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Verdão na Mídia

VERDÃO NA MÍDIA 02-09-2014: Em período eleitoral no clube, Nobre afasta sua imagem de Brunoro ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Em período eleitoral no clube, Nobre afasta sua imagem de Brunoro

Por William Correia

Em meio à crise que deixa o time à beira da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, Paulo Nobre afastou-se do primeiro que elegeu como aliado ao assumir a presidência do Palmeiras. Para ter mais chances de reeleição no pleito de novembro, o mandatário não é mais visto ao lado do diretor executivo José Carlos Brunoro.

Nobre usou Brunoro como atrativo para votos em janeiro do ano passado e lhe deu uma camisa 10 com seu nome já na primeira semana de mandato ao apresentá-lo. Agora, de acordo com informações no clube, teme parecer que assumiu algum erro se demiti-lo e, ao mesmo tempo, está ciente do peso negativo de mantê-lo ao seu lado como ocorreu até o primeiro semestre deste ano.

A solução foi se afastar. Há uma semana, na festa oficial do centenário, foi impossível ver Nobre e Brunoro juntos. Muitos só perceberam que o sempre sorridente diretor estava presente quando sua imagem apareceu no telão. Na prática, pressionado por conselheiros que foram seus aliados nas eleições de janeiro de 2013, o presidente usou uma rara reformulação de seu planejamento para deixar Brunoro ainda mais longe.

Nobre dispensou Marcelo Giannubilo, diretor de marketing que conseguiu pouco mais do que alavancar o plano de sócio-torcedor em quase um ano e meio no cargo, e usa a colocação de Brunoro no departamento como explicação para o sumiço do diretor executivo. Antes principal conselheiro do presidente, Brunoro perde cada vez mais espaço para o vice-presidente Maurício Galiotte.

Os rumores são de que Brunoro já teria demitido Ricardo Gareca há semanas, mas Nobre ouviu Galiotte, também responsável pela fracassada negociação com Ronaldinho Gaúcho. É a alternativa do presidente para ser reeleito em novembro, aparecendo rapidamente ao lado de Brunoro apenas na homenagem que ambos receberam pelo centenário palmeirense na Câmara Municipal de São Paulo, no dia 25.

Os dois só andam afinados no discurso. “Não me sinto desprestigiado. Há algum tempo não tenho participado de algumas coisas do futebol. Combinamos que eu teria de partir para outras coisas, sou diretor de todas as áreas. Acumulei o marketing e é humanamente impossível cuidar de tudo. Foi uma situação combinada, e não de desprestígio”, falou Brunoro.

“Com a saída do Marcelo Gianubillo, pedi que o Brunoro se encarregasse do marketing e reestruturasse o departamento da maneira que quero, e isso dá um baita trabalho. Ele ainda nos ajuda muito no futebol, mas tem outra função que pedi para se dedicar no Palmeiras”, explicou Nobre, que raramente assume qualquer erro e ainda tenta se mostrar à prova de pressão, mesmo com o claro afastamento de Brunoro.

“A pressão no Palmeiras é uma constante, tanto que, quando fui eleito, disse que a pressão sobre mim já começaria no dia seguinte. Mas essa diretoria não trabalha sob pressão. Tomamos as atitudes que achamos corretas e que são as melhores para o Palmeiras, são consenso de quem está no futebol do clube”, argumentou o presidente.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Palmeiras faz reunião com Dorival Júnior em São Paulo

Por Thiago Ferri

Dorival Júnior e seu empresário estão reunidos com o Palmeiras neste momento, e o técnico pode acertar ainda nesta terça-feira com o clube. Depois da demissão de Ricardo Gareca, o ex-jogador alviverde foi contatado, e chegou de Florianópolis (SC) no fim da noite de segunda na capital paulista. Ele é o principal candidato para assumir a equipe.

A negociação depende basicamente de acerto nas bases contratuais e de salário, pois a metodologia de trabalho o Verdão já conhece. Quando demitiu Gilson Kleina, em maio, o Palmeiras entrevistou Dorival, e gostou do que soube do técnico, tanto que na lista dos comandantes analisados, ficou atrás apenas de Gareca, que não durou nem três meses no cargo, e saiu com um retrospecto de quatro vitórias, um empate e oito derrotas.

Na segunda, ao falar os motivos para mandar o argentino embora, o presidente Paulo Nobre avisou que não tinha pressa para escolher um novo treinador, mas explicou que buscava uma pessoa “trabalhadora e com identificação” com o clube. Aos 52 anos, Dorival é sobrinho do ídolo Dudu, volante das duas Academias de Futebol, e também ex-técnico palmeirense.

Durante a reunião no Conselho Deliberativo, o nome do treinador já era visto por conselheiros como a “tendência” para assumir a equipe. Seu último trabalho foi no fim do ano passado, quando comandou o Fluminense, e não evitou a queda, no campo, do time carioca à Série B. No Superior Tribunal de Justiça Desportiva, porém, houve a punição à Portuguesa, que salvou o Tricolor.

Por enquanto, Alberto Valentim é o interino. Ele comandou o treino de segunda, e é quem está previsto para comandar a equipe na quinta-feira, contra o Atlético-MG, pela Copa do Brasil.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Gareca deixa “legado argentino” para novo técnico do Palmeiras

Por Felipe Zito e Marcelo Hazan

Ricardo Gareca saiu do Palmeiras, mas o sotaque “hermano” seguirá forte no clube. Demitido junto com Néstor Bonillo (preparador físico) e Sergio Santín (auxiliar), o ex-técnico alviverde deixou de legado para o novo comandante o quarteto argentino Tobio, Allione, Mouche e Cristaldo, todos contratados por sua indicação. Favorito ao cargo, Dorival Junior, que tem reunião com a diretoria na manhã desta terça-feira, deve herdar os atletas estrangeiros.

Na derrota por 1 a 0 para o Internacional, sábado, no Pacaembu, Allione, Mouche e Cristaldo foram titulares no último jogo de Gareca pelo Verdão. Suspenso, o zagueiro Tobio foi o único a ficar fora. No geral, Mouche foi o argentino com mais oportunidades sob o comando do antigo treinador: 11 partidas e um gol. O segundo é Tobio, com oito apresentações e um gol, seguido por Allione (sete jogos) e Cristaldo (quatro atuações), reforço mais recente.

Contratado como camisa 9 do Palmeiras, Cristaldo, de 25 anos, assinou por quatro anos. O zagueiro Tobio, de 24 anos, fechou acordo por cinco temporadas, mesmo período do vínculo do meia Allione, de 19 anos. Por fim, o também atacante Mouche, de 26 anos, acertou até junho de 2019 com o Verdão.

– Não há argentinos, chilenos, paraguaios… são jogadores do Palmeiras. Todos os jogadores indicados pelo Gareca foram aprovados pelo Palmeiras. Ele dizia: “Vocês fazem contrato com jogadores de três ou quatro anos, e com treinador um ano só. Então avaliem bem, porque pode ser que no ano que vem não estejamos aqui, e eles continuam”. Então todos foram aprovados, são bons jogadores e contamos com todos eles – disse o presidente Paulo Nobre.

Além do quarteto argentino, o Palmeiras ainda tem os estrangeiros Victorino, Eguren (uruguaios), Mendieta (paraguaio) e Valdivia (chileno). O interino Alberto Valentim, que treinou o Verdão na transição de Gilson Kleina para Gareca, em maio, não chegou a trabalhar com os argentinos como treinador. Agora, ele deve ter a oportunidade até o possível acerto com Dorival.

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NOTICIÁRIO ❘ ESPN BRASIL

• Demissão de Gareca deixa 4 argentinos órfãos no Palmeiras

O técnico Ricardo Gareca, dispensado nesta segunda-feira pela diretoria do Palmeiras, não foi o único argentino transferido para o clube paulista nos últimos dois meses, período durante o qual o treinador esteve no cargo. Além do treinador, chegaram à Academia de Futebol outros quatro atletas da Argentina que a partir de agora ficarão ‘órfãos’ daquele que indicou suas contratações.

O zagueiro Tobio, 24 anos, o volante Allione, 19, e os atacantes Mouche, 26 e Cristaldo, 25, foram levados ao Palmeiras de forma definitiva e com contratos longos, os três primeiros por cinco anos e o último, por quatro. Com exceção de Mouche, todos os demais trabalharam com Gareca anteriormente no Vélez Sarsfield, fator decisivo para que eles escolhessem se mudar para o futebol brasileiro.

“O chamado dele – Gareca – influenciou pelo conhecimento que tenho dele. Gosto da ideia de trabalhar e ser protagonista onde jogamos. Gostei muito a ideia de vir a um grande. É um técnico que sempre luta por campeonatos”, disse Tobio ao ser apresentado.

“Eu trabalhei dois anos com o Ricardo e me surpreende sempre a capacidade dele em tratar com os jogadores. No Vélez, ele ganhou tudo. O time que formamos aqui é novo e ele precisa de tempo”, pediu no momento de sua chegada Cristaldo.

Tobio foi contratado de forma gratuita ao final do contrato com o Vélez, mas cerca de R$ 22,7 milhões foram investidos pelo Palmeiras com os outros ‘hermanos’, R$ 6 mi com Allione, R$ 7,7 mi em Cristaldo e R$ 9 mi com Mouche.

Segundo o presidente alviverde, Paulo Nobre, esse dinheiro não foi gasto em vão e os quatro argentinos ainda serão úteis.

“Não tem jogadores argentinos e brasileiros, chilenos ou paraguaios: são jogadores do Palmeiras. Todos jogadores indicados pela comissão técnica foram aprovados pela diretoria. O Gareca mesmo dizia, ‘vocês fazem contratos de três, quatro anos e com a comissão técnica é de um ano só, avaliem muito bem porque pode ser que ano que vem a gente não esteja mais’. Todos jogadores foram avaliados e bem avaliados, contamos com eles e vão continuar no elenco.”

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NOTICIÁRIO ❘ BAND ESPORTE

• Belluzzo confirma Dorival Júnior no Palmeiras

O Palmeiras já definiu o seu novo treinador para substituir Ricardo Gareca, que deixou o clube nesta segunda-feira. Pelo menos é o que afirmou o ex-presidente alviverde Luiz Gonzaga Belluzzo, em entrevista ao Esporte em Debate, da Rádio Bandeirantes, nesta segunda.

“Não sei se vocês sabem, mas é o Dorival Júnior [o novo técnico do Palmeiras]”, disse o ex-mandatário, ao ser questionado sobre quem seria o novo treinador.

Belluzzo aproveitou ainda para ‘cornetar’ o futuro comandante e, ao mesmo tempo, elogiá-lo.

“O Dorival, na verdade, caiu duas vezes (em referência ao último ano, quando o treinador comandou Vasco e Fluminense, ambos rebaixados, mas o Flu acabou permanecendo). O conheço como jogador. É um sujeito sério, inclusive jogou no Palmeiras. Ele tem a alma verde. Isso é bom”, afirmou.

Por fim, o ex-dirigente considerou como ‘terrível’ um novo rebaixamento, mas acredita na permanência do clube na Série A.

“Um rebaixamento seria terrível. Não quero nem pensar nessa hipótese, mas analisando o Campeonato Brasileiro, alguns clubes são tecnicamente inferiores ao Palmeiras. Então, com um pouco de esforço e cabeça fria, acredito que o Palmeiras não irá decepcionar”, concluiu.

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NOTICIÁRIO ❘ BAND SPORTS

• As coisas mudam para ficarem iguais no Verdão

Por Fábio Piperno

O técnico Ricardo Gareca até poderia ser o nome certo. Mas estava no momento errado. Vencedor em seu país, seria um bom nome para liderar um projeto de reconstrução de longo prazo. Só que jamais poderia ser escalado como o bombeiro da solução urgente. Cercado por um incêndio que vai consumindo a grandeza de um time que já foi dos maiores, o argentino entregou resultados pífios. Com apenas uma vitória em nove jogos no Brasileirão, mereceu a demissão que se anunciava.

A saída do estiloso e educado técnico, que jamais escondeu a intenção de ficar e vencer por aqui, resolve pouco ou quase nada. De imediato, o Palmeiras pode encontrar uma alternativa doméstica que consiga estancar a sangria no Brasileirão do centenário. Um profissional que conheça mais dos times brasileiros que Gareca pode rapidamente atenuar o atual desastre. Para ajudá-lo, a equipe em breve deverá ter os retornos de Fernando Prass e de Valdívia.

O primeiro livrará o torcedor da tortura que é aturar o inseguro e abalado goleiro Fábio. O segundo, mesmo que não passe de um cometa de aparições cada vez mais raras, pode dar ao time um pouco da criatividade que Felipe Menezes e outros jamais serão capazes de oferecer na atual encarnação.

É claro que os mais céticos dirão que não há nada tão ruim que não possa piorar. E, convenhamos, com o nível de dirigentes que o Palmeiras apresentou ao mercado e ao torcedor nas últimas décadas é um milagre que tudo não esteja ainda pior.

Nunca é demais lembrar que nos últimos 38 anos o Palmeiras ganhou apenas um título, a Copa do Brasil de 2012, sem a tutela de um parceiro. Primeiro a Parmalat no ciclo virtuoso dos anos 90 e, depois, a Traffic na primeira década do atual milênio. Sem esse apoio, o Palmeiras foi indigente. O menos vencedor entre os grandes do futebol brasileiro.

A ascensão de Paulo Nobre gerou expectativas promissoras que não se confirmaram. A nomeação de José Carlos Brunoro para ser o homem-forte do futebol e do marketing do clube foi uma concessão à nostalgia que os novos tempos não perdoaram. E está custando caro. Das quase 40 contratações, poucas vingaram. E o dirigente não dá um pio sobre a coleção de fracassos, personalizados em Felipe Menezes, Josimar, Diogo, Weldinho, Leandro, Eguren, Mendieta, Vitorino e tantos outros. Sobre eles, só falta o cartola repetir o já consagrado meme do presidenciável Eduardo Jorge: “Eu não tenho nada a ver com isso”.

Para substituir Gareca, o nome desejado é o de Dorival Júnior, que em 2013 falhou no Flamengo, Vasco e Fluminense. Nos dois últimos, foi o timoneiro da rota do rebaixamento. DR não é, obviamente, garantia de sucesso. Mas como bom palmeirense que é, traria como bônus uma dose maior de boa vontade por parte dos velhos caciques do clube. Poderia conseguir a permanência na elite, em troca de mais tempo no emprego. A velha guarda estaria de acordo com o roteiro.

O grupo é avesso às mudanças de verdade e perdeu a ambição por resultados. Quer apenas manter privilégios. Esses anciões tornam real no Palmeiras a famosa reflexão do sobrinho de Don Fabrizio, o decadente aristocrata do monumental romance O Leopardo, obra clássica de Giuseppe Tomasi di Lampedusa. “Para que as coisas permaneçam iguais, é preciso que tudo mude”, vaticinou o personagem.

Semelhanças entre o Palmeiras e Don Fabrizio não são por acaso. Ou mera coincidência.

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BLOG DO JORGE NICOLA ❘ IG

• Presidente do Palmeiras confirma saída de Wesley de graça

“O Wesley já era.” Com esta frase, o presidente Paulo Nobre comunicou os integrantes do COF (Conselho de Orientação Fiscal) do Palmeiras que desistiu da renovação do contrato com o volante, que deixará o Palestra Itália em fevereiro de 2015.

“Eu tentei de tudo. Fiz uma proposta bem próxima daquilo que o Wesley havia pedido, mas o prazo para a resposta venceu e o agente dele não deu qualquer sinal de vida”, explicou Paulo Nobre, durante o último encontro do COF, que serviu para aprovar o balancete de julho.

O presidente ainda admitiu que Wesley já pode ter assinado um pré-contrato com o São Paulo, notícia dada como certa entre as pessoas próximas ao presidente tricolor Carlos Miguel Aidar.

Os cofistas ficaram revoltados com o jogador e sugeriram ao mandatário alviverde que o dispense agora, imaginando a possibilidade de o Tricolor ter de assumir desde já seus altos salários — ele fatura R$ 300 mil por mês no Palestra Itália.

O presidente palmeirense descartou a ideia, alegando que Wesley, apesar de tudo, ainda pode ser útil na briga do Verdão contra o rebaixamento.

Wesley foi contratado em março de 2012 em um dos negócios mais contestados da história do clube. O então presidente Arnaldo Tirone se comprometeu a pagar R$ 21 milhões ao Werder Bremen, em três parcelas. Acabou atrasando a primeira e Paulo Nobre não pagou a segunda.

Desta maneira, o Werder ficou com o dinheiro de Antenor Angeloni, presidente do Criciúma, que havia sido o fiador da transação. Revoltado com a inadimplência alviverde, o empresário foi à Justiça e conseguiu bloquear as cotas de TV do clube neste ano.

Resposta geral

A demissão de Gareca teve cunho político. Paulo Nobre o dispensou horas antes de pedir ao Conselho Deliberativo a aprovação da devolução dos R$ 120 milhões emprestados por ele em 15 anos. Gareca andava com o filme bem queimado entre os conselheiros.

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BLOG DO RENATO MAURÍCIO PRADO ❘ O GLOBO ONLINE

• Lamentável retrocesso

Foi uma pena o fracasso do Ricardo Gareca no Palmeiras. O insucesso do ex-treinador, campeão argentino pelo Velez Sarsfield, certamente, desestimulará o interesse de outros clubes brasileiros em contratar técnicos estrangeiros, o que impedirá um intercâmbio que seria extremamente saudável para o nosso futebol, que anda tão estagnado em todos os sentidos.

É até compreensível que os dirigentes do Palmeiras, diante da melancólica campanha, justamente no ano do centenário, tenham jogado a toalha. Me parece que o maior erro de Gareca foi querer encher o time de jogadores do seu país, criando praticamente uma legião argentina no elenco palmeirense. Não sei se os brasileiros chegaram ao ponto de boicotá-lo, mas aposto que o ambiente no Verdão não era de extrema leveza.

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BLOG DO ANTERO GRECO ❘ ESTADÃO ONLINE

• Palmeiras, um brinquedo descartável

O Palmeiras e quem está no futebol dele parecem brinquedos de criança mimada. Na hora em que recebe a novidade, vira, revira, mexe como bem entende. Quando se cansa, encosta, quebra, troca. Enfim, muda de o foco do interesse e parte para outra distração.
A direção atual chegou á conclusão, nos primeiros meses do ano, que não era mais o momento de Gilson Kleina. Já havia tentado rifar o treinador no final da temporada de 2013. Fuçou aqui e ali, não encontrou alternativa e ficou com ele mesmo, até com proposta de redução de salário. Gilson topou e caiu depois do Paulistão.

Daí, passa um tempo e se tira da manga Ricardo Gareca. O nome do argentino apareceu como o adequado para o time pelo retrospecto no Velez Sarsfield. Além disso, era tentativa de sair do lugar-comum e ver o que aconteceria com um gringo no comando. Muito bem, mas de fato se sabia como trabalha Gareca e o que traria de proposta diferente? Ou foi capricho apenas?

Gareca desembarca, passa 40 dias em preparação com o grupo, durante a disputa do Mundial, indica jogadores argentinos. Alguns chegam, outros ficam só na sondagem. Volta o Brasileiro, os resultados não aparecem, a equipe despenca no Brasileiro, está perto da eliminação na Copa do Brasil e… E a diretoria resolve que chegou ao fim da linha a experiência.

O brinquedo vindo de fora não era tudo aquilo que se imaginava. Então, a saída foi descartá-lo. Mas isso custará dinheiro, o estrago foi feito (a luta contra o rebaixamento será duro, senão inglória), o elenco está recheado de atletas do Mercosul e não se sabe o que será deles, a depender do comandante chamado para apagar incêndio. E há o ônus de quem foi procurá-lo. Ou não é assim que funciona?

Como o calo aperta, fala-se em nome de peso? Tite, por exemplo? Não. Em Dorival Júnior, com currículo modesto, mas, ao que parece, o nome disponível. Parte-se para nova aventura, com três meses e uma semana ainda de calendário futebolístico.

E assim o Palmeiras, que tem diretor disto e daquilo, CEO para o futebol, tem um monte de jogadores, não tem equipe e pode festejar casa nova e centenário na Série B em 2015. Divisão, aliás, da qual vem se tornando frequentador assíduo. Gostou de lá.

Mas os donos do brinquedo perguntaram o que a torcida quer? Pra piorar, a política interna copia a nacional: um candidato menos convincente do que outro. Na base do deus-me-livre.

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BLOG DO FÁBIO SALGUEIRO

• Paulo Nobre tropeça nos números e nas palavras

A postura de Paulo Nobre de gastar dentro da realidade do clube não combina com os 36 jogadores contratados até agora em sua gestão. O presidente dá sinais de estar perdido em meio à crise no clube e depois de tropeçar nas escolhas dos jogadores contratados, agora se enrola também com as palavras: “O Palmeiras não vai cair.”

Essa foi a afirmação do treinador após a demissão do técnico Ricardo Gareca. Sob pressão e encurralado pelos resultados do time no nacional, o presidente deu a cara para bater e fez uma promessa, no mínimo, perigosa para a torcida.

Para tanto, o cartola palmeirense espera que, com a torcida ao lado do time, o Palmeiras consiga pontos que possa se distanciar da zona do rebaixamento. O próximo duelo, diante do Criciúma (dia 10), em casa, Nobre já antecipa que baixará os valores dos ingressos para ter arquibancadas lotadas no Pacaembu. “Com a força da torcida esse time não cai.”

Assim como Nobre, também não creio em mais um rebaixamento do Palmeiras. No entanto, não pela força do elenco formado por Nobre e pelo futebol do time dentro das quatro linhas, mas pela qualidade técnica do atual Brasileirão.

Se o Palmeiras é um time fraco e isso é um fato, existem outros tantos clubes ainda mais fragilizados tecnicamente do que o Alviverde. Por isso a minha certeza de que o Palmeiras vai sofrer, mas deve escapar da degola.

No entanto, o blogueiro achar que o Palmeiras não vai cair é uma coisa, já o presidente vir a público e profetizar que o time não cairá é um risco. Por um lado mostra que Nobre tem convicção do seu trabalho e no time que montou. Mas caso sua promessa não se confirme, o rebaixamento seria um desfecho triste de um mandato desastroso.

O Palmeiras terá pela frente quatro partidas consideradas chaves na busca pela recuperação no Brasileirão: Atlético-PR (fora) Criciúma (casa), Fluminense (fora) e Flamengo (casa). Diante do Furacão, no próximo final de semana, o time deve ter o interino Alberto Valentim como comandante.

Um novo treinador será contratado. Dorival Júnior é o principal nome. Tem identificação com o clube e não conta com rejeição por parte da torcida. Mas seja qual for o novo comandante, o treinador assumirá com a responsabilidade de fazer valer a promessa do presidente para a torcida: “O Palmeiras não vai cair”, garante Nobre. Será?

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COLUNA DO PAULO VINÍCIUS COELHO ❘ FOLHA DE S.PAULO

• Análise: Ninguém fracassa ou tem sucesso depois de 13 partidas

Em 13 jogos, quatro vitórias, um empate e oito derrotas. O retrospecto de Ricardo Gareca no Palmeiras dá licença para a demissão.

É só comparar com… Josep Guardiola. Nas primeiras 13 partidas pelo Bayern, 11 vitórias e dois empates.

É claro que não há nível de comparação. Nem entre os dois treinadores nem entre as duas estruturas de trabalho.

Não é justo dizer que Gareca fracassou. A não ser que se diga o mesmo de Muricy Ramalho, Felipão, Gilson Kleina… Todos fracassaram, porque Palmeiras tem sido um fracasso!

A missão de Gareca era evitar que esse fiasco prosseguisse. Não conseguiu.

Com ele pode sucumbir a ideia de que é preciso trazer técnicos estrangeiros. Foram 13 jogos e Gareca fracassou!

No Corinthians de 2005, Passarella passou 15 partidas, e Jorge Fossatti ficou 30 no Inter em 2010.

Ninguém fracassa ou tem sucesso depois de 13 partidas apenas!

Paulo Nobre ouviu em maio a ponderação de que o novo técnico deveria ser estrangeiro. Foi contra, mas concordou ao ser lembrado de que haveria tempo de adaptação por causa da Copa do Mundo.

O ideal seria Jorge Sampaoli. Era técnico da seleção chilena, mas quem garantiria que não sairia do cargo depois da Copa? Só uma consulta descartaria o mais moderno treinador da América do Sul. Gareca era um estrangeiro mais convencional.

Mas seria uma novidade.

No futebol brasileiro, sem tempo, o inventor da roda rodaria. Faça um projeto e o desenvolva com início, meio e fim. Nesse caso, Marcelo Oliveira poderá ser bicampeão brasileiro com o Cruzeiro.

Dorival Júnior é o favorito para a nova empreitada. Ele está em baixa e o clube também. Pode dar certo!

No ano passado, assumiu o Fluminense com cinco jogos pela frente e a missão de alcançar 46 pontos no Brasileiro. Alcançou-os e o Flu foi rebaixado mesmo assim, com uma quantidade de pontos que sempre havia salvado.

É ele ou os técnicos brasileiros que estão atrasados? É a mania de contratar e demitir sem saber por quê.

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COLUNA DE PRIMA ❘ LANCE!

Por Marcelo Damato

• Dinheiro e poder

A insatisfação dos conselheiros de situação com o presidente Paulo Nobre está atingindo um pico. Conselheiros que votaram nele, e devem fazê-lo novamente, dizem que se ele não fosse tão rico e com isso controlasse parte do Conselho, poderia passar por processo de impeachment, tal é o descontrole na gestão do clube. A alta rejeição à Wlademir Pescarmona também ajuda Nobre.

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VÍDEO ❘ SPORTV

• Carlos Cereto diz que há incoerência em demitir Gareca: “Palmeiras não sabe o que quer”

Assista aqui > VÍDEO ❘ SPORTV > http://sportv.globo.com/videos/palmeiras/v/carlos-cereto-diz-que-ha-incoerencia-em-demitir-gareca-palmeiras-nao-sabe-o-que-quer/3602712/

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VÍDEO ❘ ESPN BRASIL

• 35 a 23: No comparativo, Palmeiras contrata mais e pior do que o Cruzeiro
Vílson, William Matheus, Léo Gago e Marquinhos Gabriel são só alguns dos exemplos da lista de jogadores que o Palmeiras contratou nos últimos dois anos e que já foram embora do clube. Em um comparativo com a equipe do Cruzeiro, líder do Brasileiro e atual campeã da competição, a diferença de quantidade, e qualidade, é considerável. No Bate Bola 1ª edição desta terça-feira, os comentaristas PVC, Gustavo Hofman e Zé Elias analisaram essa situação.

Assista aqui → VÍDEO ❘ ESPN BRASIL

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VÍDEO ❘ ESPN BRASIL

• PVC: ‘Dorival Jr está animado com possibilidade de trabalhar no Palmeiras e recuperar carreira’

Comentarista dos canais ESPN, Paulo Vinícius Coelho participou do Bate Bola 1ª edição desta terça-feira e falou sobre a demissão do técnico Ricardo Gareca do comando do Palmeiras. Para ele, o ‘nome forte’ da vez é o de Dorival Jr e o negócio não sairá apenas se não houver acordo salarial. Além disso, PVC revelou que Dorival poderia ter sido contratado antes do argentino: ‘Só não veio porque existia uma ideia de que era o momento de um técnico estrangeiro’. Assista.

Assista aqui → VÍDEO ❘ ESPN BRASIL

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14 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 02-09-2014: Em período eleitoral no clube, Nobre afasta sua imagem de Brunoro ❘ GAZETA ESPORTIVA NET”

Vou dizer uma coisa sobre o programa de SÓCIO-TORCEDOR AVANTI, está na cara que a intensão do atual mandatário é que quanto mais for o SÓCIO AVANTI, melhor para o Paulo Nobre se reeleger e pior para o Palmeiras, lembrem-se que o ponto forte de Nobre é o programa do sócio-torcedor portanto, Palmeirenses sócio Avanti não caiam nessa de dizer que o programa do SÓCIO AVANTI é pra beneficiar o Palmeiras, que na verdade, NÃO É. A verdade é que o programa do SÓCIO AVANTI é pra beneficiar o Paulo Nobre a se perpetuar no poder!!!

Pergunta para o Levi, participante assíduo deste blog:
O que você acha que vai acontecer no caso Petrus e qual será o papel da imprensa?
E se o Petrus fosse do Palmeiras?

Marco, não sou o Levi, mas minha opinião é: Como é o time da globo, não vai acontecer NADA… Se fosse do Palmeiras, perderíamos os 21 pontos que estão falando e mais outros 21 de alguma outra regra (começando 2015 com pontos negativos), fora perder uns mandos de campo e a suspensão de uns 2 ou 3 atletas que tocaram bolas para ele.

Em um país sério, o clube perderia todos os pontos dos jogos que o Petrus jogou. E pela agressão ao árbitro….n teria “efeito suspensivo”. A Lusa perdeu os pontos, lembra Gustavo?

Lembro sim, mas estamos falando de Brasil e de um time que é a “menina dos olhos” de quem realmente comanda o futebol no país, a globo…

No máximo vai terminar com culpa para a CBF ou FPF, que pagarão uma multa e fica tudo por isso mesmo.

Nada Marco….. nem como Petrus e muito menos com o time da globo…..por forçar o 3. amarelo o Valdívia pegou ….. 2 jogos.

Até o momento (17:52) Globo Esporte e Gazeta não publicaram uma linha sobre esse assunto.
A matéria do Lance está no ar a tarde toda.

Já imaginou se a torcida palmeirense que colocou o Palmeiras no topo do twitter mundial no dia de seu aniversário…… usasse esse poder que tem, para divulgar os 2 casos do Petrus (agressão ao árbitro e inscrição irregular) para cobrar punição exemplar e a aplicação da lei Marco…….. como faz quando é para atacar o clube?

Exatamente cara!
Eu não tenho twitter, não gosto disso, nem sei mexer. Mas se for pra fazer essa força tarefa e cobrar que se crumpa a lei eu faço um e aprendo.

Para o palmeirense ter noção se a demissão do Gareca foi benéfica ou prejudicial ao time, basta observar a opinião de alguns personagens da nossa imprensa.
Aquele tipo de personagem sempre “preocupado” com o bem estar do nosso clube.
Ao notar que essas figuras condenam a demissão do treinador podemos ter a certeza de que foi feita a melhor opção pela necessidade do momento.
Corneteiros, intelectualóides e/ou torcedores declarados de outros times preocupados com o melhor para o Palmeiras!!!!

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