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Verdão na Mídia

VERDÃO NA MÍDIA 23-09-2014: A dois meses da eleição, Nobre ‘some’ em meio à crise do Palmeiras ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• A dois meses da eleição, Nobre ‘some’ em meio à crise do Palmeiras

Por William Correia

No início deste mês, em sua última entrevista coletiva na Academia de Futebol, Paulo Nobre disse confiar na torcida para garantir que o Palmeiras não será rebaixado no Campeonato Brasileiro. Mas, em campo, onde realmente se define o destino do time, a equipe está na última colocação após perder por 6 a 0 para o Goiás. E o torcedor, única esperança do dirigente, não consegue ouvir mais nada do presidente.

Nobre não tem nenhum pronunciamento programado para os próximos dias. No clube, justificam o sumiço do mandatário a uma conclusão óbvia: as eleições marcadas para novembro. O dirigente tem trabalhado em alianças para conseguir mais dois anos de mandato e se expor em meio à crise no futebol só traria prejuízos.

Em Goiânia, a diretoria foi representada pelo vice-presidente Genaro Marino, pelo diretor executivo José Carlos Brunoro e pelo gerente de futebol Omar Feitosa. E coube a Brunoro, de quem Nobre tem evitado aparecer ao lado também pensando em preservar sua imagem política, mais uma vez ser escudo.

Nobre pretendia afastar Brunoro do futebol, ciente de como seu braço direito é criticado por conselheiros e sócios que definirão o presidente do Verdão entre 2015 e 2016. Mas, com as sequentes frustrações da equipe, seguiu longe de Brunoro e, ao mesmo tempo, do futebol.

O presidente acabou sumindo e o diretor executivo tem aparecido constantemente para dar explicações sem nenhum detalhe. Brunoro declara sempre assumir a culpa da diretoria em vexames, mas não especifica onde errou e, como ocorre com Nobre, se nega a assumir os claros erros de planejamento que leva o clube a passar vergonha na temporada do centenário.

O torcedor não consegue ouvir de seus dirigentes o que acontece e, por outro lado, vê apenas o fraquíssimo futebol dentro de campo. Mas Nobre ainda confia na reeleição e, com isso, some para tentar desvincular sua óbvia participação na vergonhosa campanha do time que montou para o centenário.

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VÍDEO ❘ ESPN BRASIL

• Juca chama Nobre de ‘filhote de Mustafá Contursi’ e sugere renúncia ao presidente

Para Juca Kfouri, a situação do Palmeiras ainda não é desesperadora, mas Paulo Nobre, o ‘filhote de Mustafá Contursi’, tem gerido muito mal o clube alviverde. No ‘Linha de Passe’ desta segunda-feira, o especialista disse que só há um jeito para o Palmeiras melhorar: com as saída de Brunoro e Nobre.

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NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Tragédia anunciada: os 10 erros que levaram o Palmeiras à lanterna

Em junho, com o Campeonato Brasileiro paralisado para a disputa da Copa do Mundo, o presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, foi à concentração do time em Atibaia, a 70km de São Paulo, para checar como andava a preparação para o restante da temporada. Na época, o então treinador Ricardo Gareca tentava implantar seu estilo. Animado, Paulo Nobre disse a frase que virou “meme” pouco tempo depois:

– Vai ser difícil ganhar da gente.

Nobre se equivocou. Desde então, o Palmeiras jogou mais 13 vezes no Brasileiro: ganhou duas, empatou duas e perdeu nove, sendo a última delas um vexame histórico (6 a 0 para o Goiás, no Serra Dourada), já com Dorival Júnior no lugar de Gareca.

A troca de técnicos é um dos sintomas mais claros de que o planejamento do clube para a temporada foi para o vinagre. Veja esse e outros dez aspectos da crise que levou o Palmeiras a segurar a lanterna do Brasileirão no ano de seu centenário:

Planejamento

A gestão José Carlos Brunoro contratou mais de 35 jogadores em menos de dois anos, gerando um imenso vai e vem no elenco. Peças importantes como Barcos, Henrique e Alan Kardec saíram, e quem chegou não mostrou a mesma qualidade. Assim, jovens da base foram promovidos às pressas, como João Pedro, Victor Luis e Renato. A diretoria atendeu também aos pedidos de Gareca (Tobio, Mouche, Allione e Cristaldo). Menos de dois meses após a chegada dos argentinos, o treinador foi mandado embora.

Reforços

Dos mais de 35 jogadores, a maioria não vingou. Bernardo, por exemplo, foi emprestado pelo Vasco, mas não se firmou, e a diretoria tentou repassá-lo para o Vitória – o acordo não foi fechado por um motivo simples: a Fifa proíbe que um jogador defenda três clubes diferentes num ano. E esse nem é o pior caso: lembra do lateral-esquerdo Paulo Henrique, contratado com fama de “ex-Menino da Vila”? Nem estreou e foi repassado para o América-RN. E tem ainda o “caso Bruno César”, contratado em janeiro e que, até hoje, não conseguiu uma sequência de jogos.

Marketing

O Palmeiras não tem um patrocinador na camisa há mais de um ano. Marcelo Gianubilo, então diretor de marketing, tentou e não conseguiu arranjar um parceiro para estampar seu nome na camisa do Verdão – o que poderia gerar pelo menos R$ 20 milhões a mais em caixa por ano. Acabou sendo demitido.

Finanças

Sem dinheiro, o Palmeiras teve de recorrer a empréstimos em nome de Paulo Nobre para manter as contas em dia. São mais de R$ 100 milhões que já entraram nos cofres do clube com o presidente como fiador. Mas, quando teve de reforçar o elenco, o Verdão precisou do apoio de investidores para contratar Allione, Mouche, Leandro, Cristaldo…

Lesões

Muitos atletas se machucaram. Valdivia, Wesley, Wendel, Wellington, Allione, Lúcio, Victorino, Diogo, Eguren, Marcelo Oliveira… todos esses, em algum momento, passaram pelo departamento médico por conta de lesões musculares. Teve jogo em que o Palmeiras teve 12 desfalques por lesão. Aí complica…

Elenco  

Antes renegados, jogadores como Wendel, Weldinho, Josimar, Mazinho e Juninho pintaram, do nada, como “soluções” dentro do elenco. Até fizeram uma ou outra boa apresentação. Mas, no geral, mais comprometeram do que ajudaram. 

Valdivia

O craque do time não joga. Foi vendido, mas não foi, tirou férias na Disney sem avisar ninguém, voltou fora de forma, se machucou no primeiro jogo e, quando parecia que iria embalar, acabou sendo expulso “de maneira idiota”.

Goleiros

Com a lesão de Fernando Prass, Bruno assumiu a posição. Não foi bem e deu lugar a Fábio. Depois da Copa, Fábio começou a falhar e foi decisivo em diversos tropeços. Com o novato em baixa, Deola, que não jogava no Palmeiras desde 2012, retornou. E falhou. Enquanto isso, Bruno, que renovou em dezembro um contrato até dezembro de 2015, continua lá só treinando.

Falta de um padrão tático

A aposta em Gareca não deu certo. O último capítulo foi jogar com três atacantes, dois meias e um volante contra o Inter, um dos primeiros colocados – tática “kamikaze”, que resultou em derrota no Pacaembu. Dorival entrou e ainda não conseguiu definir um esquema. Contra o Flamengo, montou uma escalação com quatro atacantes em campo e diversos meias no banco. O time só melhorou enquanto o Valdivia (meia) esteve em campo. Mas aí ele foi expulso…

Saudades de casa

O sonho da diretoria era inaugurar o Allianz Parque antes do aniversário de 100 anos, comemorado em 26 de agosto. Não deu. Alguns eventos serão realizados no novo estádio do Verdão como teste, mas ainda é incerto que o time jogue em casa neste Brasileirão. No Pacaembu, o Palmeiras não tem a mesma força que tinha no velho Parque Antarctica. No Brasileiro, foram três vitórias, dois empates e quatro derrotas no Pacaembu até o momento (aproveitamento de 40,7% dos pontos disputados). 

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Presidenciáveis do Palmeiras sugerem ‘conversa’ e ‘choque’

Por Fellipe Lucena e Thiago Ferri

Wlademir Pescarmona e Luiz Carlos Granieri, candidatos de oposição nas eleições para presidente do Palmeiras no fim do ano, têm opiniões distintas sobre as medidas que podem salvar o clube do rebaixamento – domingo, o time sofreu um dos maiores vexames de sua história ao perder por 6 a 0 para o Goiás.

Ex-diretor de futebol, Pescarmona diz que conversaria com os líderes do elenco em busca de uma solução para a crise, mas salienta que Paulo Nobre, que também foi procurado e preferiu não se pronunciar, não costuma ouvir conselhos:

– Eu chamaria um ou dois líderes do elenco para conversar, tentar dar um incentivo. Já que a técnica não impera, que pelo menos tenham vontade. O elenco é esse mesmo, o técnico é esse, não tem muito mais o que fazer a não ser conversar muito. E rezar… Ele (Nobre) não ouve a gente. Em abril do ano passado, fui à Academia com o Belluzzo e ele disse que estava tudo sob controle. Que assuma – disse, ao LANCE!Net.

Granieri tem opinião mais radical. Para ele, a solução mais adequada seria o afastamento de alguns jogadores e um “choque” no elenco:

– Foi algo muito triste, fora dos padrões do clube. O Palmeiras está fragilizado no aspecto técnico. Alguns dos contratados não têm condições de vestir a camisa do Palmeiras. Precisava afastar alguns, dar um choque no elenco, e analisar o rendimento, tanto de atletas, quanto da diretoria que cuida do futebol.

A votação, que pela primeira terá a participação dos sócios, será em 29 de novembro. Nobre ainda não confirmou candidatura, mas deve tentar a reeleição. Alguns aliados, preocupados com o desgaste causado pela péssima campanha do time no ano do centenário, defendem que ele saia de cena para apoiar o vice Maurício Galliote. Um dirigente ouvido pela reportagem, porém, garante que não há chance disso acontecer.

Em 13 de outubro, as candidaturas passarão por um filtro no Conselho Deliberativo: os presidenciáveis precisam aprovados por, pelo menos, 15% dos membros do órgão, que hoje conta com cerca de 280 pessoas (cerca de 40 votos). Além da novidade de liberar o voto para sócios, pela primeira vez será feita a escolha de chapa fechada, com presidente e quatro vices no mesmo grupo. Até 2013, era possível escolher presidente de uma chapa, e vices de outras. A projeção dentro do clube é que até oito mil sócios participem da votação. 

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NOTICIÁRIO ❘ UOL ESPORTE 

• Acender vela e rescisão. O que dizem os candidatos no Palmeiras após vexame

Por Danilo Lavieri

Depois de mais um vexame para a história do clube, desta vez para o Goiás por um placar de 6 a 0, os palmeirenses intensificaram os questionamentos na atual diretoria e também nas chapas dos presidenciáveis, que concorrerão nas eleições em novembro deste ano.

Paulo Nobre, atual presidente, foi o único que não quis se pronunciar. O UOL Esporte mandou e-mail, mensagem de texto, em aplicativo de comunicação e tentou ligação. Todas sem resposta.

Wlademir Pescarmona, um dos nomes da oposição, disse que nem sabe o que dizer sobre o que viu na televisão. Ele afirmou que o 6 a 0 é emblemático e representa a sucessão de erros da atual gestão.

“Eu sinceramente nem sei se é a melhor hora de falar. Eu estou muito abalado, muito decepcionado, profundamente triste. Isso acaba sendo o reflexo de uma gestão que errou desde o primeiro dia, sendo mesquinha, não ouvindo conselhos, achando que ia resolver tudo sozinha”, disse o ex-diretor de futebol.

“Não sei o que vai acontecer. Eu quero assumir o Palmeiras na primeira, porque na segunda vai ser um desastre para a nossa história. É acender uma vela”, afirmou o candidato.

Luiz Carlos Granieri é outro presidenciável que não se conformou com o que viu no Serra Dourada. Após assistir à tragédia de casa, com a família, ele afirmou que sua sugestão fica por conta da rescisão de contrato com alguns jogadores, sem citar nomes.

“Eu não entendi até agora o que aconteceu, é muito, muito triste ver o Palmeiras assim. Mas temos que ter horas de separar o palmeirense de um gestor, de alguém que vá comandar o clube”, iniciou Granieri.

“Tem jogadores que não podem mais atuar no time, não têm condição. Eu como presidente iria conversar com a comissão e rescindir contrato com atletas independentemente do que isso refletiria. Tem atletas que estão prejudicando o clube  e não tem condições de vestir a camisa do Palmeiras. Isso também atrapalha o resto do elenco”,  finalizou.

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NOTICIÁRIO ❘ JP ONLINE

• “Parece que o Palmeiras perdeu a vontade de ser grande”, diz ex-presidente

“Reunir forças da sua alma profunda e se recuperar”. É isso que Luiz Gonzaga Belluzzo, ex-presidente do Palmeiras, espera que o clube faça para evitar um trágico rebaixamento no ano de seu centenário. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan, o dirigente lamentou a situação do atual lanterna do Campeonato Brasileiro e afirmou que parece que o clube “perdeu a vontade de ser grande”. Ele ainda ressaltou que não é momento de pensar nas eleições no Verdão, que serão realizadas no final do ano, já que a solução para evitar o descenso é uma reunião de forças entre todos no time.

Tentando evitar um terceiro rebaixamento em doze anos, o Palmeiras vive péssima fase no Campeonato Brasileiro. O clube é lanterna com 22 pontos e é o time que mais perdeu no torneio, com 13 derrotas. “Se temos essa recorrência [de luta contra o rebaixamento], precisamos analisar friamente porque isso está ocorrendo. Parece que o Palmeiras perdeu aquela vontade de ser grande, mas é um clube enorme. Eu viajo pelo Brasil e vejo como o clube tem torcedores pelo país inteiro”, afirmou o ex-presidente, que comandou o clube em 2009 e 2010. 

Belluzzo evitou críticas graves a atual gestão de Paulo Nobre, mas alertou que a situação precisa ser revertida o mais rápido possível. “Não quero, de jeito nenhum, aumentar a angústia dos torcedores ou a instabilidade no clube. Fico muito preocupado porque podemos entrar em uma derrocada acumulativa e isso acaba afetando todo o elenco”, opinou. 

O ex-presidente alviverde ressaltou a importância de um clube centenário como o Palmeiras para o futebol do país. “O que me deixa angustiado também é que as pessoas me param na rua, todas preocupadas com essa situação. Precisamos concentrar nossa atenções na instituição e recuperá-la. A grande dela faz falta para o futebol e para a sociedade brasileira”. O Palmeiras completou 100 anos de história em agosto de 2014. 

Questionado sobre o futuro político do clube, Belluzzo evitou opinar sobre as eleições presidenciais no Verdão. “As eleições estão lá na frente. Nós, agora, temos que nos juntar para tirar o time dessa situação dramática”, frisou.

Sobre Valdívia, Belluzzo elogiou o talento do meia, mas não o defendeu no atual momento. “Eu não gosto de fazer ataques pessoais, mas ele está devendo. Toda vez que ele faz uma coisa daquela [expulsão diante do Flamengo, por agressão ao adversário], eu fico decepcionado”, admitiu o ex-presidente. 

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NOTICIÁRIO ❘ ESTADÃO ONLINE 

• São Paulo acerta com Wesley e agora espera Palmeiras desistir

Por Fernando Faro

Ou Paulo Nobre abre o bolso, ou perderá mais um jogador para o São Paulo. Depois de Alan Kardec, Wesley é mais um que deve trocar o Palmeiras pelo Morumbi. O Tricolor costurou um acordo com o jogador e só uma contraproposta alta do rival pode impedir a transação, dada como praticamente certa pelo Tricolor.

Wesley tem vínculo com o Alviverde até 27 de fevereiro do ano que vem, mas já pode assinar um pré-contrato com outro clube. O interesse do São Paulo vem desde o meio do ano passado e o clube tem monitorado a situação, ciente de que o rival tem enfrentado dificuldades na hora de renovar os vínculos com seus jogadores.

A aposta é que o desejo do jogador se transferir falará mais alto. Wesley tem enfrentado resistência da torcida no Palmeiras e chegou até a ser hostilizado por torcedores por causa da péssima fase da equipe. Ele também tem o perfil versátil que Muricy Ramalho gosta e pode atuar em várias funções.

A exemplo do que fez com Alan Kardec, o Tricolor trabalhou intensamente nos bastidores para convencer o jogador a trocar de lado. Em termos salariais, a pedida não é muito diferente do que foi oferecido pelo rival: salário na casa dos R$350 mil mensais. O diferencial é que, no Morumbi, ele teria um ambiente mais tranquilo para trabalhar e jogar.

A negociação vem sendo negada por todas as partes porque existe uma chance de naufrágio: o Alviverde aumentar substancialmente os valores e seduzi-lo a continuar no clube. No entanto, a confiança no clube é enorme e pode representar o segundo chapéu consecutivo de Carlos Miguel Aidar em Paulo Nobre, com quem tem relações turbulentas.

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NOTICIÁRIO ❘ MÁQUINA DO ESPORTE

• WTorre confirma primeiro evento-teste para estádio do Palmeiras

Por Duda Lopes

Após adiamento, a WTorre definiu a data do evento teste que marcará a abertura do Allianz Parque, o novo estádio do Palmeiras. No próximo dia 27, o estádio abrirá as portas para um público de 3 mil pessoas para exibir o filme “12 de Junho de 1993 – O Dia da Paixão Palmeirense”, que conta a história do fim de jejum de 17 anos sem título do clube paulistano.

Com o adiamento para o próximo fim de semana, a mostra será feita após a entrada do filme nos cinemas. O “Dia da Paixão Palmeirense” foi produzido pela Canal Azul, a mesma que fez vídeos históricos de Corinthians e Santos recentemente. No dia 25 deste mês, o vídeo passará a ser exibido em salas de cinema. Existe também a possibilidade de ter exibição na televisão fechada, caso da ESPN, e na televisão aberta, com a Band.

Na próxima terça-feira, haverá outro evento, sem ligação com o estádio palmeirense. O filme será exibido no Cine Livraria Cultura, no Conjunto Nacional, localizado na Avenida Paulista, em São Paulo. A Adidas, fornecedora de material do clube e uma das patrocinadas da película, enviou convites à imprensa na última semana.

Os adiamentos e os eventos concorrentes mostram um pouco do momento vivido por Palmeiras e WTorre. O clube e a construtora vivem um drama pelo direito de comercialização dos assentos da nova arena, e o caso passa pela arbitragem para interpretação contratual. Enquanto não se chega a uma resolução, o time não deve entrar em campo na nova casa, e a relação entre as partes permanece pouco amigável.  

Procurado pela Máquina do Esporte para explicar o adiamento do evento em seu estádio, o Palmeiras alegou que não possui nenhuma ligação com o evento da WTorre. 

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NOTICIÁRIO ❘ FOLHA ONLINE

• Na lanterna, Palmeiras terá confrontos diretos para deixar degola

O Palmeiras terá nas próximas quatro rodadas um “minicampeonato” de vida ou morte dentro do Brasileiro. O time jogará contra rivais diretos na luta para escapar de mais um rebaixamento para a Série B.

A equipe de Dorival Júnior enfrentará Vitória, Figueirense, Chapecoense e Botafogo, nesta sequência, adversários que estão entre 13º e 16º na tabela, ou seja, logo acima da zona do rebaixamento.

Como a desvantagem para o time de Santa Catarina, o 13º, é de apenas quatro pontos, dependendo da combinação de resultados nessas próximas quatro rodadas é possível ultrapassar cada um desses rivais com uma simples vitória, o que já tiraria o alviverde da zona da degola.

A derrota por 6 a 0 para o Goiás, domingo (21), fora de casa, deixou o time na lanterna, com 22 pontos. Porém, a chance de sair da zona do rebaixamento nesta altura da competição é maior do que era dois anos atrás.

Em 2012 o time acabou caindo para a Segunda Divisão pela segunda vez na história –a primeira foi em 2002, quando o formato da competição era outro, ainda sem os pontos corridos.

A diferença neste momento do Palmeiras para o Botafogo, o 16º colocado, é de um ponto. Em 2012, a desvantagem para o Coritiba, o primeiro que se livrava da queda naquele momento, era de cinco pontos, portanto eram necessárias duas rodadas para conseguir deixar a degola.

“A rodada, em teoria, não foi tão ruim. Não nos deixou distante dos outros times. Temos de reagir como gente grande, como o Palmeiras”, disse o diretor executivo José Carlos Brunoro após o vexame em Goiás.

Tabela-FSP

• Calmaria

Apesar da goleada, não foram registrados problemas no retorno do time a São Paulo nesta segunda (22).

Os jogadores treinaram de manhã e não houve protestos. Só uma das organizadas, a TUP (Torcida Uniformizada do Palmeiras), pichou a própria sede em protesto contra o presidente Paulo Nobre.

Dorival Júnior pode ter o retorno de três jogadores para enfrentar o Vitória, quinta (25). Mendieta e Leandro estão recuperados de problemas físicos e Valdivia liberado pós-suspensão.

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BLOG PITACOS DO PALESTRA ❘ LANCENET

• Piedade rival com o pior da história

Por Thiago Salata 

“Seu” Luiz, um senhor de mais de 70 anos, torce para o São Paulo. Irritado com a derrota no clássico de domingo, decidiu ver Goiás x Palmeiras logo em seguida. Apostou que o Verdão se daria bem no Serra Dourada. Viu que estava errado já aos seis minutos. E foi se irritando mais a cada gol goiano, como se torcesse pelo Alviverde paulista. “Isso não é possível!”.

O sentimento de pena já não é tão raro de se ver entre os rivais, sejam da velha ou da nova geração. É a pior coisa que poderia acontecer para o Palmeiras. Obviamente, muitos estão se divertindo com o novo vexame do lanterna. Outros tantos, porém, não estão. Há piedade, é melhor não tirar sarro, argumentam. “Chegou um ponto que já é trágico e não cômico”, foi outro comentário de um torcedor, corintiano, que ouvi.

Muitos torcedores palmeirenses já desistiram, não se revoltam mais como em vexames recentes – e são muitos desde 2001. A gestão Paulo Nobre rompeu qualquer barreira da incompetência. O único 6 a 0 sofrido em Brasileiros pelo centenário clube tinha acontecido em 1981, para o Inter. A derrota para o Goiás, clube menor do que o Colorado, é a pior da história. O Alviverde atual é o pior em 100 anos.

Lanterna de um campeonato fraco, o Palmeiras tem inacreditáveis 18 gols negativos de saldo. Duras 13 derrotas. Perdeu mais do que o Botafogo (12), que não paga salários e está fora da zona da degola. Em 2012, o Verdão terminou rebaixado com 22 tropeços e saldo negativo de 15. Era um time péssimo, mas com Barcos, melhor do que o atual.

Ninguém sabe escalar qual é o time titular do Palmeiras, que já teve quatro técnicos sentados no banco no Brasileirão. Culpa única e exclusiva da diretoria, liderada por Paulo de Almeida Nobre.

O time não pressiona ninguém, tem dificuldades em bater no gol. Toma gols dignos de equipes não profissionais. No Nacional, venceu o 19º, Criciúma (duas vezes, a duras penas – 2 a 1 e 1 a 0), Coritiba (1 a 0), Vitória (1 a 0), Figueirense (1 a 0) e Goiás (2 a 0). Notem a dificuldade que foi para conseguir as seis vitórias em 23 rodadas.

E no returno o Palmeiras ainda terá de jogar com Cruzeiro, São Paulo e Internacional, todos fora de casa. Prepare-se, palmeirense.

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BLOG DO JORGE NICOLA ❘ IG 

• ‘Nossos goleiros são horrorosos. Um pior do que o outro’, diz vice-presidente do Palmeiras

“Peço a todos os palmeirenses que rezem pela volta rápida do Fernando Prass.” A frase é do vice-presidente alviverde Antonino Jesse Ribeiro e reflete o pavor da diretoria com os reservas imediatos de Prass, ausente do time devido a uma contusão desde 4 de maio.

“Os nossos goleiros são horrorosos! Um pior do que o outro”, avalia Jesse, se referindo a Deola, Fábio e Bruno, todos revelados na base.

“O Bruno não dá. Aí, tentamos o Fábio, que começou bem e, depois, passou a levar gol de tudo quanto é jeito. Eu até fui um dos que defenderam a entrada do Deola, que ganha uma oportunidade e leva seis gols”, corneta, revoltado com a goleada sofrida para o Goiás, por 6 a 0, no último domingo.

Para o aliado de Paulo Nobre, Fábio, Deola e Bruno conseguiram acabar com a renomada escola de goleiros da Academia do Palmeiras. “Sempre fomos uma referência na hora de formar goleiros, mas isso acabou depois do surgimento do Marcos”, acrescenta.

Prass sofreu uma fratura no cotovelo direito na derrota para o Flamengo, no Maracanã, na terceira rodada do Brasileirão, e nunca mais jogou. A expectativa do departamento médico é de que ele leve mais duas semanas para retornar.

Culpa dos boleiros – Jesse também está furioso com o restante do elenco. “Infelizmente, não dá para contratar um time inteiro novo. Então, o negócio é conviver com quem está lá. Mas, apesar de tudo isso, ainda acho que o Palmeiras se salvará”, afirma.

O vice-presidente garante que não há desculpas para a série de 13 derrotas do time em 23 jogos. “Não tem salário atrasado, não existe briga no grupo, os atletas têm todo o respaldo da diretoria… Agora, eles precisam correr”, finaliza o vice-presidente. O Verdão, hoje, é o lanterna do Brasileirão com 22 pontos em 23 rodadas.

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COLUNA DE PRIMA ❘ LANCE!

Por Marcelo Damato

• Chance de ouro

Até aliados do ex-diretor Wlademir Pescarmona reconhecem: esta pode ser sua última chance de concorrer à presidência do Palmeiras. Se o time não se recuperar nas próximas rodadas, poderá estar às portas da Série B ou mesmo rebaixado no dia da eleição (que acontecerá no fim de semana da penúltima rodada do Brasileiro). Se nem assim vencer, seu próprio grupo deve aposentá-lo.

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COLUNA PAINEL FC ❘ FOLHA DE S.PAULO

Por Bernardo Itri

• Blindagem

Em crise e com seu estádio prestes a ser inaugurado, o Palmeiras já tem segurança garantida na arena. A WTorre, construtora, contratou a empresa que será responsável por evitar confusões e proteger o estádio. A escolhida foi a Gocil.

• Na ativa

A empresa já está trabalhando no estádio palmeirense e irá atuar, por exemplo, no primeiro evento-teste do local, sábado (27).

• Dividida

“O time é fraco, mas a diretoria é pior‘ – Piraci Oliveira, ex-diretor jurídico do Palmeiras e conselheiro, após a goleada sofrida para o Goiás no domingo (21), comentando sobre a situação do clube no Campeonato Brasileiro –é lanterna, com 13 derrotas acumuladas

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29 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 23-09-2014: A dois meses da eleição, Nobre ‘some’ em meio à crise do Palmeiras ❘ GAZETA ESPORTIVA NET”

Sei não, acho que o 3 VV, está sendo administrado pelo Paulo Nobre, dois dias sem apresentar nenhuma novidade, nem sequer um ‘drops’…..pessoal põe o estagiário para trabalhar…..AVANTI 3VV!!!

E tem quem ainda apoia Paulo Nobre, filhote e representante d Mustafá Contursi. Único culpado por tudo de ruim que ocorre com o Palmeiras hoje. Luiz Carlos Granierié é o mentiroso candidato da oposição. Próximo da eleição, ele abandona a candidatura para apoiar Paulo Nobre. Uma velha jogada que Mustafá contursi sempre usou. NÃO DEIXEM PAULO NOBRE CONTINUAR, POR FAVOR.

Nobre tá totalmente perdido, não temos ninguem que possa escolher 3 ou 4 jogadores que precisamos, lat direito, volante cabeça de area e meia e se Prass demorar goleiro.Até a ponte tá contratando, contratou Vilson e Josimar, nós ainda ninguem,a ação tem que ser rápida e precisa prá mudar ambiente e reparar erros,Espero que Dorival saiba escolher e Nobre negociar sem novela, pois o tempo passa.

Renato é horroroso, deve estar lá por causa de algum empresário que molhou a mão de alguém.
Quanto ao comentário do Murilo, como frequentador do clube a anos, é perfeito, é exatamente as
sim que mustafá funciona e sempre funcionou. Agora vai trair Nobre assim como fez com Tirone
e procurar se encostar em algum candidato pra encostar-se nele e oferecer seu sórdido apoio. O sapo nunca gostou mesmo de futebol, mas adora o dinheiro que ele arrecada.

É SERGIO RICARDO, as eleições estão chegando e vamos ficar atentos qual será a intensão do desgraçado do Mustafá, e digo mais, não duvido nada quando o Musgambá resolver não apoiar PN e apoiar um dos candidatos a presidência: Luís Carlos Granieri.

tiro renato e fabio dessa lista.. o Renato deveria ser reserva e entrar aos poucos.. deram titularidade pro moloque por falta de jogador que preste no elenco.. tem que ter paciencia com ele..

Vi um texto no blog do Flavio Canuto que gostaria muito de compartilhar aqui.

“Canuto, o clube entrou em polvorosa a partir de 78, com o surgimento do Mustafá. Mas na década de 50 , quando o clube se transformou no segundo maior detentores de sócios , atrás do Juventus da Moóca e o parque social do clube cresceu em grandes proporções. O Palmeiras teve, não sei se ainda matem, dois grandes clubes de campo, além da sede central. Um era em Osasco e outro , se não me engano em Cotia. Eram grandiosos. Com tudo isto atraiu vários sócios que sequer gostavam do clube. Compravam títulos do clube e eram torcedores de outros times da capital. A cisão entre os grupos políticos já era forte na década de 50 , o que trouxe problemas semelhantes aos atuais. O Palmeiras ficou oito anos sem conquistar títulos e a partir da venda do Altafini para o Milan e a formação do time que venceu o supercampeonato paulista se pacificou o clube. Além disto , não há como negar que aquele período foi a melhor safra do futebol brasileiro e , pra um clube rico como o Palmeiras e de pessoas influentes , montar grandes times, trazer granes craques era fácil. A relação do time com as agremiações formadoras era ótima. A fama de bom pagador do Palmeiras , tanto do passe como de salários era um agregador de grandes jogadores. Em 1977, Jordão Bruno Sacomanni, ligado ao grupo de Delphino Fachina ( capo do grupo) vence as eleições contra Nelson Duque , pertencente ao grupo de Paschoal Walter Byron Giulliano ( capo do outro grupo e então no poder desde 1971) , mas se enfia em muitos negócios escusos e desvia dinheiro do clube e ainda convence jogadores a aplicar dinheiro em suas empreitas. Leão, Ademir da Guia, Nei e Alfredo Mostarda são os mais prejudicados. Seu diretor de futebol era Mustafá Contursi. Seu vice , Brício Pompeu de Toledo. Sacomani chega até ser preso, é expulso do clube e logo depois morre. Bricio Pompeu de Toledo assume o clube. Na eleição seguinte, depois de uma longa crise política e financeira, Delphino Fachina ganha as eleições e tem como seu vice , novamente , o irmão do patrono do panetone. Morre logo após o início de seu mandato, deixa a presidência a cargo de Brício que tem como homem forte no clube Mustafá contursi, embora Carlos Bernardo Fachina Nunes, neto de Delphino , fosse o diretor de futebol. Monta-se então aquele time medonho do início dos anos 80. Em 82, o grupo de Giulianno retoma o poder e forma o primeiro time decente daquela década. Nelson duque vence as seguintes , até que em 1989, assume Carlos Bernardo Fachina Nunes. Nesta época , um grupo liderado por alguns jovens palmeirenses, tais como Gilberto Cippulo, Luis Gonzaga Belluzo , Seraphim Del Grande e o Nicollelis ( não me lembro o primeiro nome dele, mas é o da prótese da copa do mundo) ,que eram amigos de José Carlos Brunoro, recebem um convite para conhecer a Parmalat italiana , empresa que pretendia difundir a sua marca no Brasil. Alinhavam um esboço de acordo e os sócios levam ao conselho. Carlos Bernardo topa a empreita, mas como seu grupo era majoritário e praticamente imbatível na política do clube, havia prometido o apoio a Mustafá Contursi para ser o próximo presidente. Pessoa influente, Mustafá fez seu grupo, que já era ligado mais a ele do que ao presidente, exigir a manutenção do combinado para votar a favor do contrato com a Parmalat. Assim foi feito: Mustafá ficaria dois mandatos e depois apoiaria Seraphim Del Grande. Mustafá topou , para dar um golpe de estado e se manter por mais 4 mandatos no poder. A conseqüência disto , estamos assistindo agora. Para conseguir tal coisa, Mustafá, dentre outras coisas, perdoou dívidas de sócios inadimplentes, promoveu discricionariamente, pessoas ao cargo de conselheiro do clube, ofertou vários presentes a várias pessoas e mudou o estatuto do clube para permitir mais do que uma reeleição. Dando continuidade a seu plano, Mustafá formou um clube empresa, o famigerado Palmeiras B , que aglutinava os jogadores da base do Palmeiras tendo alguns cm futuro e outros somente para empregar jogadores de empresários amigos. Mustafá , assim como outros presidentes de clubes, amaram a Lei Pelé. Ela propicia desviar dinheiro e ganhar em cima do clube sem prestar contas, principalmente porque o dono do jogador é o empresário. A manutenção do clube social, desde há muito , com a decadência deste tipo de lazer é suportada pelo futebol, que apesar de caro é extremamente rentável, enquanto as piscinas ficam as moscas e meia dúzia de frescos jogam tênis na quadra do clube. Mas o futebol sofre alguns preconceitos desta turma liderada pelo Mustafá: a torcida é discriminada, formada por pobres fétidos, boca suja e maconheiro. A torcida não é dona do clube e por isto não tem direito de ingressar nas dependências do clube. Enfim, o futebol só serve para sustentar nosso luxo e o que se arrecada é o suficiente para isto. Enquanto o time ainda tiver algum prestígio, nossa diversão está garantida. Mustafá e seu grupo não vão a jogos de futebol, não querem nem saber o que ocorre no futebol e acham o futebol um saco, mas gostam do dinheiro ( precisam) dele para sustentar o clube falido. Para manter a receita necessária , basta ficar entre o rebaixamento da série A e o título da série B . Entalado na necessidade de ganhar algo, alguns presidentes ( um até dissidente do grupo do Mustafá) tentaram formar um time de futebol. Entre coisas que dão errado , até a ingerência de estranhos no grupo de jogadores , tudo que se fez deu errado. Hoje o time é um arremedo do que foi no passado. Está engessado neste sistema imposto pelo Mustafá que, embora longe da diretoria, dirige de fato , o órgão que decide o destino do dinheiro e dos dirigentes que o gastam. Ele deixou o poder sem deixá-lo. Ser eminência parda é muito melhor, pois a porrada vai no outro. Ele encontrou no Paulo Nobre o ambicioso e frágil testa de ferro e o que é melhor: ele o ajudou a aprovar o plano de devolução de seu dinheiro. É claro que ele vai ter contrapartida se o Nobre se reeleger. E a reeleição passa pelo conselho. O futuro se desenha tenebroso. O que mais me incomoda são os ídolos do clube , como o Leão, que na Fox ontem disse que o Mustafá é combatido pela torcida que vê o seu pãodurismo e que ele fez muito pelo clube. Eu discordo do Leão. O problema não é a avareza, mas a forma como ele trata o futebol. Ele não gosta do futebol e acha que não se deve babar ovo para o futebol. Muitas outras frases dele deixam clara a sua intenção de manter o futebol estagnado. Ganhar títulos não é necessário e como todo avarento, se contenta com pouco e procura gastar menos ainda. Deixar a administração nas mãos de terceiros, seria o ideal. Formalizar um plano de terceirização do futebol seria a melhor coisa a se fazer.”

Texto para todo palmeirense que se prese ler e guardar, para saber como o nosso declínio começou. Parabéns. O 3vv fala o que sobre isso? Texto relevante…

Nao assisti ao jg contra o goiás, pressentia o pior. Deixei o celular em casa e sai com a família! Mas não acreditei quando vi o resultado, fui a internet olhar os lances, procurando um motivo: três expulsos no primeiro tempo, com quatro pênaltis roubados. Que nada, safadeza e falta de vontade mesmo. Tudo esta errado, ou eu não entendi nada ainda! Todos os times passam por fazes ruins, mas ser humilhado todos os anos é so pra palmeirense.

LISTA DE DISPENSAS URGENTE:

Bruno
Deola
Weldinho
Josimar
B.Cesar
Bernardo
Meneses
P.Vieira
Eguren
Wesley
Mazinho
Juninho
Bruninho

Não colocaria Mendieta e Leandro para não perdermos mais dinheiro. Além , é lógico, do Brunoro e do Feitosa

By the way…….o procurador da capitania hereditária chamada stjd, mais um vez foi rápido quando se trata do Palmeiras………NÃO É PIADA!!!!!!…….”A procuradoria denunciou o Palmeiras pelo atraso de um minuto na volta do intervalo (multa de R$ 1 mil), por um laser de sua torcida (multa de até R$ 100 mil) e pela conduta considerada antidesportiva do gandula Giovanni Devechi, acusado de tentar favorecer o clube ao repor a bola com muita rapidez (multa de até R$ 100 mil) no jogo contra o Flamengo”…………o Palmeiras logo vai pagar quase meio muchão para esse tribunalzinho derranque. E o que fazem com a grana????

De agora, até a salvação…..ou rebaixamento……é que veremos quem realmente gosta e está interessado em salvar o Palmeiras. É a hora de separar os abutres, dos verdadeiros torcedores……. dos que torcem para ter mais caos, visando uma vantagem, dos que se perguntam pq TODAS as alas do clube e mídia palestrina n~åo se unem para salvar o clube desse rebaixamento……. dos que relativam os erros de arbitragem, já que o time é ruim………..dos que acreditam que o fato do time ser ruim, quando é roubado, acaba desequilibrando-o e mina a auto-estima mais ainda.

Paulo Roberto, o único que tem peito para isso, quando presidente foi até ameaçado de morte, foi sabotado de todas as formas e mesmo assim chegamos na última rodada disputando o TITULO.

Concordo 100% LEVI, agora é que vamos ver quem é Palmeirense de verdade e quem está afim de salvar o Palmeiras, a mídia palestrina também está DIVIDIDA, vamos observar mais de perto pra ver quem é Palmeirense e quem é ante palmeirense.

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