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VERDÃO NA MÍDIA 29-09-2014: Fator Valdivia: Verdão tenta encontrar rumo sem o meia, que será julgado ❘ GLOBO ESPORTE COM

NOTICIÁRIO ❘ GLOBO ESPORTE COM

• Fator Valdivia: Verdão tenta encontrar rumo sem o meia, que será julgado

Por Felipe Zito

O elenco do Palmeiras desembarca na capital paulista no início da tarde desta segunda-feira e poderá curtir o resto do dia de folga. Mas todos no clube estarão atentos ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). À tarde, no Rio de Janeiro, Valdivia será julgado pela expulsão na partida contra o Flamengo, no dia 17 de setembro, no Pacaembu.

Na ocasião, o chileno entrou no segundo tempo do duelo, válido pela 22ª rodada do Brasileirão, e mudou o jogo. Deu novo ritmo ao ataque palmeirense, conseguiu assistência para o gol de Victor Luis, que empatou o placar em 2 a 2, mas acabou recebendo cartão vermelho do árbitro Anderson Daronco após pisar em Amaral depois de uma disputa de bola.

Denunciado pelo STJD por agressão, Valdivia será julgado no artigo 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que prevê uma punição de quatro a 12 jogos. E o temor no clube por uma punição mais rígida ao meia se justifica nos números da equipe no Brasileirão.

Com o chileno em campo, o Palmeiras conquistou 41,66% dos pontos disputados. Foram três vitórias, um empate e quatro derrotas em oito partidas. Na ausência do Mago, o aproveitamento da equipe alviverde cai para 29,41%, com quatro vitórias, três empates e dez derrotas em 17 jogos.

Apesar de ter admitido a culpa pela derrota do Palmeiras diante do Figueirense (veja no vídeo acima), quando desperdiçou boa chance para ampliar a vantagem alviverde no segundo tempo, Valdivia continua em alta com o treinador. Além de ser defendido publicamente por Dorival Júnior, o meia conta com a torcida do comandante no julgamento no STJD.

– É muito complicado (poder perder o jogador), muito difícil. Um jogador de tamanha importância, vocês notam o crescimento do Palmeiras com o Valdivia em campo. Eu espero que sejamos felizes na defesa dele – afirmou o técnico Dorival Júnior.

Caso seja punido, Valdivia terá de cumprir punição já na partida contra a Chapecoense. Para a posição, o Palmeiras conta com Bernardo, Bruno César, Mendieta e Felipe Menezes com características semelhantes e que poderão entrar na equipe.

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NOTICIÁRIO ❘ LANCENET

• Após escalar ‘defesa da base’, Dorival Júnior não culpa jovens por apagão

Dorival Júnior saiu em defesa da jovem defesa do Palmeiras após o apagão sofrido contra o Figueirense no Orlando Scarpelli, no domingo: foram três gols sofridos entre os 30 e os 35 minutos do segundo tempo, quando o time vencia por 1 a 0. O sistema defensivo foi todo composto por garotos revelados pelo clube: João Pedro (17 anos), Gabriel Dias (20), Nathan (19) e Victor Luis (21).

– Nada, nenhum problema a zaga ter sido jovem. Não foi por isso que perdemos o jogo. Eles vinham fazendo bela partida, muito equilibrados, ganhando a maioria dos lances. O resultado acabou sendo desfavorável. O momento é difícil, toda situação, mínima que for, acaba sendo fatal. Temos que enfrentar. Em algum momento isso tem que mudar. O Palmeiras está trabalhando muito para isso – defendeu o comandante.

Outro ponto abordado na entrevista coletiva pós-jogo foi a postura ofensiva da equipe. Novamente armado no 4-2-3-1, como em todos os jogos com Dorival, o Palmeiras ficou praticamente todo o tempo em seu campo ofensivo e acabou tomando gols no contra-ataque.

– Já ouvi muitos comentários, que o Ricardo (Gareca) deixava o time aberto, o Dorival se expõe. O Figueirense não tinha dado chute em gol. Outra coisa: tenho 12 jogadores no departamento médico, agora o Renato também. Para quinta-feira (contra a Chapeconse, no Pacaembu) não sei se vou ter dois zagueiros em campo. São situações difíceis de trabalhar. Estou tendo que improvisar, não consigo repetir uma equipe, mas temos que encontrar o caminho. Não temos que ficar lamentando, abaixando a cabeça, chorando… Temos que levantar, ver que alguma coisa de bom tem – completou o técnico.

Os jogadores vetados por problemas físicos neste momento são o goleiro Fernando Prass, os zagueiros Lúcio, Victorino, Thiago Martins, Wellington e Tobio, os volantes Eguren e Wesley, o meia Mazinho e o atacante Leandro, além de Renato, que sentiu a coxa contra o Figueira e deve virar baixa. O zagueiro Nathan, expulso no fim do jogo em Santa Catarina, é desfalque certo, e Valdivia será julgado nesta segunda-feira pela expulsão contra o Flamengo, correndo o risco de pegar de quatro a 12 jogos de gancho. O lateral-esquerdo Juninho volta de suspensão.

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NOTICIÁRIO ❘ GAZETA ESPORTIVA NET

• Após brincar com gol vazio, Valdivia assume culpa por derrota: “Foi mal”

Após multar Valdivia pelo pisão em Amaral que gerou sua expulsão contra o Flamengo, Dorival Júnior deu a faixa de capitão para o meia na tentativa de aumentar a sua responsabilidade. Neste domingo, o chileno realmente assumiu, mas pela derrota para o Figueirense. O camisa 10 brincou em vez de fazer gol quando o time vencia e se sente culpado pela virada do Figueirense.

“A culpa é minha. A partir do momento em que errei na hora de não fazer o gol, o Figueirense cresceu”, disse o jogador mais caro do elenco, o único a dar entrevista na saída do gramado do Orlando Scarpelli. “Eu deveria ter batido para o gol. Foi mal.”

O lance que poderia ter matado o jogo e tirado o Palmeiras da zona de rebaixamento do Brasileiro ocorreu aos 22 minutos do segundo tempo. O Verdão vencia por 1 a 0, atuava melhor, bem posicionado na defesa até que Marcelo Oliveira rolou na entrada da pequena área para Valdivia, já com o goleiro caído. O meia fez graça, quis rolar para Henrique e a zaga do Figueirense teve tempo para afastar o perigo.

“Não dá para explicar. Eu estava de frente para o goleiro e tentei tocar para o Henrique, que estava marcado. Eu deveria ter batido para o gol”, limitou-se a dizer o chileno, que dava entrevista enquanto Victor Luis chorava pelo resultado que mantém o time na 17ª posição.

Valdivia também foi simples ao falar que também está chateado com mais uma derrota da equipe na temporada do centenário do clube com mais títulos nacionais na história do futebol brasileiro. “Como todo o mundo”, falou o meia, que pode voltar a ser desfalque nas próximas rodadas, já que será julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta segunda-feira pelo pisão em Amaral, que pode lhe custar de quatro a 12 jogos.

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COLUNA DO ANTERO GRECO ❘ O ESTADO DE S.PAULO

• Pois é, Valdivia…

Eleger bodes expiatórios embute o risco de tornar simplista a análise de um jogo. Mas há momentos em que não há como evitar que o foco feche em torno de um personagem. É o caso da derrota do Palmeiras – a 14.ª em 25 rodadas -, de virada, para o Figueirense, no começo da noite de ontem. Fora as falhas de marcação e de Deola, boa dose de responsabilidade para o fiasco de 3 a 1 entra na conta de Valdivia.

Não dá para aliviar para o lado do chileno no lance em que poderia ter feito o segundo gol e abrir vantagem decisiva. O Palmeiras anda tão carente de vitórias, como São Paulo precisa de chuvas, e teve nos pés do meia a oportunidade de encurralar o adversário, aos 22 minutos do segundo tempo. Para mostrar generosidade e preciosismo, Valdivia preferiu tocar de lado em vez de fechar os olhos e encher o pé, na saída de Tiago Volpi.

O castigo veio em avalanche, com os três gols poucos minutos mais tarde. Valdivia poderia até alegar, em seu favor, que teve intenção de sair da mesmice, de surpreender, de desconcertar mais o Figueirense com o passe inesperado. Só esqueceu que a fase, pro time dele, é tão ruim, delicada e desesperadora que não se permite o luxo de malabarismo ou virtuosismo. O simples, no caso, funcionaria à perfeição. Inteligência é fazer o básico e essencial.

Valdivia parece não se dar conta da gravidade da situação e age com a ligeireza dos insensatos. Como tem talento e vive rodeado por companheiros medianos e sem brilho, deve achar-se no direito de fazer o que bem entender. De quebra, recebe afagos do presidente do clube, que o considera craque incomparável. Um e outro, pelo visto, desconhecem a história palestrina.

E assim, de inconsciência de um lado, de complacência de outro, e com o desespero da torcida, avizinha-se o terceiro rebaixamento. Pois é, Valdivia como ídolo dá bem a dimensão daquilo em que transformaram o Palmeiras.

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BLOG PITACOS DO PALESTRA ❘ LANCENET 

• Valdivia armou a bomba. E ela estourou nos garotos…

Por Fellipe Lucena

É unânime no Palmeiras: apostar no talento de Valdivia é uma das únicas formas de escapar da queda. Mas neste domingo, ironicamente, uma falha técnica do meia foi a maior causa da inacreditável derrota para o Figueirense.

Valdivia jogou o tempo todo com disposição, ajudando muito na marcação sob pressão no ataque. Mas hesitou quando teve a bola do jogo nos pés, tentou enfeitar a jogada, não finalizou e acabou dando brecha para um inacreditável apagão coletivo. O mesmo Palmeiras que parecia estar recuperando a confiança fez lembrar, uma semana depois, o time que levou seis do Goiás fora de casa.

A bomba armada pelo chileno estourou em um sistema defensivo muito inexperiente, formado por João Pedro (17 anos), Gabriel Dias (20), Nathan (19) e Victor Luis (21). Os três primeiros pertenciam ao time sub-20 do Alviverde até poucos meses atrás.

Enquanto o time dominou o jogo, todos foram muito bem. Depois do empate, pareciam abalados e caíram de rendimento.

O desempenho de Victor Luis nas jogadas dos três gols do Figueirense foi tão trágico que ele saiu chorando. Nathan, que vinha sendo um gigante, foi infantil ao pisar no rival e levar o vermelho no fim.

Se é possível detectar algo positivo em uma jornada tão frustrante, Diogo merece elogios não só pela jogada do gol, mas pela disposição que ajudou a asfixiar a saída de bola dos catarinenses durante boa parte do jogo. Cristaldo, autor do gol, merece os mesmos elogios, embora tenha perdido sua chance clara também.

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BLOG DO ROBERTO AVALLONE ❘ UOL 

• Até você, Valdivia?

O craque de um time não pode falhar em momento decisivo. Ah, não pode. E Valdvia falhou, perdeu gol feito, o goleiro já caído, o Palmeiras vencendo por 1 a 0, gol de Cristaldo. Era só chutar e o jogo estaria decidido, mas Valdivia preferiu tocar de lado a arrematar para as redes, num preciosismo fatal: “A culpa foi minha, eu errei e o Figueirense cresceu depois daquele lance errado”– reconheceu  Valdivia, após o jogo.

Mas já era tarde demais. Em campo, em menos de 5 minutos, o Figueirense já tinha transformado a derrota em virada de 3 a 1, classificada de “histórica” pelo técnico Argel. Em minha opinião, Deola falhou em dois gols, o primeiro e o terceiro, mas isso não é de espantar, pois não se trata de nenhum grande goleiro. Até pelo contrário.

E o Palmeiras segue sua sina de aflição, ainda na zona da degola do Campeonato Brasileiro, espécie de Calvário em seu Centenário.

Triste rima e nenhuma solução.

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BLOG DO MENON ❘ UOL

• O time é muito ruim. Mas a culpa da derrota foi do craque Valdivia

Amigos palmeirenses, não se ofendam, não me ofendam, mas a verdade é uma só: o Palmeiras é muito ruim. Foi enfrentar o Figueirense com o inacreditável Deola, uma linha de zaga de adolescentes e garotos imberbes, com Marcelo Oliveira – alguém se lembra de um lance marcante na carreira desse jogador – e outras babas.

E, com tantos erros, com tanta gente que não merece vestir essa camisa verde, a culpa foi de Valdivia. O melhor do time. O capitão do time. O milionário do time. O jogo estava 1 a 0 e o Palmeiras dominava. Valdivia entrou na área e bastava meter uma bomba. O ótimo Thiago Volpi não defenderia. Mas Valdivia preferiu a malemolência. Deu uma rebolada e tentou passar para Bruninho. Deu tudo errado.

Depois,  Figueirense fez três gols em cinco minutos. Todos com falha do lateral Vitor Luis. Mas Vitor Luis é apenas uma promessa. Alias, Valdivia também é. Valdivia dá a impressão de que não deseja ser ídolo do Palmeiras. De que não se incomoda com nada. Para ele, tanto faz ser Ademir da Guia ou Bandeira. Joga muito menos que um, joga muitissimo mais que o outro, mas se comporta como um clown, como um malabarista, como um astro de standup.

Quer brilhar. Não tem seriedade alguma. Valdivia será sempre lembrado como aquele que não foi o que poderia ter sido. Uma pena. Uma lástima.

Argel merece um time grande.

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BLOG DO FÁBIO SALGUEIRO

• Ídolo Valdivia tem um passado de omissão

Valdivia é um ídolo que nunca decidiu nada com a camisa do Palmeiras. O passado confirma isso e condena o “craque”. Diante do Figueirense, neste domingo, em Santa Catarina, o Palmeiras sofreu uma doída virada e o chileno acabou apontado como vilão por não decidir a vitória quando teve a chance, na cara do goleiro rival, num momento que o Alviverde vencia a partida.

A omissão de Valdivia não me surpreende. Quem conhece o passado do meia sabe que transferir responsabilidade é uma das principais características do chileno, que não é craque, mas é tratado como ídolo pela carente e sofrida torcida palmeirense.

Em 2007, este blogueiro era setorista do Palmeiras por um jornal de São Paulo e assistiu “in loco” o Palmeiras perder a vaga na Copa do Brasil numa disputa por pênaltis, diante do Ipatinga, no Palestra Itália.

Na ocasião, Valdivia fez um gesto de “não” no momento da consulta de um integrante da comissão técnica, perguntando se ele bateria um pênalti. Omissão e falta de coragem para chamar a responsabilidade.

Sou de um tempo em que o craque do time usava a camisa 10. Ele poderia até jogar mal e perder pênalti, mas em hipótese alguma apresentava omissão. As coisas no entanto mudaram para pior no futebol brasileiro.

O mesmo Valdivia que se omitiu diante do Figueirense, jogando de novo contra o Palmeiras, saiu sob aplausos no triunfo da semana passada, diante do Vitória, no Pacaembu.

Esse é o mesmo ídolo que deixou o Palmeiras na mão após a Copa do Mundo, pois preferiu dar um giro na Disneylandia, enquanto todos perguntavam por ele dentro do clube.

Concluo que cada torcida tem o ídolo que merece. Para mim Valdivia não é craque, tampouco ídolo. No meu clube não faria nem parte do elenco. Um jogador que não consegue ser titular na seleção do Chile não pode ser apontado como referência num clube do tamanho do Palmeiras.

Em tempo: em abril de 2007, na eliminação do Palmeiras da Copa do Brasil, os pênaltis diante do Ipatinga foram cobrados por Michael, Dininho e Florentín, que marcaram os gols. Martinez, Edmundo e Amaral erraram as cobranças, mas deram a cara para bater.

Valdivia assistiu a eliminação do banco de reservas. Calado e omisso.

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BLOG PITACOS DO PALESTRA ❘ LANCENET

• O caldeirão verde está quase pronto

Por Fellipe Lucena

Quatro anos se passaram e, enfim, é possível afirmar: o velho Palestra Itália deu lugar a uma das arenas mais belas, modernas e imponentes do planeta. O Allianz Parque está praticamente pronto e, no evento-teste do último sábado, foi possível perceber com mais clareza que será um caldeirão verde.

Se a torcida já tem ajudado no Pacaembu, vai influenciar ainda mais na nova arena. É a “única cuja cobertura tem função acústica”, como dizem placas espalhadas pelos corredores do estádio. As três mil pessoas que foram ao local no sábado ficaram concentradas no setor inferior atrás do antigo gol das piscinas, e mesmo assim fizeram muito barulho quando foram instigadas a cantar.

A arena foi projetada para ser um caldeirão. O espaço entre a arquibancada e o campo, principalmente atrás das metas, é pequeno. A visão é ótima em qualquer ponto do estádio. O único porém é o espaço pequeno entre as fileiras de assentos, que obriga quem quiser ir ao banheiro durante um jogo, por exemplo, a se espremer.

O gramado está bonito, com um tom homogêneo de verde, e estará apto a receber jogos de futebol em dez dias. O primeiro, em outubro, também será um evento-teste e servirá como homenagem ao ídolo Ademir da Guia, com a presença de vários ídolos.

Quando acontecer, o campo já estará contornado por grama sintética e os bancos de reservas já terão sido instalados. São esses os próximos passos da obra, que está em fase final de acabamento. A imprensa não teve acesso aos vestiários, mas a WTorre afirma que chuveiros e banheiras já estão devidamente instalados.

Pela grandiosidade do estádio, em algumas fases da reforma parecia impossível que um dia fosse possível ir ao Allianz Parque e não ver terra e máquinas. Mas a atmosfera de obra não existe mais. Por determinação das autoridades, é possível que o muro que divide gramado e público ganhe 12 centímetros em breve.

A limpeza do estádio, seja nas arquibancadas, nos banheiros, nas lanchonetes ou nos corredores, foi um ponto muito positivo no sábado. Internamente, não haverá a sensação de que a inauguração foi apressada, com coisas por fazer.

Do lado de fora, a situação é um pouco diferente. Há andaimes e material de construção em volta do Allianz Parque, já que a fachada ainda não foi concluída. Mas isso não será capaz de atrasar a entrega da obra, porque trata-se só de estética: é possível fazer qualquer evento mesmo com a fachada inacabada.

Está chegando a hora, palmeirense: dia 9 de novembro de 2014, contra o Atlético-MG, você vai voltar para casa. A não ser que a briga jurídica tenha mais um capítulo ruim. Mas o otimismo é grande: clube e WTorre estão mais próximos e parecem já ter entendido que deixar o estádio pronto e fechado é ruim para todos, principalmente para time e torcida.

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BLOG DO MAURO BETING ❘ LANCENET 

• Lar, doce lar da aliança palestrina

Há 112 anos foi construído o Parque Antarctica. Então o maior de São Paulo. Com uma área para a prática do esporte que começava a ganhar os campos de Piratininga: o futebol.

Há 96 anos, com o dinheiro do clube e de parceiros, o Palestra Italia comprou a área, na chamada “loucura do século”.

Há 81 anos, o clube inaugurou o Stadium Palestra Italia, com recursos de torcedores e parceiros.

Há 72 anos, o Palestra morreu líder e o Palmeiras nasceu campeão. Dois nomes, a mesma paixão, os mesmos ideais. Mais uma parceira eterna.

Há 50 anos, o clube ergueu o Jardim Suspenso pra elevar o nível do gramado à altura das duas Academias de futebol.

Há 40 anos, meu pai me trouxe pela primeira vez ao Palestra.

Há dois anos, na véspera do dia dos pais, seu Joelmir veio com os netos pela última vez à nossa casa. Foi o último passeio dele com os meus Luca e Gabriel antes de ele ficar doente.

Hoje, os nossos filhos, netos, bisnetos e tataranetos terão orgulho e inveja de nós estarmos pela primeira vez passando pelas catracas do Allianz Parque.

Daqui a 100 anos, eles dirão que nós estávamos presentes na inauguração da nossa novíssima casa.

Quando estivermos celebrando os 200 anos do Palmeiras. E o bicampeonato do campeão do século.

E por que não?

Começamos a ganhar o século XX a partir do primeiro título estadual, em 1920. Não por acaso no ano da compra do Parque da Antarctica.

Difícil era comprar e refazer um estádio, ganhar tudo que vencemos, e refazer uma arena.

Fizemos.

Refizemos.

Com o time unido. Com a torcida que canta e vibra por um alviverde inteiro. Com parcerias. Com Palmeiras. Com a Sociedade. Esportiva. Com todos juntos no lar onde tantas vezes nos desentendemos como palmeirense. Onde tantas vezes nos entendemos como gente.

Aqui é Palestra. Aqui é Palmeiras. Aqui começa o Allianz Parque. Um espetáculo à parte.

Nesta noite de 27 de setembro, com todos nós fazendo parte do show. Palmeiras que é coisa de cinema. Hoje é oficial. Uma história de amor no Dia dos Namorados que parece ficção. Mas é tudo verdade. É tudo Palmeiras!

“12 de Junho de 1993 – O Dia da Paixão Palmeirense.”

Vai começar o filme de nossas vidas.

A nossa vida é você, Palmeiras.

A nossa casa é o Allianz Parque.

(E foi mais ou menos isso que falei como apresentador na inauguração do novo estádio).

Os 48 anos como palmeirenses me levaram a ser jornalista esportivo há 24.

Jamais imaginei que poderia escrever 14 livros. Sete deles do Palmeiras. Um deles, o oficial do centenário.

Jamais sonhei fazer documentários.

Muito menos um longa para cinema.

Ainda menos um filme oficial do clube para o 12 de junho de 1993.

E o que dizer de apresentar a festa de inauguração do estádio?

E o que falar de, nesse evento, a atração principal ser o meu filme e o de Jaime Queiroz, montado por Abner Palma, produzido por Kim Teixeira e todo o timaço da Canal Azul, do meu amigo de infância Ricardo Aidar?

Meu pai tinha uma frase no vestiário do Palestra.

Falava de que como era impossível descrever para quem é Palmeiras. Como não dá para falar para quem não é.

Não consigo explicar para meus Luca e Gabriel o que foi puxar o primeiro grito de “Palmeiras” para os 3 mil presentes no primeiro evento na arquibancada que não existia à frente das piscinas.

Não consigo dizer para a minha Silvana o que foi olhar para aquela tribuna cheia e sentir o primeiro grito do estádio puxado por mim.

Não consigo falar para a minha mãe, meu irmão, cunhada e filhos o que foi chamar para o palco Evair. Levantando os braços e gritando e, o, e, o, Evair é um terror. Autor também do primeiro gol “celebrado” no novo estádio. Quando ele soltou o pé no pênalti de 12 de junho, e José Silvério soltou a voz na nova arquibancada, o Allianz Parque veio acima.

Evair foi o primeiro nome próprio entoado no nosso novo naming right: Allianz Parque.

Aliança que cantou o hino ao final da festa. Com o Calabar e a filha do mesmo 3 de setembro que um dia foi de Kita e Tato. Pra sempre será de Luca e Luna. Com o Erich e a Ra. Com o Cecchini e a Carol. Com o Braga. Com o Paulo Sapo. Com tantos amigos de credo e de verde que estiveram em tantos jogos do Palestra. Agora estarão para sempre na partida do Allianz Parque.

Quando o amigo Marcelo pegou o microfone no final da exibição do filme e puxou o hino do maestro Totó. Cantado pela que vibra e que tinha se emocionado com o o nosso filme. Com a superação da fila. Com o encanto da Via Láctea de Parmalat. Com o gol do Zinho. O pênalti do Evair celebrado como se fosse um eterno 12 de junho. Uma eterna Arrancada Heróica de 20 de setembro. Um 27 de setembro de 2014 agora inesquecível.

Jamais poderia sonhar com tudo isso. E imaginar quantas novas histórias teremos a celebrar na nossa casa. A contar para os nossos como se fosse ficção.

Mas é tudo realidade.

É tudo Palmeiras.

Mal dormi de alegria no sábado.

Mal dormi também no domingo.

Tive um pesadelo. Delirei que jogamos bem em Floripa mesmo com a zaga sub-20. Sonhei que o Valdivia tinha criado o gol perdido no vácuo quando estava 1 a 0 para nós com gol do Cristaldo. Sonhei dolorido que levamos dois gols em dois minutos logo depois. Que perdemos por 3 a 1 para o Figueirense um jogo que estava aos nossos pés. Que continuamos ameaçados. Não sabemos quando vamos poder estrear o estádio. E nem que campeonato jogaremos em 2015.

Mas foi só um pesadelo depois de um dia de magia e alegria.

Já sofremos tanto e demos a volta por cima. Vamos virar esse jogo.

Não sei como. Nem com quem.

Mas sei que se podemos erguer e reerguer nossa casa, com tantos problemas que criamos ou não resolvemos, se enfim vamos voltar para o lugar que é nosso, e só nosso, com nosso dinheiro e de parceiros nossos, por que não conseguiremos ao menos ficar entre os nossos, no lugar que é nosso como maior campeão nacional?

O nosso lugar é o velho Palestra. O nosso lugar é ser um time sempre de primeira.

Mãos e pés à obra.

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NOTICIÁRIO ❘ UOL

• W. Torre: Briga acabará e ajudarei Palmeiras a ter time à altura da arena

Por Danilo Lavieri

Muito feliz com o primeiro evento-teste na arena em que construiu para o Palmeiras, Walter Torre Jr., presidente da construtora que leva seu nome, disse que o sábado (27) foi decisivo para a história dos envolvidos com o estádio.

O empresário acredita que a briga vai acabar em breve, porque o clube vai perceber a importância de um estádio como esse. Ele ainda cogitou uma união na gestão entre construtora, gestora e time para ajudar no crescimento do time. E aproveitou para fazer uma cobrança.

“O que esperamos é que a nova gestão seja uma gestão que dê o tamanho e a responsabilidade que essa casa vai trazer. A gente quer que seja quem for o presidente tenha a noção da importância dessa casa. Os mais de 16 milhões de torcedores passaram por algumas dificuldades que não são aceitáveis. Quem tem 16 milhões de pessoas atrás não pode ter esse tipo de problema, não pode ter isso que a gente teve. Isso agora acabou”, decretou Walter após a exibição do filme para 3 mil pessoas.

Caso a briga pela comercialização de cadeiras ou outros imprevistos não afetem o cronograma, a ideia é que o Palmeiras jogue pela primeira vez no estádio no dia 09 de novembro, contra o Atlético-MG. Já estão agendados também o próximo teste, com a despedida de Ademir da Guia, e dois shows: Paul McCartney em novembro e Rolling Stones em março.

Veja a entrevista completa com Walter Torre Jr:

Qual a sensação de entregar um estádio como esse hoje?

Walter Torre: Quando a gente entrega uma obra é como entregar um filho. A diferença é que desse filho eu não largo. Isso daqui vai mudar muito. Ele em si vai mudar, a cidade vai mudar muito por causa dele, então a ideia desse primeiro evento foi ver a alegria das pessoas que tinham essa curiosidade e pouco sabiam do que preparávamos. Hoje a gente não conseguiu mostrar tudo. Vai demorar um ano ou dois para que todos conheçam tudo o que tem aqui dentro. É Segurança, tecnologia, eficiência, prazer conforto…. A minha felicidade hoje foi muito grande de ver palmeirenses felizes com o estádio.

Sua avaliação é que deu tudo certo? Nota 10 para o teste?

Walter Torre: Deu tudo certo. Sempre vai dar. Avaliação 100%. E a gente já sabia que isso ia acontecer. Aqui, vamos sempre ser 100%. Isso vai marcar a cidade, tenha certeza do que te falo.

E qual o próximo passo?

Walter Torre: Nós temos uma obrigação com os órgãos municipais que teremos eventos crescentes. Faremos de 5 mil, para 10, depois 15 e aí 20. É isso. Mas hoje a gente já mostrou que estamos 100%. Faltam coisas de maquiagem, mas a macroestrutura está pronta. O sonho impossível está virando realidade.

A abertura vai ser mesmo contra o Atlético-MG, no dia 09 de novembro?

Walter Torre: É essa a ideia nossa, de chegar nesse dia prontos. Até lá, queremos ter feito todos os eventos testes. São cinco eventos testes até o jogo e sempre público crescente.

Qual a chance desse plano ser mudado por causa da briga com o clube?

Walter Torre: Aquele impasse um dia vai ser resolvido. Queremos o melhor para o clube. O que é melhor para eles é melhor para a gente. Com certeza, o que a gente propõe é o melhor para o clube. Porque, independentemente de todos interesses, nós, de fato, investimos nisso, não ficamos na conversa. A ideia é criar uma ferramenta para que o Palmeiras seja o mais rico do país. Se analisar os europeus, eles nao eram nada há 30 anos. Os brasileiros eram melhores. O que mudou isso? Gestão moderna, tecnologia, administração e dinheiro. E hoje o Palmeiras entra numa nova fase. É um orgulho entregar essa casa fantástica e isso faz diferença. Vai ter mais dinheiro do que todos os outros.

Vocês estão com 11 patrocínios. E o clube segue sem um máster. Tem a ideia de ajudar o Palmeiras nisso? De agregar na gestão do clube com a experiência da WTorre e da AEG?

Walter Torre: A gente quer que o time vá bem, porque se eles forem a gente vai bem. Hoje, a instabilidade do clube causou certa dificuldade para conseguir patrocínio. Mas, agora, a gente andando juntos, vai ser muito fácil transferir um pouco do que a gente consegue. Temos a seriedade, o compromisso de fazer. Meu lema é empreender e surpreender, mas, mais do que isso, a gente entrega tudo, independentemente das dificuldades. Essas grandes empresas sabem que com a gente vai acontecer. Se a gente transferir a nossa credeibilidade para o Palmeiras eles vão ter patrocínio. A gente não pode esquecer que eles estão aqui por causa do Palmeiras, não pela gente. A gente deu só a ferramenta crível para eles. A nossa credibilidade e o jeito de fazer é o motivo de que eles estejam só com a gente. Mas rapidamente isso vai mudar. A gente vai remar no mesmo barco. O relacionamento vai melhorar. A gente tem tristeza por alguns palmeirenses torcerem contra, mas isso vai mudar. Antes, tínhamos WTorre, Arena e Palmeiras. A partir de hoje temos uma coisa só, o Allianz Parque.

Você está acompanhando a eleição no Palmeiras? Tem preferência?

Walter Torre: Não, não muda nada. Não tomamos partido. O que esperamos é que a nova gestão, o próximo período, seja uma gestão que dê o tamanho e a responsabilidade que essa casa vai trazer. A gente quer que seja quem for o presidente tenha a noção da importância dessa casa. Os mais de 16 milhões de torcedores passaram por algumas dificuldades que não pode. Quem tem 16 milhões de pessoas atrás não pode ter esse tipo de problema, não pode ter isso que a gente teve. Isso agora acabou. Agora estamos no mesmo barco.

Paul McCartney, Rolling Stones.. Já tem mais?

Walter Torre: e dai por mais. Tem mais surpresa.

Conta uma para a gente.

Walter Torre: O que vou revelar é um dado fantástico, de muito orgulho. O administrador do show do Paul veio aqui e nos falou algo de muito orgulho: ele disse que a Arena é a mais equipada e sofisticada que o Paul já tocou em todo o mundo. Entende isso? O Paul dá show há mais de 50 anos e ele vem e fala que aqui é o melhor lugar que tem? E isso é o que vai acontecer cada vez mais, com cada vez mais costume de fazer as coisas aqui. O cliente vai gostar, é seguro, confortável.. Vai ser uma bola de neve que mudará a cidade.

Para finalizar, como foi ver o Paulo Nobre vaiado na inauguração do estádio? O que você acha que aconteceu?

Walter Torre: Eu aprendi que a paixão do futebol é impressionante, e isso é cíclico. É o momento que está vivendo, um jogo que perde. O torcedor quer o melhor do time. E nós também. O Palmeiras ainda vai ser invejado por todos os torcedores com essa casa. Eles vão ficar de nariz mais levantado. E eles têm razão para isso.

Leia aqui a matéria completa → NOTICIÁRIO ❘ UOL

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VÍDEO ❘ ESPN BRASIL

• Veja imagens do primeiro evento-teste do Allianz Parque, casa do Palmeiras 

Foi para cerca de 3 mil pessoas e para ver um filme, mas o Palmeiras testou pela primeira vez o Palestra Itália após quatro anos de início das reformas. A exibição do longa-metragem “12 de junho de 1993 – O Dia da Paixão Palmeirense”, contando a história do jejum de 16 anos do clube até o título paulista de 1993, se tornou um atalho para que o estádio adquirisse um ambiente similar ao de jogo.

Assista aqui → VÍDEO ❘ ESPN BRASIL

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VÍDEO ❘ SPORTV

• Torcida acompanha teste na Arena Palmeiras

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42 respostas em “VERDÃO NA MÍDIA 29-09-2014: Fator Valdivia: Verdão tenta encontrar rumo sem o meia, que será julgado ❘ GLOBO ESPORTE COM”

spfc que contratar gabriel fernando, ofereceram uma casa em alfhvela, alguem avisa ao nobre pra prorrogar o contrato urgente, senao vamos perder o nosso dener.

Ah, se fosse o inverso… “Parte interessada na punição ao Corinthians pelo suposto registro indevido do volante Petros no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF, a Chapecoense procurou o Palmeiras para sondar a possibilidade de uma ação conjunta no STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) caso fique comprovada a situação irregular do atleta, mas recebeu reposta de que não existe interesse em participar do processo.” site: espn

Valdivia é diferenciado, no Brasil é fora de série, o único que temos no time. O que está errado então?
O time depender só do Valdivia e não ter mais protagonistas. Esse é o erro básico na formação de elenco. Né risadinha? Agora Valdivia é xarope, mas o único que pode nos tirar dessa situação. Portanto não vou atacar a única esperança de não cair. E manda a imprensa buscar outro jogador para perturbar. Os caras perseguem mesmo o Valdivia que também dá pano para manga toda hora. Tudo errado no Palmeiras…

O valdivia nao tem o sangue de artilheiro, a culpa dessa derrota e do PN que nao montou um time decente no ano do centenário e ponto. O Hemrique perde um gol desses quase todo jogo e o cara e centroavante ! Então vamos focar nos verdadeiros culpados: PN , Brunoquio e mumu ! O resto ta mais pra vitima do que vilão !

Me diga quem é seu líder e te direi quem és. Nosso time é exatamente do mesmo tamanho (intelectual) do Mustaphá. Toda a pobreza de espírito e de iniciativa dele se reflete na pobreza dos times que ele monta desde 1978. Não se esqueçam: escurinho, darinta, Victor hugo, benazzi, jaime Boni, Enílton, Boiadeiro, Misso, etc… Enquanto nosso amado líder nos presenteava com esses “craques” nossos rivais tinham Sócrates, Careca, Pitta, Muller, etc…
Extamente a mesma situação atual. enquanto temos Henrique, Felipe menezes, Eguren, nossos rivais tem: Ganso, pato, Kaká, Etc…
Como podem ainda ouvir um homem que só nos trouxe desgraça? Se fosse por ele nem a Arena (meu único alento), nós teríamos hoje! Volta Belluzzo! Fora Câncer!

O que o W.Torre fala é o mínimo que se espera de um gestor profissional. A maneira que ele eleva a marca Palmeiras é o mínimo que deveria ser feito pelo Nobre. W.Torre é sim um gestor profissional, bem diferente do corredor de Rally, playboy e mimado. Só um amador pra entrar em conflito com um parceiro que investe 600 milhões na parceria. Nobre briga com quem investe 600 milhões no patrimônio do clube e dispensa jogadores por desavenças quanto a míseros 5 mil reais.

W Torre para nosso presidente. Segundo notícias do Perrone (fazer o quê), O Mustaphá já está ligando para os conselheiros para votarem em seu filho querido, aquele que brinca com porquinhos.
Quer dizer mais dois anos nas mãos desses dinossauros que só nos estão ferrando. Parece que o Mustaphá não quer mais o nosso estádio, quer que haja uma troca com o campo do Juventus.
Aliás alguém sabe dizer se o Mustaphá foi na inauguração do estádio no sábado?Após as vaias Nobre gritava quero papai. ABRE O OLHO DIRETORIA MORTA O VAIDAR ESTÁ LEVANDO O GABRIEL DIAS, MAIS UM CHAPÉU EM NÓS. ENQUANTO ISSO O BRUNORO FICA SORRINDO.

A omissão de n ter feito o gol ontem, é imperdoável para o chileno….que ganha 500 mil por mês…….MAS, pq nenhum palmeirense que adora atazanar o clube e só sabe reclamar de tudo…… n usa essa energia para cobrar na net, QUE ESSES ÁRBITROS DEIXAM DESCEREM O SARRAFO NO JOGADOR E NEM FALTA MARCAM. CHEGA REVOLTAR A OMISSÃO DESSES CARAS E DOS COMENTARISTAS, TAIS COMO O MORRI ÉGUA, QUE SE DIZ PALMEIRENSE. Ontem até cotovelada no 1. minuto ele recebeu e o cara do apito n marcou. Já na 1, falta dele em qualquer jogo…….os árbitros dão amarelo……………para ele, é claro.

ruim com o Valdivia, pior sem ele. 2 jogos pelo artigo foi muito. O Walace no pisão do Barcos, foi ABSOLVIDO. O Palmeiras tem que entrar com efeito suspensivo já. Se no caso do Petros, de 6 meses caiu para 3 jogos, o do Valdivia de 2 jogos deixaria ele com crédito (heheheheheh). quinta-feira a saga continua, provavelmente estaremos mais uma vez no Pacaembu e que os Deuses do futebol nos ajudem.

E o promotor (sic), que pediu 3 jogos para o Valdívia, deu um para o Petros………….. e ninguém peita essa capitania hereditária chamada stjd, que aparece mais que jogador. E O CASO PETROS…..NADA…..Eles tem coisas mais urgentes para julgar….”Cruzeiro vai a julgamento por bolas descalibradas em jogo do Brasileiro”

Concordo com os 2 Sérgio. Hj comentei a msm coisa com meu primo. Como a Globosta garante a msm cota em caso de rebaixamento, eles montam um time baratinho e consegue “sobrar” na segundona. E a torcida? Que se exploda…

Comentaristas, apresentadores e narradores da TV Global e Band acham que nós relés torcedores somos lesos mentalmente. Tá na cara que estão numa campanha pro curintia, são Paulo, flamengo e fluminense. Só prestar atenção nas transmissões, onde lances faltosos cometidos por esses times, aqueles duvidosos, mas que são realmente faltas, não são repetidos, nem comentados, mas, basta um a favor deles, que vira até tema de discussão. Ora, não somos idiotas, sabemos muito bem quando e como as coisas acontecem. Falam em erro dos juízes, mas, para mim, os juízes erram porque querem (pra ser ameno), porque não acredito que estando a cerca de 5 metros do lance, não vê se é falta ou não. Vão enganar outros! Porque a mim não enganam. Depois quando vimos e falamos em esquemas, acham que somos loucos.

Também acho xará, os caras querem voltar pra serie b pra não ter que investir no time e pagar
salários baratinhos pra um monte de perneta. Assim vão diminuindo valor da divida e sobra dinheiro pra Mustafá e sua trupe.

só 2 jogos esta é para agradecer….tomara que consigam o efeito suspensivo…e que este animal finalize na hora H. o merda do Henrrique que é grosso mete o chute de qualquer jeito e não passa para ninguém só pensa nele.

Valdívia pegou apenas dois jogos de suspensão, pena mínima provavelmente. E parece que a gambazada vai ser denunciada pelo erro no contrato do Petros.

Essa vai para o Levi: no julgamento original do Petros, 3 auditores votaram por pena de 6 meses…outro por 4 jogos…e outro por apenas um jogo. Coincidentemente, o auditor que pediu a maior pena para o Valdivia (3 jogos) foi o mesmo que votou pena de 1 jogo pro Petros. Vamos divulgar isso, pois para ele, catimba vale punição maior que murro por trás em árbitro.

Para vc ver Daniel, como os critérios para o Palmeiras são sempre diferente. Jogador Bambi, gambá, urubu e flu podem tudo e jogam sempre tranqüilos.

já tem mais de 6 meses que eu venho dizendo—–O plano da diretoria é rebaixar o Palmeiras e eles estão conseguindo !!!Para o ano que vem,não teremos prass ganhando mais de 300 mil nem Wesley
ganhando 350mil nossos perebas da série B, vai girar tudo na base 100 a 150 mil !! Imaginem quanto não vai sobrar pra Mustafá e sua turma , que não querem largar o osso nunca !!!

O Valdívia é um excelente jogador, muito técnico, mas é também um dos jogadores mais xaropes que eu já vi. Um verdadeiro “bate pino”. Ou então, para quem acredita, ele seria aquele cara “perturbado”. Consegue ir céu ao inferno em questões de segundos, e com muita freqüência. Mas, sinceramente, acredito na primeira hipótese: o cara é insano mesmo. Ao invés de ter trazido um fisioterapeuta cubano para ele, o Palmeiras deveria ter trazido um psiquiatra do esporte (se é que existe) e tacar um tarja preta nesse doido.

Enquanto isso, Gilson kleina levanta o Bahia, assim como Fluminense, Cruzeiro e tantos outros que estão brigando pela liderança neste ou no campeonato passado, são técnicos de nível B, assim como dorival Jr.
Quando lia muitos pedirem um técnico top de linha para o lugar de Jorginho, em 2009, dizia, como agora, para que grife de técnico quando o que falta são menos arrogância e mais administração profissional, respectivamente.
Caímos 2 vezes para a segunda divisão e ninguém aprendeu. Vamos cair novamente neste ano. Se nada de novo for ensinado e absorvido, cairemos dezenas de vezes para a 2a. divisão.
ENQUANTO NÃO APRENDEREM A LIÇÃO DE CASA, O PALMEIRAS SERÁ ESSE AMADORISMO E MEDIOCRIDADE DENTRO DE CAMPO.

Os garotos da base estão jogando bem, com disposição e entrega, no entanto, precisam de lideração em campo, que os oriente e lhes dê confiança. Valdívia deveria ser esse líder. E até é, até certo ponto, mas, tem que decidir na hora que é preciso. Sua falha em não fazer o gol, desmoronou tudo que estava ao seu redor, porque, como nós torcedores, os demais jogadores sabiam que aquele gol perdido faria falta. E como fez. Talvez o Valdívia tenha que ter um atendimento especial, justamente pelo papel que exerce, se recuperar e levar o Palmeiras a novas vitórias e, enfim, nos afastarmos dessa zona perigosa.

W.Torre está otimista. Isso é bom. Agora os sócios que irão eleger a nova diretoria têm que fazer a parte deles. Acabar com essa dinastia maligna, de incompetência e falta de visão. Juntos W. Torre e Palmeiras têm tudo para ser tão grande quanto os melhores do mundo. Mas, tem que ser dado o primeiro passo, e esse passo está na eleição.

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