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VERDÃO NA MÍDIA 12-08-2014: Palmeiras chega ao mês do centenário no momento mais questionado de Nobre ❘ UOL ESPORTE

NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Palmeiras chega ao mês do centenário no momento mais questionado de Nobre

Nas próximas semanas o Palmeiras passará por momentos especiais em sua história, com a celebração do centenário do clube e a inauguração da nova arena. No entanto, o mês de agosto, que deveria ser de alto astral, registra por enquanto o período mais questionado da gestão de Paulo Nobre. O péssimo momento do time no Brasileiro, somado à tensão com torcedores organizados, constrói o cenário mais delicado do presidente no cargo até aqui.

Na última segunda-feira, torcedores se mobilizaram para cobrar Nobre em frente de sua casa, em Cotia, região metropolitana de São Paulo. Segundo apurou a reportagem do UOL Esporte, dois ônibus e 20 carros se dirigiram ao local para protestar contra a situação do clube, que está a um ponto da zona do rebaixamento.A ação também representa mais um capítulo das relações estremecidas entre diretoria e organizados.

O primeiro choque entre as organizadas e a atual diretoria aconteceu em março de 2013, quando o elenco foi confrontado antes de um embarque na Argentina. No episódio, o goleiro Fernando Prass foi agredido pelos torcedores. Nesta oportunidade Nobre chamou os personagens envolvidos de “bandidos” e admitiu que o clube cedia ingressos para jogos fora do país. Cortou esse privilégio que, segundo ele, era o único que as facções tinham.

A partir deste episódio o presidente passou a andar acompanhado por mais seguranças pessoais. Já neste ano, cerca de 50 torcedores invadiram a sede do programa de sócios Avanti, depredaram o escritório e roubaram ingressos para uma partida contra o Santos. Além deste caso de vandalismo, o incidente de ataque a um torcedor ligado à gestão Nobre na Vila Belmiro são capítulos do mau relacionamento que já ganhou status de guerra.

Internamente o ambiente também acusa efeitos colaterais da campanha em campo. No último domingo, o técnico Ricardo Gareca não concedeu entrevistas após a derrota para o Atlétic-MG em Belo Horizonte. Em seguida, o argentino foi passar o dia de folga em seu país.

A atitude de Gareca estaria vinculada ao atrito nos vestiários entre Wesley e Lúcio. O veterano não teria gostado da cobrança excessiva em cima de jovens jogadores do time. Gareca teria tomado parte do zagueiro. A assessoria de imprensa do clube, no entanto, oficialmente nega o incidente.

Como se não bastasse, o Palmeiras se aproxima do seu centenário mergulhado em dívidas, que giram na casa de R$ 300 milhões. Em julho, o Conselho de Orientação e Fiscalização do clube (COF) registrou um novo empréstimo do presidente Paulo Nobre, no valor de cerca de R$ 7 milhões. Segundo membros do órgão, com o repasse, a quantia total emprestada pelo mandatário ultrapassou a barreira dos R$ 100 milhões – está em torno de R$ 105 milhões.

Mesmo com as limitações de investimento, o clube foi ao mercado contratar, mas não conseguiu acertar a mão nas contratações que arriscou para a temporada.

Depois do êxito na passagem pela Série B em 2013, no primeiro ano de Nobre na presidência do clube, o Palmeiras não conseguiu achar uma filosofia para a temporada, em termos de elenco. O time fracassou nos primeiros meses com Gilson Kleina no Paulistão e depois praticamente começou a montar outro grupo de atletas. Hoje, com a chegada de Gareca, investe em jogadores argentinos.

Em abril, o clube ainda perdeu sua principal referência de ataque para o São Paulo. Depois de uma negociação desgastante, conduzida por seu pai, Alan Kardec alegou diferenças financeiras para deixar o Palestra Itália e reforçar o rival da cidade.

O Palmeiras também amargou a frustração da transferência de Valdivia com o Al Fujairah. O chileno chegou a viajar até os Emirados Árabes, em transferência que renderia 5,5 milhões de euros aos brasileiros. No entanto, o acerto emperrou nos detalhes finais e forçou a volta do meia ao Palestra Itália.

Sem patrocinador máster no ano do centenário, o Palmeiras anunciou na última semana a saída do diretor de marketing Marcelo Giannubilo. Segundo o clube, o diretor executivo José Carlos Brunoro passou a acumular a função.

Após 14 rodadas disputadas, o Palmeiras ocupa a 14ª colocação do Brasileiro, com 14 pontos somados, apenas um acima da zona de rebaixamento. No domingo o time de Gareca encara o clássico contra o São Paulo. Temor da torcida, a luta contra o descenso começa a virar realidade no ano do centenário.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Jejum, ambiente pesado e protesto: Verdão vive pior crise da ‘era Nobre’

Por Fellipe Lucena

Pela manhã, segurança reforçada e nenhum sorriso no desembarque da delegação no aeroporto de Congonhas. À noite, grande protesto da torcida em frente ao condomínio onde mora o presidente Paulo Nobre. A atmosfera alviverde nessa segunda-feira deixou evidente que o Palmeiras sentiu o baque da derrota para o Atlético-MG, domingo. No vestiário do Independência, o clima entre os atletas já era de cobrança e frustração.

O clube vive seu momento mais turbulento desde que a atual diretoria assumiu, no início do ano passado. Em pleno centenário, amarga oito jogos sem vencer (seis derrotas e dois empates) no Brasileiro e está a um ponto da zona de rebaixamento. É uma das piores sequências do clube em Brasileiros. Na campanha da queda, em 2012, os maiores jejuns foram de seis partidas. Em 2002, nove. O recorde é de dez, em 1985 e 2011.

– Time novo, a gente tem que trabalhar, conversar com o técnico e buscar a vitória – disse o zagueiro Tobio, um dos únicos que topou conversar com jornalistas no aeroporto.

No domingo, o atacante Henrique aceitou conceder entrevista coletiva no lugar de Ricardo Gareca, que se recusou a falar. Na segunda, o técnico foi à Argentina aproveitar o dia de folga e nem apareceu. O “sumiço” não foi bem visto por algumas pessoas do clube. Não pela viagem, mas por não dar explicações após um resultado negativo, algo que um jogador precisou fazer.

O argentino, porém, segue respaldado por Paulo Nobre. Os dois conversaram em Minas Gerais, e hoje o trabalho só seria interrompido se Gareca pedisse demissão, boato que circulou pelas redes sociais horas após a derrota para o Galo, mas não chegou aos ouvidos da diretoria.

O técnico, inclusive, começou a conversar sobre o clássico contra o São Paulo já durante o jantar de domingo à noite, no hotel em BH. O jogo já é considerado crucial, tanto que a diretoria está promovendo promoção de ingressos.

O Palmeiras é o time com pior campanha pós-Copa, o único que não venceu após a pausa (somou só um ponto), e o que vive o maior jejum do Brasileiro no momento. Domingo, o discurso dos jogadores foi unânime pela primeira vez: a briga é para fugir da degola, e Lúcio chegou a dizer que “o pior pode acontecer”.

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NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

• Palmeiras está a 2 jogos de amargar seu pior jejum desde 2003

Justamente no ano de seu centenário, o Palmeiras está prestes a alcançar uma marca negativa na história do clube: o pior jejum no Campeonato Brasileiro na era dos pontos corridos.

Caso não consiga uma vitória nas próximas duas rodadas, a equipe alviverde, que está há oito jogos sem conquistar um triunfo, irá igualar o índice de 2011, quando amargou dez partidas de jejum.

Naquele ano, os palmeirenses terminaram na 11ª posição da tabela, graças ao bom desempenho no início do torneio.

Com 14 pontos em 14 jogos na edição atual, o time dirigido pelo técnico Ricardo Gareca é o 14º, a apenas um ponto da zona de rebaixamento –o Botafogo, 17º, tem 13.

A última vitória alviverde ocorreu no dia 22 de maio, no 1 a 0 sobre o Figueirense, sob o comando do técnico interino Alberto Valentim, substituto de Gilson Kleina. Desde então, são seis derrotas (Chapecoense, Botafogo, Santos, Cruzeiro, Corinthians e Atlético-MG) e dois empates (Grêmio e Bahia).

Nem mesmo na campanha de 2012, que levou o Palmeiras pela segunda vez à Série B, o time ficou tanto tempo sem ganhar. A pior sequência foi de seis jogos nas seis primeiras e nas seis últimas rodadas.

Quando caiu para a segunda divisão pela primeira vez, em 2002, ainda no sistema do mata-mata, a equipe palestrina passou por um jejum de nove rodadas.

Faltam só duas semanas para as comemorações do centenário. Ou seja, se não bater o São Paulo no clássico do próximo domingo (17), o clube pode apagar as velas do aniversário de 100 anos na zona do rebaixamento.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Palmeiras muda escalação nos oito jogos do jejum no Brasileirão

Por Marcelo Hazan

Contratações, saídas, lesões, suspensões ou simplesmente opção técnica. Por todos esses motivos, o Palmeiras não conseguiu repetir a escalação nas últimas oito rodadas do Campeonato Brasileiro, período do jejum de vitórias na competição. Nesse período, o time conquistou apenas dois dos 24 pontos possíveis: seis derrotas e dois empates. E pode ter mais uma formação diferente no clássico contra o São Paulo, domingo, no Pacaembu, pois o técnico Ricardo Gareca tem a intenção de usar Valdivia, de volta após negociação cancelada com o Al Fujairah, dos Emirados Árabes.

Gareca esteve à frente do time em cinco desses oito jogos. Nos outros três, o time jogou sob o comando do auxiliar Alberto Valentim (veja a lista abaixo).

Nessas oito apresentações do Verdão, o único jogador titular em todas foi o goleiro Fábio, substituto de Fernando Prass, em fase final de recuperação da lesão no cotovelo direito. No período, novos jogadores foram incorporados ao time, como Tobio, Allione e Mouche. Por outro lado, William Matheus e Marquinhos Gabriel, escalados na equipe em alguns destes jogos, saíram.

Com mudanças constantes no time titular, o Palmeiras é o 14º colocado, com 14 pontos, um acima do Botafogo, primeiro time dentro da zona de rebaixamento. A sequência de oito jogos sem vitória aproxima o time do seu pior jejum na era dos pontos corridos, em 2011, quando ficou 10 rodadas sem vencer (cinco derrotas e cinco empates).

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Documentação chega, Cristaldo assina com o Verdão e já deve treinar

Por Fellipe Lucena

A documentação que estava pendente chegou, e o atacante argentino Jonatan Cristaldo será anunciado pelo Palmeiras ainda nesta terça-feira. Ele já deve até treinar na Academia de Futebol.

O Metalist, clube ucraniano ao qual o atleta era vinculado, estava “enrolando” para enviar os últimos documentos da venda, que saiu por 3,5 milhões de dólares (R$ 8 milhões).

O jogador veio a pedido de Ricardo Gareca, com quem trabalhou no Vélez Sarsfield (ARG), e deverá ser apresentado na quinta ou na sexta. O mais provável é que vista a camisa 9.

O Verdão agora tenta regularizá-lo a tempo do clássico de domingo, contra o São Paulo, no Pacaembu. Em sua chegada ao Brasil, na madrugada da última sexta, o jogador disse que precisaria de uma semana de treinos para poder jogar. O tempo será um pouco mais curto.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Diego Souza descarta Palmeiras e deve assinar com Sport nesta terça

O meia Diego Souza anunciou na última segunda-feira o fim das negociações do Palmeiras por falta de acordo salarial, mas o atleta deve ir a Recife para assinar contrato com o Sport ainda nesta terça-feira.

O jogador estava no Metalist, na Ucrânia, e o Verdão conversou com a equipe para traze-lo por empréstimo até o fim do ano, esperando uma redução salarial, uma vez que Diego nem voltou para a Ucrânia devido aos conflitos políticos no país. Mas como as duas partes não chegaram a um acordo, o empresário do atleta, Eduardo Uram, anunciou que ele definitivamente não iria mais para o Palmeiras.

Aos 29 anos, Diego deve ser o reforço de peso que os dirigentes do Leão da Ilha esperavam. A negociação é mantida em sigilo pelo clube, que prefere esperar a assinatura do contrato para fazer um comunicado oficial, após ter as tentativas te trazer Walter e Riquelme frustradas – os atletas acabaram assinando com Fluminense e Argentinos Juniros, respectivamente.

Para tornar viável a contratação, o Sport terá apoio de patrocinadores, que vão arcar com parte do salário do atleta, que já teve passagem por clubes como Cruzeiro, Flamengo, Vasco, Grêmio, Atlético-MG e Palmeiras.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Frizzo pede festa e estrela na camisa em homenagem ao título de 1951

O ano do centenário alviverde não vai passar em branco. Apesar da má fase no Campeonato Brasileiro, dirigentes do Palmeiras comemoram nos bastidores do clube o reconhecimento da Copa Rio de 1951 como uma competição de “nível mundial”. Foi o que a Fifa explicou ao GloboEsporte.com, na última segunda-feira, separando o título palmeirense do conquistado por clubes que venceram o torneio mundial organizado pela própria entidade.

Para Roberto Frizzo, ex-dirigente do Palmeiras, a decisão merece uma grande festa em homenagem aos campeões do passado.

Além disso, ele solicita a inclusão de uma estrela na camisa da equipe a partir de agora.

– A ideia é fazer um evento específico comemorando esse reconhecimento, e a data da conquista ficará fixa no nosso calendário. Nossos ancestrais merecem uma estrela na nossa camisa – afirmou, em entrevista à Rádio Jovem Pan.

Ex-diretor de futebol na gestão de Arnaldo Tirone, Frizzo pode ser considerado como o “pai” do reconhecimento da Copa Rio como uma competição a nível mundial. Em 2005, ele foi o mentor da elaboração de um dossiê sobre o torneio que foi encaminhado à Fifa solicitando a homologação do troféu como o primeiro título mundial da história do futebol profissional.

– Sempre tive na mente e no coração que isso seria acatado. Era tão claro, e sempre entendemos que não era uma questão de política, e sim de ler o material. Foi um campeonato mundial de clubes até mais completo do que outros realizados. Não sabia se estaria vivo para ver o reconhecimento (risos). Estamos no ano do centenário, o Palmeiras tem uma história linda, e acho que é o bolo da cereja, e não a cereja do bolo – completou.

O clube ainda não se manifestou oficialmente sobre a decisão da Fifa. A ideia é que o presidente Paulo Nobre anuncie o “título” no próximo dia 26, durante a cerimônia de aniversário do clube.

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BLOG DO LUIZ PRÓSPERI ❘ ESTADÃO ONLINE

• O Palmeiras não vai ser rebaixado

“O Palmeiras não vai cair”, disse José Carlos Brunoro, após o empate com o Bahia no Pacaembu. “Fora Brunoro”, pede a maior torcida organizada do clube, torcida esta que tem a violência no seu DNA. Paulo Nobre, presidente do Palestra, por enquanto não abre a boca. Bom lembrar que a sociedade esportiva que Nobre preside vai completar cem anos daqui a 14 dias.

Entre frases de efeito e o silêncio presidencial é preciso entender como o Palmeiras chegou nessa situação de quase penúria. É difícil também encontrar uma explicação para tamanho descrédito. Sem entrar nos detalhes, a impressão que fica é a de um círculo vicioso de autoflagelo.A crise é de entidade.

Vamos olhar a gestão de Paulo Nobre. Sua proposta de profissionalização do clube era uma luz na escuridão. Havia a expectativa de que o Palestra entraria no eixo. Seria saneado e teria os frutos para saborear no máximo em dois a três anos.

Diante do silêncio de Nobre e de seus assessores pouco se sabe o que foi feito no clube para sair das trevas. Nobre nem mesmo vem a público contestar a sua condição de fiador de cerca de R$ 100 milhões investidos no Palmeiras. Deixa a informação ganhar as redes sociais e mídia em geral.

Sem explicações do presidente e a falta absoluta de uma política de promoção do clube não se sabe ainda o que vai ser feito para celebrar a data histórica dos cem anos.

O suposto descaso do presidente para apontar os rumos do clube evidente reflete dentro de campo. A tacada, por exemplo, de investir em um técnico argentino, que não era unanimidade nem mesmo no seu país, no momento de turbulência do Palestra se mostrou equivocada. Daí o flerte forte com a zona do rebaixamento no Brasileirão.

A política de contratações também não deu resultado. Entre entradas e saídas, Henrique, Alan Kardec, Barcos, entre outros menos cotados, se mandaram. E Diego Souza, que estava com um pé no Palestra, vai para o Sport. Ronaldinho Gaúcho é caro. Então Gareca que se vire com Felipe Menezes.

Nem com muita reza se faz um milagre. Mas vem aí Valdivia no clássico contra o São Paulo neste domingo. Então… “o Palmeiras não vai cair”.

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL

• Palmeiras, um caso de estudo científico

Cerca de 100 torcedores foram para os lados de Cotia, região metropolitana de São Paulo, rodeando a casa do presidente do Palmeiras, Paulo Nobre. O protesto foi supostamente pacifico, pois se não houve violência física- felizmente o presidente palmeirense não estava em casa-, aconteceram xingamentos e ameaças que poderiam dar em revide, causando confronto.

Na verdade, não apenas os organizados do Palmeiras já dão demonstrações de profunda insatisfação com a situação do time no Campeonato Brasileiro: o torcedor comum do Palmeiras também anda de mau-humor, embora despreze agressão ou constrangimento, sendo ainda pior para aqueles que já viram um Palmeiras forte, vencedor, por vezes heroico, Campeão do Século (passado) e que agora acompanham neste século uma transformação incrível. Afinal de contas, em 14 anos foram dois rebaixamentos, campanhas medíocres, a possibilidade agora de uma terceira degola, humilhação constante, com exceção de um Campeonato Paulista (2008) e de uma Copa do Brasil (2012).

Muito pouco diante da história do Palestra que virou Palmeiras. Quais as causas deste apequenamento? Creio, na verdade, que se tata de uma somatória de coisas. Os grandes líderes do passado- Dante Del Manto, Mario Frugiuelle, Delfino Facchina, Pascoal Giuliano e outros- tinham a missão de consolidar a grandeza do clube fundado por italianos e que abria a porta a todos, contava também com a disposição de seus auxiliares que tinham devoção pelo futebol do clube. Se havia briga durante uma reunião, depois tudo “acabava em pizza”- que virou expressão popular, sempre em favor do bem comum: o Palmeiras.

Depois, penso, esse estado de espirito mudou lá pelo fim dos anos 70. Houve o episódio Sacomani, presidente deposto e o poder foi caminhando para outros métodos, não tão ousados como os líderes de antes. Ah, surgiu a Parmalat! E com ela uma fase de belos times, de vários títulos, um oásis dentro do horizonte do clube: se não fosse a Parmalat há quantos anos o Palmeiras estaria na fila?

Depois da saída da Parmalat, surgiu a politica do “bom e barato”, a politica (que eu saiba não a expressão) criada por Mustafá Contursi, que até há pouco tempo parecia repetida na gestão Paulo Nobre. Não se sabe, desconfia-se, no entanto, que Nobre age por influência de Mustafá- ou então para agradar seu padrinho politico- embora possa ser mera coincidência.

O atual presidente e seu fiel escudeiro (o diretor-executivo José Carlos Brunoro)- já disseram ou deixaram entender que isso é pela falta de dinheiro, pois as gestões passadas o deixaram apenas com uma parte do orçamento. É possível.

Mas o que fazer agora? Agir é preciso, o não rebaixamento é mais importante do que a dívida, e sempre é bom relembrar o conselho de Sandro Rosell, ex- presidente do super- vencedor Barcelona: “Não se pode jamais esquecer do time”.

Creio que Rosell tem razão, trata da matéria- prima do clube, a razão de ser da torcida. E um alerta: dono de grande torcida, ainda, o Palmeiras parece que está perdendo terreno ainda mais para seu rivais entre as crianças.

Outro dia, um publicitário durante filmagem para um produto alimentício infantil, fez um teste e pediu para que levantasse a mão quem fosse torcedor do Palmeiras.

Nenhum menino o fez.

É que meninos só torcem por um time vencedor…

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BLOG DO ALEX MÜLLER

• Reféns da diretoria

Uma das mais pomposas frases ditas pelo presidente sumido do Palmeiras, Paulo Nobre, no começo deste ano foi: “Não somos reféns do centenário”!

Claro que ali já percebia-se uma justificativa prévia para a torcida de que momentos difíceis seriam vividos pela frente. Com o argumento de sanear as dívidas do clube, os dirigentes deixaram de lado a preocupação com o maior patrimônio do clube: o futebol. Se esqueceram de que não existe um futuro promissor se não houver um presente competente.

Jamais se viu um grande clube voltar a uma Série A e montar um elenco pior do que tinha na segunda divisão. Este é um simples resumo da incompetência que se instala no Palmeiras de hoje.

Falar que pegaram uma instituição quase falida e se esconder atrás disso para colecionar erros grotescos de gestão não pode ser aceito como desculpa.

Um marketing que não conseguiu um patrocinador master para o maior campeão do século XX bem no ano de seu centenário também é outro sinal de inoperância. Tanto é que o diretor contratado para o setor foi demitido, talvez nem por incompetência dele, mas por todo um processo que o engessava para realizar as ações devidas.

Além disso, dentre os vários erros de negociações podemos destacar, sem dúvida nenhuma, o caso Alan Kardec. Esta é a maior bandeira que se deve hastear a meio pau nessa gestão. O papelão feito pelo presidente foi digno de pena, sobretudo do torcedor, o verdadeiro refém do centenário e de quem comanda o clube hoje…

Aliás, já que a ordem é só pensar em dinheiro, o volante João Denoni, enxotado para o Oeste de Itápolis, não jogaria milhões de vezes melhor do que o xerife Josimar por um custo bem menor? Entendi…

Twitter_Alex-Muller

Na foto em destaque vemos uma publicação do globoesporte.com do mês de junho, quando a equipe treinava em Atibaia durante a Copa do Mundo.

Com toda a sinceridade caros e tristes palmeirenses, inclusive os nobretes e brunoretes de plantão, é um vexame ou não é beirar a terceira série B para comemorar os 100 anos de uma história tão gloriosa?

Se ainda quiserem defender o que está aí, fiquem à vontade. Eu não consigo!

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COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO

Por Eduardo Ohata

• Abandonado

Amigos do conselheiro palmeirense Sergio Pellegrini estão decepcionados. Relatam que mesmo atuando como assessor da presidência do Palmeiras no marketing, ao sofrer um AVC em março passado, ele ou parentes jamais foram contatados pelo presidente do Palmeiras, Paulo Nobre.

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104 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 12-08-2014: Palmeiras chega ao mês do centenário no momento mais questionado de Nobre ❘ UOL ESPORTE”

E agora temos que rezar mais ainda. Vale a pena ver de novo! “Ronaldinho Gaúcho no Palmeiras”.

Temos que fazer como o San Lorenzo fez. Estavam na zona de rebaixamento do Campeonato Argentino, e foram campeões. Rezaram para o Papa Francisco e conseguiram até ganhar a Libertadores, ontem. Esse time do Palmeiras não tem á mínima chance de arrancar uma vitória no Campeonato. É pior que todas as outras 19 equipes do Brasileiro. Só mesmo um milagre para não sermos rebaixados. E para isso tem que rezar muito, mas muito mesmo. Só não sei pra quem, se é pra San Gennaro ou para Achiropitta. É melhor rezar pro Sapo-Boi se mudar pra Palestina.

O nível técnico dos times brasileiros é horrível. A qualidade dos jogadores é baixíssima.
Tem tido sucesso os times mais organizados e que mantém a base dos seus elencos por mais tempo.
No Palmeiras não dá pra ser assim. Porque ninguém serve pra jogar aqui. Não usamos a base para fazer a festa dos empresários. Não dos empresários das estrelas em fim de carreira ou das em ascensão que tentam extorquir o clube que lhe pagar mais, mas os empresários de jogadores ruins que passarão a utilizar a grandeza do nome Palmeiras para buscar contratos posteriores na série B ou times de menor expressão da série A.
A hora é de fechar o elenco e trabalhar um time base. Entrosar minimamente este time e, na ruindade geral que é o campeonato, chegar ao meio da tabela.
Concordo com o Victor, se ganhar duas seguidas, ganha confiança e embala. Mas é preciso duas coisas que não existem hoje no Palmeiras: tranquilidade para trabalhar e apoio dos torcedores.

Há tempos atrás (década de 80), o Dalmo Pessoa falava na TV Gazeta no programa Mesa Redonda, que o grande “câncer” do Palmeiras era Mustaphá C ontursi. O Tempo se passou e este maligno ainda age no verdão, inclusive com seus seguidores (Paulo Nobre, Tirone, Frizo, Avalone, Piraci, Del Nero etc.)
Estamos no fundo do poço. E a risadinha do Brunoro. E o tal de Feitosa.
Gareca coloca o Wesley na lateral direita e se esse cara que parece aqueles homens-bombas ficar fazendo igrejinha mada embora para os bambis, que aliás ontem Parabéns Murici e Rogério Narizudo.

Sergio, até gostaria de acreditar pra tirar um barato, mas olha o primeiro gol… pelamordedeus, se não deixou de propósito, o que foi aquilo?

Tem palmeirense que é soda.
Quando o Palmeiras passa por um vexame, é por que se apequenou. Quando os outros “grandes” passam por um vexame, é por que entregaram o jogo… Ah, tenha dó. Entregaram é o baralho. Perderam por INCOMPETÊNCIA, mesmo: os bambis, os tri-rebaixados e o virjão que não ganha um Brasileiro desde 1979.

Por isso q o futebol brasileiro está esta caca. É evidente que esses três timecos ugiram da CB para jogar a sulameiracana. O sr. Reserva eterno do Marcão fugiu da bola de forma indisfarçavel por três vezes. Cara de pau do carvalho.Tem a máxima de que a bola pune. Domingo tem que pegar esses covardes e ensacolar de verdade.

Só agora vi o ferro que o rebaixado levou do América RN. E na Fox , antes do jogo o Renato Machado dizia que era pra cumprir tabela. Está sobrando muito time pequeno nas oitavas ! Pena que a SEP faz anos que se esforça pra se portar como um deles.

Tudo bem que nossa situação ainda é ruim, mas hoje foi fogo na CB: os bambis tomaram linguiça do Bragantino, o Inter tomou naba do Ceará e o florminense levou uma biaba do América no Maracanã.
Olha, nosso time é ruim, mas a diferença não é tanta assim, não…

Tem muito jogador vagabundo neste elenco do Palmeiras…assistindo o jogo domingo contra o Galo tinha camarada que tomava um reladinha já caia no campo e o jogo rolando e ficava deitado fingindo algo…se sou técnico encho o FDP de porrada e não joga nunca mais…cambada de jogadores medíocres.

Enquanto isso o Ceará fazendo sucesso no se centenário. Líder da série B e eliminando o Inter
nacional da Copa do Brasil, conclusão, estádio lotado. Bem que o Paulo pobre poderia fazer um
curso com o presidente deles em Fortaleza.

“Parece que faltou planejamento no Palmeiras.”. Palavras do diretor executivo muito bem remunerado contratado no inicio do ano passado e já por quase 20 meses no cargo.

Prass; Luís Felipe, Vilson, Henrique e Victor Luís; Denoni, Wesley, Allione e Valdívia; Barcos e Kardec.

Se esse Paulo Nobre fosse tão competente quanto dizem, a primeira coisa que teria feito ao assumir a presidência do clube era contratar uma auditoria e descobrir os reais motivos do endividamento do Palmeiras e cobrar dos responsáveis por isso, inclusive o mentor dele, o sr. Musthafá, mas ele não teve e nem tem peito para isso! E em razão da incompetência dele o time vai a passos longo em direção ao seu 3º rebaixamento em 12 anos e à sua extinção, pois nessa toada, o Palmeiras, no futebol de hoje, não resistirá mais 20 anos e será extinto, ficando só o clubinho social dos asseclas do musthafá, só que eu tenho um alerta esses que querem o fim do futebol do Palmeiras: sem o futebol, o clubinho social de vcs também vai acabar, pois não tem como se sustentar só e não dá para vender o estádio, pois os outros clubes de São Paulo já tem os seus!

Diego souza não joga nada. Se jogasse, tinha feito aquele gol, cara a cara com o goleiro dos gambás, e o vasco ganharia e o curica não seria campeão mundial.
Sobre Alex Miller, ele resumiu tudo. Concordo plenamente.

Eu sei é que, para literalmente não prejudicar minha saúde, estou dando um tempo do Palmeiras. Não acompanho mais jogos, só acesso a internet meia hora depois para conferir o resultado. Se os dirigentes do Palmeiras querem levar o time para o buraco, levem, mas não me levem junto. Tenho família para sustentar.

O Palmeiras não pode perder para ele mesmo. Não pode ser considerado rebaixado já na décima quarta rodada.

Ocorre que dentro do clube muita gente está torcendo e fazendo de tudo para o time fracassar e cair para a segunda divisão pensando nas eleições.

A preocupação com a política é muito maior do que o destino do time.

Por seu lado, a direção se mostra perdida e sem comando para colocar a casa em ordem. Também está preocupada com a eleição e se esquece de que antes de qualquer eleição tem a necessidade de sobrevivência do clube.

No Palmeiras é tudo igual, quem está no poder se isola e se acha o dono da verdade e quem está na oposição faz de tudo para dar errado. Não importa quem sejam as alas políticas no poder e fora dele, são farinha do mesmo saco.

Quanto à parte do campeonato, quem afirma que o Palmeiras não tem time para se manter na série A e vai cair está demonstrando total desconhecimento em relação à competição e aos adversários.

O masoquismo, o negativismo, o derrotismo que vem sendo imposto ao Palmeiras nos últimos anos mudou a nossa cultura, nos transformando em presa fácil para quem deseja minar nosso ambiente e fazer com que não exista a menor possibilidade de reação.

Quem tiver a boa vontade de observar os times e elencos dos verdadeiros lixos desse campeonato e ainda afirmar que o Palmeiras é mais fraco do que eles, ou está ajudando a trabalhar contra ou não tem a menor noção de futebol.

Estamos perdendo para nós mesmos, para a falta de controle, de comando e de ambiente.

Corremos o risco de cair para a série B e ver a permanência na série A de times como o pré falimentar Botafogo, o lixo do Flamengo com jogador envolvido até com a polícia, como o Figueirense de Thiago Heleno, Rivaldo e Ricardo Bueno, como os galácticos Coritiba, Vitória, Bahia, Criciúma, Chapecoense e mais alguns cujos jogadores se fossem contratados pelo Palmeiras seriam motivo de revolta geral na nossa torcida.

Tem muita coisa errada no Palmeiras, o time precisa se acertar com urgência, mas dai a cair para a série B e deixar o lugar para autênticos catados será um absurdo.

Ocorre que criamos a necessidade de diminuir o clube, dizer que nada serve e nada presta quando qualquer outra instituição em nosso lugar estaria lutando com todas as suas forças pela sobrevivência.

Nós, quando chegamos a esse ponto, fazemos de tudo para pisar ainda mais na garganta do time e do clube.

Diretoria não ajuda, oposição não ajuda, imprensa joga mais gasolina na fogueira e a torcida que forma opinião quer a cada dia que o circo continue pegando fogo.

Todo ano é a mesma coisa, praticamente trocamos de elenco em todas as temporadas. Criou-se a cultura de pedir contratações e mais contrações, tirando de quem está no elenco a responsabilidade para cumprir o seu papel e dar os resultados para os quais são pagos e muito bem pagos, comparados aos times que podem ficar no nosso lugar na série A.

Será que o Gareca suportaria uma nova derrota em outro clássico regional, e num estádio com esmagadora maioria Palmeirense?

Diego Souza com transferência casada com…Ibixxon (ganha quase 400 mil esse outro enganador)……. foi assim com Kardec e…… o craque que com tanta chance n mostrou nada….. Sleep Menezes. Nos livramos de uma roubada dessa vez.

Diego Souza foi para o Sport, azar dele.Quanto pediu para jogar aqui? viu que não iamos pagar, pra fugir da pressão e do Metalist aceitou metade, igual ao Assunção com o Santos..

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