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Verdão na Mídia

VERDÃO NA MÍDIA 18-08-2014: NOTA OFICIAL: OBRIGADO PRESIDENTE!!! ❘ BLOG DO ALEX MÜLLER

BLOG DO ALEX MÜLLER

• NOTA OFICIAL: OBRIGADO PRESIDENTE!!!

A torcida agradece ao presidente Paulo Nobre pelo resultado do clássico deste domingo, no Pacaembu. Que torcida? A do São Paulo, claro! Afinal, foi dele o gol da vitória tricolor aos 43 minutos do 2°tempo.

Os próprios aliados do presidente admitem sua grave falha na má condução da negociação com Alan Kradec, que foi parar do outro lado do muro. E o desfecho disso tudo não poderia ser pior. Pareceu até um final de novela com cartas marcadas, em que todos já sabiam o que ia acontecer.

E o pior de tudo é ouvir dele próprio que as coisas estão no caminho certo. Imagine então se estivessem indo mal hein? Dos últimos 27 pontos disputados só 2 conquistados. O treinador já pensa em ir embora. O melhor jogador do elenco não consegue jogar devido a problemas que beiram a sobrenaturalidade, o goleiro não pode passar um clássico sem fazer um gol de costas, teve dinheiro para contratar o “Leandmundo” mas não teve para ficar com aquele que ainda é o artilheiro do Palmeiras na temporada mesmo já fazendo gol contra o próprio Palmeiras e as coisas estão no caminho certo….

Ah…me esqueci de que o futebol não interessa e o que vale é sanear as contas do clube, que terá de pagar em suaves prestações um empréstimo de cerca de apenas 100 milhões de reais a um benfeitor.

E quem estiver preocupado com o rebaixamento pode ficar sossegado, afinal o super diretor executivo de futebol e marketing já se pronunciou garantindo que o Palmeiras não cai. Como a torcida não sabe o que é isso, então que todos acreditem nele.

Que pesadelo!!!

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BLOG DO MAURÍCIO NORIEGA

• Palestras extremos

O Brasileirão 2014 expõe duas realidades dramaticamente opostas no grupo dos times históricos.

Dois irmãos de origem, que nasceram das colônias italianas para capturar paixões pelo País e se transformar na preferência de milhões de torcedores.

Construíram belas histórias cultivando uma tradição comum: o gosto pelo bom futebol e a formação de grandes times.

As semelhanças entres os Palestras, que há alguns anos eram muitas, atualmente ficam por aí. 

O que virou Palmeiras e foi seguramente o grande time do País entre o final dos anos 60 e início dos anos 70 do século passado entrou numa espiral de decadência que soa irreversível. O que adotou o Cruzeiro e deixou um pouco de lado as raízes italianas ensaia um domínio que pode sinalizar a ocupação do espaço em termos de repercussão nacional que já foi do antigo xará. Sempre fiel ao seu estilo de futebol bem jogado.

Os números atuais gritam.

O Palestra mineiro desfila superioridade. Vem da conquista com facilidade do Nacional de 2013 e já soma 33 pontos em 2014, com 32 gols marcados, 13 sofridos, dez vitórias em 15 jogos, sendo cinco triunfos e dois empates nas cinco partidas mais recentes.

O Palestra paulista veio da Série B e soma esquálidos 14 pontos em 15 jogos, tomou 21 gols e fez apenas 12, tendo vencido somente 4 jogos em 15. Nas últimas cinco partidas perdeu quatro e ganhou uma.

A questão macro parece ainda mais promissora para os mineiros e desesperadora para os paulistas.

O Cruzeiro é um clube politicamente moderno, apaziguado, com um programa de sócio-torcedor que cresce diariamente, um patrimônio modernizado, centros de treinamento de excelência e um trabalho de base que abastece frequentemente e com qualidade o time principal. Fora isso, estabeleceu-se como clube poliesportivo, com um grande time de vôlei e equipes de corrida de rua e de pista competitivas.

O Palmeiras vive uma confusão política perene, com uma orquestra de corneteiros, divisões políticas históricas. Nunca soube trabalhar a base, acumula dívidas, comlra mal e vende pior, fez uma parceria para reformar seu velho e ultrapassado estádio mas vive  às turras com o parceiro. Até suas jovens lideranças manifestam pensamentos mofados e ultrapassados pelo passar do tempo. A tradição poliesportiva tenta ser retomada por um time de basquete que apenas luta na parte do meio das tabelas.

O Palestra paulsta recita de cor e salteado aquele velho mantra popular do Pai Rico, Filho Nobre e Neto Pobre.

O Palestra mineiro não vive dos devaneios do passado, lutando por reconhecimento de títulos que a história já havia reconhecido apenas por questão de nomenclatura.

O Cruzeiro, sete anos mais jovem, vislumbra o futuro no horizonte.

O Palmeiras centenário olha para o passado e nele fica, nostálgico, letárgico.

Pouca coisa sugere que este cenário seja alterado em curto prazo. Parece mais provável que num prazo de dez anos o Cruzeiro esteja ocupando o lugar que foi do Palmeiras no G-4 dos times mais populares do Brasil.

A conferir.

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL

• A ironia: gol de Kardec manda o Palmeiras para a zona da degola

Há quem veja o que aconteceu como obra do Destino, da fatalidade, da falta de sorte. Não concordo. Ao perder Alan Kardec para o São Paulo do jeito que foi, por diferença irrisória, o Palmeiras deveria saber que corria o risco de reforçar seu rival, que acabou montando uma galeria de jogadores importantes do meio-campo para a frente- Ganso, Kaká. Pato, Alan Kardec e ainda Luís Fabiano.

O que aconteceu foi, no entanto, emblemático; logo após Henrique perder de maneira grotesca o que seria o gol da vitória do Palmeiras. O lateral Álvaro Pereira levantou para a área inimiga e Alan Kardec- cuja perda foi um dos grandes pecados da gestão Paulo Nobre- cabeceou como um centroavante de verdade, a bola bateu na trave, no goleiro Fábio e entrou nas redes.

Vitória do São Paulo (2 a 1) e o Palmeiras (com a vitória do Botafogo sobre o Fluminense) na zona de rebaixamento.

E é ano de Centenário.

Antes, Palmeiras e São Paulo disputaram um clássico equilibrado, de muita marcação, com os palmeirenses sendo um pouco superiores nos primeiros 15 minutos, enquanto teve Valdivia. Depois, Valdivia se machucou, saiu e o Palmeiras murchou. O São Paulo também não brilhava, mas ensaiava algumas jogadas em velocidade com Kaká contando, ainda, com os erros do adversário.

Ah, eles viriam… E veio com goleiro Fábio, que iniciou tão bem a sua carreira, mas que agora deixa saudades de Fernando Prass, que fez uma reposição de bola bem no pé esquerdo de Ganso: aí, de primeira, Ganso passou para Pato que colocou a bola no canto esquerdo de Fábio. Categoria e oportunismo de Pato. Coisa que os atacantes do Palmeiras não têm.

Ainda surgiu o gol de empate- Henrique, de pênalti- mais uma chance de gol, no fim do jogo (aquela, no fim do jogo, com Henrique) até surgir o gol fatal e emblemático de Alan Kardec, que fez o São Paulo respirar e mandou o Palmeiras a nocaute. Ou, pelo menos, à zona de rebaixamento.

O que fazer depois do clássico? O São Paulo deveria pensar em reforçar, se possível, a sua defesa. O Palmeiras- o que duvido- poderia pensar mais seriamente em ter Ronaldinho Gaúcho até o fim do ano e arriscar com a grande revelação de sua base, o garoto Gabriel Fernando, que no sábado marcou mais três gols. Agora, são 24 gols em nove jogos.

Pior do que está, não fica.

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BLOG PITACOS DO PALESTRA ❘ LANCENET

• O efeito Valdivia, a coragem de Gareca e um castigo doloroso

Por Fellipe Lucena

A cartada final de Ricardo Gareca, que colocou Leandro na vaga de Felipe Menezes aos 40 do segundo tempo contra o São Paulo, teria sido certeira se houvesse mais qualidade no time do Palmeiras. O próprio Leandro e Henrique falharam de maneira imperdoável diante de Rogério Ceni um minuto depois de o time ficar com quatro atacantes em campo: eles dois, mais Cristaldo e Allione.

Como diz o técnico do rival, a bola pune. Neste domingo a punição veio com requintes de crueldade: o segundo gol do São Paulo, logo depois do erro palmeirense, foi de Alan Kardec. Uma punição à falta de qualidade do time, mas também ao despreparo da diretoria, que perdeu o atacante por quantia irrisória (mesmo que seja uma afronta nominar assim alguma quantia no futebol ).

Àquela altura, a raça alviverde – que não tem faltado, é bom ressaltar – estava quase anulando a qualidade dos homens de frente são-paulinos, espantosa na comparação aos que vestiam verde.

Depois da pane entre o gol de Pato, aos seis minutos da etapa final, e o pênalti muito bem batido por Henrique, aos 15, o Palmeiras se organizou. Cristaldo foi discreto em sua estreia, aberto pela esquerda, mas Allione dava trabalho a Alvaro do outro lado. Chegou o momento em que qualquer um poderia vencer. E venceu quem tem melhores jogadores.

Vale, mais do que nunca, repetir uma frase já conhecida: com Valdivia, poderia ser diferente. O Mago fez 14 minutos muito bons, era o dono do jogo, mas teve de sair para a entrada de um sonolento Felipe Menezes. O Pacaembu murchou na hora em que o Verdão tinha mais chances de aproveitar a irregularidade rival.

Falta futebol. De Fábio, que falhou nos dois gols, a Henrique.

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BLOG DO MARCELO BECHLER ❘ RÁDIO GLOBO

• O Palmeiras paga o preço por Gareca

São nove jogos sem vencer. Dois pontos conquistados nos últimos 27 disputados. A seca do Palmeiras começou antes da chegada de Ricardo Gareca. Com o argentino são seis partidas no Brasileiro, com um empate e cinco derrotas. Por mais que o início seja o pior possível, é preciso insistir no argentino. O Palmeiras está, neste momento, pagando o preço da aposta que fez.

Gareca precisa de tempo não apenas porque é estrangeiro e mereça mais crédito que os técnicos daqui. Mas o que o clube fez desde o fim da Copa do Mundo é uma verdadeira revolução. Além do treinador chegaram Tobio, Mouche, Allione, Cristaldo e Victor Luís foi alçado da base. Meio time do Palmeiras nunca havia jogado uma partida sequer do Brasileiro antes de julho. Não bastasse isso, Valdivia, o melhor do time, saiu, voltou e jogou 15 minutos até se machucar.

Quando o campeonato começou, o Palmeiras tinha Prass, Valdivia e Allan Kardec. Hoje tem meio time que não está minimamente acostumado com a competição e não conta com os três pilares da equipe (Prass retornará talvez ainda no fim de agosto).

Com três clássicos em um mês e o líder do campeonato nessa sequência, exigir resultados imediatos era muito difícil. No último jogo, Fabio praticamente deu um gol para o São Paulo e Henrique perdeu a chance de vencer já sem goleiro e um minuto antes do gol de Allan Kardec. Falta qualidade a um time que não é desorganizado dentro de campo.

A não ser que não tenha ideia do que esteja fazendo, a diretoria do Palmeiras deve saber que está pagando o preço por apostar alto. O momento de grandes mudanças como um técnico e mais quatro estrangeiros é dezembro para que se tenha um longo estadual para adaptação e formação do time.

A sequência de seis primeiros no Paulista de 2014, por exemplo, tinha Linense, Comercial, Atlético Sorocaba, Penapolense, São Paulo e XV de Piracicaba. Infinitamente mais tranquila que Santos, Cruzeiro, Corinthians, Bahia, Atlético-MG e São Paulo.

Gareca já fala como um técnico extremamente pressionado. Fala em seus limites e que seu crédito está perto do fim. Os resultados são fundamentais para dar tranquilidade para se trabalhar e, se eles não vêm, cabe à diretoria entender que se fosse para conseguir vitórias a qualquer custo, qualquer técnico brasileiro poderia ser contratado.

Desistir do treinador – ou permitir que ele desista – fará o Palmeiras dar passos atrás. Mostraria que o clube não sabe a hora de reformular e reconstruir o time e não tem convicção no que faz. E ainda geraria uma péssima herança, depois de contratar quatro argentinos indicados por Gareca.

O Palmeiras precisa pagar este preço. O momento de contratar um técnico e quatro jogadores que nunca jogaram uma partida de Brasileiro era em janeiro e não em julho. Gareca é bom e tem condições de fazer o time subir de rendimento e ficar na primeira divisão sem muitos sustos. É esperar e torcer.

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BLOG DO LUCIANO BORGES ❘ TERRA

• Novo problema com Valdívia vira mistério para jogo contra Sport

O novo mistério de Valdívia: aos 14 minutos do clássico entre Palmeiras e São Paulo, o meia chileno colocou a mão na coxa direita, depois no rosto, e caiu. Saiu de campo reclamando de tontura e falta de ar. Depois da partida – e da vitória tricolor por 2 a 1 – o jogador foi ao hospital com o médico Otávio Vilhena para exames de imagem.

Ficou constatada uma pequena fratura no nariz que, na teoria, poderia ter causado a tontura por falta de ar.

Aí começa o mistério. Para começar, ele poderia respirar pela boca. Mais: no treino da última quarta-feira de manhã, Valdívia teve o nariz atingido em um encontrão com o volante Wesley. Não houve sangramento nem desvio. Ele foi examinado e voltou a treinar.

Valdívia ainda participou do coletivo da quinta-feira, que durou uma hora e mais. Trabalhou na sexta-feira e no sábado. Não apresentou nenhuma limitação, muito menos dificuldade de respirar ou tontura.

Segundo médicos consultados pelo Blog do Boleiro, o que Valdívia tem no nariz não o impede de jogar na próxima quarta-feira, quando o time – agora na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro – vai enfrentar o Sport em Recife. Ele deve passar por consulta com um otorrino para saber mais do problema.

Restaria então o gesto de colocar a mão na coxa direita. Valdívia disse que teria sentido uma “pequena câimbra”. Não foi esta a queixa que fez quando estava no vestiário do Pacaembu e foi examinado no vestiário.

Nesta segunda-feira, esta história ainda vai dar o que falar.

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BLOG DO MAURO BETING ❘ LANCENET

• Pessoalmente correto

Ele foi contratado por empréstimo para atuar por um time sem ídolos e sem muitas perspectivas na temporada centenária.

Clube que ficou ainda mais pobre e perdido ao perder por pouco (que de fato era muito) o camisa 14 para o rival. Número 14 por ser o ano do centenário sem título, time, dinheiro e futuro próximo.

Centroavante que fez o gol da vitória contra o ex-clube no final do primeiro jogo contra ele.

Profissional que tinha todas as razões e emoções para deitar sobre o ex-patrão e nas glórias da vitória. Deitar falação em um meio onde mais se tem falado que feito.

Pessoa que foi íntegra, sincera, correta e respeitosa em todas as manifestações. Inclusive ao celebrar o gol contra o ex-clube. Sem escárnio. Sem polêmica. Sem mimimi. Sem minimizar. Sem maximizar. Sem beijar escudo. Sem dar banana. Sem hipocrisia.

Foi profissional. Foi pessoa. Mais que pessoal e passional.

Sei que teve gente que não gostou. Quem quisesse sangue. A imprensa, mesmo. Teve gente que queria manchete. Circo em chamas. Instagram instilando veneno. Facínoras de facebook. Tiroteios nos tuítes.

Mas, não. Kardec foi correto. Bagunçou o coreto de quem quer sangue. Foi a pessoa equilibrada que é em um mundo que adora desequilibrados.

Esvaziou a polêmica. Trocou de canal. Miou os pageviews. Micou quizombas.

Precisamos mais não de jogadores como ele no futebol. Já temos muitos. Precisamos mais de pessoas como ele. São poucas.

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BLOG DO RODRIGO MATTOS ❘ UOL ESPORTE

• Derrota palmeirense no clássico vai para a conta de Paulo Nobre

Eram 42min do segundo tempo quando Leandro, livre, chutou para a defesa de Rogério Ceni. O rebote sobrou para Henrique, sem marcação: ele tropeçou e sequer concluiu a bola no gol. Eram 43min quando Alan Kardec, marcado, subiu para acertar uma cabeçada no canto e decidir o clássico para o São Paulo.

Foi a opção de economia do presidente palmeirense Paulo Nobre que fez o Palmeiras trocar Alan Kardec por Henrique no comando de ataque do seu time. Respeitar as contas do clube, diga-se, é uma atitude louvável no futebol brasileiro. O problema é que, depois de perder Kardec, a diretoria já contratou um monte de jogadores, tem gasto mais do que arrecada, e acumula quase R$ 100 milhões de dívida com o seu presidente.

Em campo, paga a conta por seus erros com um jejum de vitórias no Brasileiro com o comando de Ricardo Gareca, que sai do jogo ainda mais questionado do que entrou.

Sob o ponto de vista técnico, o jogo foi horrendo no primeiro tempo. Algo parecido com o que ocorreu em outros clássicos paulistas. Foram 10 gols em cinco partidas, média de 2 por jogo.

De início, o Palmeiras tinha melhor movimentação e toques bem pensados saindo dos pés de Valdivia. Só que não durou muito tempo.

O meia chileno colocou a mão na coxa, na cara, reclamou de ter o olho atingido, e saiu alegando tonturas. Ninguém entendeu nada, nem o jogador. O saldo final foi que a equipe alviverde ficou sem seu principal jogador, e perdeu o rumo.

A questão é que, do outro lado, também havia um time sem ideia, estratégia, ou organização ofensiva. O quarteto Kaká, Ganso, Pato e Alan Kardec nem parecia um quarteto, tal o isolamento de cada um deles.

As defesas desorganizadas, principalmente a palmeirense, aumentaram o número de emoções após o intervalo. O zagueiro Lúcio resolveu demonstrar toda sua raça e abandonou a defesa. Os buracos eram aproveitados por um Kaká mais ligado, que por duas vezes esteve de frente para o goleiro, em uma delas parado por um impedimento mal marcado.

Até que o goleiro Fábio saiu jogando errado e entregou a bola nos pés de Ganso. Ele acordou e, sem marcação, enfiou a bola para Pato deslocar o goleiro e fazer o gol. Era para o São Paulo ter aumentado tal era a zona palestrina.

Um erro do árbitro Péricles Bassols mudou o rumo do jogo. Ele errou ao apitar pênalti para o Palmeiras em bola na mão de Édson Silva. Henrique, desta vez, cobrou bem o pênalti e fez o gol. A partir daí, o time alvinverde passou a dominar e a ter mais chances de gol, e até sua defesa melhorou com Lúcio limitando suas arrancadas.

Aproveitava principalmente espaços nas laterais e a falta de marcação mais dura dos são-paulinos. Faltou, no entanto, precisão para concluir as jogadas, em um time claramente afetado pela má fase e refém de só um jogador talentoso, que quase não joga. Sem jogar bem, o São Paulo achou o seu gol na bola na cabeça de Alan Kardec. Uma lição para o presidente palmeirense.

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BLOG DO ROBSON MORELLI ❘ ESTADÃO ONLINE

• Trocar Ricardo Gareca nesse momento seria um erro da diretoria do Palmeiras

Na Rádio Estadão domingo, em conversa com o amigo e âncora Weber Lima, disse que Ricardo Gareca precisava de tempo para ajeitar o Palmeiras. De mais tempo. Disse isso antes da derrota por 2 a 1 para o São Paulo deste domingo. E continuo entendendo que o Palmeiras joga melhor a cada apresentação, com altos e baixos como qualuer equipe do Brasileiro há mais tempo junta. A segunda etapa, por exemplo, foi toda do Palmeiras, com erros e acertos, mas com a bola nos pés.

Chegaremos no resultado de 2 a 1 e no gol de Alan Kerdec, mas antes disso é preciso dizer que o time de Gareca não jogou mal, não deixou de correr, lutou até o fim, quando Kardec entrou em cena.

A cabeçada para dar ao São Paulo a vitória foi digna de um atacante de área, bom de bola, por cima e por baixo, como tem de ser um camisa 9. Esse camisa 9 é que falta ao Palmeiras. Um cara de área capaz de empurrar a bola para dentro da rede. Se for habilidoso, ótimo, melhor. Se não for, que seja então um cara para empurrar a bola de qualquer jeito, no melhor estilo Serginho Chulapa – e Serginho foi um grande atacante.

Cristaldo, o mais novo argentino do clube, entrou com vontade no segundo tempo, depois de alguns dias treinando no Palmeiras. Deu para perceber que ele, embora use a 9, é mais um jogador de ciscar pelas beiradas do campo, com raça e velocidade. Mas não é um cara de área. Esse jogador deveria ser Leandro, mas sua fase é igual à do clube: ruim.

A fase é tão pesada que a bola de Kardec, praticamente a única no segundo tempo com perigo do São Paulo, foi defendida pelo goleiro Fábio antes de bater na trave e nas suas costas para morrer no gol. Achei que o goleiro não foi bem na bola, demorou para pular nela. O mesmo Fábio que havia falhado no gol do São Paulo. Falhas que definiram o resultado.

Mas não dá para o torcedor do Palmeiras dizer que o time não procurou o gol e fez frente a um adversário bem mais forte, com melhor elenco e mais bem entrosado do que ele. Por isso ainda defendo que seria um erro trocar de técnico nesse momento. O Palmeiras, e todos devem saber disso, não vai ganhar nada neste ano, e joga para montar esse time e escapar com ele do rebaixamento.

Infelizmente para o torcedor do clube, tudo isso acontece no ano do Centenário. Paciência. Técnico nenhum faz um trabalho em três meses. E jogar apenas para ganhar e perder, sem deixar um legado ou se estruturar para as próximas temporadas, é cair na vala comum da maioria dos técnicos brasileiros. Gareca não é pior que outros técnicos que o Palmeiras poderia contratar. E leva vantagem de já estar no clube um tempinho. Qualquer outro começaria do zero.

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BLOG DO JORGE NICOLA ❘ IG

• Clássico paulista teve 15.733 ingressos encalhados

Gol de Alan Kardec em cima do antigo clube, contusão misteriosa de Valdivia, retorno de Kaká ao Pacaembu, Gareca admitindo que pode deixar o Verdão… Apesar de todos esses ingredientes, o clássico entre Palmeiras e São Paulo contou com apenas 20.267 pagantes.

A diretoria alviverde havia colocado 36 mil ingressos à venda e teve de se conformar com o encalhe de 15.733 bilhetes. Foi o pior público entre os paulistas neste Campeonato Brasileiro excluindo os dois jogos na Vila Belmiro, com Santos x Palmeiras e Santos x Corinthians.

A renda bruta da vitória são-paulina por 2 a 1 sobre os palmeirenses foi de R$ 822.057,50. A receita líquida, que deve ficar pouco superior a R$ 500 mil, irá para os cofres do Verdão, clube mandante no clássico.

• Mudança de quadro

O presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, contrariou um velho hábito de seu antecessor, Juvenal Juvêncio, que só assistia aos jogos do time no Pacaembu do vestiário. Aidar foi para um camarote reservado pelo Palmeiras e contou com a companhia de Ataíde Gil Guerreiro, vice de futebol.

Já os outros diretores e integrantes do estafe tricolor ficaram nas cadeiras amarelas, reservadas na teoria para torcedores palmeirenses. Como o local estava praticamente vazio, eles puderam até comemorar o gol de Kardec, marcado nos minutos finais, e que garantiu o triunfo por 2 a 1.

Por falar em Alan Kardec, ele foi vaiado pela torcida palmeirense toda vez que tocou na bola. Ainda assim, o atacante pareceu de bem com os antigos companheiros. Antes de o jogo começar, ele foi cumprimentado por vários rivais.

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COLUNA DO ANTERO GRECO ❘ O ESTADO DE S.PAULO

• Fora do prumo

Que situação de porca miseria a do Palmeiras. Empatava com o São Paulo no sufoco e com pênalti mandrake. Já no fim, desperdiçou duas chances consecutivas pra virada, na mesma arrancada e num ataque que começou com impedimento. Na sequência, Alan Kardec, o ex que pulou o muro, deu uma testada que pegou na trave, bateu nas costas de Fábio e entrou. Gol em cima da hora, sem tempo para a reação. Nona derrota verde em 15 rodadas, 14 pontos e na zona de rebaixamento. Retrospecto de candidato firme para a Série B.

Os 2 a 1 para o São Paulo doeram na pele dos palestrinos – ainda que esteja curtida de tanto flagelo, aí incluídas duas imersões na Segundona nos anos 2000. Talvez esperassem tropeço no Pacaembu, porque a fase anda ruim de lascar. (O empate servia como consolo, vá lá.) Mas levar gol de centroavante que até meses atrás era a esperança de salvação da lavoura verga o ânimo de qualquer um, fere, humilha. Espezinha tanto quanto a política infeliz e suicida que há décadas mina o clube.

A subida de Kardec, com marcação frouxa, como fosse um treino – ou jogada anulada –, carrega ironia brava que vou te contar. A cena resume o Palmeiras, não apenas de Paulo Nobre, mas também a de antecessores: economia e acertos no varejo, gastos equivocados e erros no atacado. Um clube que se livra de Barcos e do próprio Kardec, sob a alegação de contenção de custos, e aposta em Leandro e Valdivia, por exemplo, com retorno ridículo para investimento alto. Difícil de engolir a lógica embutida nesse modo de agir.

O Palmeiras outra vez virou um bando de jogadores a ciscar pra lá e pra cá, em tentativas desesperadas e individuais para resolver situação de risco. E, o que é pior, sem tranquilidade e/ou qualidade para tal. O elenco não tem um craque, não conta com um goleador, não possui talentos com carisma, poucos são os jovens promissores, parca a serventia dos mais experientes. E a toda semana desembarca no Palestra Itália alguma nova esperança…

Enfim, é um nada. Sob o comando de um técnico cada vez mais assustado com o tamanho da encrenca em que se meteu. Ricardo Gareca, coitado, imaginou que dirigir o Palmeiras equivaleria a sentar no banco do Velez, com a pressão costumeira da função.

Em vez disso, caiu num caldeirão, num fogo fervente de uma agremiação com tradição e torcida formidáveis, mas que vive o dilema de não saber mais como ser grande. O Palmeiras perdeu a identidade – e não adianta vir com papo furado de campeão do mundo em 1951!

Eventual terceira queda é pra jogar a pá de cal e se contentar com o papel de figurante, cuidar da bocha, da malha e dos Periquitos em Revista. E das discussões de aliados do califa, do pescador, da harmônica ou da nobreza. Um monte de grupelhos que olham pro umbigo, vivem do passado e deixam passar o trem da história. A torcida que se lasque e aguente o tranco. Para ela, os modelitos de camisa lançados a todo momento. É o que resta: camisa.

O embaraço fica maior com o fato de que o São Paulo não teve atuação impecável. No primeiro tempo, enredou-se na postura do rival, com jogada bem elaborada aqui ou ali pelo quarteto Kaká, Ganso, Pato, Kardec. A turma de Muricy emitia sinais tímidos de que entrava nos eixos, depois da eliminação na Copa do Brasil diante do Bragantino. O Palmeiras no trivial habitual e com Valdivia, na enésima volta e, claro, na enésima contusão: ficou no gramado, 16 minutos e alguns quebrados.

O nó começou a desfazer-se na segunda parte, com bola mal reposta por Fábio, bem roubada pelo São Paulo e que foi parar nos pés de Pato para abrir a vantagem. O mérito palmeirense foi o de correr, o prêmio veio com a ajuda da arbitragem, na forma de pênalti mal marcado e de impedimentos inexistentes no ataque tricolor – ao menos dois.

O desfecho veio com a cabeçada de Kardec, um dos poucos destaques de um clássico (outro) sem brilho. Allione teve lampejos de criatividade no Palmeiras. Muito pouco.

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COLUNA DO PAULO VINÍCIUS COELHO ❘ FOLHA DE S.PAULO

• Infeliz aniversário

Você pode achar absurdo o Palmeiras ser melhor com Valdivia do que sem ele. Mas é impossível lutar contra os fatos. Nos primeiros 15 minutos, o time de Ricardo Gareca intimidou muito mais o São Paulo do que na sequência à substituição do meia chileno. Não foi igual nem quando o Palmeiras foi superior ao rival, depois do gol de empate, pênalti cobrado por Henrique.

É absurdo mesmo melhorar quando Valdivia está em campo!

Só que melhora!

O meia chileno não jogava pelo Palmeiras desde o dia 10 de maio, estreia do técnico-interino Alberto Valentim, que escalou cinco posições diferentes de Gareca, ontem.

Um time não pode mudar tanto entre a saída e o retorno de seu improvável ídolo.

Em três meses, mudou!

Todas as observações sobre a falta de talento do Palmeiras ficam comprometidas pela absoluta falta de continuidade. Não existe um Palmeiras. Há cinco ou seis nos últimos sete meses. E porque não existe sequência, todas essas equipes são ruins, não necessariamente por ausência de bons jogadores.

Ontem, o São Paulo não foi bem. Kaká jogou isolado demais e desapareceu no lado esquerdo. Pato apenas se serviu das chances oferecidas pelos zagueiros palmeirenses e de um passe de Ganso. Em seu pior momento na partida, correndo o risco da derrota, o

Tricolor teve o cruzamento de Álvaro Pereira e a cabeçada perfeita de Alan Kardec.

Venceu!

Não há nada melhor do que ganhar do rival com gol do ex-ídolo dele. E não existe nada pior do que perder graças a gol de quem era o melhor do seu time cinco meses atrás.

Neste caso, bem feito!

O caso de Kardec foi uma questão de ambição do São Paulo e da falta dela no Palmeiras.

Time grande não pode perder jogadores importantes para clubes rivais. O Palmeiras perdeu.

A vitória diminui a insegurança são-paulina, mas não a dúvida se pode ou não se juntar a Cruzeiro e Inter, os que disputam o título agora.

Para o Palmeiras é muito pior. A oito dias de seu centenário, o clube está na fronteira, sem definir se vai se juntar aos gigantes em mais alguns anos ou se apequenar de vez. Se formatará uma desejável tríplice aliança com W. Torre e Allianz para montar um bom time ou se será rebaixado e se conformará com a rotina de time-elevador, subindo e descendo ano após ano.

Quando ganhou a Copa do Brasil-2012, o vice Roberto Frizzo cometeu a estupidez de dizer que o clube não ganhava um título sozinho –sem Traffic ou Parmalat– desde 1976. Esqueceu que era uma inovação associar-se a bons parceiros. O Palmeiras criou um modelo que deveria reproduzir com Allianz e W. Torre.

Hoje faz 36 anos que Jorge Mendonça marcou contra o XV de Piracicaba no título de 1976. Ano sim, ano não, o Palmeiras era campeão –e o Brasileirão ampliava a rotina.

Ninguém vai dizer feliz aniversário.

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88 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 18-08-2014: NOTA OFICIAL: OBRIGADO PRESIDENTE!!! ❘ BLOG DO ALEX MÜLLER”

Cem milhões não é muito dinheiro a ser pago não? Ainda mais o PMole deixando o time na draga que está. Quantos anos vamos levar pra pagar isso? Seria PN o novo Contursi a mandar por mais 20 anos no Palmeiras, justamente por ser refém da dívida? Se o cara tivesse investido e já vislumbrássemos um horizonte melhor, vá lá, mas do jeito que está, vamos ter que vender a Arena pra pagar o moço.

Victor, desculpe se me interpretou mal…. é que no outro post que comentei, o amigo Harley fez o mesmo tipo de comentário, perguntando se eu era o Mustafa… depois de toda discussão, ele me pediu desculpas, e disse que estava apenas descontraindo. a risada não foi minha intenção de tirar sarro. Abraços!

Caro Palmeirense Harley, li a entrevista do Belluzzo, e ele nos deixou bem claro o que rola no Palmeiras. E pra mim, não e’ novidade, pois, vivi aquilo de perto e sei o tamanho da desgraça. Mas, a resposta do Belluzzo a respeito do imbróglio das cadeiras, confesso que não entendi, e achei a resposta dele muito vaga. O que vc entendeu e acha a respeito?

Aldo, desculpe a intromissão, mas pelo que entendi é que a Wtorre tem de fato, o direito de comercializar todas as cadeiras, e o Palmeiras ficaria com a receita liquida. nao entendi o lance que ele fala de receita e lucro.. o proprio Beluzzo menciona, se vc colocou 100% de grana pra levantar o estadio, entao nada mais justo de comercializa-los. cita tb que isso está na escritura.. nao entendi direito tb.. bom, eu acho mais do que certo isso…o que o PNobre possa estar brigando, seja pelos valores que poderiam ser cobrados. mto alto ou baixo.. ai ele tenta achar alguma brecha no contrato ..o q vc achou tb ?

Então, Leandro, o problema esta’ justamente aí… nas interpretações das duas partes. Caso a Wtorre esteja certa, o Nobre esta’ fazendo o certo em relação os preços dos ingressos, pois, teremos os valores de arquibancadas (60 reais) nas referidas cadeiras a partir de 2015. Na verdade, poderá ser até vantajoso, face aos times de serie-B que os patetas carcamanos montam a cada ano, que sempre briga pra não cair, e que esta’ afastando cada vez mais os palmeirenses dos jogos. Mas, o contrato redigido esta’ muito dúbio mesmo…e não e’ a toa que esta’ na arbitragem. Veremos o final desse imbróglio. Abraços!!!

Pensei que pudéssemos faturar ao menos, 1 pontinho amanhã, mas…depois que vi que o Gareca escalou o ameba, mau caráter do Wesley e a porcaria do Henrique… esqueçam!!! O Gareca tem que bater de frente com essa panelinha organizada pelo Wesley, Leandro, Henrique e Bruno César. Pois, eles querem derrubar o técnico. Saquem esses amebas mau caráter e escale os argentinos. Mas, coloque o Diogo e Cristaldo no ataque, entre com 2 volantes marcadores e adiante o Allione pra jogar mais no meio. E Criscio…essas moderaçoes o tempo todo enche o saco.

Simplesmente depois que eu vir a entrevista do Belluzzo, prefiro (por falta de opção) o Pescarmona do que o Paulo Nobre, o menino mimado do Mustafá!!!

Tenho uma visão mais pessimista das palavras do Belluzzo (que alias, teve uma gestão bem medíocre). O nosso problema não é só a figura do presidente. A política corrói tudo de dentro pra fora, esse sistema político impede que qualquer tentativa de mudança seja feita. Seja Nobre, Pescarmona, Frizzo, Perin…… duvido que a situação fosse tão diferente assim, poderíamos talvez não estar no Z4, mas os reais problemas continuariam todos lá, intocáveis.

Ele só não disse o nome das amarras, mas enquanto ele viver, enquanto o candidato tiver que fazer aliança com “ele” para se eleger, vai ser essa porcaria sem fim.

fabio e meia boca, não da pra evoluir muito, melhor que o bruno sim, mais eu tentaria contratar mais um goleiro.Felipe soneca, não pode mais jogar pelo palmeiras, o bernardo bêbado e de bengala e mto mais perigoso, bruno gordo tbm e muito melhor, ate mendieta e Patrick, o gareca esta vacilando ou esta escutando muito o Valentim que escutava muito o gk, tem o Paulinho jogador do londrina que joga pela direita , tem jogadores na serie b, so espero que nobre não gaanhe mais, pescarmosa e menos ruim eu acho?mas e o que tem pra hoje, quando inaugurar o estádio vamos melhorar não iremos cair , certeza, Cristaldo e bom jogador , allione e bom tbm,
mouche e Leandro precisam serem vendidos urgente, e contratar o Tyson sei la.gabriel jesus sub 17 tem que jogar e melhor que mouche e Leandro, e Gabriel mosquito precisa ser testado tbm, temos o cristhofher da base joga bem tbm, e chuta bem fora da area

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