por representantes do clube alvinegro na tarde desta segunda-feira, um dia após a vitória corintiana por 2 a 0 no clássico de domingo.

Com várias cadeiras quebradas no setor visitante, o Timão fará o cálculo do prejuízo, repassando a conta ao Verdão, que já havia se comprometido a arcar com os possíveis danos, em acordo de cavalheiros que vem sendo respeitado pelos dois clubes já há alguns anos, independentemente do estádio. Cada cadeira tem o custo de R$ 175.

De acordo com a assessoria de imprensa alvinegra, o procedimento é praxe. A cada partida, um representante da equipe visitante é convidado para participar de vistorias antes e depois do jogo. O Verdão também confirma que enviará uma pessoa, mas não revela a sua identidade.

Enquanto os clubes calculam os gastos com o vandalismo, alguns torcedores do Palmeiras se gabam nas redes sociais de terem destruído o patrimônio corintiano. O clube alviverde pretende cobrar dos vândalos que forem identificados.

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BLOG PITACOS DO PALESTRA ❘ LANCENET

• Um time que só quis marcar, e nem nisto foi competente

Por Thiago Ferri

Ainda no primeiro tempo, Renato deu um chutão para a lateral e revoltou Ricardo Gareca. O técnico não queria um time que apenas se defendesse, mas que tocasse a bola, também. El Flaco não foi ouvido. O Palmeiras fez mais uma partida em que só marcou, e não foi competente: um drible fácil em Tobio deixou Guerrero livre para abrir o caminho da derrota.

É mérito do argentino dar padrão à equipe, que jogou com dois volantes, Mendieta centralizado, Felipe Menezes na esquerda, Mouche na direita e Henrique à frente. Mas a opção não deu certo.

O Verdão se defendia bem, e aproveitava-se de um Corinthians que aceitava a marcação para ficar quase um tempo inteiro sem ver Fábio trabalhar. Cássio, do outro lado, também tinha tarde tranquila. Só que quando o rival, de mais qualidade, quis jogar, complicou. Já o Palmeiras não entrou na área.

Muito graças à escolha de Menezes começar no lado do campo – quando foi centralizado no segundo tempo, melhorou. Muito também por Mendieta ainda não ter justificado os R$ 4 milhões investidos nele.

Henrique, nulo na frente, e Tobio, com erros em três gols nos três jogos que fez pelo Verdão, também foram mal. Renato, Mouche e Victor Luis foram os que se salvaram. Petros, no fim, sacramentou o 2 a 0. Sexto jogo sem vitória no Brasileiro do Verdão, que vai se aproximando do Z4. Allione foi a Itaquera e ainda irá estrear. Mas é pouco. Este elenco precisa, para ontem, de mais reforços.

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL

• Na fácil vitória do Corinthians, a dura realidade do Palmeiras

Nem há como discutir a justiça da vitória corintiana sobre o Palmeiras, no velho dérbi da cidade: seu goleiro, Cássio, não fez uma defesa sequer, enquanto os comandados de Mano Menezes, sim, lançaram-se ao ataque desde o começo do jogo, em superioridade indiscutível.

E se no primeiro tempo os gols não saíram, talvez por obra e graça de San Gennaro, na etapa final tudo ficou por conta de Elias, o volante que desequilibrou a partida. Pois se os jogadores do Palmeiras- inclusive o badalado Wesley- tinham só raça a oferecer, Elias tinha isso e muito mais: tinha talento.

Foi com muito talento que ele surgiu como atacante, aos 7 minutos, aplicou drible estonteante sobre Tobio eserviu Guerrero, com açúcar e com afeto, para marcar o primeiro gol: já no finalzinho da partida, quando sem ser incomodado pelo rival o Corinthians parecia um toureiro a domar um já quase nocauteado touro, lá se foi Elias de novo para o ataque, a manejar a bola e a servir passe perfeito para Petros chutar, a bola bater na trave, nas costas do goleiro Fábio e entrar.

Corinthians, 2 a 0. E com toda a justiça!

E o Palmeiras? Ah, como vai o Palmeiras, apesar dos esforços do técnico Ricardo Gareca. Não falta raça aos seus jogadores e nem competência ao técnico, mas sim futebol, aquele mínimo que faz o time atacar, incomodar o inimigo. Culpa da diretoria, é claro que, em um ano meio, deixou escapar jogadores como Barcos, Henrique, Alan Kardec, Valdivia. Time algum fica impune a tantas perdas sem a reposição devida.

Não custa lembrar, mesmo sendo repetitivo, que além dos que saíram, ainda estão jogando Wendell, volante improvisado de lateral-direito, e Henrique, centroavante que começou com “O Degolador” e hoje não passa de um inofensivo atacante sem recursos.

Por aí afora, pois creio que há pouco a fazer- diante da alardeada falta de dinheiro e até de patrocínio- neste ano em que o clube deveria festejar o seu Centenário. Que festa mais triste!

O jeito é orar, orar muito para não ser rebaixado pela terceira vez neste século para a Segundona, pois agora está só a 3 pontos da zona da degola.

Quanto ao Corinthians, parece estar bem, ocupa a vice-liderança do Campeonato Brasileiro, fatura bem com sua Arena (a do Palmeiras está sob arbitragem, devido o litigio com a construtora) investiu  em Elias, em Petros e Romero. Está de bem com a vida, enquanto o rival, que teve um século passado tão feliz, defronta-se agora com sua dura realidade.

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BLOG DO JORGE NICOLA ❘ IG

• Presidentes de Palmeiras e São Paulo seguem em pé de guerra

Lá se vão três meses desde que o Palmeiras anunciou a saída de Alan Kardec, mas as feridas por sua transferência para o São Paulo ainda não foram cicatrizadas. Tanto que o presidente alviverde Paulo Nobre e o tricolor Carlos Miguel Aidar seguem sem se falar desde a ocasião.

“Tenho tentado um encontro entre eles para aparar as arestas, mas está difícil”, reconhece o diretor-executivo do G4 Paulista, José Carlos Peres. “O Aidar disse que até topa, mas o Paulo ainda parece magoado com tudo o que ocorreu e tem evitado o contato”, revela Peres.

A briga entre os cartolas, que rendeu trocas de acusações e provocações pela imprensa, tem atrapalhado os planos do G4. “Preciso realizar uma reunião com os quatro presidentes dos grandes paulistas para debater uma série de questões.”

Neste domingo, na Arena Corinthians, Nobre fez questão de dar um abraço no corintiano Mario Gobbi antes de a bola rolar.

Assim como Gobbi, o santista Odílio Rodrigues mantém excelente relação com os outros três colegas de cargo, sendo o único problema entre o são-paulino e o palmeirense.

A TROCA DE FARPAS:

“Os clubes estão totalmente desunidos, todo mundo sabe. Com clubes desunidos somos fracos, do que adianta dar um ‘passa moleque’ em alguém se você continua fraco? O que me assusta é um dos mentores do Clube dos 13, que propunha a união entre os clubes, chegar com essa atitude”

Paulo Nobre, presidente do Palmeiras

“Eu queria dizer que a manifestação do presidente Paulo Nobre chega a ser patética e demonstra o tamanho da Sociedade Esportiva Palmeiras, que ano após ano se apequena. O São Paulo em diversas temporadas perdeu vários atletas e não ficou chorando”

Carlos Miguel Aidar, presidente do São Paulo

“O São Paulo foi extremamente antiético, como isso não é um privilégio do Palmeiras. Se você perguntar para outros clubes, vão falar do conceito que tem o São Paulo. Isso é desde a base. Eu já fui consultado por outros presidentes porque eles têm essa prática horrorosa de assediar jogador do adversário”

Paulo Nobre, presidente do Palmeiras

“Eu pergunto onde está falta de ética em fazer proposta por um atleta que não renova, onde a própria Sociedade Esportiva Palmeiras reconhece publicamente que não conseguiu se acertar com o jogador? Time grande briga pela permanência dos seus atletas, não fica chorando”

Carlos Miguel Aidar, presidente do São Paulo

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COLUNA DO ANTERO GRECO ❘ O ESTADO DE S.PAULO

• Inferno astral verde

Impossível entender o Palmeiras, a não ser por perspectiva desprovida de lógica. Usar métodos racionais é quebrar a cara e chover no molhado. No meio da semana, jogou bem, na Copa do Brasil, ganhou e deu ponta de esperança para o torcedor. Desfez o esboço de otimismo na derrota de ontem para o Corinthians. Caiu por 2 a 0 sem provocar cócegas no adversário, que em nenhum momento se sentiu acuado no primeiro dérbi em casa.

A turma de Mano Menezes ganhou sem sufoco e com atuação normal. O suficiente para retomar a vice-liderança isolada e não deixar o Cruzeiro escapar de vista. Para tanto, contou com esquema ajustado e com a colaboração de rival quase centenário que se comportou como convidado dócil na visita que fez ao Itaquerão.

O clássico ficou aquém do esperado, abaixo da tradição. Merecerá lembrança pelo ineditismo no estádio alvinegro. Caso contrário, passaria batido, como tantos outros na história recente. O primeiro tempo foi monótono, truncado, com cautela excessiva de cá e de lá. E, de quebra, com o árbitro Sandro Meira Ricci a ignorar faltas ou a enxergá-las onde não havia.

O Corinthians indicou a tendência para a segunda etapa, antes do intervalo, com dois chutes e uma cabeçada mais perigosas. Dito e feito. Não demorou muito, na volta do descanso, para ficar em vantagem, com Guerrero. O gol de Petros, já no finalzinho, apenas confirmou a superioridade. Para vencer, dessa vez não precisou nem do talismã Romarinho, que entrou no lugar de Romero e quase não apareceu.

O Palmeiras criou sabe quantas chances para empatar? Zero. Nenhum chute certo ao gol de Cássio, que saiu com o uniforme limpinho, pronto para ser dobrado e guardado. Bom para economizar água, que está em falta.

Um mérito houve para a rapaziada de Ricardo Gareca: esforçou-se por tocar a bola, não afobar-se nem dar chutões. Mas carece de qualidade, inteligência, habilidade. Em resumo, é um time frágil; por isso mesmo, continuará a iludir e a decepcionar o torcedor.

Com sete derrotas em 12 rodadas, o Palmeiras revela vocação para afundar. Com tal ritmo, logo estará a brigar para não carimbar vaga para a Série B pela terceira vez. Um fantasma conhecido ronda o clube, no inferno astral antes do aniversário (dia 26).

Escrevi, dias atrás, que era cedo para espinafrar ou encher a bola do treinador. Começo a ficar com pena do argentino, que amarga três derrotas seguidas na Série A. Com essa toada, se demorar muito pra acertar o rumo ele pede o boné, antes que lho entreguem.

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COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO

Por Bernardo Itri

• Sem dono

Às vésperas de ser inaugurado, o novo estádio do Palmeiras ainda não tem previsão de receber o time alviverde. Isso porque a construtora WTorre e o Palmeiras ainda não estão se comunicando para programar a inauguração da arena. O motivo do afastamento é a briga pela quantidade de cadeiras que devem ser comercializadas por cada parte.

• Amador

De acordo com Walter Torre, dono da construtura, os jogos-testes iniciais devem ser entre funcionários da empresa. A WTorre programa iniciar os eventos-teste do estádio do Palmeiras a partir do dia 10 de agosto.

• Calendário

A construtora estima ainda que o estádio palmeirense vai começar a receber mega-shows apenas em novembro.

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