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VERDÃO NA MÍDIA 16-09-2014: Arena do Palmeiras será uma Bombonera em relação a Itaquerão, diz arquiteto ❘ BLOG DO RODRIGO MATTOS

BLOG DO RODRIGO MATTOS ❘ UOL ESPORTE

• Arena do Palmeiras será uma Bombonera em relação a Itaquerão, diz arquiteto

Arquiteto da Arena Palmeiras, prestes a ser inaugurada, Edo Rocha classifica a execução do estádio como um “milagre”. Explica-se: a área reduzida exigiu um esforço extra para torna-lo moderno ao contrário de outros que contam com largos espaços. Não foi possível, por exemplo, atender todas as exigências da Fifa em relação à área externa de circulação.

Em compensação, a solução encontrada para a arquitetura é classificada por Rocha como aconchegante. Ele compara com o Itaquerão que tem os fundos abertos: afirmou que a Arena Palmeiras manterá muito mais o som dentro do estádio. Chega a comparar o efeito com o da Bombonera, tradicional casa do Boca Juniores, exaltada pela pressão da torcida. Veja a entrevista com o arquiteto feita pelo blog:

Blog – Foi possível atender todas as requisições da Fifa na Arena Palmeiras?

Edo Rocha – Está mais ou menos adaptado às normas da Fifa. Algumas requisições não dava para fazer. Não é um problema de caro, não dava para fazer no espaço disponível. Foi um milagre a transformação do estádio antigo no que se tornou. Por dois sites internacionais, foi dado prêmio. Foi um milagre o que já se fez. A Fifa tem um modelo que é construção em um espaço novo

Blog – Como você fez para equilibrar as requisições para shows que têm um público neutro e dos jogos em que será a casa do Palmeiras? Qual a diferença para os estádios públicos?

Rocha – Um estádio público recebe de 30 a 35 jogos por ano, pode ter alguns com números maiores. O custo de um estádio novo gera uma conta em que é preciso ter outras atividades. Então, é o problema de um ativo depreciado como o Pacaembu. Um estádio novo, ele precisa ser lucrativo. O ideal seria ele estar preparado para outros eventos. A gente tem uma solução que pode fazer um show de 12 mil pessoas, onde ele era fechado. Você pode fazer um show para todos que dá 60 mil pessoas. E faz jogo para 48 mil pessoas. Tenho três em um. Um dia para a transformação.

Blog – Como chegou a solução encontrada na Arena Palmeiras para as transformações?

Rocha – Tinha outras ideias iniciais. O ideial era ter uma estrutura que sai do chão e levanta o palco. Mas o Rolling Stones quer de um jeito, o Pavarotti quer do outro. Não é só o artista, mas são todos os tipos de eventos que a gente não pode prever. Então, essa é a solução mais viável (com montagem e desmontagem do palco de acordo com o evento).

Blog – Como o plano de negócios influenciou o projeto?

Rocha – Esse plano é a partida, o início do programa que interfere no estádio. Parte de um programa e de uma viabilidade financeira para transformar um produto em uma coisa economicamente viável. Sem dúvida, o plano de negócios determinou como seria o programa de construção. Foram atendidos os pedidos feitos pelo cliente.

Blog – Houve algum estádio que serviu como inspiração?

Rocha – Tem uma série de normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Trabalhou-se criativamente. Não teve inspiração. Faço muitas coisas de clubes. Esse foi um projeto mais ou menos harmonizado de forma particular. Essa estrutura toda que foi montada é como um grande cesto, ninho. Ninho da China (Ninho de Pássaros, estádio olímpico de 2008) é uma referência, mas esteticamente não tem uma ligação. A ideia de ter a palavra ninho é a referência. É essa trama, esse cesto do estádio que é a ideia. Que seja aconchegue e seja acolhedora. Por exemplo, o Itaquerão entra vento dos lados e então é um problema. A ideia é mais uma Bombonera, como um lugar de touradas. O som é uma energia que escapa. Se a gente não controla essa energia, ela vira um problema, vai andando. Acaba com essa energia. Jamais poderia fazer um estádio aberto naquele lugar. Todo o trabalho de acústica foi pensado e refletido para ter repercussão pensando no que está em volta. Todas as chapas metálicas, a perfuração randômica correta. A gente faz estúdios da Globo e da Record e mexemos muito com essa parte das emissoras. Alguns princípios de acústica foram pensados no revestimento. O som, quando passa pelas lâminas, tem frequência mais confortável. É um liquidificador da frequência. Quando vc ouve o som do vento na mata, cria um som que tem harmonia da frequência. Na cidade, tem outro efeito e dá irritação. A tentativa é que a voz humana que está lá dentro, a partir do momento que passe no filtro, tenha um efeito melhor.

Blog – E o efeito dentro do estádio?

Rocha- Dentro do estádio, há a característica de como foi feita a qualidade da acústica interna. Estamos falando de reverberação. Preciso ter um lugar dentro do estádio… Se você vai em um anfiteatro grego, com a qualidade da reverberação, o cara ouve no final o que acontece. A gente não consegue fazer um teatro grego. Porém, muitas das coisas de acústicas são calculadas e pensadas para isso. Acho que deu muito certo.

Blog – Dá para fazer uma comparação com o antigo estádio do Parque Antarctica em relação ao som da torcida?

Rocha- Não consigo te dizer isso (Palestra). Vai ser melhor do que o Pacaembu, o Morumbi. Estive no Mineirão e era confuso. Quando o Palmeiras estiver pronto, você me diz com a memória (sobre o Parque Antarctica). Tem que estar com a casa cheia. Acho que deve ser dez vezes melhor. A parte de qualidade do áudio é excepcional.

Blog – A decoração teve que buscar equilíbrio para o público neutro que vai a shows?

Rocha- Vai ficar bonito e muito elegante. A gente não pode ser agressivo, ofensivo, nem ter overdose (de símbolos do Palmeiras). Tem que ser uma coisa correta, elegante, dentro da escala humana. Evitar essa coisa da poluição visual que já vivemos (no dia a dia). Buscamos um equilíbrio dessa decoração. Estão de uma forma discreta (os símbolos do Palmeiras), bastante civilizada. As cadeiras todas são em três tons de verdes. Fazem parte de manchas. É um pouco essa ideia da mancha verde da torcida com parte mais gráfica da proporção das  cadeiras e do gramado. Quase como se fosse uma extensão do gramado. Quase como uma mata vista de cima. Cheguei a fazer palmeiras, a grafia era muito bonita. Eram duas alternativas, e foi feita a alternativa que era a primeira ideia. Às vezes tem-se uma ideia, e tem uma segunda, mas volta-se à primeira. Desse jeito, vc enxerga melhor.

Blog – E como a parte prática do funcionamento de um estádio influenciou o projeto?

Rocha- Há a estética e o funcionamento. Alguns reclaman que eu tirei a calota que sustentava o telhado. Tinha pensado em cobrir aquela estrutura. Quando desenhou a estrutura, ficou mais high tech. Mudei o material de fora que antes seria alumínio para aço inox. Tem alguns momentos que vc tem que fazer algumas mudanças no projeto. É a função que mais acomodada as entradas e saídas e da proporção. Quando quer comparar o projeto, o projeto da Fonte Nova também foi adaptada ao antigo com solução interessante. Cada caso e cada projeto é um. O que podemos definir é se agrada mais as pessoas.? Ele atende as funções. O Palmeiras atinge melhor para shows e jogos, a forma do Itaquerão só atinge o futebol, talvez a função do clima interno (do Itaquerão) não seja boa. Não é crítica. São soluções que foram dadas. Não venho botar a culpa em uma coisa ou outra.

Blog- E como os atrasos da obra afetaram o seu trabalho?

Rocha- O grande drama do projeto demorar é porque entra o “ja que estamos fazendo isso…”. Quando entra isso, dançou. Alteramos e melhoramos algumas coisas. Por um lado, isso às vezes é bom. Ajuda a ajustar uns detalhes que puderam ser melhorados. Não houve grandes alterações. Houve ajustes normais como uma obra como qualquer outra. Toda obra sofre alguns ajustes, pequeníssimos ajustes. Tem uma coisa muito interessante. Dentro de uma obra de arquitetura ou de arte, existe aquilo que o arquiteto e artista desenhou. Ou ela fica melhor ou pior do que imagina. Na Arena Palmeiras, houve boa resposta. Ficou muito melhor do que tinha como expectativa. Tivemos condição de amadurecer. Ganhamos dois prêmios de arquitetura. Quando funcionar, estiver cheia, vai ter outra percepção do público. As comparações começam a fazer sentido. Uma coisa é a minha visão e outra é a do público.

PS: O Itaquerão também teve sua arquitetura pensada para maximizar o som da torcida, e minimizar o efeito externo do som. A ideia do projeto é de que duplicaria o som da torcida no Pacaembu. Para isso, foram usadas quatro camadas de revestimento na cobertura para o som voltar para o campo, além de deixar o torcedor mais próximo do gramado. Ressalte-se que uma parte da cobertura ainda não está pronta, o que deixa incompleto o sistema.

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BLOG DO JOÃO CARLOS ASSUMPÇÃO ❘ LANCENET

• Palmeiras e Caixa

Uma parte do conselho do Palmeiras quer que a diretoria insista com a Caixa Econômica Federal para patrocinar o clube a partir de 2015.

Um dos argumentos é que ela já “banca” o Corinthians e então, pelo menos segundo o conselho, seria justo levar sua marca ao principal rival do Timão também, algo que costuma fazer em outras cidades e estados, aliás.

O Verdão está sem patrocínio máster desde o ano passado e até agora não conseguiu um novo, tendo focado na iniciativa privada.
Com a Certidão Negativa de Débitos que conseguiu junto à Receita Federal a ideia é que busque um parceiro no setor público e nada melhor do que a Caixa, que patrocina seu maior rival.

Há dois problemas, no entanto. O primeiro é que uma decisão por parte do banco não deve ser tomada antes das eleições. O segundo é o risco de o Palmeiras, que vive flertando com o rebaixamento, cair para a Série B, o que desvalorizaria mais um pouco a camisa do clube.

O ministro Aldo Rebelo, do Esporte, não irá se misturar nas negociações.

O departamento de marketing palmeirense, assim como o do futebol, tem sido alvo de severas críticas pelo fracasso em conseguir um parceiro que estampe sua marca na camisa do time. Tanto que a cúpula que o dirigia, recentemente, foi afastada de suas atribuições. Vamos ver se agora a coisa melhora…

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BLOG DOIS TOQUES ❘ ESPN BRASIL

Aliados: mais fácil Palmeiras usar alvinegro do que Nobre não se candidatar

Perto de novas eleições presidenciais, a atual diretoria do Palmeiras ainda não anunciou quem será o representante da situação para a nova disputa. Uma pesquisa que vem sendo realizada pelo telefone confundiu ainda mais os bastidores do clube nos últimos dias, mas os aliados da gestão garantem: Paulo Nobre será, sim, candidato à reeleição.

Entre os amigos do atual presidente, a brincadeira é que é mais fácil o time entrar em campo de preto e branco do que Nobre não concorrer ao cargo novamente.

Até agora, Wladimir Pescarmona e Luiz Carlos Granieri são os únicos que formalizaram as suas candidaturas para o pleito que contará de forma inedita com o voto dos sócios, entre outubro e novembro deste ano.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Com Valdivia no banco, Verdão terá Deola, lateral da base e 4 atacantes

Por William Correia

Precisando da vitória para não correr risco de voltar à zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, Dorival Júnior opta por uma revolução no Palmeiras, mas ainda sem meias. No último coletivo antes do jogo contra o Flamengo, o técnico deixou Valdivia entre os reservas e realizou cinco mudanças em relação ao titulares na derrota de sábado, para o Fluminense.

O comandante sacou Fábio, goleiro de falhas constantes em sequência de dois meses, e dá chance a Deola. Na lateral direita, tirou Weldinho, outro que mais erra do que acerta, para apostar em João Pedro, que tem 17 anos e fará sua estreia como profissional. Promoveu a volta de Lúcio, recuperado de lesão muscular, e armou o setor ofensivo com quatro atacantes: Mouche, Diogo, Cristaldo e Henrique.

No jogo das 22 horas (de Brasília) desta quarta-feira, no Pacaembu, o Verdão entra em campo com: Deola; João Pedro, Lúcio, Nathan e Victor Luis; Renato e Juninho; Mouche, Diogo e Cristaldo; Henrique. Além de Fábio e Weldinho, saíram Victorino e Eguren, suspensos, e Patrick Vieira, por opção do treinador.

Apesar de mexer nas peças, o treinador mantém o esquema que sempre escalou. Aposta na condição de armador, como ele chegou a atuar nas categorias de base da Portuguesa, e na movimentação de Mouche, para recompor o meio-campo sem bola, e Cristaldo para se aproximar de Henrique. Outra novidade é o posicionamento de Juninho, lateral de origem que estava atuando como meia e, agora, será volante.

É curioso que Dorival abre mão de ter meias no time titular e usou oito jogadores da posição no time reserva, um deles Valdivia, o jogador mais caro do elenco. A formação de suplentes teve Fábio; Weldinho, Josimar, Gabriel Dias e Patrick Vieira; Felipe Menezes, Mendieta, Allione e Mazinho; Valdivia e Bruno César, com Bernardo revezando-se com Allione, outro que retorna após curar lesão muscular.

Ao todo, são 12 desfalques. Além de Victorino e Eguren, suspensos, estão vetados por falta de condições físicas para entrar em campo Fernando Prass, Wendel, Tobio, Wellington, Thiago Martins, Mateus Muller, Wesley, Bruninho, Marcelo Oliveira e Leandro.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Após falhas, Fábio perde vaga para Deola, fora do Verdão desde 2012

Por Felipe Zito

O torcedor do Palmeiras que for ao Pacaembu nesta quarta-feira verá em campo uma equipe bem modificada. E a principal alteração estará no gol alviverde. Após uma sequência de falhas, Dorival Júnior sacou Fábio do time titular para preservá-lo e, de acordo com o coletivo da manhã desta terça-feira, na Academia de Futebol, Deola será o escolhido retornar ao gol alviverde.

Formado pelas categorias de base do clube, o provável novo titular não disputa uma partida pelo Palmeiras desde o dia 8 de julho de 2012. Na ocasião, o time dirigido por Luiz Felipe Scolari foi derrotado pela Ponte Preta por 1 a 0, no estádio Moisés Lucarelli, em gol que contou com a colaboração do arqueiro.

Depois do duelo em Campinas (SP), Deola passou a acumular empréstimos. Após atuar pelo Vitória por um ano e meio, o jogador fez parte do plantel do Atlético Sorocaba na campanha que rebaixou a equipe para a Série A2 do estadual, em 2014.

Reintegrado ao plantel palmeirense após a saída de Gilson Kleina, o goleiro, que tem contrato com o Verdão até dezembro de 2015, voltou a ser opção por causa da fase irregular de Fábio. Titular da posição, Fernando Prass ainda se recupera de cirurgia no cotovelo direito. Já Bruno apenas treina na Academia de Futebol.

Em entrevista coletiva, o lateral-esquerdo Victor Luis defendeu Fábio e elogiou o provável novo titular da meta palmeirense.

– (Deola) É um excelente goleiro, como o Fábio. Goleiro é uma posição difícil. O cara salva um monte de vezes o time, antes da Copa era o melhor goleiro quando estava ganhando. É normal, todo mundo erra. Ele tem total confiança do grupo e da comissão. O Deola vai entrar e vai ser uma excelente oportunidade para ele também – afirmou.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE

• Palmeiras conversa com Adidas, mas insatisfação com valores adia renovação

Por Danilo Lavieri

Palmeiras e Adidas têm tido dificuldades para entrar em um acordo no que diz respeito à renovação de acordo. Clube e fornecedora de materiais esportivos mantêm conversas diárias sobre a possibilidade de renovar o contrato, que termina em dezembro de 2014, mas ainda não passaram da fase da assinatura do chamado memorando de entendimentos.

Essa prática é comum e foi necessária para que as conversas pudessem caminhar no aspecto jurídico, mas não garantem nenhum tipo de acordo. Há parte da diretoria que teme, inclusive, por uma falta de acordo até o fim do ano, o que faria o time entrar em 2015 sem patrocinador e sem fornecedor de material esportivo.

O principal ponto em discussão é a mudança dos termos do contrato atual. Os diretores palmeirenses acham inadmissíveis os valores praticados atualmente, especialmente por estarem em um patamar inferior aos do Fluminense, clube carioca que tem menor torcida, vende menos e fatura aproximadamente R$ 20 milhões anualmente, R$ 3 milhões a mais que os paulistas faturaram entre 2011 e 2013.

A exceção neste valor foi em 2014, quando o clube comemora seu centenário e teve um aporte maior, com cerca de R$ 19 milhões. Vale destacar que, nos valores, não está incluindo o chamado enxoval, que corresponde à verba investida em material. Esse acordo foi fechado ainda em 2010 por Luiz Gonzaga Belluzzo, então presidente.

Para efeito de comparação, os produtos alviverdes chegaram a ocupar a quinta colocação no ranking de vendas da multinacional, só atrás de Real Madrid, Milan, Chelsea e Bayern de Munique, gigantes que têm a marca forte e conseguem vender no mundo inteiro.

Não à toa, os palmeirenses pretendem chegar a um valor semelhante ao do Flamengo. O contrato com o clube de maior torcida do país é de mais de R$ 380 milhões distribuídos nos dez anos de duração. Sabem, no entanto, que igualar essa marca é impossível.

Há, ainda, algumas outras insatisfações que dizem respeito à distribuição de materiais esportivos, tanto no clube quanto nas lojas. O UOL Esporte presenciou isso nos Estados Unidos, onde as lojas da Adidas comercializavam itens do Fluminense e do Flamengo, mas nenhum do Palmeiras.

Em contrapartida, o que joga contra o time paulista é a falta de um interessado que possa fazer frente à apresentada pela a atual parceira. Por isso, há conselheiros e diretores que tratam o acordo como uma tendência, mesmo sem que ele atenda todas às expectativas alviverdes. Eles admitem, no entanto, que uma boa proposta possa colocar fim à parceria que dura desde 2006.

Internamente, a Adidas reclama do jeito que o marketing palmeirense e seu presidente, Paulo Nobre, conduzem as negociações.

Via assessoria, diz que não comentará assuntos relativos à renovação.

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COLUNA DE PRIMA ❘ LANCE!

Por Marcelo Damato

• Corneta

Conselheiros do Palmeiras fizeram chegar ao presidente Paulo Nobre que querem o afastamento do goleiro Fábio, por ter falhado nos últimos quatro jogos. Dizem que por muito menos o então ídolo Oberdan Cattani perdeu a posição durante a Copa Rio de 1951 para Fábio Crippa, que acabou sendo o titular da equipe até o jogo da final.

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COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO

Por Bernardo Itri

• Novela…

O primeiro evento-teste do novo estádio do Palmeiras foi cancelado novamente —é a segunda vez que isso acontece. O evento, para 3.000 pessoas, estava programado para o dia 13 de setembro, foi adiado para o próximo sábado, dia 20, mas não será realizado nesta data.

• …sem fim

O cancelamento foi determinado porque o evento —a apresentação de um filme sobre o título de 1993— coincidiria com o tradicional jantar dos veteranos do Palmeiras, que sempre ocorre no dia 20 de setembro, após o aniversário do clube. O encontro com ex-jogadores será no restaurante do Palmeiras.

• Efeito dominó

O atraso do primeiro evento-teste do estádio deve afetar a inauguração da arena, que estava programada para o fim de outubro ou início de novembro.

• Dividida

“Até passou da hora de sacá-lo para poupá-lo“ – Ricardo Pisani, conselheiro do Palmeiras, sugerindo que o goleiro Fábio deveria ser substituído após as diversas falhas que tem protagonizado na meta alviverde

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41 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 16-09-2014: Arena do Palmeiras será uma Bombonera em relação a Itaquerão, diz arquiteto ❘ BLOG DO RODRIGO MATTOS”

Ao ver o novo estádio, imagino o Palmeiras como uma pessoa toda desdentada, suja, barba por fazer, faminta, vestindo um terno de grife. Lamentável: Centenário, Nova Arena e sem time. Graças aos que se abancaram da presidência nos últimos anos. Com excessão de Beluzzo.

Essa sempre foi a tática do Mustafá. Ele entra com duas candidaturas e próximo da eleição ele manda um dos fantoches abandonar a candidatura em apoio ao outro fantoche com maior chance de ganhar.

Deus… pelo amor ao Senhor, faça o Deola um goleiro à altura da SEP. Não o deixe frangar e proteja o nosso gol,. Que nenhum filhote de urubu caia na nossa área’, para não dar chance do apitador marcar penal e que o bandeirinha nos ataques duvidosos de nosso adversário tenha um movimento inviluntário e aponte um impedimento. Que nossos atacantes finalizem como verdadeiros atacantes de time grande e que façam pelo menos dois gols por partida. Livrai-nos da série B, por todos os seculos dos séculos. Amém.

Pior de tudo é que coma desistência do incompetente Roberto Frizzo e com o apoio a Paulo Mole
é bem possível que mesmo com eleição direta , o mimadinho vença. Na certa ofereceu algum cargo
do tipo diretor de futebol pro cara. Se isso acontecer é bem capaz do estádio continuar fechado por
mais 2 anos.

Eu também acho, é bem provável que o mimadinho do Almeidinho Nobre vença a eleição e consequentemente a nossa arena continuará fechado por mais 2 anos. Aprova poderá está aí que nem as eleições diretas dão jeito nessa política feudal e repleto de ladrões!!!

A americana Umder Armour está louquinha para entrar no mundo do futebol.MNesmo que seja por uma quantia igual,mandaria essa Adidas as favas.Fica com FluminenC e Flamerda,time de torcida miserável,que compra material pirata.

A (indi)gestão anterior e a atual têm feito de tudo para atrapalhar tudo que diz respeito à arena. Nem um mísero gesto de boa vontade. Não por acaso, duas gestões patrocinadas pelo Tenebroso. Mustafá não gosta da arena pelo mesmo motivo que nunca morreu de amores pela Parmalat. Em ambos os casos a gestão e o dinheiro ficam fora do seu alcance e controle.

Verdi

O Palmeiras, com a grandeza que tem, não precisaria de homens públicos para obter vantagens e novas receitas. Bastaria ter um grupo de dirigentes profissionais e que pensam à altura das nossas tradições. Mas para alguns, o parceiro de 30 anos é um inimigo e o Mustafá é player

O PVC é o pior de todos neste aspecto. Se ele não se dissesse palmeirense eu ia jurar q ele é bambi. Ele fala como uma paixão do time do Jd. Leonor, exalta seus feitos e sua organização, insiste em afirmar q eles não foram rebaixados contra os fatos etc. E qdo ele está no estúdio com o Plihal então falando do spfc? Dá a impressão q a qq momento os 2 vão se beijar apaixonadamente e começar a dar uns amassos ali mesmo. Noriega qdo está comentando jogo do Palmeiras tb briga com as imagens em lances de arbitragem sempre contra o Palmeiras e corneta tudo.

Só notícia boa… nossos goleiros, cada um pior que o outro, duas falhas do Deola e o Bruno vai ganhar uma chance também, depois volta o Fabio… contratamos tantos perebas, será que não podia trazer um goleiro de algum time da série B? Tô viajando? Outra coisa, será que o “presidente profissional” não percebe que essa economia idiota de poupar centavos com jogadores não serve para absolutamente nada? O time é medíocre, então o fornecedor de material esportivo vai pechinchar mesmo! Meu Deus, até o FlorminenC tem um contrato melhor!! O mesmo vale pra Caixa, quem é doido de fechar um negócio agora, com o time na beira do abismo da série B? Nem vou falar da briga com a W.Torre, já começa a “parceria” de 30 anos com uma liminar… obrigado paulo nobre! E tem gente que ainda vem aqui defender o indefensável!!!

Eu ja votei no SERRA ( o vampiro Brasileiro ) Hoje votaria contra !!!

Evento teste para 13 de setembro adiado. Depois para 20 de setembro. Adiado. Agora sem data. Depois alguns aliendos e lambe botas do Paulo Nobre vem aqui dizer que o planejamento e a administração do cara é ótima, etc…
Sem contar que por sua causa estamos perdendo valores em nosso patrocínio de camisas, patrocínio master.
Veja que com Paulo Nobre, 2015 será sem patrocínio master, sem patrocínio de camisa e de quebra a disputa de mais uma 2a. divisão.

Não queimem o goleiro Fábio. O cara tem altura e envergadura que poucos goleiros tem no momento. O menino entrou numa fogueira danada (Weldinho, jogando contra e Juninho Pampers com Renato fazendo besteiras nem aquele goleiro do manchester City).
Após erros, sabemos que ele possui muita qualidade e personalidade.
Ele começou e é melhor que Diego Cavalieri. E todos sabem que Cavalieri, apesar da reserva, já chegou na seleção,

Concordo que tem que preservar o Fábio, mas o triste é ver as outras opções (Deola e Bruno). O Gareca trouxe um punhado de jogadores argentinos e não se lembrou de trazer nenhum goleiro? Outra coisa, o Palmeiras (e alguns outros clubes) tem mania de emprestar jogadores por anos e depois reintegrá-los, como Wendel, Bruno, Deola. Se não serviam pro Palmeiras na época que foram emprestados, vão servir agora , não sei quantos anos depois (a não ser quando o jogador é emprestado ainda muito jovem, para pegar “rodagem”). Isso vai acontecer quando o Luan voltar de empréstimo do Cruzeiro. Se bobear, volta como titular.

Realmente è preservar o Fàbio, que parece ter potencial, daqui um ano,com o Palmeiras ganhando e ele se dedicando em corrigir seus ptos fracos pode ser um grande goleiro,pois Zetti falhou menos que ele,foi pros Bambis e ficou 10 anos.Agora è afastar o Weldinho, Allione jà jogou de lateral e se jogar os com 3 zagueiros, acho que Wesley ou Allione na direita fariam um time menos penso.

“O ministro Aldo Rebelo, do Esporte, não irá se misturar nas negociações”. Sinceramente, falta estes políticos se escondem por medo de perderem votos de urubus e gambás. Enquanto até o ex-presidente fez campanha e deu um estádio de abertura de Copa para eles, o ministrinho não quer se envolver nas negociações. Será que o Palmeiras não tem homens públicos ( ou não) que o salvem desta?

Até tem, mas é que palmeirense preza pela hombridade, idoneidade, honestidade e lealdade…Esses principios, que é natural em um palmeirense, impedem que os homens publicos palmeirenses façam conchavos e falcatruas para ajudar o time do coração…

Não sei quem tomou umas: o arquiteto antes da entrevista ou o jornalista do Uol, antes de redigir a matéria do Allianz Parque.

A W torre iria gastar 300 milhões com o estádio e acabou gastando 600 milhões! Para mim, nada mais justo que dividir essas cadeiras com a empresa! bosque não pode é essa babaquice que só nos traz prejuízos incalculáveis ! Nem material esportivo quer associar sua marca ao Palmeiras! Amadorismo gera amadorismo ! O Nobre presidente já fez oque era para ser feito ( salvou o Palmeiras com seu dinheiro) ! Agora, necessitamos de profissionais que amam o clube para podermos acelerar e isso com certeza não será com o piloto de rally

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