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VERDÃO NA MÍDIA 05-09-2014: Palmeiras: de refém do centenário a refém de si próprio ❘ ERICH BETING

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• Palmeiras: de refém do centenário a refém de si próprio

“Não podemos ficar refém do centenário”. A frase foi quase um mantra de Paulo Nobre, presidente do Palmeiras, durante os primeiros meses de 2014. No ano em que festeja seus primeiros cem anos, o dirigente afirmava que não poderia nunca cometer loucuras para que o clube não entrasse num buraco ainda maior do que aquele no qual se meteu há algum tempo.

Realmente, Nobre não deixou o clube ser refém do centenário. Conseguiu uma proeza ainda maior. Fez do Palmeiras um refém de si próprio.

O Palmeiras que agora olha para a tabela e tenta se equilibrar na corda-bamba que o separa da Série B pela terceira vez na história está parado no tempo, perdido dentro de si mesmo, sem saber olhar para os lados, para a frente. Só olha para o próprio umbigo, ou para a própria pizza, ou para a história de campeão do século que ficou e que, possivelmente, não volta nunca mais ao futuro.

Nobre não quis cometer loucuras em sua gestão, o que era uma atitude louvável. Loucura, no olhar dele, era gastar o que não devia com contratações absurdas. Esse foi um mau que acometeu a gestão de Luiz Gonzaga Belluzzo, que quase levou o Palmeiras ao título nacional em 2009, mas que acabou destruindo as finanças do clube para mais uma boa década.

Mas Nobre caiu no erro de ficar tão preocupado com isso que não buscou alternativas. Começou errando ao permitir que Barcos, o único ídolo do time, fosse vendido para o Grêmio, numa transação para lá de estranha. Argumentou que não havia como pagar pelo atleta, mas gastou muito mais por menos de um ano de quatro jogadores e para contratar outro que não se compara ao argentino.

Ao perder o ídolo, Nobre perdeu também o ponto que unia a torcida ao time. Se a imagem de Barcos fosse bem trabalhada, ele seria capaz de ajudar a levar torcida ao estádio, vender camisas, deixar o torcedor feliz com o fato de ter um atleta que era desejado pelos outros clubes, mas que só vestia aquele uniforme.

Sem Barcos, o clube ficou refém da performance em campo para atrair o torcedor. Na primeira falha na Libertadores, a casa literalmente caiu, e o presidente rompeu veementemente com as torcidas organizadas, numa ruptura que ajudou, e muito, no sossego que os jogadores passariam a ter dali para a frente e numa certa independência para o trabalho dentro do clube, algo que é muito importante e que foi a chave do sucesso da mudança de patamar do futebol inglês nos anos 90. Não foi pensando nisso que Nobre agiu, mas poderia ter acertado mais uma vez se fizesse disso um ponto para a independência do clube em relação à torcida.

Com a Série B e o nível técnico mais baixo, o Palmeiras não teve dificuldades para subir. Em vez de preparar o terreno para voltar com força à elite, Nobre seguiu fiel ao mantra. Não saiu em busca de ideias para ter um centenário que ligasse o torcedor ao clube sem ser por conta apenas do passado. Foi melhor seguir sem “cometer loucuras”.

Veio o Paulistão, e a vaga nas semifinais deu um alento à torcida. Até ali, provava-se eficiente a política de gastos controlados utilizada pelo dirigente e idealizada por José Carlos Brunoro, que tal como o clube, havia sido brilhante no passado e evocava o espírito de profissionalização que precisa finalmente virar padrão no ambiente amador do futebol.

Mas a derrota para o Ituano voltou a colocar uma pá de cal na esperança alviverde. Sorte que logo depois começou o Brasileirão, e com ele a promessa de que era hora de voltar a brincar com os grandes em nível de igualdade. Gilson Kleina caiu (e a política de pés no chão fica onde nessa hora?), Gareca chegou, prometendo uma novidade dentro do paupérrimo futebol brasileiro. Até que o time não estava mal pré-argentino. Quem sabe seria possível sonhar com uma vaga na Libertadores, como presente do centenário.

Passou o mês da Copa. E, para não ficar refém do centenário, o Palmeiras desfez todo o time e moldou-o à luz do que pedia Ricardo Gareca. Contratou, contratou, contratou. Na lógica ilógica do dirigente, trocar técnico e jogador aos borbotões, desde que eles estejam dentro do plano financeiro do clube, é o mesmo que “não cometer loucuras”.

No fim das contas, Gareca já saiu, com um aproveitamento irrisório. A política de contrato por produtividade, que era mais uma das medidas inteligentes de Brunoro e Nobre, mostra-se inócua a partir do momento que não é todo grupo que faz parte dela. Pior. O seu jogador mais improdutivo é exatamente aquele que tem o melhor salário. E não perde dinheiro por conta disso.

Internamente, se o clube não expõe suas crises como sempre aconteceu. Mas externamente ele implode de forma cristalina.

Paulo Nobre ficou tão preocupado em não deixar o Palmeiras refém do centenário que tornou o clube refém dele mesmo. Dos erros do passado, das glórias do passado, do pensamento ultrapassado. Toda empresa, para não morrer, precisa de inovação. Preservar o que é tradicional, mas inovar na gestão. Se não houver capacidade de inovação, que pelo menos a empresa se adapte rapidamente ao que é novo. Saiba olhar a concorrência, o ambiente, se adapte a ele, mantenha clientes e conquiste novos.

Com o futebol, não é diferente. Mas Paulo Nobre ficou muito preocupado em não errar como os rivais do passado, que se perderam tentando conquistar feitos grandiosos justamente no ano do primeiro centenário. Erro dos outros, que não perceberam o básico.

Torcedor vive de sentimento, e não de títulos. O orgulho da vitória ajuda, mas não é fundamental. O que mais afasta o torcedor de sua paixão é a frustração da derrota aliada ao sentimento de que está abandonado pelo seu grande amor.

Não dá para ganhar sempre, mas não se pode perder sempre.

Paulo Nobre tentou não fazer o Palmeiras refém da pressão pelo título no centenário. Acertou. Mas ao ficar tão preso nisso, não soube planejar o clube para viver do futuro.

O Palmeiras hoje é refém dos seus defeitos centenários. E parece que ainda não se deu conta disso.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Sem torcida, Palmeiras faz teatro para fugir de protestos no aeroporto

Por Fellipe Lucena

O Palmeiras decidiu evitar dores de cabeça após a derrota por 2 a 0 para o Atlético-MG e a consequente eliminação nas oitavas de final da Copa do Brasil. Na manhã desta sexta-feira, a delegação desembarcou pela pista no Aeroporto de Congonhas, embora nenhum torcedor tenha aparecido para protestar. A imprensa foi avisada, mas houve um teatro para despistar possíveis revoltados.

Mesmo assim, os oito seguranças do clube que foram ao local ficaram em frente ao portão de desembarque simulando que estavam esperando os jogadores e o diretor-executivo José Carlos Brunoro, que voltou no mesmo voo. Ninguém apareceu, e eles saíram correndo direto para uma Kombi quando o ônibus que estacionou na pista já havia partido.

O presidente Paulo Nobre e Dorival Júnior, novo técnico do Verdão, voltaram ainda na noite de quinta.

À tarde, Dorival comanda seu primeiro treino na Academia de Futebol. Depois de assistir ao jogo contra o Galo das tribunas, ele ficará no banco de reservas no jogo de domingo, contra o Atlético-PR, na Arena da Baixada.

Agora o foco se volta somente para a briga contra o rebaixamento. Após 18 rodadas, o time tem 17 pontos e, por enquanto, está fora da zona da degola.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Brunoro aprova postura do Verdão e não teme rebaixamento no Brasileiro

Por Marcelo Hazan

O diretor-executivo do Palmeiras, José Carlos Brunoro, aprovou a postura do time nesta quinta-feira, apesar da derrota por 2 a 0 para o Atlético-MG, no estádio Independência, que culminou na eliminação do time nas oitavas de final da Copa do Brasil. O dirigente disse não temer a possibilidade de rebaixamento no Brasileirão. O time é o 16º colocado, com 17 pontos, empatado com o Criciúma, primeiro na zona da degola.

– Não estou preocupado com rebaixamento. Não estamos felizes com a eliminação. Não fizemos o resultado em casa e aqui seria mais difícil, mas gostei da postura do time. Lutou até o final. Agora, estamos passando por uma reformulação. É um novo trabalho. Tem de pensar para frente. Vamos trabalhar para melhorar daqui para frente – disse o dirigente.

Sob os olhares de Dorival Júnior, que iniciará o trabalho efetivamente nesta sexta-feira, o Verdão sofreu dois gols logo no primeiro tempo e não teve forças para reagir. Questionado sobre se o elenco precisa de reforços, Brunoro despistou dizendo que o grupo nunca está fechado. O dirigente também não se isentou da responsabilidade pelo atual momento.

– A responsabilidade é de todos, inclusive da diretoria. Não nos esquivamos. Podemos ter errado, como também acertamos em muitas coisas. Fizemos coisas inéditas no futebol. A responsabilidade é de todos – afirmou.

O dirigente, por fim, disse que estava previsto o seu deslocamento para a diretoria de marketing, após a saída de Marcelo Giannubilo. Mas também afirma que segue participando das negociações do futebol. As reuniões com o próprio Dorival tiveram a participação do dirigente.

– Foi combinado assumir uma parte do marketing para reestruturação. Era importante neste momento em que as empresas começam a pensar no próximo ano. Nunca me afastei totalmente. Participei de algumas negociações e poderei estar presente em outras – finalizou.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Em meio à troca de técnico, Brunoro passa de afastado a escudo de Nobre

Sonhando com a reeleição em novembro, Paulo Nobre ainda tenta desvincular sua imagem de Brunoro, como mostrou ao entrar em camarote e deixar o diretor executivo nas cadeiras do estádio Independência nessa quinta-feira. Mas o presidente tem usado o aliado como um escudo em meio à troca de técnicos no Palmeiras.

Brunoro participou ativamente do processo de demissão de Ricardo Gareca e conduziu do início ao fim as negociações com Dorival Júnior. Recusa-se a admitir publicamente, mas tem se queixado a amigos. Sente que só não é mais deixado de lado por conta da crise.

O diretor foi apresentado com seu nome em uma camisa 10, mas tem sido responsabilizado pela formação do elenco que deixa o Verdão à beira da zona de rebaixamento no Brasileiro na temporada do centenário. Por isso, pensando nas eleições, Nobre afastou Brunoro e deu força ao vice-presidente Mauricio Galiotte.

Porém, Galiotte, como já tinha ocorrido com Brunoro, não conseguiu trazer Ronaldinho Gaúcho. Assim, na tentativa de evitar um vergonhoso descenso, ainda mais em um ano histórico, Nobre recrutou Brunoro, inclusive levando-o para ver a derrota para o Atlético-MG, em Belo Horizonte, mas sempre mantendo distância.

O discurso adotado era de que Brunoro não é mais tão ativo no futebol para se dedicar ao marketing, de onde Marcelo Giannubilo foi demitido recentemente por fazer pouco além de aumentar o número de sócios-torcedores em um ano e meio. E coube ao próprio Brunoro explicar sua presença em Belo Horizonte, já que Nobre se afasta ainda mais das entrevistas.

“Foi uma situação combinada eu assumir uma parte do marketing para reestruturar, principalmente nesse momento em que as empresas começam a pensar no próximo ano. Mas não me afastei totalmente, toquei algumas negociações, somos um grupo. É assim que vai funcionar. Não vejo nenhuma quebra de ritmo, principalmente pelas pessoas que estão trabalhando lá”, disse o diretor executivo, em claro posicionamento de escudo, mesmo a contragosto.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Dorival inicia trabalho sob pressão de fugir da queda no ano centenário

Por Marcelo Hazan

O técnico Dorival Júnior não terá vida fácil no Palmeiras. Depois de assistir das tribunas do estádio Independência à eliminação na Copa do Brasil, diante do Grêmio, na última quinta-feira, o técnico começa a trabalhar efetivamente nesta sexta-feira. Ele comandará durante a tarde o primeiro treinamento na Academia de Futebol, com um foco prioritário: afastar o Verdão da zona de rebaixamento do Brasileirão. Eliminar o risco de queda para a Série B no ano do centenário é a missão número um do novo comandante. Conseguir tal objetivo, aliás, renderá a ele uma premiação, prevista no contrato assinado até junho de 2015.

Para isso, o Verdão terá de melhorar o aproveitamento na competição, hoje de 31,5% (17 pontos em 18 jogos, na 16ª posição). Desde que o Brasileirão passou a ter 20 clubes, em 2006, times com 46 pontos jamais caíram, exceção feita ao caso do Fluminense no ano passado, comandado pelo próprio Dorival. O Tricolor carioca seria rebaixado com essa pontuação, mas o STJD tirou pontos da Portuguesa por escalar Héverton de forma irregular, e a Lusa caiu com 44 pontos.

Dessa forma, o Palmeiras precisaria de mais 29 pontos em 20 partidas para atingir a pontuação segura (aproveitamento necessário de 48% nesses jogos). A reação pode começar na estreia de Dorival, domingo, contra o Atlético-PR, na Arena da Baixada, em Curitiba. No Atlético-MG, em 2010, o treinador obteve êxito na missão de evitar o rebaixamento, feito não repetido com o Vasco, também no ano passado, quando deixou o time antes da consolidação da queda.

Além de resolver os problemas do time no campo, o treinador terá de conviver com a indefinição na situação de Wesley. O volante tem ótima relação com Dorival, construída no Santos de 2010, mas a negociação pela sua renovação está arrastada desde o início do ano. Com vínculo até fevereiro de 2015, o jogador está apto a assinar um pré-contrato com outro clube, fato que preocupa a diretoria nos bastidores.

Interessado no jogador, o São Paulo acompanha a situação de perto e é um dos destinos possíveis do atleta, que tem uma lesão no músculo adutor da coxa direita.

Outras referências técnicas do time, Valdivia e Fernando Prass também se recuperam de lesões e ainda não têm previsão de retorno aos gramados. Problemas acumulados que tornam a situação do Palmeiras preocupante na reta final do ano do centenário.

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BLOG PITACOS DO PALESTRA ❘ LANCENET

• Prepare-se, Júnior. Prepare-se…

Por Thiago Salata

Caro Dorival Júnior, prepare-se. Você começa a trabalhar nesta sexta em um Palmeiras muito pior do que aquele em que atuou no fim dos anos 80 e início dos 90. E olha que há 22 anos, quando você deixou o Palestra, a crise era imensa, com o time chegando ao seu maior período de jejum da centenária história.

O Verdão sofrível que perdeu por 2 a 0 nesta quinta para o Atlético-MG e está eliminado da Copa do Brasil tem agora um só objetivo em 2014: não voltar para a Segundona.

É uma equipe muito pior, por exemplo, do que a que você defendeu na mesma Belo Horizonte, em 19 de setembro de 1990, também com uma derrota (1 a 0) para o Galo.

Você não deve se lembrar, mas atuou junto com Velloso, Édson, Toninho Cecílio, Aguirregaray e Dida; Elzo (Erasmo) e Betinho; Jorginho, Mirandinha e Careca Bianchesi. Formação esta que não deixa saudade ao palmeirense, mas terminou o Brasileirão da época em sexto lugar.

Velloso não tomaria o gol que Fábio, aos 12 minutos , tomou e afundou o time que, diante da situação, até começara bem o jogo. Não há mais condições de o jovem goleiro continuar no gol alviverde.

O uruguaio Aguirregaray talvez se atrapalhasse vez ou outra como o argentino Tobio nas várias falhas da defesa, que tomou o segundo aos 16. Careca poderia até perder o gol que Henrique perdeu, mas com certeza não será trocado por nenhum Evair, como aconteceu com Bianchesi (Paulo Nobre não terá tal visão).

Você mesmo, Dorival, “antigo” Júnior, jogava mais do que Marcelo Oliveira, por exemplo. Prepare-se para ter muito trabalho à frente do time que conquistou sofridos 17 pontos em 18 rodadas do Brasileirão de 2014, ano do centenário que faz o torcedor só ter alegria quando revê ídolos ou lê entrevistas com grandes craques.

Houve um tempo não muito distante em que o seu Palmeiras, Dorival, jogava como favorito contra o Atlético-MG até mesmo em Minas. Hoje, já entra derrotado. Toma olé. Não dura nem 12 minutos, contra o time mineiro que está longe de ser aquele forte campeão da América.

Você não ergueu taças nos 158 jogos em que usou a camisa alviverde. E nem levantará neste ano, agora como treinador. Mas com o time que irá comandar, muitos palmeirenses já serão eternamente gratos se você ficar com o Palmeiras na Série A.

Prepare-se, Júnior. Prepare-se…

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL

• Este é o pior Palmeiras de todos os tempos?

Perguntam-me se este é pior time do Palmeiras de todos os tempos. Antes de responder, busco na memória o que de bom teria feito essa equipe na derrota por 2 a 0 para um desfalcado Atlético Mineiro; não encontro quase nada e entendo a reação dos torcedores que vivem um Calvário no ano do Centenário.

O que é uma rima, mas não uma solução. Triste rima, diria.

Voltando ao tema, sobre a qualidade (?) do time palmeirense- já eliminado da Copa do Brasil-, em primeiro lugar tento uma comparação com as equipes palestrinas rebaixadas neste século, em 2002 e 2012 e acho que perde, sim. Em 2002, tinha Marcos no gol, Arce e Rubens Cardoso nas laterais, Zinho no meio-campo, Muñoz, Dodô e Nenê (que fez sucesso no futebol francês) no ataque… Nada maravilhoso, é claro, tanto que acabou na Segundona, mas não perdia tanto quanto esse time atual.

O de 2012, dirigido por Felipão- e no fim por Gilson Kleina- também tinha alguns jogadores interessantes como Henrique, Barcos, Cicinho, Valdivia (quando jogava), mas não muito mais do que isso. Embora tenha vencido a Copa do Brasil, ante de ser rebaixado, em minha opinião o nível era semelhante ao deste de 2014, com a diferença de que Henrique era um capitão mais jovem do que Lúcio e de que Barcos estava em plena forma, não tendo hoje o Palmeiras nenhum atacante com a capacidade do “Pirata”.

Quem é pior do que esse time, então?

Creio que no começo dos anos 80, quando em um só ano disputou a Série Prata e pulou para a Série principal, o Palmeiras exibiu uma equipe fraca, que perdeu de 6 a 0 do Inter e que tinha jogadores como Jaime Boni, Darinta, Vargas, Osni, Paulinho, etc. Ah, essa equipe não agradava nem um pouquinho.

Agora como futebol é matéria opinativa, quem viu, muito bem, que faça a sua escolha. E não é uma escolha fácil.

Quanto ao futuro, embora possa parecer uma contradição, acho possível, sim, o Palmeiras escapar do rebaixamento. Para isso, o torcedor precisa fazer figa para que Fernando Prass e Valdivia voltem logo, assim como dever o técnico Dorival Júnior recuperar a forma dos argentinos órfãos com a saída de Gareca e ter a coragem de lançar um atacante da base, Gabriel Fernando, autor de 24 gols em 10 jogos pelo Sub-17. Os atacantes que vem jogando já provaram seus limites; esse garoto goleador, quem sabe, vista melhor a camisa do Palmeiras.

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BLOG DO LUIZ ANTÔNIO PRÓSPERI ❘ ESTADÃO ONLINE

• Sem ousadia, Palmeiras desperdiça talentos e dinheiro

A folha de pagamentos do futebol do São Paulo beira a casa dos R$ 10 milhões/mês. No Corinthians, não é muito diferente. Alcança os R$ 8 milhões/mês. Os dois times gastam muito em salários e luvas aos jogadores e, neste fim de primeiro turno, ocupam o topo da tabela do Brasileirão.

O Palmeiras faz o caminho inverso. Diminui a folha com um teto salarial encostando nos R$ 250 mil/mês, paga os jogadores e comissão técnica por produtividade. Mas o time é um colecionador de fracassos. Não belisca títulos nem enche sua torcida de esperança. Faz o que Corinthians e São Paulo deveriam fazer, só que não tem resultados bons no campo.

Impossível comparar o Palmeiras ao São Paulo e ao Corinthians neste momento. Algo, porém, intriga. Qual dos clubes grandes do futebol paulista tem tantas oportunidades para se engrandecer como o Palmeiras tem? Vamos aos fatos:

1) O clube vai ganhar, em breve, uma arena de causar inveja aos grandes da Europa. Mais: vai ter receitas com o estádio jamais sonhadas ao longo de seus 100 anos de estreia.

2) Duas empresas, verdadeiras potências internacionais, já têm suas marcas associadas ao clube: Allianz, patrocinadora do poderoso Bayern de Munique, entre outros, e AEG, uma das campeões mundiais do mercado de entreterimento. Por que não buscar receitas e ideias com essas parceiras?

3) As categorias de base do clube nunca foram uma maravilha, mas  parece com uma boa safra. Alguns dos garotos já treinam no time de cima. Falam maravilhas de Gabriel Fernando, de 17 anos, dono de 24 gols em 20 jogos no Campeonato Paulista Sub-17. Por que não lançar o menino? Henrique ou Gabriel Fernando?

4) Adidas já negocia a renovação do contrato com o Palmeiras, informada que está do interesse da Nike em vestir  o time. As fornecedoras de material esportivo já olharam no novo estádio, o Allianz Parque, uma boa oportunidade para ampliar seus negócios.

Não falta ao Palmeiras fontes de receitas. Falta ousadia. E pensar grande.

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BLOG DO MARTÍN FERNANDEZ ❘ GLOBO ESPORTE COM

• WTorre já fatura R$ 18 milhões por ano com estádio do Palmeiras

Enquanto o Corinthians ainda patina para vender os “naming rights” de sua nova Arena, a WTorre, que construiu o estádio do Palmeiras, anda na direção oposta. A empresa já vendeu propriedades do estádio que vão lhe valer R$ 18 milhões por ano quando a arena estiver em funcionamento.

Os maiores valores vêm dos “naming rights”, vendidos para a seguradora Allianz – o que fará o estádio chamar-se Allianz Parque – por R$ 15 milhões/ano, num contrato de vinte anos. Outro cinco setores do estádio, considerados os mais rentáveis, já foram vendidos, por uma soma de R$ 3 milhões por ano.

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27 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 05-09-2014: Palmeiras: de refém do centenário a refém de si próprio ❘ ERICH BETING”

15 milhões? Cazzo, com o Flamengo, a Adidas gasta 38 milhões por ano. Isso é algo significativo para mostrar o quanto o nome do Palmeiras está se desvalorizando.

Não adiantam reclamar. Existem duas certezas nesse atual e falido Palmeiras :

Possui o PIOR time de todos os tempos;
Paulo Nobre irá ganhar a eleição com 60% dos votos;

Nada mudará. Os velhos e arcaicos conselheiros estão saindo e seus filhos estão tomando seus respectivos lugares, com a mesma visão de seus malditos pais.

Logo, os filhos destes tomarão os lugares de seus pais e farão o mesmo que pai e avô fizeram, ou sejam, nada.

E assim caminha para o amadorismo esse meu Palmeiras, que um dia foi grande,me deu muitas alegrias, onde eu pensava em ser campeão e hoje penso em me manter na série A.

Esqueçam um Palmeiras grande. Ele será aquele time café com leite, onde apenas participará de campeonatos para manter o lazer de seus sócios.

Uma sugestão a quem tem filhos menores: Deixem torcer para outros clubes, se querem vê-los felizes no futuro, com um time moderno e de 1a. divisão.

Avaliar a `´gestão´´ atual é um exercício árduo, para evitar ataques cardíacos, os fatos apenas agravam o quadro do enfermo, pois a cada atitude , fica difícil recuperar o folego após , uma taquicardia comum em vergonhosas posturas, criticar Paulo Nobre, hoje é repetir as mesmas constatações efetuadas, logo no primeiro mês de mandato , desde o dia 21 de Janeiro de 2013, não há um sequer momento, que possa ser elogiado, ele mesmo deve estar envergonhado, de tantas ações dúbias e errôneas , seu ego deve ter fraturas expostas , com hemorragias muito graves, que afetam a coletividade de 18 milhões de Alviverdes, mas sera que ele realmente se importa?

Para um dia termos um Palmeiras grande e moderno, somente duas situações devem acontecer:
Vicente Criscio Presidente, com maioria no COF. Sem esses dois quesitos, nada mudará.

“Não da pra ganhar sempre, mas não pode perder sempre.”

Essa frase representa o que o torcedor do Palmeiras gostaria de sentir hoje, mas infelizmente quando o time entra em campo é um misto de angustia e tristeza, seguido de uma frustração enorme.

Quanto ao Beluzzo, ele mesmo afirmou que as dividas que fez estavam dentro de uma programação para serem pagas, mas o que esperar de alguém como o Tirone, nenhum desses dirigentes da SEP sabe lidar com valores de seis ou sete digitos, somente o Beluzzo, tenho plena convicção que se ele estivesse ainda na presidencia já teriamos conquistado mais um titulo além da CB2012 e com certeza não estariamos nem perto da Z4.

meu deus… quanta decepção!!!
O pior de tudo é que no momento os dois candidatos mais cotados para disputar a proxima eleição para presidente do palmeiras é o Paulo Nobre e o Wlademir Pescarmona, é brincadeira!!! que fase, que fase.
mas vamos “orar”, “rezar” e tocer para que apereça um verdadeiro palestrino e muito bem iluminado para assim conduzir a gigante, SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS ao seu devido lugar, do maior ganhador de titulos do futebol brasileiro…
eu acredito… sou palmeirense com muito orgulho!!! palmeiras minha vida é você..

Quem vota são os sócios do clube. Não votarei nesse cara nem pra faxineiro do clube. O indivíduo
assume a presidência do clube pra gritar pra todo mundo ouvir que o Palmeiras é uma massa falida. Nunca vi uma entrevista desse cara onde demonstrasse a menor vontade de ser campeão de nada,
desvalorizou a marca desde seu primeiro dia como presidente afastando com certeza qualquer patrocínio. Um cara desses tem que ser excluído da instituição e o pior de tudo, acabou com o centenário do Palmeiras com suas falas irônicas onde mandavam ele dizer que não seria refém do centenário e ele repetia publicamente essas palavras ridículas. Só podia dar nisso, pior
time da competição. Quem não tem ambição como esse sujeito tem que ser presidente do Juventus. Oque eu só espero é que outros sócios não votem nesse maldito, senão ano que vem ele vai dizer que não será refém da 2 divisão.

alguém sabe como vão ser as eleições no palmeiras? o presidente será escolhido diretamente pelos sócios? é importante que alguém esclareça isso! tem muito palmeirense, que não é sócio, que queria saber.

O nosso problema é o que Vaidar falou, presidente infantil que apequena o time, e pior sem ambição de ser campeão e não entender do ramo parece pirata e só contrata perna de pau, não tem critério ,nem planejamento, hora temos 10 volantes, 3 laterais esquerdos, 5 meias ( todos horríveis) e 35 perebas que não conseguem 11 prá sobresaír, os melhores saem,como Barcos, Henrique, Vilson,Kardec, Marquinhos Gabriel e agora Wesley,mas quem gosta de caos e bagunça, Neymar saiu orá jogar ao lado de Messi, nenhum jogador bom ,gosta de só ter pereba ao lado.Nobre faz papel de cego e surdo e diz que tá trabalhando, trabalhando no que???? ELE ENTROU SABENDO QUE NÃO PODÍAMOS MAIS IR PRA SEGUNDA DIVISÃO,GANHOU A ELEIÇÃO EM CIMA DESSE FATO, DO TIME TER CAÍDO,FEZ UM TIME DE SERIE B,MELHOR QUE O DÁ SERIE A,E AGORA SE OMITE, SE ACOVARDA EM AÇÕES REAIS PARA CORRIGIR OS ERROS E FICA ESTAGNADO EM SUA INCOMPETECIA SEM PROCURAR AJUDA.NOBRE É UM FRACASSO TOTAL.

O Erich foi preciso em seu comentário, exceto pelo que ele publica em relação ao Belluzzo.
Se não fosse o GORDO a Arena já teria sido inaugurada e teríamos uma receita melhor no ano de centenário.
Outro dia vi uma entrevista do Brunoro onde foi perguntado se ele conhecia a palavra planejamento. Claro que ele respondeu afirmativamente, mas vamos colocar aa circunstancias abaixo:
O Palmeiras foi o 1o clube paulista em 2013 que sabia que iria disputar a Séria A;
Não conseguiu atrair um novo patrocínio Master;
Demorou para escolher o técnico e escolheu mal (na minha opinião, mas vamos em frente…);
Demorou para formar o elenco (se é que podemos chamar o que está aí de elenco);
“Dispensou” ou se “Desfez” de seus principais jogadores;
Trocou de técnico no meio do ano;
Contratou novos jogadores no meio do ano;
Colecionou vexames em suas transações (Vilson, Valdivia, Juninho que foram e voltaram…);
Centenario????? Onde???? Ah, teve a Copa Euro Americana…
Dispensou o treinador novamente;
Pessoal, me ajudem, esqueci de algo? Esse foi nosso planejamento estratégico para o ano do centenário.
Parabéns Srs. Diretores do Palmeiras.

Para quem acha que o Belluzzo errou, vejam o olhar crônico no globo.com que fala sobre a receita do Real Madrid, objeto inclusive de estudo por universadede européia. Lá, se discute como um time pode aumentar a receita, investindo (para alguns dessa diretoria, gastando) com grandes jogadores…
Bem que algum cabeça de bagre dessa direção atual poderia ir lá ver como os caras fazem…mas é pedir muito…

Dizer q o Beluzzo arrentou os cofres para 10 anos eh brincadeira neh…foi o unico q pensou grande..gastou muito? Sim. Mas aumentou muito as receitas tb…tah ai a Arena q nao nos deixa mentir…soh precisa ter ousadia

Exato, o Belluzzo fez o correto!!! Talvez exagerou em alguns contratos, mas ele sim não errou por omisão e sim por excesso de vontade de fazer um Palmeiras Grande!!!

Perfeito!! Pode falar do Belluzzo, porém foi com ele que tivemos a Parmalat e a Nova Arena. Essa PN é pior que o Tirone , ambos são criaturas do desgraçado do Mustafá.

É verdade, muitos ficam criticando o Belluzzo, mas foi o ÚNICO presidente que pensa grande, em outras palavras se não fosse o Belluzzo o Palmeiras não tinha nem a Parmalat e consequentemente estava na fila de títulos até 2008 e também se fosse o Belluzzo não tinha a nossa arena, pelo contrário, estava até hoje com um estádio velho, ultrapassado e caindo aos pedaços!!! Esse PN está sendo pior que o Tirone (B1), ambos são criaturas do maldito Mustafá!!!

Ele acertou em 2009 em montar o time, manter e fortalecer aquela equipe… mas errou em 2010 em pagar um absurdo valor por Valdivia, meia que não representou depois. (Ele, claro, não teria uma bola de cristal para ver o resultado). MAS SIM…Beluzzo pensou grande.

O time que foi citado no pitacos do Palestra se jogasse hoje poderia ser campeão… se enfrentasse o Palmeiras atual metia um saco.

Exato, esse dinheiro da nossa arena vai ser destinado a pagar a “dívida” com o playboyzinho e para a sauna gay do mumu, e o futebol que se f0da lamentavelmente!!!

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